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Não existe dor que se iguale, injustiça que de igual forma nos transtorne, como quando um pai e uma mãe perdem seu filho. Os meus mais sentidos pêsames pela perda do seu filho pequeno!

É impotência o que nos domina, frustração por não podermos fazer ou dizer mais, não podermos ajudar ou consolar mais, pois nem tampouco sou capaz imaginar o sofrimento que agora estão vivendo.

Feliz Aniversário! Uma pessoa maravilhosa como você merece um dia super especial. Que Deus te abençoe hoje e sempre!

Felicidade... Um dos estados mais desejados em qualquer festividade. Seja feliz! Muitas felicidades! Quem nunca recebeu uma destas saudações no seu aniversário? Mesmo ouvindo esta palavra por todos os lados, com que frequência vivemos este tão desejado estado? Será que é mesmo tão difícil alcançá-la, ou somos nós que complicamos a sua chegada?

Talvez ela sempre esteve ao nosso lado, mas nunca fomos humildes suficientes para enxergá-la. Ou quem sabe estamos a posicionando sempre no futuro, esquecendo que vivemos mesmo no presente. Na verdade, existem milhões de explicações para não encontrarmos a felicidade, mas com certeza todas elas ocorrem simplesmente porque dificultamos bastante a sua entrada.

Parar de colocar a felicidade no futuro e em ações que não dependem totalmente de você pode facilitar profundamente o seu encontro tão aguardado. Tente descomplicar primeiramente as coisas mais simples e com tempo as mais difíceis também seguirão o mesmo caminho. Não dificulte a entrada dos bons sentimentos na sua vida, e faça o que tiver ao seu alcance para receber a felicidade!

Os amigos verdadeiros não deveriam nunca passar muito tempo longe um do outro. É um absurdo ter que viver por um longo período sem aquele abraço apertado ou aquela expressão que seu amigo faz quando te dá um conselho bizarro.

Uma amizade não é tão diferente de um casamento, existem brigas, gargalhadas, separações, reconciliações, mas principalmente, ótimos momentos. Quando uma amizade é de verdade longas distâncias são praticamente um martírio e não é nada fácil conviver com a saudade.

Agora imagine como deve ser ficar tanto tempo longe de uma amiga muito querida! Um verdadeiro tormento! Até porque não é nada fácil atualizar todos os acontecimentos que ocorreram enquanto ela estava ausente e ao mesmo tempo conter a ansiedade de viver outros maravilhosos momentos.

Espero que possamos passar todos esses dilemas juntas brevemente, pois a saudade, minha amiga, já transbordou todos os limites do meu peito.

Um beijo grande! Saudades!

Suponha o seguinte: você tem um problema na vista e decide ir ao oculista para resolvê-lo. Depois de ouvir rapidamente o seu problema, o médico tira os óculos que ele usa e os entrega a você dizendo: – Use estes óculos. Tenho eles há 10 anos e me ajudaram muito. tenho outro par em casa, por isso pode ficar com estes.
Você experimenta, mas os óculos só pioram seu problema. Você reclama que está horrível, que não consegue ver nada, e o médico responde: – Mas o que há de errado? Para mim estão ótimos. Tente de novo.
Você tenta outra vez, continua vendo tudo embaçado, reclama com o oculista que conclui: – Sabe qual é o seu problema? Pensar positivamente!
Ao que você responde: – Está bem. Positivamente, não enxergo nada!
E o médico retruca: – Você é ingrato! Depois de tudo que fiz por você...
Aí eu pergunto: diante de uma situação dessas, quais são as chances de voltar no mesmo oculista?... Nenhuma, imagino. afinal não dá pra ter confiança em alguém que receita sem um diagnóstico.
Mas, em termos de comunicação, quantas vezes diagnosticamos antes de prescrever? Quantas vezes agimos exatamente igual ao oculista do exemplo?
Todos nós temos uma tendência forte de atropelar os sentimentos das pessoas, de correr para resolver as coisas através de conselhos. Mas, com frequência deixamos de reservar algum tempo para o diagnóstico, para tentar compreender verdadeira e profundamente o problema, antes de mais nada. Ou seja, na tentativa de ajudar, oferecemos a primeira solução que nos vem à cabeça, sem nos importarmos se ela cabe ou não naquele problema.
Se eu fosse resumir em uma frase o princípio isolado mais importante que aprendi no campo das relações interpessoais, diria o seguinte: procure primeiro compreender, depois ser compreendido.