Este é um momento um pouco triste para mim, amigo, apesar de saber que você vai embora para aproveitar uma situação melhor. Pois vou sentir muitas saudades suas, e o local de trabalho jamais será igual.
Sei que continuaremos sendo amigos, que nos encontraremos em outros locais, mas aqui deixa um vazio muito grande. Mas o que importa é que você seja feliz e tenha sucesso. Esta é uma despedida ligeiramente triste, mas que dará lugar a um futuro de alegria e sucesso na sua vida. Felicidades, meu amigo!
Eu consigo enfrentar todo tipo problemas, todo gênero de fraquezas e defeitos meus e das outras pessoas. Consigo ultrapassar tudo, menos uma coisa: a inveja.
E eu sei que você não está sendo transparente comigo e isso é injusto! Somos colegas de trabalho, deveríamos respeitar o que somos e quem somos, mas a sua inveja estraga tudo.
Eu não nasci ontem, sabe? Eu reconheço o pior de cada pessoa rapidamente. Mas não se preocupe: vou continuar com a minha postura profissional. E nada mais posso prometer.
Sentado numa poltrona, em frente à TV, estava Washington. Até que: plic! – Não aguento mais jogar videogame! Todos os dias, a mesma coisa!
Washington é um garoto de 12 anos e mora em São Paulo. Filho de uma família muito rica, tinha de tudo, mas não era feliz. Com poucos amigos, sentia falta de algo importante: a paz. Certo dia, pediu dinheiro a sua mãe para comprar um "negócio". A mãe, sem perguntar pra quê, entregou-lhe o dinheiro. O garoto entrou numa loja e pediu: – Quero um quilo de paz.
A balconista, irritada, sem lhe dar atenção, respondeu: – Aqui não se vende paz!
Passou em outra loja, em um bar, numa padaria. Depois de andar muito, cansou de ser debochado e voltou para casa. Sentou no sofá, pensativo: onde compraria a paz? O toque da campainha quebrou seus pensamentos. Ao abrir a porta, um senhor bastante idoso suplicou:
– Por favor, meu bom menino, há dois dias que não ponho nada na boca, não aguento mais de fome. Pode me dar algo para comer? – O senhor sabe me dizer onde eu posso comprar a paz? – pergunta o menino, ainda preocupado com o seu problema. – Sim, me traga algo para comer que eu te digo.
Ansioso, mais do que depressa Washington foi até a cozinha. Voltou com um prato transbordando de comida e um copo de suco de laranja. Sentou-se ao lado do homem, ouvindo-o atentamente. – Olha, meu amigo. Existe um dinheiro com o qual podemos comprar a paz. É com o nosso coração.
– Mas se eu tirar o coração, como posso viver? – pergunta o garoto, confuso. – Com o coração quero dizer: quando fazemos o bem aos nossos irmãos! Hoje, eu sei que você vai se sentir muito feliz, com muita paz, por ter me tratado bem, por ter me dado um prato de comida. Sentiria o mesmo se tivesse feito a outra pessoa. – É verdade? – pergunta Washington – puxa, estou tão feliz só de ouvir o senhor me falar isso!
Daquele dia em diante, o garoto refletiu muito sobre aquela conversa e como se sentira feliz ao ajudar alguém. Continuou praticando o bem. E, como por encanto, começou a ter muitos amigos.
E pôde confirmar que a paz está dentro de cada um de nós, basta cultivá-la.
Não vejo a hora de estar em seus braços, pegar em tuas mãos e beijar os teus lábios, dizer do meu amor por você, esse amor que desconhece barreiras, que nasceu em mim tão suave e hoje ele ocupa todo o meu coração... amor tão grande no qual pensei que nunca fosse sentir por alguém...
Quero lhe falar desse amor... hoje já não consigo disfarçar o que se passa dentro de mim... você simplesmente é tudo... tudo que sinto, você está em todos os lugares por onde passo... em todos os meus pensamentos...
Às vezes, me pergunto como posso suportar sua ausência? Mas pensando bem você não está ausente... você está em tudo de belo que vejo na vida...
Adoro estar com você... queria poder ocupar todas as suas horas... ter seu corpo, seus beijos, suas noites, seu silêncio, sua fome de viver, seu carinho, e seu amor...
Queria tudo isso que em você existe... porque jamais encontrei em outro alguém...
Aos poucos você foi se tornando fundamental em minha vida... pois vejo o pouco que eu era antes de encontrar você...
Nunca senti tão segura em outros braços, e a cada momento não penso só no prazer presente... penso principalmente em momentos agradáveis... onde haverá vida e lembranças para anos futuros...
eu vou lutar por você, não vou desistir nunca...
Nunca esqueça que...
Amo muito você...
Há momentos na vida em que somos pássaros. Queremos voar, mas nossas asas são curtas e não nos permitem chegar além do horizonte. O que podemos está sempre aquém do que desejamos.
Há momentos na vida em que temos longas asas. Podemos alçar extensos voos, mas nossos limites são determinados pelo peso das bagagens que a vida nos dá. São malas que atendem por diversos nomes: Bom senso, juízo, medo. Há os que se livram de seu peso e conseguem voar muito alto. Alguns atingem destinos fantásticos. muitos conhecem o sabor do desastre.
Mas há momentos na vida em que deixamos de voar. É quando nos tornamos árvores, quando nos percebemos enraizados a terra, presos no espaço e no tempo. Não nos damos conta desta mudança, que nos tira as asas e nos empresta galhos e ramos. Apenas descobrimos que somos assim. Mas quando deixamos de procurar a luz, ou desistimos de cavar em busca de energia, paramos de crescer. Mas não há árvores assim. As árvores perseguem seu destino, que é crescer e se alimentar. Assim como há pássaros que só buscam voar.
Saber o momento do voo ou o instante de se enraizar é a grande sabedoria humana. Saber viver intensamente o momento de polinizar as flores, ou o momento de deixar ao vento e a chuva que espalhem nossas sementes, eis o destino da vida.
Se você é pássaro, voe em busca de seu sonho. Se você se descobriu árvore, cresça o mais alto que puder e deixe a terra cuidar de suas sementes.