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Vamos fazer as pazes, meu bem, não deixe que essa mágoa nos consuma. Sei que você está ressentido, mas eu prometo mudar algumas de minhas atitudes. Eu quero levar nosso amor a bom porto, mas por vezes algumas palavras, nos desviam dessa rota. Me desculpe, meu querido, não é por mal. Posso nem sempre o conseguir mostrar, mas você é muito importante para mim.

Hoje você está triste, que tonta que eu fui. Mas o arrependimento que agora te demonstro, acredite, é puramente sincero. Podemos virar esta página e recomeçar, como se fosse de novo? É que dói te sentir distante e o silêncio entre nós deixa um vazio em minha alma. Diga algo, por favor, me garanta que está tudo bem. E se não estiver, meu amor, me diga também. Eu darei tudo por nós dois, pois não quero mais ninguém.

Muitas vezes dizemos coisas, ou até mesmo fazemos algo que dói nas pessoas...
e sei que fiz algo que te magoou muito...
mas quero que entenda que a gente erra, e somos humanos... com defeitos, e qualidade...
Gosto muito de você, sempre vivemos um relacionamento aberto e com muito respeito, meu amor sempre foi visível, muito verdadeiro...
Quero te pedir que compreenda meu erro, e reconsidere...
eu tenho muitos sentimentos de amor e carinho por você...
e queria que volte atrás com sua decisão de rompermos o nosso relacionamento...
Eu te amo...
e quero ter você sempre comigo...
e quero provar para você que desta vez será diferente...
Me dá esta chance?...

A tradição judaica conta a história de um pastor que sempre dizia ao Senhor: "Mestre do Universo, se tiveres um rebanho, eu o guardarei de graça, pois Te amo".
Certo dia, um sábio ouviu a estranha prece. Preocupado com uma ofensa a Deus, ensinou ao pastor as rezas que conhecia. Mas, assim que se separaram, o pastor esqueceu as orações. entretanto, com medo de ofender a Deus pedindo para guardar rebanhos, resolveu abandonar por completo qualquer conversa com Ele.
Naquela mesma noite o sábio teve um sonho: "Quem guardará os rebanhos do Senhor?", dizia um anjo. "O pastor rezava com seu coração, e você ensinou-o a rezar com a boca".
No dia seguinte o sábio voltou ao campo, pediu perdão ao pastor, e incluiu a Prece do Rebanho em seu livro de salmos.

A decepção não deve ser sentida por muito tempo, é preciso apenas saber se quem decepcionou ainda merece seu respeito. A partir daí a única coisa que resta é deixar no passado e seguir em frente.

Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimento, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, da madrugada, de pássaros, de sol, da lua, do canto dos ventos e das canções da brisa.

Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.

Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja de todo impuro, mas não deve ser vulgar.

Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.

Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos. Que se comova quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações da infância.

Precisa-se de um amigo para não enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.

Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que bata nos ombros sorrindo e chorando, mas que nos chame de amigo, para se ter consciência de que ainda se vive.