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Bem-Vindo ao meu Facebook! Sim, ao meu, por isso aprecie devidamente e compartilhe todas as minhas publicações. É que estou abrindo uma porta da minha vida para você!

Espero que se divirta, que encontre motivos de reflexão; que se questione e que jamais encontre razões para deixar desvanecer a promissora amizade que estamos criando. E principalmente desfrute!

O ser humano raciocina e tem muita inteligência, mas muitas vezes usa tudo isso para as piores causas. Quanto mais conheço algumas pessoas, mais decepção sinto. É lamentável todos os dias ter de assistir e suportar certas atitudes que em nada dignificam a nossa espécie.

O que vai no coração do homem muitas vezes é puro ódio e maldade. São muitas às vezes que me pergunto se será para sempre assim. Já não sinto prazer em viver em uma sociedade assim.

Quando Deus criou o homem, disse: "Não é bom que o homem esteja só, far-lhe-ei uma adjutora". (Gênesis 2:18)
Uma esposa representa um relacionamento de intimidade, de parceria, de colaboração. Por isso, na criação, a mulher foi chamada de adjutora: aquela que está junto para ajudar.
Ela se preparara para seu esposo, assim com a Igreja veste-se de santidade, adorna-se e caminha em direção ao Noivo (Jesus Cristo), para efetivar as bodas e gozar de toda a intimidade desejada pelo resto da sua vida. E este é o propósito de Deus para o Seu povo, e deve ser também, do esposo para a sua amada.

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, joias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
Educação enferruja por falta de uso.
"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado.
Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou."

Um mercador que tinha um papagaio preso a um poleiro. Um dia resolveu viajar para Amazônia e perguntou ao louro o que desejava de lá. Este lhe pediu:
– Se vires algum bando de papagaios livres, pergunta-lhes como também posso ser livre e voar.
Na Amazônia o mercador viu um bando de papagaios e gritou-lhes a mensagem do louro. Ao ouvi-lo, o guia do bando caiu como morto. O homem, penalizado, pensou:
– Coitado, devia ser parente do meu papagaio.
Ao voltar, contou o sucedido a seu papagaio e este, para seu espanto, tombou como morto. O homem lamentou, mas, resignado desprendeu o louro inerte e o atirou ao quintal. No próprio impulso com que foi jogado, ele alçou voo e pousou num galho. O mercador, muito admirado, perguntou:
– Afinal, que significa tudo isso?
E o papagaio respondeu:
– Apenas segui a lição.
Não basta adquirir sabedoria, é preciso também saber usá-la.