Enquanto escrevo as palavras de amor que te dedico, sinto-me muito feliz. Esta mensagem, entre as tantas que vou enviar-te a partir de agora, na verdade não diz nada importante, apenas serve para reiterar o amor que sinto, esperando que tu correspondas sempre.
Eu amo-te muito e enquanto estamos afastados, as horas passadas com os afazeres do cotidiano são para mim um verdadeiro martírio. Fico a contar os minutos para poder estar ao teu lado.
E logo mais, quando estivermos juntos, pretendo matar todos os desejos, beijar-te com toda a paixão que sinto agora. Enquanto isso querido, o melhor é ir trocando cartas, que serão o paliativo para esta minha ansiedade.
As minhas mensagens não serão repetitivas, porque o amor que sinto por ti fará brotar toda a inspiração. Despeço-me com um beijinho, que na verdade será um beijão, na hora em que estiveres a ler esta mensagenzinha.
Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos. Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.
"Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.
- Pobre criança! - exclamou um passante. Suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.
O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer: - Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.
Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas. - Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura!
Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer: - Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?
O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho. - Independente do que fazemos - disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação. Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto."
Hoje, fui a enterrar um querido e velho amigo. O Bom Senso com quem convivemos tantos anos. Ninguém sabe exatamente quantos anos tinha, já que a sua Certidão de Nascimento se perdeu nas gavetas da Burocracia. Será recordado pelas valiosas lições que nos deixou, tais como: Saber quando sair da chuva. O porquê do pássaro madrugador não passar fome. A vida não é sempre justa. E talvez a culpa fosse minha.
O Bom Senso vivia segundo sólidos princípios (não gastes mais do que ganhas),e normas fiáveis (quem manda são os adultos e não a crianças) A sua saúde começou a deteriorar-se quando regulamentos bem intencionados mas ditatoriais foram implementados. Noticias de que um rapaz de 6 anos tinha sido acusado de assédio sexual por beijar uma colega, adolescentes suspensos por usarem antisséptico bucal após o almoço. e uma professora despedida por repreender um estudante malcomportado, só pioraram a sua condição
O Bom Senso piorou quando os pais repreenderam os professores por fazerem o trabalho que lhes competia, o de disciplinarem os próprios filhos.
O Bom Senso perdeu a vontade de viver quando as Igrejas se transformaram em empresas. E os criminosos passaram a receber melhor tratamento que as vítimas.
Bom Senso ressentiu-se quando já não se podia defender dum ladrão em sua casa e este o podia acusar de agressão.
Bom Senso desistiu de viver depois duma mulher incapaz de compreender que um café fumegante estava quente, derramou um pouco nas coxas e recebeu uma indemnização grande por isso.
Bom Senso foi precedido no seu falecimento pelos seus pais, Verdade e Confiança. sua mulher Discrição e suas filhas, Responsabilidade e Sensatez.
Sobreviveram-lhe 4 enteados: Conheço os meus direitos. Quero Isto Já. A Culpa Não É Minha e Eu Sou Uma Vítima.
Poucos foram ao seu funeral, pois poucos deram pela sua morte. Se ainda o recordarem reencaminhem a notícia, se não, que descanse em paz.
Que dia lindo, filha! Feliz Aniversário! Você é ainda tão pequena, mas já provoca coisas gigantes no meu coração. O amor que sinto desde a hora que você nasceu é algo indescritível, é algo cru e de dimensões mágicas.
É um sentimento incondicional. Faria tudo por você, minha filha! Tudo! E esse tudo seria pouco para o tanto que você me oferece a cada sorriso, a cada olhar, a cada novo dia do seu lado. Tenha um dia especial, meu bem!
Valerá a pena nascer? Viver num mundo repleto de maldade, violência, corrupção, ganância, sofrimento, infelicidade? Vamos virar a moeda? Prestar atenção à beleza e no que traz felicidade? Se olharmos para a natureza encontraremos, com certeza, motivação para viver, lutar, crescer, e, assim, muita coisa mudar. Há tanto para sentir, tanto para apreciar: Um por do sol, ou alvorecer. A noite enluarada, com estrelas a brilhar. As florestas e os campos com sua harmonia de cores. O pássaro com seu harmonioso gorjear. A areia branca a ser beijada pelo mar. O desabrochar das mais belas flores. Ter nos braços o filho tão desejado, Vê-lo, pela primeira vez, sorrir, Segurar sua mãozinha... Ensiná-lo a andar, ouvir, encantado seu primeiro balbuciar! Por isso e por muito mais, apesar dos solavancos da vida, vale a pena aqui chegar, O que é bom apreciar... O errado, tentar mudar, A Deus agradecer, Viver e lutar!