Dos meus problemas, fiz um acolchoado de retalhos, pedaços de dificuldades que me fazem lembrar, da minha capacidade de superar momentos difíceis, e vejo pedaços que me lembram fatos, onde eu tinha certeza que não iria resistir, onde eu queria mesmo era morrer, sumir...
Amores perdidos que me fizeram sofrer, mortes inesperadas que me deixaram vazio, promessas que não aconteceram, doenças, discussões tolas, brigas e desavenças, sonhos que viraram pesadelos
Um acolchoado triste, pesado, mas cheio de lições importantes, cheio das minhas impressões, do que eu era e do que me transformei, por isso essa força tamanha, que carrego comigo por onde for, e se encontro alguém sofrendo pela estrada, tiro da minha colcha um retalhinho, um pouco da minha experiência com a dor, e mostro carinhosamente o caminho, onde há flores, espinhos e amor.
Peço para a pessoa olhar lá na frente, além do problema e da dificuldade, depois, olhar para dentro de si mesmo, e encontrar a solução para tudo, pois, a dor vem dos outros, a decepção também, mas a solução está onde sempre deve estar, dentro de você, criatura divina, feita para brilhar.
Há vários anos, tive a oportunidade de observar como o pensamento mesquinho da designação de um escritório destruiu as possibilidades futuras de um jovem publicitário.
Quatro jovens chefes, todos do mesmo nível, foram transferidos para novos escritórios. Três dos gabinetes eram idênticos em tamanho e decoração. O quarto era menor e menos enfeitado. J. M. recebeu esse quarto escritório. Isso consistiu um verdadeiro golpe em seu amor-próprio. Pensamentos negativos, ressentimento, amargura, inveja fizeram que ele se sentisse desajustado.
Como resultado, J. M. passou a hostilizar seus companheiros. Em vez de cooperar, fez o que pôde para mimar seus esforços. E as coisas foram piorando tanto que, três meses mais tarde, a direção não teve outra alternativa senão despedir J. M.
Um pensamento mesquinho sobre um assunto insignificante paralisou J. M. na ânsia de sentir que estavam contra ele, J. M. deixou de observar que a companhia estava se expandindo rapidamente e que o espaço para os escritórios era uma questão vital. Não parou um só momento para pensar que o diretor que fez as designações dos gabinetes nem sabia qual era o menor deles! Ninguém na organização, a não ser o próprio J. M., encarou o seu gabinete como índice do seu valor.
Pensar mesquinhamente sobre coisas insignificantes tais como ver o seu nome em último lugar, nos memorandos da companhia, ou receber a quarta via deles, pode ferir você.
Pense com grandeza e nenhuma dessas pequeninas coisas será capaz de impedir seu progresso.
Me encante da maneira que você quiser, como você souber. Me encante, para que eu possa me dar. Me encante nos mínimos detalhes.
Saiba sorrir, aquele sorriso malicioso e gostoso, inocente e carente.
Me encante com suas mãos, gesticule quando for preciso, me toque, quero correr esse risco.
Acarinhe-me se quiser, vou fingir que não entendo, que nem queria esse momento.
Me encante com seus olhos, me olhe profundo, mas só por um segundo, depois desvie o seu olhar, como se o meu olhar, não tivesse conseguido lhe encantar...
E então, volte a me fitar, tão profundamente, que eu fique perdida sem saber o que falar...
Me encante com suas palavras, fale-me dos seus sonhos, dos seus prazeres, me conte segredos, sem medos e depois me diga o quanto eu o(a) encantei.
Me encante com serenidade, mas não se esqueça, também tem que ser com simplicidade, não pode haver maldade.
Me encante com uma certa calma, não tenha pressa, tente entender a minha alma.
Me encante como você fez com a primeira namorada, sem subterfúgios, sem cálculos, sem dúvidas, com certezas.
Me encante na calada da madrugada, na luz do sol ou embaixo da chuva.
Me encante sem dizer nada ou até dizendo tudo, sorrindo ou chorando, triste ou alegre. Mas me encante de verdade, com vontade que depois, eu te confesso que me apaixonei e prometo lhe encantar todos os dias, do resto das nossas vidas.
Estavam ali parados. Marido e mulher.
Esperavam o carro. E foi que veio aquela da roça
tímida, humilde, sofrida.
Contou que o fogo, lá longe, tinha queimado seu rancho,
e tudo que tinha dentro.
Estava ali no comércio pedindo um auxílio para levantar
novo rancho e comprar suas pobrezinhas.
O homem ouviu. Abriu a carteira tirou uma cédula,
entregou sem palavra.
A mulher ouviu. Perguntou, indagou, especulou, aconselhou,
se comoveu e disse que Nossa Senhora havia de ajudar
E não abriu a bolsa.
Qual dos dois ajudou mais?
Donde se infere que o homem ajuda sem participar
e a mulher participa sem ajudar.
Da mesma forma aquela sentença:
"A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar."
Pensando bem, não só a vara de pescar, também a linhada,
o anzol, a chumbada, a isca, apontar um poço piscoso
e ensinar a paciência do pescador.
Você faria isso, Leitor?
Antes que tudo isso se fizesse
o desvalido não morreria de fome?
Conclusão:
Na prática, a teoria é outra.
Em cada luta ou dificuldade só temos duas decisões possíveis: abaixar os braços e desistir, ou seguir em frente e tentar vencer. O caminho que escolhermos será o que determinará o tamanho do nosso sucesso.
Por vezes, o mais fácil parece ser a fuga aos obstáculos, mas dessa forma nunca sentiremos o sabor da vitória. Por isso, escolha lutar, mesmo que o faça contra as probabilidades, pois assim você saberá que pelo menos deu o seu melhor. Bom dia!