Um estudante universitário saiu um dia a dar um passeio com um professor, a quem os alunos consideravam seu amigo devido à sua bondade para os que seguiam as suas instruções.
Enquanto caminhavam, viram no seu caminho um par de sapatos velhos e calcularam que pertenciam a um homem que trabalhava no campo ao lado, e que estava prestes a terminar o seu dia de trabalho.
O aluno disse ao professor: vamos fazer-lhe uma brincadeira. Vamos esconder-lhe os sapatos e escondemo-nos atrás duma árvore para ver a sua cara quando não os encontrar.
Meu querido amigo, disse o professor, nunca devemos divertir-nos à custa dos pobres. Tu és rico e podes dar uma alegria a este homem. Põe uma moeda em cada sapato e depois escondemo-nos para ver a sua reação quando os encontrar.
Fez assim e esconderam-se.
O pobre homem terminou as suas tarefas daquele dia e foi buscar os sapatos, para voltar para casa.
Ao chegar junto dos sapatos deslizou o pé no sapato, mas sentiu algo dentro dele. Baixou-se para ver o que era e encontrou a moeda. Pasmado, perguntou-se o que havia acontecido. Viu a moeda e voltou-a e voltou a olhá-la.
Olhou à sua volta, para todos os lados, mas não viu nada nem ninguém. Guardou a moeda no bolso e foi calçar o outro sapato. A sua surpresa foi ainda maior quando encontrou outra moeda.
Os seus sentimentos esmagaram-no. Pôs-se de joelhos, levantou o olhos ao céu, e em voz alta fez um enorme agradecimento, falando da sua esposa doente e sem ajuda, e dos seus filhos que não tinham pão e devido a uma mão desconhecida já não morreriam de fome.
O estudante ficou profundamente emocionado e os seus olhos ficaram cheios de lágrimas.
Agora, disse o professor, não estás mais satisfeito com esta brincadeira?
O jovem respondeu: você hoje ensinou-me uma lição que nunca mais vou esquecer.
Agora entendo algo que antes não entendia: É melhor dar do que receber.
É difícil suportar a dor da despedida, principalmente quando a partida é para nunca mais voltar.
É, chegou o Natal
Com luzes e pinheirinhos
E os olhos desse piazinho
Que a dois mil anos é criança
Vem renovar a esperança
Daqueles que pouco tem.
Ele, mais do que ninguém,
Dono do mundo inteiro
Veio nascer estrangeiro
Na grutinha de Belém.
É bom recontar a história
Frisando bem os papéis
Para que os Papais Noéis
Por badalados que são
Não roubem toda a atenção
Ofuscando o homenageado
Deixando um tanto de lado
Os que hoje nascem também
Rebentos de Zé ninguém
Carpinteiro, desempregado.
Já faz tempo, mas nem tanto
Nem aprendemos a lição
E talvez nesse rincão
Não tivesse gruta vazia.
Se viesse aqui neste dia
Um xiru andando a pé
Tocaio ou não de José
O protetor de Maria.
E pra não se incomodar
Sem saber de onde vem
Melhor mandar pra Belém
Onde tudo aconteceu
Esse casal de Plebeu
Onde José por ironia
Sabe que o filho de Maria
A rigor, nunca foi seu.
Espero que neste ano
Interpretemos o sinal
A todos Feliz Natal
Mais feliz como nenhum
Que este não seja comum
Vamos ganhar esta luta
Que ao Cristo, não sobre a gruta
Mas o coração de cada um.
Você é alegre? Estou perguntando se você é feliz, se tem a felicidade verdadeira, aquela que gente sente mesmo em momentos de tristeza. A alegria é irmã gêmea da felicidade, e felicidade sem alegria não se torna convincente.
É muito bom dar boas gargalhadas, sorrir cordial e sinceramente. A alegria torna o nosso espírito mais leve, faz a vida ficar menos dura e seca. A alegria não significa rir o tempo todo, mas, ela não perde uma oportunidade de fazê-lo.
Cristo no coração da pessoa traz a alegria e o prazer de sorrir. Nas palavras de Provérbios 15.13: "O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate".
Olivar Alves Pereira
Quando tudo diz que não Sua voz me encoraja a prosseguir Quando tudo diz que não Ou parece que o mar não vai se abrir
Sei que não estou só E o que dizes sobre mim Não pode se frustrar Venha em meu favor E cumpra em mim Teu querer
O Deus do impossível Não desistiu de mim Sua destra me sustenta E me faz prevalecer O Deus do impossível