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O amor nos tira o sono, nos tira do sério, tira o tapete debaixo dos nossos pés,
faz com que nos defrontemos com medos e fraquezas aparentemente superados,
mas também com insuspeitada audácia e generosidade.

E como habitualmente tem um fim - que é dor - complica a vida.
Por outro lado, é um maravilhoso ladrão da nossa arrogância.
Quem nos quiser amar agora terá de vir com calma, terá de vir com jeito.
Somos um território mais difícil de invadir, porque levantamos muros, inseguros de nossas forças disfarçamos a fragilidade com altas torres e ares imponentes.

A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento,
entender com mais tranquilidade, querer com mais doçura. Às vezes é preciso recolher-se.

Lya Luft

Teus olhos te ensinarão o que e lágrimas, aquelas que eu disse que ardiam tanto... o nome do enjoo que você vai sentir e arrependimento, e a falta de fome que vira chama-se tristeza... Quando nada de bom te acontecer, e ninguém te olhar com meus olhos encantados, você enfrentara a famosa solidão. A partir daí o que acontecera, chama-se surpresa, e provavelmente o remédio para todas essas sensações acima... e o tal tempo que você tanto me falava.

Um menino, com voz tímida e olhar de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do
trabalho: - Papai! Quanto o Senhor ganha por hora?
O pai, num gesto severo, responde: - Escute aqui, meu filho! Isto nem tua mãe sabe. Não
amole! Estou cansado.
Mas, o filho insiste: - Mas, papai, por favor... diga quanto o Senhor ganha por hora...
A reação do pai foi menos severa, e respondeu: - R$3,00 por hora.
- Então, papai, o Senhor pode me emprestar R$1,00? O pai, cheio de ira, e tratando o
filho com brutalidade, respondeu: - Então, esta era a razão de querer saber quanto eu
ganho? Vá dormir e não me amole mais. Estou cansado!
Já era noite quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado.
Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo.
Querendo descarregar sua consciência doída, foi até o quarto do menino e, em voz baixa,
perguntou: - Filho... está dormindo? - Não, papai. Respondeu o sonolento garoto. -
Olha, aqui está o dinheiro que me pediu.
- Muito obrigado, papai!... disse o filho, levantando-se e retirando R$2,00 de uma
caixinha que estava sob a cama: Agora já completei! Tenho R$3,00! Poderia me dar agora
uma hora de seu tempo?
Se você não tem um filho, pense em alguém que você ama..

Hoje é o aniversário do nosso namoro, mas a razão da minha felicidade vai muito além disso. Sinto uma alegria indescritível por olhar para trás e ver todo caminho que percorremos juntos e uma satisfação indescritível por ter ao meu lado alguém que considero especial.

Na verdade, só posso agradecer e retribuir o carinho que me foi dado durante este tempo em que estivemos unidos. Eu amo você com todas as minhas forças e quero que este nosso sentimento permaneça para sempre!

O que diz o espinho quando fura a mão que se direciona à flor? O que quer a fonte com a insistência de vencer obstáculos até ser envolvida pelo abraço do mar? O que custa à semente a missão de produzir nova vida? O que faz alguém sacrificar sua identidade para que os outros se identifiquem? O que faz um pai sombrear seus sonhos para que a vida seja refletida na realização de seus filhos? E a mãe, que logo após o sacrifício do parto, se reconstitui aconchegando seu recém-nascido? O que moveu o Criador a nos criar à Sua imagem e semelhança? O que nos deixa em ruínas quando somos separados de alguém que nos faz bem? O que diz o último suspiro quando o corpo decide não querer continuar? O que diz o lamento na hora do aceno de um adeus? O que diz o abraço na hora do tão esperado encontro? O que nos revela a ansiosa espera por nossa outra metade? O que é o ato de misericórdia, de compaixão, de ser solidário ou de dar a mão? O que é capaz de reerguer alguém depois da decepção? O que é o vínculo que faz unir dois seres, fiando o destino de duas vidas? O que é o selo que identifica a renovação de uma vida? O que é o pôr do sol, a noite de luar, o cancioneiro melodiando sua inspiração? Ah! O que é o recheio da vida senão o amor?