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É um grande engano não querer dizer aquilo que sente para tentar manter um relacionamento tranquilo.
Alguns chegam a optar pelo silencio mórbido. Que grande engano!
No desejo de manter a paz sonhada ou pelo medo da verdade que só o dialogo pode revelar, deixam-se conduzir para um divorcio emocional.
Embora o relacionamento possa até durar tempo, já não sera mais amor que o sustenta, mais sim inúmeros medicamentos. Os casamentos duram nem sempre são desprovidos de conflitos. Alguns cais brigam, mas também cobrem o outro de afeto. Outros casais nunca levantam a voz, mas também raramente elogiam ou acariciam um ao outro.

Estudante nunca desista de seus sonhos, você pode fazer a diferença: levar o amor ao mundo.
A cada atitude permeada de amor, estará fazendo sempre o melhor.
A cada colega que se transformar num grande amigo, terás alegria ao encontrá-lo no futuro.
Plante hoje o amor para colher sempre os frutos do bem que fizeste para cada pessoa.

O amor não deveria ser exigente; senão, ele perde as asas e não pode voar; torna-se enraizado na terra e fica muito mundano. Então ele é sensualidade e traz grande infelicidade e sofrimento.

O amor não deveria ser condicional, nada se deveria esperar dele. Ele deveria estar presente por estar presente, e não por alguma recompensa, e não por algum resultado.

Se houver algum motivo nele, novamente seu amor não poderá se tornar o céu. Ele está confinado ao motivo; o motivo se torna sua definição, sua fronteira.

Um amor não motivado não tem fronteiras: é pura alegria, exuberância, é a fragrância do coração.

E o fato de não haver desejo de algum resultado não quer dizer que não haja resultados. Há sim, e eles acontecem mil vezes mais, porque tudo o que damos ao mundo retorna e ressoa.

O mundo é um lugar que faz eco. Se atirarmos raiva, a raiva voltará; se dermos amor, o amor voltará.

Mas esse é um fenômeno natural, e não precisamos pensar sobre ele. Podemos confiar: isso acontece por si mesmo. Esta é a lei do carma: tudo o que você semeia, você colhe; tudo o que você dá, você recebe.

Assim, não há necessidade de pensar a respeito, é automático. Odeie, e será odiado; ame; e será amado.

Osho

Lembra de quando a gente ficava falando de nosso casamento atingir a meta da boda das flores? Hoje é o dia! Parabéns, meu bem! Quatro anos de matrimônio. Mais de mil dias de felicidade.

Todo casamento passa por tempestades mais ou menos tumultuosas, e passa por dias de sol mais ou menos brilhantes. Todos os momentos de vida de nossa relação tem sido imensamente verdadeiros. Isso para mim é o fundamental, porque em qualquer união, a honestidade, a par com o respeito, são absolutamente imprescindíveis.
E a gente tem isso. Nosso casamento tem isso – franqueza.

Mal posso esperar pelas bodas de madeira. São já para o próximo ano.
Cada ano é uma conquista. Nunca pela dificuldade, sempre pelo amor.
Na verdade, nosso casamento é mais do que amor. É já resultado do amor! O que está sendo feito pela gente tem um valor inestimável. Criar uma família – como a gente tem feito, é uma tarefa ao nível dos amantes mais francos. É uma ambição sem limites.

O que a gente construiu nestes quatro anos é sinal de força. É sinal de união.
Vamos festejar.

Por vezes sentimos uma grande necessidade de mudar, uma vontade de recomeçar uma nova vida longe de tudo que nos fez mal no passado. É preciso coragem para tomar essa decisão, mas vale a pena arriscar pelos benefícios que ela nos traz.

Vou deixar ficar para trás as coisas que agora já não são importantes. Procuro um novo eu daqui em diante, e estou determinada a isso, pois sei que é o melhor para mim.