Meu filho, luz dos meus olhos que até verem você não conheciam a verdadeira beleza; eu te amo!
Meu bebê, príncipe deste reino de amor eterno, você é o meu mundo, minha principal realidade desde que o carregava no meu ventre; e assim será até ao dia em que o último sopro de vida se esgotar do meu corpo. Eu te amo, meu anjo, meu pequeno pedaço de paraíso!
Sabe... hoje em dia não me incomodo mais com alfinetadas, indiretas, grosserias, palavras distorcidas, invejas, e esse montão de sentimentos contrários ao que eu acredito...
Tudo isso é um grande aprendizado, me coloca pra frente, me faz melhor... Cada um tem o seu caminho... Cada um recebe de acordo com suas escolhas...
Não perco mais o meu tempo tentando fazer entender que não quero briga, que não quero problemas, pelo contrário, a vida é preciosa demais pra viver de picuinhas, de sentimentos baixos. Prefiro resolver, prefiro entender, prefiro colocar pra frente...
É realmente chato quando percebemos um mal, mas me alivia saber que este mal não está em mim; porque eu faço tudo pelo melhor, para o bem...
1 Por que te conservas ao longe, Senhor? Por que te escondes em tempos de angústia?
2 Os ímpios, na sua arrogância, perseguem furiosamente o pobre; sejam eles apanhados nas ciladas que maquinaram.
3 Pois o ímpio gloria-se do desejo do seu coração, e o que é dado à rapina despreza e maldiz o Senhor.
4 Por causa do seu orgulho, o ímpio não o busca; todos os seus pensamentos são: Não há Deus.
5 Os seus caminhos são sempre prósperos; os teus juízos estão acima dele, fora da sua vista; quanto a todos os seus adversários, ele os trata com desprezo.
6 Diz em seu coração: Não serei abalado; nunca me verei na adversidade.
7 A sua boca está cheia de imprecauções, de enganos e de opressão; debaixo da sua língua há malícia e iniquidade.
8 Põe-se de emboscada nas aldeias; nos lugares ocultos mata o inocente; os seus olhos estão de espreita ao desamparado.
9 Qual leão no seu covil, está ele de emboscada num lugar oculto; está de emboscada para apanhar o pobre; apanha-o, colhendo-o na sua rede.
10 Abaixa-se, curva-se; assim os desamparados lhe caem nas fortes garras.
11 Diz ele em seu coração: Deus se esqueceu; cobriu o seu rosto; nunca verá isto.
12 Levanta-te, Senhor; ó Deus, levanta a tua mão; não te esqueças dos necessitados.
13 Por que blasfema de Deus o ímpio, dizendo no seu coração: Tu não inquirirás?
14 Tu o viste, porque atentas para o trabalho e enfado, para o tomares na tua mão; a ti o desamparado se entrega; tu és o amparo do órfão.
15 Quebra tu o braço do ímpio e malvado; esquadrinha a sua maldade, até que a descubras de todo.
16 O Senhor é Rei sempre e eternamente; da sua terra perecerão as nações.
17 Tu, Senhor, ouvirás os desejos dos mansos; confortarás o seu coração; inclinarás o teu ouvido,
18 para fazeres justiça ao órfão e ao oprimido, a fim de que o homem, que é da terra, não mais inspire terror.
Sinto uma grande admiração por você, querido sogro! Não é de hoje, nem de ontem, mas desde a hora que entrei para essa família. Sempre encontrei seu coração através de seu jeito transparente de tratar as pessoas, de encarar o mundo.
Você é um homem bom, uma pessoa que nunca desilude; que sempre surpreende pelas melhores razões. Seu respeito, seu cuidado, sua forma de viver são ensinamentos para aplicar em minha vida. Obrigada por existir! Beijo.
Frederico II., da Prússia, além de extraordinário estadista, conseguiu também ser muito amado pelo seu povo, em virtude da sua singular popularidade. Certo dia, trajando-se como qualquer cidadão comum, encaminhou-se para uma prisão militar a fim de visitar os encarcerados, e fez absoluta questão de falar com cada detento em particular e a cada um dirigiu a mesma pergunta, demonstrando também o mesmo interesse em ouvir:
– Qual é o motivo que o trouxe para cá e qual é a sua sentença? – indagava.
Escutou pacientemente a resposta de cada um e acabou desanimado com o que ouviu. Quase toda a população carcerária apresentou, de uma ou de outra forma, a sua inocência – vítima de falsos amigos, engano das testemunhas, erro judiciário e assim por diante. Terminado o período de visitas, enquanto se retirava, ele viu, debruçado na grade, um homem triste e visivelmente arrasado. Para ser justo, dirigiu-lhe também a mesma pergunta, que vinha fazendo a todos os demais, ao que o homem respondeu:
– Desde bem criança fui rebelde e indisciplinado. Com isso fiz sofrer demais os meus velhos pais. Tornei-me homem, porém, nunca enfrentei o trabalho dignamente. Assim, para sobreviver eu comecei a roubar e, então, de erro em erro não me permiti amadurecer nem raciocinar e me firmar em um caminho seguro. até que, preso por furto e vadiagem, vim parar na prisão.
Consciente dos seus erros premeditados e cultivados, aquele homem assumiu a sua culpa, concluindo a conversa com esta confissão:
– Minha vida está arruinada por minha própria culpa e agora eu sofro com justiça a punição dos erros cometidos. Olhe, moço, eu bem quisera ter a oportunidade de poder começar minha vida de novo, e então, tudo haveria de ser diferente, porque a começaria pela dignidade e pelo respeito próprio. Mas, nem sei se tenho o direito de sonhar com isso...
Naquela mesma hora, Frederico II. ordenou a sua libertação, dizendo: – Ainda poderemos esperar alguma mudança. Os outros têm que ficar! Procurar justificar as falhas inocentando-se de qualquer culpa foi o que Adão e Eva já fizeram, logo de início, lá no Éden.