Quando uma família é unida e forte, não há catástrofe que a derrube. Nossos dias são muito difíceis e o desgaste nas relações são frequentes. Somos consumidos pelo tempo e os momentos que compartilhamos, nem sempre são proveitosos. As tecnologias, apesar de úteis, afastam as pessoas. Pais, mães e filhos, lado a lado, mas cada um em seu mundo.
Já uma família unida, luta pelos interesses comuns. Todos os que a constituem, sabem que a felicidade é um processo lento e árduo. Por isso, eles valorizam cada instante que vivem juntos, ao preenche-los com amor e alegria.
Ver uma família feliz é cada vez mais raro. Mas as que conseguem garantem estabilidade para todos. Os problemas de cada um são mais facilmente vencidos, pois juntos lutam contra eles. Os sonhos de cada membro são conseguidos, pois todos se apoiam mutuamente.
Uma família unida e feliz é uma dádiva que dá trabalho, mas ainda assim, é um presente que sempre compensará.
Tente sempre ajudar um amigo necessitado.
Conheça novas pessoas, mesmo que elas pareçam diferentes para você.
Mantenha-se calmo, mesmo quando as esperanças são poucas.
Ame seus amigos, não importando quem são, ou como são.
Tente se divertir todos os dias, isso é importante.
Expresse sua criatividade.
Esteja sempre apto a surpresas.
E, principalmente, nunca se esqueça: Exercitar sempre o amor de Deus.
No alto do Rio Negro, a beira de um de seus afluentes, o Rio Tiquiê, vive um grupo de índios Tucanos.
Por incrível que pareça, a maior parte dos adolescentes tem o pé direito levemente virado para fora.
Não sei se foi feita alguma pesquisa científica, algum estudo genético, mas a explicação que me deram foi bastante convincente.
Normalmente os índios tem vários filhos, e os maiores cuidam dos menores.
Desde pequenos os curumins carregam os menores, e a forma de carregar é colocar o pequeno junto ao corpo, mas de lado, acima da perna direita e isso faz com que ao andar precise entortar o pé para dar segurança.
Em uma tarde muito quente, um indiozinho bem magrinho carregava seu irmão, de volta para casa após o banho no rio. Era uma subida íngreme e teriam que caminhar por um bom trecho.
Foi perguntado ao menino que carregava seu irmão se ele não estava cansado, ao que ele respondeu.
IRMÃO NÃO PESA.
Meu amor, depois de muita reflexão, de muito esforço para tentar encontrar as palavras certas, as melhores, as mais perfeitas, para devidamente lhe explicar o que sinto por você, descobri que não existe nada melhor que dizer: "Eu te amo!".
E o que realmente importa não são as palavras, mas o sentimento e o que fazemos com ele. O que importa é que desde que você faz parte da minha vida, meu coração já não conhece a tristeza, o desânimo ou o pessimismo.
Com você passei a ver o mundo com olhos coloridos, e o simples fato de você existir é motivo para meus olhos brilharem. Você não mudou só meu mundo, você se transformou no meu mundo!
Com isto, meu amor, quero dizer que eu amo você, amo nosso amor, amo namorar você! Não existe melhor lugar em todo universo do que aqui ao seu lado, meu perfeito namorado!
Quando descobri que não era imune ao mal do amor, ainda não sabia identificar o que sentia. Sentia calor e frio ao mesmo tempo, suores nas mãos, desorientação e falta de concentração. Sentia a minha barriga revirar-se, as bochechas esquentarem e via os meus olhos brilharem. O diagnóstico não tardou muito a chegar... Eram sintomas de amor!
O amor não é transmissível, mas é possível que algumas pessoas sejam contaminadas, ao mesmo tempo, só pelo olhar ou até mesmo pela respiração. E quando isto acontece, só há um tratamento possível: viver o amor intensamente!
Dizem que o amor é daqueles males que fazem bem. Uma pessoa pode passar a vida toda sentindo amor e morrer com ele, mas nunca vai morrer por causa dele.
Eu não sei se um dia vou morrer de amor. Não duvido! Mas sou um desses doentes de amor crônico que não querem tratamento. Prefiro morrer de amor, do que viver sem ele.