Adorei conhecer-te. Tu não podes acreditar o quanto eu fiquei feliz no dia em que os nossos amigos nos apresentaram. O fato de tu estares a namorar, em nenhum momento me preocupou.
Notei o teu entusiasmo no primeiro olá. Quando começamos a conversar, e a conversa se encaminhou para outro caminho, entendi que ao primeiro olhar houve aquela empatia e naquele momento já estávamos atraídos um pelo outro. Era visível o nosso envolvimento.
Gostei de ti logo que te vi e percebi que o meu interesse era correspondido. Quando tivemos oportunidade de ficar a sós, surgiu então a chance do beijo e aquele momento foi maravilhoso. O beijo consentido provocou uma reação instantânea, que deu início imediatamente a um romance.
Sei que não será uma paixão passageira, só pelo calor daquele primeiro encontro. Senti uma emoção forte, aquela que sentem as pessoas, ao perceber que vão se apaixonar. Não lido bem com palavras faladas, por isso resolvi apelar para esta carta e confessar a minha emoção.
Para mim foi amor que nasceu naquela festa de confraternização. E parece que vai durar mais do que o esperado. É muito bom estar a amar. Sinto esta sensação e adoro!
Um grande beijo.
São muitas as coisas que se intrometem entre nós, nesta longa distância que parece não ter fim. Estas saudades tornam tudo mais difícil e deixam um vazio impossível de preencher. Ainda assim, saber que você existe e que continua presente em minha vida, me dá as forças necessárias para travar as minhas batalhas. Saiba que deste lado, meu pensamento está sempre com você. Tenha um ótimo dia, meu amor!
Ainda vivemos numa cultura onde a importância do pai na vida de um filho, seja qual for o gênero, é menosprezada e diminuída, como se fosse menos essencial ou de menor valia. Esquecemos que já passou o tempo em que a mulher era obrigada a cuidar da família e do lar e para o homem era atribuído o sustento da família e tudo associado ao que estaria fora de casa, participando muito pouco da vida social dos filhos e consequentemente de todos os parentes.
Apesar da mulher ser biologicamente responsável por prover o primeiro alimento do filho, isto não deveria excluir a presença do pai nos momentos decisivos do filho. As leis trabalhistas não ajudam também pelo fato da sociedade ainda não estar convencida que o pai realmente precisa interagir mais na educação dos filhos.
O próprio pai muitas vezes, se dispensa dessa prioridade, achando mesmo que a mãe tem um entendimento já inerente e seu envolvimento só atrapalhará o processo, acreditando que nem é tão importante assim. Embora a mãe esteja associada à questão biológica do processo o pai não deveria nunca se excluir, muito menos pensar que tem menos valor na vida do filho.
Os pais precisam perceber que a educação deve ser vista como um crescimento conjunto da mesma forma que a criança foi concebida. Os filhos têm que receber carinho e afeto dos dois lados e também construir sua personalidade através da percepção de vida tanto do pai quanto da mãe, e esse desenvolvimento não deve acontecer com apenas uma influência e um espectador. Salvo casos excepcionais, se o pai permanecer como uma pessoa dispensável na vida do filho, o tempo só irá fortalecer essa ideia e é muito difícil reverter tudo isso.
Eu mudei sem que ninguém me pedisse. Mudei o que era e tive de deixar pessoas para trás, transformei minha personalidade e quis simplesmente ser alguém melhor. Não foi uma necessidade, mas ainda assim senti que podia dar mais de mim.
Temos de ter orgulho nas nossas mudanças. É preciso coragem para as fazermos e só se atreve a tentar quem tem ousadia e ambição de superar os seus próprios limites. Eu mudei e já não reconheço o que fui. Parti em uma viagem interior e ela me trouxe até aqui.
Dizem por aí, mas não tenho certeza, que meu sorriso fica mais feliz quando te vejo, dizem também que meus olhos brilham, dizem também que é amor, mas isso sim é certeza.