Um simples gesto não é o suficiente Diante de tanto amor que tenho pra ti dar. Tudo é tão bom que até parece um sonho Desses que a gente jamais quer acordar. Você entrou em minha vida por acaso Mas não foi por acaso Que nela você permaneceu. Seu nome na minha vida foi escrito pelo destino E encontrado pela sensibilidade do meu coração. As palavras não são capazes de descrever o que sinto por você. Pois esse amor é minha voz. E até a voz eu perco quando estou com você. E se os beijos não forem o suficiente pra ti fazer sentir Como é intenso e verdadeiro o meu amor O jeito mais doce que encontro É através das lágrimas do meu olhar Que escrevem te amo e sem você não posso ficar.
É a mãe do meu amado, mas sinto
que você é também a minha mãe.
E eu quero lhe agradecer pelo
maravilhoso filho que você
colocou no mundo.
Tão inteligente, amável e gentil.
Ele é assim tão generoso
por causa da sua generosidade.
Ele é compreensível,
porque lhe ensinou a compreender.
Ele é cheio de entusiasmo
e carinhoso, porque você o criou
em uma casa cheia de amor.
Sinceramente, eu não tenho
palavras para expressar
o quanto a estimo e aprecio,
e o quanto estou agradecida
por você ser a Mãe do meu amado.
E neste dia que lhe é dedicado,
Quero deixar aqui expresso meu
carinho e a minha consideração!
A Páscoa tem o poder de nos lembrar o que é realmente importante. Coisas que são fundamentais na nossa vida por vezes são encaradas como bens adquiridos e por isso nem sempre valorizamos o que deveríamos.
Mas a Páscoa é mais que ressurreição e fé. Ela oferece o melhor que qualquer pessoa pode ter: a família e os amigos reunidos.Na verdade as melhores coisas da vida não custam dinheiro algum, elas são gratuitas, oferecidas; são um presente. Só deveremos retribuir!
Especialmente hoje, agradeço por fazer parte de uma família tão bonita e que faz questão de permanecer reunida nesta e em outras épocas. Feliz Páscoa para todos!
Ao voltar de um exaustivo dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Imaginando que os filhotes estivessem nas imediações, pôs-se a procurá-los com diligência. Olhou e examinou cada canto, sem encontrá-los.
Preocupada com a demora que se tornava séria, desesperou-se e tomada de pânico esgoelou-se em urros que encheram de espanto toda a floresta. Uma anta decidiu indagar a respeito da ocorrência. Chegando junto da toca, viu a onça desatinada e então, jeitosamente, procurou saber dela sobre o que estava acontecendo.
– Devoraram-me os filhotes! – gemeu a onça. – Infames caçadores cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos...
A anta conciliadora, porém franca, não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, careciam ser ouvidas por ela naquele momento. Então falou-lhe:
– Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem. Perdoe-me a franqueza, nessa hora de desespero. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que fizeram uma vez aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora acabou de abater uma corçazinha...
Tomada de indignação, a onça arregalou os olhos como que espantada pela coragem e atrevimento da anta, falando com um ódio mortal: – Oh, estúpida criatura! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Com que direito você se atreve em comparar os meus filhos com os filhotes dos outros? E como pode comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? É preciso considerar primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois pesar a situação...
Foi nesse momento que um velho macaco, que bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou como quem está revestido de autoridade: – Amiga onça, é sempre assim: A dor alheia só atinge aos altruístas, mas jamais ao egoísta...
Elas são piores que cascavel, mais ferozes que ratel e não vale a palavra se não estiver escrito em papel. Elas são maldosas – essas amigas invejosas, e são atentas à desgraça da amiga.
E riem em segredo, cabisbaixas. Desesperam por atenção que nunca chega, porque a inveja é semear mal uma colheita que é exemplo. Amigas invejosas não são amigas, são piores que inimigas!