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Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas.

Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória obtida sofrerá também uma derrota.

Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.

Sun Tzu

O momento mágico das festas de final de ano, é que todo o espírito de esperança para recomeçar está no ar e de repente, em um momento fugaz, os fogos de artifício anunciam que o ano novo está presente e o ano velho ficou para trás.

As taças se cruzam e o champanhe borbulhante anuncia que o ano velho se foi e o ano novo chegou. De repente os olhos se cruzam, as mãos se entrelaçam e os seres humanos em um abraço caloroso, em um só pensamento, exprimem um só desejo e uma só aspiração: paz, amor e muita felicidade. Boas festas!

Existiu um lenhador viúvo que acordava ás 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.

Ele tinha um filho lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.

Todos os dias o lenhador ia trabalhar e
deixava a raposa cuidando de seu filho.

Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com a sua chegada.

Os vizinhos do lenhador alertavam que a
raposa era um bicho, um animal selvagem,
e portanto, não era confiável.

Quando ela sentisse fome comeria a criança.

O lenhador sempre retrucando com os vizinhos e falava que isso era uma
grande bobagem.

A raposa era sua amiga e jamais faria isso.

Os vizinhos insistiam:

- "Lenhador abra os olhos! A raposa vai
comer seu filho."

- "Quando sentir fome, comerá seu filho!"

Um dia o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada...

O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa...

Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta...

O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.

Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar... e principalmente não tome decisões precipitadas...

Sempre que eu penso em você, não é fácil esconder.
Nos meus olhos, todos podem ver a saudade que eu sinto de você.
Dói lembrar tanto amor que te dei, amor este que você nunca soube reconhecer.
E no meio a tantas lembranças, sinto falta deste amor que um dia me trouxe alegria e esperança.
E hoje, hoje eu já não sei se algum dia seu amor, este amor já foi meu. Mas o meu amor, este lindo amor, para sempre será seu.
E onde quer que eu vá você estará em meu coração, pois eu te amo e você sabe meu amor, que eu vivo pensando em você.

Uma tarde, certa mãe muito atarefada, ao promover uma limpeza geral na casa apelou para o filho de onze anos, pedindo-lhe ajuda nessa atividade. Coube-lhe, então, o dever de limpar os móveis, começando de cima para baixo, ainda com a responsabilidade de retirar todos os objetos acumulados sobre eles, para que melhor pudesse retirar toda a poeira ali amontoada desde a última faxina.
O garoto servindo-se de uma pequena escada de dois degraus, iniciou seu trabalho. Depois de algumas horas, estavam limpos os móveis das duas salas e dos quartos. Finalmente chegou àquele quarto onde eram colocados objetos mais antigos – alguns aproveitáveis e outros não. Havia realmente muito o que fazer ali.
Quando começou pôr abaixo tudo o que estava colocado em cima de uma velha prateleira, o garoto deparou-se com um volume grosso, já amarelecido, empoeirado e metido entre latas, ferramentas e tantas outras quinquilharias encostadas. Com o livro já nas mãos, o pequeno chamou a mãe e foi dizendo:
– Olha, mãe, achei essa coisa velha, empoeirada e até com cheiro de mofo. Veja só como está horrível... Posso jogar no lixo?
A mãe, que por um pouco havia deixado os seus próprios afazeres a fim de atender ao chamado do filho, vendo que aquilo que o garoto chamava de coisa era a Bíblia da família, disse-lhe em tom contrito: – Meu filho, tome cuidado com este livro porque ele é sagrado, é o livro de Deus! Imagine, atirar ao lixo este volume...
– Livro de Deus, mãe? Então, antes que as traças o destruam, o melhor é devolvê-lo ao Dono, pois aqui em casa nunca o usamos e quem sabe Deus encontre alguém interessado nele...