Não chores mais?. Essas consoladoras palavras foram pronunciadas por Jesus e dirigidas a uma mãe que acabara de perder seu único filho.
A morte, que trouxe lágrimas ao seu lar, é efeito do pecado. Mas, no novo tempo? no novo mundo? que Jesus promete, não mais haverá morte porque Jesus é a ressurreição e a vida e Ele promete a ressurreição para todos os que Nele crerem.
Que preciosa promessa para confortar nosso coração e que maravilhoso encontro quando o esposo abraçará a esposa e os filhos beijarão seus pais, quando você puder abraçar novamente seus entes queridos.
Creia nessa promessa. Não chore mais?, é o que Jesus lhe diz agora, ao ver, quem sabe, seus olhos marejados de lágrimas, ''porque Eu sou a ressurreição e a vida.''
Que a fé no Deus de amor e a esperança do reencontro na manhã da ressurreição confortem e consolem seu coração. Pois breve muito breve! iremos para o Lar.
Alguém muito sábio dirá a você que pouco existe neste mundo que valha tanto como uma verdadeira amizade; mas seguramente alguém muito menos sábio também lhe dirá o mesmo, pois amizade verdadeira é tesouro sem valor e mercado.
Então não se deixe iludir pelo tempo, pela vida, pelo brilho daquilo que não presta, pois no final das contas o que conta são os sentimentos sinceros.
Hoje marque um encontro, abrace seus amigos, diga a eles quanto são especiais e indispensáveis e que nada há que se compare à sua companhia.
Não deixe para depois, não diga de outra forma, faça cara a cara, pois amizade não se compra ou vende, mas se cultiva!
Querida professora, é com muita alegria e gratidão que hoje lhe desejamos um Feliz Dia do Professor!
Em você nós confiamos nossos filhos ainda tão pequenos para que com sua sabedoria, paciência e carinho lhes passasse alguns dos conhecimentos que você possui, e com todo seu profissionalismo você superou nossas expectativas.
Você merece todas as honras e toda nossa gratidão, mas a melhor homenagem será prestada pelos seus alunos, que pela vida carregarão seus ensinamentos e a levarão no coração com muito carinho.
Passo dias e noites tentando entender este sentimento chamado amor, que brotou e enraizou em meu coração.
Quero entender como eu pude me apaixonar tão loucamente assim, sem um olhar, um toque, um beijo, vivendo de pensamentos, de momentos, de espera e de muitas saudades.
Às vezes paro e digo a mim mesma será que vale a pena, será que ele merece tanto amor assim.
Estou começando a ver e entender que não.
Que não adianta eu passar horas e horas te olhando, te procurando, se você nem se quer nota que eu estou aqui.
Que chorar por você não vai valer a pena, pois você jamais irá enxugar minhas lágrimas.
Que toda vez que eu chamo por você com mensagens, com palavras, com um simples oi. Você quase sempre nem me nota, não se importa comigo, com o meu amor, com meu sofrimento.
E continuo dizendo a mim mesma de que adianta te amar tanto, se você não sente nada por mim, ficar dias e dias sem dizer ao menos olá, se você meu amor nem percebi a minha ausência.
O engraçado é que mesmo sentindo tudo na pele, eu não consigo tirar este sentimento de dentro de mim.
E já acreditando que você não o mereça, eu continuo aqui a passar dias e noites pensando em você, no seu sorriso, no seu jeito gostoso de falar.
Eu espero que muito em breve todo este amor acaba, que este sentimento saia de vez do meu coração. Com toda esta sua indiferença acredito que será logo.
Você vai sentir saudades do meu OI, das minhas declarações de amor, mesmo que bobinhas, das mensagens, dos bilhetinhos, das preocupações que sinto por você, de todo tempo que dediquei a este amor.
Mas acredite será tarde demais.
Numa época em que um sorvete custava muito menos que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e sentou-se à mesa. Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele. Quanto custa um sundae? 50 centavos. O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las. Bem, quanto custa o sorvete simples? A essa altura, mais pessoas estavam esperando para ser atendidas e a garçonete começava a perder a paciência. 35 centavos, respondeu-lhe, de maneira brusca. O garoto, mais uma vez, contou as moedas e disse-lhe: Vou querer, então, o sorvete simples. A garçonete trouxe o sorvete simples, colocou-o na mesa e saiu. O menino acabou de tomar o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu. Quando a garçonete voltou, começou a chorar, à medida que ia limpando a mesa, pois ali, do lado da taça vazia de sorvete, havia 15 centavos em moedas, ou seja, o menino não pediu o sundae porque queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.