Não importa o quanto somos bons...
Tem sempre um idiota que julga a gente pelo que a gente faz.
As piores criticas normalmente vem de pessoas que não fazem ideia do que a gente faz, não tem dons próprios, e, que ficam irritados quando a gente está feliz.
Então com alegria eles vêm e nos provocam...
A menos é claro, que estejamos deixando o mundo mais feio. Então, esse tipo de pessoa vai segurar a nossa mão com prazer e dançar com a gente na sarjeta, dizendo que assim como eles, vemos como aquilo é horrível e se compraza em comemorar.
Mas, desde cedo eu aprendi que, qualquer idiota pode ver como as coisas estão feias, pois, não é preciso ter dom pra isso.
Chegou o Natal, época de amor, paz e principalmente perdão, pois no final dessas semanas todos temos que perdoar a nós mesmos pelo muito que comemos e bebemos.
Jantamos com os amigos, com os colegas de trabalho, da academia, com a família, com os amigos outra vez, e não há cintura que aguente. Mas não tem problema, pois se a sua roupa deixar de servir você pode pedir emprestadas as calças ao Papai Noel.
Feliz Natal!
Sinto falta dos beijos que você me dava, daqueles abraços super forte que me acolhiam nos momentos de angustia, das suas palavras, das nossas brincadeiras...
Sim, sinto falta de tudo o que nós fazíamos juntos, mas sinceramente não consigo sentir falta de você. Eu sei que é difícil de entender, pois nem eu entendo. Mas dói demais a saudade!
Faz-me feliz, ou não?
Preciso procurar-te para dizeres que me ama,
preciso lembrar-te que não vives sem mim.
É...
É...(Soneto)
Rodrigo J. Marucco
Estou tão só e feliz ao teu lado,
onde me enquadro, faz-me feliz?
Faço-te feliz? por que o silêncio?
Entendo, entendo...
Não somos uma só alma,
somos várias, sonsas almas...
Diz-me de sua loucura por mim...
Entendo, sabes que minto, não?
Sabes que não me fazes felis?
Eu não sei...
Boa noite...
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Escrever, por exemplo: "A noite está estrelada,
e tiritam, azuis, os astros lá ao longe".
O vento da noite gira no céu e canta.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu amei-a e por vezes ela também me amou.
Em noites como esta tive-a em meus braços.
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.
Ela amou-me, por vezes eu também a amava.
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que já a perdi.
Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho.
Importa lá que o meu amor não pudesse guardá-la.
A noite está estrelada e ela não está comigo.
Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
A minha alma não se contenta com havê-la perdido.
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.
O meu coração procura-a, ela não está comigo.
A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós dois, os de então, já não somos os mesmos.
Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei.
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.
De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.
Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda.
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.
Porque em noites como esta tive-a em meus braços,
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.
Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo.
Pablo Neruda