Amar cria raiz, sim. Cria, independentemente de ser verbalizado. Basta sentir o amor para que fiquemos dependentes dele, uma dependência boa, daquilo que nos faz sentir vivos.
Não há dúvida de que somos amigas, pois sempre que precisamos uma da outra apoiamo-nos mutuamente.
No entanto, penso que não há razão para ficarmos tanto tempo sem nos vermos, tanto tempo sem trocar impressões sobre o mundo, sobre as coisas banais e leves que ocorrem e permeiam o nosso dia a dia.
Sabes, penso que quando cofiamos e temos confiança em alguém, não podemos permitir que passe tanto tempo sem contato, pois a amizade é uma pedra rara e preciosa e, por isso, temos que agradecer a sorte de nos termos conhecido. Precisamos, sim, de preservar esta amizade linda!
Assim, penso que não podemos ficar tanto tempo sem nos vermos, pois a tua companhia faz-me muito bem, deixa-me mais relaxada e confiante no planeta, faz-me acreditar que é possível um mundo mais fraternal e que isto só depende de nós.
Acredito que também penses o mesmo sobre mim.
Um grande abraço e vamos encontrar-nos com mais frequência!
Você chegou de mansinho
Esparramando carinho
E esse olhar de moleque
Foi logo me invadindo
O medo, o receio, a dureza.
E tudo que sentia então
Não foi suficiente
Para impedir o que temia
E aos poucos você foi entrando
Com seu jeitinho ficando
e agora estou eu aqui,
louquinha e te amando
Cheguei a pensar, a querer,
em desistir de você
por medo, pânico, pavor
de voltar a sofrer
Porém, desisti de lutar
Não há como evitar
O melhor que posso fazer
É amar você e VIVER!
Morri pela beleza, mas apenas estava
Acomodada em meu túmulo,
Alguém que morrera pela verdade,
Era depositado no carneiro próximo.
Perguntou-me baixinho o que me matara.
– A beleza, respondi.
– A mim, a verdade, – é a mesma coisa,
Somos irmãos.
E assim, como parentes que uma noite se encontram,
Conversamos de jazigo a jazigo
Até que o musgo alcançou os nossos lábios
E cobriu os nossos nomes.
Emily Dickinson
O imperador Charles V tentava assassinar John Brenz. Ao saber da trama, Brenz mal teve tempo de agarrar um pedaço de pão. Se escondeu no palheiro do vizinho por quatorze dias. O pão rapidamente se foi, mas uma galinha apareceu e colocou um ovo a cada dia durante os quatorze dias. Desta maneira, Brenz se manteve vivo. No décimo quinto dia, a galinha não apareceu, e o reformador ficou sem saber o que fazer. Mas de longe pode ouvir os gritos que lhe mostraram poder sair em liberdade.
John Craig foi detido durante a Inquisição. Na véspera de sua execução, Craig escapou, mas enquanto fugia ele ficou sem comida e dinheiro. Repentinamente um cão se aproximou com uma bolsa na boca. Craig tentou afastar o animal, mas ele persistiu em trazer a bolsa até Craig. Nela tinha dinheiro que foi o suficiente para levá-lo a liberdade.
Robert Bruce da Escócia fugia para salvar sua vida. Fugindo da perseguição, ele se enfiou numa pequena caverna e uma aranha imediatamente apareceu e teceu uma teia sobre a abertura de entrada. Os perseguidores de Bruce buscavam pela redondeza sabendo que ele estava próximo. Dois deles se aproximaram da caverna, e um deles começou a entrar.
O outro o interrompeu, dizendo "Ele nunca poderia ter entrado aí sem arrebentar essa teia". Bruce suspirou esta oração, "Ó Deus, eu lhe agradeço por, nas minúsculas entranhas de uma aranha, Você ter colocado um abrigo para mim".
Deus pode e usa coisas simples para nos prover e para nos proteger. Nós apenas precisamos usar os "olhos" certos para poder ver.