O sonho representa uma esperança e uma realização humana. Existem dois extremos quando lidamos com os sonhos. Seja ele tangível ou intangível, abstratos ou concreto. O importante é sonhar e realizar.
No campo do imaginário, da esperança, do intangível existem uma busca de cunho social quando falamos da mulher e do homem coletivos. Esse sonho é vital para a formação intelectual de uma nação. Onde James truslow Adams, no Fórum Nacional cunhou sabiamente a expressão "O Sonho Americano". É muito importante sonhar um sonho impossível, pois quando sonhamos "grande" superamos barreiras invisíveis e visíveis.
Na esfera do concreto, da realização, o sonho é uma etapa vital. Fato esse que nas coletâneas de "Cadernos Negros" o sonho daqueles escritores, contristas se concretizaram e hoje podemos abordar, tematizar a problemática existencial e memoralista dos afro-brasileiros, um resgate de um sonho. Um resgate social. O sonho não é um presente, é uma conquista. Na atualidade o Estatuto Racial, leis, às políticas afirmativas são concretização de sonhos teoricamente impossíveis.
A representação de um sonho são os valores almejados por humanos conscientes do seus papéis sociais. O ato de sonhar é uma busca perfeita e vital na realização humana. O homem coletivo potencializa o seu sonho e dos demais, tornando-se um exemplo a ser seguido, pois é da natureza humana ter-nos no Outro um exemplo.
Mar alto! Ondas quebradas e vencidas Num soluçar aflito e murmurado... Ovo de gaivotas, leve, imaculado, Como neves nos píncaros nascidas!
Sol! Ave a tombar, asas já feridas, Batendo ainda num arfar pausado... Ó meu doce poente torturado Rezo-te em mim, chorando, mãos erguidas!
Meu verso de Samain cheio de graça, Inda não és clarão já és luar Como branco lilás que se desfaça!
Amor! teu coração trago-o no peito... Pulsa dentro de mim como este mar Num beijo eterno, assim, nunca desfeito!...
É Carnaval! Esta data tem algo de mágico, algo de absolutamente inesquecível. Então que só de coisa boa nos lembremos amanhã. É que bem sabemos que na festa, os exageros são anfitriões, por isso vamos fechar a porta aos excessos e às coisas ruins que a inconsciência carrega.
Vamos ser especialmente felizes. Sem risco. Sem incidentes. Vamos respeitar todo o mundo, mas acima de tudo, vamos honrar nosso nome. Vamos fazer do Carnaval uma celebração do amor verdadeiro. Todo mundo sabe o quanto esta época é ansiada. É natural toda a folia. É compreensível e aceitável toda esta excitação, mas nada está acima do cuidado. Nada está acima do respeito. Nada está acima de você.
Faça o favor de se divertir, mas divertir muito mesmo! Dança tudo, canta até não aguentar mais. Vem aí o samba, olha lá! Vai em frente! Você merece, até porque o Carnaval é você.
Que a paz seja sua anfitriã, hoje e sempre.
Não, Marquito não sentia inveja dos meninos que tinham violões de verdade porque ele vivia sonhando que tinha um também. Ele fazia vibrar suas cordas invisíveis, com o rosto iluminado e os olhinhos brilhando de emoção. Havia quem achasse que Marquito era meio lelé-da-cuca.
Claro, era gente que não tinha imaginação suficiente para saber que "aquele" violão só podia ser visto (e ouvido) por outros sonhadores, como Marquito. Essas pessoas ignoravam também que ele não se conformava com a realidade que havia, vivendo a sonhar com a realidade que devia haver. Tendo seu violão imaginário como bandeira, Marquito via um mundo novo.
Um mundo em que as coisas são das pessoas que as entendem. E não só das pessoas que podem comprá-las. Ah, quanta gente tem um violão na sala de visitas servindo de enfeite, sem tocá-lo nunca! E lá ia Marquito dedilhando seu violão de sonho, tirando as músicas lindas que seu coração compunha. Depois, limpava-o cuidadosamente com uma flanela bem macia feita de nuvens. Ele o guardava com carinho numa capa cor de céu todo estrelado. Daí, ele pegava seu violão mais que exclusivo e o escondia debaixo da escada secreta que usava para subir ao seu paraíso particular.
As pessoas que não entendiam Marquito, tadinha delas, até pensavam em levá-lo a um psicólogo para saber se ele tinha alguma coisa. Como resposta, ouviam: "Não, ele não tem uma coisa, mas sonha com ela, e assim, faz de conta que a tem". Um dia, os que só sonhavam quando dormiam resolveram dar um violão de verdade para o menino que sonhava acordado. Ao recebê-lo, Marquito abraçou-se ao violão, comovido, e disse: "Obrigado. Agora tenho dois".
Pessoa muito querida, minha sogra Carinhos, generosa, compreensiva É como se fosse minha mãe Sabe sempre o caminho certo E aponta sempre que tenho dúvida
Mas não deixa de repreender Quando erro, pois tem sempre razão É muito boa para com as pessoas Gosta de ajudar quem necessita Leva sempre uma palavra amiga
Adivinha quando estou triste Diz palavras carinhosas de apoio Super protetora, faz tudo pelos filhos Guerreira, sofreu na vida, mas venceu
A admiro muito, exemplo de mulher É a sogra que todos pedem a Deus Faz só um ano que a conheci Estava triste, sentindo-me ruim Ela me fez dar a volta por cima
Agradeço sempre a ela por isso E por ter posto no mundo uma pessoa O grande amor da minha vida Gostaria de lhe dar essa poesia Agradecendo tudo que me fez de bom