Lembra de mim, Dos beijos que escrevi nos muros a giz, Os mais bonitos, continuam por lá, Documentando que alguém foi feliz.
Lembra de mim, Nós dois na rua provocando os casais, Amando mais do que o amor é capaz, Perto daqui, há tempos atrás.
Lembra de mim, A gente sempre se casava ao luar, Depois jogava nossos corpos no mar, Tão naufragados e exaustos de amar.
Lembra de mim, Se existe um pouco de prazer em sofrer, Querer te ver talvez eu fosse capaz, Perto daqui, ou tarde demais. Lembra de mim...
Lembra de mim, A gente sempre se casava ao luar, Depois jogava nossos corpos no mar, Tão naufragados e exaustos de amar.
Lembra de mim, Se existe um pouco de prazer em sofrer, Querer te ver talvez eu fosse capaz, Perto daqui, ou tarde demais. Lembra de mim...
Dois homens viajavam juntos através de uma densa floresta, quando, de repente, sem que nenhum deles esperasse, um enorme urso surgiu do meio da vegetação, à frente deles.
Um dos viajantes, de olho em sua própria segurança, não pensou duas vezes, correu e subiu numa árvore.
Ao outro, incapaz de enfrentar aquela enorme fera sozinho, restou deitar-se no chão e permanecer imóvel, fingindo-se de morto. Ele já escutara que um Urso, e outros animais, não tocam em corpos de mortos.
Isso pareceu ser verdadeiro, pois o Urso se aproximou dele, cheirou sua cabeça de cima para baixo, e então, aparentemente satisfeito e convencido que ele estava de fato morto, foi embora tranquilamente.
O homem que estava em cima árvore então desceu. Curioso com a cena que viu lá de cima, ele perguntou:
"Me pareceu que o Urso estava sussurrando alguma coisa em seu ouvido. Ele lhe disse algo?"
"Ele disse sim!" respondeu o outro, "Disse que não é nada sábio e sensato de minha parte, andar na companhia de um amigo, que no primeiro momento de aflição me deixa na mão!".
Moral da História:
A crise é o melhor momento para nos revelar quem são os verdadeiros amigos.
Assim com as flores, numa contagiante alegria, abrem as suas pétalas para receber a primavera, Eu também abro o meu coração, para te receber. Mas não só nesta estação do ano, mas em todas as estações da minha vida.
É na areia que está o meu carnaval, é no mar que estão as serpentinas, brancas ondas a quebrar na praia. Aqui encontro a magia da poesia, vestindo fantasia que a luz do sol irradia.
No meu carnaval não tem máscaras! Tem rostos, tem corpos bronzeados desfilando naturais alegorias na praia, que vem do mar, que vem da areia desfilando como netunos e sereias.
É a palavra que brinca na praia, no balanço das ondas faz o samba enredo, o carro abre alas é um navio pirata assaltando um coração enfeitado por poesia que na areia virou confete.
Quem nós somos e seremos ou deixaremos de ser
Quando nós éramos crianças, queríamos ser adolescentes
Quando éramos adolescentes, queríamos ser adulto
Quando somos adultos, queremos ser o que deixávamos de ser
Por medo de perder não conseguíamos vencer
Depois de alguns anos, temos pouca ou muita idade
Vivendo momentos de mais e outros de menos felicidade
O tempo sempre nos ensina, que precisamos viver a própria vida
Todos seguem caminhos diferentes
Talvez se encontremos lá na frente
Não podemos deixar de sonhar
Ter esperança, quando quiser mudar
Ontem já se passou, e hoje ainda não sei quem sou
O amanhã só Deus sabe, qual será a nova arte
A missão dos artistas é representar a vida
Para que todos possam ser, ler, ver, ouvir e sentir
E pouco a pouco ir, desvendando os mistérios do tempo
Tempo, que suave como o vento, vai passando, várias fases
Começando um drama de outono, depois um romance de primavera
Seguindo para uma triste tragédia em noites frias de inferno
Até virar uma comédia musical em dias quentes de verão
Todos podem fazer parte de alguma arte, perceber o tempo, sentir o vento.
Que juntos vão nós levando, para onde quisermos ir e a vida permitir
A dramaturgia e as musicas, mostram histórias vivenciadas
Para tentarmos compreender, quem somos e seremos ou deixaremos de ser.