Suponha que alguém lhe deu uma caneta. Você não pode ver quanta tinta tem. Pode secar logo depois das primeiras palavras ou durar o suficiente para você criar uma esplêndida obra (ou diversas). ou que durasse para sempre. Você não sabe até que você comece.
São as regras do jogo, você realmente nunca sabe. Você tem que examinar cada possibilidade! A regra do jogo não obriga você a fazer qualquer coisa. Você pode, ao invés de usar a caneta, deixá-la em uma prateleira ou em uma gaveta onde secasse sem ser utilizada. Mas se você decidisse usar, o que você faria? Como você jogaria esse jogo?
Você iria planejar e planejar antes de escrever cada palavra? Seus planos seriam tão extensos que você nunca começaria? Ou você colocaria a caneta na mão e simplesmente escreveria, esforçando-se para prosseguir com um monte de palavras? Você escreveria cautelosamente e com cuidado, como se a caneta secasse no momento seguinte, ou você fingiria ou acreditaria (ou fingiria acreditar) que a caneta escreverá para sempre?
E sobre o que você escreveria: sobre amor? Ódio? Divertimento? Miséria? Vida? Morte? Nada? Tudo? Você escreveria sobre si mesmo? Ou sobre os outros? Ou sobre si mesmo sob a ótica dos outros? Suas letras seriam trêmulas e tímidas ou brilhante e realçada? Enfeitadas ou simples?
Você escreveria mesmo? Uma vez que você tem a caneta, nenhuma regra diz que você tem que escrever. Você rascunharia? Borrões ou desenhos? Você permaneceria nas linhas, ou não veria nenhuma linha, mesmo se estivessem lá?
Há muito o que pensar sobre isso, não é? Agora, suponha que alguém lhe deu uma vida...
Quem me dará a mão
Quando do mundo não restar nada...
Quem mostrará a luz
Quando meus olhos estiverem
Cansados da escuridão...
Quem me trará a água
Quando minha boca
Estiver seca de sede...
Quem me mostrará a esperança
Quando meu mundo estiver
Tomado de desilusões...
Quem irá me ouvir
E me dar bons conselhos
Quando o mundo se fizer de surdo e se calar...
Quem irá atender ao telefone
Quando minhas mãos tremerem ao discar o número...
Quem irá ouvir meus gritos de socorro
E virá me socorrer...
Somos fiéis a uma amizade
Poderemos estar no abismo
Mas jamais soltaremos as mãos.
Mãos unidas por um forte laço
Chamado AMIZADE
Dois Amigos,
Duas Almas
Seguindo
Um Mesmo Caminho.
Quando te vejo: minha garganta seca, minhas mãos se agitam, meu corpo respira.
Quando te toco: meu sangue ferve, minhas veias pulsam, minha alma treme.
Quando me tocas: minha boca se cala, meus olhos se fecham, meu corpo te sente.
Nesse momento o sol se esconde, a noite chega, as estrelas dançam.
Todo o meu mundo se torna uno, porque tenho você.
Te amo.
Adote o hábito de dizer algo amável ao pronunciar as primeiras palavras pela manhã. Isso estabelecerá sua disposição mental e emocional para todo o dia.
Para tudo há um tempo em nossa vida... E a grande sabedoria é viver cada tempo com sua realidade, aceitando o que não pode ser mudado... Há um tempo de se sonhar, de acreditar no sonho e lutar por ele... Há um tempo de se desencantar porque o sonho não se realizou apesar da fé, apesar da esperança.
No tempo de desencantar é impossível não sofrer... Porque o sofrer assim como os sonhos são partes iguais na soma dos fatos que fazem nossa vida... E no tempo de sofrer vale assumir a dor, senti-la bem fundo sem medo de morrer por ela. Vale assim a dor porque ao contrário seria fugir à realidade... E fugir à realidade não ajuda vencer o tempo que nos faz sofrer...
Dentro da realidade do sofrer, a gente mergulha bem fundo sem contudo perder o contato com a esperança de poder sonhar de novo... O tempo de sofrer não pode sufocar em nosso coração aquela velha certeza de que Deus, sabendo das mágoas, inventou o tempo... O tempo que transforma e muda realidades, e faz da lágrima de hoje o riso de amanhã.
Por isto no tempo de sofrer, é preciso sabedoria de aceitar os fatos com a serenidade de quem já viveu outros tempos de dor, de mágoas e continuou vivendo com determinação e coragem. O tempo de sofrer é apenas um espaço onde se aprende a crescer, a vencer as próprias limitações e as próprias contingências.
Tempo de sofrer é apenas um espaço onde se conhece as próprias forças de criar novos sonhos, semear novas esperanças e cultivar a fé. Porque a vida é feita de muitos tempos que se sucedem em nossos dias...