Meu amigo... Há tanto tempo nos conhecemos, há tanto tempo fazemos parte um da vida do outro, estando perto ou longe, e acho que nunca lhe disse como você é especial para mim. Nunca lhe disse como a sua presença em minha vida é importante.
Você esteve presente em momentos cruciais da minha vida, sempre me deu apoio e sempre confiou em mim. Você me fez acreditar em mim quando eu mesma duvidava das minhas capacidades. Com você aprendi muitas coisas, vivemos muitos e bons momentos, e fizemos boas histórias para guardar na memória e para recordar.
Você traz alegria e leveza para a minha vida, você faz de mim uma pessoa melhor. Obrigada, meu querido amigo. Você é muito importante para mim, a nossa amizade é muito importante para mim!
O que é um dia maravilhoso se não tivermos alguém com quem compartilhar? O que são as nossas alegrias e aventuras sem ninguém para as compartilhar conosco? Compartilhar é bom, e isso é verdade para tudo.
No momento em que se descobrem as maravilhas de dar, dividir, compartilhar, uma alma se torna mais feliz e completa. O egoísmo em doses pequenas não fere ninguém, mas quando é demais ele acaba isolando a pessoa. Mas há sempre forma de lutar contra esse mal, e é compartilhando, ou ensinando a compartilhar.
Sentimentos bons sempre acabarão atraindo outros ainda melhores, e assim é com tudo. Se falta amor em sua vida, distribua amor e verá como ele retornará a você. A melhor forma de conseguir as coisas é dando sem cobrança, dando com sinceridade, e por isso o egoísmo é tão mau.
Pessoas felizes compartilham, dividem e espalham o bem, aquilo que muitas vezes lhes faltava, elas dão, e eventualmente acabam recebendo em dobro. Então dê e seja feliz!
Meu amor, meu noivo, meu futuro
marido, obrigada por tudo!
Obrigada por estar vivendo este
momento mágico comigo, por ser
tão maravilhoso, por me amar, por
me fazer a mulher mais feliz
do mundo!
Meu amor, como é grande meu
entusiasmo, como é indescritível
a alegria que agora sinto, quando
estamos tão perto de transformar
o sonho em realidade.
Eu te amo, tanto!
Simplesmente obrigada por existir!
Bem eu pensei muito antes de te enviar essa mensagem, mas na verdade eu não quero ser mal interpretada.
Quero que você saiba das minhas reais e sinceras intenções, sempre admirei a sua beleza e a sua maneira gentil de tratar as pessoas por isso deixei de lado os receios e decidi que a partir de agora eu vou abrir o meu coração pra você, pra que conheça um sentimento que há muito tempo espera uma oportunidade de se manifestar.
Sei que somos vizinhos, mas eu estou tendo essa iniciativa pra demonstrar que o que eu estou sentindo é coisa séria, por isso gostaria de te conhecer melhor, de uma outra maneira mais profunda, fico aguardando seu retorno na esperança de que possamos nos entender. Um beijo com carinho
Universidade de Chicago "Divinity School", em cada ano eles têm o que chamam de "Dia Religioso". Nesse dia cada um deve trazer um prato de comida e há um piquenique no gramado. Sempre, no "Dia Religioso", a escola convida uma das grandes mentes da literatura no meio educacional teológico.
Num ano eles convidaram o Dr. Paul Tillich. Dr. Tillich falou durante 2 horas e meia, achando que provaria que a ressurreição de Jesus era falsa. Ele questionava estudiosos e livros e concluiu que, a partir do momento que não havia provas históricas da ressurreição, a tradição religiosa da igreja caía por terra, porque era baseada num relacionamento com um Jesus que havia ressurgido, mas, de fato, Ele nunca havia ressurgido literalmente dos mortos.
Quando concluiu sua teoria, ele perguntou se havia alguma pergunta. Depois de uns 30 segundos, um senhor negro de cabelos brancos se levantou no fundo do auditório:
– Dr. Tillich, eu tenho uma pergunta. – ele disse enquanto todos os olhos se voltavam para ele. Ele colocou a mão na sua sacola, pegou uma maçã e começou a comer. – Dr. Tillich... CRUNCH, MUNCH... Minha pergunta é uma questão muito simples... CRUNCH, MUNCH...
Eu nunca li tantos livros como o senhor leu... CRUNCH, MUNCH... e também não posso recitar as Escrituras no original grego... CRUNCH, MUNCH... Eu não sei nada sobre Niebuhr e Heidegger... CRUNCH, MUNCH... e ele acabou de comer a maçã. Mas tudo o que eu gostaria de saber é: essa maçã que eu acabei de comer...estava doce ou azeda?
Dr. Tillich parou por um momento e respondeu com todo o estilo de um estudioso: – Eu não tenho possibilidades de responder essa questão, pois eu não provei a sua maçã. O senhor de cabelos brancos jogou o que restou da maçã dentro do saco de papel, olhou para o Dr. Tillich e disse calmamente:
– O senhor também nunca provou do meu Jesus. Mais de 1000 pessoas que estavam assistindo não puderam se conter. O auditório se ergueu em aplausos. Dr. Tillich agradeceu a plateia e rapidamente deixou o palco.