A cada dia, se for ver logicamente falando, não teríamos como ficar conversando horas sem entrar na monotonia ou ainda ficar sem assunto.
Porém, conosco isso não ocorre!
Todos os dias conversamos por horas a fio, e mesmo assim, a cada dia sinto saudades, a cada dia sinto uma forte emoção em poder falar com você.
A cada dia você me ensina algo novo. Além do que, a cada dia aprendo também a te amar a cada vez mais.
Obrigada por fazer cada dia da minha vida diferente do anterior. Por me tornar a cada dia ainda mais feliz!
Certa vez, um mendigo estava andando com um prato de arroz na mão. Uma carruagem veio em sua direção, quando parou ao seu lado o Rei daquele lugar. Olhando para a carruagem, o mendigo pensou: quem seria aquele rei e como ele se dignava a parar ao lado de um mendigo.
Descendo da carruagem, o Rei pediu para o mendigo um pouco do seu arroz. Surpreso, o mendigo então olhou para o rei e pensou: ?Como o Rei pode me pedir alguma coisa? Ele pode ter de tudo o que quiser? e foi bem mesquinho. Pegou um único grão de arroz e deu ao Rei. O Rei, então, fechou o grão dentro da mão do mendigo, subiu na sua carruagem, e foi embora.
Quando o mendigo abriu a mão, levou um grande susto. O grão de arroz havia se transformado em uma pepita de ouro. Neste momento, o mendigo olhou para o prato de arroz e chorou por não ter tido a capacidade de colocar mais. Saiu correndo atrás do Rei, dizendo:
- Por favor, Majestade, pare. Eu mudei de ideia, tome mais do meu arroz! Então o rei disse:
- Não, obrigado. Recebi de você o que foi colocado por ti de bom grado e com bom coração. E Você, já recebeu tudo aquilo que colocou na vida, de bom grado e de bom coração.
O que se recebe da vida é aquilo que nela se coloca primeiro, aquilo que doamos livre e verdadeiramente como expressão do nosso amor, nem mais nem menos. É o amor, a capacidade de se doar e de se entregar que transforma tudo o que temos e tudo o que somos. Como disse Madre Teresa de Calcutá: ?tudo aquilo que não é dado, fica perdido?. O que você tem colocado na vida ultimamente?
Sendo mãe de dois meninos muito ativos, de um e sete anos de idade, às vezes me preocupo que eles transformem minha casa cuidadosamente decorada em um canteiro de demolição. Em meio a sua inocência e às suas brincadeiras, de vez em quando derrubam meu abajur favorito ou desarrumam meus arranjos bem planejados. Nesses momentos, quando nada parece sagrado, lembro-me da lição que aprendi com minha sábia sogra, Ruby.
Ruby é mãe de seis e avó de treze. É a encarnação da gentileza, da paciência e do amor.
Num Natal, todos os filhos e netos estavam reunidos, como de costume, na casa de Ruby. Apenas um mês antes Ruby havia comprado um lindo carpete branco, depois de viver com o mesmo carpete durante vinte e cinco anos. Ficara felicíssima com o jeito novo que ela dava à casa.
Meu cunhado, Arnie, tinha acabado de distribuir seus presentes entre todas as sobrinhas e sobrinhos – mel natural premiado de seu apiário. Eles estavam super animados. Mas quis o destino que a pequena Sheena de oito anos de idade derramasse seu pote de mel no carpete novo da vovó fazendo uma trilha escada abaixo por toda a casa.
Chorando, Sheena correu para a cozinha e para os braços de Ruby. - Vovó, eu derramei todo o meu mel em cima do seu carpete novo.
Vovó Ruby ajoelhou-se, olhou carinhosamente nos olhos chorosos de Sheena e disse: - Não se preocupe, querida, podemos lhe arrumar mais mel.
Nunca se culpe por um dia ruim. Dias bons nos trazem felicidade, dias ruins nos trazem experiência. Ambos são essenciais em nossas vidas. Tenha uma boa noite!
Como é maravilhoso começar o dia pensando no homem da minha vida. Sair de casa com a certeza que, aconteça o que acontecer, você estará me apoiando em todos os meus passos.
O nosso amor me faz sentir que estou de bem com a vida. Não há nada melhor que ter você ao meu lado, meu amor. Bom dia!