No alto do Rio Negro, a beira de um de seus afluentes, o Rio Tiquiê, vive um grupo de índios Tucanos.
Por incrível que pareça, a maior parte dos adolescentes tem o pé direito levemente virado para fora.
Não sei se foi feita alguma pesquisa científica, algum estudo genético, mas a explicação que me deram foi bastante convincente.
Normalmente os índios tem vários filhos, e os maiores cuidam dos menores.
Desde pequenos os curumins carregam os menores, e a forma de carregar é colocar o pequeno junto ao corpo, mas de lado, acima da perna direita e isso faz com que ao andar precise entortar o pé para dar segurança.
Em uma tarde muito quente, um indiozinho bem magrinho carregava seu irmão, de volta para casa após o banho no rio. Era uma subida íngreme e teriam que caminhar por um bom trecho.
Foi perguntado ao menino que carregava seu irmão se ele não estava cansado, ao que ele respondeu.
IRMÃO NÃO PESA.
Quando conhecemos de alguém e gostamos dessa pessoa vamos abrindo aos poucos as portas do nosso coração. E é muito triste e doloroso descobrir depois de um tempo que essa pessoa foi falsa e nunca gostou realmente de nós.
Mas a vida é feita também de decepções, e com mais esta eu aprendi que devemos esperar um pouco mais até abrirmos totalmente nosso coração para deixarmos entrar alguém. E apesar de todo sofrimento sei que fiquei mais forte.
Mas agora já não dói e apenas lamento o tempo desperdiçado, e que essa pessoa tenha perdido a oportunidade de ficar na minha vida.
Um homem estava sentado ao lado do caixão de sua companheira, triste e amargurado. De repente viu passar à sua frente um desfile de formas belas e brilhantes, leves de lábios rosados e olhos claros de alegria.
Quem são vocês, belas criaturas? – perguntou ele. E elas responderam: Somos as palavras que você poderia ter dito a ela. Ah! Fiquem comigo! – implorou o homem.
Suas belas formas são como um punhal me cortando o coração, mas mesmo assim fiquem comigo, pois ela está fria e muda e estou sozinho.
Elas responderam: Não, não podemos ficar porque não temos existência. Somos apenas a luz que jamais brilhou. E foram embora.
O homem continuou triste e amargurado. De repente viu se erguer entre ele e o caixão um bando de formas terríveis, pálidas, de lábios brancos e olhos de fogo. O homem estremeceu.
Quem são vocês, formas horrendas? – perguntou ele. E elas responderam: Somos as palavras que ela ouviu de você. O homem gritou aterrado.
Saiam daqui, me deixem só! Melhor a solidão do que a sua companhia! Mas elas se sentaram em silêncio, fixaram os olhos no homem e permaneceram com ele para sempre.
Com tempo, passamos a nos conhecer melhor, a gostarmos da companhia um do outro, e acreditar na amizade, a confidenciar coisas, que só nós poderíamos falar. Acredite, para mim você é uma pessoa diferente das outras, de grande valor.
Não creio que você deixe a que nossa amizade termine assim, de uma forma tão brusca, sem que eu possa pelo menos lhe pedir desculpas pelo que fiz.
Você naquele momento, era a pessoa mais próxima, que eu tinha ao meu lado, e aconteceu toda a aquela explosão da minha parte, com isso, quero muito lhe falar, e estar me desculpando.
Pois você é uma pessoa cara, podemos nos falar... Desculpe-me!
Um dia uma professora escreveu assim no quadro:
9x1 = 07
9x2 = 18
9x3 = 27
9x4 = 36
9x5 = 45
9x6 = 54
9x7 = 63
9x8 = 72
9x9 = 81
9x10=90
Na sala não faltou piadas porque ela tinha errado o
*9x1= 7*, sendo que a resposta certa é número 9...
Todo mundo riu dela. Ela então esperou todo mundo se calar, e somente depois disse:
É assim que você é visto no mundo.
Errei de propósito pra mostrar a vocês como o mundo se comporta diante de algum erro seu.
NINGUÉM te elogiou por ter acertado nove vezes, NINGUÉM te viu acertando e te deu os parabéns, mas TODO MUNDO te ridicularizou, blasfemou, humilhou e zombou porque você errou apenas UMA RESPOSTA.
Assim é a vida:
Devemos aprender a valorizar as pessoas pelos acertos.
Há pessoas que acertam muito mais do que erram, e acabam sendo julgadas por apenas UM erro, e não são valorizadas pelos outros NOVE acertos.
Isso serve pra todos nós.
Mais elogios e menos críticas.
Mais amor e carinho e menos ódio e crueldade.