Amor, meu grande amor. Meu braço direito, meu porto seguro, meu colo e minha paz. Como explicar o quanto te amo se o sentimento é maior que qualquer palavra?
Prepare-se para rejuvenescer! Você já sabe que está cientificamente comprovado que mulheres separadas rejuvenescem, ficam mais bonitas, charmosas e atraentes em poucas semanas após a separação.
O gráfico mostra que as quatro primeiras semanas após a separação são dramáticas, e há uma tendência de queda. Mas logo, uma vontade irresistível de viver e ser feliz toma conta da mulher recém solteira. O primeiro sintoma é a vontade incontrolável de passar batom vermelho e usar saltos.
Mudar a cor e o corte do cabelo também são indicativos de mudança positiva no gráfico. Recuperação da autoestima e desejo de crescimento profissional vêm logo em seguida. Depois olhares de homens interessados fazem o gráfico chegar ao topo.
É isso, minha amiga, bem-vinda novamente à vida de solteira. O mundo é bonito lá fora, e você é jovem e linda. Há muito para ser feliz! Passado é passado, agora é presente e futuro.
O que revela a nossa força não é sermos imbatíveis, incansáveis, invulneráveis. É a coragem de avançar, ainda que com medo. É a vontade de viver, mesmo que já tenhamos morrido um pouco ou muito, aqui e ali, pelo caminho. É a intenção de não desistirmos de nós mesmos, por maior que às vezes seja a tentação. São os gestos de gentileza e ternura que somente os fortes conseguem ter.
Um dia fiquei pensando sobre as diferenças entre amor e amizade, e depressa descobri que não há assim tantas.
Um amor pode ser mais intenso, mas uma amizade dá mais segurança. Um parceiro amoroso pode ser um grande amigo, e um amigo pode vir a tornar-se em um grande amor.
Um sentimento e o outro estão ligados, quase se confundem por vezes, e seguramente não vivem um sem o outro.
Fiquei pensando e cheguei à conclusão que venha amor ou amizade, a vida sem eles não tem graça nenhuma e seria até insuportável, então pouco importam as diferenças, celebremos apenas as semelhanças!
Conta-se que um rico fazendeiro foi queixar-se ao padre da paróquia local, dizendo que as pessoas não o viam com bons olhos porque ele não ajudava as outras pessoas nem contribuía com as obras assistenciais da igreja e disse ao sacerdote: – Ora, todos sabem que quando eu morrer deixarei tudo o que tenho para a igreja e seus pobres.
O sacerdote, homem sábio, disse ao fazendeiro: – Vou lhe contar uma história. A história da vaca e do porco.
Fez uma pausa e continuou: – Um dia o porco foi reclamar com a vaca porque ninguém lhe dava valor. Todos o desprezavam. Afinal, disse o porco, eu doo tudo o que tenho aos homens. Eles consomem a minha carne, usam meus pelos para fazer pincéis, e aproveitam até meus ossos. Mesmo assim sou um animal desconsiderado. O mesmo não acontece com você, que dá apenas o leite e é reverenciada por todos, concluiu o pobre porco.
A vaca, que ouvia com atenção, falou: – Talvez seja porque eu doo um pouco de mim todos os dias, enquanto estou viva, e você só tem utilidade depois de morto.
O fazendeiro agradeceu ao padre pela lição e se retirou pensativo.
E você, em que tem contribuído com a sociedade da qual faz parte, enquanto está a caminho? Muitos pensam e agem como o fazendeiro. Pretendem dispor dos seus bens apenas depois da morte, quando não precisarão de mais nada. Outros pensam em doar um pouco do seu tempo ao próximo só depois que se aposentarem. No entanto, a necessidade não aguarda o tempo propício para visitar os desafortunados. A carência pede socorro agora, não mais tarde. A necessidade roga mãos caridosas hoje, não amanhã. A ignorância solicita esclarecimento imediato, não num futuro distante.
Existem tantas frentes de trabalho aguardando mãos dispostas a se movimentar em prol do semelhante, nos mais variados campos de ação. Basta boa vontade e disposição.