Numa casa havia duas cachorras. Uma falsa e mentirosa, a outra, sincera e de muito bom coração. Um dia a falsa foi pedir ajuda à amiga e companheira de moradia.
- Comadre, meus filhos estão para nascer. Será que você me cederia um cantinho da sua casa para que eu possa tê-los em segurança?
Comovida, a cachorra generosa permitiu que a outra se instalasse.
- Como minha casa não é grande, você fica sozinha com ela e eu me ajeito por aí até que seus filhos nasçam.
- Obrigada, minha amiga - agradeceu falsamente comovida a falsa.
A dona da casa dormiu três dias na rua. No quarto dia, ela voltou.
- Agora que seus filhos nasceram, eu quero minha casa de volta.
- Oh, mas veja como eles são bichinhos tão fraquinhos. Deixe-me ficar mais uma semana.
- Está bem, mas só mais uma semana.
Decorrido o prazo, lá veio outra desculpa esfarrapada:
- Meus filhos ainda estão muito pequenos, dê-me mais um mês. E cada vez que a cachorra boa voltava, a malandra pedia mais tempo até que um dia, quando voltou a pedir que devolvesse sua casa, deu de cara com sete cães enormes que lhe arreganharam os dentes. Eram os filhotes da cachorra má que já haviam crescido.
- Você quer sua casa? Pois venha tomá-la.
E pularam no pescoço da cachorra boa, sangrando-lhe até a morte.
MORAL DA HISTÓRIA
Expulsa o mal da tua casa e da tua vida antes que ele se fortaleça.
Nicéas Romeo Zanchett
As amizades constroem-se em pequenos e grandes momentos.
Mas, o tempo que vivemos e dedicamos a essa pessoa amiga, fundamenta a profundidade e extensão de reciprocidade.
O importante não é a quantidade de tempo que passamos com cada amigo, mas sim a qualidade de tempo que vivemos com cada pessoa.
Esse tempo que junto ao amigo estamos é o que torna mais que um simples amigo, mas a importância desse elo amigo.
Minutos podem ser mais importantes que muitos dias ou mesmo anos.
Assim sendo, existem amizades construídas por sorrisos e dores partilhadas. outras nas escolas, outras por saídas, cinemas, diversões e afins.
Também existem aquelas que nascem e não sabemos de quê ou por que, mas sabemos que estão presentes.
Talvez essas estejam fundadas em silêncios partilhados, ou pela simpatia mútua para a qual não encontramos explicações.
Também existem hoje muitas amizades construídas em e-mails, nossas amizades virtuais que nos fazem rir, pensar e refletir.
Aprendemos a apreciar as pessoas sem julgá-las pela sua aparência ou modo de ser, sem as poder rotular.
Minha sugestão é parar e refletir: quero um amigo, mas o que ofereço de amizade para ele?
Sem pressa, sem julgamentos precipitados, sem descriminações de raça, cor, classe social ou adjetivos.
O tempo é fundamental. O amigo essencial.
Amigo mesmo é para sempre.
Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos. O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.
Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber: "Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais".
E ela diz: "Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite".
MORAL DA HISTÓRIA:
Essa pequena estória foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais frequência: "Quero ser feliz ou ter razão?" Pense nisso e seja feliz.
Senhor, quisera neste Natal armar uma árvore dentro do meu coração e nela pendurar, em vez de presentes, os nomes de todos os meus amigos.
Os amigos de longe e os de perto.
Os antigos e os mais recentes.
Os que vejo a cada dia e os que raramente encontro.
Os sempre lembrados e os que as vezes ficam esquecidos.
Os constantes e os intermitentes.
Os das horas difíceis e os das horas alegres.
Os que sem querer magoei ou, sem querer me magoaram.
Aqueles a quem conheço profundamente e aqueles que me são conhecidos apenas pelas aparências.
Os que pouco me devem e aqueles a quem muito devo.
Meus amigos humildes e meus amigos importantes.
Os nomes de todos os que já passaram pela minha vida.
Uma árvore de raízes muito profundas, para que seus nomes nunca mais sejam arrancados do meu coração.
De ramos muito extensos, para que novos nomes, vindos de todas as partes, venham juntar-se aos existentes.
De sombra muito agradável, para que nossa amizade seja um momento de repouso, nas lutas da vida.
Que o natal esteja vivo em cada dia do ano novo que se inicia, para que as luzes e cores da vida estejam presentes em toda a nossa existência e concretizem, com a ajuda de Deus, todos os nossos desejos.
FELIZ NATAL!!!
Lembrei-me de você...
Quando tudo parece não ter mais sentido,
Eis que Deus nos manda um anjo,
pra ficar no nosso pé!
Pra nos dar um colo,
Quando uma nuvenzinha escura,
Quer ameaçar chover dentro de nós.
Pra puxar nossas orelhas,
Quando caminhamos em caminhos tortos,
E com carinho nos levam na direção certa.
Pra sorrir conosco,
E comemorar nossas conquistas e nos motivar a continuar
caminhando.
Ainda têm a missão de abrir nossos olhos e nossos ouvidos,
Para vermos e ouvirmos, as obras e as palavras do Pai.
A esses anjos,
Deus chamou de amigos,
E nos fez sermos um só,
No amor Jesus!