Nada me provoca tantas perguntas como o nascimento de Cristo. O dono da hospedaria, por demais ocupado para receber Jesus, terá tomado conhecimento de quem ele mandou embora? Os pastores, alguma vez teriam cantado a canção dos anjos? Os sábios homens que seguiram a estrela gostavam de adorar um bebê? E José, especialmente José. Eu tenho perguntas para José.
O que ele pensava enquanto Jesus nascia? Ele tinha feito tudo o que ele podia fazer – tinha feito Maria tão confortável quanto ela poderia estar num celeiro e então saiu. Ela tinha pedido para estar só. Nessa eternidade entre a despedida de sua esposa e a chegada de Jesus, em que ele pensava? Andou pela noite olhando as estrelas? Orou?
Pergunto-me o que ele disse...
Esta não é a forma como eu planejei, Deus. Isto não parece direito. Que tipo de marido sou eu? Eu não forneci nenhuma parteira para ajudar minha esposa. Nenhuma cama para ela descansar suas costas. Seu travesseiro é apenas a manta de meu burro. A casa que arrumei para ela é uma barraca de feno e palha... Errei em alguma coisa? Errei, Deus?
Você ficaria na posição em que José ficou. Preso entre o que Deus diz e o que faz sentido.
Se lhe pedirem o que foi pedido a José, deixe-me lhe aconselhar a fazer o que fez José. Obedeça. Isso é o que ele fez. Obedeceu quando o anjo chamou. Obedeceu quando Maria explicou. Obedeceu quando Deus mandou.
Exatamente como José, você não pode ver o quadro inteiro. Exatamente como José sua tarefa é trazer Jesus como parte de seu mundo. E exatamente como José você tem uma escolha: obedecer ou desobedecer. Porque José obedeceu, Deus o usou para mudar o mundo.
Deus pode fazer o mesmo com você!
O homem que não tiver virtude própria sempre invejará a virtude dos outros. A razão disso é que a alma humana se nutre do bem próprio ou do mal alheio, e aquela que carece de um, aspira a obter o outro, e aquele que está longe de esperar obter méritos de outrem, procurará se nivelar com ele, destruindo a sua fortuna.
As pessoas que são curiosas e indiscretas são geralmente invejosas; porque conhecer muito a respeito da vida alheia não pode resultar do que concerne os próprios negócios. Isso deve provir, portanto, de tomar uma espécie de prazer teatral a admirar a fortuna dos outros. Aliás, quem não se ocupa senão dos próprios negócios não encontra matéria para invejas. Porque a inveja é uma paixão calaceira, isto é, passeia pelas ruas e não fica em casa.
Francis Bacon
Sede como MARIA - Mãe de Jesus - Bem Aventurada.
Bem aventurada a mulher que cuida do próprio perfil interior e exterior, porque a harmonia da pessoa faz mais bela a convivência humana. Bem aventurada a mulher que, ao lado do homem, exercita a própria insubstituível responsabilidade na família, na sociedade, na história e no universo inteiro.
Bem aventurada a mulher chamada a transmitir e a guardar a vida de maneira humilde e grande. Bem aventurada quando nela e ao redor dela acolhe faz crescer e protege a vida.
Bem aventurada a mulher que põe a inteligência, a sensibilidade e a cultura a serviço dela, onde ela venha a ser diminuída ou deturpada.
Bem aventurada a mulher que se empenha em promover um mundo mais justo e mais humano.
Bem aventurada a mulher que, em seu caminho, encontra Cristo: escuta-O, acolhe-O, segue-O, como tantas mulheres do evangelho, e se deixa iluminar por Ele na opção de vida.
Bem aventurada a mulher que, dia após dia, com pequenos gestos, com palavras e atenções que nascem do coração, traça sendas de esperança para a humanidade.
Ser mãe é uma bênção de Deus, mas também é uma grande responsabilidade. Muitas mães esquecem isso, mas certamente você sempre teve essa noção.
Deus me formou dentro da sua barriga, e entregou a minha vida para que você pudesse cuidar dela da melhor maneira possível. Todos os dias, você tem feito isso mesmo. Querida mãe, você não é perfeita, mas mesmo com as suas falhas e defeitos, a tua instrução e o teu carinho fazem com que hoje eu seja uma pessoa melhor.
Agradeço ao Senhor pela sua vida, pela bênção que você representa para mim e pelo privilégio de ter crescido em um lar abençoado como o nosso, cheio de alegria, compreensão e amor.
Feliz dia das mães! Eu te amo!
Muita saudade que sinto Do meu amor impossível, Que hoje não vive mais.
Essa saudade dói.
Dói demais.
Foi ontem até parece, Que nos vimos pela última vez, E mesmo assim recordo de tua tez.
Foste amor que nunca esqueci, Pois já faz tanto tempo.
Eu ainda era guri!
Recordo-me muito bem Dos nossos encontros secretos, Daqueles lugares ah, a sombra dos Palmares!
Volto aqueles dias felizes, Revejo aquelas imagens, Que representavam para mim a felicidade.
Nos dias atuais o que elas são?
São apenas lembranças perdidas no tempo, Que por teimosia quis recordar.
Todas essas lembranças só me fazem chorar, E sofrer.
A sinto a forte dor, Que foi te perder
E faço esta promessa a mim mesmo: Meu amor, nunca irei te esquecer!
Saudade! Saudade!