Com tantas pessoas nesse mundo, porque muitas vezes nos relacionamos exatamente com as que no subtraem nossas melhores qualidades? Excluem qualquer oportunidade de felicidade, tirando nosso sorriso, bondade, até a possibilidade de construir outras amizades.
Normalmente demoramos um tempo para perceber esse tipo de personalidade, quando nos damos conta, já subtraíram muitas das nossas propriedades. Mesmo sendo uma pessoa próxima, jamais permita que alguém iniba o que você tem de melhor, ninguém deve ser obrigado a viver com seus melhores sentimentos enclausurados.
Procure ser conectar com pessoas que acrescentam coisas boas na sua vida, seja com uma boa conversa, ou simplesmente com pequenos momentos de felicidade. Esteja sempre aberto aquela personalidade que te deixa no seu melhor estado e exclua tudo que te leve a tristeza que ainda permanece ao seu lado.
Quem vive para o que der e vier, sabe que semeando a boa semente, ainda que seja pela umidade das lágrimas, um dia verá nascerem as plantas.
Pode mesmo acontecer que os outros não valorizem o quanto custou esse trabalho.
Não faz mal: Você se comprometeu pelo ideal do bem.
Não importa também se, nesse esforço, tropeçou e caiu, pois é aos que tombam na luta que se costuma chamar de heróis.
Apenas o que se lhes pede é o testemunho da PERSEVERANÇA.
Mais uma vez é tempo de
Contemplar no céu,
A estrela de Belém.
É tempo de presentear a alma
Com os melhores sentimentos.
É tempo de extravasar a
Nossa felicidade.
É tempo de brindarmos à vida,
E à alegria de podermos viver
Uma data tão especial.
Que este Natal possa ser
Plenamente belo, e que você
Se sinta rodeado por muitos
Sentimentos genuínos,
Sentimentos tais, que elevem
Você como ser humano,
Que engrandeçam a sua
Alma e façam você muito feliz!
Feliz Natal!
O dia de hoje deveria ser de festividade, de alegria! Se vocês não tivessem partido para outro mundo, queridos pais, estariam celebrando as bodas de ouro. Seria a comemoração de cinquenta anos de amor, de luta e conquista.
Na verdade, sinto que vocês continuam vivos toda a hora, porque alcançaram imortalidade ainda em vida e isso é carinho em meu coração. Estejam onde estiveram, lembrem que não existe filha mais orgulhosa de seus pais que eu. Até sempre!
Ao voltar de um exaustivo dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Imaginando que os filhotes estivessem nas imediações, pôs-se a procurá-los com diligência. Olhou e examinou cada canto, sem encontrá-los.
Preocupada com a demora que se tornava séria, desesperou-se e tomada de pânico esgoelou-se em urros que encheram de espanto toda a floresta. Uma anta decidiu indagar a respeito da ocorrência. Chegando junto da toca, viu a onça desatinada e então, jeitosamente, procurou saber dela sobre o que estava acontecendo.
– Devoraram-me os filhotes! – gemeu a onça. – Infames caçadores cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos...
A anta conciliadora, porém franca, não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, careciam ser ouvidas por ela naquele momento. Então falou-lhe:
– Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem. Perdoe-me a franqueza, nessa hora de desespero. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que fizeram uma vez aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora acabou de abater uma corçazinha...
Tomada de indignação, a onça arregalou os olhos como que espantada pela coragem e atrevimento da anta, falando com um ódio mortal: – Oh, estúpida criatura! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Com que direito você se atreve em comparar os meus filhos com os filhotes dos outros? E como pode comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? É preciso considerar primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois pesar a situação...
Foi nesse momento que um velho macaco, que bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou como quem está revestido de autoridade: – Amiga onça, é sempre assim: A dor alheia só atinge aos altruístas, mas jamais ao egoísta...