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Feliz Bodas de Prata, tios! Vocês merecem todo gênero de celebração. Já passaram por tanta dificuldade, mas sempre se mantiveram unidos, juntos. Isso sim é o amor!

E só com amor se atinge a longevidade que vocês estão atingindo hoje mesmo. É que vinte e cinco anos não são vinte e cinco dias – e já parece muito. Parabéns. Continuem felizes!

No dia 9 de Agosto de 1988 faleceu o comediante mexicano Ramón Valdéz, o Seu Madruga do seriado "Chaves". Nascido em setembro de 23, Ramón atuou em filmes e novelas, onde se destacam as produções cinematográficas "Calabacitas tiernas" e "Fuerte, audaz y valiente" e a tele-novela "Lupita" e teve seu próprio circo. Também participou do programa de Carlos Villagrán na Venezuela e de "Chapolin", onde viveu diversos vilões, como o Racha-Cuca, Pistoleiro Veloz, Tripa Seca e o herói americano Super Sam.

Porém, nenhum personagem fez tanto sucesso como Seu Madruga, o mais carismático de toda a turma do Chaves. Ramón Valdéz brilhou em cena, nos episódios, as tramas sempre giravam em torno de seu personagem. Seu Madruga fez de tudo na série: foi cabeleireiro, treinador de futebol americano, carpinteiro, pugilista, entre outras profissões. A cada cena, uma dose de humor e sensibilidade que só os grandes artistas possuem.

Infelizmente, Ramón Valdéz fumava demais. O câncer no estômago acabou atingindo o pulmão e só foi descoberto quando não tinha mais saída. Internado num hospital da capital mexicana, Ramón foi operado no cóccix e faleceu devido a uma parada cardíaca. Mesmo passados tantos anos de sua morte, Ramón continua vivo na memória de todos os seus fãs que sempre aplaudem o seu talento ímpar para fazer rir.

Teve dias que eu pensei que minha vida acabou...
Tava la em baixo, mas resolvi ergue a cabeça e ver o que eu estava perdendo e percebi o mundo não para por nos estamos tristes ou magoados com uma pessoa...
Sempre erga a cabeça que você vera você tem tudo pela frente.

Vamos deixar as mágoas e tristezas pra lá, pois se continuar assim, nessa teimosia sem trégua, poderemos estar jogando fora um grande amor forte e único.
Precisamos ser mais tolerantes, se não assumirmos alguns erros de parte a parte, talvez sejamos capazes de matar algo de bom, belo e humano que levou tempo para ser construído. Estou deixando o orgulho de lado para lhe pedir desculpas se te magoei em gestos, em palavras ou mesmo em omissões.
O afastamento não é, absolutamente, a solução para os nossos problemas. Se não formos um pouco mais espertos, talvez não tenhamos tempo para reparar o erro que estamos cometendo agora.
Se você queria ouvir desculpas de minha parte, estou fazendo isso neste momento, em nome do nosso amor. Aceite, por favor. Perdoe-me logo e vamos dar a esta nossa linda relação uma nova história de amor, carinho e muita felicidade.

Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
– Que desgraça, senhor! – Exclamou o adivinho. – Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade. – Mas que insolente – gritou o sultão, enfurecido. – Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe: – Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado: – Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
– Lembra-te meu amigo respondeu o adivinho que tudo depende da maneira de dizer... Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.
A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.