Se você tivesse milhões de dólares, o que você faria para multiplicar esse dinheiro?
Iria escondê-lo num buraco no chão ou embaixo da cama?
Claro que não. Você o investiria em algo produtivo e, se o investisse sabiamente, ganharia um retorno substancial.
E se você não tem milhões de dólares para investir?
Você tem bens ainda mais valiosos
seu tempo, sua energia, suas habilidades, seus conhecimentos, seus contatos, sua experiência, seu entusiasmo.
Você está investindo estes recursos sabiamente ou escondendo-os embaixo da cama?
Que tipo de retorno você está tendo das riquezas que já tem? Sua vida é mais do que valiosa.
Invista-a sabiamente e o retorno será abundante.
Em nossas vidas surgem fatos e acontecimentos a todo instante. Muitos destes fatos são coisas boas, outros nem tanto. Se ocorrerem nove coisas boas e apenas uma ruim, ficamos martelando na nossa cabeça o processo ruim, esquecendo-nos das coisas boas. Para evitar e quebrar este paradigma da sua vida, comece a aplicar a visão do bom. Exemplos:
Em vez de você ficar pensando que está em idade avançada, prefira rever quantas experiências magníficas a vida lhe deu e os momentos de felicidade proporcionados ao lado de uma pessoa muito especial.
Em vez de você pensar que o seu corpo está acima do peso, prefira rever os momentos de pura saúde que ele pôde lhe proporcionar ao longo dos últimos anos, numa gostosa caminhada ou numa partida de futebol.
Em vez de ficar se lamentando por ter tirado uma nota baixa na faculdade, veja quantos trabalhos espetaculares você já realizou com notas máximas.
A visão do bom é a busca de uma versão mais otimista para vida, em vez de ficarmos lamentando os erros vividos por nós. Os erros são escolas para nós, aprendizes do mundo, e merecem muito respeito em nossa evolução como humanos. Só não merecem uma valorização maior do que as conquistas desta sua linda vida. Pense nisso. Pense no lado bom da sua vida.
Havia uma lagartinha que tinha muito medo de sair por ai e morrer pisoteada pelos homens. Por isso, foi-se fechando.
As plantas também a rejeitavam, achando que ela só queria comer suas folhas. Mal sabiam que essa lagartinha gorda, e que rasteja, pedindo ajuda, poderia ser aquela borboleta que viria ajudar a polinizar as flores dessas mesmas plantas.
Mas, a lagartinha só chorava, apertada, em sua tristeza, até que uma coruja, aquela ave que só consegue enxergar a noite quando tudo está escuro, disse a ela: - Pare de chorar, faça alguma coisa! Aí dentro de você mora uma linda borboleta, deixe-a sair. Ela pode voar, ser aceita pelos homens e pelas plantas, ver lá de cima o que você vê daqui debaixo, mudar de jardim e tudo o mais.
A lagartinha, então, pediu ajuda. Como poderia se tornar borboleta?
A coruja, sábia amiga, disse-lhe que era necessária uma metamorfose, de mudança, em que precisava se fechar num casulo para empreender esforços, que viriam dores, mas só as necessárias para fazer as mudanças.
Mas o que realmente era preciso era pensamento positivo. Que poderia ser livre, bem aceita, e voar leve, por onde desejasse.
Que pensasse em ser borboleta o tempo todo e tudo poderia ir mudando, até que, mais rápido do que ela imaginasse, ela sairia do casulo, como uma borboleta.
Ter alguém é inexplicável, é ótimo, é o caminho da perfeição, mas não é tudo. Amor próprio é essencial. Eu nunca me sentirei preenchido se não me sentir especial, se eu me olhar no espelho e não me achar bonito, se eu olhar para minhas atitudes e não sentir alívio. Antes de amar alguém, eu tenho que amar cada parte do meu corpo, tenho que aprender a me abraçar, a me querer, e, principalmente, a me transbordar.
O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. De repente, viram um viajante que vinha caminhando.
- Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante tirar o casaco, será o mais forte. Você começa!- propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem.
O vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se.
O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó.
O amor constrói, a violência arruína.