Lágrimas rolam do meu olhar. Saudade dos dias em que você sorria pra mim. Saudade dos momentos bons que fortaleciam toda fé. Em todas as canções de amor, parece que eu ouço o seu nome tocando ao fundo.
Eu choro, por lembrar que hoje você não virá até aqui para sorrir pra mim. Como dói dentro do peito lembrar que tudo passou e você não quer mais voltar. Parece um punhal entrando no coração.
Eu choro. Você não tem ideia de como são amargas essas lágrimas, de como são tristes as minhas noites. Eu me sinto tão só.
Eu choro, pois te amo, e o maior erro da minha vida foi não ter reconhecido antes o grande amor que tinha dentro de mim.
O advérbio "melhor" nos acompanha quase que diariamente nos nossos pensamentos. Sempre procuramos o melhor para as nossas vidas, seja um emprego, uma casa ou um caminho para o trabalho. Essa busca eterna por algo mais, pode nos impedir de enxergar quantas alegrias vivemos nesse meio tempo.
É obvio que não devemos passar a vida inteira se contentando com pouco, mas certamente nos deparamos todos os dias com pequenos gestos que nos causam muita alegria. Se acharmos que o "mais" e o "melhor" são determinantes para a nossa felicidade, perderemos inúmeras maravilhas que passam o tempo todo do nosso lado.
Seja o modo engraçado do seu filho acordar pela manhã, ou como sua mulher ri do seu jeito desastrado, tudo isso também deve ser incluído como felicidade. As peculiaridades diárias são as pequenas alegrias que não podemos dispensá-las, mesmo que busque algo "melhor", não deixe de valorizar os pequenos risos que também fazem parte da sua felicidade.
Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor
seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentando
Pela graça indizível
dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura
dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer
que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas
nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma
Mulheres fracas, fortes. Não importa. Mulheres mostram que mesmo através da fragilidade são fortes o bastante para erguerem sempre a cabeça sem desistir, pois sabemos que somos capazes de vencer.
Temos a delicadeza das flores, a força de ser mãe, o carinho de ser esposa, a reciprocidade de ser amiga, a paixão de ser amante e o amor por ser mulher!
Somos fêmeas guerreiras, vencedoras. Somos sempre o tema de um poema. Distribuímos paixão, meiguice, força, carinho, amor.
Somos um pouco de tudo. Calmas, agitadas, lentas! Vaidosas, charmosas, turbulentas.
Mulheres fortes e lutadoras. Mulheres conquistadoras que amam e querem ser amadas. Elegantes e repletas de inteligência.
Com paciência o mundo soube conquistar. Mulheres duras, fracas. Mulheres de todas as raças. Mulheres guerreiras. Mulheres sem fronteiras. Mulheres... Mulheres...
A solidão buscada desperta em alguns a criatividade, o autoconhecimento, a paz sonhada; por outro lado é nos momentos de profunda solidão involuntária que experimentamos o vazio constante, a angústia marcante; a dependência afetiva e o afloramento do baixo instinto latente. Somos seres gregários, embora estejamos sempre sozinhos.