Neste mundo de conflito e contenda, onde pessoas não hesitam em desejar o mal para seu próximo, permanecermos em paz é a melhor forma de vivermos nossa vida. Se você está lendo esta mensagem, tire um tempo meditando em como pode proporcionar um ambiente de amor e alegria para todas as pessoas que rodeiam você. Todos os dias podem começar da melhor forma, se nós adotarmos a atitude correta.
O sonho representa uma esperança e uma realização humana. Existem dois extremos quando lidamos com os sonhos. Seja ele tangível ou intangível, abstratos ou concreto. O importante é sonhar e realizar.
No campo do imaginário, da esperança, do intangível existem uma busca de cunho social quando falamos da mulher e do homem coletivos. Esse sonho é vital para a formação intelectual de uma nação. Onde James truslow Adams, no Fórum Nacional cunhou sabiamente a expressão "O Sonho Americano". É muito importante sonhar um sonho impossível, pois quando sonhamos "grande" superamos barreiras invisíveis e visíveis.
Na esfera do concreto, da realização, o sonho é uma etapa vital. Fato esse que nas coletâneas de "Cadernos Negros" o sonho daqueles escritores, contristas se concretizaram e hoje podemos abordar, tematizar a problemática existencial e memoralista dos afro-brasileiros, um resgate de um sonho. Um resgate social. O sonho não é um presente, é uma conquista. Na atualidade o Estatuto Racial, leis, às políticas afirmativas são concretização de sonhos teoricamente impossíveis.
A representação de um sonho são os valores almejados por humanos conscientes do seus papéis sociais. O ato de sonhar é uma busca perfeita e vital na realização humana. O homem coletivo potencializa o seu sonho e dos demais, tornando-se um exemplo a ser seguido, pois é da natureza humana ter-nos no Outro um exemplo.
Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que eu te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você caiba
No meu colo
Porque eu te adoro cada vez mais
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
E que eu te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
No tempo do Buda vivia uma velha mendiga chamada Confiando na Alegria. Ela observava os reis, príncipes e o povo em geral fazendo oferendas ao Buda e a seus discípulos, e não havia nada que quisesse mais do que poder fazer o mesmo. Saiu então pedindo esmolas, mas, no fim do dia não havia conseguido mais do que uma moedinha. Levou a moedinha ao mercado para tentar trocá-la por algum óleo, mas o vendedor lhe disse que aquilo não dava para comprar nada. Mas quando o vendedor soube que ela queria fazer uma oferenda ao Buda, cheio de pena, deu-lhe o óleo. A mendiga foi para o mosteiro e acendeu a lâmpada. Colocou-a diante do Buda e fez o seguinte pedido:
"Nada tenho a oferecer senão esta pequena lâmpada. Mas, com esta oferenda, possa eu no futuro ser abençoada com a Lâmpada da Sabedoria. Possa eu libertar todos os seres das suas trevas, purificar todos os seus obscurecimentos e levá-los à Iluminação".
Durante a noite, o óleo de todas as lâmpadas havia acabado, mas a lâmpada da mendiga ainda queimava na alvorada, quando um discípulo chegou para recolher as lâmpadas. Ao ver aquela única lâmpada ainda brilhando, cheia de óleo e com pavio novo, pensou: "Não há razão para que essa lâmpada continue ainda queimando durante o dia" e tentou apagar a chama com os dedos, mas foi inútil. Tentou abafá-la com suas vestes, mas ela ainda ardia. O Buda, que o observava há algum tempo, disse: — Maudgalyayana: você quer apagar essa lâmpada? Não vai conseguir. Não conseguiria nem movê-la daí, que dirá apagá-la. Se jogasse nela toda a água dos oceanos, ainda assim não adiantaria. A água de todos os rios e lagos do mundo não poderia extinguir esta chama.
- Por que não? - Perguntou o discípulo de Buda.
- Porque ela foi oferecida com devoção e com pureza de coração e de mente. Essa motivação produziu um enorme benefício.
Quando o Buda terminou de falar, a mendiga se aproximou e ele profetizou que no futuro ela se tornaria um Perfeito Buda e seria conhecida como Luz da Lâmpada.
Não fique trancado, frio, distante, perante os outros.
Pior ainda é permanecer duro e impassível ante o sorriso recebido.
Sorrir é norma de sadia educação e cria as condições para o diálogo amigo.
O sorriso beneficia a sua paz interior.
Faz entrar em você a energia da alegria, que gera a paz.
Destranque-se.
Desperte o sorriso sincero.
O sorriso marca as pessoas que se querem bem.