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Passam noites e dias e minha vida é sempre assim, preciso do seu amor como o ar pra respirar.
Tenho a vida e meus carinhos para te dar, pode acabar o mundo e só com você quero ficar.
Te amo não dá mais para esconder... Vou gritar para o mundo que este amor é pra valer.
Estou sentindo tanto a sua falta, mas não quero mais sofrer... Pois sabe como dói, no meu peito a dor corrói.
Não quero viver mais sozinho, preciso do seu amor e carinho.
Você é o perdão, o amor... Eu sou paixão e pecado, pois preciso de você ao meu lado.

Você que lutou tanto tempo por um sonho, vai abaixar agora os braços? Não permita que sejam as dificuldades e as contrariedades da vida a determinar o rumo dos acontecimentos. Que a sua vontade prevaleça sobre qualquer circunstância.

Não desista de sonhar, não permita que nada faça você duvidar. Mantenha uma crença inabalável em seu coração e seja feliz por nunca parar de tentar.

Quando me dei conta já era tarde demais, e o que mais dói agora é saber que o tempo não volta atrás. Sinto que perdi a oportunidade da minha vida, uma chance que esteve durante algum tempo ao meu alcance.

Percebo agora, mais que nunca, que devemos dar valor a cada porta que se abre no horizonte. E enquanto ela não se fechar, o melhor é lutarmos sempre com todas as forças.

Fui, em pequena, uma menina muito estabanada. Num só dia, conseguia quebrar a tesoura de mamãe, arrancar os cabelos de minha boneca ao trepar em uma árvore com ela no colo, e, finalmente, quebrar um prato valioso, ao ajudar a enxugar a louça.
Depois de cada desses desastres, corria para minha mãe e dizia apressada:
– Desculpe, mamãe! E estava crente de que, pronunciando essa senha mágica, obtinha completa absolvição.
No dia seguinte a uma dessas estripulias, aconteceu-me derramar café na toalha da mesa.
– Desculpe, mamãe! disse eu logo.
Mas mamãe, sorrindo, tomou uma toalha e enrolou-a em minha cabeça, como um turbante. E pôs na minha mão uma varinha que, propositadamente, deixara por perto. E disse bem humorada:
– Você agora é um mágico, com uma varinha de condão. Diga as palavras mágicas: "Desculpe, mamãe!", dez vezes, sobre essa mancha de café.
Eu repeti as palavras enquanto o resto da família me olhava fingindo seriedade e segurando um acesso de riso.
Quando terminei, tomada de intensa curiosidade, perguntei a minha mãe: – E a mancha, desapareceu?
– Não! ela respondeu com naturalidade.
Caindo em mim, comentei chorando de decepção: – E não podia mesmo desaparecer, embora eu dissesse mil vezes "Desculpe!"
– Então, disse mamãe, isso significa que "Desculpe!" não é uma palavra mágica. Não é interessante? Um "Desculpe!" não pode fazer desaparecer, em dois minutos, uma mancha de café que a gente, com apenas dois segundos de atenção, pode evitar. Bem, você quer que eu encha sua xícara outra vez?
E minha mãe não precisou, nunca mais, repreender-me. Quantas vezes eu penso ter esquecido a lição, volta-me à lembrança aquele turbante de toalha e a varinha de condão improvisada.
Continue se divertindo... Sorria, você fica bem assim alegre... Transmite força e paz...

Alfabetizar é ensinar a ler. A palavra alfabetizar vem de alfabeto. Alfabeto é o conjunto das letras de uma língua, colocadas numa certa ordem. É a mesma coisa que abecedário. A palavra alfabeto é formada com as duas primeiras letras do alfabeto grego: alfa e beta. E abecedário, com a junção das quatro primeiras letras do nosso alfabeto: a, b, c e d. Assim sendo, pensei a possibilidade engraçada de que abecedarizar, palavra inexistente, pudesse ser sinônima de alfabetizar.
Alfabetizar, palavra aparentemente inocente, contém uma teoria de como se aprende a ler. Aprende-se a ler aprendendo-se as letras do alfabeto. Primeiro as letras. Depois, juntando-se as letras, as sílabas. Depois, juntando-se as sílabas, aparecem as palavras.
Parabéns a todos os escritores e leitores pelo Dia do Livro!