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Agradeço os momentos senhor,
No meu caminho uma pegada havia,
Esses momentos o senhor me carregou,
Justamente onde a tristeza me continha.

Agradeço o meu corpo senhor,
Tão belo e perfeito,
Sempre reclamei por algo irrisório,
Sempre cismei com pequenos defeitos.

Agradeço meu Senhor,
Pelo dom de amparar,
Pelo dom de compreender,
Pelo dom de amar.

Agradeço senhor,
Por existir a amizade,
Tão culta e bela,
E aos amigos de verdade.

Obrigado senhor,
De todo perfeito tenho a agradecer,
Obrigado pelo mundo,
Obrigado por me deixar viver.

Amor que fizemos ontem
Ontem fizemos amor, sem dúvida alguma, foi amor destes que pode mudar o destino, que se escreve em poemas e enlouquece os homens.
Não consigo descrever o sabor de seus beijos, ou a textura de sua pele, mas ainda vejo o suor gotejado em meu peito, minhas mãos enroscarem seus cabelos, a penugem de sua nuca arrepiar de prazer e seu olhar massacrar as minhas forças.
Ouvi sua voz sussurrada pedindo amor dos meus lábios e eu não hesitei um segundo se quer, senti meu corpo tremer, arder de calor e deixar o espírito escapar.
Por um momento pensei que estávamos dominados rendendo nossa alma ao prazer, senti meu coração fundir-se com o seu e acreditei chegar ao limite da satisfação absoluta.
Foi você, foi você meu amor, foi o amor que fizemos ontem. O seu carinho, sua paixão foi ao delírio e você estava ao meu lado, guiando-me, amando-me e deixando amar...

Onde está a felicidade?
No amor ou na indiferença? Na obediência ou no poder? No orgulho ou na humildade? Na investigação ou na fé? Na celebridade ou no esquecimento? Na nudez ou na prosperidade? Na ambição ou no sacrifício?
A meu ver, a felicidade está na doçura do bem, distribuído sem ideia de remuneração. Ou, por outra, sob uma fórmula mais precisa, a nossa felicidade consiste no sentimento da felicidade alheia, generosamente criada por um ato nosso.

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso que se dedicava a ensinar zen aos jovens.

Apesar da sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali.

Queria derrotar o samurai e aumentar a sua fama.

O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.

Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.

No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?

- A quem tentou entregá-lo, - respondeu um dos discípulos.

- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceites, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.

A sua paz interior depende exclusivamente de você.

As pessoas não podem lhe tirar a calma.

Só se você permitir.

Quando tentamos algo, quando dizemos: Tentarei tal opção, inconscientemente deixamos uma brecha para fugir, desistir ou frustrar-se perante nossa "tentativa". Qualquer novo empecilho é capaz de nos desestimular do que queríamos. Quando tentamos, jogamos como numa aposta, em que as chances de perder são maiores do que a de ganhar.
Quando vivemos "tentando" ficamos dando tiros no escuro na esperança de acertar num golpe de sorte. A vida é complicada demais. sorte existe mas, não devemos contar com ela. Para termos mais opções devemos "criar" mais opções. Para nos destacar, temos que ser diferentes dos outros, se não seremos apenas mais um. Para termos bons sentimentos, devemos emanar nossos bons sentimentos àqueles a nossa volta. Para estamos em paz devemos plantar a paz, a princípio em nossos próprios corações.
Quando fazemos, fazemos com convicção chegando a ter certeza do sucesso de nosso intento. Nos desdobramos, quebramos barreiras internas que nos fazem crescer e nos dão energia e incentivo para continuar buscando. Quando dizemos: Eu farei! damos certeza a nós e aos que estão a nossa volta daquilo em que acreditamos, nos comprometemos com nosso projeto e vivemos pra ele.
Claro que existem os erros, que 80% dos casamentos terminam antes de 5 anos. Que 95% das novas empresas quebram em menos de 2 anos. Que 90% das pessoas à nossa volta são neuróticas. Que 85% das pessoas que trabalham detestam suas funções. Que 75% de nós temos sérios problemas com nossa família.
Mas abordamos o que é negativo e maioria, como se fôssemos obrigados a fazer parte da regra. Ser somente mais um. 20% das relações são sólidas e sinceras, 5% das novas empresas prosperam e contribuem com a economia do país, de cada dez pessoas que conhecemos encontramos uma sensata, 15% de quem trabalha está feliz em suas funções, 1
4 das pessoas tem uma boa relação com sua família.
Só nos resta escolher o que buscamos: "Ser regra ou ser exceção".