Meu Deus! Como é engraçado!...
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço...
Uma fita dando voltas? Se enrosca...
Mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o abraço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em
qualquer coisa onde o
faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando
devagarinho, desmancha,
desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E na fita que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento? Como um
pedaço de fita?
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora,
deixando livre as duas
bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz - romperam-se os laços.-
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum
pedaço.
Então o amor é isso...
Não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.
Hoje é um dia especial, o momento de lembrarmos todo caminho que já percorremos de mãos dadas. O aniversário do nosso namoro é uma marca muito especial, a confirmação de que nós tomamos uma decisão acertada.
Agradeço muito por todo carinho, as promessas que fizemos e cumprimos, os sonhos que continuam vivos em nossos corações. Eu amo muito você, e a cada dia que passa tenho mais a certeza que quero sua companhia para sempre na minha vida.
Me sinto tão amada,
Isso faz bem ao coração da gente
Quando tem alguém pra dividir um grande amor
Como a brisa da manhã, assim você chegou
Uma ótica perfeita de amor,
Uma ponte sobre um rio de dor
Na minha vida um sonho lindo se realizou
Um presente enviado pelo meu Senhor
Você foi como um dilúvio de amor
Arrancando do meu peito uma dor
E no lugar daquela cicatriz marcou
As cenas lindas que o tempo já notou
Você é minha tempestade do bem
Trazendo chuva ao meu deserto,
Me fazendo alguém
Amada simplesmente pelo que é
Ontem namorada, noiva, e agora sua mulher
Vamos nos molhar na chuva do Senhor
Alimentar com bênçãos o nosso amor
Fazer valer a pena tudo que a gente conquistou
Vamos juntos fazer um culto de agradecimento a Deus
Quando mais precisei você me apareceu
Um presente e o remetente era Deus
Me sinto tão amada, isso faz bem
Bom começo de semana para todos!
Procure compreender as dificuldades do próximo.
Não conserve ressentimentos.
Desculpe ofensas, sejam quais sejam, colocando os assuntos desagradáveis no esquecimento.
Trabalhe quanto puder, tornando-se útil quanto possível.
Mobilize o tempo de que disponha no serviço aos Semelhantes.
Adote a simplicidade por clima de Paz.
Continue aprendendo sempre.
Esqueça você mesmo, criando alegria para os outros.
Viva em Paz com a própria consciência e deixe que os Companheiros vivam a existência deles próprios.
Cultive a paciência sem ansiedade e, procedendo com os Semelhantes, como estima que com você procedam, estará sempre no caminho da verdadeira Felicidade.
André Luiz
Duas coisas enchem a alma de admiração e de respeito sempre renovados e que aumentam à medida que o pensamento mais vezes se concentra nelas: acima de nós, o céu estrelado; no nosso íntimo, a lei moral. Não é necessário buscá-las e adivinhá-las como se estivessem ofuscadas por nuvens ou situadas em região inacessível, para além do meu horizonte; vejo-as ante mim e relaciono-as imediatamente com a consciência da minha existência. A primeira, a partir do lugar que ocupo no mundo exterior, estende a relação do meu ser com as coisas sensíveis a todo esse imenso espaço onde os mundos se sucedem aos mundos e os sistemas aos sistemas e a toda a duração ilimitada dos seus movimentos periódicos. A segunda parte do meu invisível eu, da minha personalidade e do meu posto num mundo que possui a verdadeira infinitude, mas no qual o entendimento mal pode penetrar e ao qual reconheço estar vinculado por uma relação não apenas contingente, mas universal e necessária (relação que também alargo a todos esses mundos visíveis).
Numa, a visão de uma infinidade de mundos quase aniquila a minha importância, na medida em que me considero uma criatura animal que, depois de ter (não se sabe como) gozado a vida durante um breve lapso de tempo, deve devolver a matéria de que é formada ao planeta em que vive e que não é mais do que um ponto no universo. Pelo contrário, a outra ergue infinitamente o meu valor como inteligência, mediante a minha personalidade, na qual a lei moral me revela uma vida independente da animalidade e até de todo o mundo sensível, pelo menos na medida em que podemos julgá-lo pelo destino que esta lei consigna à minha existência, e que, em vez de ser limitada às condições e aos limites desta vida, se alarga até ao infinito.
Immanuel Kant