Sonho sonhando, sonho acordada. Já pouco importa se durmo, se os olhos estão abertos. O coração comanda todos os demais sentidos e sob as suas ordens eles sofrem em conjunto a sua ausência... Quero você de volta! Meu peito dói, meu coração grita, pois preciso voltar a chamar você de 'meu namorado'!
Ainda te amo! Eu nunca deixei de amar!
Por vezes nos deixamos levar por ventos que nos afastam daqueles a quem mais amamos, mas agora tudo ficou claro e eu preciso ter seu sorriso de volta. Preciso que seu olhar se fixe no meu e nossos corações voltem a bater de forma sincronizada. Preciso de você de volta à minha vida, pois sua ausência dói mais que a mais intensa das dores físicas. Esta ataca o coração, a alma, o peito, e lentamente mata por dentro sem que seja detectável pelo exterior!
Naquela comunidade de franciscanos, frei Teófilo era o responsável pela sopa dos pobres. Todos os dias de manhã, ia recolher verduras e legumes na horta, trazia ossos do açougueiro da vila (para aproveitar o tutano) e depois preparava uma substanciosa sopa num grande caldeirão de ferro. Enquanto a sopa cozia, aproveitava para fazer um exercício devocional individual.
Muitos anos continuou ele nesse serviço e nesta devoção. Um dia, embora de olhos fechados em prece, percebeu uma luminosidade incomum no ambiente. Abriu os olhos e viu, rodeada por intensa luz, a figura viva do Cristo à sua frente! Instintivamente Teófilo se prostrou. Seu coração batia descompassadamente, ameaçando romper-se de alegria!
Mas seu arrebatamento foi interrompido: a campainha da porta da rua soou estridentemente, eram os pobres! Teófilo titubeou: — Oh! Jesus! Como deixar esta revelação pela qual aspirei e esperei a vida inteira. E que direito têm os pobres de interromper este êxtase sublime?
Ergueu implorativo olhar, mas o Mestre apenas o observava, atentamente. A campainha tocou outra vez. Movido pelo dever, o frade suspirou, inclinou-se ante o Cristo e correu à cozinha. Tomou o caldeirão e a concha e dirigiu-se à porta. Os pobres já estavam nervosos. Teófilo os serviu pacientemente, mas ainda estava ansioso e emocionado.
Quando terminou sua tarefa, tornou à cozinha, deixou ali os apetrechos e olhou esperançoso para seu quarto: ainda estava esplendidamente iluminado!
Entrou: Cristo o esperava! Comovido e jubiloso ajoelhou-se e, então, o Mestre lhe disse: – Teófilo, Eu me teria ido... Se tivesses ficado...!
Sinto que chegou a hora, já não posso mais. Tentei tudo que podia, cheguei ao meu limite, agora vou embora e não volto atrás. Vou sentir saudades, sei que meu peito vai doer. Mas não posso suportar este jeito de viver.
Você me faz sofrer, só recebo ingratidão. Cansei de machucar o meu pobre coração. Você me trata com descaso, e eu por você de um tudo faço. Mas agora chega, e dessa vez é para valer. Já tentei outras vezes, mas voltei porque acreditava no nosso amor. Desta vez tenho certeza que o meu sentimento por você acabou.
Chega uma hora na vida que é preciso escolher, ou amo a mim ou me deixo matar pelo meu amor por você. Eu escolho viver. E vou viver longe de você.
Se você mantiver os olhos abertos, sempre há algo para ver
"Eu amo as cores. Tenho de tê-las. Adoro aquarelas, lápis de cera, pastéis, marcadores, tintas, quanto mais variados, melhor. Tenho de estar o tempo todo fazendo algo e me ocupando. Caso contrário, a vida fica muito monótona. Vou até a clínica e ajudo. Não importa o que eu faça lá – encher envelopes, colocar etiquetas em pastas, qualquer coisa que eles precisem que seja feita. E o tempo todo, fico assistindo ao espetáculo. A equipe corre de um lado para o outro, os pacientes tentam conseguir o que querem. Todos estão fazendo suas coisas e eu tenho um assento na primeira fila. É assim que vou seguindo em frente. Não sinto pena nenhuma de quem fica sentado em casa, reclamando que não tem vida. Se quiserem dar uma olhada, há um mundo inteiro aqui fora." Lila Lane 77 anos
A gentileza nunca é desperdiçada
"Eu não acredito que tenha quase cem anos e ainda possa lhe contar coisas que aconteceram quando eu era uma menininha. Lembro daquele fazendeiro velho e rabugento que vivia perto de nós. Ainda posso ouvi-lo gritando conosco quando meus irmãos, minha irmã e eu cortávamos caminho pelas terras dele a caminho da escola. Mas no auge do inverno, quando a neve estava funda demais para qualquer atalho, ali estava ele, surgindo pelo caminho com a sua carroça para garantir que chegássemos à escola antes de congelarmos até a morte. Você se lembra de coisas assim, de pessoas que foram boas para você. Quando eu tinha 17 anos e estava saindo de casa pela primeira vez, pequei o trem e sentei-me de frente para uma velha senhora. Nós nos atrasamos em Chicago e ficamos sentadas ali por muito tempo. Eu estava faminta. De repente, a senhora enfiou a mão na bolsa e me deu uma maçã. Até hoje, sinto o gosto dessa maçã." Agnes McDougal 98 anos
Se hoje eu estou feliz, devo muito á você, que sempre foi uma cunhada especial, uma cunhada que sempre me orientou, me defendeu, me protegeu.
Uma cunhada que depositou em mim, sua confiança, sua atenção, e eu sou grato, muito grato a você. Por isso, venho participar desta alegria, dessa festa de amizade.
Quero continuar pedindo a Deus que te ilumine, que te proteja, que te abençoe, e faça de você a mulher mais realizada dessa vida.
Se eu puder, quero sempre estar por perto, para te aplaudir, para te agradecer por tudo o que você tem sido na minha vida.
Se um dia, você de mim precisar, conte comigo, vou estar de braços abertos e passos largos, para ir ao seu encontro, cunhada.
Muita saúde e sucesso. Você é muito especial para mim, Nunca se esqueça disso.