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Às vezes achamos que controlamos nossos sentimentos a ponto de decidir quem será o amor da nossa vida, e nesse pensamento nos privamos de trocar experiências com pessoas que achamos "feias", "chatas", "não combina comigo" e assim deixamos de vivenciar momentos únicos.
Mas o destino sempre nos reserva coisas boas, até os mais pessimistas foram contemplados com uma "improvável felicidade". Essa improvável felicidade se chama AMOR e por não decidirmos esse sentimento descobrimos que não controlamos absolutamente nada, e isso deve ser respeitado.
É preciso viver sem manual, sem tanta regra, sem tanta burocracia.
Sabe aquela pessoa que sem querer senta do seu lado em um banco da praça e você simplesmente o ignora por não ter olhos azuis, essa pessoa pode ser simplesmente incrível.
Se quer viver uma improvável felicidade, abra o seu coração. Busque aquilo que te faz bem, não somente o que te convém.

Eu mesma não sei porque, gosto tanto de você.
Palavra, eu vivo á sonhar...
procurando adivinhar, a razão deste porque.
E pra dizer a verdade, tenho uma
grande vaidade, deste meu secreto amor...
que embora feito de dor, tem cor de
felicidade.
Eu gosto de você...
sem mesmo saber porque e sem saber qual a razão...
depois de tanto tempo; tantos desencontros,
tantas andanças pela vida,
Encontrei você...
Eterno e Grande Amor.
Amor adormecido em meu peito, sem saber o porque;
meu coração se rendeu á você outra vez.
Te Amo e sempre Te Amarei.

Por ter me entendido enquanto eu crescia e por ter aceitado minhas tão rápidas mudanças. Deve ter sido difícil manter-se em calma comigo, mas você sempre tentou e quase sempre conseguiu.
Por ter me ouvido e ter me dado claras e breves respostas às dúvidas e perguntas que eu levava a você. Por ter reforçado minha confiança para continuar revelando meus pensamentos e sentimentos.
Por ter me aplaudido quando fui verdadeiro, por ter me compreendido quando eu disse mentiras, por ter me provado que elas maculam nosso caráter.
Por ter me falado sobre os seus erros e sobre as coisas que você aprendeu com eles. Isso fez com que eu aceitasse meus próprios erros, que também aprendesse e que me perdoasse.
Por prestar-me atenção e gastar tão grande parte do seu tempo comigo. Isso levou-me a acreditar que sou importante e que tenho muito valor.
Por agir sempre do modo que desejou que eu agisse. Foi assim que você me deu um modelo positivo para seguir.
Por confiar em mim e me respeitar mesmo quando eu era menor do que você.
Por ter considerado meus sentimentos e necessidades, e ter me mostrado muitas vezes que elas eram semelhantes às suas.
Pelos elogios e pelos incentivos. Foi sempre por isso que eu me senti bom e quis continuar sendo digno da sua fé em mim.
Por ajudar-me a explorar meus talentos e potenciais. Por ter me ensinado que para ser feliz eu tinha que ser eu mesmo e não como você ou igual a outros que você admirava.
Por ser você mesmo e por não desistir da felicidade. Com isso eu aprendi a buscar uma vida feliz, bem sucedida e satisfatória.
Obrigado pai, por sempre ter me ouvido.
Ouça-me mais uma vez agora: eu amo você!

Falam de amor como se fosse uma coisa simples. Gastaram a palavra, o conceito, sujaram o sentimento. Agora que eu queria expressar o que sinto por você, desejaria poder inventar um termo novo, original, que ainda não foi usado, só para você.

Pois o que eu sinto é amor, mas não esse que começa e logo acaba, ou que trai, ou que não respeita. O meu amor não quer exigir o seu, ou impedir sua liberdade ou identidade. O meu amor por você é puro, descomplicado, altruísta, sincero e principalmente eterno e incondicional! Eu te Amo!

Eu tinha dez anos quando encontrei, entre minhas colegas, a primeira amiga de verdade.
Nossa camaradagem tornou-se a coisa mais importante para mim. Entretanto, eu era de natureza exclusivista e me sentia violentamente enciumada sempre que ela manifestava interesse por alguma coisa que nada tivesse a ver comigo.
Mamãe compreendeu o que estava ocorrendo. Um dia ela chamou-me para ver uma ninhada de pintinhos que havia acabado de sair do ovo. Fiquei encantada. Eram umas coisinhas lindas, feitas de suave veludo cor de ouro.
Em meu entusiasmo, colhi um deles na mão. Mas apertei-o com tanta força, que por um pouco, não o sufoquei. Ele, naturalmente lutou para escapar até que, desvencilhando-se, correu para longe de mim.
Mamãe notou o meu desapontamento e disse:
— Pegue um outro, mas procure segurá-lo suavemente. Se você o prender com muita força, por instinto, ele vai querer fugir. Fiz uma segunda tentativa e o pintinho aninhou-se quietinho na palma de minha mão. Senti-me muito feliz e sorri para mamãe. Foi quando ela me disse:
— Sabe, meu bem, as pessoas, neste mundo, são como esses pintinhos. Quando agarramos com muita força aqueles que amamos, tentando aprisioná-los em nossa mão, eles, naturalmente, não se sentem bem. E lutam por readquirir a liberdade, como fez o primeiro pintinho que você pegou. Mas se os colocamos na palma da mão, sem fechar os dedos, de modo que sintam apenas o nosso calor, percebem logo que não desejamos aprisioná-los, pelo contrário, apenas aquecê-los com um pouco de nós mesmos, sem a pretensão de exigir-lhes nada.
Foi o que sucedeu com o segundo pintinho.
Aquilo me impressionou muito e guardei a lição. Não quero dizer que deixei de sentir ciúmes, pois isso faz parte da natureza humana. Todavia quando o exclusivismo fala mais alto em meu espírito, controlo-me mentalizando a figura daquele pintinho na palma da minha mão.
Foi assim que aprendi a manter junto de mim aqueles que, pensando seriamente, desejo que permaneçam perto do meu coração...