Vamos deixar as mágoas e tristezas pra lá, pois se continuar assim, nessa teimosia sem trégua, poderemos estar jogando fora um grande amor forte e único.
Precisamos ser mais tolerantes, se não assumirmos alguns erros de parte a parte, talvez sejamos capazes de matar algo de bom, belo e humano que levou tempo para ser construído. Estou deixando o orgulho de lado para lhe pedir desculpas se te magoei em gestos, em palavras ou mesmo em omissões.
O afastamento não é, absolutamente, a solução para os nossos problemas. Se não formos um pouco mais espertos, talvez não tenhamos tempo para reparar o erro que estamos cometendo agora.
Se você queria ouvir desculpas de minha parte, estou fazendo isso neste momento, em nome do nosso amor. Aceite, por favor. Perdoe-me logo e vamos dar a esta nossa linda relação uma nova história de amor, carinho e muita felicidade.
Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou: – Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa? Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi: – Estou ouvindo um barulho de carroça. – Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia... Perguntei ao meu pai: Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos? Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz. Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa: falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e, querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, Tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: "Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz..."
Eu sem você,
Não tenho porque
Porque sem você
Não sei nem chorar
Sou chama sem luz
Jardim sem luar
Luar sem amor
Amor sem se dar
Em sem você
Sou só desamor
Um barco sem mar
Um campo sem flor
Tristeza que vai
Tristeza que vem
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Ah, que saudade
Que vontade de ver renascer nossa vida
Volta, querida
Os meus braços precisam dos teus
Teus braços precisam dos meus
Estou tão sozinho
Tenho os olhos cansados de olhar para o além
Vem ver a vida
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Um exemplo de resistência, é isso que vejo em você, vovó! Não deve existir no mundo avó mais batalhadora que você. Por tudo aquilo que tenho descoberto, seu jeito é muito especial e capaz das maiores proezas.
Tenho muito orgulho em ter uma avó guerreira, com tantas histórias de luta e conquista por contar, com tantos exemplos de força e superação. Agradeço por tudo, vovó! Adoro você!
A professora Ana Maria pediu aos alunos que fizessem uma redação e nessa redação o que eles gostariam que Deus fizesse por eles. À noite, corrigindo as redações, ela se depara com uma que a deixa muito emocionada. O marido, nesse momento, acaba de entrar, a vê chorando e diz:
"O que aconteceu?" Ela respondeu: "Leia". Era a redação de um menino.
"Senhor, esta noite te peço algo especial: me transforme em um televisor.
Quero ocupar o seu lugar. Viver como vive a TV de minha casa. Ter um lugar especial para mim, e reunir minha família ao redor... Ser levado a sério quando falo... Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem questionamentos.
Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona. E ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado. E que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de ignorar-me.
E ainda que meus irmãos "briguem" para estar comigo. Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, que eu possa divertir a todos.
Senhor, não te peço muito... Só quero viver o que vive qualquer televisor!"
Naquele momento, o marido de Ana Maria disse:
"Meu Deus, coitado desse menino. Nossa, que coisa esses pais".
E ela olha:
"Essa redação é do nosso filho".