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Não prometo que o sol sempre irá brilhar na nossa relação, mas te prometo meu guarda-chuva em cada tempestade que houver.

João sempre foi um rapaz de muita fé. Nunca deixava de fazer suas orações. Tinha o seu anjo da guarda muito forte em seu coração. Antes de sair de casa, nunca esquecia de rezar, pedindo proteção ao seu anjo.
João levantou atrasado naquela manhã. Tomou seu café correndo, e foi na garagem pegar seu carro para ir trabalhar. João trabalhava numa cidade vizinha. Tinha que pegar uma rodovia.
Foi rezando pelo caminho, mesmo afobado com o atraso: Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a Ti me confiou a Piedade Divina, sempre me rege, me guarde, me governe, me ilumine. Amém.
João estava a 20, 40, 60, 80, 100, 120, e, finalmente, a 140 quilômetros por hora quando aconteceu o acidente. Ao acordar, percebeu seu estado, suas roupas sujas...
João ouviu alguém dizer: Não se preocupe com isso João. Aqui ninguém repara... Quem é você? – perguntou João ao desconhecido de barbas brancas... – Sou São Pedro.
O quê? Quer dizer que eu morri? Que estou no céu? Mas, como pode ser isso? E o meu anjo da guarda? Como pode ter me abandonado? Pedi sua proteção ao sair de casa. Tenho certeza de que ele estava comigo! Cadê ele. Preciso ter uma conversa com ele.
Então, São Pedro o levou junto a uma legião de anjos e disse: – Pode perguntar ao seu anjo o que quiser. Qual deles é o seu? João foi passando um por um até chegar no menorzinho da turma, que o olhou com ternura. – É você o meu anjo da guarda? Não estavas comigo? Como explica isso?
O anjo, então lhe disse: – João, quando você estava a 20 por hora, eu estava contigo... A 40, eu estava contigo... A 60, eu estava contigo... A 80, meio temeroso, ainda estava contigo... Mas quando você chegou a 100, 120, 140, meu amigo, eu pulei fora...

Um sorriso nada custa, mas vale muito, muito
Enriquece quem o ganha e quem o da não fica pobre
Dura apenas um instante, mas pode na lembrança
Durar eternamente.
Ninguém é rico assim que possa desprezar
Nem é tão miserável que possa recusar
Traz ao lar felicidade, nos negócios é esteio
E é a prova mais palpável de uma profunda
AMIZADE
Um sorrida repouso a quem se acha cansado e
Quem está desanimado dá nova força e coragem
Consola na tristeza, e em todas as nossas penas é o
Mais caseiro remédio.
Ninguém o compra, nem empresta, nem o rouba pois Só vale no instante em que o damos livremente
E se um dia encontrardes quem vos negue seu sorriso
Dá-lhe generoso o vosso, pois ninguém precisa tanto
Do conforto de um sorriso como aquele pobrezinho
Que fechado em si, sozinho não
Aprendeu á dá-lo.

Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.

É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.

É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.

E quando puxo uma ponta, o que é que acontece?

Vai escorregando... devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.

Solta o presente...

O cabelo...

Fica solto no vestido...

E na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.

Ah! Então, é assim o amor, a amizade. tudo que é sentimento? como um pedaço de fita?
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.

Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz - romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.

Então, o amor é isso...
Não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca.

Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço...

O amor vai até onde tem que ir. Até onde os dois quiserem. Até onde se propuserem a lutar. O amor dura para os fortes, para os que não têm medo de passar por obstáculos, por rotina, por empecilhos, por dificuldades e, também, por infinitas alegrias!