Certa vez, um vaga-lume chamado Spy voava pela floresta e, como de costume, percorria determinado caminho para ir a sua casa. No meio do caminho, Spy notou a presença de um outro animal, mas não deu muita atenção, porque se tratava de uma cobra. um bicho que nunca o incomodou.
Spy continuava a voar e percebeu que a cobra começou a segui-lo. Quanto mais rapidamente Spy voava, mais rapidamente a cobra o seguia. Em determinado momento, Spy cansou-se de voar em alta velocidade e, vendo que a cobra estava cada vez mais perto, resolveu parar. A cobra demonstrava raiva e deixava clara a intenção de devorá-lo.
Spy, exausto e vendo que seria devorado pela cobra, pediu um minuto antes do ataque mortal e perguntou: Por que tu me segues? Por que tu queres me matar? E a cobra respondeu: Não sei! Spy então falou: Eu nem faço parte da tua cadeia alimentar! Eu não te fiz nada! A cobra diz: Eu sei! Spy, vendo que mesmo assim seria devorado, fez a última pergunta: Afinal de contas, por que tu me seguiste e agora queres me matar?
A cobra enfim responde:
Ora, vaga-lume, eu odeio ver alguém brilhar na minha frente. Quando a cobra foi atacá-lo, Spy apagou sua luz por alguns instantes e conseguiu se esconder da cobra invejosa. Spy conseguiu fugir e sobreviver, mas teve que apagar o seu brilho por alguns instantes. Essa história, de um autor desconhecido, mostra que a inveja é, sem dúvida, um dos grandes malefícios da humanidade. Mas por mais que existam cobras em todos os lugares tentando apagar o brilho dos vaga-lumes, e muitas vezes até conseguindo incomodar e prejudicar o próximo, ofuscando provisoriamente seu brilho,
Deus nunca deixará que apaguem o brilho de uma estrela boa e fiel aos seus princípios, pois elas trazem o bem para consigo e para os que necessitam de luz.
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimento, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, da madrugada, de pássaros, de sol, da lua, do canto dos ventos e das canções da brisa.
Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja de todo impuro, mas não deve ser vulgar.
Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos. Que se comova quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações da infância.
Precisa-se de um amigo para não enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que bata nos ombros sorrindo e chorando, mas que nos chame de amigo, para se ter consciência de que ainda se vive.
Atrás dele, uma trilha de pegadas.
Abaixo dele, um garanhão.
À frente dele, quilômetros de trilha para percorrer.
Dentro dele, uma determinação cega.
Olhos semi-serrados. Maxilares firmes. Esqueléticos.
Os cavaleiros do "Pony Express" tinham uma tarefa - entregar a mensagem em segurança e rápido. Eles aproveitavam qualquer vantagem: a rota mais curta, o cavalo mais veloz, a sela mais leve. Até mesmo a marmita mais leve. Apenas os mais fortes eram contratados. Eles conseguiam lidar com os cavalos. O calor, eles conseguiam deixar para trás e sobreviver as nevascas? os mais novos e os órfãos eram a preferência.
Os selecionados recebiam um bom salário, um revólver Colt, um rifle de baixo calibre, uma camisa vermelha, calças azuis e 8 horas para cobrir 12 km, 6 dias por semana.
Trabalho duro e pagamento alto. Mas a mensagem valia a pena. Paulo teria amado a "Pony Express"...
Paulo viveu para entregar a mensagem... Mensagem a respeito de Cristo... e nós? O que fazemos com tão nobre salário já pago pela eternidade toda? Estamos dispostos, faça chuva, faça sol, a entregar tão preciosa mensagem? Pense nisso!
A verdade esta no olhar, não tem como mentir, os olhos nos revelam a verdade.
No olhar expressamos tudo que sentimos preocupação, tristeza, alegria, prazer, dor, amor tudo o que sentimos coisas boas e ruins.
Os olhos são a porta de entrada para nossa alma, converse olhando nos olhos, assim irão ver você de modo diferente, não desvie o olhar se mostre como você é sem receios, demonstre o que senti através de um olhar você será bem compreendido.
Não tema que te vejam através dos olhos, não importa se teu olhar não mostrar só coisas lindas, temos marcas quem não as tem, nem sempre escolhemos as coisas certas para nossas vidas, estamos sempre tentando acertar.
Um olhar diz tudo, revela o que nos falta coragem para falar, olhe nos olhos diga o que esta sentindo peça para que te olhe nos olhos também, esse gesto demonstrará que você quer entender e ser entendido assim será muito feliz.
Hoje é o dia de fazermos o que mais gostamos. Domingo à tarde é a ocasião mais abençoada da semana porque o único limite é a nossa imaginação. Tire um tempo para pensar em como aproveitar essas horas da melhor forma e não hesite em sair de casa e provar o que esta tarde tem para lhe dar. Tenha um ótimo Domingo!