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Deus coloca em nossa vida estradas fáceis para percorrermos, contudo, de repente complicamos e nos deparamos com decepções.

Sinto saudade do sorriso que vivia no seu rosto, amiga! Agora tudo está diferente. Parece que sua energia está acabada; parece que você está esgotada, cansada de tudo que é importante em sua vida. Se liga, amiga!

Por favor, é urgente que você se recomponha, que regresse para o mundo dos que querem ser felizes. Não permita que um obstáculo seja o motivo para você desistir. Acredite que é capaz! E conte comigo – como sempre!

Certo homem, mendigo, entrava todos os dias na igreja, várias vezes por dia e saía bem rápido. O pároco da igreja indagou:
– Por que o senhor entra na Igreja todos os dias e sai bem rápido?
– Venho orar, seu padre.
– Rápido assim, o tempo é pouco para orar.
– Não sei fazer bonitas orações padre. Minha conversa com Deus é muito rápida. Só digo assim: Oi Deus, eu sou o Zé.
Logo após esta conversa o homem foi acidentado, e depois que chegou ao hospital, contagiou a todos com tanta alegria e contentamento que todos aproximavam-se dele. Uma irmã perguntou-lhe, qual a causa de tanto contentamento.
-Ah! Irmã, todos os dias um homem vem senta-se nesta cadeira, olha para mim e diz:
– Oi Zé, eu sou Jesus...
Não importa o tamanho da oração, mas a comunhão e a confiança que temos com Deus.

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso que se dedicava a ensinar zen aos jovens.

Apesar da sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali.

Queria derrotar o samurai e aumentar a sua fama.

O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.

Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.

No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?

- A quem tentou entregá-lo, - respondeu um dos discípulos.

- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceites, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.

A sua paz interior depende exclusivamente de você.

As pessoas não podem lhe tirar a calma.

Só se você permitir.

Uma multinacional chinesa recebeu um engenheiro chinês no
Brasil para ensinar os seus funcionários. Passados alguns dias, o chinês chegou para o presidente da empresa e reclamou:
- Chinês muito chateado com brasileiros!
- Mas por quê, o que aconteceu?
- Chinês não gostou do apelido que colocaram!
- Mas que apelido foi esse?
- Brasileiros chama chinês de hemorroida!
- Mas isso é uma vergonha!
E convoca os funcionários para uma reunião:
- Vocês não tem vergonha de fazer uma coisa dessas, chamar esse senhor de “hemorroida”? Eu não quero mais ouvir isso aqui de hoje em diante! Chamem-no pelo nome! Aliás qual é mesmo seu nome?
- CHAI SHANG DU KU.