Conta-se que uma serpente começou a perseguir um vaga-lume.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada.
No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse à cobra:
Posso lhe fazer três perguntas?
- Pertenço à tua cadeia alimentar?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que você quer acabar comigo?
E a serpente responde:
- Porque não suporto ver você brilhar...
Pense nisso!
Infelizmente, a qualquer momento, uma cobra pode cruzar nosso caminho...
Esteja sempre alerta, pois o que não faltam são as serpentes querendo nos atrapalhar!
Mas, não tenha medo!
Não fuja!
Brilhe sempre, com muita intensidade!
Bom dia!
Um rei estava percorrendo seu reino com um grande cortejo. De todos os lados, os súditos acorriam para contemplá-lo e saudá-lo, até que o rei reparou que um homem prosseguia em suas tarefas, numa completa indiferença.
O rei parou e disse-lhe: – Todos olham para mim, menos você. Por que tamanha indiferença?
O homem respondeu: – Conheci outrora um rei que morava nesta cidade. Morreu ao mesmo tempo que um mendigo e foram enterrados no mesmo dia em túmulos diferentes, porém próximos.
Na vida, nós o reconhecíamos pelos seus corpos. na morte, por seus túmulos. Um dia porém, veio uma tempestade e devastou o cemitério e os túmulos, misturou os ossos, e ninguém mais consegui destingir o rei do mendigo...
Se existisse justiça nesse mundo, de segunda até sexta levaria menos tempo que de sexta até segunda.
Beijar...
Esse verbo que tantas e tantas bocas expressam, sentem...
Que nos faz delirar!
Delírios esses, que estremece nossa anatomia, pensamentos, suspiros...
Suspiros esses, que nos desliga do mundo real, fazendo-nos flutuar, levando-nos aos céus da felicidade!
Beijar...
Verbo magnífico, que renova cada célula de nossa anatomia, fazendo-nos renascer.
Beijar...
Verbo que expressa desejos contidos de dois seres em busca do prazer.
Prazer esse, que ao toque de duas bocas, tornam-se único na busca do tão desejado Céus.
Fazendo o plural em um magnífico singular, desejo único, completo!
Beijar...
Verbo que nos leva ao ÊXTASE!
Todos os anos, há um momento em que olhamos nossos armários com um olhar crítico. Olhamos aquelas roupas que não usamos há tanto tempo. Aquelas que tiramos do cabide de vez em quando, vestimos, olhamos no espelho, confirmamos mais uma vez que não gostamos e guardamos de volta no armário. Aquele sapato que machuca os pés, mas insistimos em mantê-lo guardado. Há ainda aquele terno caro, mas que o paletó não cai bem, ou o vestido "espetacular" ganho de presente de alguém que amamos, mas que não combina conosco e nunca usamos. Às vezes tiramos alguma coisa e damos para alguém, mas a maior parte fica lá, guardada sabe-se lá porquê. Um dia alguém me disse: tudo o que não lhe serve mais e você mantém guardado, só lhe traz energias negativas. Livre-se de tudo o que não usa e verá como lhe fará bem. Acontece que nosso guarda-roupa não é o único lugar da vida onde guardamos coisas que não nos servem mais. Você tem um guarda-roupa desses no interior da mente. De uma olhada séria no que anda guardando lá. Experimente esvaziar e fazer uma limpeza naquilo que não lhe serve mais. Jogue fora ideias, crenças, maneiras de viver ou experiências que não lhe acrescentam nada e lhe roubam energia. Faça uma limpeza nas amizades, aqueles amigos cujos interesses não têm mais nada a ver com os seus. Aproveite e tire de seu "armário" aquelas pessoas negativas, tóxicas, sem entusiasmo, que tentam lhe arrastar para o fundo dos seus próprios poços de tristezas, ressentimentos, mágoas e sofrimento. A insegurança dessas pessoas faz com que busquem outras para lhes fazer companhia, e lá vai você junto com elas. Junte-se a pessoas entusiasmadas que o apoiem em seus sonhos e projetos pessoais e profissionais. Não espere um momento certo, ou mesmo o final do ano, para fazer essa "faxina interior". Comece agora e experimente aquele sentimento gostoso de liberdade. Liberdade de não ter de guardar o que não lhe serve. Liberdade de experimentar o desapego. Liberdade de saber que mudou, mudou para melhor, E que só usa as coisas que verdadeiramente lhe servem e fazem bem.