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Nesta altura do ano todos deveríamos refletir e nos questionar sobre o verdadeiro significado do Natal. Muitos estão tão acostumados com que esta época se centre nas árvores e seus enfeites, nos presentes que ganham e oferecem, nas luzes que por todo lado se espalham, que facilmente se esquecem do que é afinal o Natal.

Este é o momento de celebrar o nascimento de Jesus, aquele que veio ao mundo e morreu por nós, e por isso é a altura certa para refletir e agradecer. Se Deus nos deu Seu filho, e Cristo se entregou à cruz por nós, o mínimo que cada um pode fazer é agradecer, por isso e por todas as demais dádivas, e abrir o coração ao amor, ao perdão, à paz.

Neste Natal não ceda ao consumismo, ao materialismo fútil, mas antes pratique boas ações, compartilhe com os que nada têm, distribua amor e compaixão. Esses serão os melhores presentes para você e para seus semelhantes, e permita que esse espírito se prolongue o ano todo, para que seja sempre Natal!

Feliz Natal!

Abraços significam amor para alguém com quem realmente nos importamos, como nossos avós ou nossos vizinhos, ou até mesmo para um ursinho amigo. Um abraço é algo espantoso, é a forma perfeita de mostrar o amor que sentimos, mas que palavras não podem dizer.
É engraçado como um simples abraço faz-nos sentir bem em qualquer lugar ou língua. É sempre compreendido... E abraços não precisam de equipamentos, pilhas ou baterias especiais. É só abrir os braços e o coração. Guarde este abraço!

O "pequeno" cresceu. A mãe o ensinara a crescer... e crescer significa ser responsável tomando decisões e assumindo consequências.
Aprendeu. Cresceu tanto, que decidiu ir. Decidiu por si mesmo, sem perguntar se a mãe ia sofrer. Nem para a própria mãe e nem para ele mesmo.
– "Vou experimentar. Se não gostar, volto." Nem aquele: "você não fica triste?", de quando era pequeno. E a mãe racionaliza que é um direito dele querer ir e pensou:
– "Vai ser bom pra ele. – Que bom!" O menino aprendera a se respeitar, a seguir os próprios impulsos medindo as consequências por si mesmo.
Sentindo-se vitoriosa, a mãe constatou que conseguira ensinar, com simples palavras e atitudes, o que aprendera por si mesma a duras penas.
Racionalmente, tudo bem! Mas mãe, aquela que vem das entranhas, que gerou, que pariu, não consegue ver a pessoa do filho, mas a sua cria. É animal. Não animal sem alma, mas com um instinto tão forte que sufoca a razão.
A vitória se manifesta em choro. Saudade. De manhã, o barulhinho do chuveiro, o rock baixinho no quarto. À tarde, o telefone, sempre ocupado. De madrugada, a televisão ligada. Copos pelo chão. Tênis pelos cantos. O sono pesado e inconsequente da adolescência e juventude.
No armário vazio, só os cabides atestam: ele não mora mais ali. Vai voltar?... a mãe só sabe que o quarto vazio, irritantemente arrumado, dói demais... e vai doer ainda, até que a mulher consiga refazer a mãe dentro de si e fique apenas feliz porque o menino cresceu.
Um mês depois, a mãe encara o menino crescido. Não dói mais. Está refeita, plenamente feliz e sente orgulho, pois: O "pequeno" cresceu e não se foi... apenas mudou de endereço.

O minuto que você está
vivendo agora é o minuto mais importante
de sua vida, onde quer que você esteja.
Preste atenção ao que está fazendo.
O ontem já lhe fugiu das mãos.
O amanhã ainda não chegou.
Viva o momento presente,
porque dele depende todo
o seu futuro.
Procure aproveitar ao máximo
o momento que está vivendo,
tirando todas as vantagens que puder,
para seu aperfeiçoamento.

Boa noite...

Não desças os degraus do sonho
Para não despertar os monstros.
Não subas aos sótãos - onde
Os deuses, por trás das suas máscaras,
Ocultam o próprio enigma.
Não desças, não subas, fica.
O mistério está é na tua vida!
E é um sonho louco este nosso mundo...

Mário Quintana