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Hoje acordei pensando em você,
acordei pensando em nós dois,
em tudo o que aconteceu e acontece entre nós.

Levantei-me e tive uma certeza,
cada dia tem um significado dentro da vida.

Não é porque o sol nasceu radiante,
nem tão pouco porque o vento sopra gostoso que o dia está lindo.
É porque tudo o que vejo e toco tem algo de você.

Hoje é o dia dos namorados
e acredito que já estava combinado no infinito que estaríamos juntos,
que nascemos mesmo para vivermos lado a lado compartilhando sonhos e alegrias.

Nem mesmo o por do sol, nem o sorriso desse dia lindo.
se iguala a grandeza desse sentimento que sinto por você.

Você é o meu tudo, sem a sua presença eu me perco,
meu tudo vira nada, só você me alimenta, me da prazer,
todos os meus mais belos sonhos você faz virar realidade.

Que seja assim enquanto existir,
farei de tudo para não deixar o que sinto por você acabar e seguirei assim.
Pois te querer bem e amar você é uma doce maravilha.


Feliz Dia dos Namorados!

Alexandre, governante grego, foi realmente grande naquilo que conquistou. O mundo antigo esteve aos seus pés. Só que viveu pouco. Alexandre nasceu em 356 A.C e morreu, aos 33 anos, em 323 A.C.
Recentemente produzi e gravei um estudo específico sobre ele para o programa ''Encontro com as Profecias'' (se você puder, vale a pena ouvir!). Depois do programa pronto lembrei de um velho texto anônimo escondido entre meus arquivos. Trata-se de uma curiosa comparação entre Alexandre e Jesus. Diz assim:
Existe uma interessante comparação entre Jesus e Alexandre, o Grande. Ambos morreram com a idade de 33 anos.
O grego viveu e morreu para si próprio, o hebreu por você e por mim.
O grego morreu sobre um trono, o judeu sobre uma cruz.
A vida de um pareceu um triunfo, a do outro, uma derrota.
Um foi chefe de exércitos, o outro avançou só.
Alexandre fez correr o sangue de uma geração inteira; Jesus derramou Seu próprio sangue.
Um ganhou o mundo inteiro em sua vida, mas perdeu tudo na morte; o outro perdeu Sua própria vida, mas ganhou a fé do mundo inteiro.
O grego fez todos os homens seus escravos; o hebreu deu a todos a liberdade.
Alexandre fundou seu trono no sangue; Jesus no amor.
Um nasceu na Terra, o outro veio do Céu.
Um conquistou toda a terra, mas perdeu finalmente o Céu e a Terra; o outro renunciou a tudo, para finalmente tudo ganhar.
Alexandre, o grego, morreu para sempre. Jesus, por outro lado, vive eternamente.
Outro pensamento interessante, para finalizar: Enquanto Roma estava muito ocupada fazendo história, Deus chegou. Ele armou a Sua tenda da encarnação na palha num estábulo sob uma estrela. O mundo nem notou nada. Sob a influência ainda dos sucessos de Alexandre, o Grande e Herodes, o Grande o mundo passou por alto o pequeno Cordeiro de Maria. E ainda o faz.

Dizem os orientais que, quando abraçarmos uma pessoa querida a quem amamos,
devemos fazer da seguinte forma:
inspirando e expirando três vezes, e aí sua felicidade se multiplicará pelo
menos dez vezes.

O efeito terapêutico do abraço é inegável.
Diante disso não podemos esperar para abraçarmos a quem queremos bem.

Se você estiver sentindo um vazio interior,
tente abraçar o seu amigo, deslizando delicadamente a mão sobre as costas
dele, para que o possa sentir junto a você.

Nos momentos de dor ou de alegria é que vemos o bem que um grande e demorado
abraço nos causa.

Pelo abraço, transmitimos emoções, recebemos carinho, trocamos afeto,
compartilhamos alegria, amenizamos dores, demonstramos amizade, doamos amor,
expressamos nossa humanidade.

É tempo de enlaçarmos nossos braços num terno, profundo e afetuoso abraço.

Um novo dia está começando e hoje eu sinto que tudo vai dar certo. Sonhos serão realizados, sonhos serão sonhados. Sorrisos serão distribuídos com carinho, palavras de amor serão sussurradas para ouvidos apaixonados escutarem.

Bom dia! Seja feliz, com todas as coisas maravilhosas que já tem na sua vida, e o que achar que ainda lhe falta, vá e procure! Tudo é possível quando o sonho e a vontade se juntam.

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem do bate papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha. Seu nome era "trabalho" e seu sobrenome "sempre".

Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu para valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.

Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando. A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca repleta de comida.

Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas! Mas o que lhe aconteceu ? Como você conseguiu dinheiro para ir a Paris e comprar esta Ferrari ?
E a cigarra respondeu:
- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá?
- Desejo sim. Se você encontrar o La Fontaine (autor da fábula original) por lá, manda ele ir se catar!

Moral da História:
"Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão."