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Boa viagem, meu amor! Que tudo seja um sucesso e que você se realize em todos os instantes, em todos os momentos longe do seu espaço. Eu vou estar aqui apoiando, torcendo, desejando que o tempo passe a voar.

Uma velocidade extrema para que possa cair nos seus braços em breve! Nosso amor supera tudo, meu bem. Até a distância; até a saudade. Volte logo, meu amor! Até breve.

A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos. A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos.
E até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro. A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos. Tudo bem. O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum: É amar mais ou menos,
É sonhar mais ou menos, É ser amigo mais ou menos, É namorar mais ou menos, É ter fé mais ou menos, E acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Pense nisso...

Caminhamos ao encontro do amor e do desejo. Não buscamos lições, nem a amarga filosofia que se exige da grandeza. Além do sol, dos beijos e dos perfumes selvagens, tudo o mais nos parece fútil. Quando a mim, não procuro estar sozinho nesse lugar. Muitas vezes estive aqui com aqueles que amava, e discernia em seus traços o claro sorriso que neles tomava a face do amor. Deixo a outros a ordem e a medida. Domina-me por completo a grande libertinagem da natureza e do mar.

Albert Camus

O amor é feito casinha de joão-de-barro: é construído devagar, no dia a dia. Sua matéria-prima é simples, mas aquece, acolhe. E a gente mora ali cheio de fé, confiantes de que estamos protegidos das nossas próprias tempestades e do vento frio da solidão.

Ando à procura de espaço...
para o desenho da vida.
Em números me embaraço e perco sempre a medida...
Se penso encontrar saída, em vez de abrir um compasso, projeto-me num abraço e gero uma despedida.
Se volto sobre o meu passo, é já distância perdida.
Meu coração, coisa de aço, começa a achar um cansaço, por esta procura de espaço para o desenho da vida.
Já por exausta e descrida não me animo a um breve traço: saudosa do que não faço, do que faço, arrependida...