Escreva-me quando não restar mais luz em seus dias Quando a tristeza encobrir seu coração E as lágrimas insistirem em rolar sobre a face
Escreva-me quando não houver mais vida em seu olhar Nem ânimo em suas palavras Escreva-me dizendo da saudade Da vontade, da dor e da ausência
Escreva-me quando o mundo restar pequeno E em seu peito permanecer um espinho cravado Uma imensidão lá fora E entre pessoas e rostos Um vazio, uma falta...
Escreva-me mesmo que nada tenha a dizer Mesmo que sua fala mal consiga sair E sua letra tremida pulsar a mágoa Fala-me daquilo que não mais acredita Da incompreensão, do descaso com seu amor Do que todos fingem não ver e você arde em febre
Quer muito mais que um sonho imaginar Sente que não pode ser em vão Lutar para nada alcançar?
Escreva-me mesmo assim Quem sabe eu preciso da sua voz Suas lágrimas, seu olhar...
Escreva-me mesmo assim E lhe direi a verdade Que seu mal foi amar demais
Quando olho para você, minha filha, sempre encontro motivos para sorrir, para continuar a descobrir a felicidade da vida. É você quem me dá força, quem de transmite segurança. É você, meu bem!
Você é a caçula, a que veio depois, a que segura minha mão mais cansada que antes. Eu amo você por todas as razões e mais algumas; e prometo que meu amor nunca vai extinguir. Beijo!
Cada vez que um enxame de preocupações pretender invadir sua mente, não se deixe perturbar. Mantenha a calma, enquanto procura a solução adequada. Destrua toda a preocupação com o poderoso antídoto da sua paz. A paz não pode ser comprada; você deve aprender a cultivá-la em seu interior, na tranquilidade de suas práticas diárias de meditação. Inclusive quando você considerar que já alcançou a mais profunda calma e o recolhimento interno, mergulhe ainda mais neles. É nas profundezas do silêncio que você receberá as respostas de Deus a todos os problemas de sua vida.
Paramahansa Yogananda
A cansada ex-professora se aproximou do balcão do supermercado. Sua perna esquerda doía e ela esperava ter tomado todos os comprimidos do dia: para pressão alta, tonteira e um grande número de outras enfermidades.
- Graças a Deus eu me aposentei há vários anos – ela pensou. – Não tenho energia para ensinar hoje em dia.
Imediatamente antes de se formar a fila para o balcão, ela viu um rapaz com quatro crianças e uma esposa, ou namorada, grávida. A professora não pôde deixar de notar a tatuagem em seu pescoço. - Ele esteve preso – pensou.
Continuou a observá-lo. Sua camiseta branca, cabelo raspado e calças largas levaram-na a conjeturar: - Ele é membro de uma gangue.
A professora tentou deixar o homem passar na sua frente. - Você pode ir primeiro – ofereceu.
- Não, a senhora primeiro – ele insistiu.
- Não, você está com mais gente – disse a professora.
- Devemos respeitar os mais velhos – defendeu-se o homem.
E, com isto, fez um gesto largo indicando o caminho para a mulher. Um breve sorriso brilhou em seus lábios enquanto ela mancou na frente dele. A professora que existia dentro dela não pôde desperdiçar o momento e, virando-se para ele, perguntou:
- Quem lhe ensinou boas maneiras?
- A senhora, Sra. Simpson, na terceira série.
Para você, quero: Muita paz, muita alegria, muito amor, muita felicidade, muito sucesso e muita luz neste Natal e no Ano que vai nascer! Boas Festas!