Uma noite de verão um jovem que vivia na Escócia, em sua caminhada de volta para casa vindo do povoado onde trabalhava, decidiu pegar um atalho.
Aquela região era conhecida pelas abandonadas pedreiras de rocha calcária, que formavam enormes abismos. Ele sabia que passaria próximo de uma destas pedreiras, mas também sabia que seria tranquilo. A noite era negra, sem estrela nem luar para ajudar a visão, mas o jovem seguiu entre rochas e arbustos.
Repentinamente ouviu uma voz chamar com grande urgência, - Peter! Ele se assustou mas parou e respondeu, - Sim, quem é? O que quer?
Não houve resposta – somente a brisa suave.
Percebeu que tinha se equivocado e deu mais alguns passos. Então ouviu a voz outra vez, desta vez parecendo mais urgente que a primeira:
- Peter!
Ele parou morto de medo, curvou-se para a frente tentando perscrutar na escuridão e ajoelhou. Estendeu a mão para tatear o chão à sua frente, mas só encontrou o vazio. Era a pedreira! De fato, quando Peter cuidadosamente apalpou o terreno à sua volta, percebeu que estava parado na borda da pedreira abandonada, a um curto passo antes de um mergulho fatal no abismo. No meio da escuridão, naquela área desolada, alguém o conhecia e alguém se preocupou com ele.
Peter Marshall nunca se esqueceu do incidente. Dedicou sua vida a quem tinha lhe chamado pelo nome e se tornou um grande evangelizador. Você já percebeu que Deus também lhe conhece pelo nome – e sabe tudo sobre você?
Uma conhecida anedota árabe diz que, certa vez um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes.
Logo que despertou mandou chamar um adivinho para que interpretasse o sonho.
- Que desgraça, senhor, falou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!
- Mas que insolente, gritou o sultão enfurecido. Como te atreves? Fora daqui!
Chamou os guardas e mandou que dessem cem chibatadas no adivinho.
O sultão chamou então, outro adivinho, que após ouvir o sultão disse:
- Senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haverá de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho.
E quando este saía do palácio, um dos guardas lhe disse admirado.
- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro?
- Lembra-te meu amigo, respondeu o adivinho. Tudo depende da maneira de dizer as coisas.
Querido
Estou escrevendo para esclarecer a situação delicada em que estamos envolvidos. Você sabe que meu pai está te processando por sedução de menor e danos morais. Como você é maior de idade é responsável, enquanto eu, que tenho apenas 16 anos, entro como a vítima de sua sedução.
O certo é que quando nos conhecemos, eu não sabia que você já tinha outra mulher, que já estava grávida. Certo é também que tudo o que aconteceu entre nós, foi feito com o meu consentimento, até o sexo, pois eu estava, e ainda estou apaixonada. Acontece que para o meu pai tudo não passou de abuso e violação de menor irresponsável.
Não sei como você vai reagir sendo processado e quem sabe preso, mas isso é coisa de meu pai. Eu por mim quero que saiba, só não desejo ser a outra de sua vida, apesar de gostar de ti e precisar dos teus carinhos. Nesse caso você precisa resolver, qual das duas vai escolher para ficar.
Dá para ver que a gente se gosta e no nosso caso existe amor. Eu não posso estar tão enganada. Somente estou sentindo que é um amor proibido, por isso você precisa se decidir, pois acho que ainda poderemos ser muito felizes, pois eu te quero muito.
Esperando que você ache logo uma solução para o nosso caso, afirmo que te amo muito e será difícil viver sem a sua presença em minha vida.
Um grande beijo!
As lágrimas
que caem dos meus olhos
são como folhas despencando
de uma árvore no outono.
Perceptível para quem está próximo,
mas insignificante para o mundo.
Há vinte e cinco anos, vocês disseram sim, e durante vinte e cinco anos, continuaram dizendo sim um para o outro e esse foi o motivo de continuarem juntos por tanto tempo...
Vinte e cinco anos de amor, carinho e compreensão... Vocês são muito queridos e por isso estamos muito felizes por vocês.
Peço a Deus para que conserve esse exemplo de casamento perfeito, por muitos e muitos anos, e que a cada ano que passa, ele cresça, irradie cada vez mais, essa felicidade que contagia a todos.
Amamos vocês!
Feliz Bodas de Prata!