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Outras Mensagens

Uma senhora de 70 anos vai reclamar com o filho:
– Filho não aguento mais o fogo do seu pai, ele tem 80 anos e quer transar 3 vezes ao dia.
O filho preocupado com a reclamação da mãe vai conversar com o pai:
– Papai eu sei que sexo é bom e saudável, mas a mamãe está reclamando do seu exagero. O que está acontecendo?
– Meu filho, eu só estou seguindo a orientação do médico, pode olhar a receita!
O filho olha a receita, que diz:
"Comer aveia 3 vezes ao dia".

Uma senhora entrou na loja disposta a pagar qualquer preço por um sapato novo, bonito e confortável. Experimentou um, calçou outro, e nada. Quando calçava bem, não era bonito. Se era bonito, não era confortável. Mesmo os modelos mais caros não agradavam, sempre faltava alguma coisa. Após experimentar uma enorme pilha, finalmente encontrou aquele que procurava. Macio, confortável e de modelo muito bonito.
– Achei! Quanto custa? – perguntou.
– Nada madame, esse já está pago – respondeu o vendedor – esse a senhora estava calçando quando entrou na loja. É o seu!
Estava tão novinho, macio e confortável que não parecia ser seu velho sapato. Sem saber o que dizer, constrangida, despediu-se do vendedor.
Quantas vezes, nos dispomos a pagar qualquer preço por um amigo alegre e jovial, que saiba cantar e tocar, e que esteja sempre disposto a nos acompanhar no clube, nas festas, enfim, o amigo de todos os momentos. Nessa ansiosa procura experimentamos pilhas de desilusões e não percebemos que bem pertinho de nós está alguém que já se amoldou tanto ao nosso modo de viver que parece nem existir.
Ouve, aceita, caminha conosco. Protege os nossos passos e o tratamos com descaso, como aquele calçado que usamos todos os dias e não cuidamos sequer de sua aparência. Nada de graxa protetora, nem ao menos um paninho úmido. No entanto, na hora da desgraça, na angústia e na doença, ele não desaparece e ressurge como um anjo salvador, brotando de baixo daquela enorme pilha de falsos amigos.
A teoria diz que os melhores calçados são aqueles de maior custo, mas a prática mostra que os melhores amigos são aqueles que recebemos gratuitamente. A verdadeira amizade, mesmo após muitos anos de uso, parece sempre nova. Alguns pequenos arranhões são facilmente reparados com uma escova de brilho. Algumas escovadinhas e reaparece o brilho do respeito e da compreensão. Reaparece o brilho do perdão.

O casamento é a melhor prova de amor, a maior promessa de união. E quando se celebram as bodas de ferro – os cinco primeiros anos de matrimônio, todas as dúvidas passam a ser certezas, toda ligação ganha uma nova cor.

Na verdade, amar e ser amada pela mesma pessoa é uma dádiva, uma oferta abençoada que merece ser comemorada todos os dias, em todos os instantes. Cinco anos de amor representam a voz do coração! Parabéns!

Alguns anos atrás, um fazendeiro possuía terras ao longo do litoral do Atlântico. Ele constantemente anunciava estar precisando de empregados. A maioria de pessoas estavam pouco dispostas a trabalhar em fazendas ao longo do Atlântico. Temiam as horrorosas tempestades que variam aquela região, fazendo estragos nas construções e nas plantações.
Procurando por novos empregados, ele recebeu muitas recusas. Finalmente, um homem baixo e magro, de meia-idade, se aproximou do fazendeiro. – Você é um bom lavrador? Perguntou o fazendeiro. – Bem, eu posso dormir enquanto os ventos sopram. Respondeu o pequeno homem.
Embora confuso com a resposta, o fazendeiro, desesperado por ajuda, o empregou. O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda, mantendo-se ocupado do alvorecer até o anoitecer e o fazendeiro estava satisfeito com o trabalho do homem.
Então, uma noite, o vento uivou ruidosamente. O fazendeiro pulou da cama, agarrou um lampião e correu até o alojamento dos empregados. Sacudiu o pequeno homem e gritou, – Levanta! Uma tempestade está chegando! Amarre as coisas antes que sejam arrastadas!
O pequeno homem virou-se na cama e disse firmemente, – Não senhor. Eu lhe falei, eu posso dormir enquanto os ventos sopram.
Enfurecido pela resposta, o fazendeiro estava tentado a despedi-lo imediatamente. Em vez disso, ele se apressou a sair e preparar o terreno para a tempestade. Do empregado, trataria depois.
Mas, para seu assombro, ele descobriu que todos os montes de feno tinham sido cobertos com lonas firmemente presas ao solo. As vacas estavam bem protegidas no celeiro, os frangos nos viveiros, e todas as portas muito bem travadas. As janelas bem fechadas e seguras. Tudo foi amarrado. Nada poderia ser arrastado. O fazendeiro então entendeu o que seu empregado quis dizer, então retornou para sua cama para também dormir enquanto o vento soprava.
O que eu quero dizer com esta história, é que quando se está preparado – espiritualmente, mentalmente e fisicamente – você não tem nada a temer.
Eu lhe pergunto: você pode dormir enquanto os vento sopram em sua vida?

É a voz do gostar, É a voz do alertar, dizendo nas palavras, hei! acorde... Quero te ajudar! É a voz que vem com o que precisamos ouvir, ler, perceber, interiorizar... Quando não conseguimos ler a nós mesmos, Quando nos falta o chão, o teto, o rumo... Vem como um "cutucão" benigno... Uma sacudida, Um alerta... Uma sirene que soa o nobre sentimento, de luz, imenso cuidar... Vem com tanta verdade, mas, com o cuidado de não magoar... Uma voz que Deus usa, que vem devagar... Que inunda... Que traz alegrias... Que contagia... Uma voz de anjo, Uma voz de irmão escolhido... Presentes e presente... Nos dois sentidos... O de estar e, o de joia inestimável... Um mestre de consciência... Mestre paciente para ouvir, Ser cúmplice nas dores e alegrias... Mãos estendidas, entrelaçadas... Dádiva da vida... únicos, senhores do bem: VOZ DE AMIGO!