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Me pegue em seus braços, me abrace lentamente. Eu me sinto tão bem quando me sinto envolvida pelo seu corpo, quando sinto o calor do seu toque. Me sinto tão segura com você, e tão feliz por ter você comigo.

Eu adoro ter as minhas pernas envolvidas pelas suas, e os meus lábios molhados pelos seus. Eu adoro quando os meus olhos olham para você, ou quando a minha boca diz o seu nome. Eu adoro quando o meu coração sente as batidas do seu, e quando a minha vida faz parte da sua.

Quando estou com você, vivo momentos mágicos, as horas se tornam maravilhosos e inesquecíveis fragmentos da vida. E quando você vai embora, eu me sinto um belo vaso de flores vazio, a espera de água e de rosas para lhe enfeitar e perfumar.

A minha vida com você é um filme romântico, sem cenas de drama, é um eterno final feliz. Só me falta fazer dos seus braços a minha morada. Eu te amo!

Responder a perguntas não respondo.
Perguntas impossíveis não pergunto.
Só do que sei de mim aos outros conto:
de mim, atravessada pelo mundo.

Toda a minha experiência, o meu estudo,
sou eu mesma que, em solidão paciente,
recolho do que em mim observo e escuto
muda lição, que ninguém mais entende.

O que sou vale mais do que o meu canto.
Apenas em linguagem vou dizendo
caminhos invisíveis por onde ando.

Tudo é secreto e de remoto exemplo.
Todos ouvimos, longe, o apelo do Anjo.
E todos somos pura flor de vento.

Cecília Meireles

Existe somente uma idade para ser feliz... Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar... E fazer planos e ter alegria bastante para realizá-los... Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE. E tem a duração do instante que passa.

Naquela comunidade de franciscanos, frei Teófilo era o responsável pela sopa dos pobres. Todos os dias de manhã, ia recolher verduras e legumes na horta, trazia ossos do açougueiro da vila (para aproveitar o tutano) e depois preparava uma substanciosa sopa num grande caldeirão de ferro. Enquanto a sopa cozia, aproveitava para fazer um exercício devocional individual.
Muitos anos continuou ele nesse serviço e nesta devoção. Um dia, embora de olhos fechados em prece, percebeu uma luminosidade incomum no ambiente. Abriu os olhos e viu, rodeada por intensa luz, a figura viva do Cristo à sua frente! Instintivamente Teófilo se prostrou. Seu coração batia descompassadamente, ameaçando romper-se de alegria!
Mas seu arrebatamento foi interrompido: a campainha da porta da rua soou estridentemente, eram os pobres! Teófilo titubeou: — Oh! Jesus! Como deixar esta revelação pela qual aspirei e esperei a vida inteira. E que direito têm os pobres de interromper este êxtase sublime?
Ergueu implorativo olhar, mas o Mestre apenas o observava, atentamente. A campainha tocou outra vez. Movido pelo dever, o frade suspirou, inclinou-se ante o Cristo e correu à cozinha. Tomou o caldeirão e a concha e dirigiu-se à porta. Os pobres já estavam nervosos. Teófilo os serviu pacientemente, mas ainda estava ansioso e emocionado.
Quando terminou sua tarefa, tornou à cozinha, deixou ali os apetrechos e olhou esperançoso para seu quarto: ainda estava esplendidamente iluminado!
Entrou: Cristo o esperava! Comovido e jubiloso ajoelhou-se e, então, o Mestre lhe disse: – Teófilo, Eu me teria ido... Se tivesses ficado...!

Você é minha grande amiga! Na amizade, a verdade tem de estar sempre presente. Gosto demais de você, adoro sua forma de encarar a vida, de tratar as pessoas. Nossa cumplicidade é ímpar e fascinante.

Acontece que você tem jogado fora todas as boas oportunidades que a vida lhe tem oferecido – e é difícil ver isso. Tudo isso acontece porque você tem escondido sua ousadia, sua irreverência. Sem coragem de arriscar, nada acontece, amiga!

Estou apelando para que você se mostre sem medo, sem receio. Corra atrás de seus sonhos, de seus ideais! Agarre cada oportunidade como se fosse a última chance de ser feliz. Acredite mais em você! Beijo, querida!