O amor é feito casinha de joão-de-barro: é construído devagar, no dia a dia. Sua matéria-prima é simples, mas aquece, acolhe. E a gente mora ali cheio de fé, confiantes de que estamos protegidos das nossas próprias tempestades e do vento frio da solidão.
Mudança, amiga! Essa é a palavra-chave para você: mudança. Basta de reclamar, chega de queixa. É hora de mudar o que está errado. Não permita que a infelicidade se mantenha, não deixe que a preguiça se intrometa no seu dia a dia.
E corra, corra muito e sempre atrás dos seus sonhos, sem esquecer que só se vive uma vez. Faça tudo que for necessário para atingir o cume da realização pessoal! Força, amiga!
Não nos encontramos mais, não fazemos mais as reuniões inesquecíveis. Aquelas boas festinhas, em que a gente se reunia em qualquer lugar, ao redor de uma churrasqueira. Era só desculpa para ficar juntos e conversar.
Ali eram relembradas velhas histórias de velhas aventuras. Lugares em que estivemos juntos e que ainda hoje, passado o tempo, continuam a existir na recordação. Nessa época sim cultivamos a verdadeira amizade, que hoje mantemos pelas lembranças.
Coisas que na memória estão vivas, sentimentos que por desinteressados, permaneceram. Hoje sabemos que só mesmo esse laço continua na nossa vida, é a verdadeira amizade.
Tenho saudades daquele tempo, amigo. Entre nós sempre houve confiança mútua. Quem sabe, tu possas me passar um pouco da tua força de vontade para continuar cultivando coisas boas e úteis.
Um abraço fraterno.
A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos. A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos.
E até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro. A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos. Tudo bem. O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum: É amar mais ou menos,
É sonhar mais ou menos, É ser amigo mais ou menos, É namorar mais ou menos, É ter fé mais ou menos, E acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Pense nisso...
A gente se difere dos animais irracionais porque pensa e fala. E na maioria das vezes a gente se parece com eles porque fala sem pensar.
Foi exatamente isso que aconteceu comigo, falei sem pensar, ofendi você.
Você se defendeu e isso criou um clima que jamais deveria ter acontecido.
Depois a gente fica só, para de falar, volta a pensar e se arrepende muito e sofre e gostaria que nada daquilo tivesse acontecido.
Mas infelizmente o tempo não volta atrás.
O que foi dito ficará na lembrança e continuará machucando por um tempo, mas existe um remédio que quanto maior a dose mais rápido se esquece a dor.
E este remédio se chama amor, e você não precisa procurar em farmácias, eu tenho estoque muito grande em meu coração, com uma receita de carinho e um pedido de perdão.