Você é minha irmã gêmea, metade do meu coração. Nós temos a mesma idade e durante anos vivemos muitas coisas em comum, mas o que temos de mais parecido é o verdadeiro amor que nos tem mantido unidas.
É um grande orgulho ter uma irmã como você e uma bênção podermos ser amigas acima de tudo. Lutarei todos os dias pela sua felicidade, pois o brilho alegre do seu olhar é o que dá sentido à minha vida.
Madrinha do coração, eu só tenho a lhe agradecer, pois você faz um papel ideal. Eu tenho orgulho de falar que você é a minha madrinha, a minha enfermeira, a minha grande amiga. Madrinha, parabéns por esse momento lindo na sua vida, e saiba que tudo isso é resposta do seu esforço.
Eu estou feliz da mesma forma que você madrinha, pois eu vi a sua luta, eu tive oportunidade de presenciar algumas noites mal dormidas, eu estive presente em alguns desesperos.
Eu também estive presente em momentos em que pensou em desistir, mas também estive presente no momento que você falou que nada nem ninguém irá fazer você desistir do seu grande sonho!
Parabéns, que Deus continue lhe abençoando, e trazendo realizações para sua vida, pois você merece, e muito. Te amo, madrinha!
Havia numa cidade uma velhinha magrinha, alta, toda descabelada parecendo ter uns 90 anos de idade. Ela, todas as noites de lua cheia aparecia em frente ao cemitério e ficava lá pedindo esmola. Um dia um grupo de alunos deu uma festa no estilo Halloween em uma danceteria que ficava perto do cemitério. Foi uma festa sinistra, de arrepiar, de arromba que deixou a galera animada. A festa rolou até altas horas da madrugada, quando a turma decidiu voltar para casa. No caminho de volta da festa a galera passou em frente ao cemitério e viu uma velhinha pedindo esmola. Os garotos acharam muito esquisitos, mas como eram gentis foram lá vê-la, e um dos jovens perguntou: – A senhora não tem medo de ficar aqui até essa hora da noite? Ela então respondeu: – Quando eu era viva eu tinha.
Feliz Dia das Bruxas!
Você sabe que eu te amo, eu sempre te amarei
Minha cabeça se completou com o que sinto
Não há começo nem haverá fim
Porque no meu amor você pode confiar
Eu vejo seu rosto antes de me deitar na cama
Eu penso em todas as coisas que disse
Você, é só você, consegue realmente me deixar
louca e só de você eu sou e ninguém mais além de
você me conhece tão bem
Eu não ligo mais para nada a não ser nós dois e
só você me importa e sua é a minha felicidade como
ela nunca foi de ninguém
Só consigo sentir isso: que sou sua
Quero você comigo para sempre e acho que não
suportaria o contrário
Seja sincero, lembre-se de todas as nossas loucuras...
(Não é bom?) Nunca vão se acabar
Porque você é minha vida e juro pela Lua e por todas
as estrelas do céu que te amo
Te ver é mais que uma necessidade, não tento mais me
controlar, confio em você e acho que só posso ser feliz ao teu lado
Não conhecia o amor, Ele agora é você
Você é muito mais do que meus sonhos
Mas podemos ser mais do que uma mera realidade...
Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! Será porque falo que pensa que tenho sentimento, memória, ideias? Muito bem, eu me calo. Você me vê entrar em casa aflito, procurar um papel com inquietude, abrir a escrivaninha, onde me lembra tê-lo guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Você entende que experimentei os sentimentos de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento. Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce e sobe e vai de aposento em aposento e enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta sua alegria pela ternura dos ladridos, com saltos e carícias. Bárbaros agarram esse cão, que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objetivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquines à natureza tão impertinente contradição.
Voltaire