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Já foi dito que o Amor é a recompensa do próprio Amor.
Amar é diferente de apaixonar-se. Quando nos apaixonamos, ficamos obcecados, perturbados. Queimamos por dentro, acreditando falsamente que o fato de possuirmos a pessoa pela qual nos apaixonamos nos trará a completa felicidade, resolverá todos os nossos problemas e nos colocará num mundo de infindável satisfação.
No entanto, mesmo se gozarmos de alguns momentos em que tudo isso está presente, eles passam rapidamente, pois é próprio do fogo devastar completamente o terreno que ele ataca.
Amar, ao contrário, nos amplia, nos engrandece. O Amor é também um fogo, mas um tipo de fogo suave, acalentador, produtivo. É um fogo que constrói, que comunica, que dissolve as paredes do nosso egocentrismo crônico, incorporando muitas qualidades ao campo do nosso sentimento.
A grande recompensa por Amar é justamente poder sentir Amor.
O Amor não é como, por exemplo, uma mesa, um objeto que tem sempre a mesma forma. O Amor é mais parecido, digamos, com uma planta, que é um jato de vida.
Primeiramente o Amor é uma semente, depois, aventura-se como broto que se desenvolve pouco a pouco e que, de forma prudente, mas corajosa, busca caminhos e contornos. Nisso, ele produz flores e frutos, abriga pessoas, concede a sombra, alimenta, encanta e embeleza.
O Amor tem possibilidades infinitas. Florescer é a lei que o comanda. Se ele se estagna, endurece, esclerosa e morre, é porque virou hábito, rotina adormecida.
Amar é, portanto, surpreendente, porque o Amor está sempre se reinventando.
O Amor tem possibilidades infinitas e pode estar sempre se reinventando.

Uma boa noite repleta de carinho...
Uma boa noite recheada com muita fé...
Uma boa noite imensa com afeto...
Uma boa noite esplendorosa de luz...
Uma boa noite forte com energia...
Uma boa noite encharcada de coragem...
Uma boa noite embrulhada de esperança...
E uma boa noite cheia de amor.

Agora...a chuva cai,
olho o balanço das folhas das árvores.
O canto de alguns pássaros,
que buscam proteger -se...
Fico quieta!
Olho o chão!
A terra está molhada!
Relva verdinha, com respingo de chuvas,
viva, cheia de encantos!
O céu acinzentado.. melancólico...
Fico quieta!
Admiro a Mãe natureza...
Fico quieta!
Te sinto no palpitar forte do meu coração...
onde minhas saudades te buscam nos meus longos e extensos suspiros.
Fico quieta!
Olho a chuva que teima em cair...
como as lágrimas do meu querer ausente...
Fico quieta!

Um sujeito estava caído num barranco e se agarrou as raízes de uma árvore. Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, babava e mostrava os dentes. Embaixo, prontas para engoli-lo, quando caísse, estava nada mais nada menos que 6 onças.

As onças embaixo. O urso em cima. Meio perdido, ele olhou para o lado e viu um morango vermelho, lindo, enorme. Num esforço supremo apoiou seu corpo sustentado apenas pela mão direita e com a esquerda pegou o morango. Levou o morango à boca e se deliciou com o sabor doce e suculento da fruta. Foi um prazer supremo comer aquele morango.

Aí você pensa: e o urso? Dane-se o urso e coma o morango. E as onças? Azar das onças. Coma o morango. Sempre existirão ursos querendo devorar nossas cabeças e onças prontas para arrancar nossos pés. Mas nós sempre precisamos saber comer morangos. Você pode dizer: "...mas eu tenho muitos problemas para resolver...", mas os problemas não impedem ninguém de ser feliz. Coma o morango, poderá não haver outra oportunidade.

Não deixe para depois. O melhor momento para ser feliz é agora! Coma o morango!

Nunca desista de recomeçar, pois sempre que algo chega ao fim, uma nova estrada se abre à nossa frente. Viva na esperança de dias melhores e persista até algo de bom acontecer.

Às vezes perdemos a motivação de buscar o que nos faz mais felizes, ou simplesmente temos medo de falhar novamente. Mas um recomeço traz sempre algo positivo e nós nunca devemos parar de tentar.