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Já Tive Amores...
Amores que duraram Anos
Amores que duraram Semanas
Amores de um dia!

Já Tive Paixões...
Paixões que me fizeram chorar!
Paixões que me tiraram o sono!
Paixões que me consumiam!

Já tive medos...
Medo de Perder!
Medo de Não conseguir Amar de novo!
Medo da Solidão!

Hoje tenho você!
Que não me faz chorar!
Que não me faz sofrer!
E que me fez ver...
Que não quero te perder!

Te Amo...

Meu avô querido, minha infinita fonte de amor, carinho, compreensão, apoio e sabedoria, hoje eu quero lhe agradecer por tudo, de coração!

Você sempre foi a minha referência de vida, meu exemplo a seguir. Você sempre foi presente e na necessidade você esteve lá, firme e seguro, pronto para tudo.

Eu amo muito você, meu avô, e admiro o homem generoso e forte que você é. Saiba que a gratidão que eu lhe devoto será eterna e apenas é superada pelo amor que eu lhe tenho.

Depois que nosso olhar se cruzou, que nossa pele se tocou, que nossos corações passaram a bater juntos, descobri por fim o que significa viver. Antes de conhecer e amar você eu apenas sobrevivia, e nem sabia!

Encarar a vida ao seu lado, apertar a minha mão na sua, e caminhar junto com você rumo ao nosso futuro é como viver em um sonho. Ao seu lado acordo todos os dias para o sonho mais lindo. Eu te amo, tanto!

Você não merece mais a minha confiança. Na minha ausência, tem se divertido na noite, tem andado com pessoas que não me agradam. Não foi a primeira e nem a segunda vez.
Já discutimos muito por causa disso, e creio que chegou a hora do ponto final. Assim não dá certo.
Gosto imensamente de você e vivo torturado com suas atitudes. Se você gostasse de mim como afirma, você evitaria tais aborrecimentos.
Fique, pois, satisfeita com quem saiba dançar com perfeição, prossiga na sua roda de amizade e deixe-me em paz.

Conta-se que um rico fazendeiro foi queixar-se ao padre da paróquia local, dizendo que as pessoas não o viam com bons olhos porque ele não ajudava as outras pessoas nem contribuía com as obras assistenciais da igreja e disse ao sacerdote: – Ora, todos sabem que quando eu morrer deixarei tudo o que tenho para a igreja e seus pobres.
O sacerdote, homem sábio, disse ao fazendeiro: – Vou lhe contar uma história. A história da vaca e do porco.
Fez uma pausa e continuou: – Um dia o porco foi reclamar com a vaca porque ninguém lhe dava valor. Todos o desprezavam. Afinal, disse o porco, eu doo tudo o que tenho aos homens. Eles consomem a minha carne, usam meus pelos para fazer pincéis, e aproveitam até meus ossos. Mesmo assim sou um animal desconsiderado. O mesmo não acontece com você, que dá apenas o leite e é reverenciada por todos, concluiu o pobre porco.
A vaca, que ouvia com atenção, falou: – Talvez seja porque eu doo um pouco de mim todos os dias, enquanto estou viva, e você só tem utilidade depois de morto.
O fazendeiro agradeceu ao padre pela lição e se retirou pensativo.
E você, em que tem contribuído com a sociedade da qual faz parte, enquanto está a caminho? Muitos pensam e agem como o fazendeiro. Pretendem dispor dos seus bens apenas depois da morte, quando não precisarão de mais nada. Outros pensam em doar um pouco do seu tempo ao próximo só depois que se aposentarem. No entanto, a necessidade não aguarda o tempo propício para visitar os desafortunados. A carência pede socorro agora, não mais tarde. A necessidade roga mãos caridosas hoje, não amanhã. A ignorância solicita esclarecimento imediato, não num futuro distante.
Existem tantas frentes de trabalho aguardando mãos dispostas a se movimentar em prol do semelhante, nos mais variados campos de ação. Basta boa vontade e disposição.