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Despedidas são quase sempre momentos difíceis, de nostalgia e tristeza. E esta não é menos, pois dizemos hoje adeus a um querido e admirado colega de trabalho.

Mas apesar da nossa perda, desejamos que seus novos caminhos o levem de encontro à felicidade, realização e muito sucesso. Nos nossos corações para sempre será recordado como um grande colega, um amigo, um excelente companheiro e pessoa. Sentiremos muito a sua falta, mas ficamos torcendo por você!

Na Índia, um carregador de água, sempre levava dois baldes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço.

Um dos baldes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito. No fim da caminhada entre o poço e a casa do chefe, o balde rachado chegava pela metade, o outro sempre chegava cheio de água. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um balde e meio de água na casa de seu chefe.

O balde perfeito orgulhoso de suas realizações. Porém, o balde rachado estava envergonhado de sua imperfeição, sentindo-se miserável por não ter capacidade de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.

Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, um dia, à beira do poço, o balde falou para o homem:

- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.

- Por quê e de que você está envergonhado? Perguntou o homem.

- Nesses dois anos, eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado fez com que a água vazasse por todo o caminho até a casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o balde rachado.

O homem ficou triste pela situação do velho balde, e com compaixão falou:

- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho. De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho balde rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas ao fim da estrada, o balde ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.

Disse o homem ao balde: - Você notou que pelo caminho só havia flores no lado que você vai? Notou ainda que a cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava?

Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.

Todas as palavras são poucas para agradecer tudo o que você fez por mim, querido marido. Apesar de me ter conquistado já faz tempo, você sempre tenta me surpreender a cada dia e manifesta todo o seu carinho constantemente.

Você faz de mim a mulher mais feliz do mundo e cada vez tenho mais a certeza que é do seu lado que eu quero estar.

Hoje em dia muitos de nós ainda não entendemos como o fato de Jesus ter ressuscitado mudou o mundo em que vivemos por isso entender o verdadeiro significado da Páscoa nos dá o poder espiritual para fazer o trabalho, aceitar a disciplina e realizar o sacrifício para que um dia possamos viver num mundo melhor, cheio de paz e alegria.
Afinal, qual o significado da Páscoa?
É viver dia a dia acreditando que existe um poder maior presente em nossa vida e pronto para nos ajudar em todos os momentos.
Basta ter fé e Ele aparecerá!
Feliz Páscoa!

Dois grandes mercadores árabes, de nomes Amir e Farid, eram muito
amigos e sempre que faziam suas viagens para um mercado onde vendiam
suas mercadorias, iam juntos, cada qual com sua caravana e seus escravos
empregados.

Numa dessas viagens, ao passarem junto a um rio caudaloso, Farid
resolveu banhar-se, pois fazia muito calor.
Em dado momento, distraindo-se, foi arrastado pela correnteza.
Amir, vendo que seu grande amigo corria risco de vida, atirou-se às águas e,
com inaudito esforço, conseguiu salvá-lo.
Após esse episódio, Farid chamou um de seus escravos e mandou que ele
gravasse numa rocha ali existente, uma frase que lembrasse a todos do
acontecido.

Ao retornarem, passaram pelo mesmo lugar, onde pararam para rápido
repouso.
Enquanto conversavam, tiveram uma pequena discussão e Amir
alterando-se esbofeteou Farid.
Este aproximou-se das margens do rio e, com uma varinha, escreveu na
areia o fato.
O escravo que fora encarregado de escrever na pedra o agradecimento de
Farid, perguntou-lhe:
- Meu senhor, quando fostes salvo, mandaste gravar aquele feito numa
pedra e agora escreveis na areia o agravo recebido. Por que assim o fazeis?
Farid respondeu-lhe:
- Os atos de bondade, de amor e abnegação devem ser gravados na rocha
para que todos aqueles que tiverem oportunidade de tomar conhecimento
deles, procurem imitá-los. Ao contrário, porém, quando recebemos uma
ofensa, devemos escrevê-la na areia, próxima as águas para que
desapareça, levada pela maré, a fim de que ninguém tome conhecimento
dela e, acima de tudo para que qualquer mágoa desapareça prontamente
no nosso coração!