Jamais permitas que pedras interrompam tua caminhada: quando chegares ao teu destino teus pés estarão mais fortes. Jamais permitas que o desânimo te faça desistir das tuas metas: quando elas forem atingidas terás ânimo renovado.
Jamais permitas que maledicências roubem o teu equilíbrio emocional: quando a Verdade furar essas nuvens negras, tua saúde mental não terá sido abalada. Jamais permitas que discórdias te façam perder a Fé em teus amigos: quando chegar a calmaria não terás feito inimigos.
Jamais permitas que as críticas destrutivas afetem teu desempenho: tu perceberás que elas são apenas úteis alavancas para melhorias.
Jamais permitas que estas minhas palavras se apaguem da tua memória: elas serão alívio em tuas horas de aflições. E jamais permitas que algo neste mundo te impeça de levar iguais palavras para outros corações. Que jamais permitas
Minha vovó querida, hoje eu quero desejar a você um feliz dia, pois hoje celebramos a data que homenageia por excelência todas as vovós. Feliz dia da vovó!
Mas é claro que um dia apenas não chega para homenagear você com merecimento, pelo que o tento fazer todos os dias, e o mais que posso aproveitar sua maravilhosa companhia, sua infinita sabedoria, seu carinho e ternura sem fim.
Querida vovó, admiro e amo muito você, e de todo o coração espero poder continuar a usufruir do seu sorriso até à eternidade.
Quando estamos a sós, sinto música no ar
Parece que os Anjos cantam, os pássaros em suaves voos rasantes
Nos veem, começam a dançar...
Sinto tuas mãos seda, quem sabe veludo? Ousadas a me apalpar...
O céu silencia, quando, quimeras adolescentes
Corre! Se esconde, sobe árvores não te encontro
Sinto seu riso no ar...
Convido-te para socorrer-me pois logo o sol vai escurecer
Apenas ri... gosta de me provocar...
E na ânsia deste amor que me invade,
Me sufoca...
E, como uma queimada destruindo à mata
Me consome e eu atônito corro desesperado
Te grito... Explico o tempo que desperdiçamos para o amor
E de novo ri sarcasticamente, como criança diz: Vem me pegar?
E como um cão farejador procuro, te acho... te deito no mato e ficamos
Os dois em silêncio ouvindo a voz do vento, tão quietos como vigias
Noturnos ou pássaros na sombra, recolhidos ao mesmo galho, mas
Juntos no ninho, em paz procurando um caminho, cruzando outro caminho
Que se juntam no mesmo sentido, procurando um mesmo lugar...
Nossas mãos silenciam, não mais ousam, ficamos inertes...
nossos corações escuto!
Antes reprimidos, agora arquejantes, querendo saltar pela boca
Estamos um no outro, como se estivéssemos sozinhos...
Às vezes é difícil ter verdadeira percepção das bênçãos com que somos presenteados na vida, e apenas quando nos afastamos ligeiramente conseguimos ter uma perspectiva mais geral. Foi assim com todos vocês, minha família linda que tanto amo, e da qual agora sinto tantas saudades!
Eu sabia que tinha muita sorte por poder contar com pessoas tão maravilhosas na minha vida. Mas apenas na distância se tornou mais real a necessidade que eu tenho de cada um de vocês, e quanto minha felicidade depende de toda minha família.
Hoje suspiro com terríveis saudades de todos vocês, e anseio pela reunião; sonho com o retorno ao conforto, à segurança, carinho, apoio e amor do seio familiar. Meus queridos familiares, hoje eu envio um enorme beijo carregado de saudades a todos vocês, e deixo um 'até breve'!
Você, que reclama o que não recebe, já pensou no que não dá? Você, que se lamenta porque sofre, já pensou no quanto faz sofrer? Você, que acusa a ignorância, já avaliou seus conhecimentos?
Você, que condena o erro, já percebeu quanto erra? Você, que se diz amigo sincero, já se analisou com sinceridade? Você, que se queixa da penúria, já viu quanto possui mais que os outros?
Você, que critica o mundo, já fez algo para melhorá-lo? Você, que sonha com o céu, quanto já fez para extinguir o inferno? Você, que se diz modesto, não terá orgulho de parecer humilde?
Você, que condena o mal, tem procurado difundir o bem? Você, que deplora a indiferença, tem semeado o amor? Você, que se aflige com a pobreza, tem usado bem suas riquezas?
Você, que se dói com os espinhos, tem cultivado rosas? Você, que tanto lamenta as trevas, tem espalhado luz? Você, que se ocupa consigo mesmo, tem se preocupado com os outros?
Você, que se sente tão pequenino, tem procurado crescer? Você, que se queixa da solidão, tem buscado companhia de um amigo? Você, que se revolta contra a doença, que tem feito pela saúde?
Você, que almeja a concórdia, tem combatido a discórdia? Você, que se diz servo de Deus, tem servido para alguma coisa?