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Outras Mensagens

Ao ler tuas mensagens, Que recebo a cada dia, Traz-me força e esperança Prazer alento e alegria.
És um bom amigo Sempre com palavras de carinho Mostrando-me como é belo Ter sua amizade em meu cantinho
Na vida a felicidade, Completa-se quando se tem Um amigo de verdade E como você não há ninguém.
O bom da nossa amizade, E não ser superficial. Embora ela seja através, De um computador que a torna virtual.
Você nada sabe de mim Eu de você nada sei, Mas uma coisa e certa Grande amizade com você eu alcancei
Você me conquistou Com este jeitinho maroto De fazer prosas e versos Como se ainda fosse um garoto.
Agradeço a papai do céu Por sua sincera amizade Que sejas abençoado Por toda eternidade

Preciso te esquecer, Esquecer do teu olhar, Me esquecer do teu sorriso, Esquecer os meus sentimentos não correspondidos.
Olvidar o teu cheiro, Esquecer do teu corpo. Não quero lembrar, dos Momentos que vivi ao teu lado. Deletar as horas, que passei pensando em ti.
Não quero me torturar, Com os sonhos que sonhei de nos dois. Preciso apagar todas as conversas e desabafos, a amigos. Não mais acreditar em conselhos absurdos.
Mas, não vou esquecer o meu bem querer por você, Meu desejo de te ver feliz, mesmo que não seja ao meu lado. Pois eu te Amo demais Pra sempre.

Um grupo de rapazes e moças resolve fazer uma viagem turística rumo à cálida Flórida, deixando a região fumarenta de Nova Iorque. Meteram-se no ônibus, sempre muito alegres e extrovertidos.
Todavia, no ônibus viajava um cidadão sempre macambúzio e voltado para dentro de si próprio. Esquivo, não aceitava abrir conversa com ninguém. Não só calado, mas profundamente triste, contrastando com a alacridade juvenil do ambiente. Mordiscava os próprios lábios e parecia em cogitações estranhas.
Uma jovem do grupo, no entanto, conseguiu se aproximar dele e teve ensejo de formular lhe algumas perguntas que todos desejariam fazer, sem que tivessem coragem.
_ Qual é o seu nome?
_ Vingo.
_ Que nome interessante. Você é casado?
_ Não sei se sou casado.
_ E como pode ser isto?
_ Estou saindo de uma penitenciária. Da prisão, escrevi para a minha mulher dizendo que estaria ausente muito tempo e que, se ela não aguentasse, se os nossos filhos começassem a fazer perguntas e isto lhe fosse muito doloroso, me esquecesse. Eu compreenderia. "Arranje outro homem e não precisa escrever mais", disse à ela. E, de fato, ela nunca mais me escreveu.
_ E você está voltando para casa?
_ Isso mesmo. Quando, na semana passada, me concederam livramento condicional, escrevi à minha mulher de novo. Existe, na entrada da cidade onde morávamos, um grande carvalho. Se ela ainda me quisesse de volta, deveria amarrar um lenço verde à árvore. Se, pelo contrário, não me desejasse mais, não amarrasse lenço algum.
_ Meu Deus! – exclamou a jovem, comovida.
As moças e os rapazes ficaram todos sabendo da estória. O ônibus começou a se aproximar da cidade. Todos olhavam pela janela. Por fim, surgiu o frondoso carvalho. Vingo parecia petrificado. De repente, levantou-se e os seus olhos brilharam.
O carvalho parecia uma árvore de Natal. Havia nele 20 ou 30 lenços verdes. Era uma mensagem extraordinária de boas vindas. Moças e rapazes se puseram a gritar, chorar e dançar dentro do ônibus. E Vingo desceu e foi ao encontro do amor e da vida.

Não haverá razão para viver, nem termo para as nossas
misérias, se for mister temer tudo quanto seja temível.
Neste ponto, põe em ação a tua prudência; mercê da
animosidade de espírito, repele inclusive o temor que te
acomete de cara descoberta. Pelo menos, combate uma
fraqueza com outra: tempera o receio com a esperança.
Por certo que possa ser qualquer um dos riscos que
tememos, é ainda mais certo que os nossos temores se
apaziguam, quando as nossas esperanças nos enganam.
Estabelece equilíbrio, pois, entre a esperança e o
temor; sempre que houver completa incerteza, inclina a
balança em teu favor: crê no que te agrada. Mesmo que o
temor reúna maior número de sufrágios, inclina-a sempre
para o lado da esperança; deixa de afligir o coração, e
figura-te, sem cessar, que a maior parte dos mortais,
sem ser afetada, sem se ver seriamente ameaçada por mal
algum, vive em permanente e confusa agitação. É que
nenhum conserva o governo de si mesmo: deixa-se levar
pelos impulsos, e não mantém o seu temor dentro de
limites razoáveis. Nenhum diz: - Autoridade vã,
espírito vão: ou inventou, ou lho contaram. Flutuamos
ao mínimo sopro. De circunstâncias duvidosas, fazemos
certezas que nos aterrorizam. Como a justa medida não é
do nosso feitio, instantaneamente uma inquietude se
converte em medo.

Lucius Annaeus Sêneca

Eu te amo, meu querido namorado, ainda que neste momento não o possa dizer perante seus olhos. Esta distância que nos separa tem sido a causadora de um profundo vazio. Mas cada vez que eu fecho os olhos e penso em tudo o que já vivemos, é como se o meu coração batesse mais forte e me desse mais vida, apenas para te amar.