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Quando nascemos o criador permite que brilhemos pela vida a fora que ampliemos os nossos horizontes e cuidemos do mundo que de graça ele nos dá.
Você é uma pessoa de brilho próprio. Permita cada vez mais que sua luz brilhe por entre seus amigos por onde quer que você vá. Seja feliz.
Você é uma pessoa grandiosa, portanto receba o mundo em suas mãos e faça dele o seu maior presente. Sua maior dádiva.
Faça desse dia um brilho constante e derrame bondade e esperança por onde quer que você ande. É por ele que você existe e convive com tanta gente que te ama e lhe deseja o melhor.
Que Deus lhe abençoe e faça de você uma pessoa cada vez mais amada. Afinal, você merece.
Tenha um Feliz Aniversário!

Não tenho o poder de tirar a sua dor, e acredito que ninguém o tem. Nem mesmo Deus, pode interferir no nosso arbítrio, se é tempo de chorar, chore, se é tempo de gemer, gema, se é tempo de recordar, recorde, se é tempo de saudade profunda, sinta-a. Mas não se demore além do tempo necessário. Tempo que o próprio tempo vem lhe dizer. Este sim, poderoso consolador, vem abrandar, jamais apagar, a marca da dor, usando a alquimia das horas, a magia simples do amor. Por isso, não te peço que esqueça o ente querido, ou o amigo inesquecível que morreu. Não te peço que arrume outro amor hoje, para esquecer este que tanto marcou e partiu. Nem sou louco para te pedir que perdoe imediatamente, quem tanto mal te fez. Nem eu, nem Deus, que tudo espera. Senhor do tempo, Senhor do amor, envia refrigérios para a alma aflita, na forma de uma música bonita, uma mensagem bem escrita, uma poesia, ainda que sem rima, que toca no coração, pega a sua mão e diz: – vem, é tempo de renascer. Se a lágrima que ainda rola no seu rosto, queima a face, é tempo de refletir. Talvez seja a hora de recomeçar o caminho, seguir pela estrada que ainda reclama passos, ir adiante, além da dor e do grito, rumo ao seu futuro, rumo ao infinito. Deus te ama profundamente... Eu acredito em você!

Há muito tempo atrás, existiu uma menina, muito linda, saudável e amável. Não havia ninguém que não gostasse da menina, que tinha 8 anos. Mas a menina ficava constrangida sempre que a viam com a sua mãe. A mãe da menina era cheia de cicatrizes no corpo e no rosto. Mas as mãos da senhora eram ainda mais horrorosas.
Eram vermelhas, constantemente saia pus e ficava em carne viva. Tinha ainda deformações horríveis. A menina detestava estar com a mãe em público. Não entendia porque a mãe era assim, e se constrangia com a sua presença na escola ou em festinhas a qual era convidada.
Um dia, cansada de ser esculachada pelas colegas e ouvir comentários de pena dos professores, a menina chamou a mãe e perguntou:
– Mãe, não há nada que você possa fazer em relação ao seu corpo e suas mãos? – Não minha filha. – respondeu a mãe.
– Mas por que?
– Os médicos disseram que era irreversível minha filha.
– Por que você ficou assim? Por que você não é igual a mãe das minhas colegas, que são lindas e possui mãos mais belas ainda?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
– Há sete anos atrás, eu estava tomando banho e a minha empregada deixou uma vela acesa próximo da cortina. A cortina pegou fogo em contato com a vela. Saí do banho e fiquei desesperada, pois bem próximo a cortina estava o berço da minha filha.
Desesperada e vendo o fogo se alastrar, puxei a cortina com as minhas mãos, e, sem querer a cortina se enrolou no meu corpo, com o fogo alto. A empregada trouxe um balde de água, e foi por isso que me salvei a tempo. Mas as cicatrizes se tornaram irreversíveis.
Mas não me arrependo, e a feiura das minhas mãos foi um preço pequeno a pagar pela vida da minha filha.
A menina chorou e se abraçou a mãe, pedindo perdão. Daquele momento em diante, nunca mais se envergonhou dela, e todos os dias repetia: Obrigada.
Agradeça sempre aos seus amigos e parentes por se preocuparem com você, e nunca se envergonhe das deficiências dos outros. Lembre-se, que por amor fazemos qualquer coisa, e que a beleza é algo secundário.

Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe pagava muitíssimo bem, uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo e a sua vida estava deficitária em algumas áreas.

Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava dos filhos, se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido... E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois.

Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: uma flor muito cara e raríssima, da qual havia apenas um exemplar em todo o mundo.

E disse a ela:
- Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, ás vezes conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores.

A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.

Ela chegava em casa, olhava a flor e ela ainda estava lá, não mostrava sinal de fraqueza ou morte, apenas estava lá, linda, perfumada. Então ela passava direto.

Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu. Ela chegou em casa e levou um susto!
Estava completamente morta, suas raízes estavam ressecadas, suas pétalas caídas e suas folhas amarelas.

A jovem chorou muito, e contou a seu pai o que havia acontecido.

Seu pai então respondeu:
- Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa, ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família. Todos são bênçãos que Deus te deu, mas você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela.

Eu gostaria de lhe agradecer pelas inúmeras vezes que você me enxergou melhor do que eu sou.
Pela sua capacidade de me olhar devagar, pois nessa vida muita gente já me olhou depressa demais.