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Ser mãe adotiva é amar um filho que não geramos em nosso ventre, mas que se fixou para sempre no nosso coração. É chorar, sorrir, sofrer e sonhar com a mesma intensidade que uma mãe de sangue. É proteger e amar incondicionalmente. É olhar nos olhos daquele que aprendemos a amar depois do nascimento, e reconhecer o nosso filho. É, simplesmente, e apesar do que a genética diz, saber que somos a mãe daquele que é nosso filho, sem importar tudo resto!

Meu filho,
Hoje é um dia lindo, é o seu aniversário!
Há alguns anos atrás, num dia igual a este e que me parece tão próximo, recebi você nos meus braços. Pequeno e indefeso, chorãozinho e carente de carinho. Foi um dia de grande alegria.
Depois lhe vi crescer como um galho que estende os braços para fora do tronco mãe. Agora, você é um homem independente, realizado profissionalmente, constituindo a sua própria família, fincando os alicerces de uma nova árvore. A vida é assim, segue sempre em frente, ela não volta, caminha.
Desejo, filho, que seus caminhos sejam sempre percorridos sem quedas, sem desatinos. Que o sucesso esteja sempre na luz que lhe ilumina. Que seus objetivos, sejam eles profissionais ou afetivos, sempre se realizem.
Que o mundo lhe sorria com sua benevolência, que seus amigos sejam sempre os melhores amigos, lhe amparando e lhe recebendo todas as vezes que precisar deles. Que os ramos da árvore da vida que você plantar agora, produza frutos saborosos e dos quais você se orgulhe de ter plantado.
Você, filho, está hoje distante fisicamente, mas em espírito mora aqui dentro do meu coração, e todos os dias, todas as horas, a sua lembrança ainda corre por todos os cômodos do nosso lar, onde você cresceu, se tornou gente, se tornou homem.
Filho, aceite as bençãos de sua mãe, abraços de seu pai e um sincero "parabéns pra você nesta data querida" de toda sua família.
Amamos muito você e lhe desejamos tudo de melhor que a vida possa dar.
Que Deus esteja sempre em seu caminho.
Beijos da mamãe e de toda sua família!

Querido, quero em poucas palavras te dizer que a cada dia que se passa te adoro demais, te amo demais e te quero demais.
É como se eu pudesse multiplicar o ontem pelo antes de ontem e resultar no hoje.
Sabe?! Hoje parada pensando em você lembrei-me de cada minutos juntos, que estávamos um perdido nos braços do outro, um completando o outro e ambos em busca incessante de descobrir territórios até então desconhecidos.
E então nos perdemos no tempo e mesmo separados, podemos sentir um ao outro. Pois mesmo quando estamos longe chego a sentir como se você estivesse pertinho, bem pertinho de mim. Chego até a sentir o seu hálito quente tão próximo, teu perfume, teus braços me abraçando, suas mãos me tocando, seus lábios de encontro aos meus, enfim sou capaz de sentir o calor de seu corpo de encontro ao meu.
E então é difícil controlar a vontade que tenho de te procurar, de te abraçar e fazer tudo o que muitas vezes sou obrigada a me controlar.
Mas me contento na esperança de que um dia serás somente meu, só meu e de mais ninguém. E então não haverá mais estas barreiras que nos separam. Seremos somente nós, somente eu e você. Te amo...

A preguiça e a covardia são as causas por que os homens em tão grande parte, após a natureza os ter há muito libertado do controlo alheio, continuem, no entanto, de boa vontade menores durante toda a vida; e também por que a outros se torna tão fácil se assumirem como seus tutores. É tão cômodo ser menor.
Se eu tiver um livro que tem entendimento por mim, um diretor espiritual que tem em minha vez consciência moral, um médico que por mim decide da dieta, etc., então não preciso de eu próprio me esforçar. Não me é forçoso pensar, quando posso simplesmente pagar; outros empreenderão por mim essa tarefa aborrecida. Porque a imensa maioria dos homens (inclusive todo o belo sexo) considera a passagem à maioridade difícil e também muito perigosa: é que os tutores de boa vontade tomaram a seu cargo a superintendência deles. Depois de, primeiro, terem embrutecido os seus animais domésticos e evitado cuidadosamente que estas criaturas pacíficas ousassem dar um passo para fora da carroça em que as encerraram, lhes mostram em seguida o perigo que as ameaça, se tentarem andar sozinhas. Ora, este perigo não é assim tão grande, pois aprenderiam por fim muito bem a andar. Só que um tal exemplo intimida e, em geral, gera pavor perante todas as tentativas ulteriores.

É, pois, difícil a cada homem se desprender da menoridade que para ele se tornou quase uma natureza. Até lhe ganhou amor e é por agora realmente incapaz de se servir do seu próprio entendimento, porque nunca lhe foi permitido fazer uma tal tentativa. Preceitos e fórmulas, instrumentos mecânicos do uso racional ou, antes, do mau uso dos seus dons naturais são os grilhões de uma menoridade perpétua. Mesmo quem deles se soltasse só daria um salto inseguro sobre o mais pequeno fosso, porque não está habituado a este movimento livre. São, pois, muito poucos apenas os que conseguiram mediante a transformação do seu espírito se arrancar da menoridade e iniciar então um andamento seguro.

Immanuel Kant

A cada dia uma nova página da vida toma forma.
Nela são inseridos diversos personagens.
Uns bons, outros nem tanto e aqueles que apenas passam despercebidos.
E no meio de todo esse contexto, a história se escreve e se mantém sempre de forma inconstante.
É possível ditarmos o roteiro de nossas próprias narrativas, mas somente querer não fará a trama mover-se para outra direção.
É necessário lutar por aquilo que se quer e acima de tudo, querer de corpo e alma essa nova direção.
Faça isso e quem sabe suas páginas não cruzam com as minhas?
Até lá teremos muitas outras crônicas para contar