Minha madrinha adorada, mulher divina, que me acompanha desde os meus primeiros anos de vida, no batismo já era claro todo o carinho que tinha por mim.
Hoje, nessa data sagrada desejo-lhe toda a paz do mundo e que continue sendo essa mulher guerreira, batalhadora, que com humildade consegue contagiar a todos que fazem parte de sua vida, com seu otimismo incomparável.
Obrigada querida madrinha por toda a sua dedicação, estando sempre pronta para me auxiliar quando preciso e que nessa noite de Natal, você receba em seu caminho uma luz brilhante que iluminará ainda mais o seu coração, você merece essa homenagem hoje e sempre.
Minha madrinha do coração, lhe desejo um feliz Natal.
Diante de uma vitória, não pare! Diante de uma derrota, não desanime! Nem sempre uma vitória significa a glória... Nem sempre uma derrota significa o fim..
Nada mais contraditório do que ser mulher...
Mulher que pensa com o coração, age pela emoção e vence pelo amor.
Que vive milhões de emoções num só dia e transmite cada uma delas, num único olhar.
Que cobra de si a perfeição e vive arrumando desculpas para os erros daqueles a quem ama.
Que hospeda no ventre outras almas, dá a luz e depois fica cega, diante da beleza dos filhos que gerou.
Que dá as asas, ensina a voar mas não quer ver partir os pássaros, mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.
Que se enfeita toda e perfuma o leito, ainda que seu amor nem perceba mais tais detalhes.
Que como uma feiticeira transforma em luz e sorriso as dores que sente na alma, só pra ninguém notar. E ainda tem que ser forte, pra dar os ombros para quem neles precise chorar.
Feliz do homem que por um dia souber entender a alma da mulher!
Meu Deus, são muitos os motivos para me sentir grata e um deles é pelo casamento que tenho. Graças a Ti, encontrei uma pessoa especial que me ama de verdade e que tem compartilhado momentos únicos comigo.
Só quero pedir que eu e meu marido maravilhoso possamos continuar juntos por muito tempo e que nossa família seja também muito abençoada.
Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos. Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.
"Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.
- Pobre criança! - exclamou um passante. Suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.
O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer: - Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.
Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas. - Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura!
Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer: - Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?
O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho. - Independente do que fazemos - disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação. Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto."