As portas estão se fechando e a tristeza está batendo.
Lágrimas, desespero.
Mas não pense que tudo estará perdido, pois é nessas horas que os verdadeiros amigos se fazem presente.
E enquanto eu estiver do seu lado, a esperança sempre permanecerá acesa em seu coração.
Abra os braços, agradeça e tenha fé.
Que o melhor sempre vem. O melhor há de vir.
Eu sei que nosso amor nunca vai acabar! Sei que o brilho das estrelas é ofuscado pela luz do sol todos os dias e que o mar nunca é constante. Sei que a vida é feita de mudança e que nada é certo para sempre.
Acontece que sei também que nossa união está acima de todas essas forças da natureza e que vai sempre continuar com muita felicidade. Somos recém casados, meu amor, mas tenho certeza que você é o homem da minha vida! Vou amar você para sempre, para toda a eternidade!
A vida tem vários mistérios, e o maior deles é a morte. Nunca poderemos entender o porquê de um ente amado ter que partir. A dor que sentimos é imensurável. Nestas horas não há nenhuma palavra que possa ser dita que seja capaz de confortar os nossos corações. Tudo parece perder o sentido e ficar pequeno diante de tamanho sofrimento.
A única coisa que nós, amigos e familiares, podemos fazer é nos colocarmos à disposição para ouvir no momento em que quiserem falar, e oferecer os nossos ombros e coração amigo para apoiar vocês.
Não há nada capaz de reparar uma perda como esta, mas em nome da amizade e amor de quem fica, e em honra da memória de quem se foi, é preciso continuar vivendo. É preciso transformar o luto em uma luta pela vida e pela felicidade, e transformar a dor em saudade e serenidade. Os meus mais sinceros pêsames!
Nesse carnaval entoo em surdina
breve texto esta canção
desenvolvendo a paisagem cristalina
tinta azul, papel na mão
espuma do ar mantida em vestes finas
toldo de amor que aparelha e envolve
e te molesta a alegria matutina
passando o pente no tema a minha senha
e ergues a tricotar a estrela fescenina
brincando de tua passarela
e sonhada é férrea a tua serpentina
borboleta de papel de seda
que me despeço de tua face de menina
teu aço besuntado de abelha.
Já me acostumei com a tua voz, com teu rosto e teu olhar me partiram em dois e procuro agora o que é minha metade. Quando não estás aqui sinto falta de mim mesmo, e sinto falta do meu corpo junto ao teu. Meu coração é tão tosco e tão pobre não sabe ainda os caminhos do mundo. Quando não estás aqui tenho medo de mim mesmo, e sinto falta do teu corpo junto ao meu. Vem depressa pra mim que eu não sei esperar já fizemos promessas demais, e já me acostumei com a tua voz quando estou contigo estou em paz. Quando não estás aqui meu espírito se perde, voa longe.