Cansei de tecer elogios para tentar agradar, palavras doces que geralmente jogamos no ar, torcendo para que certo alguém perceba o quão bobo fico quando estás presente.
A verdade é que nesse mundo feio, onde os defeitos superam as qualidades, onde os valores das pessoas são contabilizados, onde buscamos flores em um terreno baldio e sujo, não encontro palavras bonitas que exemplifiquem o que sinto por você.
Inconsequente...
Me fez perder a cabeça com apenas um beijo, me fez abaixar todos os muros que criei só para perder o medo, destruiu com facilidade o meu desejo de sempre ficar sozinho.
Intolerante...
Gritou comigo sem dizer uma palavra, me alertando dos perigos que é querer saber tudo, me incentivando a ser uma pessoa melhor do que sempre fui, aos trancos e barrancos invadiu meu coração sem pedir permissão.
Bandida...
Roubou meus pensamentos e emoções, controlando o que sinto e como me sinto. Escondeu os segredos que tem para desbancar esse nobre malandro, me mostrando o tempo todo que por mais que eu queira te esquecer, não consigo.
Fingida...
Por mais disfarce que tente colocar, vejo a felicidade em seus olhos ao me ver chegar. Reflete o que de mais bonito conheci na vida, me ensinando a colocar em prática o que vivo dizendo para as pessoas fazerem.
E nesse mundo que cisma em me dizer e me convencer, de que a felicidade são separadas em momentos e não em histórias, percebo que a minha felicidade estava simplificada em apenas 5 letras e um acento.
Declaração mais sincera não seria o suficiente para descrever você e eu, em determinados momentos...
Fábio Esteves
As derrotas acontecem. Nem todas as batalhas são feitas para serem vencidas por nós, e muitas vezes aprendemos muito mais com uma derrota do que com uma vitória. Se soubermos aproveitar as nossas experiências para crescer, uma derrota pode nos mostrar os nossos pontos fracos, e o que precisamos melhorar para não continuar cometendo os mesmo erros.
Não vale a pena manter-se para baixo, sentir-se fracassado ou humilhado, e nem se apegar à derrota. É preciso entender o que aconteceu e sofrer, mas sofrer somente na medida da derrota. Depois, já é hora de olhar para trás de modo analítico e ver, de forma objetiva, o que podemos melhorar e já começarmos a nos preparar para a próxima batalha.
A vida não espera! Se nós não soubermos nos recompor, virão novas e novas batalhas e nós não estaremos preparados para elas. Por isso, depois de uma derrota, respire fundo, recomponha-se o quanto antes e prepara-se para seguir em frente!
O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola.
Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio.
Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
O que seria preferível? Que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente?
Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência?
O ódio é também uma maneira de se estar com alguém.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam.
Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma.
A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua... Não estamos nem aí.
A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta.
Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.
Certa vez um grupo de amigos se reuniu para uma caminhada na selva. Iniciaram uma caminhada de quase 20 km, iniciando a jornada logo pelo amanhecer.
No meio da manhã, o grupo se deparou com um trecho abandonado de estrada de ferro. Cada um deles, na sua vez, tentava andar pelos trilhos que eram muito estreitos.
Mas após alguns passos inseguros eles perdiam o equilíbrio e caíam. Depois de observar um após outro caírem, dois deles propuseram aos demais uma aposta surpreendente.
Disseram que poderiam andar o trecho inteiro sem cair sequer uma vez. Os outros meninos riram e disseram: - Impossível, vocês não vão conseguir!...
Desafiados a cumprir a promessa, os dois meninos subiram nos trilhos, cada um ficou em um dos trilhos paralelos, e simplesmente estenderam o braço um em direção ao outro e deram as mãos para equilibrar-se... e assim andaram com toda estabilidade pelo trecho inteiro, sem dificuldades.
Essa pequena história mostra que trabalho em equipe começa dando-se as mãos!
Mostra o quanto a criatividade e o senso de cooperação podem contribuir para solucionar os problemas que enfrentamos seja na empresa ou em nossa vida pessoal.
Ter você ao meu lado foi o maior presente que os Deuses poderiam me dar;
Com você aprendi que o amor é o maior dos sentidos;
Que o carinho é essencial;
Que a vida é uma dádiva de Deus;
Que cada pequeno gesto é um grande gesto;
Que o caminho certo está lá, basta querer vê-lo;
Que é possível sonhar quando já não há mais esperança;
E que na terra existem anjos, sempre dispostos a te ajudar, indicando e dando-lhe a luz para a sua vida.
Eu não sei como agradecer, pra mim você é mais do um anjo.
Obrigada amigo!