O jovem tinha perdido o emprego e estava meio perdido. Ficou sabendo de um velho senhor dito como muito sábio por suas palavras sempre conscientes. Então resolveu ir encontrar-se com o velho senhor.
Ao encontrá-lo, o jovem cerrou os punhos e disse em alta voz: - Implorei à Deus para que dissesse algo para me ajudar. Diga-me, por que Deus não me responde?
O velho senhor sentou-se calmamente à sombra de uma árvore próxima e falou algo em resposta – algo tão silencioso que era inaudível. O rapaz se aproximou um pouco mais e perguntou, em voz normal: - O que foi que o senhor disse?
O velho senhor repetiu, mas novamente num tom muito baixo, como um cochicho. Então o rapaz chegou ainda mais perto e se inclinou em direção ao senhor. - Me desculpe, ele disse calmamente. Eu ainda não consegui escutar.
Com suas cabeças muito próximas, o velho e sábio senhor falou mais uma vez: - Deus, às vezes, cochicha, então precisaremos estar bem perto dele para ouvi-lo. Desta vez o rapaz escutou e entendeu.
Todos queremos a voz de Deus como um trovão pelo ar como resposta à nossos problemas. Mas a voz de Deus, na maioria das vezes, nos vem baixinha... um suave cochicho.
Se eu estiver próximo Dele o suficiente, eu escutarei, entenderei e encontrarei minha resposta. E melhor ainda, me acharei perto de Deus.
Sabe aquela sensação de olhar pela janela e de repente perceber que há tanto mundo para descobrir, tantos lugares para ir, nossa! Aí você olha o extrato da conta bancária e é frustração total e... adeus sonhos!
Mas como tenho tantos amigos bacanas, que gostam tanto de mim e querem me ver feliz, decidi apelar a todos vocês e iniciar um financiamento coletivo para realizar esse lindo sonho de conhecer o mundo.
Assim vocês investem na minha felicidade, e eu prometo enviar a cada um uma selfie em cada país que visitar.
Bom dia, meus amores, e não esqueçam de enviar os donativos!
Tão lindos são teus olhos; tão belos como tu.
Teu formoso corpo, desenhados por dedos divinos.
Teu rosto nem se fala... Maravilhoso...
Talvez te ache assim, por que te amo!
Amo-te tanto que meu peito explode de emoção.
Meu coração acelerado, não paira, nem diminui a pressão.
Naufrago em ti e morro em teus braços.
Revivo com teus beijos;
Enquanto acordo me vejo de lábios colados nos teus; adormeço!
E morro novamente.
Despertando, sinto teu coração pulsar junto ao meu.
Tenho medo de ti perder.
E peço-te mais uma vez:
Deixe-me morrer de amor, em teus braços!
Dizem que amores imperfeitos, são as flores da estação... Mas não me atraem, não são o meu forte, os amores de verão! Eu quero muito mais, eu quero a perfeição... Quero aquele que estremeça, que me tire todo o chão. Amor cigano, passional, incomum, original! Que me carregue nas asas, me sufoque na emoção! Quero um amor por inteiro, que não seja só tesão. Que comece pelos olhos, mas que chegue ao coração!
Stephanie irradiava alegria ao rasgar o papel que embrulhava o seu presente de aniversário, dado por seus pais. – Obrigado! Ela disse abraçando a ambos. Há muito tempo eu queria uma bicicleta, mas eu não podia imaginar o que estava em caixa tão grande! Eu não sabia que bicicletas veem em caixas.
O pai sorriu. – Quando você compra uma bicicleta você tem que montar, disse, e vou fazer isto agora mesmo.
A mãe foi para a cozinha terminar o jantar e Stephanie e seu pai foram para a garagem trabalhar na bicicleta. – Aqui o manual de instruções, disse Stephanie, tentando ajudar.
O pai deu uma olhada de relance enquanto tirava as peças da bicicleta para fora da caixa. – Obrigado, querida, disse, mas acho que não vou perder tempo lendo tudo isto. Não deve ser difícil de montar.
E se manteve ocupado com a tarefa, organizando as peças da bicicleta.
Depois de um certo tempo, o pai sacudiu a cabeça. – Isto não parece certo, disse.
Neste momento a mãe chegou à porta. – O jantar está pronto, anunciou, olhando as peças espalhadas pelo chão, Como vão indo as coisas por aí?
O pai suspirou. – Não está nada bem, disse. Voltarei depois de jantar. Vamos comer.
Durante a refeição, o pai olhou para Stephanie e disse, – Acho que devia ter lido as instruções que você ofereceu. Acabei desperdiçando muito tempo tentando montar sua bicicleta sem usar as instruções do fabricante.
Ficou pensativo por alguns segundos e adicionou, – Me pergunto quanto tempo nós desperdiçamos porque vivemos o nosso dia a dia sem ler as instruções do nosso Fabricante. – Nosso fabricante? Perguntou Stephanie. O que quer dizer?
O pai sorriu. – Quero dizer Deus. Ele nos fez e em Seu manual de instruções – a Bíblia – nos dá os conselhos certos para a vida, para o dia a dia, o casamento, a educação das crianças, o uso do dinheiro, e todos os tipos de coisas.
Depois do jantar, Stephanie e seu pai voltaram ao projeto. Desta vez, o pai começou lendo as instruções.