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Certo dia a mata estava pegando fogo, e um beija-flor começou a pegar água numa folha e jogar no fogo. Os outros animais disseram pra ele que ele estava ficando louco, pois sozinho não iria conseguir apagar todo aquele fogo. Ele respondeu que não conseguiria apagar o fogo sozinho, mas que estava fazendo sua parte.
Fazer nossa parte as vezes só não basta, precisamos convencer as pessoas que aquilo que estamos fazendo é certo. Que assim como um elo apenas não pode formar uma corrente, a união de um grupo em torno do mesmo objetivo é necessária para que esse algo possa ser feito.
Tomar como exemplo o João de Barro, assim como outras aves que mesmo sem ter mãos para carregar o necessário para a confecção de suas casas, vão em frente e fazem um lindo trabalho... É acreditar ser possível aquilo que parece impossível, é acreditar ter condições de ser feito, quando na maioria das vezes, parece não haver condições.
É fornecer a Deus ferramentas para que Ele possa nos ajudar, onde nossa força não nos permite. Dar-nos coragem onde fraquejamos. Conduzir-nos até nosso destino final.

Perdido em sua amargura, um homem resolveu "matar" Deus e para tanto arquitetou um plano terrível, desenvolveu uma fórmula através da qual apagaria sua lembrança da memória da humanidade. Deste modo, pensava ele, seríamos realmente livres.
Seguiu seu plano minuciosamente, até alcançar seu intento. Deus fora deletado, nada restara para lembra-lo.
Passaram-se os dias, o mundo mergulhado no caos, as pessoas girando em torno de si mesmas acabavam por destruir-se umas as outras. Era preciso reinventar Deus.
Mas, ele esquecera a fórmula, em vão a procurou sem obter resultados. Até que, desesperado, arrependido, ensopado em lágrimas, naufragado em sua dor, já prestes a tirar sua vida, ou o que dela restou, atirou-se ao chão enquanto os lábios suplicavam o perdão daquele que ele mesmo "apagou".
Foi quando, ouviu uma voz, a princípio um sussurro distante, mas que aos poucos foi ficando mais clara e próxima...
- Filho, levanta-te. Crês realmente que alcançastes teu intento? Mas como poderias apagar-me da memória da humanidade se minha morada é em seu coração?

Mesmo com todo amor e encantamento que tenho por você, quero me desculpar por toda insegurança que ainda tenho. Você desde o início tão paciente comigo, saiba que me sinto cada dia mais feliz por estar namorando contigo.

Tudo ainda é tão novo e surreal que às vezes nem acredito que a fase de menina realmente ficou para trás e daqui para frente tudo implica em atitudes de mulher. Apesar de todos os medos e insegurança, uma coisa é certa, você é a pessoa que sempre imaginei para estar comigo por toda a minha vida.

Estou fazendo o possível para me adaptar a essa minha nova fase, só que de repente me deparo com situações que ainda não sei exatamente como lidar. Quero sempre dar a você sempre o meu melhor, por isso muitas vezes bate aquela dúvida em como agir e logo chega à insegurança.

Sei que devemos ser aquilo que somos, até porque quero que goste pelo que sou realmente. Peço que seja só um pouquinho mais paciente, pois tudo que eu quero agora é continuar com você por muito tempo como o meu namorado!

Quando falar sobre a dor, deixe abertas as janelas da alma para compreender que o amor e a dor são tão parecidos que até os confundimos ao vê-los bem de pertinho. Quando falar sobre a paz, faça-o no rumor da guerra, e para ser ouvido na mais alta voz.
Quando falar sobre sonhos, acorde para vivê-los na melhor lucidez do seu dia. Quando falar de amizade, estenda a mão aos seus inimigos para que possa provar a si mesmo aquilo que gosta de dizer aos outros.
Quando falar de fome, faça um minuto de jejum para lembrar daqueles que jejuam todos os dias, mesmo sem querer. Quando falar de frio, abrace alguém. Quando falar de calor, estenda a mão.
Quando estender a mão, mantenha o braço erguido para que perdure. Quando falar de felicidade, acredite nela. Quando falar de fé, cerre os olhos para encontrar a razão daquilo em que crê. Quando falar de Deus, faça-o pelo silêncio do seu testemunho.
Quando falar de si mesmo, aprenda a calar, para entender o amor, a dor, a paz, os sonhos...

Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro!
Não levo da existência uma saudade!
E tanta vida que meu peito enchia
Morreu na minha triste mocidade!
Misérrimo! votei meus pobres dias
À sina doida de um amor sem fruto,
E minha alma na treva agora dorme
Como um olhar que a morte envolve em luto.
Que me resta, meu Deus? morra comigo
A estrela de meus cândidos amores,
Já que não levo no meu peito morto
Um punhado sequer de murchas flores!