A cada dia, cada instante,
Deus nos dá uma graça.
Mas não vemos assim,
pois o que nos chega naturalmente,
recebemos como se nos fosse devido.
A vida nos é devida, o ar nos é devido, a saúde nos é devida, o emprego nos é devido... e quando deixamos de ter, ou temos menos, reclamamos. Mas não nos lamentamos só quando perdemos tudo, uma coisinha nos basta.
Quer dizer, se uma coisa nos falta,
todas as outras que ficaram deixam de ter importância.
Isso é prova de nossa ingratidão ao Deus-Pai.
Deus nos dá presentinhos diários:
uma refeição, um sorriso, um dia a mais de trabalho, alguma coisa que alguém nos disse e que precisávamos ouvir, um sorriso num momento de fraqueza, um encontro inesperado, um dia a mais com as pessoas que amamos, a saúde ou a força para resistir a uma dificuldade... e outras ainda que, de tão natural, nem percebemos.
Você acha mesmo que não recebe nada?
Você anda, fala, canta, ri, respira, tem um teto, um agasalho, pão, amigos, chuva, sol, noite pra descansar, dia pra aproveitar...
Coisas negativas nunca devem anular as positivas.
A luz é mais forte que a escuridão. Entramos em uma sala escura com uma vela acesa e tudo o que está no lugar fica mais visível. Isso é o poder da luz.
Traga então, cada dia, sua velinha acesa nas mãos.
Essa velinha é o maior presente que Deus te dá pra clarear sua vida, sua visão do mundo. Quando algo negativo acontecer, estenda a mão e veja mais claro tudo o que está a sua volta.
E quando algo bom chegar pra você, é sua a luz que vai ficar ainda mais forte e mais brilhante. Guarde, carinhosamente, esse instante! Seja agradecido! Não espere grandes ocasiões ou grandes milagres para dizer "obrigado, Senhor."
Deixando de apreciar as gotas de bênçãos, perdemos muito do poder que elas têm nas nossas vidas; olhando para elas com olhos sempre novos, outras janelas se abrem e percebemos que a vida é um poço de oportunidades.
Em um instante tão violento quanto fugaz você abalou todo o meu mundo, toda a nossa vida. Foi igual a um terrível pesadelo o descobrir que você, meu marido, me traiu. Toda a confiança foi quebrada, todo o sentimento bom manchado.
Mas e assim que a névoa de raiva e mágoa se levantou dos meus olhos, eu pude ver seu arrependimento e o quanto eu ainda o você. Você me pede perdão, e eu não tenho como não perdoar. Afinal, todos erramos, faz parte da natureza humana, e quem nunca errou que jogue a primeira pedra.
Todos merecem uma segunda oportunidade, e esta é a sua, a segunda e a última! Talvez não venha a ser fácil consertar nosso casamento, esquecer totalmente, mas vamos tentar juntos, pois eu sei que ainda vale a pena, que nossa história não terminou e ainda tem muita coisa linda para nós vivermos, muito amor para compartilharmos.
A vida é um ciclo, e isto já não é uma novidade. Já passamos por tantos finais de ano juntos e quase sempre desejamos as mesmas coisas, de uma forma quase que automática. Muita paz, saúde e prosperidade, certamente são os desejos mais pronunciados nesta época do ano, mas desta vez quero algo com muito mais significado.
Este ano meus desejos serão mais específicos, cheios de amor e dos melhores sentimentos que existem! Quero que o nosso amor nos coloque sempre no caminho da positividade, onde não existe espaço para a tristeza, apenas para a nossa felicidade.
Desejo que o novo ano seja recebido com muita alegria e que o otimismo seja responsável por uma grande quantidade de novas conquistas. Que o sucesso seja o destino final desta trilha e que cada obstáculo solidifique ainda mais tudo de bom que for construído.
Feliz Ano Novo, meu amor!
Que este seja o melhor ano da sua vida!
Costuma dizer-se que quando uma criança nasce, com ela nasce uma mãe. É uma ideia bonita, mas nem sempre ela encontra correspondência na vida real. Às vezes a criança nasce, e só mais tarde na vida desse rebento de luz é que vai nascer a mãe que o vai amar.
Assim é com uma mãe adotiva, que nasce quando o seu olhar se cruza com o do filho que não gerou no ventre, mas que naquele momento, e daí em diante, se planta com firmeza no seu coração. Assim é, e assim foi comigo.
Ser mãe adotiva é amar tão completamente, e mais do que a própria, a vida daquele que chegou pelas mãos da divina providência, não da biologia. É olhar o corpinho do ser onde não corre o mesmo sangue e enxergar a alma do próprio filho. É ver nele a extensão daquilo que ela é.
Ser mãe adotiva é amar, sacrificar, sofrer em silêncio, chorar de alegria... Com um coração, lágrimas ou sorrisos semelhantes aos de qualquer outra mãe, pois ser mãe adotiva é ser Mãe, ponto!
Uma saudade que dói, uma
dor que carrega a nostalgia
de dias de chuva, de sol, de
mar aberto, de terra nunca
firme. Uma saudade que
mata mais do que fere!
Um amor que a tudo resiste
e que a nada negro assiste e
um abraço. Onde?
E um beijo? Onde?
Uma saudade do tamanho do
amor que sinto por você, uma
saudade maior que a distância
que nos separa, e machuca
tanto que torna cegos os olhos
mais visionários, e é amor!