Um espírito crítico é como uma planta venenosa – precisa apenas de um pequeno contato para espalhar seu veneno.
Certa vez uma menina perguntou a seu pai como as guerras começavam.
- Bem – respondeu o pai – suponhamos que os Estados Unidos continuassem a se desentender com a Inglaterra e...
- Mas – interrompeu a mãe – os Estados Unidos nunca se desentenderam com a Inglaterra.
- Eu sei – disse o pai -, mas eu estava apenas usando um exemplo hipotético.
- Você está confundindo a menina – protestou a mãe.
- Não, não estou – replicou o pai indignado, com um tom de raiva na voz.
- Não se preocupe, papai – disse a menina -, acho que já entendi como as guerras começam
A maioria das principais discussões não começa com um fato grandioso, mas intensifica-se por meio de mágoas, discórdias ou ofensas. Elas se assemelham ao imponente carvalho que era visto no horizonte das Montanhas Rochosas. A árvore sobreviveu a chuvas de granizo, nevascas, frio intenso e tempestades violentas por mais de um século. E acabou sendo derrubada não por um raio muito forte ou uma avalanche, mas por um ataque de minúsculos insetos. - Uma pequena mágoa, falta de atenção ou insulto podem ser o início do fim de um relacionamento.
As fotografias retratam imagens meramente ilustrativas,
Reservando-nos do direito de gritar, controlar e ouvir o que dizem!
Mas o que você é não pode ser retratado em uma imagem,
Precisaria no mínimo conhecer seu intimo, suas atitudes e sua real beleza!
Virtudes essas, que uma face por mais bela que seja não pode mostra
Quanto mais uma imagem ilustrativa.
Você já percebeu que quando nos APAIXONAMOS por algo nesta vida, o nosso sentido de viver opera milhões de transformações na gente?
Como é bom se APAIXONAR pelo trabalho, pelas novas conquistas, pelos amigos, pelos nossos irmãos, pela nossa(o) amada(o), pelos nossos pais, pelos nossos sonhos de felicidade, pelos nossos filhos, enfim, por tudo...
Quando abrimos o coração para o mundo que está em nossa volta, perpetuamos o que há de mais valoroso existente neste universo.
O NOSSO AMOR.
Aproveite o dia hoje para se apaixonar por algo novo e vibrante.
No final do dia você verá que teve a oportunidade de ser um grande pintor, pois uma aquarela de tintas foi colocada em suas mãos e você soube muito bem aproveitar.
As paixões se opõem às paixões, e podem servir de contrapeso umas às outras; mas a paixão dominante não se pode conduzir senão pelo seu próprio interesse, real ou imaginário, porque ela reina despoticamente sobre a vontade, sem a qual nada se pode. Contemplo humanamente as coisas, e acrescento nesse espírito: nem todo o alimento é próprio para todos os corpos; nem todos os objetos são suficientes para tocar determinadas almas. Quem acredita serem os homens árbitros soberanos dos seus sentimentos não conhece a natureza; consiga-se que um surdo se divirta com os sons encantadores de Mureti, peça-se a uma jogadora, que está a jogar uma grande partida, que tenha a complacência e a sabedoria de se enfadar durante a mesma, nenhuma arte pode fazê-lo.
Os sábios se enganam quando oferecem a paz às paixões: as paixões são inimigas dela. Eles elogiam a moderação para aqueles que nasceram para a ação e para uma vida agitada; que importa a um homem doente a delicadeza de um festim que lhe repugna? Nós não conhecemos os defeitos de nossa alma; mas ainda que pudéssemos conhecê-los, raramente haveríamos de os querer vencer.
As nossas paixões não são distintas de nós mesmos; algumas delas são todo o fundamento e toda a substância da nossa alma. O mais fraco dos seres iria querer perecer para se ver substituído pelo mais sábio? Deem-me um espírito mais justo, mais amável, mais penetrante, aceito com alegria todos esses dons; mas se me tiram também a alma que deve desfrutar dele, esses presentes não são nada para mim.
Isso não dispensa ninguém de combater os seus hábitos e não deve inspirar aos homens nem abatimento nem tristeza. (...) A virtude sincera não abandona os seus amantes; os próprios vícios de um homem bem nascido podem passar a contribuir para a sua glória.
Luc de Clapiers Vauvenargues
Nós nos perdemos de nós sem aviso. Desaparecemos sem nos despedir, matamos o nosso amor sem dá-lhe direito a um último pedido, e ainda abafamos o último suspiro.
Podíamos ter feito tantas coisas boas. Podíamos ter vivido os sonhos sonhados.
Podíamos ter escolhido um caminho mais fácil e carregado bagagens mais leves.
Mas não, preferimos complicar as banalidades do cotidiano e fazer tudo que era simples se tornar difícil. Preferimos o silêncio solitário, preferimos nos fechar com nossas razões do que dialogar.
Agora estamos separados, cada um para o seu lado, com um amor que morreu sem motivo e que agora está entre nós, não como uma ponte que nos liga, mas como um muro que nos separa.
De tudo que vivemos, o que sobrou foi um amor é perdido, desperdiçado, despedaçado. E agora é tarde, agora é longe, agora é triste.