Quando alguém que amamos morre, é como se uma parte de nós também morresse. Um vazio instala-se no peito. A dor se mistura com a revolta de já não termos o ente amado ao nosso lado, de já não podermos tocar na sua mão, abraçar e lhe dizer palavras doces.
A morte de um ente amado é uma dor inigualável, que fere a alma e deixa sempre uma cicatriz. Mas um dia o sofrimento agudo há de transformar-se aos poucos em uma saudade doída que está quase sempre a latejar, até se tornar saudade e bem querer que já não martela os sentimentos todo o dia.
Com o tempo a dor e a ausência causadas pela morte viram apenas uma forte saudade que aparece por causa de uma antiga fotografia, um velho baú de recordações, uma história relembrada ou um cheiro que surge do nada. A saudade é memória das coisas boas que ficam guardadas no fundo do peito. Às vezes aperta, mas não dói mais.
Tenho duas razões para ser feliz. Estou falando de vocês, meus filhos gêmeos! Vocês são a alegria que dá sentido ao meu mundo, são o motivo de minha existência. Juntos, jogaram fora todas as coisas que tristes em mim. Sou apaixonada por vocês!
Agora que estão entrando para o reino de Deus, para a casa do Senhor através deste lindo batismo, minha fé vai aumentar em relação à vida, às pessoas, a vocês. Estou muito entusiasmada com essa nova etapa que vocês estão iniciando, meus amores! Obrigada por me fazerem tão feliz!
Quem não te procura, não sente sua falta.
Quem não sente sua falta, não te ama.
O destino determina quem entra na sua vida, mas você decide quem fica nela.
A verdade dói uma só vez. A mentira cada vez que você lembra.
Então, valoriza você e não trate como prioridade quem te trata como opção.
Meu amor, você ainda não partiu de viagem e eu já estou morrendo de saudades suas. Hoje me despeço de você, mas este é um adeus pequenininho, um 'até já', mas nem por isso vai custar menos enfrentar esta momentânea distância.
Faça uma boa viagem, meu amor! Desfrute e aproveite cada momento, mas não se esqueça de me carregar sempre com você, no coração e no pensamento.
Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Contou a seu chefe os planos de largar o serviço de carpintaria e construção de casas, para viver uma vida mais calma com sua família. Claro que sentiria falta do pagamento mensal, mas necessitava da aposentadoria. O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma última casa como um favor especial.
O carpinteiro consentiu, mas, com o tempo, era fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e utilizou mão de obra e matéria prima de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.
Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro dizendo: "Esta é a sua casa, meu presente para você."
Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado. Agora iria morar numa casa feita de qualquer maneira.
Assim acontece conosco. Construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor. Nos assuntos importantes não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.
Pense em você como um carpinteiro. Pense na sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede.
Construa sabiamente, pois é a única vida que você construirá. Mesmo que tenha somente mais um dia de vida, esse dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade.