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O mundo mudou. Parece que nunca houve tantas doenças, tantos complexos, tantas síndromes. Com tantos meios de comunicação, em plena era da informação, o homem nunca esteve tão solitário e ansioso. Hoje vivemos em um mundo de excessos, mas na verdade estamos vivendo tempos em que mais é menos.

O mundo mudou. Nunca tivemos tanta tecnologia, tanta velocidade, tantas oportunidades de viver em perfeição, de manter a beleza e juventude. Mas talvez nunca tenhamos sido tão infelizes, tão vazios, porque estamos cada vez mais voltados para fora e alimentando pouco a alma e o coração de sentimentos reais e de relações sólidas.

O mundo mudou, e é impossível fugir disso. Mas temos opções. Cabe a nós filtrarmos e tirarmos do excesso de coisas que o mundo nos oferece aquilo que nos faz bem. É preciso ter discernimento e bom senso para isso. Cada vez mais, ter bom senso é o que pode fazer a diferença no mundo de hoje.

O mundo mudou, e nem tudo foi para melhor. Mas temos a vantagem de podermos escolher, entre tantas coisas, aquilo que nos faz bem. É preciso buscar sabedoria. É preciso com urgência aprender a transformar menos em mais, e levar uma vida verdadeira, honesta, sincera, e simples.

O vencedor é sempre parte da solução. O perdedor é sempre parte do problema.
O vencedor sempre tem um plano. O perdedor sempre tem uma desculpa.
O vencedor diz: "deixe-me ajudá-lo". O perdedor diz: "este não é o meu trabalho".
O vencedor vê uma resposta para todo problema. O perdedor vê um problema em toda resposta.
O vencedor vê sempre uma luz no meio da escuridão. O perdedor vê sempre escuridão no meio de toda luz.
O vencedor diz: "é difícil mas é possível'. O perdedor diz: 'pode ser possível mas é muito difícil'.
POR TUDO ISSO, SEJA UM VENCEDOR!

Se eu pudesse escolher uma irmã legítima, não teria qualquer dúvida a quem escolheria, pois se não fosse você, não queria mais ninguém. Feliz aniversário, minha amiga, minha irmã de coração!

Adoro você, mas isso você já sabe. Quero que você seja sempre muito feliz, e isso você também já sabe. Você sabe tudo, pois ninguém melhor que você conhece minha alma, tudo o que eu sou, tudo o que eu desejo ser.

Estamos juntas não desde sempre, mas às vezes parece, e eu sei que será para sempre. Você é a irmã que eu não tive, e apesar de não termos compartilhado a infância, sei que compartilharemos a velhice.

Hoje celebraremos seu dia com tudo o que você merece, e toda a minha atenção, mimo e carinho serão apenas seus. Seja feliz, minha amiga, minha irmã, hoje e para sempre e comigo do seu lado!

O Dia do Bibliotecário é comemorado em 12 de março em homenagem à data do nascimento do bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre. O Decreto 84.631, de 09
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1980, foi assinado pelo então presidente da República João Figueiredo.

Manuel Bastos Tigre nasceu no dia 12 de março de 1882. Em 1906, depois de finalizar seu curso de Engenharia, foi fazer um aperfeiçoamento em eletricidade, nos Estados Unidos. Lá, conheceu o bibliotecário Melvil Dewey, que o deixou interessado pela profissão. Aos 33 anos, Manuel foi trabalhar com biblioteconomia. Ficou em primeiro lugar no concurso para bibliotecário do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Entre 1945 e 1947, trabalhou na Biblioteca Nacional e depois assumiu a direção da Biblioteca Central da Universidade do Brasil.

Sabe aqueles dias que tudo parece estar distante, vazio e incompleto?
Dias em que tudo some de circulação e nada fica focado?
Parece que memórias do ontem nos prendem no hoje e impedem todo o planejamento do amanhã.
Perdemos até o ar.
Os amigos não estão por perto e tampouco nós os buscamos.
Tentamos procurar distração nas coisas que, geralmente, nos deixam "ocupados".
O pior é que muitas vezes não conseguimos.
Deitamos-nos, o sono vem chegando aos poucos,
fazendo-nos esquecer momentos em que não deixamos que o nosso "eu"
respondesse pelas nossas angústias.
Já não sentimos mais nada, mas até inconscientemente,
percebemos que os sonhos já não aparecem constantemente.
Estranho...
O diferente se torna monótono. O desconhecido, desinteressante.
O errado continua errado, mas o certo todos querem questionar e, mesmo assim, nem todos aceitam.