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Quantas vezes andei te procurando Não sei, não contei. Não percebi que te procurava. Te queria sem saber, Te sabia e te amava sem querer. Te sinto meu, te quero meu.
Não sei se paixão, se amor, se amigo, Sei que mais do que tudo, te quero comigo. Quero te ver feliz em minhas manhãs, Ver teu despertar, teus olhos me encontrando, Tua boca me deixando sentir teu primeiro gosto, Teu hálito quente e teu cheiro de sono.
Me misturar com teu sonho, Sem saber ao certo se já desperto, Ou se te envolvo em meus encantos, Em nosso desejo macio e branco, Perdido e surpreso de tão intenso.
Sentir teu suspiro ao meu toque, Beijar o teu corpo e ouvir teus gemidos, Assim te quero, menino, perdido...
Te quero e te chamo, e sem chances, Simplesmente te abraço, E deixo minha mão na tua, Na calma de dois em um só.
Porque já te encontrei, Porque você sempre fez parte de mim, E por um querer do destino, Nossa união teve seu tempo certo para acontecer.
E sei quem é você. Você sabe de mim. E deste momento em diante nosso caminho se funde, Mesmo sem saber ao certo por onde andaremos, Mas com uma certeza.
Nosso caminho é direto, Nosso futuro é concreto. Nosso destino, a felicidade!

Sei que está passando um momento difícil, e por isso quero oferecer a você toda minha solidariedade e lhe entregar os meus pêsames.

As palavras pouco ou nenhum alívio trazem em momentos de grande dor como esse, mas sei que existe conforto em saber que há amigos que se preocupam com você e lhe prestam total solidariedade.

Muita força e fé, pois perante tão definitivo desfecho apenas nos resta aceitar e guardar o amor, as saudades e as memórias de quem partiu, com carinho eterno.

Você é isto que descrevo, uma pessoa de valor inestimável. Que está me fazendo ficar apaixonada, querendo novamente saber o que é alegria.
Seu sorriso tem o brilho das estrelas, seus olhos são belos como o luar. Sua voz é doce como o canto dos pássaros, o seu toque é suave como uma gota de orvalho.
Eu quero ter teu beijo, eu quero ter você ao meu lado, fazendo-me um carinho. Pegando em minha mão, sentindo meu coração pulsar no ritmo do sentimento que tenho por ti.
Enfim, não sei ficar longe de ti, não dá, penso em ti, em teu sorriso, teu olhar, tua voz. Sonho em te encontrar, te conquistar e em mostrar que tudo o que quero é te fazer feliz!

O homem que não tiver virtude própria sempre invejará a virtude dos outros. A razão disso é que a alma humana se nutre do bem próprio ou do mal alheio, e aquela que carece de um, aspira a obter o outro, e aquele que está longe de esperar obter méritos de outrem, procurará se nivelar com ele, destruindo a sua fortuna.
As pessoas que são curiosas e indiscretas são geralmente invejosas; porque conhecer muito a respeito da vida alheia não pode resultar do que concerne os próprios negócios. Isso deve provir, portanto, de tomar uma espécie de prazer teatral a admirar a fortuna dos outros. Aliás, quem não se ocupa senão dos próprios negócios não encontra matéria para invejas. Porque a inveja é uma paixão calaceira, isto é, passeia pelas ruas e não fica em casa.

Francis Bacon

Havia uma mulher corcunda magoada com o mundo, que vivia magoada com seu terrível calombo nas costas.
A mulher andava curvada, rastreando os cantos com seus olhos tristes, mal humorada, até que um dia encontrou um objeto mágico onde há séculos vivia um gênio, que se materializou na sua frente oferecendo-lhe quatros pedidos por sua libertação.
A mulher fez o primeiro: - Eu queria ter uma casa mais bonita do que a chata da Dona Maria, aquela mulher fofoqueira...
Zás! Apareceu-lhe uma casa maravilhosa.
Veio o segundo pedido. - Eu queria ter um carro muito mais bonito, possante e moderno do que o infeliz do Seu Zé.
Zás! Surgiu em sua frente um carro sensacional.
Assim fez o terceiro pedido: - Eu queria ter mais joias do que a Dona Joana, aquela intragável.
Zás! Apareceram-lhe joias maravilhosas.
Foi a vez do quarto e último pedido: - Agora, gênio, eu quero que você realize meu último pedido: Que suma aquilo que trás as amarguras da minha vida, meu desgosto, meu maior defeito...
E Zás!... de novo. Sumiu-lhe a língua...