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Dizer OBRIGADO às vezes
não é suficiente para agradecer
a tão AMÁVEL e GENTIL PESSOA
que nos momentos de nossas vidas,
aqueles mais difíceis,
nos estende a mão amiga e nos oferece amparo.
Estou AGRADECIDA A VOCÊ
e não sei neste instante como retribuir tanto carinho,
mas é claro que encontrarei uma maneira de fazê-lo.
Estou a sua DISPOSIÇÃO para quando precisar,
a qualquer momento e a qualquer hora.
Estendo-lhe MINHAS MÃOS,
segure-as se precisar.

E... OBRIGADO POR TUDO.

Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais - herança do homem:
Morrer para dormir... é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir... Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação.

William Shakespeare

Um colunista contou uma história em que ele acompanhava um amigo a uma banca de jornal.
O amigo chegando lá cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
- Ele sempre te trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente foi sempre assim...
- E você é sempre tão polido e amigável com ele?
- Sim, procuro ser.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão grosso com você?
- Por que não quero que ele decida como eu devo agir.
Moral: Nós é que decidimos como devemos agir e reagir – não os outros!

Esse é um momento triste e ao mesmo tempo muito especial, pois olho para trás e vejo os momentos bons que passamos, de muita alegria, companheirismo e muita vitória. Sempre há um amanhã e a vida nos dá sempre mais uma oportunidade para fazermos as coisas bem, e temos que aproveitar cada oportunidade, pois a vida é curta, mas é maravilhosa! Te desejo bastante sucesso e que você consiga alcançar seus objetivos. Cuide-se e lembre-se sempre que pode contar conosco em qualquer ocasião!

No dia 31 de janeiro é comemorado o Dia do Mágico, este artista que faz muito mais do que tirar coelhos da cartola ou fazer desaparecer um lenço. A data é em homenagem a São João Bosco, padroeiro dos mágicos, que segundo a tradição era também um mágico.
A magia sempre esteve presente na história da humanidade. O homem pré-histórico desenhava animais nas cavernas, como se assim os pudessem materializar. A isso os pesquisadores chamam de realismo mágico.
Ao longo do tempo, o conceito de magia foi evoluindo. A arte de iludir, que já foi chamada de escapismo, é usada hoje, basicamente, como entretenimento. Ela cria ilusões que surpreendem, sobretudo porque o mágico faz algo que escapa à lógica comum, como se tivesse poderes sobrenaturais.