É difícil definir alguém como amigo. Encontrar a expressão que descreva tudo o que essa palavrinha significa. Se tu tens alguém qualificado como amigo, pode considerar-se um felizardo. É um ser privilegiado, que mereceu ter como semelhante, um verdadeiro amigo.
Muito mais que um ombro, ou uma mão estendida, para ser amigo é preciso ter costas largas, mente aberta e um coração pulsante. Ter a coragem e a capacidade de fazer, sem ter egoísmo. Compartilhar tudo o que na vida aprendeu, só com o desejo de ser apenas um verdadeiro amigo.
Tu, meu amigão, és a pessoa que pode ser chamada de amigo. Entendeste o meu desejo de voar, às vezes, desaparecer para sempre e deixar apenas alguma saudade. Sumir e deixar só o desejo de permanecer na tua mente, apenas com as boas lembranças.
Como a perfeição não passa de utopia, em vez dela vamos cultivar apenas a nossa grande amizade.
Vinte de julho foi escolhido para comemorar o Dia do Amigo, data para consagrar a verdadeira amizade. Felizes somos nós, que temos esse sentimento que só pode nos trazer felicidade.
Aceita um forte abraço de quem te deseja toda alegria neste dia. Tu mereces, tens todas as qualificações de uma pessoa desprendida e dedicada, a verdadeira encarnação do amigo de verdade.
Se você disser que não, meu coração vai ficar destroçado. Confesso que não aguento viver sem sua presença na minha vida, mas a decisão sempre será sua e eu terei que respeitar.
Se você disser talvez, em mim nascerá uma esperança que será como fogo ardendo no peito. Sonharei com nós dois juntos noite após noite e esperarei por uma decisão que a faça ficar comigo por muito tempo.
Mas se você disser que sim ao meu pedido, se você falar que quer namorar comigo, prometo que essa será a melhor escolha da sua vida. Eu tentarei me tornar no homem dos seus sonhos, a pessoa que provoca um sorriso no seu rosto, o alguém que complementa seu coração de modo perfeito. Se você desejar juntar sua mão à minha eu juro que nunca mais a largarei até que me diga com sinceridade que se sente a mulher mais feliz do mundo.
Clara Barton, que fundou a Cruz Vermelha americana quando tinha 51 anos, era considerada "tímida como um rato, mas brava como um leão". Comprometida com sua missão, continuou a exercê-la mesmo na velhice. Não deixou que a idade a atrapalhasse.
Ela ia aonde quer que houvesse alguém precisando de conforto, em áreas de guerra, locais onde havia enchentes, terremotos ou febre amarela. Aos 77 anos, estava nos campos de batalha de Cuba, na guerra hispano-americana. Clara continuou seu trabalho até morrer, aos 91 anos.
Um dia, já bem velhinha, alguém a lembrou de uma ofensa que lhe fora dirigida, anos antes. Mas ela agiu como se jamais tivesse ouvido falar daquilo.
- Não se recorda? – a amiga perguntou.
- Não – Clara respondeu. – Lembro-me nitidamente de ter esquecido isso.
Eu Te agradeço, meu Deus, por esta bênção tão grande, tão maravilhosa, que é o meu filho que está para chegar! Não existe maior dádiva que um filho, e agora que o meu amado bebê está chegando, eu sinto o coração explodindo de tanta felicidade.
Meu Deus, eu Te agradeço, por toda minha vida eu vou agradecer por esta maravilha, e diariamente me esforçarei por honrar o privilégio que é ter um filho!
São quatro as loucuras da sociedade. A primeira é: Instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais. A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias. A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo. Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema. Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. Maior parte pega o médico pela camisa e diz: "Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz". Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.
Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional".