As coisas não precisam terminar para saber que chegaram ao final. Estou vivendo na desilusão, sabe? Sua distância revela o quanto estamos longe um do outro. Eu não vou mentir para você: estou muito decepcionada com suas atitudes.
Você tem andado frio, não tem manifestado vontade em manter o que temos. Isso demonstra que nosso namoro atingiu o topo da monotonia. Mas desejo que você seja feliz de algum outro jeito!
Eu gosto de você, aliás gostar é pouco até. Você sabe o quanto eu amo seu jeito, sua beleza; o quanto aprecio tudo que você representa para mim. E eu nunca quis que o ciúme fosse nossa marca, nossa maior evidência.
Acontece que não temos conseguido viver de outro jeito. Estamos permitindo que esse ciúme tome conta dos nossos dias. Ele é imparável!
Mas eu quero melhorar! Preciso que você me ajude; que me encha o coração de confiança. Nossa história está ainda no começo. Temos uma linda história de amor para viver e eu não quero perder nem mais um minuto!
Ainda não me habituei a viver sem ter você do meu lado, meu pai! Sinto muito sua falta. Sempre que me lembro do seu abraço, das suas palavras de ternura e carinho, do seu apertar de mão forte e certeiro, surge a maior das nostalgias.
Mas você está bem – algo me diz que você está bem e que um dia vai haver espaço para nosso reencontro. Até lá vou honrar seu nome e seu legado! Descanse, meu pai!
Para que fingir que sofre?
Eu sei que não
No fundo você gosta
De me tirar a paz
Se faz de inocente
Mas tudo bem
Te quero do meu lado
Porque eu sei
Não tem sentido viver sem teu amor
Sempre te levo
Comigo aonde eu for
Você me deixa triste
O que fazer?
Se a solidão insiste em me fazer lembrar
Não preciso de mais nada, de mais ninguém
Se você esta comigo, ta tudo bem
Isso não e certo, mas te aceito assim porque
Estou num deserto sem saber para onde ir
Eu só quero e ser feliz
Sempre que eu respiro e por você
E te amar me faz sofrer
Baby hoje eu vivo sufocado em minha dor
Sempre que eu tento te esquecer
Fico louca para te ver
Baby eu não consigo me livrar de tanto amor.
Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
– Que desgraça, senhor! – Exclamou o adivinho. – Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade. – Mas que insolente – gritou o sultão, enfurecido. – Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe: – Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado: – Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
– Lembra-te meu amigo respondeu o adivinho que tudo depende da maneira de dizer... Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.
A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.