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O que vai na marmita...
O que vai na marmita do trabalhador? Na marmita, vai arroz e vai feijão. Com certa sorte, farofa ou macarrão, e talvez couve, talvez ovo, talvez uma mistura diferente uma surpresa, um presente.
Na marmita vai um certo amargor: o travor da submissão, os ossos da servidão, a enorme fome da liberdade utópica, do inexequível lazer, do que há por fazer, das horas na condução, da inatingível satisfação.
O que mais vai na marmita do trabalhador? Na marmita, além do arroz e do feijão, vai também um certo dulçor: Um gosto de paz e de amor. o tempero da casa, a sensação do descanso, a lembrança do sossego das horas passando mais devagar. a saudade dos filhos, reminiscências de alegria, recordações de inocência.
A marmita leva ainda a ternura caprichosa da mulher, o afeto carinhoso no preparo da boia. E durante a refeição, Na meiga imagem da companheira a marmita é cúmplice faceira, e leva o prazer em sobejo: em cada ingrediente um desejo, em cada garfada um beijo!

Quando alguém que amamos fica doente, um pedaço da nossa alma parece adoecer junto pela tristeza e impotência que sentimos. É assim que eu me sinto, minha irmã, por vê-la doente e não poder fazer nada.

Mas não me desespero, pois sei que você é forte e conseguirá superar essa doença. Apenas peço a Deus que a ampare e acompanhe neste momento.

Você tem demonstrado um espírito incrível, dando um exemplo de luta e positividade a todos nós. Mantenha-se assim, pois esse é o caminho para a superação!

Estou grata por tudo o que você tem feito por mim. Desde que passou a pertencer à nossa família, a alegria entre nós aumentou, pois todos sentimos essa sua disposição em nos ajudar em todas as coisas.

Fico feliz de ter o genro que sempre idealizei para minha filha. Todos temos muito respeito e uma grande consideração por você.

A amizade é o maior bem do mundo e não tem preço, não dá para comprar! Quem tem, tem, quem não tem, tem que encontrar, porque de outro jeito a felicidade não surge por completo.

Felizmente, tenho em você o sinônimo da união, da beleza das sensações. É que de todas as relações possíveis entre pessoas, a amizade é a mais pura, a mais verdadeira, aliás, ela é a pérola do coral dos sentimentos, a razão da felicidade.

Juntos, temos isso e muito mais! Continue assim, fazendo de rostos sérios, sorrisos radiantes de alegria sem fim!

Frederico II., da Prússia, além de extraordinário estadista, conseguiu também ser muito amado pelo seu povo, em virtude da sua singular popularidade. Certo dia, trajando-se como qualquer cidadão comum, encaminhou-se para uma prisão militar a fim de visitar os encarcerados, e fez absoluta questão de falar com cada detento em particular e a cada um dirigiu a mesma pergunta, demonstrando também o mesmo interesse em ouvir:
– Qual é o motivo que o trouxe para cá e qual é a sua sentença? – indagava.
Escutou pacientemente a resposta de cada um e acabou desanimado com o que ouviu. Quase toda a população carcerária apresentou, de uma ou de outra forma, a sua inocência – vítima de falsos amigos, engano das testemunhas, erro judiciário e assim por diante. Terminado o período de visitas, enquanto se retirava, ele viu, debruçado na grade, um homem triste e visivelmente arrasado. Para ser justo, dirigiu-lhe também a mesma pergunta, que vinha fazendo a todos os demais, ao que o homem respondeu:
– Desde bem criança fui rebelde e indisciplinado. Com isso fiz sofrer demais os meus velhos pais. Tornei-me homem, porém, nunca enfrentei o trabalho dignamente. Assim, para sobreviver eu comecei a roubar e, então, de erro em erro não me permiti amadurecer nem raciocinar e me firmar em um caminho seguro. até que, preso por furto e vadiagem, vim parar na prisão.
Consciente dos seus erros premeditados e cultivados, aquele homem assumiu a sua culpa, concluindo a conversa com esta confissão:
– Minha vida está arruinada por minha própria culpa e agora eu sofro com justiça a punição dos erros cometidos. Olhe, moço, eu bem quisera ter a oportunidade de poder começar minha vida de novo, e então, tudo haveria de ser diferente, porque a começaria pela dignidade e pelo respeito próprio. Mas, nem sei se tenho o direito de sonhar com isso...
Naquela mesma hora, Frederico II. ordenou a sua libertação, dizendo: – Ainda poderemos esperar alguma mudança. Os outros têm que ficar! Procurar justificar as falhas inocentando-se de qualquer culpa foi o que Adão e Eva já fizeram, logo de início, lá no Éden.