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Desde pequenos ouvimos sempre aquele velho conselho para aprendermos com nossos erros não seria bem melhor se o errado, neste caso, fossem outros e não você? Ganhar mais experiência na vida com nossos erros provavelmente já deve ser intrínseco ao ser humano, mas não seria nada mal mudar um pouco a perspectiva desta forma antiga de aprendizado.

Certamente é bem mais fácil perceber as consequências de um erro quando somos nós que cometemos, mas também não é difícil imaginar como seria mesmo sem o vacilo acontecer. Se conseguíssemos abstrair alguma experiência de pelo menos um erro cometido por cada amigo que conhecemos, já nos proporcionava algum conhecimento para tentar não cometer os mesmos.

Vamos tentar focar nas lições dadas por tantas histórias que ouvimos todos os dias que não acabaram tão bem, para evitar sermos personagens principais de outras mais. Aprenda com os erros dos outros e não necessite ter os seus.

A saudade é algo assim.
Uma agonia sem fim
Uma dor dentro da alma que chora dentro de mim
Saudade é um rio pequeno
Que corre pra junto do mar
É como a ilusão de um dia te encontrar
Saudade! Ah ! Saudade
Por que me atormentas tanto
Me deixas assim nesse pranto
Como um pássaro sem poder voar
Uma rosa sem perfume
Ninguém gosta de cheirar
Enfim, a saudade é tanta
Que me faz pensar
Que pra sentir saudade
Não precisa se esforçar

Tudo o que o nosso amor precisa é de cuidado.
É ser regado de carinho – todos os dias.
Ser acalmado com palavras bonitas.
Aconchegado no calor de um abraço.
Ser afagado de confiança e cumplicidade.
E ser morada da felicidade.
Eu. Você.
E só.

O fusquinha vermelho
Um amigo meu conta a historia de uma mulher que comprou um fusquinha vermelho.
Certo dia, levou os filhos ao zoológico.
Estacionou o carro perto do show dos elefantes.
Ao retornar, à tarde, teve a horrível surpresa de ver a capota e os lados do carro amassados.
Seu espanto aumentou ao ouvir dizer que, durante o dia, um elefante havia escapado.
Como parte do seu ato, ele devia colocar as patas sobre um tambor vermelho.
Diligentemente, após anos de treino, o elefante havia posto as patas em cima do fusquinha!
A mulher estava desesperada. As autoridades do zoológico lhe asseguraram que assumiriam a despesa do conserto do veículo.
À caminho de casa, um guarda a deteve acusando-a de haver deixado o local de um acidente.
Ele viu o dano mas não tinha conhecimento das circunstâncias.
"Mas, seu guarda, não sofri nenhum acidente!"
exclamou a mulher.
"Um elefante pôs as patas em cima do meu carro.
" A reação do policial foi aplicar-lhe um teste para ver se ela estava bêbada e a seguir levá-la para a delegacia mais próxima.
"O senhor não compreende!
Por favor, telefone para o zoológico!" foi o pedido da mulher ao sargento de serviço.
Afinal, ele telefonou e as autoridades confirmaram que a mulher dizia a verdade.
Envergonhado, o sargento pediu desculpas e a deixou ir.
A história dessa mulher é um exemplo extremo da falta de comunicação, mas algumas das contradições de nossas próprias palavras e vida não são menos difíceis de acreditar.

Às vezes a vida vai ficando um tanto vazia. Os dias são sempre iguais e nada acontece. Apenas um suave e longo canto de nostalgia a soar no coração que logo cedo entristece.
Das estações que passam muito rápidas em seus desvelos, se percebem marcas do passado, em tantas utopias desejadas e quimeras flácidas sem aquele afagar do sentimento materializado.
Mais ainda, em prantos, quando o peito treme em agonia, delirante, febril, invadido de solidão, nas frias madrugadas em que o corpo geme e implora a suave brisa de uma doce emoção.
O cansaço vem de um solitário coração sofrido em ânsias tantas que nem a luz da alva lua consegue aplacá-lo. Aquele seu amor já vencido corroído pelo ciúme, o deixa como mendigo de rua.
Ele implora por alguém com braços de purpurina que o faça sentir-se amado em poucos momentos de ternura desmedida e afeto tal qual a bailarina que rodopia no salão com seus pés em lamentos.
A porta se abre, o abajur ilumina. Música no quarto. Ela chega e o arrasta em suas evoluções e primícias até se descobrirem um só em seu bailado farto de ricas fantasias, folguedos e mil carícias.
Iluminados e felizes, sentem a veracidade da crença, de que o amor move montanhas e constrói o paraíso. Se todos fossem iguais a você... ela emocionada pensa e sorri satisfeita porque sabe que amá-lo é preciso.