Andar com fé é saber que cada dia é um recomeço, é ter certeza que os milagres acontecem e que os sonhos podem se realizar.
Andar com fé é saber que temos asas invisíveis, é fazer pedidos a estrelas cadentes e abrir as mãos para o céu.
Andar com fé é olhar sem temor as portas do desconhecido, ter a inocência dos olhos da criança, a lealdade do cão, a beleza da mão estendida para dar e receber.
Andar com fé é usar a força e a coragem que habitam dentro de nós quando tudo parece acabado.
Andar com fé é saber que temos tudo a nosso favor, é compartilhar as bênçãos multiplicadas, é saber que sempre seremos surpreendidos com presentes do Universo, é a certeza de que o melhor sempre acontece e que tudo aquilo que almejamos está totalmente ao nosso alcance.
Basta só Andar com Fé!
É verdade que a vida é uma dádiva, que viver é uma aventura maravilhosa e que por muitas coisas ruins que aconteçam, uma boa apaga todas as más.
Mas tudo isso não vale de nada se não podemos compartilhar a vida com as pessoas que amamos, e principalmente sem termos amigos de verdade.
Eu posso dizer que tenho os melhores, e hoje, antes que o dia acabe, eu quero dizer mais uma vez que amo cada um de vocês! Boa tarde, meu queridos amigos, e sejam sempre felizes!
Seja um pálio de luz desdobrado. Sob a larga amplidão destes céus Este canto rebel que o passado Vem remir dos mais torpes labéus! Seja um hino de glória que fale De esperança, de um novo porvir! Com visões de triunfos embale Quem por ele lutando surgir! Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre nós! Das lutas na tempestade Dá que ouçamos tua voz! Nós nem cremos que escravos outrora Tenha havido em tão nobre País... Hoje o rubro lampejo da aurora Acha irmãos, não tiranos hostis. Somos todos iguais! Ao futuro Saberemos, unidos, levar Nosso augusto estandarte que, puro, Brilha, avante, da Pátria no altar! Liberdade! Liberdade! Se é mister que de peitos valentes Haja sangue em nosso pendão, Sangue vivo do herói Tiradentes Batizou este audaz pavilhão! Mensageiros de paz, paz queremos, É de amor nossa força e poder Mas da guerra nos transes supremos Heis de ver-nos lutar e vencer! Liberdade! Liberdade! Do Ipiranga é preciso que o brado Seja um grito soberbo de fé! O Brasil já surgiu libertado, Sobre as púrpuras régias de pé. Eia, pois, brasileiros avante! Verdes louros colhamos louçãos! Seja o nosso País triunfante, Livre terra de livres irmãos! Liberdade! Liberdade!
Feliz aniversário e muitos anos de vida, isso é o que todo mundo vai te desejar neste dia de hoje. Mas eu, como afilhado, quero ir além, quero fazer uma oração a Deus, e pedir que mande um exército de amigos para acolher todos os desejos do seu coração.
Sei que traz no peito, muitos sonhos de desejos, por isso faço questão de ver todos eles um dia realizados. Madrinha, que neste aniversário, a paz do seu sorriso esteja presente enchendo de luz os nossos olhares.
Que a sua vivência traga muito exemplo de vida para cada um de nós. Que neste aniversário, Deus estenda sua mão em sua direção e venha renovar suas forças, para viver cada dia com coragem e força.
Parabéns madrinha, que a senhora tenha sempre esse amor e esse carinho para oferecer a todos que participam da sua vida. Que esse seja um aniversário especial e que o seu sorriso chore de alegria.
Que o seu coração, expande batidas que alimentam as gargalhadas de cada sonho.
Parabéns.
Que Deus te abençoe Que Deus te ilumine muito.
Procura-se criança desaparecida!!!
Criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos.
Ela pulava, ria e ficava feliz com brinquedos velhos.
Chupava chupeta, pulava amarelinha, jogava pião, brincava na chuva, corria nas calçadas, subia nas árvores. Vibrava quando ganhava brinquedos novos.
Dava vida a latinhas, tampinhas, soldadinhos de chumbo, bonecas.
Brincava de médico, era enfermeira ou paciente.
Jogava botão.
Colecionava pedrinhas, figurinhas, devorava ovos de páscoa. Ah, escrevia cartinhas pra Papai Noel.
Soltava balões e brincava de "passa anel".
Batia palmas no circo, adorava zoológico, brincava de roda, ficava feliz quando se empanturrava de sorvete.
Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava.
Fazia beicinho quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza sua inocência.
Onde ela está? Para onde foi?
Quem a vir, venha nos falar.
Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco a alegria da infância e deixando a alma dar gargalhadas.
Pois, afinal, "ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda".
Para não deixar morrer essa criança que todos temos dentro de nós, deixe-a sair, sonhar, empinar papagaios porque isso é uma das poucas coisas que não custam nada.