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Procura-se uma alma de criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos...
Ela pulava, ria e ficava feliz com seus brinquedos velhos... Exultava quando ganhava brinquedos novos, dando vida a latinhas, barbantes, tampinhas de refrigerantes, bonecas, soldadinhos de chumbo e figurinhas...
Batia palmas quando ia ao circo, quando ouvia músicas de roda, quando seus pais compravam sorvete: "chikabon, tombon, eskibon..." Tudo danado de bom!
Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava quando ia visitá-la... Chorava quando arranhavam seus brinquedos: aquele aparelho de chá cheio de xícaras com que servia as bonecas ou os carrinhos de guindaste, tratores e furgões.
Fazia beiço quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza, sua inocência, sua esperança, sua enorme vontade de ser uma grande figura humana, que não somente sonhasse, mas que realizasse coisas importantes em um futuro que lhe parecia ainda tão longínquo.
Onde ela está? Para que lado ela foi? Quem a vir, que venha nos falar... Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco da alegria de nossa infância e deixando a alma dar gargalhadas, pois, afinal, "ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda".
Para não deixar morrer a criança que todos temos dentro de nós... Deixe-a sair, brincar e sonhar... Uma das poucas coisas que ainda Podemos fazer sem ter de pagar impostos!

Vocês não estão mais entre os mortais, já não caminham com pés de carne e osso, mas em cada etapa, em cada vitória minha, sinto como vocês voam com asas de anjo ao meu lado, meus queridos e saudosos pais!

E a vocês agradeço, com o coração carregado de uma eterna saudade, pelo amor que mesmo depois de terem partido, deixaram comigo, e por todos os ensinamentos que diariamente me guiam. Meus queridos pais, que eu possa em vida honrar sua memória!

Bem falar de você é muito fácil, mas tem que conhecer bem você,
Para saber que por trás daquele jeito durão e daquela cara de brava que muitas vezes você transparece, existe na verdade um doce de amiga, companheira, super frágil e sempre preocupada em ajudar os amigos.
É por isso amiga que deixo aqui registrado que a nossa amizade não é de ontem e sim de outras vidas porque faça chuva ou faça sol, cheguem outros amigos ou não, nos encontremos todos os dias ou não, sempre seremos amigas uma da outra.

Conhece a fábula da cenoura presa ao cavalo? Ao vê-la em sua frente – pendurada em um pedaço de pau amarrado sobre as costas do animal -, o cavalo avança sempre, para alcançá-la! O truque é mantê-la presa sempre à distância para que ele nunca pare de sonhar em abocanhá-la! E assim ele vai indo sempre cada vez mais longe...
Assim é o sonho.
Todos nós precisamos de alguma coisa pela qual valha a pena lutar. O sonho transforma as pessoas de observadores a participantes ativos da vida.
Deixamos de seguir ao sabor do vento.
Nosso sonho passa a ser "o" nosso caminho com muito mais chances de sucesso!
Portanto, ouse sonhar. Acredite e trabalhe para que ele se realize. Faça isso sem prensar em problemas ou obstáculos.
A história está aí cheia de exemplos de homens e mulheres que enfrentaram dificuldades, mas – mesmo assim – alcançaram o sucesso. A diferença é que eles não desistiram, não pararam no meio do caminho. Isso se chama ação e fé!
"Impossível"! Descarte essa palavra do seu dicionário.
Faça correções de curso se assim for preciso. Isso é normal.
O sonho vai lhe dar razão para prosseguir, um caminho a seguir, um alvo a alcançar.
Lembre-se sempre o que dizia o poeta Mário Quintana: "Sonhar é acordar-se pra dentro".

Seiscentos e sessenta e seis

a vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas: há tempo...
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, passaram sessenta anos...
Agora é tarde demais para ser reprovado.
E se me dessem - um dia - uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio.
Seguia sempre, sempre em frente...

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.