Conta-se que Mendelsson visitando Friburgo, certa vez foi à catedral e ouviu a música do famoso órgão. Mais tarde ele foi à galeria onde estava o órgão e pediu permissão para tocar. O velho organista, a principio, recusou, mas finalmente resolveu ceder em face da insistência do compositor.
À medida que a bela música vibrava através do grande edifício, o velho organista, dominado pelo prazer, pôs as mãos nos ombros do compositor, exclamando: "Mas, afinal de contas, que é você? Qual é o seu nome?"
Mendelsson – foi a resposta.
Incrível! Quase que eu recuso a Mendelsson tocar este órgão!
Quão ignorantes somos quanto ao poder dos outros, e mesmo quanto ao poder que se acha escondido em nós! Moramos nas baixadas de uma existência monótona, prestando atenção apenas às coisas simples, quando podíamos subir "com asas como águias".
Deus, o Grande Músico, está pronto a tirar música Angélica de nossas almas. Basta que lhe demos oportunidade.
Eu gosto tanto de você, meu amor! Nosso relacionamento me realiza imensamente. Sinto que sou capaz de qualquer coisa, que tudo é permitido. É como viver no sonho de um paraíso na Terra!
E é você quem me proporciona esses momentos. Juntos, enxergamos a vida de um modo leve e honesto. O seu amor é o caminho para minha felicidade. Agradeço por tudo, meu bem! Eu te amo incondicionalmente!
Quem nunca provocou um mal-entendido ou ou já cometeu um grande erro nesta vida? As duas situações certamente já acompanharam muita gente, e com elas muitas vezes aparece também uma intensa culpa.
É muito frequente que este arrependimento permaneça vivo por muito tempo, deixando a pessoa presa a um sentimento negativo que não atrai nem um pouco de otimismo. Permitir que esta culpa o domine é fazer com que supervalorize o seu erro, diminuindo cada vez mais as chances de se sentir livre.
Ao prolongar esta situação, afastamos cada vez mais a felicidade das nossas vidas, nos acostumamos a viver com um coração amargurado e eternamente culpado pelos erros do passado. Ao bloquearmos a chegada da felicidade tornamos cada vez mais difícil nossa libertação desta culpa infindável.
Empenhe-se ao máximo para conseguir o mais rápido possível a sua liberdade. Lembre-se que todo mundo erra e ainda não é possível mudar o passado, mas caso se sinta livre da culpa e mude de atitude, o seu futuro pode não ser menos amargurado.
Muitos foram os desafios que você viveu. Mas parece que você já veio ao mundo sabendo que a vida, apesar de maravilhosa, nem sempre é fácil, e que é justamente isso que a torna bela e misteriosa. Você sabe enfrentar os obstáculos que aparecem em seu caminho dando a cada um deles a real dimensão que eles têm.
As coisas, as pessoas, e os acontecimentos da vida só têm a importância que nós damos a eles. Essa é uma lição que muitas pessoas só aprendem com o passar dos anos, com a maturidade da idade. Mas você já chegou aqui com esta lição muito bem aprendida, e assim, generosamente, nos deu também a possibilidade de enxergar isso nas suas atitudes e palavras. Por isso, você é um exemplo de vida.
Você é uma pessoa admirável, uma pessoa que me orgulho de ter presente em minha vida e que faço toda a questão de manter perto de mim. Parabéns pela sua força, pelo seu entusiasmo e pela sua maneira simples, delicada e altruísta de estar no mundo. Obrigada pela amizade, pelos conselhos e ensinamentos. Obrigada por ser quem é, a sua existência deixa o mundo mais rico.
O jovem tinha perdido o emprego e estava meio perdido. Ficou sabendo de um velho senhor dito como muito sábio por suas palavras sempre conscientes. Então resolveu ir encontrar-se com o velho senhor.
Ao encontrá-lo, o jovem cerrou os punhos e disse em alta voz: - Implorei à Deus para que dissesse algo para me ajudar. Diga-me, por que Deus não me responde?
O velho senhor sentou-se calmamente à sombra de uma árvore próxima e falou algo em resposta – algo tão silencioso que era inaudível. O rapaz se aproximou um pouco mais e perguntou, em voz normal: - O que foi que o senhor disse?
O velho senhor repetiu, mas novamente num tom muito baixo, como um cochicho. Então o rapaz chegou ainda mais perto e se inclinou em direção ao senhor. - Me desculpe, ele disse calmamente. Eu ainda não consegui escutar.
Com suas cabeças muito próximas, o velho e sábio senhor falou mais uma vez: - Deus, às vezes, cochicha, então precisaremos estar bem perto dele para ouvi-lo. Desta vez o rapaz escutou e entendeu.
Todos queremos a voz de Deus como um trovão pelo ar como resposta à nossos problemas. Mas a voz de Deus, na maioria das vezes, nos vem baixinha... um suave cochicho.
Se eu estiver próximo Dele o suficiente, eu escutarei, entenderei e encontrarei minha resposta. E melhor ainda, me acharei perto de Deus.