Eu perdi você. Era muito o que eu tinha para dizer, mas pouca a coragem para falar dos meus sentimentos. Na minha perspetiva, eu não passava de uma pessoa comum que você simplesmente conhecia, mas no meu coração o meu desejo era que eu fosse a mulher que faria de você um homem feliz.
Foi em silêncio que eu tentei mostrar tudo o que sentia. O meu olhar brilhava como o sol em um dia de verão, sempre que eu estava do seu lado. A garganta secava, as mãos tremiam de tanto embaraço e as palavras teimavam em não sair. Nunca consegui ser eu mesma quando você estava por perto e por isso talvez nunca desconfiou do quanto eu amava você.
Hoje sinto as lágrimas frias que me escorrem pela face. São dores de amargura por tudo o que ficou por dizer. Você é agora apenas uma miragem, o fim de uma história que nem sequer começou e eu me sinto decepcionada por nem sequer ter tentado. Haverá sempre a dúvida do que poderíamos ter sido, mas também a certeza que sou eu a culpada por este fim.
O amor é uma decisão. Nós não podemos controlar quem encontramos em nossa jornada. Mas quem deixamos ficar, quem deixamos ir embora e quem você se recusa a deixar ir, será sempre com você. Lembre-se sempre de que a felicidade é uma escolha.
Parece estranho dedicar estas palavras para alguém que já fez parte da minha vida e que agora seguiu o seu rumo. Passado este tempo e com as mágoas deixadas para trás, quero apenas agradecer por tudo o que você me deu de bom.
Se tudo fosse perfeito, nós ainda estaríamos juntos, mas também sei que nem tudo foi ruim em nosso relacionamento. Desejo que você seja muito feliz e que nossa amizade possa permanecer.
Sempre aprendi com as tempestades.
E, quando as tormentas abatem, o que nos resta é aproveitar
aquela água toda.
Matar a sede. Acabar com os incêndios internos.
Abrir uma fonte pública.
Tentar transformar as nuvens.
Até que, enfim, um arco-íris possa luzir no céu da alma!
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.
Um segundo macaco veterano foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato.
Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal o último dos veteranos, foi substituído.
Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
- Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui.
Será que não é hora de refletirmos sobre o porquê de nossas atitudes e da forma que vivemos? Poderemos ter muitas surpresas