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Que fazer para vencer o desejo?

-Orar, meditar, dominar a erótica, trabalhar o mais que puder.

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Depois da ausência, por fim chegou a hora de você regressar. E não imagina como esperava por esse momento, pois sinto tantas saudades de você!

Agora desejo apenas que faça uma boa viagem de retorno, que venha rápido, mas principalmente que chegue em segurança e bem. E traga paciência e muito para contar, pois nem acredito que vou poder matar estas saudades e escutar todos os seus relatos, que certamente serão maravilhosos. Até já!

Sempre procure ajudar um amigo em necessidade. Tenha confiança em si mesmo. Seja corajoso ! Mas lembre-se que é normal sentir medo algumas vezes Beije muito.
Não dê tanta importância a teu peso, pois é só um número! Conheça novas pessoas, mesmo que elas pareçam ser diferentes de você. Permaneça calmo... mesmo quando isso parecer um tanto impossível !Tire um cochilo se precisar... Tenha um ótimo senso de humor e ria sempre!
Ame seus amigos, não importa quem eles sejam. Não desperdice comida. Ocasionalmente, arrisque-se. Relaxe... até mesmo naqueles dias estressantes! Tente se divertir um pouco todos os dias... E... é importante, não importam as circunstâncias... trabalhar em equipe, rir de uma piada com amigos e vizinhos, e apaixonar-se por alguém especial... (Hummm)
Diga Eu te amo frequentemente. Expresse-se criativamente. Esteja sempre aberto a surpresas. Compartilhe com um amigo. Lembre-se do dito popular: Boas coisas acontecem a boas pessoas! Sempre haverá alguém que te ame mais do que tu possas imaginar.
Exercite-se um pouco a cada dia! Viva à altura de teu nome. Agarre-se aos bons amigos. eles são raros!
E lembre-se, que este amigo está pensando em você.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isso: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar.
Vê, não vendo.
Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia sem ver.
Parece fácil, mas não é.
O que nos é familiar já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta.
Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe.
De tanto ver, você não vê.

Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo porteiro.
Dava-lhe "bom dia" e, às vezes, lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia, o porteiro cometeu a descortesia de falecer.
Como era ele? Sua cara, sua voz, como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu.
Para ser notado, o porteiro teve que morrer.
Se um dia, no seu lugar estivesse uma girafa cumprindo o rito, pode ser que ninguém desse por sua ausência.

O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.
Mas, há sempre o que ver: gente, coisas, bichos.
E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que um adulto não vê, pois tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo.

O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho, marido que nunca viu a própria mulher.

Isso exige muito. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia.
É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.

Algumas pessoas quando não as conhecemos pessoalmente, apenas através de fotografias, desperta em nós um misto de curiosidade e satisfação. Aguardamos, ansiosos à chegada do grande dia... e, de repente, ao conhecê-las um pouco melhor, a curiosidade termina, o prazer se desvanece e fica apenas uma enorme decepção.