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Se hoje eu estou feliz, devo muito á você, que sempre foi uma cunhada especial, uma cunhada que sempre me orientou, me defendeu, me protegeu.
Uma cunhada que depositou em mim, sua confiança, sua atenção, e eu sou grato, muito grato a você. Por isso, venho participar desta alegria, dessa festa de amizade.
Quero continuar pedindo a Deus que te ilumine, que te proteja, que te abençoe, e faça de você a mulher mais realizada dessa vida.
Se eu puder, quero sempre estar por perto, para te aplaudir, para te agradecer por tudo o que você tem sido na minha vida.
Se um dia, você de mim precisar, conte comigo, vou estar de braços abertos e passos largos, para ir ao seu encontro, cunhada.
Muita saúde e sucesso. Você é muito especial para mim, Nunca se esqueça disso.

Minha mãe, dizer-lhe adeus foi muito doloroso e a sua partida deixou um vazio muito grande na minha vida. Mas apesar da dor da sua ausência física, sinto que permanece junto a mim, pois tudo que sou devo a você, e nos meus atos, palavras e pensamentos, sua memória está viva.

Todos os dias penso em você, com saudade e amor eternos, e agradeço a Deus por ter me dado o privilégio de ter tido uma mãe tão maravilhosa. Que descanse em paz, minha amada mãe!

Meu Deus, a maior bênção da minha vida Tu me deste quando eu nasci e eu a chamo de mãe. Eu Te agradeço, Senhor, pela mãe maravilhosa que colocaste na minha vida.

Pois no seu coração apenas vive amor, generosidade e paciência. O seu espírito é de verdadeira guerreira e para todos que a conhecem é um exemplo de vida, energia e positividade.

Minha mãe me ensinou tudo que preciso para triunfar e ser feliz na vida, e me ensinou também o caminho do Teu amor. Meu Deus, hoje e para sempre eu vou Te agradecer por teres me dado o privilégio de ter a melhor mãe do mundo!

O coelhinho da Páscoa Vem a nós avisar Que Jesus está vivo E continua a reinar.
Que essa passagem Chamada Ressurreição, Seja de fato comemorada Com Cristo no coração!

Rui Barbosa, ao chegar em sua casa, ouviu um barulho esquisito vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou que havia um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo, surpreendendo-o tentando pular o muro com seus amados patos. Batendo nas costas do tal invasor, disse-lhe:
— Ô bucéfalo, não é pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes e sim pelo ato vil e sorrateiro de galgares as profanas de minha residência. Se fazes isso por necessidade, trânsito; mas se é para zombares de minha alta prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica no alto de tua sinagoga que reduzir-te-á à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E então o ladrão disse:
— Ô moço, eu levo ou deixo os patos?