No dia em que você se foi, chovia. No dia em que você se foi, a chuva ficou em meu coração e as nuvens negras tomaram conta da minha alma.
No dia em que você se foi, senti saudades do que não íamos viver. Senti saudades do que fomos. Uma saudade que me fulminava, enquanto via você partir.
Para a morte, não há explicação possível. A morte é a pior parte da vida. Não sei se ela é pior para quem vai ou para quem fica. Viver com a morte ao lado, sempre à espreita, esperando pela próxima oportunidade para levar aqueles que amamos é angustiante.
Mas para viver, às vezes é preciso esquecer a morte. Eu quero poder esquecer a sua morte e lembrar a sua vida. Hoje e para sempre quero lembrar do que vivemos, do tempo maravilhoso em que eu tive a sorte e a felicidade de ter você ao meu lado.
Eu quero poder espalhar essas nuvens e fazer a chuva parar; eu quero chegar ao fim do arco-íris e encontrar a paz que me trazia o seu sorriso para sentir novamente algum conforto e alegria no meu coração.
De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório.
Nós, fotógrafos, lidamos com coisas que estão continuamente desaparecendo e, uma vez desaparecidas, não há mecanismo no mundo capaz de faze-Ias voltar outra vez.
Não podemos revelar ou copiar uma memória.
Feliz dia do fotógrafo!
A melhor sensação da vida interior é a capacidade de sentir as coisas mais simples. Para isso é preciso serenidade e uma incansável busca do desejo espiritual.
Dia após dia, centrar os pensamentos nos anseios e aspirações, sem distrações, sem que a ilusão nos afaste do caminho.
Calcular sempre a que altura estão os nossos ideais. Não recuar diante dos obstáculos e dificuldades. Buscar a própria superação cada vez com mais coragem para enfrentar os desafios do novo.
Buscar o melhor para nós, a cada nova oportunidade, com confiança e tranquilidade. Assim, estaremos sempre um passo a frente.
Podendo ir cada vez mais longe, e alcançar nosso objetivo, pois a Divina Providência coopera com a evolução de todas as almas.
Como um quadro sem pintura,
Esperando as cores pra existir
Assim eu estava, até que te encontrei
Você chegou e sorriu, o que era cinza coloriu
Foi o amor que me abraçou
Eu te amo, cada dia mais
Eu te amo e sei que sou capaz
De cuidar de você e de retribuir:
Uma porção dobrada de amor
Um espírito crítico é como uma planta venenosa – precisa apenas de um pequeno contato para espalhar seu veneno.
Certa vez uma menina perguntou a seu pai como as guerras começavam.
- Bem – respondeu o pai – suponhamos que os Estados Unidos continuassem a se desentender com a Inglaterra e...
- Mas – interrompeu a mãe – os Estados Unidos nunca se desentenderam com a Inglaterra.
- Eu sei – disse o pai -, mas eu estava apenas usando um exemplo hipotético.
- Você está confundindo a menina – protestou a mãe.
- Não, não estou – replicou o pai indignado, com um tom de raiva na voz.
- Não se preocupe, papai – disse a menina -, acho que já entendi como as guerras começam
A maioria das principais discussões não começa com um fato grandioso, mas intensifica-se por meio de mágoas, discórdias ou ofensas. Elas se assemelham ao imponente carvalho que era visto no horizonte das Montanhas Rochosas. A árvore sobreviveu a chuvas de granizo, nevascas, frio intenso e tempestades violentas por mais de um século. E acabou sendo derrubada não por um raio muito forte ou uma avalanche, mas por um ataque de minúsculos insetos. - Uma pequena mágoa, falta de atenção ou insulto podem ser o início do fim de um relacionamento.