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No dia 30 de janeiro se comemora o Dia da Saudade. A palavra vem do latim solitate, que na tradução literal quer dizer solidão. Mas em nossa língua ela adquiriu um significado bem mais romântico, como nos mostra o Dicionário Aurélio:
Saudade – Substantivo feminino. Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las. nostalgia.
Este sentimento sempre foi tema de músicas, poemas, filmes e não há quem já não o tenha sentido.
Temos saudades de pessoas, de momentos, de situações, de lugares. Sentimos falta de tudo o que nos faz bem. E, como dizem que relembrar é viver, a saudade nos transporta para um tempo em que fomos mais felizes, trazendo, muitas vezes, lembranças doloridas.
E para desejar a todos um Dia da Saudade cheio de boas lembranças, nos apropriamos de um poema do grande Mario Quintana:
Saudade na solidão na penumbra do amanhecer.
Via você na noite, nas estrelas, nos planetas, nos mares, no brilho do sol e no anoitecer.
Via você no ontem, no hoje, no amanhã...
Mas não via você no momento.
Que saudade...

Ele é alto e ela é baixinha. Ele tem aquele jeito durão e ela é toda meiguinha. Ele adora sair e ela prefere ficar em casa. Ele adora barulho e ela adora o silêncio. Mas mesmo com todas as diferenças, eles tem algo em comum: são completamente apaixonados um pelo outro!

Um dia uma pequena abertura apareceu em um casulo. Um homem sentou-se e observou a borboleta por várias horas e pensou: como ela se esforça para fazer com que seu corpo minúsculo passe através daquele pequeno buraco! De repente, o homem percebeu que a borboleta parou de fazer qualquer movimento. Não havia progresso na sua luta. Parecia que já tinha lutado demais e não conseguia vencer o obstáculo. Então, o homem resolveu ajudá-la. Pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta saiu facilmente, mas ele percebeu que seu corpo estava murcho e suas asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque esperava que a qualquer momento as asas se abrissem e, firmando-se, pudessem suportar o peso do corpo. Mas nada aconteceu! Ao contrário, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com o corpo murcho e as asas encolhidas. Nunca foi capaz de voar porque o homem, na sua gentileza e vontade de ajudá-la, não compreendeu que era o aperto do casulo que fazia com que a borboleta se esforçasse e assim se fortalecesse para passar por meio da pequenina abertura. Essa é a forma que Deus utiliza para fazer com que o fluido do corpo da borboleta chegue as suas asas, deixando-as fortes e resistentes o bastante para que possa livrar-se do casulo e voar. Algumas vezes, o empenho é justamente o que precisamos em nossa vida! Se Deus nos permitisse passar pela vida sem qualquer obstáculo, nos deixaria inacabados. Não iríamos ser tão fortes como somos para suportar os momentos difíceis. Nunca poderíamos voar!

Por mais dias que passem, as pessoas valiosas permanecem no coração. Já faz algum tempo que você partiu, mas eu não poderia esquecer a pessoa que me ensinou tantas coisas sobre a vida.

Foi uma bênção ter uma avô querida que sempre cuidou de mim em todos os momentos com muito amor e dedicação. Sinto muitas saudades de você!

Creio no Teu sorriso, janela aberta do Teu ser
Creio em Teu olhar, espelho da Tua honestidade
Creio em Tuas lágrimas, sinal de que partilhas alegrias e tristezas
Creio em Tua mão, sempre estendida para dar e receber
Creio em Teu abraço, acolhida sincera de Teu coração
Creio em Tua palavra, expressão daquilo que queres e esperas
Creio em Ti, amigo, assim, simplesmente, na eloquência do silêncio.
O meu carinho especial a cada amigo(a) que comigo divide esse cantinho.