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Apenas por um momento, feche os olhos.

Agora pense no seu quarto.
Veja sua cama, as paredes.
Agora abra os olhos.

Você viu seu quarto, claro.
E assim que você viu essa imagem, um feixe de fótons, luz, acendeu em seu cérebro.

Mas antes de pedir que você visse essa imagem, onde ela estava?
Onde está a memória até o momento que decidimos lembrar?

A memória não está no cérebro como tanta gente diz.

As pessoas dizem isso porque se alguém tem um derrame pode perder a memória.
Mas hoje os mais brilhantes cientistas do mundo estão afirmando que a memória não está no cérebro.

O cérebro é apenas um hardware, como um rádio.
Não há prova cientifica de que o cérebro produza pensamentos.
Ele os decodifica.

O que ensinam as grandes escolas espirituais é que o pensamento vem da alma, do verdadeiro eu.
Para além dos olhos da carne e dos olhos da mente estão os olhos da alma.

É aí que temos memória, insights, imaginação, entendimento, intenção, curiosidade, sabedoria, criatividade.

Hoje alguns cientistas começam a descrever esse domínio, que chamaremos de realidade virtual. É aí que estava o pensamento, antes de você tê-lo tido.

Deepak Chopra

Posso ver a cor e o reflexo da minha depressão.
Posso ver o perfil do fantasma que há em meu interior
Eu não deixei de fumar e não posso dormir no meu da solidão
Sigo pensando em você e não me atrevo a começar a te esquecer no fim por que me assusta a decifrar
O que há por trás de uma lágrima?
O que há por trás da fragilidade?
O que há por trás do último adeus?
O que há por trás quando o amor acaba?
Posso ver aqui minhas lembranças te perseguindo posso ver o perfil de minha sombra na parede e eu não me atrevo a começar a te esquecer no fim porque me assusta a decifrar
O que haverá atrás de você?
O que há por trás de uma lágrima?
O que há por trás da fragilidade?
O que há por trás do ultimo adeus?
O que há por trás quando o amor acaba?

Será sempre impossível de explicar por palavras toda a emoção que senti no momento em que pela primeira vez enxerguei seu rostinho lindo, minha netinha!

Apenas no meu coração vivem essas sensações e um amor maior que a vida, mais profundo que o oceano. Você trouxe um novo fôlego para minha vida, e uma felicidade indescritível para todos que amamos você.

Tudo o que eu desejo é poder assistir ao seu crescimento e a ver tornando-se em um mulher forte, linda e corajosa. Que você seja sempre muito feliz!

Minha irmã, minha eterna amiga, feliz aniversário! Particularmente hoje é difícil ter você tão longe dos meus braços, e não poder apertá-la neles.

Mas todos os dias penso em você, em nós, e sinto muitas saudades de ter você perto de mim, e daquele tempo em que tudo era mais simples e juntas brincávamos e descobríamos o mundo.

Talvez um dia a vida nos volte a aproximar. Até lá crescerão as saudades e se manterá o amor que lhe devoto. E longe ou perto de mim, quero apenas que seja feliz, minha irmã!

A viúva Dona Adélia Fora linda e muito rica, ajaezada de joias na fazenda de Benfica. Mas tudo via em mudanças, desde a morte do marido: Fazenda, granjas e terras, tudo ela havia perdido. Tinha dois filhos adultos, Liberato e Constantino. O primeiro – jogador. o segundo – libertino.
Gastavam dinheiro a rodos, sob avais e mais avais. Quando a viúva acordou, tinha assinado demais. Perdera fazenda e terras, as joias que possuía, todo o crédito bancário e a casa de moradia...
Os dois filhos lhe arranjaram duas estreitas salinhas onde moravam com ela um gato e duas galinhas. Comiam do que lhes dessem, por simpatia e bondade, as pessoas de visita, em nome da caridade.
Os filhos, porém, notaram que ela guardava, com gosto, um cofre, sob disfarce, num travesseiro bem posto. Certo dia, com malícia, perguntou-lhe o Liberato: -"Mãezinha, o que há no cofre, que recebe tanto trato?"
Ela apenas respondeu, mostrando certo cuidado: -"Neste cofre, tenho o resto do meu dinheiro guardado." Desde esse dia, a viúva teve os filhos ao redor. Ela, as galinhas e o gato comeram muito melhor.
Vários anos se passaram, com melhoria e regalo: os filhos olhando o cofre e ela, sempre a resguardá-lo. Em luminosa manhã, os moços, abrindo a porta, estremeceram de susto: Dona Adélia estava morta!
Guardaram o cofre, às pressas, trouxeram médico e gente... e, ao fim do dia, lhe deram funeral sóbrio e decente. Ambos, sozinhos, à noite, abriram o cofre, enfim... O cofre só tinha conchas e um bilhete escrito assim:
"Filhos do meu coração, meus filhos que tanto amei: Perdoem se nada tenho! Tudo o que eu tinha, eu lhes dei... Mas agora, se desejam ouro e mais ouro a rolar, aceitem o meu conselho: Cada um vá trabalhar!"