Eu achava que sabia o que era a paixão e o amor. Eu aprendi nos filmes, nas músicas e na televisão que sofrer por amor era algo natural, que a paixão trazia inquietação.
Só depois de conhecer você é que percebi que não sabia amar, que aquilo que eu achava ser amor, não era real. Com você percebi que o amor é bom, é calmo, traz paz e estabilidade. Entendi que o amor é felicidade.
Você é o meu amor, o meu abraço caloroso, o meu colo amigo, o meu companheiro fiel. Você é o meu ursinho carinhoso, o meu protetor, a minha paz e felicidade, o meu mar calmo e morno de uma tarde de verão.
Você é o amor que eu quero para a vida toda. Obrigada por ter trazido essa tranquilidade para a minha vida, obrigada pelo amor que você me dá, obrigada por aceitar o meu amor como ele é. Eu te adoro, meu doce amor!
Na sua sabedoria, o Senhor colocou pessoas em posições de autoridade sobre você. Quando você é um estudante, o Senhor diz que você deve obedecer aos seus pais, aos seus professores, aos seus treinadores e aos seus líderes na sua igreja. E, mesmo quando for adulto, você ainda estará debaixo da autoridade do governo e será chamado a submeter-se à liderança dos anciãos da igreja. Deus faz a vontade dele ser realizada na sua vida através da autoridade que ele instituiu. Ao obedecer aos seus pais ou a outros líderes, você está obedecendo a Deus. Deus diz que Ele se agrada quando você obedece aos seus pais. Assim, mesmo quando você discordar deles, lembre-se que obediência a eles é um presente que você está dando para Deus.
O desejo sincero de ser útil, de contribuir, nos dá confiança nas situações difíceis telefonemas de vendas, entrevistas de emprego, discursos em público, confrontos, pedidos de ajuda, solução de diferenças.
Quando você é realmente sincero no seu desejo de ajudar, isso será percebido. Você terá uma confiança natural e uma eficiência que só aparecem quando o que você está fazendo tem valor.
Considere com cuidado o que você tem a oferecer e o que você pode fazer pelo outro. Como seu relacionamento irá beneficiá-lo?
Agora pense em como você se sentiria se alguém ligasse para você e mostrasse real interesse em ajudar. Não seria maravilhoso?
O desejo sincero de ajudar é mais do que uma intenção. Inclui a determinação de estar adequadamente preparado e fazer aquilo que lhe colocará na posição de poder ajudar.
O orgulho no amor é como uma competição, em que ambos saem perdendo...
Conta-se que, em algum lugar da China, havia um sábio ancião que decidia questões conjugais. Era ele quem abençoava os casais que queriam se unir e orientava os que estavam se desentendendo, dizendo-lhes se deveriam ou não se separar.
Certa vez, o ancião foi procurado por dois jovens a quem havia abençoado havia alguns anos e que agora falavam em separação.
O sábio, percebendo que os dois se amavam, não viu motivo para que desfizessem a união, mas não conseguia convencê-los disso. Então, presenteou-os com uma planta e disse:
Esta é uma planta muito sensível. Vocês devem deixá-la na sala e, quando ela morrer, poderão se separar.
Assim foi feito: o casal colocou a planta no centro da sala e ficou aguardando ansiosamente a sua morte.
Certa madrugada, ambos se flagraram com regadores em punho, cuidando da planta. Naquele dia, amaram-se como nunca.
A planta sensível era, na verdade, a relação dos dois. O amor era forte o suficiente a ponto de acordá-los em plena madrugada. Mas então o que estaria ameaçando aquela união? O orgulho.
O orgulho nos impede de pedir perdão. O orgulho não nos deixa perdoar. O orgulho não nos deixa dizer que ainda amamos
Existiu um lenhador viúvo que acordava ás 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.
Ele tinha um filho lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e
deixava a raposa cuidando de seu filho.
Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a
raposa era um bicho, um animal selvagem,
e portanto, não era confiável.
Quando ela sentisse fome comeria a criança.
O lenhador sempre retrucando com os vizinhos e falava que isso era uma
grande bobagem.
A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam:
- "Lenhador abra os olhos! A raposa vai
comer seu filho."
- "Quando sentir fome, comerá seu filho!"
Um dia o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada...
O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa...
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta...
O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar... e principalmente não tome decisões precipitadas...