Casar nunca foi meu sonho, mas se eu soubesse antecipadamente que o casamento ia fazer de mim a pessoa mais feliz do mundo, eu teria ansiado o dia do nosso matrimônio!
Mas a questão não está no ato de casar, mas na pessoa com quem casei – você, meu bem! Você me dá tudo que preciso, você cria e resolve necessidades em mim que até eu desconhecia. Você é a pessoa mais fascinante e maravilhosa que conheço. É por isso que prometo que meu amor nunca vai esmorecer!
Descobri sete cores no Arco-íris E um pote de ouro ele escondia. Imaginava que as nuvens fossem feitas De algodão doce. Pensava que as chuvas fossem lágrimas, Lágrimas dos Anjos... Acreditava em sonhos, Fadas e até mesmo em papai-noel. Imaginava um engraçado Duende Me perseguindo, dando risadas, E me segurando quando eu tropeçava. Acreditava que se podia falar com os Anjos, E até mesmo pedir conselhos... Acreditava em contos de fadas e até mesmo em lendas. Acreditava que a Lua fosse a esposa do Sol, E que as estrelas fossem frutos de um amor. Eu era inocente demais Pois até no seu amor eu acreditei, Acreditei nas suas palavras e nos seus gestos. Hoje duvido do Amor... Dúvidas que ACREDITO Que um dia se tornará CERTEZAS...
Feliz Aniversário, irmã! Já tivemos nossas brigas – e não foram poucas, já viramos costas um ao outro e já desconstruímos a personalidade de cada um, mas tudo isso aconteceu quando éramos crianças e muito jovens ainda.
Hoje, nossa ligação é indestrutível e interminável. Você é mais que minha irmã mais velha: é minha mentora, minha estrada, meu caminho. Tenha um dia muito feliz, querida irmã!
Em tempos difíceis, como quando atravessando um período de doença, é fundamental manter a fé e a esperança vivas e ativas. Nunca desista de lutar, pois desistir é o primeiro passo rumo à derrota.
Seja forte e confiante. Seja persistente na sua fé, Deus irá ajudar você. Mantenha a esperança viva em um amanhã radiante de felicidade, pois ele irá chegar!
A geografia da cidade é plana – traçada a direito pelos roteiros que percorremos. Todos os rostos me sobressaltam com a tua imagem. Penso sempre que podes aparecer, de súbito, na dobra de uma rua, no trajeto para o trabalho, numa divisão da casa.
É uma espécie de ansiedade abafada, constante, que corresponde a um ponto exato do corpo – fica ali, entre o coração e o estômago a meio caminho de nada e entre tudo o que é vital. Dizem que o amor sem sofrimento não é amor. Talvez não seja só masoquismo. Talvez esta agonia toda amadureça algo dentro do peito: valoriza-se o momento porque se passou pela ausência. amacia-se a voz porque se conhece o desespero. aumenta-se a doçura porque se passou pela dor!
Foi assim que aprendemos a conhecer o fundo do coração – entre a presença e a ausência, entre a luz e as trevas, entre o amor a dor. Foi assim que resistimos a tudo e a todos mas principalmente a nós – a esta vontade de destruir a dor a qualquer preço.
Acabamos sempre rendidos por um amor maior que de tão amargo se fez doce e de tão fundo se fez permanente.
E de tão longe que estás não te digo que tenho saudades tuas.
Este disparate de ter saudades faz com que os grandes acontecimentos desapareçam, lembramo-nos dos outros acontecimentos, ínfimos, isolados, na amálgama dos dia, aquelas coisas que de tão integradas na pele são incapazes de provocar, por si, só uma alteração no rumo de uma manhã. De repente recordo-me do teu cabelo molhado nesse hábito que tens de odiares guarda-chuvas.
Afinal és todas as pequeninas coisas do quotidiano, as coisas simples – é delas que tenho saudades: tomar café contigo, rir, dizer palavras inócuas como bom dia, seres a última e a primeira imagem que vejo ao adormecer e ao acordar e então pergunto-te: não será isto maior que dizer que tenho saudades tuas?