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Hoje a tristeza
Tomou conta da minha alma.
Senti saudades de você,
Dos nossos passeios,
Nossos bate-papos
Nossos beijos e promessas.
Como eu amava você
E sei que você me amava.
Meu Deus!
Então por que não fomos felizes?
Por que nos separamos?
Hoje sei que também não é feliz.
Sei que vive de saudades,
Que ainda me ama. Então,
Por que ainda estamos separados?
Por que ainda sofremos,
Se ainda nos amamos?
Não sei!
Sei apenas que a saudade
Corrói a alma.
O sofrimento nos faz crescer,
Mas nos destrói por dentro.
Então, volta amor!
Volta para meus braços.
Volta para a felicidade.
E juntos, o amor nos rejuvenescerá,
Cada dia seremos mais felizes.
Venha!
Vamos espantar a tristeza,
Dar tchau para a saudade
E voltarmos a sorrir.
Venha!

Seu amor pode estar num corredor de supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. A primeira lição está dada: "O amor é onipresente!"

Um paciente de 32 anos procurou um terapeuta para que ele pudesse ajudá-lo com o seu problema.
No dia marcado o paciente falou: - Preciso de ajuda, não consigo parar de chupar o dedo.
O Terapeuta, com a tranquilidade de quem sabe respondeu: - Não ligue para isto, mas chupe um dedo diferente a cada dia da semana.
A partir deste momento, o paciente, toda vez que levava a mão a boca, era instintivamente obrigado a escolher o dedo que devia ser objeto de sua atenção naquele dia.
Antes que a semana terminasse ele já estava curado.
Com esta historinha aprendemos que quando temos um hábito, torna-se difícil lidar com ele porque é uma rotina, um automatismo, mas, quando ele passa a nos exigir atitudes novas, decisões, escolhas, então temos consciência de que não vale tanto esforço para mantê-lo.
"A sabedoria é o equilíbrio do discernimento com o amor na manifestação da consciência"

Esse romance, o qual eu desenvolveria se fosse escritor, tem como fonte de inspiração nada mais nada menos que ela, a pessoa que mais marcou a minha vida, mesmo com as outras experiências sentimentais por mim vividas:

NOSSA HISTÓRIA
Se eu fosse escrever a história de nossas vidas, seria a de duas estradas que partindo de pontos distantes, num determinado momento se encontraram e seguiam em uma só direção. As margens dessas estradas eram repletas de flores que exalavam o perfume do amor. E assim seguiam unidas como se uma só elas fossem.

Após um longo percurso surgiram as pedras e montanhas que as fizeram se separarem, tomando cada uma delas uma nova direção. E assim foram, também por outro período mais longo ainda, formando suas curvas, vencendo seus obstáculos, algumas vezes quase se perdendo nos abismos, mas sem jamais desistirem.

Margearam rios, lagos e montanhas, até que tomaram novamente um sentido único, uma em direção a outra. Porém as marcas do caminho de cada uma delas já estavam cravadas e outras pedras e montanhas surgem. Mas agora seguem em paralelas bem próximas, com possibilidades bem remotas de se encontrarem novamente. Aí só o futuro é que poderá definir se algum dia isso tornará a acontecer.

Nunca podemos dizer que algo não irá acontecer, pois o futuro não nos pertence e só Deus seria capaz de nos dizer, mas ele prefere que sigamos em frente e só ele sabe o que irá acontecer a cada um de nós.

Beijos!
Um dia te amei.
Continuei te amando mesmo distante.
Continuarei te amando para sempre.

Já foi dito que o Amor é a recompensa do próprio Amor.
Amar é diferente de apaixonar-se. Quando nos apaixonamos, ficamos obcecados, perturbados. Queimamos por dentro, acreditando falsamente que o fato de possuirmos a pessoa pela qual nos apaixonamos nos trará a completa felicidade, resolverá todos os nossos problemas e nos colocará num mundo de infindável satisfação.
No entanto, mesmo se gozarmos de alguns momentos em que tudo isso está presente, eles passam rapidamente, pois é próprio do fogo devastar completamente o terreno que ele ataca.
Amar, ao contrário, nos amplia, nos engrandece. O Amor é também um fogo, mas um tipo de fogo suave, acalentador, produtivo. É um fogo que constrói, que comunica, que dissolve as paredes do nosso egocentrismo crônico, incorporando muitas qualidades ao campo do nosso sentimento.
A grande recompensa por Amar é justamente poder sentir Amor.
O Amor não é como, por exemplo, uma mesa, um objeto que tem sempre a mesma forma. O Amor é mais parecido, digamos, com uma planta, que é um jato de vida.
Primeiramente o Amor é uma semente, depois, aventura-se como broto que se desenvolve pouco a pouco e que, de forma prudente, mas corajosa, busca caminhos e contornos. Nisso, ele produz flores e frutos, abriga pessoas, concede a sombra, alimenta, encanta e embeleza.
O Amor tem possibilidades infinitas. Florescer é a lei que o comanda. Se ele se estagna, endurece, esclerosa e morre, é porque virou hábito, rotina adormecida.
Amar é, portanto, surpreendente, porque o Amor está sempre se reinventando.
O Amor tem possibilidades infinitas e pode estar sempre se reinventando.