Com frequência saudamos, damos a mão cordialmente, ou nos despedimos com um beijo ritual, porém raramente experimentamos "o abraço"
A emoção do abraço tem uma qualidade incomensurável. É a proximidade do outro, em um ato recíproco de dar e receber afeto. É o abraço uma matriz religiosa mais do que sexual. Leva-nos à fraternidade, a uma comunicação generosa, a uma consciência de pertencer a uma "Irmandade Universal".
O abraço é um meio supremo de perceber o outro, não só como um próximo, mas como um semelhante. Mediante o abraço é possível alcançar a fusão de duas identidades em uma identidade maior.
É fácil abraçar as pessoas estimadas e queridas, mas difícil um estranho. A afetividade é um estado de afinidades profunda entre os seres, capaz de originar sentimentos de amor, amizade, altruísmo, maternidade, paternidade, companheirismo, mas também sentimentos opostos como a ira, a insegurança, o ciúme.
A afetividade é um estado evolutivo superior que não está necessariamente ligado à sensibilidade e nem à inteligência. Pessoas inteligentes e sensíveis, podem não serem capazes de amar ou mesmo ter inconcebíveis níveis de violência.
Por isso, nestes "tempos" sugerisse que, para gradativamente, atingirmos esse nível de afetividade, esse estado evolutivo superior, comecemos a nos abraçar... Primeiro pais, irmãos, os amigos, parentes, depois os conhecidos... E assim por diante.
Só com muita afetividade, com muito amor pelo ser vivente pode-se conseguir um mundo melhor, menos exploração, menos fome, mais amor, e consequentemente mais VIDA!
Um grande abraço a nossa humanidade carente de amor e em especial a aqueles que lerem esse pequeno texto.
Hoje você só tem uma escolha: ser feliz. Nada é mais importante que estar de bem com a vida, por isso lute por aquilo que preenche seu coração com todas as suas forças.
Chega de preocupações com coisas que não têm valor, ou de perder tempo com pessoas que não fazem nada por você. Aproveite o melhor de cada instante junto daqueles que merecem estar ao seu lado. Tenha um ótimo dia!
As amizades verdadeiras são semeadas e cultivadas. Uma amizade às vezes surge como um amor à primeira vista, algo que sentimos imediatamente e já sabemos do que se trata logo a partida: conhecemos uma pessoa e sabemos que esta pessoa pode ser nossa amiga, mas ainda não temos a dimensão exata do que será esta amizade. Uma amizade primeiro surge como uma simpatia, depois cresce com afinidades, e se torna sólida com as partilhas de momentos vividos.
Uma amizade verdadeira precisa de dedicação, precisa de tempo para ser gerada, nascer e crescer. A amizade verdadeira é como o amor, é um laço forte, mas precisa ser cuidado para não afrouxar, para não se soltar. Numa amizade verdadeira, precisa haver sinceridade, precisa haver compreensão. Um amigo não deve julgar, deve entender, ainda que não aceite. Um amigo de verdade deve dizer o que o outro precisa ouvir e não o que quer.
Em muitos momentos difíceis da vida, os amigos são aquelas pessoas com quem podemos contar, são as pessoas que vão nos apoiar, nos ajudar a nos reerguermos e a seguir em frente. Ter amigos de verdade é a coisa mais importante da vida. Quem tem uma amizade verdadeira nunca está sozinho no mundo.
Três meninos e duas meninas, sendo uma ainda de colo.
A cozinheira preta, a copeira mulata, o papagaio, o gato, o cachorro, as galinhas gordas no palmo de horta e a mulher que trata de tudo.
A espreguiçadeira, a cama, a gangorra, o cigarro, o trabalho, a reza, a goiabada na sobremesa de domingo, o palito nos dentes contentes, o gramofone rouco toda a noite e a mulher que trata de tudo.
O agiota, o leiteiro, o turco, o médico uma vez por mês, o bilhete todas as semanas branco!
Mas a esperança sempre verde. A mulher que trata de tudo e a felicidade.
Feliz dia da família!
O rio corre sozinho, vai seguindo seu caminho, não necessita ser empurrado. Para um pouquinho no remanso. Apressa-se nas cachoeiras, desliza de mansinho nas baixadas. Mas, no meio de tudo, vai seguindo o seu caminho. Sabe que há um ponto de chegada. Sabe que o seu destino é para frente. E vitorioso, abraçando outros rios, vai chegando ao mar. O mar é a sua realização e, chegar ao ponto final, é ter feito a caminhada.
A vida deve ser levada do jeito do rio. Deixar que corra como deve correr, sem apressar ou represar, sem medo da calmaria e sem evitar as cachoeiras. Correr do jeito do rio, na liberdade do leito da vida, sabendo que há um ponto de chegada.
A natureza não tem pressa. Vai seguindo o seu caminho. Assim é a árvore, assim são os animais. A fruta forçada a amadurecer antes do tempo perde o gosto.
Desejo ser um rio, livre do empurrão dos outros e dos meus próprios.
Livre das poluições alheias e das minhas. Rio original, limpo e livre.
Rio que escolheu o seu próprio caminho.
Não interessa ter nascido a um ou mil quilômetros do mar.
O importante é dizer "cheguei"!