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Vou dizer
Feliz Natal!
Amigo, amiga,
Filho, filha,
Irmã, irmão
Repetindo
O cumprimento tradicional.

Será mesmo Feliz Natal?
Ao som de batalhas,
Desastres, terror e mortes?
Insegurança, lá... ao longe...
E perto... inimizades,
Desentendimentos
Maus julgamentos.


Meu Natal é menos feliz
Quando vejo meu irmão chorar,
Incompreendido,
Insultado,
Com fome, doente,
Sem ânimo de luta
Pra suprir, uma vida decente!

Oh! Jesus querido!
Perdoa-me a pretensão
De que eu possa ser feliz
A custa do Teu Natal
Quando tudo me diz
Que há tanto mal?

Oh! Jesus amoroso!
Ajuda-me a aceitar
As diferenças entre os homens
Faze-me lembrar
Que assim será
Por um tempo.
Faze-me entender
Que trarás contigo a recompensa
De alegria ou choro
Conforme o meu proceder.

Rogo o Teu perdão,
Pois sou levada
Como tantos outros
A repetir tradição.

Sou consolada e feliz,
Pois Tua Palavra me diz,
O quanto entendes de dor!
Nascemos do Espírito
Em um Natal do Teu Amor!

Assim são as pessoas
Jogam fora seus preciosos tesouros por estarem esperando o que acreditam ser perfeito ou sonhando e desejando o que não têm, sem dar valor ao que têm perto delas.
Se olhassem ao redor, parando para observar, perceberiam quão afortunadas são.
Muito perto de si está sua felicidade.
Cada pedrinha deve ser observada
Pode ser um diamante valioso. Cada um de nossos dias pode ser considerado um diamante precioso, valioso e insubstituível.
Depende de cada um aproveitá-lo ou lançá-lo ao mar do esquecimento para nunca mais recuperá-lo.
Você como anda jogando suas pedrinhas? (que podem ser namorados, amigos, trabalho e até mesmos seus sonhos).
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivem.

É tempo de festa, é tempo de confraternização, é tempo de reunir os amigos e familiares, é tempo de dar e receber, é tempo de comer, beber e engordar!

Finalmente chegou aquela época do ano em que quase todos os dias temos uma desculpa para fazer uma festinha. É a confraternização do trabalho, amigo secreto da faculdade, do curso de inglês, das primas distantes, das amigas inseparáveis, etc. E a cada confraternização destas, engordamos 2 quilos e gastamos quase o equivalente em lembrancinhas, comida, bebida e decoração.

E o Natal é isso, é felicidade, é amor, amizade, união, presentes, comilança, bebelança e tudo o mais. Mas ainda bem que é apenas uma vez por ano, porque assim não há dieta que resista e nem bolso que aguente!

Boas festas meus amigos e aproveitem bem o Natal e o Réveillon, porque agora só no ano que vem!

Para não sofrer eu vou me drogar de outros, eu vou me entupir de elogios, eu vou cheirar outras intenções. Vou encher minha cara de máscaras para não ser meu lado romântico que tanto precisa de um espaço para existir ridiculamente. Não vou permitir ser ridícula, nem uma lágrima sequer, nem um segundo de olhar perdido no horizonte, nem uma nota triste no meu ouvido. Eu sei o quanto vai ser cansativo correr da dor, o quanto vai ser falso ignorar ela sentada no meu peito. Mas vou correr até minha última esquina. Vou burlar cada desesperada súplica do meu coração para que eu pare e sofra um pouquinho, um pouquinho que seja para passar. Suor frio da corrida, sempre com sorriso duro no rosto e o medo de não ser nada daquilo que você me fez sentir que eu era. Muita maquiagem para esconder os buracos de solidão. Muita roupa bonita para esconder a falta de leveza e de certeza do meu caminho.

Existem sentimentos que não se pode explicar, causa sensações de dor e de alegria quase que simultaneamente.
Na distância um vazio, uma saudade, um desejo de estar perto, na presença um desejo de abraçar, de beijar, de acariciar e ao mesmo tempo a sensação de solidão, de distância, um medo de perder a qualquer momento tudo o que se conquistou.
Lágrimas rolam no escuro do quarto, vontade de se ter o que está tão perto e ao mesmo tempo tão longe.
As lembranças magoam o coração ferido de paixão.
Cada segundo perto é uma conquista, pois cada minuto distante é uma tortura.
Não se pode dizer se é amor ou paixão, o que se pode é afirmar é a dor da solidão, causada pela angústia da desolação.