Que é o Natal, senão um misto de amizade e amor...
Amor repartido pela família, pelos amigos, todos aqueles que estão conosco, em todos os momentos da nossa vida, bons e maus, que se regozijam com a nossa felicidade e se entristecem com a nossa desventura.
Em suma Natal é amor, carinho e também tristeza pelo sentimento de perda, ausência de entes queridos falecidos.
Amor e dor que nos transportam à alegria e às lágrimas, à antítese da vida.
Vivamos pois, rodeados de quem nos faz feliz e afastados dos espíritos cruéis.
Urge reproduzir o espírito de Natal aos outros 11 meses do ano e erradicar a pobreza e a guerra, senão a bélica, pelo menos a guerra interior dos nossos corações.
Feliz Natal!
Nosso namoro terminou. Dele decidimos o final de forma repentina, e hoje eu tenho certeza que fizemos de forma irrefletida, de forma precipitada.
Dissemos adeus a um amor que eu sinto não ter acabado, pois em mim arde ainda vivo e intenso, me empurrando cada vez mais ao desespero da saudade daquele que agora chamo de ex-namorado, daquele que eu quero de volta aos meu braços: você!
Foi um privilégio ter entrado na vida desta família e conhecer pessoas maravilhosas como você. Não há um dia em que falte alegria do seu lado e é sempre contagiante sentir sua boa disposição.
Que o companheirismo entre nós possa continuar por muitos anos. Quero estar do seu lado para agradecer tudo o que você já fez por mim. Estarei também disponível para quando mais precisar.
Palavras são ecos soltos ao vento São as vozes do fundo do coração Palavras são frases ditas no momento Doce momento de uma louca paixão
Palavras são as preces silenciosas Feitas no extremo, mais extremo da dor São dádivas por demais preciosas Para aquele que sofre pelo mal de amor
Palavras de uma mãe são conselhos São lágrimas de quem aos filhos adora São os mais sinceros e doces apelos São lembranças dos tempos de outrora
Palavras são letras de uma linda canção Que marcou belos encontros de amor São versos da mais profunda inspiração Que um poeta recita com tanto esplendor
Palavras são melodias, são alentos Se pronunciadas carinhosamente Mais também ferem, causando tormentos Abrindo feridas que cicatrizam lentamente
Por palavras Jesus na cruz perdoou Aqueles que também com palavras o feriu Por palavras aos céus Ele clamou Então por suas palavras de amor Ele partiu
As palavras têm um magnífico poder De até muitas doenças curar Por uma palavra de afeto a um ser Muitos sorrisos hão de brotar
As palavras muito ferem e enganam Mas também curam na hora da dor Felizes de quem por elas a Deus clamam Serão sempre lembrados com palavras de amor
Um príncipe, orgulhoso de sua realeza, foi certo dia caçar em lugar montanhoso e afastado.
A certa altura de seu caminho, viu um velho eremita, sentado diante de sua gruta, e muito atento a considerar uma caveira que tinha nas mãos.
Indignado por não lhe ter o velho dado a menor atenção, nem sequer levantado os olhos para a luzida companhia de caçadores, o príncipe aproximou-se dele e disse-lhe, entre rude e zombeteiro:
- Levanta-te quando por ti passar o teu senhor! Que podes ver de tão interessante nessa pobre caveira, que chegas a te distrair da passagem de um príncipe de tantos poderosos fidalgos?
O sábio, erguendo para ele os olhos mansos, respondeu, em voz singularmente clara e sonora: – Perdoa senhor. Eu estava procurando descobrir se esta caveira tinha pertencido a um mendigo ou a um príncipe, mas não consigo distinguir de quem seja.
Nestes ossos nada há que me diga se a carne que os revestiu repousou em travesseiros de plumas ou nas pedras das estradas. Eu não saberia dizer se devia levantar-me ou conservar-me sentado diante daquele que em vida foi o dono deste crânio anônimo.
O príncipe, cabeça baixa, prosseguiu o seu caminho, mas a caçada não teve, naquele dia, qualquer encanto para ele.
A lição da caveira abatera-lhe o orgulho.
Foi através das palavras do sábio que caiu a ficha e ele, o Sr. Príncipe, descobriu que não passava de um ser humano. Igual a todos os outros.