Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

Luzes felizes, coloridas a piscar, Com bolinhas reluzentes, transmitindo todo o amor. Fazem meus sonhos, mais felizes, Estou pulsante, como as asas de um anjo protetor.
Que venha o Natal, singelo, sincero, E nos traga muita luz, amor. Mensagens belas e verdadeiras, Trazidas pela voz do Senhor.
Querendo a felicidade, Todos cantam numa só voz. Dentro do coração guardamos o amor, Por este homem que nasceu e morreu por nós.

Tenho aprendido com Deus que o tempo é para nos ensinar a esperar, que as lutas vem para nos moldar, que o silêncio de Deus também é resposta, que a perda é livramento, que só crê quem tem fé, que só tem vitória quem não desiste de lutar. A nossa vida é uma escola, onde Deus é o professor, um amigo e um Pai.

Por você eu amei eu vivi eu lutei
Da minha alma lágrimas saíram
E dos meus olhos lágrimas rolaram
Na minha vida sonhos eu tive
E com sua ausência eles se acabaram
De tudo que por você fiz
E tudo que por você enfrentei
não vou amar alguém assim como te amei
Por esse amor eu vivi, eu chorei, eu perdi
E agora entre lágrimas posso dizer
Que por esse amo eu morri!

Suponha que alguém lhe deu uma caneta. Você não pode ver quanta tinta tem. Pode secar logo depois das primeiras palavras ou durar o suficiente para você criar uma esplêndida obra (ou diversas). ou que durasse para sempre. Você não sabe até que você comece.
São as regras do jogo, você realmente nunca sabe. Você tem que examinar cada possibilidade! A regra do jogo não obriga você a fazer qualquer coisa. Você pode, ao invés de usar a caneta, deixá-la em uma prateleira ou em uma gaveta onde secasse sem ser utilizada. Mas se você decidisse usar, o que você faria? Como você jogaria esse jogo?
Você iria planejar e planejar antes de escrever cada palavra? Seus planos seriam tão extensos que você nunca começaria? Ou você colocaria a caneta na mão e simplesmente escreveria, esforçando-se para prosseguir com um monte de palavras? Você escreveria cautelosamente e com cuidado, como se a caneta secasse no momento seguinte, ou você fingiria ou acreditaria (ou fingiria acreditar) que a caneta escreverá para sempre?
E sobre o que você escreveria: sobre amor? Ódio? Divertimento? Miséria? Vida? Morte? Nada? Tudo? Você escreveria sobre si mesmo? Ou sobre os outros? Ou sobre si mesmo sob a ótica dos outros? Suas letras seriam trêmulas e tímidas ou brilhante e realçada? Enfeitadas ou simples?
Você escreveria mesmo? Uma vez que você tem a caneta, nenhuma regra diz que você tem que escrever. Você rascunharia? Borrões ou desenhos? Você permaneceria nas linhas, ou não veria nenhuma linha, mesmo se estivessem lá?
Há muito o que pensar sobre isso, não é? Agora, suponha que alguém lhe deu uma vida...

Quando enfim penso que estou me acostumando, que estou te esquecendo, você ressurge de forma inesperada ocupando todos os espaços.