Sabe aquela pessoa que você vê em todos os lugares, mesmo sabendo que ela está longe? Que você nem consegue pegar no sono de tanto pensar nela antes de dormir? Que seus amigos ficam de saco cheio de ouvir dela, e que se bobear sabem tudo sobre ela de tanto você falar? Que todos os dias da semana, mês e ano sem ela são comuns e com ela são os melhores? Que quando você fecha os olhos vê o rosto dela perfeito? Que todas as músicas que falam de amor, mesmo as mais bregas, você lembra dela? Que quando falam de amor você ri porque sabe que é você que tem O Amor? Que o tempo fica tão maior sem ela, e as horas não passam quando você está indo vê-la, parece que a estrada aumenta, fica comprida? Que quando sente o cheiro dela você delira? Que quando diz "eu amo você" para ela parece não ser o bastante? Então, essa pessoa é você!
Te amo muito!
Quando Deus criou as mães sabia que a gente ia precisar das lições de amor e de fé que só elas sabem dar...
Sabia que a gente ia precisar de quem nos ensinasse, sorrindo ou chorando, mas amando sempre.
Que a vida é o dom mais precioso que se tem...
Sabia que a gente ia precisar de quem nos repreendesse com paciência e com firmeza de quem nos ensinasse a aprender sem dor A ter esperanças a aprender caminhar, e até caminhar sozinho...
sobretudo, Deus sabia que a gente ia precisar de uma amiga companheira, experiente... sabedora das profundezas humanas e que apesar de tudo, compreendesse e amasse.
Deus sabia... que iríamos precisar de uma guia que refletisse sua imagem, que falasse de amor mesmo diante do desamor, que expressasse a linguagem dos anjos, usando palavras dos homens... Deus sabia e por isto criou as mães, criou uma Mãe como você!
A todas as mães o carinho e reconhecimento que merecem...
Não me recordo o nome do seu proprietário, e nem sei se ainda existe. Mas perto da ilha da Conceição, e Cabo Frio, existe uma estranha construção chamada Casa da Flor.
Quem primeiro me levou lá foi o músico Roberto Menescal. Trata-se de uma casa e um jardim construído com cacos de ladrilhos e vidros coloridos centenas, milhares de pedaços de louça.
Cinquenta anos atrás sonhei com um anjo, que me pediu que fizesse uma casa com cacos – disse o dono, um humilde lavrador local. Resolvi seguir o que o anjo dizia, e nunca mais parei.
Fiquei muito impressionado com o que vi, e resolvi levar alguns amigos para visitar o lugar. Entre eles, estava um espanhol, que vive em Barcelona.
-Muito curioso disse o espanhol. O maior arquiteto catalão, Anton Gaudí tem um trabalho exatamente igual a este. A única diferença entre Gaudí e o lavrador é que as casas e jardins do primeiro são reconhecidas pelo mundo inteiro como uma das mais importantes revoluções da arquitetura.
-Bem, nem sempre o Brasil dá o valor merecido aos seus... O espanhol me interrompeu:-E sabe o que mais? Diz a lenda que Gaudí iniciou este tipo de construção porque um anjo o mandou fazer isso. Você sabe qual a razão que fez este lavrador construir este lugar?
-A mesma razão. Talvez o mesmo anjo respondi. Mas desta vez falando com alguém cujos conterrâneos eram capazes de respeitar o resultado do seu trabalho.
Todos os momentos da nossa vida são únicos e jamais se repetem, por isso faça de cada um deles uma ocasião especial e seja muito feliz.
Não desperdice nenhuma oportunidade que surja no seu caminho, arrisque sem medos e sinta o prazer ver seus sonhos serem realizados. Há muito a ganhar em não ficar parado esperando que as coisas boas caiam do céu. Lute por aquilo em que acredita e tenha um ótimo dia!
Conta-se que um velho circense, após ter sido despedido do circo ao qual dedicara toda a sua vida como malabarista, vagueou sem rumo, à procura de quem lhe desse emprego e abrigo.
Não era fácil, afinal não desenvolvera outras habilidades, não era mais jovem e tampouco sabia ler e escrever.
Após muitos meses perambulando e já doente, bateu à porta de um Mosteiro, encontrando a caridade dos monges que o recolheram e dele cuidaram até que sarasse.
Sua tarefa passou a ser cuidar do jardim, o que ele foi aprendendo com algum esforço. Todavia algo o incomodava. Ao observar a rotina dos religiosos, os cantos, as orações em Latim, sentia-se triste por não poder acompanhá-los.
Ele também queria orar e cantar hinos de louvor ao Deus da sua compreensão. Mas como? Não tinha as palavras certas, sentia-se rude e indigno de adentrar a Capela. Como poderia ele falar do seu amor por Jesus, cuja imagem se destacava majestosa ao fundo do Santuário?!
Certo dia, esperou que todos se recolhessem, tomou todos os seus aparatos circenses e acercou-se da linda imagem do Mestre na Capela.
Começou a fazer a única coisa na qual ele era exímio... à sua volta, arcos, bolas, pratos subiam e retornavam as suas mãos, em movimentos perfeitos.
Ele esperava o milagre de ver no semblante do Senhor, um leve sinal de que a sua prece – embora incomum – estava sendo recebida.
E foi persistindo nos seus malabarismos, como se executasse a mais linda canção de louvor, sem dar-se conta do tempo, nem do suor que já escorria abundante por todo o seu rosto.
Os monges, ao notarem os estranhos ruídos vindos da Capela, levantaram-se com cuidado, receando tratar-se de algum meliante.
Todavia, quando chegaram à porta, pararam estupefatos diante da cena que presenciaram.
É que neste exato momento O Senhor inclinava-se e, com o manto, enxugava o suor daquele homem simples que não sabia rezar, mas que não obstante, rezara com todas as forças do seu coração !