Se já não me ama, se já não me quer.
Se seu amor acabou e deu lugar a essa dor
que me trouxe a solidão, a saudade...
saudade daquele tempo que éramos um,
e que o amor reinava entre nós.
Se já não me ama, então não diga nada!
Juntos somos muito mais do que algum dia sonhei, e durante estes dois anos de namoro eu fui feliz como nunca imaginei. Parabéns a nós, parabéns ao nosso amor!
Quero muito que a felicidade desses dois anos se repita por muitos outros; que nossos risos sejam eternos, que nosso amor cresça e se fortaleça até ao fim dos nossos dias. Eu amo muito você e apenas quero estar sempre ao seu lado, e fazer você feliz!
Amor, vem logo, não demora
Meu corpo te quer... agora!
Apaga com teu corpo
Essa paixão que me devora!
Esse desejo é voraz
Me domina cada dia mais
Te quero! Só você me satisfaz
Viver sem teus carinhos... Jamais!
Sacia essa sede de teus beijos
Incita mais e mais o meu desejo!
Adoro o sabor dos lábios teus...
Me prende bem forte com um laço
Não quero sair nunca dos teus braços
Esse desejo é tão forte... O que faço?
Um dia um homem foi ao barbeiro. Enquanto tinha seus cabelos sendo cortados, conversava com o barbeiro. Falava da vida e de Deus. Daí a pouco, o barbeiro, incrédulo, não aguentou e falou: - Deixa disso, meu caro, Deus não existe. - Por quê? - Se Deus existisse, não haveria tantos doentes, mendigos, pobres... Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar. - Bem, essa é a sua maneira de pensar, não é? - Sim, claro. Pois bem. O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou imediatamente um maltrapilho imundo, com longos cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro: - Sabe, não acredito em barbeiros. - Como assim? - Se existissem barbeiros, não haveriam pessoas de cabelos e barbas compridas. - Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vem a mim, não vão ao barbeiro. Eu não tenho culpa. - Ah... Agora eu entendi porque você não acredita em Deus.
Esta é uma história sobre um jovem casal, Jim e Della. São pobres mas muito apaixonados.
Com a proximidade do Natal, Della tinha dúvidas sobre o que comprar para presentear Jim. Ela gostaria de lhe dar uma corrente para o relógio de bolso que ele mantinha com tanto carinho, mas ela não teria dinheiro suficiente. Então ela teve uma idéia.
Ela tinha longos e belos cabelos. Assim Della decidiu cortar o cabelo e vendê-lo para comprar a caprichosa corrente para o relógio de Jim.
Na véspera do Natal ela volta para casa, e na mão dela está um caixa bonita que contém uma corrente de ouro que comprara vendendo o seu cabelo. De repente Della começa a se preocupar. Ela sabe que Jim sempre gostou do cabelo longo, e temia desapontá-lo por tê-lo cortado e vendido.
Della sobe o último lance de degraus que conduzem para o seu minúsculo apartamento. Abre a porta e é surpreendida ao encontrar Jim em casa esperando por ela. Nas mãos dele um embrulho que, com certeza, contém o presente que ele comprou para ela.
Quando Della remove o lenço Jim vê o cabelo cortado, e arregala os olhos. Mas ela não diz nada. Ele sufoca as lágrimas e entrega à Della a caixa de presente.
Quando Della abre a caixa, mais uma surpresa. Na caixa, um bonito jogo de pentes de prata para o seu longo cabelo.
E quando Jim abre o presente dele, ele, também, está surpreso. Dentro da caixa uma bonita corrente de ouro para o seu relógio de bolso. Só então Della descobre que Jim penhorou o relógio de ouro dele para lhe comprar os pentes de prata.
Aprenderam, ambos, que mais bonito que todo e qualquer presente é o amor que ele simboliza.