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O amor nos tira o sono, nos tira do sério, tira o tapete debaixo dos nossos pés,
faz com que nos defrontemos com medos e fraquezas aparentemente superados,
mas também com insuspeitada audácia e generosidade.

E como habitualmente tem um fim - que é dor - complica a vida.
Por outro lado, é um maravilhoso ladrão da nossa arrogância.
Quem nos quiser amar agora terá de vir com calma, terá de vir com jeito.
Somos um território mais difícil de invadir, porque levantamos muros, inseguros de nossas forças disfarçamos a fragilidade com altas torres e ares imponentes.

A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento,
entender com mais tranquilidade, querer com mais doçura. Às vezes é preciso recolher-se.

Lya Luft

Deus fez para o homem um trono. Para a mulher um altar. O trono exalta. o altar santifica.
O homem é o cérebro. a mulher o coração. O cérebro produz luz. o coração o amor. A luz fecunda. O amor ressuscita.
O homem é um gênio. a mulher um anjo. O gênio é imensurável. o anjo indefinível.
A aspiração do homem é a suprema glória. a aspiração da mulher a virtude extrema. A glória traduz grandeza. a virtude traduz divindade.
O homem tem a supremacia. a mulher a preferência. A supremacia representa força. a preferência o direito.
O homem é forte pela razão. a mulher invencível pela lágrima. A razão convence. a lágrima comove. O homem é capaz de todos os heroísmos. a mulher de todos os martírios.
O heroísmo enobrece. o martírio sublima. O homem é o código. a mulher o evangelho. O código corrige. o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo. a mulher um sacrário. Ante o templo, nós nos descobrimos. ante o sacrário, ajoelhamo-nos.
O homem pensa. a mulher sonha. Pensar é ter cérebro. sonhar é ter na fronte uma auréola.
O homem é um oceano. a mulher um lago. O oceano tem pérola que o embeleza. o lago tem a poesia que o deslumbra.
O homem é uma águia que voa. a mulher um rouxinol que canta. Voar é dominar os espaços. cantar é conquistar a alma.
O homem tem um farol: a consciência. A mulher tem uma estrela: a esperança. O farol guia e a esperança salva.
Enfim, O homem está colocado onde termina a terra. A mulher onde começa o céu...

Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, aí mais tarde demora pra entender certas coisas, demora pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes teimosos e dramáticos. Levamos um século para aceitar o fim de uma relação, e outro século para abrir a guarda para um novo amor, e já adultos demoramos a dizer a alguém o que sentimos, demoramos a perdoar um amigo, demoramos a tomar uma decisão. Até que um dia a gente faz aniversário. 37 anos. Ou 41. Talvez 48. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E a gente descobre que o tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado no segundo tempo e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro ou fazer tabelas desnecessárias. Que esbanjamento. Não falta muito pro jogo acabar. É preciso encontrar logo o caminho do gol.

Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Excetuando-se no sexo, onde a rapidez não é louvada, pra todo o resto é melhor atalhar. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade.

Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando, não esperam sentados, não ficam dando voltas e voltas, não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada.

Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela.
O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro.
A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.

Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação.
Pra enrolação... Atalho.

Está chegando o momento de dar um passo muito importante na sua vida. Para você, representará o início de uma linda história a dois. Para nós, será o dia de vermos partir da nossa casa uma pessoa que fará muita falta.

Você irá casar e ficaremos tristes por perder alguém que nos dava muita alegria todos os dias, mas estamos por outro lado felizes em ver que está seguindo o rumo que o amor lhe indicou.

Que sua nova etapa seja muito abençoada, querida irmã!

Somos rápidos em ignorar os outros. Somos rápidos em reclamar quando os tempos são difíceis. Somos rápidos em nos queixar quando nada vai pelo caminho que nós queremos.
Somos rápidos em condenar uma pessoa que nos trata injustamente. Somos rápidos em gemer pelo preço da gasolina. Somos rápidos em resmungar quando a conexão cai. Somos lentos entretanto, para olhar além do limite da próprio irritação e problemas e ver que muitas pessoas pelo caminho são bênçãos em nossa vida.
Se você está tendo um mau dia e alguém lhe dá o seu sorriso, pegue esta benção. Seja digno dela. Aquele sorriso, naquele momento, é seu presente para você. Pegue-o graciosamente e diga "obrigado".
Se alguém tentar lhe alegrar quando você estiver perturbado, reconheça seu esforço. Você pode não querer ser alegrado. Pode querer permanecer zangado ou triste ou amargo ou miserável. É sua prerrogativa, mas ao menos ofereça-lhes um "Obrigado por tentar".
As pessoas nos dão pedaços e partes de si em incontáveis pequenas formas – um bom serviço num restaurante, um atendimento amigável num posto de gasolina, segurando uma porta para você quando seus braços estão cheios, dando-lhe o lugar na fila do supermercado quando percebem que você só comprou alguns poucos itens, dando-lhe um telefonema só pra ver como você está, parando para uma visita para ver se você precisa de algo, cuidando das crianças então você e seu cônjuge podem ter um jantar especial – a lista é interminável.
Pequenos gestos que nos dão significativas oportunidades de abandonar a nossa mentalidade do "eu, eu, eu" e focalizar em outra pessoa.