Saudade, este é o nome do sentimento que hoje, em meu coração, me faz lembrar de você.
Já faz um bom tempo que não te vejo, mas rememorar os momentos dos quais pude compartilhar da tua presença é a motivação principal para que a saudade insista em trazer você à memória.
A saudade é um tipo de sentimento que só é dado a se sentir à aqueles que viveram grandes experiências em suas vidas.
A sua passagem pela minha vida foi assim, marcante e por isso, merece sempre ser lembrada.
Estou morrendo de saudades!
Na mente martelo um nome Nome lindo e especial Vem puro, sem sobrenome Mesmo que haja outro igual
Quando escuto o teu nome Meu corpo logo reage Vibra, pula, vira e vê Mas sei que não é você
Você não está aqui Está bem longe de mim Mas meu corpo não entende Te procura a todo instante
E minha alma não obstante Nota o que o olho não vê E pra suprir sua falta Me faz sonhar com você.
Mahatma Gandhi provou que a "roupa não faz o homem". Só usava uma tanga a fim de se identificar com as massas simples da Índia.
Certa vez chegou assim vestido numa festa dada pelo governador inglês.
Os criados não o deixaram entrar.
Voltou para casa e enviou um pacote ao governador, por um mensageiro.
Continha um terno.
O governador ligou para a casa dele e lhe perguntou o significado do embrulho.
O grande homem respondeu:
- Fui convidado para a sua festa, mas não me permitiram entrar por causa da minha roupa. Se é a roupa que vale, eu lhe enviei o meu terno...
Nesta tarde iluminada pela dádiva da vida, do amor e da amizade inspiremos esperança e exalemos alegria!
Meus amigos, eu desejo a todos vocês uma boa tarde! Que através das horas que a completam possam construir muitos e bons momentos que se transformarão em preciosas memórias para o futuro. Boa tarde, amigos!
Hoje chorei, Chorei a dor, Chorei no meu mais íntimo ser Não a dor de uma partida, Não a dor de um amor Chorei a dor dos famintos, A dor do desamor, Chorei pelas tantas lágrimas que em vão derramei Chorei a dor do meu próprio descaso, Chorei pela criança sem infância, Sem lar, sem brinquedos, sem futuro, sem ânsia Chorei pelo lar que tive, chorei ao acaso Chorei pela menina mulher mãe criança Que ainda jovem traz ao mundo outra criança sem infância Chorei pelo meu próprio egoísmo, Meu próprio orgulho, Pelo meu mundo cor de rosa, Quando muitos nada possuem, nada tem, Chorei, não pelo que de Deus recebi, Não pelo amor que me foi dado e que senti, Não pela Mão que sempre me sustentou para eu não cair Mas pelos desprovidos de todo amor que tive, Chorei ao olhar nos olhos da criança, Do futuro a esperança, Chorei pelos meus iguais Marginalizados, Cansados do descaso, Da falta de amor, De compaixão, Chorei como muitos Que podem como eu, Mudar o mundo Mas como muitos, Nada fiz, Apenas chorei...