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No ano de 1476, dois homens conversam no interior de uma igreja medieval. Param por alguns minutos diante de um quadro que mostra dois anjos, de mãos dadas, descendo em direção a uma cidade. Estamos vivendo o terror da peste bubônica comenta um deles. Pessoas estão morrendo, não quero ver imagens de anjos.
-Esta pintura é sobre a Peste diz o outro.
É uma representação da Lenda Áurea. O anjo vestido de vermelho é Lúcifer, o Maligno. Repara como ele tem, preso ao cinto, um pequeno saco: ali dentro está a epidemia que tem devastado nossas vidas e as vidas de nossas famílias.
O homem olha a pintura com cuidado. Realmente, Lúcifer carrega uma pequena sacola. entretanto, o anjo que o conduz tem uma aparência serena, pacífica, iluminada.
-Se Lúcifer traz a Peste, quem é este outro que o leva pela mão?
-Este é o anjo do Senhor, o mensageiro do Bem. Sem sua permissão, o Mal jamais poderia se manifestar.
-O que está fazendo, então?
-Mostrando o local onde os homens devem ser purificados por uma tragédia.

O tempo passa... Mesmo quando isso parece impossível. Mesmo quando cada batida do ponteiro dos segundos dói como o sangue pulsando sob um hematoma. Passa do modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim!

Desamarra a cara, perdoa minha voz alterada, meu olhar vazio, minha rispidez. Esquece a mágoa, aceita minhas desculpas, faz as pazes com meu coração. A vida é curta para a gente guardar rancor e alimentar desilusões.

Não é um adeus definitivo...
preciso de tempo
vou sair pelo mundo!
vou viajar, estudar.
vou curar as feridas da alma...
e também do coração...
Vou analisar o mundo, os astros..
Mas levo todos vocês em meu coração
Vou deixar a porta aberta para quem quiser
visitar-me e deixar o seu recado...
Onde quer que eu esteja
sempre que der eu passarei para lhe visitar
Sou errante... viajante do tempo
Eu sou como o vento
Apenas eu passo
Se sentires um leve aroma de jasmim...
Serei eu que estarei chegando
Pra matar minha saudade...
Dos amigos que aqui deixei!
Vou passar na Argentina
Vou dançar um tango de Gardel
Vou levar meu violão
Vou rimar meus versos
Vou ouvir meu coração
Vou apreciar a natureza
Vou observar o colorido das flores
Vou melhorar meu visual
Vou aos anjos agradecer...
Não é um adeus... Apenas uma partida
Na vida precisamos inovar novos caminhos...
E eu ainda sou um mero aprendiz...

Estou me despedindo do trabalho amigo, mas é porque
preciso de um tempo. Mas vou sentir saudades de todos.

Durante muito tempo sufoquei no peito todo o sentimento que me consumia. Abafei suspiros e palavras que lhe queria dizer. Cobri os olhos e deles enxuguei lágrimas que preferi esconder de outros olhos. E por quê? Porque ainda te amo!

Hoje cheguei ao limite! Meu coração me ameaçou de morte caso eu continue escondendo de você meus sentimentos. Todo o meu corpo, minha alma, tudo o que sou, fui e vou ser, chamam por você, pois sem você a vida não existe!