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Bom dia! Receba estas novas vinte e quatro horas com toda a esperança do mundo, pois elas trazem infinitas oportunidades para que seja feliz. Esqueça o que ontem correu mal. Ignore tudo o que lhe fere o coração, e agarre este novo dia com toda a energia de uma alma verdadeiramente guerreira. Não existem limites para os sonhos, assim como para a realização deles. Não desista porque parece impossível ou outros dizem ser impossível. Vá, lute, tente, e se não der certo, amanhã haverá um novo dia!

Ser feliz é estar sempre em sintonia com o amor.
Ser feliz é não desistir nunca da vida...
É ser forte na fé para superar as dificuldades.
É preparar as palmas para aplaudir a vitória que Deus sempre traz na hora certa.
Ser feliz é ter coragem de agradecer sempre a vida e ao Criador de tudo por estar aqui neste planeta fantástico chamado Terra.

Estou morrendo aos poucos,
Te vendo feliz nos braços
De outro.
Estou morrendo aos poucos,
Por saber, que não são meus
Lábios que tua boca beija.
Que não é o meu corpo,
Que o teu corpo deseja
Estou morrendo aos poucos
Por saber,
Que nas noites frias,
Não sou eu a te aquecer,
Não são meus braços a
Te envolver.
Estou morrendo aos poucos
Só de imaginar,
Outras mãos a te tocar,
Outro corpo no seu a roçar.
Estou morrendo aos poucos,
Ao ver quem já me pertenceu
Dando a outro, o amor que já
Foi meu.

É otimista, feliz, sorridente. É sábio, inteligente, e raciocina antes de falar qualquer coisa, evitando passar informações deturpadas. Está sempre disposto a perdoar e compreender em qualquer situação. Jamais se deixa acomodar pela vida e se desdobra para trabalhar cada vez mais. Jamais fica ressentido, nem chora quando é magoado. Não guarda raiva, rancor ou ressentimento. Não se entristece por qualquer razão. Não sente solidão, sabe conversar com sua voz interior, procurando o tempo todo estar em sintonia com o amor. Nunca aceita sugestões negativas. Nunca tem medo da morte, de doenças, de ficar pobre ou sem dinheiro. Passa seu tempo livre como se fosse uma criança alegre e bem disposta. Policia seus pensamentos e procura analisar cada um deles. Procura sair, passear, dançar, ir a um bom teatro, restaurante. Vê tudo à sua volta como se fosse um processo de autoconhecimento.

O homem chegou em casa, naquela noite, trazendo o mau humor que o caracterizava há alguns meses. Afinal, eram tantos os problemas e as dificuldades, que ele se transformara em um ser amargo, triste, mal humorado.
Colocou a mão na maçaneta da porta e a abriu. A luz acesa na cozinha iluminava fracamente a sala que ele adentrou. Deteve o passo e pôde ouvir a voz do filho de seus quatro anos de idade:
-Mamãe, por que papai está sempre triste?
-Não sei, amor, respondeu a mãe, com paciência. Ele deve estar preocupado com seus negócios.
O homem parou, sem coragem de entrar e continuou ouvindo: -Que são negócios, mamãe?
-São as lutas da vida, filho.
Houve uma pequena pausa e depois, a voz infantil se fez ouvir outra vez: -Papai fica alegre nos negócios?
-Fica, sim, respondeu a mãe.
-Mas, então, por que fica triste em casa?
Sensibilizado, o pai de família pôde ouvir a esposa explicar ao pequenino:
-Nas lutas de cada dia, meu filho, seu pai deve sempre demonstrar contentamento.Deve ser alegre para agradar o chefe da repartição e os clientes. É importante para o trabalho dele. Mas, quando ele volta para casa, ele traz muitas preocupações. Se fora de casa, precisa cuidar para não ferir os outros, e mostrar alegria, gentileza, não acontece o mesmo em casa. Aqui é o lar, meu filho, onde ele está com o direito de não esconder o seu cansaço, as suas preocupações.
A criança pareceu escutar atenta e depois, suspirando, como se tivesse pensado por longo tempo, desabafou:
-Que pena, hein, mãe? Eu gostaria tanto de ter um pai feliz, ao menos de vez em quando. Gostaria que ele chegasse em casa e me pegasse no colo, brincasse comigo. Sorrisse para mim. Eu gostaria tanto...
Naquele momento, o homem pareceu sentir as pernas bambearem. Um líquido estranho lhe escorreu dos olhos e ele se descobriu chorando. Meu Deus, pensou. Como estou maltratando minha família.
E, ainda emocionado, irrompeu pela cozinha, abriu os braços, correu para o menino, abraçou-o com força e lhe convidou: -Filho, vamos brincar?