Pai olhe para mim e pense no passado que combinamos e me diga se eu cresci de acordo com seus planos?
Sei que você pensa que eu estou desperdiçando meu tempo fazendo coisas que gosto de fazer, mas me machucava quando você estava sempre me desaprovando.
Eu gostaria de fazer as coisas de seu modo, pois meu maior objetivo é fazer o senhor orgulhoso de sua criação, mas agora será difícil tentar fazer isso, sei que estou bem longe de você, mas você não pode mudar essa situação, porque nós aprendemos tudo isso quando percebemos que nada dura para sempre e mesmo que o mundo seja perfeito nós não podemos voltar atrás, me desculpe por não ser perfeito e não conseguir esquecer a dor que eu sinto interiormente ao lembrar que meu herói de todos os dias agora está tão distante de mim e somente me resta as palavras ditas que nunca serão mudadas, por favor, desculpe-me por não ser perfeito e não conseguir dizer eu te amo, pena que agora é muito tarde.
Mesmo depois de atravessarem a última fronteira, mesmo depois do último adeus, aqueles que partiram continuam fazendo parte da vida dos que ficaram, pois neles alimentam uma saudade eterna sentida com o mesmo amor de outros tempos.
Assim, quem morre nunca desaparece por completo, e essa é a melhor homenagem que quem fica pode dar a quem partiu. Lembremos e falemos com carinho de quem se foi.
Recordemos os bons momentos passados junto deles. Oremos pela alma deles. Carreguemos a sua imagem sempre no coração, pois essa é a melhor forma de prestarmos homenagem a todos os falecidos.
Com a esperança de que a incógnita da morte não seja uma separação definitiva, mas apenas temporária, rezo para que todos os que já partiram encontrem a paz no reino de Deus!
Nunca abaixe os braços se estiver lutando por algo faz você sorrir. Nunca pense em desistir se o objetivo é um sonho que já persegue por muito tempo.
Na vida temos que fazer escolhas e nem sempre temos forças para carregar todas as responsabilidades. Mas nunca abdique do que é importante por algo fútil. Coloque sua felicidade em primeiro lugar. Bom dia!
Um filho se queixava a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ele. Ele já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansado de lutar e combater. Vivia com a impressão de que, quando um problema era resolvido, um outro surgia.
Um dia, o pai, um "chef", levou-o até a cozinha. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo a água das panelas começou a ferver. Numa delas o pai colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
O filho deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Minutos depois, o pai apagou o fogo e retirou as cenouras, os ovos e o café, colocando-os em recipientes separados. Virando-se para o filho, perguntou:
– O que você está vendo?
– Cenouras, ovos e café – respondeu o filho.
O pai o trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ele obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Em seguida, o pai pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ele obedeceu e, depois de retirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, o pai pediu que o filho tomasse um gole do café. Ele sorriu ao provar seu aroma delicioso e, enfim, perguntou humildemente ao pai:
– O que isto significa, pai?
O pai explicou-lhe que cada um dos ingredientes havia enfrentado a mesma adversidade: a água fervendo. Porém, cada um reagira de maneira diferente. Antes da fervura, a cenoura era rígida e inflexível, enquanto o conteúdo líquido dos ovos não se sustentava por si mesmo, sendo apenas protegido pela casca. No entanto, após serem submetidos à fervura da água, a cenoura tornara-se macia. Já o conteúdo dos ovos tornou-se firme e resistente por si só. O pó de café, contudo, era incomparável: ele havia transformado a água fervente em que fora colocado. Concluindo, o pai pergunta ao filho:
– Qual deles é você? Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou o pó de café?
Ninguém, na Terra, está livre da vigilante presença de adversários.
Inspecionam as nossas imperfeições e fazem exigências.
Sorriem alguns, escondendo a animosidade que os atormentam.
Quase todos ignoram por que se fazem adversários - como se razão alguma justificasse a inimizade. Simplesmente deixa-se afetar pelos sentimentos inferiores.
Supondo-se traídos ou subestimados, entrega-se à ira ou deslizam pelo ciúme até a antipatia.
São, porém, benfeitores indiretos, que nos auxiliam na descoberta de nossas falhas e exigem austeridade, otimismo e humildade.
O importante é não ser adversário de ninguém, porque isso é que nos rouba a paz.
Quando reagimos, revidando ao agressor, passamos a sintonizar com ele, estabelecendo perniciosa interdependência psíquica.
Por nosso exemplo de fé e amor, transformemos os adversários, que nos criam dificuldades, em auxiliares do nosso progresso, e não revidamos o mal com mal.
Joanna de Ângelis e Divaldo P. Franco