Um velho monge rezou muitos anos para que pudesse ter uma visão de Deus e fortalecer a sua fé, mas a visão nunca veio. Ele quase perdeu a esperança quando, um dia, uma visão apareceu. O velho monge estava jubiloso. Mas então, no meio da visão, tocou o sino do mosteiro.
O badalar do sino indicava que era hora de alimentar os pobres que se juntavam diariamente no portão de mosteiro. E era o velho monge quem tinha a tarefa de os alimentar. Se ele não aparecesse com comida, os pobres partiriam, pensando que o mosteiro não tinha nada para lhes dar naquele dia.
O velho monge estava dividido entre o seu dever terrestre e a sua tão esperada visão divina. Porém, antes do sino deixar de soar, o monge tinha tomado a decisão. Com o coração pesado, ele deixou a visão para trás e foi alimentar o povo.
Quase uma hora depois, o velho monge voltou ao seu quarto. Quando abriu a porta, quase não acreditava em seus próprios olhos. Lá no quarto estava a visão, esperando por ele. O monge deixou-se cair de joelhos em ação de graças e a visão lhe disse:
- Meu filho, se não tivesse ido alimentar aos pobres, eu não teria ficado. Porque a melhor maneira de servir a Deus é estender as mãos em serviço para nossos irmãos e irmãs, especialmente, aqueles menos afortunados do que nós.
Não só hoje, mas todos os dias
Penso em ti com meu carinho
Ao ver-me forte cheio de vida
Devo a ti que me guiaste.
Deu-me a vida
Ensinou-me a vivê-la
Dos problemas resolvê-los
Dos medos me deste as mãos
Fazendo calmo meu coração.
Muitas vezes
Não só Mãe foste pra mim
Pai, amigo, irmão, companheira das brincadeiras.
Sempre davas um jeitinho
De poder me acompanhar.
Segurou as minhas mãos
Me mostrando o caminho a seguir
Hoje sei como sofreste
Quando enfim soltou-me as mãos
Para que eu seguisse em frente.
Hoje sei
Que aplaude meus sucessos
Se entristece com meu pranto
Sei também que sempre estás
Braços abertos a me esperar.
Quero hoje minha
Mãe Te dizer de coração
Peço a Deus que te abençoe
Sempre em minha oração
E te abraço hoje e sempre
Com muito Amor e Gratidão.
Um carpinteiro e seus auxiliares viajavam pela província de Qi, em busca de material para construções. Viram uma árvore gigantesca. cinco homens de mãos dadas não conseguiam abraçá-la. e seu topo era tão alto que quase tocava as nuvens.
Não vamos perder nosso tempo com esta árvore – disse o mestre carpinteiro. – Para cortá-la, demoraremos muito. Se quisermos fazer um barco, ele afundará – de tão pesado.
Se resolvermos usá-la para a estrutura de um teto, as paredes terão que ser exageradamente resistentes.
O grupo seguiu adiante. Um dos aprendizes comentou: – É uma árvore tão grande e não serve para nada!
– Você está enganado disse o mestre carpinteiro. Ela apenas seguiu seu destino a sua maneira. Se fosse igual às outras, nós já a teríamos cortado. Mas porque teve coragem de ser diferente, permanecerá viva e forte por muito tempo.
Faz hoje dezoito anos eu assisti à sua chegada ao mundo com a ilusão de uma criança, e hoje vejo você chegar à maioridade com orgulho muito adulto. Feliz aniversário!
Este é para mim um dia muito emotivo, pois você é minha irmãzinha querida e vê-la cumprindo tão significativa data me enche o coração de alegria e os olhos de lágrimas de felicidade.
Você se está transformando em uma mulher incrível, forte, corajosa e muito linda. Eu sinto muito orgulho nestes seus dezoito anos, e gosto de pensar que há um pouco de mim, da minha influência, em você. Eu gosto e admiro muito você, meu bem, e a vejo como uma amiga também, que eu sei será eterna.
Que seus desejos hoje sejam cumpridos. Que jamais lhe faltem as forças e a esperança para lutar pelos seus sonhos. E lembre-se, nada é mais importante que você se manter fiel a si mesma, pois você e sua felicidade devem ser o mais importante para você. Eu te adoro, minha irmãzinha! Seja feliz!
Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
– Que desgraça, senhor! – Exclamou o adivinho. – Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade. – Mas que insolente – gritou o sultão, enfurecido. – Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe: – Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado: – Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
– Lembra-te meu amigo respondeu o adivinho que tudo depende da maneira de dizer... Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.
A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.