Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

Atingimos nossas bodas de sorvete. Parabéns, meu amor! Nunca senti algo tão delicioso como estes dois meses de namoro, sabe?

Do seu lado tudo fica mais fácil, o tempo passa voando e a felicidade é constante. Você é o amor da minha vida. Só desejo que nossa história seja longa e inesquecível, até porque não imagino meus dias sem você. Te amo!

Desconfio que você quer ser feliz, e por mais absurdas que sejam as suas atitudes, essa mania de achar que tudo vai dar errado, que você precisa passar por essa situação, de não acreditar no seu potencial como deveria, ainda assim, eu desconfio que você quer ser muito feliz.
Por isso, faça desse dia que é um presente, uma aposta na sua capacidade de transformar.
Tenha o melhor dia de sua vida, que vai influenciar a minha, porque eu desconfio, que você é feito de alegria, que tem o infinito poder de contagiar, de dar amor sem medidas e convencer, a vida e aqueles que te cercam, que você é sensacional, e tem muito para mostrar.
Eu desconfio que hoje, todos os anjos e santos vão te ouvir, vão te cercar de carinho, e por onde andar, vai sentir a benção de ser amado, de ter em algum lugar, alguém que se preocupa com você, e se a solidão bater, se a dor for mais forte, não fique no escuro, procure a Luz, lembre-se de que estou aqui, seu eterno amigo, Jesus

Errar é algo inerente ao ser humano, tão intrínseco que para algumas pessoas pode ser até definido como um hábito. Mas, apesar do erro fazer parte da vida de qualquer indivíduo, como ele afetará a sua vida dependerá totalmente da sua disposição em repará-lo.

Nenhum deslize é irreparável, por mais grave que seja, a sinceridade ao declarar arrependimento é o primeiro passo para ser novamente respeitado e futuramente perdoado. Não é possível mudar o passado, mas admitir que tal atitude foi inadequada e se comprometer para jamais repeti-la, certamente é a melhor forma de conseguir um melhor futuro.

Com o erro reconhecido e a demonstração de que está verdadeiramente arrependido, a partir daí, a anterior falta de credibilidade deve ser trocada o mais rapidamente possível pela absoluta honestidade. Não adianta pedir perdão se a intenção e continuar no erro, é preciso acreditar com todas as forças que o deslize pode ser reparado e para isso, o comportamento tem que ser transformado.

Às vezes o amor sozinho não basta. Às vezes duas pessoas podem se amar perdidamente, e o namoro simplesmente não funcionar. Nós somos exemplo disso, e hoje é com o coração partido que penso em tudo que poderíamos ter sido. Mas a verdade é que é melhor seguirmos nossas vidas, viver o que é real e nos faz felizes, em vez de ficarmos imaginando.

Nosso amor foi real e intenso, mas é impossível! Apesar de tudo, para sempre guardarei você em um lugar especial do meu coração.

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.

Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha do EUA chegaram ao local. Teriam de agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como?

Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali tinha sangue para doar. Reuniram as crianças e entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era uma menino chamado Heng. Ele foi preparado as pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia.

Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico perguntou-lhe se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a perguntar-lhe novamente, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando coisas e o rostinho do menino foi se aliviando...

Minutos depois ele estava novamente tranquilo. A enfermeira então explicou aos americanos:

- Ele pensou que iria morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e achava que ia ter que dar todo seu sangue para a menina não morrer.

O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:

- Mas, se era assim porque você se ofereceu para doar sangue?

E o menino respondeu:

- Ela é minha amiga...