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Inspirado na obra de Schopenhauer (1788-1860)

A fábula se passa na Era Glacial, em um tempo remoto, quando diversas espécies animais foram extintas. Uma manada de porcos-espinhos, sentindo-se prestes a congelar, decide se unir para sobreviver.

Aquecendo-se uns aos outros e trocando energia, os porcos-espinhos ficavam cada vez mais fortes, mas a proximidade excessiva acabava expondo-os às feridas dos espinhos, e assim eles se machucavam e se magoavam. Juntos, estavam quentinhos, porém sangrando:

"Aqueles que mais amavam,
Aqueles que mais sofriam".

Não suportando os ferimentos, eles se afastaram. Cada um em seu canto, acabaram por morrer. Os sobreviventes voltaram e tiveram que aprender a respeitar os limites:

"Mantinham pouca distância,
Apenas suficiente,
Somente para tornar
O próprio corpo mais quente".

Assim venceram o inverno, aprendendo que estar juntos é fundamental, mas também que a individualidade deve ser preservada.

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!
É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe!

Para sermos uma equipe, "precisamos descobrir a alegria de conviver"
(Carlos Drummond de Andrade)

Coloridas ilustrações conduzem a história, ambientando o drama dos porcos-espinhos em cenários que remetem a jogos e brincadeiras diversos: pipa, dados, bola, quebra-cabeças, cartas, dominó, amarelinha, xadrez, roda. Afinal, a vida é também um jogo, e para saber jogar é preciso aprender as lições da convivência e dos limites.

Numa casa havia duas cachorras. Uma falsa e mentirosa, a outra, sincera e de muito bom coração. Um dia a falsa foi pedir ajuda à amiga e companheira de moradia.
- Comadre, meus filhos estão para nascer. Será que você me cederia um cantinho da sua casa para que eu possa tê-los em segurança?
Comovida, a cachorra generosa permitiu que a outra se instalasse.
- Como minha casa não é grande, você fica sozinha com ela e eu me ajeito por aí até que seus filhos nasçam.
- Obrigada, minha amiga - agradeceu falsamente comovida a falsa.
A dona da casa dormiu três dias na rua. No quarto dia, ela voltou.
- Agora que seus filhos nasceram, eu quero minha casa de volta.
- Oh, mas veja como eles são bichinhos tão fraquinhos. Deixe-me ficar mais uma semana.
- Está bem, mas só mais uma semana.
Decorrido o prazo, lá veio outra desculpa esfarrapada:
- Meus filhos ainda estão muito pequenos, dê-me mais um mês. E cada vez que a cachorra boa voltava, a malandra pedia mais tempo até que um dia, quando voltou a pedir que devolvesse sua casa, deu de cara com sete cães enormes que lhe arreganharam os dentes. Eram os filhotes da cachorra má que já haviam crescido.
- Você quer sua casa? Pois venha tomá-la.
E pularam no pescoço da cachorra boa, sangrando-lhe até a morte.

MORAL DA HISTÓRIA
Expulsa o mal da tua casa e da tua vida antes que ele se fortaleça.

Nicéas Romeo Zanchett

Amar pode ser uma forma de ser feliz!
Como definir o amor?
Não a definição!
O amor não se pode explica-lo e sim vive-lo.
Ah o amor, como é difícil encontrar alguém que ame de verdade!
Às vezes fico a imaginar que realmente pessoas precisam ser regadas pela de emoções e sentimentos felizes!
O amor é essencial no coração de cada, cada pessoa, quem ama, sofri, mas ali pode encontrar a felicidade de AMAR!

Querido Deus:
Gosto muito de você... Gosto do papai, da mamãe... Do meu irmão e de todos os meus amigos.
Deus, obrigado pelos brinquedos, pela escola, pelas flores, pelos bichinhos e todas as coisas boas que você fez.
Quero que todas as crianças conheçam e gostem de você.
Obrigado, Deus, porque você é bom. E faça também, Deus, que todos os meus amigos tenham um feliz Dia das Crianças!

Felicidade... Um dos estados mais desejados em qualquer festividade. Seja feliz! Muitas felicidades! Quem nunca recebeu uma destas saudações no seu aniversário? Mesmo ouvindo esta palavra por todos os lados, com que frequência vivemos este tão desejado estado? Será que é mesmo tão difícil alcançá-la, ou somos nós que complicamos a sua chegada?

Talvez ela sempre esteve ao nosso lado, mas nunca fomos humildes suficientes para enxergá-la. Ou quem sabe estamos a posicionando sempre no futuro, esquecendo que vivemos mesmo no presente. Na verdade, existem milhões de explicações para não encontrarmos a felicidade, mas com certeza todas elas ocorrem simplesmente porque dificultamos bastante a sua entrada.

Parar de colocar a felicidade no futuro e em ações que não dependem totalmente de você pode facilitar profundamente o seu encontro tão aguardado. Tente descomplicar primeiramente as coisas mais simples e com tempo as mais difíceis também seguirão o mesmo caminho. Não dificulte a entrada dos bons sentimentos na sua vida, e faça o que tiver ao seu alcance para receber a felicidade!