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Quero agradecer, a todos que carinhosamente gastaram um tempinho do seu dia pra me desejar feliz aniversário. Deu certo, pois foi um dia muito feliz mesmo...
Aos que ligaram, aos que esqueceram, aos que fingiram que esqueceram, aos que não puderam estar online... Deus dê em dobro tudo que me desejaram!
Sou uma pessoa muito feliz, feliz mesmo, pois tenho pessoas maravilhosas que me cercam... Uns bem de perto, uns de longe, outros de bem longe... Não importa a distância e sim o carinho...
Isso é um presentão de Deus pra minha vida!
Obrigado(a).

Sinto falta de você, que não está presente comigo em nenhum momento.
Sinto falta de você, por não estar me vendo sorrir no dia da minha formatura.
Sinto falta de você por não me deixar te compreender quando precisa.
Sinto falta de você, por nunca ficar comigo quando estou triste.
Sinto falta de você em todos os momentos da minha vida.
você esta tão distante...
Mas pode ter certeza de que há uma coisa da qual eu não sinto falta...
Ter sempre o seu coração junto ao meu !
Te adoro !

Na Grécia antiga, Sócrates era um mestre reconhecido por sua sabedoria. Certo dia, o grande filósofo se encontrou com um conhecido que lhe disse:
- Sócrates, sabe o que acabo de ouvir sobre um de seus alunos?
- Um momento, respondeu Sócrates. Antes de me dizer, gostaria que você passasse por um pequeno teste.
Chama-se – "Teste dos 3 filtros".
– Três filtros?
- Sim, continuou Sócrates. Antes de me contar o que quer que seja sobre meu aluno, é bom pensar um pouco e filtrar o que vais me dizer.
O primeiro filtro é o da Verdade. Estás completamente seguro de que o que me vai dizer é verdade?
- Bem... Acabo de saber... - Então, sem saber se é verdade, ainda assim quer me contar?
Vamos ao segundo filtro, que é o da Bondade. Quer me contar algo de bom sobre meu aluno?
- Não, pelo contrário.
- Então, interrompeu Sócrates, queres me contar algo de ruim sobre ele, que não sabes se é verdade!
Ora veja! Ainda podes passar no teste, pois ainda resta o terceiro filtro, que é o da Utilidade.
O que queres me contar vai ser útil para mim?
- Acho que não muito.
- Portanto, concluiu Sócrates, se o que você quer me contar pode não ser verdade, não ser bom e pode não ser útil, então para que contar?
Este episódio demonstra porque era tão estimado.

Você diz que nós não combinamos, que eu gosto de mar e você de campo. Que eu gosto de correr e você de patinar. Que eu sou de riso fácil, e você por qualquer coisa começa a chorar.

Mas quer saber? Acho que melhor combinação não há! Dois é melhor que um, e nós dois somos o melhor par.

Passamos a vida sem nos procurar, mas acabamos por nos encontrar. Acho mesmo que é o destino querendo nos juntar. Não sei o que vi em você, mas em outras pessoas não há!

Não sei porque você diz que não quer namorar, que sozinha quer ficar! Um é um número ímpar, e número ímpar dá azar! Vem comigo, deixa eu abraçar você! Você vai ver que juntos também podemos ser um par e ser um só.

Me dá uma chance para eu provar que posso ganhar você! Tenha certeza que na sua vida o nosso amor só tem a somar.

Certa vez, uma jovem esposa, depois de dez anos de casamento, decidiu deixar o lar. De algum tempo, a situação se fazia insustentável e ela decidiu começar vida nova. Abandonou esposo e filho, garoto de seis anos.
Dois anos depois, já com um novo amor a lhe fazer bater o coração descompassado e um trabalho em agência de Correios, foi surpreendida por um papel dobrado em quatro, que caiu dentre os tantos envelopes que ela separava para envio.
Era uma folha de caderno, sem envelope, destinada simplesmente a Jesus. A curiosidade fez com que ela abrisse a folha e começasse a ler.
Dizia a carta, escrita em letra infantil: "Jesus, eu estou muito doente. Tenho muita tosse. Sei que papai cuida de mim, em todas as horas que não está no trabalho. Tia Margarida e tia Magda também. Mas Jesus, eu estou tão doente. E por isso eu escrevo esta carta para lhe pedir um presente. O meu aniversário está próximo. Seria possível me trazer, no dia em que eu vou completar oito anos, a minha mãe de volta? Não sei onde ela se encontra mas o senhor deve saber, com certeza. Se o senhor puder, por favor, Jesus, traga minha mãe de volta. Se ela voltar, a nossa casa vai se alegrar outra vez. Haverá flores nas janelas. E eu melhorarei.
A minha tosse vai passar. Jesus, eu queria tanto, no meu aniversário, abraçar minha mãe outra vez. Sei que eu não sou um bom menino, mas eu peço assim mesmo porque quando minha mãe estava conosco ela sempre dizia que tudo o que se pedisse a você, você conseguiria. Eu vou ficar esperando, Jesus, por favor, traga de volta minha mãe."
A assinatura não deixava dúvidas. Era do seu filho, o garoto que deixara aos seis anos, quando partira para sua nova vida.
Rita deixou o trabalho naquele dia e voltou para casa. Bateu à porta e surpresa, tia margarida a viu entrar. Passou pela sala e o marido, igualmente surpreendido, somente a olhou sem nada dizer. Foi ao quarto do filho, que tossia, deitado em sua cama.
Ao vê-la, o garoto sorriu, abriu os braços e exclamou:
– Mãe, Jesus trouxe você!