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A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair? Pensou ela.
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. E se justamente agora isto não funcionar?
Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final o empurrão.
A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida.
Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o menor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor.
Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!
Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo.
E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar.

Mulher exuberante...
Dona de uma beleza desconcertante.
Me atiça, me enfeitiça.
Não sei mais o que fazer, pra te conquistar e ter você.
Mulher poderosa, bela e formosa.
Preciso do seu amor, preciso do seu calor.

Sinto muito orgulho de poder compartilhar a maior parte dos meus dias ao seu lado. Trabalhar assim, com pessoas como você como colegas, é um prazer e um privilégio.

Você tem muitas qualidades e merece todos os elogios, não só como profissional, mas também como pessoa. Sei que posso contar com você, pois somos uma equipe unida, assim como sei que o sucesso estará sempre a nosso favor, pois trabalhamos para isso.

Nós humanos somos seres estranhos.
Nunca estamos felizes com nada.
Vivemos sempre buscando algo que não temos, e o que temos já não nos importa.
Algo como: a felicidade está em um patamar acima do nosso e estamos sempre a buscá-la.
Enfim, por mais que tenhamos bens, saúde, uma família, sempre falta algo.
Que seja algo distante, que seja impossível, pois será isso que iremos desejar, ainda que o que precisamos, de fato, esteja ao alcance de nossas mãos.
Carros, casas, bens, dinheiro, dinheiro. Seria essa a definição ideal de felicidade? Não sei, a resposta não é tão simples.
Talvez a felicidade não se resuma nessas coisas, em bens matérias, embora estas coisas ajudem muito.
Talvez, as coisas mais valiosas que temos, por mais démodé que seja, são amores.
Não amores carnais apenas, paixões, mas sim amores, amores pelo simples viver, do amanhecer de um dia, de uma vida envolta de prazeres simplórios, e que não são necessariamente relacionados a dinheiro.
Tá, reconheço que isso é filosófico demais, mas é realidade.
Afinal, a vida deve ser encarada como um simplicidade impressionante, porque a vida é mesmo complexa.
Mas é difícil ver simplicidade na vida, porque, aliás, a felicidade é, além de tudo, complexa.
Quando criança, eu queria ser adulto, mas por que cargas d'água hoje eu gostaria de ser criança? Por que sentimos falta daquilo que tivemos, e que sempre desejamos descartar?
Afinal, o que te faz feliz? O que nos faz feliz? O que é ser feliz? Talvez seja a esperança de saber que o amanhã poderá ser melhor, e é por isso que batalhamos hoje.
É, talvez ser feliz seja isso: viver o que temos pra viver da maneira que podemos.

No resgate dos mineiros
Nas minas lá do Chile
Na chegada dos primeiros
A emoção, eu não contive.

Das profundezas lá da terra,
Foram resgatados.
Alguns poucos homens
Altamente emocionados.
Os seus familiares
Que por eles esperavam,
Davam vivas aos milhares
Que os encontravam.

Vi o céu regozijando
No resgate aqui dos salvos
Que vivem esperando
E para tanto, preparados.
A alegria será tanta
e os salvos cantarão
A Deus glórias se levantam
E a Cristo abraçarão!

Como será lá no céu?
Será muito mais do que isto!
Ao ser rasgado o véu
E encontrarmos com Cristo

O véu do pecado
Que nos impede de estar,
Com Cristo, lado a lado,
De O podermos avistar.

Somos mineiros
Cavando no chão.
Nosso olhar, por inteiro,
Está no metal vil e vão.

Nas profundezas
No abismo do pecado
Não vemos as belezas
Que Jesus nos tem preparado

Eu quero ir
Para o eterno lar
Quero subir,
Com Jesus morar.

E você meu irmão amado
É, você que que comigo está,
Nesta mina do pecado,
Vamos juntos para lá?