Quando estamos a sós, quando teu corpo enlaço e mergulho meu rosto em teus cabelos soltos, por Deus, nem sei o que sinto, o que faço.
Há em mim a confusão de desejos revoltos tendo os lábios aos teus longamente apertados, misturo em nossa boca a nossa própria vida, e ao te sentir pesar em meus braços vencida, o mundo é um caos que gira em meus olhos cerrados.
Quando encontro em meu corpo o teu corpo macio, os seios soltos, nus, fremindo no meu peito.
Abraço-te numa ânsia e depois que te estreito, sou como um tronco em queda a soltar-se num rio.
Eu te quero, te quero e te desejo.
Esse amor que me dás é uma alucinação que cega os meus sentidos.
Meus braços te enlaçando querem sempre mais, até que nossos corpos rolem confundidos...
Não há nada no mundo, eu junto a ti sou, sou franco, desprezo todos os tesouros para poder beijar o teu pescoço, desmanchar com as mãos os teus cabelos.
Sou teu, cobre-me de carícias que me sinto nu, e aperta-me a teu peito que em teus braços morro.
Te quero...
O tempo chegou trazendo marcas de lembranças. Revivi a vida, reencontrando em mim momentos de você. Sufoquei minha voz na dor de lembrar lembranças absorto. Senti o vento me aproximar da saudade. Meus passos voltaram para
desfilar por lugares vividos, e acariciar sorrisos delirantes que um dia
ornamentaram cenas de amor.
Desfilaram em minha mente e o sopro de saudade procurou meu corpo para se aconchegar. Me aproximei mais para ouvir o grito de saudade trazendo para mim momentos para reviver. Despertei dentro de mim cenas adormecidas. Da primavera, do quarto, com corpos em desalinho ocupando espaços com amor. Vozes felizes e sorrisos ocupando bocas acariciantes.
O vento me empurrou para a última saudade. Traguei meus últimos sussurros me agarrando ao silêncio, e meus pensamentos se perderam na última moldura de você.
Nas neves lindas e frias do inverno europeu,
No sol causticante do deserto africano,
Nos mares azuis do nordeste brasileiro,
Nos verdes das florestas brasilianas.
É hora de paz, harmonia e amor,
Amor regado à verdade no seu apogeu.
Enxuga teu pranto no amor humano,
Vivenciando a destreza de refúgios altaneiros.
Espelhe a sua paz interior e isoles as ações deletérias.
A gratidão é ação terna e cheia de esplendor,
O céu brilha ao raiar do dia, mostrando a força de Deus,
No seu apogeu magistral o tempo passa sem que denotemos
As horas vividas sem consolo, sem guarida e pequenos esmeros,
Vivenciar é esperança de amor, gratidão, harmonia e fulgor.
No recesso do lar, no rumo certo, na luz da vida, no sorriso de um adeus.
Vem à lembrança do bálsamo da vida de uma criança que amaremos,
O firmamento florescerá de estrelas cintilantes anunciando o nazareno.
O menino esperança, que veio ao mundo numa noite de Natal esplendorosa.
É um botão, uma rosa divina que destina amor e esperanças gloriosas,
É o salvador, que veio ensinar a perdoar e amar sobre todas as coisas.
É dia de festas, as constelações brilham cintilantes, brindando o salvador.
As casas resplandecem em cores, a luz brilhará mais forte, fenecendo tristezas,
Gerando alegrias, pelo presente divino que o Pai nos ofertou, com louvor.
Dedicamos todas as esperanças com sua chegada e que nos faça nascer de novo.
No mundo de alegrias, repleto de harmonia onde o sol irradia
momentos de paz e não estorvo.
Que o argueiro e a trave se dispersem e as glórias dos céus venham abençoar magna data,
Onde se recata as esperanças, na retífica da visão, na construção
da paz, no sorriso de um menino recata.
A Luz da vida, onde o bem vencerá, haverá momentos de alegrias,
silêncio e preces altaneiras e renovadoras,
De ingredientes de paz, de dulcificação de mãos misericordiosas,
nos caminhos da libertação das masmorras.
Nas manjedouras divinas onde se instalarão vidas fortalecedoras
e benfeitoras de uma paz imorredoura.
Natal, dia de esperanças, meditação, conforto espiritual, orgias
jamais, a luz da vida voltará a brilhar, é Cristo com sua energia benfeitora.
Mestre o vento balançou meu barco
Mestre estou a beira de um naufrágio
Mestre será que não vê
Será que eu vou perecer
Sinto na pele o frio desse vento
Chego a crer que não estas me vendo
Lembro que estas logo ali
Na broa do meu barco a dormir
Eu sei que não estou só
E já posso crer que amanhã vai ser bem melhor
Só porque estas comigo eu
Posso clamar eu acredito que eu não vou naufragar
Só porque estás comigo eu
Posso clamar já tenho fé pra descansar
Nas ondas de um bravo mar
Sim eu posso clamar
Mestre vem me ajudar
Quem é esse que até o vento e o mar lhe obedece
Quem é esse que ordena e o milagre acontece
Jesus o seu nome toda língua confessará
Jesus toda terra se prostra pra te adorar
Jesus o presente que Deus enviou pra nós
Jesus até o vento se cala pra ouvir tua voz
Posso clamar...
Lembro como se fosse hoje do dia em que começamos a namorar. Nos meus ouvidos parecia escutar uma doce música que me embalava como se estivesse em um sonho. O coração batia forte e cheio de ilusão.
Hoje completamos mais um ano desde esse dia, e continuo escutando a mesma música, meu coração ainda bate forte, não só de ilusão, mas principalmente de amor e realização. Você é meu sorriso, minha lágrima enxugada, meu abraço apertado, meu beijo apaixonado. Você é o meu amor, e viver só faz sentido se for ao seu lado!