Algumas pessoas consideram a compaixão, o amor e o perdão questões religiosas. Elas estão erradas. O amor e a compaixão são imperativos. Não há como ignorá-los, seja você religioso ou não. Eles são necessários se quisermos ser felizes e se quisermos ser bons cidadãos. No que diz respeito à religião, caso você se sinta confortável com alguma crença, adote-a. Se você não a quiser, tudo bem, deixe-a para lá. Mas é importante entender a natureza da compaixão porque é uma qualidade humana básica e necessária.
- Dalai Lama
Quando tudo em sua vida parecer confuso, procure o silêncio. Há momentos na vida em que não há nada melhor do que calar as palavras e a mente, aquietar o coração, acalmar a respiração, e fechar os olhos.
Quando nos sentimos perdidos, precisamos parar de olhar para fora procurando respostas e para de ouvir conselhos e opiniões, e olhar para dentro de nós para reencontrarmos o nosso ponto de referência, para escutarmos a voz do nosso coração.
Quando precisamos tomar decisões, às vezes o melhor é parar de analisar detalhadamente todas as possibilidades. Não podemos prever o futuro, e calar a razão pode ser a melhor solução. Siga os seus instintos mais profundos, deixe falar a emoção. Faz parte de nós o instinto de sobrevivência animal, mas muitas vezes ficamos tão presos a tudo que é racional, que perdemos essa sensibilidade.
Nos momentos difíceis da vida mantenha o silêncio dentro de você e acalme a sua mente até conseguir ouvir a sua própria voz, e seguir as suas emoções. O coração pode ser cego, mas quase sempre diz a coisa certa!
Devemos ter gosto pela vida, o que significa apreciar toda a sua exuberância e saber que existe uma única vida sob incontáveis formas.
Conhecer essa vida significa saber que o poder está no momento presente, que eu sou ela, que você é ela, que tudo isto é ela e ela é tudo o que existe.
Um poeta indiano, Rabindranath Tagore, disse: o mesmo rio da vida que corre pelo mundo corre constantemente pelas minhas veias e baila ao som de sua própria música...
É a mesma vida que grita de alegria, perfurando a terra com incontáveis lâminas de relva, e explode em agitadas ondas de flores. Ele chamou a isso o palpitar das eras dançando em meu sangue neste exato momento.
Ter gosto pela vida é entrar em contato com essa dança. É enfrentar o que vem pela frente com despreocupação e liberdade. O desconhecido é o campo de todas as possibilidades que existe em cada instante.
Nele encontramos liberdade, vamos além dos condicionamentos do passado e muito além da prisão do espaço e do tempo.
Como disse Don Juan a Carlos Castañeda: Não importa qual seja nosso destino específico, desde que o enfrentemos com o máximo de abandono. Isso é desprendimento. Isso é alegria. Isso é liberdade, gosto pela vida.
Boa tarde anjo meu. Me alegra ao te ver. Vejo que cresceu, Meu amor por você.
Não se incomode. Só fiz por fazer. Antes que note. Fico feliz em te ver.
Nosso namoro terminou. Dele decidimos o final de forma repentina, e hoje eu tenho certeza que fizemos de forma irrefletida, de forma precipitada.
Dissemos adeus a um amor que eu sinto não ter acabado, pois em mim arde ainda vivo e intenso, me empurrando cada vez mais ao desespero da saudade daquele que agora chamo de ex-namorado, daquele que eu quero de volta aos meu braços: você!