Nada na vida acontece por acaso. Tudo tem uma razão de ser. Sua sorte, amigo, quem faz é você!
Tudo o que acontece na sua vida, de uma forma ou de outra, tem um por quê. E mesmo os momentos de tristeza ou sofrimento profundo, acontecem para testar seus limites e fazer você crescer.
A vida é como uma paisagem tortuosa, às vezes é preciso ter mais fôlego e força para seguir em frente e subir as montanhas mais altas, mas a vista lá de cima compensa os esforços.
Superar os altos e baixos da vida, depende de você conseguir tirar o máximo proveito de tudo. Dar duro, dar o melhor de si, estar preparado para os caminhos tortuosos, e fazer a sua sorte acontecer!
Uma forte ventania causou, certo dia, um grande alvoroço numa tradicional loja de departamentos.
O gerente havia deixado às janelas abertas e o vento que por elas entrou soprou grande quantidade de etiquetas de preços que estavam prontas e ainda não colocadas, fazendo-as pousar em diversos artigos da loja de forma desordenada.
No dia seguinte, os clientes ficaram surpresos ao encontrar meias a 49,90, ternos a 1,99, sapatos a 0,90 e um cachecol a 1.290,90!...
E a loja de departamentos de nossa vida?
Como a temos organizado?
A que atribuímos altos valores e quais os artigos não temos valorizado?
As pessoas que nos conhecem, que conosco convivem constantemente, encontram tudo em ordem ou a ventania da incredulidade tem feito trocas?
Temos atribuído preços elevados às coisas materiais, incertas e passageiras ou, valorizamos o espiritual, crendo que ao lado de Deus todas as coisas são acrescentadas?
Quando abrimos nossos corações e deixamos o Senhor nos dirigir, então podemos descansar e confiar que as bênçãos virão na hora e da forma de Deus.
Quando nos apegamos às coisas desse mundo, perdemos o real valor das coisas importantes para nossa felicidade e supervalorizamos aquilo que nenhum valor tem.
Precisamos parar de viver como se as etiquetas de preços estivessem trocadas!
Uma pequena menina sofria muito durante os temporais. Então sua mãe lhe disse para rezar quando estivesse assustada e o medo se afastaria.
Um dia, após temerosa tempestade, a menina foi até sua mãe e disse que rezar durante o perigo não trouxe nenhum alívio. - Então, disse sua mãe, – tente rezar quando o sol estiver brilhando e veja se isso leva o medo embora.
Alguns dias depois, quando furiosa tempestade se aproximava, ela disse docemente: - Rezar quando o sol brilha foi o melhor caminho pois não tenho agora nem um pouquinho de medo.
- Pois é isso, minha filha. Respondeu-lhe a mãe – Quem sabe agradecer e apreciar os bons tempos não tem porque temer as horas ruins.
Amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta
necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor,
eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o
amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que
tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem
todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus
amigos e o quanto minha vida depende de suas existências
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não
posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem
que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro,
embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem
noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu
equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente,
construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é, em
síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,
cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando
daquele prazer
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a
roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando
comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus
amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber
que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
Minha querida, sinto muito mas Tenho que partir, é uma pena Ainda mais que veio a existir Mas, às vezes, as coisas não funcionam Tão bem quanto uma engrenagem Às vezes, tudo é apenas uma miragem Algo como uma estação, de passagem...
Eu vou seguir meu caminho Olhar para frente e tentar esquecer o que passou Será difícil, mas talvez sobreviverei É o que preciso fazer e ao menos, tentarei...
Sei que o dia ficará escuro durante algum tempo Que não terei vontade alguma de sair Não haverá nem razão para existir Mas, de alguma forma, irei persistir Talvez a dor seja ainda menor que esta que sinto Pois devo confessar e, na verdade, não minto Quando digo que você tem feito meu coração doer E não de amor, mas sim pelo sofrer E nunca sofri assim em toda minha vida Posso até chorar com a despedida Ou por estar mergulhado em minha solidão Mas estou sofrendo e em uma união Será que o amor pode ser assim tão tirano?
Estou cansado e, só pode haver algum engano Por isso, estou tomando uma decisão Não quero sofrer assim e vou continuar na outra mão Seguir adiante, sem saber onde vou chegar Sei que estarei sozinho, com certeza vou lembrar Mas, acredite, meu amor, para mim Vai ser melhor assim...
Pois nunca sofri tanto por alguém E o que sinto é mais que verdadeiro No entanto, quanto ao que sente Não sei, mas talvez sua boca mente E para continuar, tudo depende Do que você poderá me falar Não quero cobrar e muito menos pedir Só quero existir... E continuar a te amar Mas antes disso, quero que saiba Não quero estar acompanhado e me sentir sozinho Se for assim, prefiro fazer o meu caminho.