Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

O que você faria se achasse uma pedra preciosa? Objetos de valor são raros e bastante inacessíveis. Não se avistam em qualquer lugar e são disputados intensamente. Na hora de pegar ou largar, ninguém abranda o passo quando sentem que ele está perto. E uma vez encontrado, assim que alguém o tem em sua posse, cuida em proteger esse bem incomum, o guardando em lugar secreto.

A mulher é qual pedra preciosa, uma obra de arte que exige contemplação. Por ela, homens partem em conquistas, redigem poemas, fazem loucuras sem fim. A mulher é um pedaço de céu, esculpida em tons de beleza fina, num dia de inspiração.

Se você já achou uma esposa e lhe prometeu amor eterno, valorize esse tesouro com carinho e dedicação. Seu cônjuge é uma evidência de esforço, aquela que honra a casa e dá brilho à família. Pare um pouco e reflita em suas nobres qualidades. E lhe dê afeto e lealdade, pois sua esposa é bem mais que uma simples mulher.

Sei que palavra nenhuma pode confortar nesse momento, mas quero que saiba que estarei aqui para o que precisar, a qualquer hora ou qualquer momento.

Infelizmente a vida tem o seu caminho e nem sempre acontece exatamente como desejamos. Se vale de alguma coisa, sinta que na vida tudo tem seu propósito e é possível que mais na frente entenda tudo isso que aconteceu, e quem sabe também não estarão juntos novamente? Agarre-te nisso e deixa o tempo ir arrancando aos poucos toda essa dor.

Força!

Todas as situações que vivemos têm no mínimo dois lados. Um positivo e outro negativo. O que faz a diferença é a maneira como lidamos com essas situações.
Todo momento de crise, seja financeira, familiar ou pessoal é uma oportunidade, uma ocasião favorável para o aprendizado.
Crises representam momentos especiais para renovação, para se desfazer do velho que não funciona mais. E para que surja o novo. Podemos olhar a situação como vítimas das circunstâncias, com um olhar pessimista... Ou entender que podemos agir e tirar o melhor proveito da situação.
A crise é a oportunidade que temos para refletir, repensar agir e reposicionar. Algumas pessoas só têm esse tipo de atitude em situações como essa, quando são arremessadas de uma zona de conforto para a zona de pânico.
A questão não é a crise e sim o que fazemos com ela. Que aprendizado podemos tirar desses momentos.
Comparo crises com as dores das cólicas. São dores cíclicas e fazem parte da vida. A pior é sempre aquela que a gente está vivendo agora. As que já passaram, bem ou mal, já foram superadas.
Ficar sentado, reclamando da vida, não vai mudar nada mesmo! É preciso ter coragem de sacudir a poeira do conforto, encarar o pânico e começar a agir!

Amor virtual!
Você entrou em mim devagar, a murmurar palavras que entraram em minha alma, me deixou apaixonada, morrendo de saudades. Ah, como queria arrancar você do meu peito, para não sentir esse desejo que me consome todos os dias.
Meu amor virtual, será que deixei um pouquinho de saudades?
Meu querido, como te desejo, queria colar no seu peito, beijar sua boca e murmurar no seu ouvido como o desejo! Mas apenas sonhos e ilusão, mesmo assim não quero te esquecer.

Acho uma pena que falar em coração tenha se tornado uma coisa tão antiga.
Mas o fato é que tornou-se.
Coração dilacerado, coração em pedaços, coração na mão...
Sentimos tudo isso, mas a verbalização soa piegas.
E, no entanto, estamos falando dele, do nosso órgão mais vital, do nosso armazenador de emoções, do mais forte opositor do cérebro, este sim, em fase de grande prestígio.
O que está em alta?
Inteligência, raciocínio, lógica, perspicácia!
Gostamos de pessoas que pensam rápido, que são coerentes, que evoluem, que fazem os outros rirem com suas ironias e comentários espertos.
Toda essa eficiência só corre risco de desandar quando entra em cena o inimigo número 1 do cérebro: o coração.
É o coração que faz com que uma super mulher independente derrame baldes de lágrimas por causa de uma discussão com o namorado.
É o coração que faz com que o empresário que precisa enxugar a folha de pagamento relute em demitir um pai de família.
É o coração que faz com que todos tremam seus queixinhos quando o Faustão põe no ar o quadro arquivo confidencial!
Eu gostaria que o coração fosse reabilitado, que a simples menção dessa palavra não sugerisse sentimentalismo barato, mas para isso é preciso tratá-lo com o mesmo respeito com que tratamos o cérebro, e com a mesma economia.
Se a expressão "beijo no coração" é considerada "over", voltemos a ser simples.
Mandemos beijos e abraços sem determinar onde; quem os receber, tratará de senti-los no local adequado.