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Eu segui meu caminho de consciência tranquila, disse adeus ao nosso amor e não pretendo mudar de ideias. Você nunca me poderá acusar de ter deixado tudo para trás por iniciativa própria, pois sua negligência e indiferença é que fizeram com que nos perdêssemos um do outro a cada dia que passava.

Acredito que seja difícil querer consertar um relacionamento que já não existe, ou tentar mudar o que agora é irreversível. O melhor seria ter pensado nisso enquanto eu ainda estava ao seu lado. Só damos valor às pessoas quando as perdemos definitivamente da nossa vida, mas eu parti com a certeza que dei sempre tudo que tinha por nós.

Desejo que você seja feliz, muito feliz, pois talvez eu não seja a pessoa certa para despertar uma paixão ardente em seu coração. Espero que escolha o seu caminho, pois eu também já escolhi o meu, e desta vez ele terá um destino completamente oposto ao seu.

Há vários anos, tive a oportunidade de observar como o pensamento mesquinho da designação de um escritório destruiu as possibilidades futuras de um jovem publicitário.
Quatro jovens chefes, todos do mesmo nível, foram transferidos para novos escritórios. Três dos gabinetes eram idênticos em tamanho e decoração. O quarto era menor e menos enfeitado. J. M. recebeu esse quarto escritório. Isso consistiu um verdadeiro golpe em seu amor-próprio. Pensamentos negativos, ressentimento, amargura, inveja fizeram que ele se sentisse desajustado.
Como resultado, J. M. passou a hostilizar seus companheiros. Em vez de cooperar, fez o que pôde para mimar seus esforços. E as coisas foram piorando tanto que, três meses mais tarde, a direção não teve outra alternativa senão despedir J. M.
Um pensamento mesquinho sobre um assunto insignificante paralisou J. M. na ânsia de sentir que estavam contra ele, J. M. deixou de observar que a companhia estava se expandindo rapidamente e que o espaço para os escritórios era uma questão vital. Não parou um só momento para pensar que o diretor que fez as designações dos gabinetes nem sabia qual era o menor deles! Ninguém na organização, a não ser o próprio J. M., encarou o seu gabinete como índice do seu valor.
Pensar mesquinhamente sobre coisas insignificantes tais como ver o seu nome em último lugar, nos memorandos da companhia, ou receber a quarta via deles, pode ferir você.
Pense com grandeza e nenhuma dessas pequeninas coisas será capaz de impedir seu progresso.

É muito comum arrepender-se de alguma atitude mal pensada ou de uma escolha fracassada, mas passar o resto da vida se lamentando por algo que não tem volta, deveria ser um comportamento completamente descartado.

Evidentemente que as consequências dos nosso atos, sejam eles certos ou errados, devem ser devidamente assumidas e vividas, mas não é por este motivo que devemos ser mais contidos e nos impedirmos de viver as mais intensas experiências de vida.

O arrependimento faz parte das nossas ações diárias, e continuará durante toda a nossa vivência, pois somos seres mutáveis e totalmente influenciáveis pelas situações que vivemos a cada momento. Não há mal nenhum em estar arrependido, principalmente quando o erro inicial foi compreendido.

Se um dia achar que já se arrependeu muitas vezes, tente conhecer melhor a si mesmo, enxergando se as possíveis consequências dos seus ato serão por você suportadas. A partir daí evitará cometer os mesmos erros e se livrará de muitos outros arrependimentos.

Eu me lembro de um fato ocorrido com nosso filho, Ian, que na época tinha cinco anos de idade. Estávamos com visitas mas já era a hora dele ir dormir. Quando olhei para o chão do quarto, percebi que teria problemas. Brinquedos espalhados por tudo que era lado. - Ian, eu disse, você precisa guardar todos esses brinquedos antes de ir pra cama.
- Papai, ele respondeu, estou muito cansado para guardar meus brinquedos.
Minha vontade na hora era força-lo a arrumar o quarto. Ao invés disso, eu entrei no quarto e disse: - Ian, venha aqui. Vamos brincar de Humpty Dumpty!
Ele subiu em meus joelhos e eu disse, - Humpty Dumpty sentado no muro. Humpty Dumpty levou um tombo. Humpty Dumpty caiu duro!
E ele, rindo, caía no chão do quarto. Rindo ainda, Ian disse: - Vamos de novo!.
Bem, depois do terceiro tombo eu disse - Certo, mas primeiro vá guardar seus brinquedos.
Sem pensar duas vezes, ele levantou-se e em noventa segundos terminou um trabalho que poderia ter levado meia hora. Então ele pulou em meus joelhos e repetiu: - Papai, vamos brincar de novo!.
- Ian, eu pensei que você estava muito cansado para guardar seus brinquedos.
No que ele respondeu: - Eu estava, papai, mas agora eu fiquei com vontade de fazer isto!
Com esta história eu aprendi que podemos terminar todo e qualquer trabalho quando nós temos o incentivo certo para criar a "vontade para fazer"!

Fazer o bem nos rende felizes!
Quanta gente se afana de dia e de noite.
Mas aonde vai?
Para que serve correr se não há uma meta?
O desafio decisivo da vida ocorre no momento
em que se entende que somente fazendo o bem
se é feliz. Aí sim, se pode correr e é justo.
Corramos, pra praticar o bem!