Os verdadeiros amigos surgem na nossa vida nas horas que mais precisamos deles,
são lápis de cor trazendo alegria, a essa nossa vida cinzenta,
são estrelas que guiam para um porto seguro, o triste e solitário navegador,
são passos suaves na rua deserta,
são traços sensíveis na pele guerreira,
são lindas tatuagens com formas bonitas,
pois ficam pra sempre na vida da gente.
Desamor, incompreensões, desajustes, guerras e violência marcam os nossos dias, e muitas vezes nos perguntamos: o que há com o mundo? Por que tudo isso?
Ficar apenas olhando, maldizendo, queixando-se e chorando não resolve nada. O que vale é a gente se perguntar: que posso fazer para endireitar um pouco o que anda torto?
Lembre-se que, ao ajudar os outros, você está se ajudando; dando um passo; somando seu passo aos que estão irmanados na jornada em busca de melhores dias, você também será beneficiado.
Viver é estar a caminho. E o que vale, o que faz crescer, é dar um passo, mais outro passo, sem nunca desfalecer. Se você aspira um mundo melhor, peça a ajuda de Deus a fim de se tornar uma bênção ao seu semelhante.
Vamos acordar! Vamos acordar! Tem gente furando a fila e sendo feliz no nosso lugar.
Rapazes, ouçam bem! Preferimos mil vezes que vocês digam (sem muitos rodeios) que estão cansados.
Que não nos querem mais. A cair no clichê mais manjado do mundo: o do homem distante. (Existe coisa mais angustiante que isso?).
É um tal de não dar notícia. Desmarcar encontros.
Inventar desculpas. Dizer que não tem dinheiro?
E insistir que aquela velha amiga é apenas uma amiga.
Quando vejo uma situação dessas, penso logo de cara: eles estão subestimando a nossa inteligência?
Agora descobri que não. Eles estão apenas escondendo o medo absurdo que eles têm da gente. Medo da nossa reação.
Medo da gente chorar. Rodar a baiana. E afogar o poodle da mãe deles na panela de água fervente.
Há alguns anos conheci uma família muito eficiente na arte de usar a tesoura. Os amigos de cada uma das pessoas da família passavam por constante votação para determinar se estavam à altura dos padrões impostos pela mãe e pelo pai. Um deslize resultava em afastar alguém do estreito círculo de "amigos". Qualquer um que não reagisse imediatamente com grande gratidão era eliminado da lista da próxima vez. Cortado!
Um dia eu também passei pela tesoura daquela família. Nunca soube exatamente o motivo, mas soube também reconhecer que, uma vez cortada, não havia mais esperanças de ser readmitida na vida deles.
No ano passado, a mãe da família morreu. O pai e as filhas, esperando que uma grande multidão comparecesse para o último adeus, pediram a ajuda da polícia local para controlar o trânsito. Enviaram telegramas, telefonaram, os hotéis da localidade foram avisados.
Contudo, no final, apenas o marido, as filhas, os genros e um neto ou dois participaram do ofício fúnebre.
Cortar as pessoas imperfeitas de nossa vida é um convite à solidão. Quem sobraria para ser nossos amigos?
Existe alguém que você gostaria de incluir novamente em seu rol de amigos? Que tal dar-lhe um telefonema?
Todos temos dias em que a vida pesa mais do que o que conseguimos suportar, e parece que vamos ceder perante o seu peso. Mas o importante nesses momentos é ter presente que, por muito que pareça que não, você consegue, você é capaz. A força para ultrapassar esse momento está em você!
Ninguém vence sempre, todos os dias. O que distingue os vencedores dos demais é que eles nunca deixam de tentar, de persistir, mesmo quando o mundo parece ter desistido deles. Não se desespere e nunca, nunca, desista! Você é forte, você consegue!