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Você já comparou os filhos com navios? Ao olharmos um navio no porto, imaginamos que ele esteja em seu lugar mais seguro, protegido por uma forte âncora. Mal sabemos que ali está em preparação, abastecimento e provisão para se lançar ao mar, ao destino para o qual foi criado, indo ao encontro das próprias aventuras e riscos.
Dependendo do que a força da natureza lhes reserva, poderá ter que desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos. Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais enriquecido pelas diferentes culturas percorridas. E haverá muita gente no porto, feliz à sua espera.
Assim são os filhos. Estes têm nos pais o seu porto seguro até que se tornem independentes. Eles nasceram para singrar os mares da vida, correr seus próprios riscos e viver suas próprias aventuras levando consigo o sonho de ser feliz. Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que se guarda num esconderijo para ser doada, ou transmitida a alguém.
O lugar mais seguro que o navio pode estar é o porto. Mas ele não foi feito para permanecer ali. Eles devem navegar mar adentro e encontrar o seu próprio lugar, onde se sintam seguros, certos de que deverão ser, em outro tempo, este porto para outros seres.
Ninguém pode traçar o destino dos filhos, mas podem ajudar a preparar a bagagem com valores como: Humildade, Humanidade, Honestidade, Disciplina, Gratidão e Generosidade.
Os pais podem querer o sorriso dos filhos, mas não podem sorrir por eles. Podem desejar e contribuir para a felicidade dos filhos, mas não podem ser felizes por eles.
Devem se orgulhar em ver os filhos – como navios – partirem de seu porto para as próprias conquistas e aventuras.
Mas... como é difícil soltar as amarras...

Todos os sonhos que tinha com você desapareceram no ar! Sinto que estou vazia, sabe? Você me decepcionou tanto que nada mais me dá calor, cor, alegria.

É triste, mas você estragou tudo! Estragou o que poderia ser uma linda história de amor; estragou todos os anos de união que construímos.

Na verdade, acho que você destruiu sua grande chance de ser e fazer feliz alguém que merece o melhor da vida. Mas agora não adianta ficar chorando! Vamos procurar ser felizes.

Atentei na minha repreensão; pois eis que vou derrama meus lamentos e aflições
Mas antes rejeitastes todos os meus conselhos antes que os dizeres primeiro, e não quisestes minha repreensão
Vindo a sua perdição como tormento. Me buscaram de madrugada e não acharão
Pois só com fé se destacarão no meio da multidão
Não aceitarão meu conselho e desprezarão todos os meus tormentos
Portanto comerão do fruto de seu caminho e farta-se de seus próprios conselhos
Por que o erro dos simples o matará e o desvario dos insetos o destruirá
Mas se em mim por confiança e fé estará livre do temor do mal e da repreensão dos simples...

Você é mais que meu irmão mais velho, é meu ídolo! Nunca vou esquecer todas os momentos maravilhosos que passamos juntos desde que me lembro de existir.

Sua proteção nunca foi demais, foi suficiente, e seus ensinamentos continuam a ser passos de sábio que dou na vida. Você é tudo para mim – tudo! Todos os meus sorrisos dependem de seu bem-estar. Te adoro, meu irmão!

DEUS É ETERNO. Se ele tivesse tido um começo, teria saído do nada, ou, então, teria sido criado por um ser anterior. É assim que, pouco a pouco, remontamos ao infinito e à eternidade.

É IMUTÁVEL. Se Ele estivesse sujeito a mudanças as leis que regem o Universo não teriam nenhuma estabilidade.

É IMATERIAL. Quer dizer, sua natureza difere de tudo o que chamamos matéria, pois de outra forma Ele não seria imutável, estando sujeito às transformações da matéria.

É ÚNICO. Se houvesse muitos Deuses, não haveria unidade de vistas nem de poder na organização do Universo.

É TODO-PODEROSO. Porque é único. Se não tivesse o poder soberano, haveria alguma coisa mais poderosa ou tão poderosa quanto Ele, que assim não teria feito todas as coisas. E aquelas que ele não tivesse feito seriam obra de um outro Deus.

É SOBERANAMENTE JUSTO E BOM. A sabedoria providencial das leis divinas se revela nas menores como nas maiores coisas, e esta sabedoria não nos permite duvidar da sua justiça nem da sua bondade.

Allan Kardec