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Eu não sei como dizer, só sei que você
É muito especial para mim, que chegou
Na minha vida de uma forma inexplicável,
Que você é tudo!
Desculpe se não amei você o quanto era
Necessário. Se falei o que não era preciso.
Desculpe se em vez de sim disse não
E feri seu coração.
Desculpe se achei que era muito para você
E feri você sem pensar.
Desculpe se pensei que tudo era mais
Importante que eu e você!
Desculpe se lembrei do mundo
E esqueci de você!

Meus queridos amigos, é com muita alegria que mais uma vez recebemos o Natal em nossas vidas. E o simples, e ao mesmo tempo maravilhoso fato de estarmos todos aqui para comemorar já é motivo suficiente para agradecer.

O ano que está acabando pode ter trazido desafios para a sua vida, pode ter colocado difíceis obstáculos em seu caminho, mas tenha certeza de que o espírito do Natal e as luzes e boas energias que essa época do ano nos traz, irão curar tudo de mal que possa ter acontecido, e vão lhe reenergizar para começar um novo ano com muita força e ânimo de viver.

Deixo o meu abraço muito forte e muita energia positiva para todos. Que o Natal de todos vocês seja maravilhoso e que o Ano Novo comece com o pé direito! Felicidades e boas festas aos meus queridos amigos!

Me parece que podemos, com maior razão, distinguir o amor em função da estima que temos pelo que amamos, em comparação com nós mesmos. Porque quando estimamos o objecto do nosso amor menos que a nós mesmos, temos por ele apenas uma simples afeição; quando o estimamos tanto quanto a nós mesmos, a isso se chama amizade; e quando o estimamos mais, a paixão que temos pode ser denominada como devoção. Assim, podemos ter afeição por uma flor, por um pássaro, por um cavalo; porém, a menos que o nosso espírito seja muito desajustado, apenas por seres humanos podemos ter amizade. E de tal maneira eles são objeto dessa paixão que não há homem tão imperfeito que não possamos ter por ele uma amizade muito perfeita, quando pensamos que somos amados por ele e quando temos a alma verdadeiramente nobre e generosa.

Quanto à devoção, o seu principal objeto é sem dúvida a soberana divindade, da qual não poderíamos deixar de ser devotos quando a conhecemos como se deve conhecer. Mas também podemos ter devoção pelo nosso príncipe, pelo nosso país, pela nossa cidade, e mesmo por um homem particular quando o estimamos muito mais que a nós mesmos. Ora, a diferença que há entre esses três tipos de amor se manifesta principalmente pelos seus efeitos; pois, como em todos nos consideramos juntos e unidos à coisa amada, estamos sempre dispostos a abandonar a menor parte do todo que compomos com ela, para conservar a outra.
Isto nos leva, na simples afeição, a sempre nos preferirmos ao que amamos; e, na devoção, ao contrário, a preferirmos a coisa amada e não a nós mesmos, de tal forma que não hesitamos em morrer para a conservar. Frequentemente se viram exemplos disso, nos que se expuseram à morte certa para defender o seu príncipe ou a sua cidade, e mesmo às vezes pessoas particulares às quais se tinham devotado por inteiro.

René Descartes

Não fomos nós que escolhemos o momento em que nos tornamos primos, mas o mesmo não aconteceu em relação à nossa amizade. Um amigo não é algo que conseguimos automaticamente, mas sim uma pessoa que conquistamos e mantemos perto de nós no dia a dia. E para mim é uma honra saber que lutamos por isso e estamos agora unidos por uma relação tão forte e unida.

Você é alguém que me transmite muita alegria e que está presente sempre que preciso. É um orgulho ter um primo assim tão especial!

Tudo tem seu tempo.
Todas as coisas têm o seu tempo.
Há um tempo de nascer e um tempo de morrer.
Há um tempo de plantar.
Há um tempo de se arrancar o que se plantou.
Há tempo de matar e tempo de sarar.
Há tempo de destruir e tempo de edificar.
Há tempo de chorar e tempo de rir.
Há tempo de se afligir e tempo de dançar.
Há tempo de espalhar pedras e tempo de as ajuntar.
Há tempo de dar abraços e tempo de se afastar deles.
Há tempo de adquirir e tempo de perder.
Há tempo de calar e tempo de falar.
Há tempo de amor e tempo de ódio.
Há tempo de guerra e tempo de paz.
Reconheço que não há nada melhor do que alegrar-se e fazer o bem enquanto me resta a vida, pois ela é um dom de Deus.
E devo vivê-la da melhor forma possível.