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Um discípulo comentou com o rabino Bounam de Pssiskhe:
- O mundo material parece sufocar o mundo espiritual.
- Sua calça tem dois bolsos - disse Bouhnam. - Escreva no direito: o mundo foi criado apenas para mim. No bolso esquerdo, escreva: eu não sou nada além de pó e cinzas.

Divide bem teu dinheiro nestes dois lugares. Quando vires a miséria e a injustiça, lembra que o mundo existe apenas para que possas manifestar tua bondade, e usa o dinheiro do bolso direito. Quando estiveres tentado a adquirir coisas que não te fazem a menor falta, lembra do que está escrito no teu bolso esquerdo, e pensa várias vezes antes de gasta-lo. Desta maneira, o mundo material nunca sufocará o mundo espiritual.

Passo os dias olhando para um jardim que não é meu. Olho para a grama, sempre verde, mesmo quando as folhas vermelhas do outono começam a cair. Não importa as cores do jardim, a grama está verde. Na primavera, as flores enchem os olhos de quem passa de alegria, no verão a luz do sol deixa tudo mais claro e resplandecente e, mesmo no inverno, os dias gris não tomam conta de grama. Sempre que me sinto triste, vou até a janela e olho para aquele jardim. Indago-me se naquela casa não há tristeza. Será que não há um único dia em que não se esqueçam de regar a grama?

No jardim que não é meu, e onde a grama é sempre verde, há muitas borboletas. Elas estão sempre por lá. São de todas as cores, e às vezes fundem as suas asas com pétalas azuis das flores. Naquele jardim há também frutos, muitos frutos, verdes e maduros. Às vezes irrito-me porque alguns frutos caem das árvores, apodrecem e nunca são recolhidos. Mas depois, lembro-me dos pássaros bicando-os e vejo as cascas dos frutos desaparecem no solo.

Aquele jardim, tão vivo, não é meu. Naquele jardim há cor, há vida, há idas e vindas. E a grama é sempre verde. O meu jardim é um pequeno e inabitado jardim de inverno. Mas não cultivando a grama verde, nem as flores, nem as borboletas, à distância, assumo ser belo o canto dos pássaros.

Seria inútil pedir-te perdão Pois já estou quase sem voz De tanto pedir-te.
Seria inútil pedir-te compreensão Porque por mais que eu peço Cada vez você desentende mais as minhas palavras. Seria inútil pedir-te a mão Pois você negaria.
Seria inútil pedir-te um simples abraço Pois você fugiria. Seria inútil fazer uma declaração Pois você desprezaria.
Enfim... Seria inútil aceitar que te perdi Pois meu coração me ignoraria...
Ele só pede você Mesmo assim...
Ainda resta um suspiro, um instante...
Olhe em meus olhos E você encontrará a verdadeira razão Que me faz estar aqui...
EU TE AMO VOLTA PRA MIM!

Hoje quero desejar um dia maravilhoso para uma pessoa maravilhosa: você minha melhor amiga! Feliz aniversário! Que hoje a luz brilhe ainda mais intensa e bela, que nenhum rosto lhe negue um sorriso, e que a cada segundo seu coração bata de alegria e entusiasmo.

Você é muito especial para mim, amiga, eu a admiro muito e tê-la como melhor amiga há tantos anos é um orgulho e uma alegria muito grandes.

Os anos foram passando, muitos anos chegaram e foram embora já, mas através deles, e desde a nossa infância, nós soubemos nos manter juntas, unidas. Ano após ano fomos fortalecendo uma amizade que eu não duvido, chegará forte até ao final dos nossos dias.

Muitas felicidades, amiga! Hoje e para sempre eu estarei ao seu lado, para o bem e para o mal, para a sanidade e para a loucura, para a lágrima e para o sorriso...

Era um renomado mestre; um desses mestres que correm atrás da fama e gostam de acumular mais e mais discípulos. Em uma grande planície, reuniu centenas de discípulos e seguidores. Levantou-se, impostou a voz e disse:
- Meus amados, escutai a voz de quem sabe.
Fez-se um grande silêncio. Poder-se-ia escutar o voo rápido de um mosquito.
- Nunca deveis relacionar-vos com a mulher de outro; nunca.
Jamais deveis beber álcool e tão pouco comer carne.
Um dos assistentes atreveu-se a perguntar:
- Outro dia, não eras tu que estavas abraçado com a esposa de Jai?
- Sim, era eu -respondeu o mestre.
Então, outro ouvinte perguntou:
- Não vi a ti outro dia ao anoitecer bebendo na taberna?
- Esse era eu -respondeu o mestre.
Um terceiro homem interrogou ao mestre:
- Não eras tu que outro dia comias carne no mercado?
- Efetivamente -afirmou o mestre.
Nesse momento todos os assistentes sentiram-se indignados e
começaram a protestar.
- Então, porque pedes a nós, que façamos o que tu não fazes?
E o falso mestre respondeu:
- Porque eu ensino, mas não pratico.

O GRANDE MESTRE disse: Se não encontras um verdadeiro mestre para seguir, converte a ti mesmo em mestre.
Em última instância, tu és teu discípulo e teu mestre.