De que tamanho é este amor, que suporta tudo, que se deixa ficar mesmo sofrendo?
De que tamanho é este amor, que te vê indo embora sempre e ainda assim espera sua volta?
De que tamanho seria um amor assim, que não cobra, que acolhe, que não domina e ainda se culpa, que se entristece com a sua tristeza, se desespera no seu silêncio, se alegra com seu riso
Quem poderia medir um amor assim, que comete loucuras para não te perder, que se desculpa por amar tanto, que finge não se importar, só para não magoar?
Um amor que busca você em todas as palavras, em todos os poemas, em tudo o que vê
Um amor que vai além do simples toque, que sente a alma, que sente a temperatura do coração, que te conhece por inteiro
Um amor que só se acalma estando junto, que espera ansiosamente a sua voz, o seu olhar, sua alegria, e não conseguindo: se mata, se escurece, mas não diminui, apenas cresce cada dia mais?
De que tamanho é este meu amor?
Quem poderia medir um amor assim?
As pessoas necessitam de esperança,
As pessoas necessitam de amor,
As pessoas necessitam da confiança de um companheiro,
As pessoas necessitam de amor para tornar boa uma vida,
As pessoas necessitam de fé em uma mão que ajuda.
(Abba)
Ótimo dia do Fisioterapeuta
I – Tenha controle de sua língua. Sempre diga menos do que pensa. Cultive uma voz baixa e suave. a maneira de falar, muitas vezes, impressiona mais do que aquilo que se fala.
II – Pense antes de fazer uma promessa e depois não dê importância do quanto lhe custa.
III – Nunca deixe passar uma oportunidade para dizer uma palavra meiga e animadora a uma pessoa, ou a respeito dela.
IV – Tenha interesse nos outros, em suas ocupações, seu bem-estar, seus lares e famílias. Seja alegre com os que riem e lamente com os que choram. Deixe cada pessoa com quem encontrar sentir que você lhe dispensa importância e atenção.
V – Seja alegre. Conserve para cima os cantos da boca. Esconda as suas dores, seus desapontamentos e inquietações sob um sorriso. Ria de histórias boas e aprenda a contá-las.
VI – Conserve a mente aberta para todas as questões da discussão. Investigue, mas não argumente. É marca de ser superior... discordar e ainda conservar a amizade.
VII – Deixe as suas virtudes falarem por si mesmas e recuse falar das faltas e fraquezas dos outros. Desencoraje murmúrios. Fale coisas boas aos outros.
VIII – Tenha cuidado com os sentimentos dos outros. Gracejos e humor não valem a pena e frequentemente magoam quando menos se espera.
IX – Não faça caso das observações más a seu respeito. Só viva de modo que ninguém acredite nelas. Nervosismo e indignação são causas comuns para maledicência.
X – Não seja tão ansioso a respeito de seus direitos. Trabalhe, tenha paciência, conserve seu temperamento calmo, esqueça de si mesmo e receberá a sua recompensa.
Naquela comunidade de franciscanos, frei Teófilo era o responsável pela sopa dos pobres. Todos os dias de manhã, ia recolher verduras e legumes na horta, trazia ossos do açougueiro da vila (para aproveitar o tutano) e depois preparava uma substanciosa sopa num grande caldeirão de ferro. Enquanto a sopa cozia, aproveitava para fazer um exercício devocional individual.
Muitos anos continuou ele nesse serviço e nesta devoção. Um dia, embora de olhos fechados em prece, percebeu uma luminosidade incomum no ambiente. Abriu os olhos e viu, rodeada por intensa luz, a figura viva do Cristo à sua frente! Instintivamente Teófilo se prostrou. Seu coração batia descompassadamente, ameaçando romper-se de alegria!
Mas seu arrebatamento foi interrompido: a campainha da porta da rua soou estridentemente, eram os pobres! Teófilo titubeou: — Oh! Jesus! Como deixar esta revelação pela qual aspirei e esperei a vida inteira. E que direito têm os pobres de interromper este êxtase sublime?
Ergueu implorativo olhar, mas o Mestre apenas o observava, atentamente. A campainha tocou outra vez. Movido pelo dever, o frade suspirou, inclinou-se ante o Cristo e correu à cozinha. Tomou o caldeirão e a concha e dirigiu-se à porta. Os pobres já estavam nervosos. Teófilo os serviu pacientemente, mas ainda estava ansioso e emocionado.
Quando terminou sua tarefa, tornou à cozinha, deixou ali os apetrechos e olhou esperançoso para seu quarto: ainda estava esplendidamente iluminado!
Entrou: Cristo o esperava! Comovido e jubiloso ajoelhou-se e, então, o Mestre lhe disse: – Teófilo, Eu me teria ido... Se tivesses ficado...!
Sempre que olho em você, sinto uma felicidade muito grande; uma alegria extrema. Você é muito importante para mim, meu irmão, desde sempre! Por isso que tentei passar para você todos os ensinamentos que estavam ao meu alcance; todas as palavras que podia fazer de você a pessoa maravilhosa que é hoje.
Agora sinto que meu trabalho foi bem realizado: ajudei meu irmão caçula a se tornar no homem fantástico que é hoje. É uma sensação de dever cumprido; dever que foi uma satisfação do tamanho do mundo. Adoro você, meu irmão!