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Minha mãe, enquanto você viveu cultivou à sua volta tanto amor, tanta bondade e beleza que nem mil vidas poderão apagar a marca que você deixou. Eu também sou parte dessa marca, e sou o pedaço mais orgulhoso.

Sinto muito a sua falta, do seu colo, das suas palavras sábias, do seu carinho e amparo. Mas hoje a dor da sua partida virou serena saudade, uma saudade que eu sei será eterna.

Sei que tive muita sorte de ter tido você como mãe, de ter crescido e aprendido a viver pela mão de uma mulher tão fantástica quanto você, e por isso sinto gratidão.

Amo você, hoje e para sempre, pois do meu coração você jamais partirá!

Reza a lenda que um monge, próximo da idade para se aposentar, precisava encontrar um sucessor.
Entre seus discípulos, dois já haviam dado mostras de que eram os mais aptos, mas apenas um poderia sucedê-lo.
Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio para colocar a sabedoria dos dois à prova.
Ambos receberam alguns grãos de feijão que deveriam colocar dentro dos sapatos, para então empreenderem a subida de uma grande montanha.
Dia e hora marcados, começa a prova.
Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar.
No meio da subida, parou e tirou os sapatos.
As bolhas em seus pés já sangravam causando-lhe imensa dor.
Por causa disso ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista.
Prova encerrada, todos voltam ao pé da montanha para ouvirem do monge o óbvio anúncio.
Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta ao seu oponente como é que ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos:
- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei – foi a resposta.
Carregando feijões ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar a vida.
Problemas são inevitáveis. Já a duração do sofrimento é você quem determina...
APRENDA A COZINHAR SEUS FEIJÕES!

Nossa quem é você?
Quem é você que me surpreende sem querer? Quem é você que com seu jeito meigo, doce me faz sofrer? Quem é você que a cada dia me faz viver? Quem é você que tem um pouco de anjo me acalma? Quem é você que tem um pouco de santa toca minha alma? Quem é você que faz milagre em mim, me salva? Quem é você minha pequena, doce ternura? Quem é você de voz tenra, pura? Quem é você que com seu olhar me censura? Quem é você que faz arder meu coração? Quem é você que causa tanta emoção? Quem é você que atenta paixão? Quem é você que faz lágrimas de meus olhos cair? Quem é você que com poucas palavras me faz sorrir? Quem é você que me mostra o caminho por aonde eu ir? Quem é você que é tudo em minha vida? Quem é você que cura minha ferida? Quem é você?
Ah, sim... É minha grande amiga!

Um menino vivia com sua avó quando sua casa incendiou-se. A avó, tentando alcançar o andar superior para salvar o menino, morreu nas chamas. Os gritos do menino por ajuda finalmente foram respondidos por um homem que subiu por um cano de esgoto de ferro e voltou para baixo com o menino pendurado ao seu pescoço.
Várias semanas mais tarde, uma audiência pública foi realizada para determinar quem receberia a custódia da criança. Um fazendeiro, um professor e um cidadão bem sucedido do povoado apresentaram suas razões pelas quais sentiam que deveriam ser escolhidos para dar um lar ao menino.
Enquanto conversavam, os olhos do menino permaneciam fixos no chão. Então, um estranho avançou e lentamente tirou as mãos dos bolsos, revelando terríveis cicatrizes nelas.
Enquanto a multidão assistia, o menino chorou em reconhecimento. Aquele era o homem que tinha salvado sua vida. Suas mãos tinham sido queimadas quando subiu o cano quente. Com um salto o menino jogou seus braços em torno do pescoço do homem.
Os outros homens silenciosamente saíram, deixando o menino com seu salvador. Aquelas mãos danificadas tinham encerrado o assunto.
Este relato é bom para nos fazer lembrar que há alguém cujo corpo teve as mãos terrivelmente feridas por pregos numa missão de salvamento. É este alguém que, acima de qualquer interesse, merece ter a nossa custódia e por nossa própria e espontânea vontade.

Passamos a vida em busca da felicidade. Procurando o tesouro escondido. Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade. Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva em um passe de mágica. E achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.

E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem para casa para serem felizes. Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes. Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do normal para serem felizes.

Uma busca infinda. Anos desperdiçados.

Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto. Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos. Mas há uma forma melhor de viver!

A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim. É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa. E jamais está à venda. Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós para termos alegria, estamos fadados à decepção.

A felicidade não tem nada a ver com conseguir. Consiste em nos satisfazer com o que temos e com o que não temos. Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio, ao mesmo tempo nenhuma fortuna satisfaria um inconformado.

As necessidades de cada um de nós são poucas. Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a esperar, seremos felizes. Saiba: a única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida. Repartir suas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo. Desejo muitas Felicidades!