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Vivemos em uma sociedade que releva a importância da raiva e a beleza da vingança. Vemos isso nos filmes, na televisão, em videogames. A raiva é um veneno que desperta o animal em nós, os instintos primitivos que estão acorrentados no nosso coração.

Apesar disso, eu acredito que não é errado sentir raiva. Todos nós temos esse tipo de sentimento às vezes. Ter raiva ao presenciar alguma injustiça até pode ser bom. É sinal que não estamos dormentes e que a nossa bússola moral continua funcionando.

Errado é deixar que a raiva assuma o controle da tua vida e te leve para onde quiser. Porque a raiva é um péssimo motorista que só sabe o caminho para a destruição.

Então nunca deixe a raiva se apoderar de você, porque em poucos segundos ela pode destruir a sua vida e a de outras pessoas. Mas isso não significa que você deve ser passivo e deixar passar em claro as atitudes perversas dos outros.

As respostas não violentas são quase sempre mais eficazes, assim como um sussurro pode ser muito mais forte do que um grito.

Não choro, porque você me ensinou a sorrir.
Não sofro, porque você me ensinou a amar.
Não morro, porque você me ensinou a viver.
Mas se um dia você deixar de existir eu choro, sofro e até morro, porque a única coisa que você não me ensinou foi viver sem você.
AMO-TE!

Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então a margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

"Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!"

O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:

"Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha."

Depois de algum tempo, aprendes a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E aprendes que amar não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas
E não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la e que podes fazer coisas num instante, das quais te arrependerás pelo resto da vida.
Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias E o que importa não é o que tu tens na vida, mas quem tens na vida.
Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida, são tiradas de ti muito depressa. por isso, devemos sempre deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas pode ser a última vez que as vemos
Aprendes que paciência requer muita prática Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não dá o direito de seres cruel.
Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo.
Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás em algum momento, condenado.
E finalmente, Aprendes que o tempo, não é algo que possa voltar atrás.
Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperar que alguém te traga flores.
E percebes que realmente podes suportar que realmente és forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor, e que tu tens valor diante da vida!
E só nos faz perder o bem que poderíamos conquistar, o medo de tentar!

A última pessoa que disse que me amaria para sempre já está de caso com outra pessoa. Me contaram, e eu simplesmente fingi não me importar. Mas o que senti com certeza foi algo muito maior que um simples incomodo, doeu bastante, mas me senti aliviado. Aprendi que, na vida, a gente não perde alguma coisa, se livra.