Que seja eterno enquanto dure esse amor
Que dure para sempre
Que venha abençoado por Deus
Que seja diferente
Que tenha alegria
Que ponha fogo em mim
Quem é que não quer um amor assim
Pare de olhar para trás, esqueça do passado. Como o próprio nome já diz, é passado, já passou. Tudo que ficou para trás, você já viu, já conhece, já sabe que não deu certo, e já deveria ter superado. Vai continuar andando para trás, com medo do futuro? Pare de reviver o que já foi vivido, está na hora de ir atrás do desconhecido. Começar uma nova vida, enfrentar outros problemas. O seu foco é seguir em frente.
Eu fui buscar forças no infinito,
Fui buscar felicidades num céu estrelado,
Fui tentar achar a alegria num pôr do sol de fim de tarde!
Mas a minha verdadeira felicidade é você,
Não preciso procurar em lugar algum,
Pois com você, qualquer lugar fica feliz.
Dizem os orientais que, quando abraçarmos uma pessoa querida a quem amamos,
devemos fazer da seguinte forma:
inspirando e expirando três vezes, e aí sua felicidade se multiplicará pelo
menos dez vezes.
O efeito terapêutico do abraço é inegável.
Diante disso não podemos esperar para abraçarmos a quem queremos bem.
Se você estiver sentindo um vazio interior,
tente abraçar o seu amigo, deslizando delicadamente a mão sobre as costas
dele, para que o possa sentir junto a você.
Nos momentos de dor ou de alegria é que vemos o bem que um grande e demorado
abraço nos causa.
Pelo abraço, transmitimos emoções, recebemos carinho, trocamos afeto,
compartilhamos alegria, amenizamos dores, demonstramos amizade, doamos amor,
expressamos nossa humanidade.
É tempo de enlaçarmos nossos braços num terno, profundo e afetuoso abraço.
Universidade de Chicago "Divinity School", em cada ano eles têm o que chamam de "Dia Religioso". Nesse dia cada um deve trazer um prato de comida e há um piquenique no gramado. Sempre, no "Dia Religioso", a escola convida uma das grandes mentes da literatura no meio educacional teológico.
Num ano eles convidaram o Dr. Paul Tillich. Dr. Tillich falou durante 2 horas e meia, achando que provaria que a ressurreição de Jesus era falsa. Ele questionava estudiosos e livros e concluiu que, a partir do momento que não havia provas históricas da ressurreição, a tradição religiosa da igreja caía por terra, porque era baseada num relacionamento com um Jesus que havia ressurgido, mas, de fato, Ele nunca havia ressurgido literalmente dos mortos.
Quando concluiu sua teoria, ele perguntou se havia alguma pergunta. Depois de uns 30 segundos, um senhor negro de cabelos brancos se levantou no fundo do auditório:
– Dr. Tillich, eu tenho uma pergunta. – ele disse enquanto todos os olhos se voltavam para ele. Ele colocou a mão na sua sacola, pegou uma maçã e começou a comer. – Dr. Tillich... CRUNCH, MUNCH... Minha pergunta é uma questão muito simples... CRUNCH, MUNCH...
Eu nunca li tantos livros como o senhor leu... CRUNCH, MUNCH... e também não posso recitar as Escrituras no original grego... CRUNCH, MUNCH... Eu não sei nada sobre Niebuhr e Heidegger... CRUNCH, MUNCH... e ele acabou de comer a maçã. Mas tudo o que eu gostaria de saber é: essa maçã que eu acabei de comer...estava doce ou azeda?
Dr. Tillich parou por um momento e respondeu com todo o estilo de um estudioso: – Eu não tenho possibilidades de responder essa questão, pois eu não provei a sua maçã. O senhor de cabelos brancos jogou o que restou da maçã dentro do saco de papel, olhou para o Dr. Tillich e disse calmamente:
– O senhor também nunca provou do meu Jesus. Mais de 1000 pessoas que estavam assistindo não puderam se conter. O auditório se ergueu em aplausos. Dr. Tillich agradeceu a plateia e rapidamente deixou o palco.