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Há momentos na vida em que somos pássaros. Queremos voar, mas nossas asas são curtas e não nos permitem chegar além do horizonte. O que podemos está sempre aquém do que desejamos.
Há momentos na vida em que temos longas asas. Podemos alçar extensos voos, mas nossos limites são determinados pelo peso das bagagens que a vida nos dá. São malas que atendem por diversos nomes: Bom senso, juízo, medo. Há os que se livram de seu peso e conseguem voar muito alto. Alguns atingem destinos fantásticos. muitos conhecem o sabor do desastre.
Mas há momentos na vida em que deixamos de voar. É quando nos tornamos árvores, quando nos percebemos enraizados a terra, presos no espaço e no tempo. Não nos damos conta desta mudança, que nos tira as asas e nos empresta galhos e ramos. Apenas descobrimos que somos assim. Mas quando deixamos de procurar a luz, ou desistimos de cavar em busca de energia, paramos de crescer. Mas não há árvores assim. As árvores perseguem seu destino, que é crescer e se alimentar. Assim como há pássaros que só buscam voar.
Saber o momento do voo ou o instante de se enraizar é a grande sabedoria humana. Saber viver intensamente o momento de polinizar as flores, ou o momento de deixar ao vento e a chuva que espalhem nossas sementes, eis o destino da vida.
Se você é pássaro, voe em busca de seu sonho. Se você se descobriu árvore, cresça o mais alto que puder e deixe a terra cuidar de suas sementes.

Vou embora! Já não é novidade, mas chegou a hora. Amei trabalhar aqui junto de todos vocês. E nada será mais importante do que o que levo no coração e nas memórias.

E acreditem que levo um mundo de coisas positivas. Aprendi muito com cada um de vocês. E só espero que o fato de mudar de local de trabalho não seja impedimento para continuarmos a construir uma linda amizade.

Agradeço por tudo a cada um de vocês por cada dia de trabalho. Sejam felizes! E não se esqueçam de lutar por todos seus sonhos. Até um dia.

Como um pássaro que voa
o amor ganha asas
e a alegria novas cores
e o sol uma nova luz
e até a voz é sorriso.

No alto voo do pássaro
a saudade desabrocha
nasce, fere, machuca e
com o olhar no céu
procura ventos derramados.

E o sul é o norte
e o este o oeste
e nada mais é igual
desde a hora que o
amor acontece.

Hoje é dia de teu aniversário. Parabéns... Parabéns... Fazem votos que vás ao centenário os amigos sinceros que tens.
Reunidos neste dia, de tão grande alegria, desejamos que as bênçãos de Deus caiam todas sobre os dias teus...
E que em data igual a esta, haja sempre a mesma festa. cada um renovando os votos que hoje faz de mil venturas e de Paz!...
Feliz Aniversário, madrinha!

Era uma vez dois exploradores que encontraram uma clareira na selva. Nela cresciam muitas flores de beleza sem par. Um dos exploradores diz: – Há sem dúvida um jardineiro que mantém este jardim. O outro não concorda: – Não há nenhum jardineiro.
Assim sendo, eles montam suas tendas e se põem a vigiar. Nenhum jardineiro é visto em nenhum momento. Será que se trata de um jardineiro invisível?
Os dois exploradores fazem então uma cerca de arame farpado e a eletrificam, guardando-a com sabujos... Mas nenhum grito sugere nunca que algum intruso tenha tentado entrar no jardim. Apesar disso, o primeiro explorador ainda não se convenceu:
– Mas existe um jardineiro invisível, intangível, insensível às descargas elétricas, um jardineiro que não tem cheiro nem faz barulho, um jardineiro que vem secretamente cuidar do jardim. No final, o céptico se desanima:
– Mas o que resta da sua primeira afirmação? E em que precisamente isso que você chama de jardineiro invisível, intangível, eternamente inapreensível, difere de um jardineiro imaginário ou até de um jardineiro absolutamente inexistente?
O primeiro explorador vai então colher uma flor e, sem nada dizer, a oferece com um sorriso ao céptico, que não se afasta um minuto da cerca:
– Por que este gesto de afeição? pergunta surpreso.
– Para lhe perguntar se você consegue ver a velha amizade que nos une há tantos anos. E o outro responde:
– Lógico que não!
-O essencial é invisível aos olhos (como dizia o Pequeno Príncipe). Só conseguimos ver bem com o coração! Será que não é isso o que acontece com aquele que com tanto amor cuida deste jardim?