Durante uma vida inteira são muitas as pessoas com quem nos cruzamos. Grande parte delas não voltamos a encontrar e caiem rapidamente no esquecimento. Existe, no entanto, um grupo especial com quem estamos ligados eternamente: a família.
Não precisamos de procurar essas pessoas para que entrem na nossa vida. Logo que nascemos, elas já fazem parte do nosso dia a dia. Há uma ligação especial, um amor incondicional único que apenas provém dos laços familiares. O nosso dever é estima-los porque não há outros que os possam substituir.
Já abraçou seus pais hoje e lhes mostrou como eles são importantes? Já beijou ternamente seus filhos e lhes disse que os amava muito? E a seu cônjuge? Não são precisas grandes coisas para valorizarmos nossos familiares, mas é essencial que isso aconteça. Nunca se esqueça que a família é um forte abrigo. Quando estivermos perdidos é lá que podemos sempre recorrer, sem que nos cobrem algo em troca.
Para que palavras se o que basta é um olhar?
Amo você para sempre, apenas abra as portas do seu coração e me ame também.
Salve-me, salve-me, porque preciso de você.
Esqueça o que passamos, nunca leve em conta o seu passado.
Viva, seja livre e voe comigo.
Te levarei para conhecer o céu.
Vamos: deixe o seu corpo sentir como é bom o vento batendo em seu rosto. Liberte o seu espírito as emoções que te farei sentir.
Nem o homem mais sábio saberá desvendar os nossos segredos.
A vida não nos deixou prestar atenção no que fizemos um ao outro e sem querer nos deixamos levar.
Salve-me, vamos sonhar apenas nós dois, desvendando as estrelas, dando nome para cada uma delas.
Se ao menos pensamentos tivessem asas, poderíamos deixar nossos medos e todas as nossas inseguranças irem para bem longe, voar com os pássaros.
Salve-me, porque você sabe que eu preciso de você.
Perdida em pensamentos e vagueando pelo meu quarto, fico refletindo em como seria bom se você estivesse aqui do meu lado. São tantas as saudades dos seus beijos e abraços que a cada dia que passa preciso mais do seu amor.
Hoje vou querer adormecer entre os lençóis do meu quarto, sabendo que é com você que vou sonhar todo o tempo. Fique também pensando em mim, meu bem, e tenha uma ótima noite!
Suponha que alguém lhe deu uma caneta. Você não pode ver quanta tinta tem. Pode secar logo depois das primeiras palavras ou durar o suficiente para você criar uma esplêndida obra (ou diversas). ou que durasse para sempre. Você não sabe até que você comece.
São as regras do jogo, você realmente nunca sabe. Você tem que examinar cada possibilidade! A regra do jogo não obriga você a fazer qualquer coisa. Você pode, ao invés de usar a caneta, deixá-la em uma prateleira ou em uma gaveta onde secasse sem ser utilizada. Mas se você decidisse usar, o que você faria? Como você jogaria esse jogo?
Você iria planejar e planejar antes de escrever cada palavra? Seus planos seriam tão extensos que você nunca começaria? Ou você colocaria a caneta na mão e simplesmente escreveria, esforçando-se para prosseguir com um monte de palavras? Você escreveria cautelosamente e com cuidado, como se a caneta secasse no momento seguinte, ou você fingiria ou acreditaria (ou fingiria acreditar) que a caneta escreverá para sempre?
E sobre o que você escreveria: sobre amor? Ódio? Divertimento? Miséria? Vida? Morte? Nada? Tudo? Você escreveria sobre si mesmo? Ou sobre os outros? Ou sobre si mesmo sob a ótica dos outros? Suas letras seriam trêmulas e tímidas ou brilhante e realçada? Enfeitadas ou simples?
Você escreveria mesmo? Uma vez que você tem a caneta, nenhuma regra diz que você tem que escrever. Você rascunharia? Borrões ou desenhos? Você permaneceria nas linhas, ou não veria nenhuma linha, mesmo se estivessem lá?
Há muito o que pensar sobre isso, não é? Agora, suponha que alguém lhe deu uma vida...
Eram uma vez, uma ilha onde todos os sentimentos moravam.
A alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor, a riqueza, o tempo e outros.
Um dia avisaram aos moradores desta ilha que ela seria inundada apavorado o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem, ele disse:
-Fujam a ilha será inundada!
Todos correram e pagaram seus barcos para irem até um morro bem alto.
Só o amor não se apresou. Ele queria ficar uma pouco mais com sua ilha.
Quando estava quase se afogando correu para pedir ajuda.
Vinha vindo a riqueza e ele disse:
-Riqueza leve-me com você?
-Não posso! Meu barco esta cheio de prata e ouro e você não vai caber dentro do barco e é perigoso você querer roubar minha prata e meu ouro.
Passou então a vaidade e ele pediu:
-Vaidade leve-me com você?
-Não posso! você vai sujar meu barco novo.
Daí passou a tristeza e disse para a mesma pergunta:
-Há! Amor estou tão triste que prefiro ir sozinho.
Passou a alegria, mas estava tão alegre que não ouviu o amor. Já desesperado o amor começo a chorar. Daí então passou uma barco com um velhinho, e ele falou:
-Sob amor, eu te levo
O amor fico tão feliz que até esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando ao morro alto ele perguntou sabedoria:
-Sabedoria; quem é o velhinho que me trouxe até aqui?
-O tempo.
-O tempo? Mas Por que só o tempo me trouxe aqui?
-Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender uma grande amor!