Atingimos uma nova etapa na vida, meu amor! Vinte e cinco anos de casamento feliz, de amor e paz sem igual. Felicitações!
Agora vou ficar aguardando ansiosamente a chegada das bodas de ouro, porque tenho certeza que juntos tudo vira possibilidade. Estes foram os melhores anos da minha vida! Por favor, continue me fazendo sentir a mulher mais realizada do mundo. Eu te amo, meu amor!
Hoje, dia 26 de abril, comemora-se o dia da mais sofrida personalidade dos gramados.
É o dia do goleiro.
Sim, aquele mesmo. O papel que na infância e
ou na várzea costuma ser ocupado pelo último a ser escolhido. Aquele com menos habilidade. Afinal, usar apenas os pés é demais para ele, então o perna-de-pau joga na função onde pode igualmente fazer lambança com as mãos.
Mas no futebol profissional a coisa muda de figura. Ser goleiro é atuar numa função que exige muito treino, dedicação, reflexo, elasticidade e atenção. E ainda um pouco de habilidade, para não bater desespero na hora em que a coisa aperta e tem que sair jogando com os pés.
Não é para qualquer um!
E é uma função inglória: precisa ter uma participação impecável para aparecer com destaque, e precisa de muitos jogos para se tornar um herói. Mas basta uma falha para manchar tudo o que construiu, e tornar-se a segunda pessoa mais odiada do mundo do ludopédio, só perdendo para o juiz.
Não é todo mundo que sabe reconhecer a importância desses gigantes protetores das redes. Mas eu sei! E, dessa forma, deixo aqui belas cenas de participações marcantes de tão importante profissional da bola!
Parabéns, goleiros!
Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então a margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.
"Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!"
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
"Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha."
Uma vez um homem de negócios estava pescando num lago quando pegou um peixe de um tipo que nunca havia visto antes. Ele tinha escamas douradas e nadadeiras prateadas que brilhavam e cintilavam enquanto se debatia no chão do barco.
De repente, o homem de negócios, ficou espantado quando o peixe olhou para ele e falou: - Caro Senhor – implorou o peixe – atire-me de volta ao lago e lhe concederei três desejos.
O homem de negócios considerou cuidadosamente e então disse: - Faça por cinco e negócio fechado.
- Eu só posso conceder três – disse o peixe ofegante.
- Quatro e meio – propôs o homem.
- Três – disse o peixe, quase sem voz.
- Ok – disse o homem – Soltarei você por quatro desejos. O que você diz?
Mas, desta vez, o peixe não respondeu nada. Estava morto no chão do barco.
Se aprende a amar não quando se encontra a pessoa perfeita, e sim quando se aprende a crer na perfeição de uma pessoa imperfeita.