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Uma saudade que dói, uma
dor que carrega a nostalgia
de dias de chuva, de sol, de
mar aberto, de terra nunca
firme. Uma saudade que
mata mais do que fere!

Um amor que a tudo resiste
e que a nada negro assiste e
um abraço. Onde?
E um beijo? Onde?

Uma saudade do tamanho do
amor que sinto por você, uma
saudade maior que a distância
que nos separa, e machuca
tanto que torna cegos os olhos
mais visionários, e é amor!

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem do bate papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha. Seu nome era "trabalho" e seu sobrenome "sempre".

Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu para valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.

Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando. A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca repleta de comida.

Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas! Mas o que lhe aconteceu ? Como você conseguiu dinheiro para ir a Paris e comprar esta Ferrari ?
E a cigarra respondeu:
- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá?
- Desejo sim. Se você encontrar o La Fontaine (autor da fábula original) por lá, manda ele ir se catar!

Moral da História:
"Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão."

Toda noite em meus sonhos
Eu te vejo, eu te sinto
E assim eu sei que você
Continua por perto
Atravessando a distância
E espaços entre nós
Você veio para mostrar que
continua por perto

Perto, longe, onde quer que você esteja
Eu acredito que o coração vá em frente
Mais uma vez você abre a porta
E você está no meu coração
E meu coração vai indo mais e mais

O amor pode nos tocar uma vez
E durar uma vida inteira
E não ir embora até que sejamos um só

Amor foi quando eu te amei
Um momento verdadeiro
que eu guardo
Na minha vida a gente vai sempre
continuar junto

Há um certo amor que nunca irá embora

Você está aqui, e não há nada que eu tema
E eu sei que meu coração vai em frente
Vamos continuar sempre assim
Você está guardado no meu coração
E meu coração vai indo mais e mais...

O ganhador está sempre fazendo.
O perdedor está sempre falando.
O ganhador sempre tem um programa de ação.
O perdedor sempre tem uma desculpa para não fazer.
O ganhador diz:
"dá-me a oportunidade de fazer".
O perdedor diz:
"este não é o meu trabalho"
O ganhador tem sempre uma solução para cada problema.
O perdedor tem sempre um problema para cada solução.
O ganhador faz fáceis as coisas difíceis.
O perdedor faz difíceis as coisas fáceis.
O ganhador diz:
"isto é difícil mas posso consegui-lo."
O perdedor diz:
"isto pode ser impossível, é muito difícil que o consiga."
O ganhador se engrandece perante as dificuldades.
O perdedor se apequena diante dos obstáculos.

Aja como um ganhador, fazendo de pequenos momentos, grandes oportunidades!

Sobe a água,
em vapor tão leve,
que a gente não vê.
Reúne-se em gotinhas,
formando nuvens
que ornam o espaço.

Depois desce e cai,
como chuva ou neve,
e de novo sobe leve
ao alto, ao céu,
pelo mistério
desse vaivém.