Ao relento, venho me despedir, com muita tristeza no coração. Tristeza, que enfado de corpo e alma, e pensamentos que só me levam a você.
Sem você, sinto um vazio profundo, sinto-me, como um navio em alto mar, talvez, perdido em meio a uma tempestade, talvez, cansado de esperar por socorro...
Nem o mais forte vento, nem a mais densa neblina, poderá me separar de você, por que o destino nos uniu, e nada nos separará...
Fico aqui esperando por você, esperando que diga, que me quer por inteiro, e será minha para sempre...
Espero que venha me salvar, na imensidão deste mar...
Vem ficar comigo
Delirar em minhas fantasias
Viajar em meus desejos
E me deixar te dominar
Te beijar, suavemente te tocar
Te desejar e te dar prazer
Prazer que jamais imaginou ter
O prazer que só comigo terá.
Jornalistas, hoje a pauta é você. Os tempos mudaram, mas a verdade continua sendo a principal matéria prima para quem é jornalista.
Aproveito para parabenizar pela dedicação da profissão em informar, conscientizar, mudar comportamentos e valores, legitimar ou questionar as relações de poder, enfim, o grande papel que exercem na sociedade merecem respeito e admiração.
Escrever é um dom... mas escrever com destreza, sabedoria e conhecimento de causa, é virtude.
A esses profissionais guardiões da liberdade de expressão, nossos parabéns!
Fazem alguns anos. Alguns anos da minha vida eu entreguei a ti sem nenhum protesto, sem recusa; apenas me dei a ti sem hesitar. Mas hoje eu me devolvo a mim, meu bem, e volto exausta, fraca, porém melhor do que quando fui.
Os tempos são outros, os dias são outros. Eu sou outra. Passei por uma metamorfose em meio à agonia de te amar; cheguei a ti me arrastando e agora volto voando.
Não posso te esperar para sempre, nem posso mais escolher por você, por nós. Isso rouba minhas forças, meu bem. Meu cansaço chegou ao ápice. Não quero mais viver neste ciclo, nesta mesmice romantizada por um sentimento que já não mais existe.
Cansei de dar sangue e suor por algo que você só dá míseras migalhas. Você já não me satisfaz e a saudade do seu toque e das suas palavras me escapa. Esses anos me mostraram o quanto posso ser forte, corajosa e resistente a dores intensas.
Meus dias de solidão em espera deram a chance de conhecer-me melhor, e cá estou... Eu. As flores do meu jardim voltaram a florescer e não preciso mais beber da tua água para regá-las. Sinto que algo morre aqui dentro para que outro possa renascer.
Nossos caminhos se separam a partir daqui. Nossas mãos se soltam.
Adeus.
Mesmo sabendo que é um pouco cliché, sempre achei que os verdadeiros amigos são presentes que a vida nos dá na melhor hora, no melhor momento, aqueles que sempre se encaixam perfeitamente com tudo que está acontecendo. Vem sempre em pouca quantidade, mas ao mesmo tempo, o fato de tê-los por perto traz tanta coisa boa, que equilibra perfeitamente esta primeira incoerência.
É engraçado como nos conhecemos tão bem, como pelo olhar, pela voz, ou até pela forma como escreve um e-mail, por exemplo, automaticamente já sabemos tudo que se passa do outro lado.
São aqueles que nos fazem mostrar sempre o nosso melhor, que mesmo por algum tempo longe um do outro, ao se encontrar, é como se todo esse tempo não passasse de alguns segundos.
Aos que nunca tiveram a oportunidade de conhecer uma verdadeira amizade, não vale a pena procurar, pois é a vida que detém o poder de os encontrar.