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Um Feliz Dia das Mães para todas as mães solteiras! Vocês representam o empenho e a luta que o mundo necessita. Vocês são batalhadoras, são autênticas lutadoras sem arma no punho, mas com flores na mão!

Criar um filho como vocês criam é navegar uma jangada em alto mar e chegar à areia com um sorriso no coração e uma lágrima no rosto. Vocês são o orgulho de vossos filhos, são a alma deles. Tudo que eles vão ser um dia será o espelho de todos os vossos ensinamentos. Parabéns, Guerreiras!

Olhe o dia amanhecendo e você vai sentir que, em quase tudo, há anjos tecendo o alvorecer.
Uns são raios de sol que vêm descendo, para iluminar o que de bom a gente sonha fazer.
Outros são canções suaves que quando em silêncio, a gente ouve em toda fonte que jorra, em cada onda que bate, em cada sopro de vento, em cada silvo selvagem, em cada bicho que corre, em cada flor ao nascer.
Eles são fontes de energia e proteção, presentes em seus planos, desejos, vontades, em tudo o que o amanhecer inspira.
Só que é preciso fechar os olhos para ver, e ouvir o coração dizendo que a gente é como gota de água, nesse mar imenso do universo, com o poder infinito de transformar o que é invisível em cores do arco-íris.
Acredite.
Cada manhã dá luz a um novo dia, mas é você quem faz nascer a alegria.

Em meio à infinidade de estrelas você se equipara ao sol,
pois apesar de as estrelas aparecerem à noite e dar um
ar todo espacial para o céu, elas não tem a capacidade de
iluminar o caminho de alguém, elas apenas deixam o céu ainda
mais bonito.
Já o sol não, ele além de ser a maior das estrelas ele tem o
poder de iluminar o nosso dia fazendo com que as coisas
aconteçam, já que o homem tem a maior produção durante o dia.
Traduzindo: Quando estamos sozinhos sem você ao nosso
lado, nos sentimos como em um céu, repleto de estrelas independentes, onde cada uma brilha por si só, porém quando
se tem a sua presença, nos sentimos preenchidos, pois você
encanta a tudo e a todos, não deixando se passar por
despercebida, assim como o sol.

Uma forte ventania causou, certo dia, um grande alvoroço numa tradicional loja de departamentos.
O gerente havia deixado às janelas abertas e o vento que por elas entrou soprou grande quantidade de etiquetas de preços que estavam prontas e ainda não colocadas, fazendo-as pousar em diversos artigos da loja de forma desordenada.
No dia seguinte, os clientes ficaram surpresos ao encontrar meias a 49,90, ternos a 1,99, sapatos a 0,90 e um cachecol a 1.290,90!...
E a loja de departamentos de nossa vida?
Como a temos organizado?
A que atribuímos altos valores e quais os artigos não temos valorizado?
As pessoas que nos conhecem, que conosco convivem constantemente, encontram tudo em ordem ou a ventania da incredulidade tem feito trocas?
Temos atribuído preços elevados às coisas materiais, incertas e passageiras ou, valorizamos o espiritual, crendo que ao lado de Deus todas as coisas são acrescentadas?
Quando abrimos nossos corações e deixamos o Senhor nos dirigir, então podemos descansar e confiar que as bênçãos virão na hora e da forma de Deus.
Quando nos apegamos às coisas desse mundo, perdemos o real valor das coisas importantes para nossa felicidade e supervalorizamos aquilo que nenhum valor tem.
Precisamos parar de viver como se as etiquetas de preços estivessem trocadas!

Eu tinha dez anos e quando se aproximava o Natal, eu queria um trem elétrico. Os tempos eram de recessão econômica mas, ainda assim, minha mãe e meu pai deram-me um maravilhoso trem elétrico.
Na manhã do Natal fiquei radiante observando meu trem. As horas seguintes dediquei exclusivamente para brincar, observando a locomotiva puxando os vagões para a frente e para trás.
Minha mãe disse que comprara um trenzinho para Mark, o filho da senhora Hansen, uma pobre viúva que morava na rua de baixo. Quando olhei seu trem, percebi que era muito mais simples que o meu mas que tinha um vagão tanque que admirei bastante. Implorei e minha mãe sucumbiu ao meu pedido e me deu o vagão tanque. Eu o coloquei em meu treme fiquei muito satisfeito com o resultado.
Mais tarde, minha mãe e eu fomos levar os vagões restantes e a locomotiva para o Mark Hansen. O menino era um ou dois anos mais velho do que eu. Ele jamais esperava tal presente. Ficou muito satisfeito e alegre. Com as mãos, ele movimentou a locomotiva, que não era elétrica nem tão cara como a minha, e era pura alegria com a locomotiva e os dois vagões.
Tive uma terrível sensação de culpa quando voltei pra casa. O vagão tanque já não me encantava mais. De repente, peguei o vagão tanque e mais dois vagões de meu trem, corri até a casa de Mark e anunciei orgulhoso
- Nós esquecemos de trazer três vagões que pertencem ao seu trem. Eu não sei quando uma outra atitude me fará sentir melhor do que essa experiência de um menino de dez anos de idade.