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Faça o seguinte: assopre o pensamento triste, deixe escorrer a última lágrima, conte até vinte.
Abra a janela, aquela que dá para o voo dos pardais, procure a luz que pisca lá na frente. Evite as sombras que ficaram lá pra trás.
Ao encontrá-la, coloque-a dentro do peito de tal jeito que possa ser notada do lado de fora. Acrescente agora uma pitada de poesia, do tipo que passa por nós todos os dias e nem sequer consegue ser notada.
Aumente o brilho, com toda a intensidade que um sorriso é capaz.
A felicidade é o seu limite e o paraíso é você mesmo quem faz!

Um profeta chegou certa vez a uma cidade para converter seus habitantes. A princípio as pessoas ficaram entusiasmadas com o que ouviam, mas pouco a pouco a rotina da vida espiritual era tão difícil que homens e mulheres se afastaram, até que não ficou uma só alma para ouvi-lo.

Um viajante, ao ver o profeta pregando sozinho, perguntou:

-"Por que continua exaltando as virtudes e condenando os vícios? Não vê que ninguém aqui te escuta?"

E ele respondeu:

-"No começo, eu esperava transformar as pessoas. Se ainda hoje continuo pregando, é para impedir que as pessoas me transformem..."

Quando Cátia chegou em casa depois da escola, ela deu um beijo em sua mãe, agarrou um biscoito e foi para o piano. A mãe sorriu quando Cátia começou a tocar sua música favorita. Cátia adorava música e tocar piano.
Quando Cátia parou de tocar, ela foi até a cozinha. – A Lúcia convidou algumas de nós para jogar vídeo game hoje à noite. – ela disse – Eu posso ir?
– Acho que sim. – sua mãe concordou – A propósito, a Sra. Parker ligou hoje. Ela disse que gostaria que você tocasse na festa da escola de música, na semana que vem. Eu disse que lhe perguntaria, mas que eu estava certa de que você aceitaria.
– Ah, mãe! – Cátia exclamou com desânimo – Não quero fazer isto! Hoje à noite eu ligo e falo com ela.
Ela fechou a cara e saiu da cozinha antes que sua mãe pudesse protestar. A mãe suspirou. Apesar da habilidade e do amor de Cátia pela música, ela rejeitava qualquer proposta de tocar em público. – Tocarei quando eu for mais velha. Era o que sempre dizia.
Quando Cátia voltou da casa da Lúcia naquela noite, ela parecia triste. – Você não se divertiu? Sua mãe perguntou.
– Oh, sim. – Cátia murmurou – Mas sabe o que é? Nós estávamos no quarto da Lúcia e em cima da estante eu vi o colar eu dei para ela no seu aniversário. Ainda está na caixa! Quando eu dei a ela, ela disse que era bonito e que tinha gostado. Se ela realmente gostou, por que ela não usa? Eu gastei dois meses de mesada para pagar o colar que agora só fica guardado!
– Eu sinto muito. – a mãe respondeu simpaticamente – Talvez ela use mais tarde.
E, depois de uma ligeira pausa, adicionou, – Cátia, você não estará tratando o presente que Deus lhe deu da mesma forma que a Lúcia está tratando o seu?
– Como assim? Cátia perguntou.
– Deus lhe deu o presente da música, inclusive a habilidade de tocar piano. Você gosta de tocar em casa, mas como a Lúcia, você parece pouco disposta a "tirar seu presente da estante" e usar em qualquer outro lugar.
Cátia ficou calada e pensativa por algum tempo. Finalmente admitiu, – Acho que você está certa. Eu direi à Sra. Parker que aceito o convite.

Você minha irmã: Às vezes é um poço de mistério. Às vezes acorda sem humor. Às vezes não tem paciência. Às vezes é um silêncio impenetrável. Às vezes ninguém a merece. Às vezes sou eu que não mereço você.

Mas... Sempre Amiga. Sempre sincera. Sempre generosa. Sempre sensível. Sempre, sempre, sempre...

Acho que não há mais adjetivos para você, pois você é um presente que Deus me deu e nem a nossa diferença de idade apaga esse amor. Que Deus lhe abençoe sempre, que seja uma vitoriosa e que tudo o que deseja sejam presentes dados por Deus. Tenho orgulho em ter você como irmã. Beijos em seu coração.

Recordações...
Daquela paixão delirante
Dos beijos apaixonados
Dos abraços apertados
De tudo o que fomos antes

Recordações...
Dos carinhos, dos beijinhos
Dos passeios de mãos dadas
Dos sorrisos, das risadas
Do aconchego em nosso ninho

Recordações...
Das bebidas que tomamos
Das viagens que fizemos
Da história que escrevemos
Das noites que nos amamos

Recordações...
Das noites frias de inverno
Dos nossos corpos colados,
Dormindo sempre abraçados...
Das juras de amor eterno

Recordações...
Da nossa ingenuidade
Da nossa conversa bobinha
quero novamente esses nossos momentos especiais...