Sábio é aquele que permite descobrir. que reconhece a importância de aprender o novo, que abre seu coração para sentir e ouvir...
Sábio é aquele que permanece em silêncio, observando os passos da mente, as fragrâncias, os lugares escondidos dentro do seu ser...
Sábio é aquele que ouve antes de falar, que sorri antes de chorar, que permanece quieto para sentir o frescor da noite em seu interior.
Sábio é aquele que diz sim para a vida, que desperta o amor em si e em seu semelhante, na intenção de criar um mundo melhor a todos nós.
Sábio é aquele que ama seu irmão que vê,
Como ama a Deus que não vê.
Sábio é aquele que vive e sabe viver!
Se despedir do que quer que seja nunca é algo muito simples, depois do adeus, as lembranças tomam conta de quase todos os pensamentos do dia, tornando cada vez mais doloroso o processo de aceitação da despedida.
Como tudo nesta vida, um afastamento também pode ter seu lado positivo. Quando ele está relacionado a algo que gostamos imensamente, a dor inicial é inevitável e intensa, mas não tenha dúvidas que também será passageira.
É impossível não sentir nenhum sofrimento ao se distanciar de uma pessoa querida ou algo que lhe era bem quisto. Por mais que tentemos resistir ao descontentamento, ele sempre chegará primeiro, mas isto não quer dizer que ele deve permanecer na sua vida o tempo inteiro.
Pense nas despedidas como um ponto de transição, onde se inicia mais um novo ciclo sua vida, sem a presença do que ocasionou a despedida. Apesar de toda dificuldade, caso o distanciamento seja irreversível, faça o possível para focar apenas nas lembranças positivas.
Não se concentre no lado ruim da despedida, faça dela um momento de reflexão e a utilize como mais um ponto de partida, onde infelizmente a presença não pode ser mais esperada, mas as boas recordações permanecerão para o resto da vida.
Minha querida esposa, hoje celebramos mais um aniversário de casamento. Além de um motivo para celebrarmos, temos sobretudo mais uma razão para estarmos orgulhosos do caminho que construímos juntos até aqui.
É fácil amar alguém como você, uma verdadeira mulher que sabe ser carinhosa, diligente e esforçada em tudo que faz. Só peço a Deus que me dê oportunidade de ficar ao seu lado eternamente.
Havia, certa vez, um rei sábio e bom, que já se encontrava no fim de sua vida.
Certo dia, pressentindo a chegada da morte, chamou seu único filho, que o sucederia no trono, tirou do dedo um anel e deu-o a ele dizendo: – Meu filho, quando fores rei, leva sempre contigo este anel. Nele há uma inscrição. Quando estiveres vivendo situações extremas de glória ou de dor, tira-o e lê o que há nele.
E o rei morreu, e seu filho passou a reinar em seu lugar, sempre usando o anel que o pai lhe deixara. Passado algum tempo, surgiram conflitos com um reino vizinho, que acabaram culminando numa terrível guerra. O jovem rei, à frente do seu exército, partiu para enfrentar o inimigo. No auge da batalha, seus companheiros lutavam bravamente. Mortos, feridos, tristeza, dor... O rei lembra-se do anel, tira-o e lê a inscrição: ISTO TAMBÉM PASSARÁ.
E ele continua a luta. Perde batalhas, vence outras tantas, mas ao final, sai vitorioso. Retorna, então, ao seu reino e, coberto e glória, entra em triunfo na cidade. O povo o aclama. Neste momento ele se lembra do seu velho e sábio pai. Tira o anel e lê: ISTO TAMBÉM PASSARÁ.
Quando estamos a sós, quando teu corpo enlaço e mergulho meu rosto em teus cabelos soltos, por Deus, nem sei o que sinto, o que faço.
Há em mim a confusão de desejos revoltos tendo os lábios aos teus longamente apertados, misturo em nossa boca a nossa própria vida, e ao te sentir pesar em meus braços vencida, o mundo é um caos que gira em meus olhos cerrados.
Quando encontro em meu corpo o teu corpo macio, os seios soltos, nus, fremindo no meu peito.
Abraço-te numa ânsia e depois que te estreito, sou como um tronco em queda a soltar-se num rio.
Eu te quero, te quero e te desejo.
Esse amor que me dás é uma alucinação que cega os meus sentidos.
Meus braços te enlaçando querem sempre mais, até que nossos corpos rolem confundidos...
Não há nada no mundo, eu junto a ti sou, sou franco, desprezo todos os tesouros para poder beijar o teu pescoço, desmanchar com as mãos os teus cabelos.
Sou teu, cobre-me de carícias que me sinto nu, e aperta-me a teu peito que em teus braços morro.
Te quero...