Natal há muito tempo perdeu o veio do seu real significado. Hoje o que vemos é um exagero no consumo, e o momento que deveria ser dedicado à reflexão e à união familiar é transformado em mera troca de presentes.
Fica muito difícil para os pais não caírem na armadilha, já que as crianças são empurradas a desejar os bons e grandes presentes no Natal. Sem contar aqueles incontáveis presentes de parentes e amigos que nem sempre são algo de que precisamos ou de nosso gosto. E, no caso das crianças, uma sucessão de brinquedos que eles simplesmente não dão conta de usar. Também pelo excesso, acabam não valorizando nenhum.
Deixamos então aqui uma sugestão que tem dado certo em nossa casa: fazemos uma "vaquinha" na família para a compra de um bom presente que será "o" presente do Papai Noel. Ano retrasado foi uma bicicleta, ano passado, um videogame, e eles nem perguntam por mais presentes. É muito mais bacana do que ver aquele monte de presentes que as crianças nem curtem e que na vida cotidiana só ocupam espaço e acumulam poeira.
Quando temos que dar presentes para familiares e amigos, sempre escolhemos artigos educativos reciclados que sempre surpreendem, inspiram e dão bom exemplo. Na escola, caso as crianças participem de alguma atividade relacionada à troca de presentes, sempre devemos pensar coletivamente e não enviar presentes caros que incentivem o consumismo. Livros bacanas e quebra-cabeças são ótimas opções. A escola é um ambiente educacional de suma importância. Os bons exemplos ali são fundamentais. Por isso, escolha sempre presentes de um valor médio, sem ostentação.
Fazer diferente é possível e fundamental para um futuro melhor.
Ana Cláudia Bessa
Se amar é sofrer...
Sofrer é calar...
Calar é viver...
Viver sempre calado?
Calado porque?
Porque estou amando...
Amando você!
Querida sogra, a sua força se tem tornado um exemplo para mim. Quando olho para você, vejo uma mulher guerreira que nunca desiste e isso me tem ensinado muitas lições.
Não há palavras que possam exprimir toda a admiração que sinto. Espero que você possa continuar conquistando sua felicidade e que seja eternamente a boa companheira que tem sido.
É fundamental que você não só repare nas flores, mas tenha tempo para cheirar e apreciar suas cores... e principalmente, disponha de tempo para oferecê-las a alguém. Arrume tempo para ter paz.
É fundamental que você ouça uma boa música, mas é mais importante ainda, deixar que a música limpe a sua alma... Que ela penetre no seu ser e que você viva cada nota. Arrume tempo para uma viagem. Pode ser uma viagem curta, ou longa, tudo depende de sua disposição, tempo e dinheiro... Mas o mais importante é ter tempo para ler um livro e viajar com os personagens, onde a emoção puder te levar. Arrume tempo para organizar-se.
É fundamental ter tempo para organizar as suas coisas, mas é fundamental ter um tempo para organizar as suas ideias, seus desejos e reciclar os sonhos. Sonhos parados são como água estagnada, criam bichos e doenças. Arrume tempo para a família. É fundamental criar filhos, namorar (sempre... em qualquer idade), bater papo com os pais, com os irmãos, com os amigos mais próximos...
Mas é muito importante que você não guarde mágoas, por isso, a conversa ainda é a melhor resposta contra as dúvidas, dores e separações. Arrume tempo para DEUS. É fundamental contar com Deus. Seja qual for a sua crença, seja qual for a sua religião, sem Deus é impossível ser plenamente feliz. Arrume tempo para o amor. Ame-se! Ame muito. Não se importe com as dores e decepções do amor. Mais infeliz é aquele que ainda não viveu um grande amor. E todo amor é grande quando você o torna importante.
É interessante notar que todos que se sentem oprimidos queiram ter seu dia de comemoração:
dia da criança, dia da mulher, dia do idoso, dia do negro, dia do homossexual e tantos outros.
Sugiro que seja criado o dia do mendigo, do gordo, do feio, do analfabeto, do amarelo, do branco, do adulto, do novo, do baixo, do casado, do rico, do sadio, do civilizado etc. Pura bobagem!
Enquanto houver esses tristes apelos o mundo será uma estonteante e beligerante droga, um mar de preconceitos.
Somos todos irmãos!