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Vejo em seus olhos a luz que eu buscava em minha escuridão. Quando você fala, meus sentimentos negativos se expelem. Nunca precisei chorar, mas por ti eu faço tudo, tudo pra não te perder. Hoje em dia é difícil encontrar a felicidade, e por isso não quero perdê-la, pois ela está bem na minha frente e sabe-se lá quando eu vou ser feliz novamente.

Uma lição interessante eu tive quando estava saindo para o escritório.
Quando abri a porta da garagem, eu surpreendi uma grande borboleta. Imediatamente ela voou em direção ao que percebera como ponto de fuga, um pequeno círculo – no alto da garagem, onde freneticamente tentava sair através da invisível parede de vidro.
Eu abri a porta da garagem com a esperança de ajudar na fuga. Isto fez com que ela voasse para mais alto e mais alto até ficar presa à uma teia de aranha. Temendo que ela acabasse morrendo presa na teia, apanhei uma vassoura e a ajudei a escapar das finas linhas.
Nisto, ela retornou furiosamente a agitar suas asas, batendo contra o vidro, que era, em sua perspectiva, o caminho de fuga, mas permanecia presa em sua gaiola.
Bastava, simplesmente girar seu enfoque para o lado, e teria facilmente saído de sua prisão. Entretanto, devido a manter sua atenção em uma única direção, permaneceu limitada, cativa.

Um menininho brincava no tanque de areia da praça naquela manhã de sábado. Tinha com ele sua caixa de carrinhos e caminhões, seu balde plástico e uma pá vermelha brilhante. No processo de criar estradas e túneis na areia macia, ele descobriu uma pedra grande no meio do tanque de areia.
O mocinho cavou ao redor da pedra, conseguindo desalojar a sujeira. Com muito esforço, usando as mãos, os pés e em todas as posições possíveis, ele conseguiu empurrar a pedra através do tanque de areia. Era um menino muito pequeno e a pedra, para ele, era enorme. Quando o menino alcançou a borda do tanque de areia, ele descobriu que mais difícil ainda ia ser passar a pedra sobre a pequena parede.
Determinado, o menininho empurrou, empurrou e empurrou, mas a cada vez que ele achava ter feito algum progresso, a pedra virava e rolava de volta para o tanque. O menininho grunhiu, lutou, empurrou, mas sua única recompensa era ter a pedra rolando de volta, esmagando seus dedinhos rechonchudos. Finalmente rompeu em lágrimas de frustração.
Durante todo o tempo, seu pai o observava de sua janela, aguardando o desenvolvimento de todo o drama. No momento em que as lágrimas caíram, uma sombra grande caiu sobre o menino. Era seu pai. Suavemente mas com firmeza, ele disse, – Filho, por quê você não usou toda a força que você tinha disponível?
Derrotado, o menino respondeu, – Mas eu usei, pai! Usei toda a força que eu tinha! – Não, meu filho, corrigiu o pai bondosamente. – Você não usou toda a força que você tinha. Você não me pediu ajuda.
E o pai do menino se abaixou, pegou a pedra e a retirou do tanque de areia.
Soa familiar? Todos temos pedras a mover, e precisamos ir diretamente ao nosso Pai para conseguir que o trabalho seja feito!

Eu sei e você sabe,
Já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo
Levará você de mim.
Eu sei e você sabe,
Que a distância não existe
Que todo grande amor,
Só é bem grande se for triste.
Por isso, meu amor,
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos,
Me encaminham para você.
Te Amo Muito!

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Eu amo você, cara!