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É a hora de virar página,
Botar a roupa mais bonita,
Tirar do rosto a lágrima,
colocar o sorriso na vida

Deixar tudo de lado,
As tristezas que senti,
Incertezas do passado,
Que algum dia eu vivi

Vou recomeçar novamente,
reavaliar emoções vividas,
E voltar a ver o sol brilhar,
Intensamente em minha vida

Marlon Bittencourt

Minha doce e amada esposa, hoje mais do que nunca eu tenho certeza que o dia em que tomei a melhor decisão da minha vida foi no dia em que nos casamos. Sempre soube, desde que primeiro cruzamos olhares, que você era a mulher da minha vida, mas jamais imaginei que minha vida seria tão feliz ao seu lado.

Poderia enumerar todas as suas qualidades, relatar como é maravilhoso um simples dia ao seu lado, mas se o fizesse jamais terminaria esta carta, e que por ser uma carta de amor, quer apenas confessar-lhe mais uma vez o meu amor, a minha gratidão, o meu respeito, a minha admiração pela mulher, esposa e amiga incrível que você é para mim.

Meu amor, apenas lamento não tê-la conhecido mais cedo e assim ter tido mais tempo para amá-la, mas ainda assim, espero ter toda esta vida, e todas as próximas, para amar você, minha rainha!

Eu deveria mesmo te deixar em paz, como você disse, sua vida tá em ordem. Você tá cansado de bagunça e eu tô cansada de sempre ser a que bagunça.

Hoje você inicia uma nova jornada, e nesse momento de alegria por você estar completando mais um ano de vida, quero te dizer que tenho muito orgulho em compartilhar da sua amizade.

Parabéns meu amigo, feliz aniversário.

Hoje e sempre, você merece muitos abraços e homenagens.
Que Deus, nosso Pai, ilumine ainda mais seu caminho, para que possa conquistar todos os seus sonhos. Quero também te agradecer, por tudo o que tem feito para que a nossa amizade fique cada vez melhor.

Parabéns!

Era uma vez um velho muito velho, quase cego e surdo, com os joelhos tremendo. Quando se sentava à mesa
para comer, mal conseguia segurar a colher. Derramava sopa na toalha e, quando, afinal, acertava a boca,
deixava sempre cair um bocado pelos cantos.
O filho e a nora dele achavam que era uma porcaria e ficavam com nojo. Finalmente, acabaram fazendo o velho
se sentar num canto atrás do fogão. Levavam comida para ele numa tigela de barro e - o que era pior - nem lhe
davam bastante.
O velho olhava para a mesa com os olhos compridos, muitas vezes cheios de lágrimas.
Um dia, suas mãos tremeram tanto que ele deixou a tigela cair no chão e ela se quebrou. A mulher ralhou com
ele, que não disse nada, só suspirou.
Depois ela comprou uma gamela de madeira bem baratinha e era aí que ele tinha que comer.
Um dia, quando estavam todos sentados na cozinha, o neto do velho, que era um menino de oito anos, estava
brincando com uns pedaços de pau.
- O que é que você está fazendo? - perguntou o pai.
O menino respondeu:
- Estou fazendo um cocho, para papai e mamãe poderem comer quando eu crescer.
O marido e a mulher se olharam durante algum tempo e caíram no choro. Depois disso, trouxeram o
avô de volta para a mesa. Desde então passaram a comer todos juntos e, mesmo quando o velho derramava
alguma coisa, ninguém dizia nada.