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Muitas vezes se ouve dizer que as mulheres falam demais. Mas não tem problema, porque o ouvido (seletivo) masculino escuta somente o que eu interessa. Preste atenção.

Quando a mulher diz: - Esse lugar está um bagunça, amor! Você e eu precisamos limpar isto. Suas coisas estão jogadas no chão e você vai ficar sem roupas pra usar se não lavá-las agora mesmo.

O que o homem escuta: Blah, blah, blah blah, Amor, blah, blah, blah, blah, você e eu, Blah, blah, blah, blah, no chão, blah blah, blah, blah, sem roupas, blah, blah, blah, blah, agora mesmo.

Percebe a diferença?

De uma vida se fazem duas, parece simples, mas na verdade é um conceito e uma vivência mágicos. Hoje você vive a experiência na primeira pessoa, e eu quero felicita-la de todo coração. Parabéns pela gravidez!

O tempo passa muito rápido, então aproveite e desfrute de cada instante. Este é o seu momento e do seu bebê, pois cada grávida traz em si o brilho e o dom da criação. Sua vida está gerando outra vida, e no seu coração nascerá um amor que será infinito.

Parabéns, futura mamãe! Muitas felicidades para todos!

Amigo é força para vida! É o motor da felicidade e é música para os ouvidos. Você, meu bom amigo, carrega a bondade do mundo nas palavras, nos gestos e em tudo que me transmite desde sempre! Não tem como negar que nossa amizade representa o maior e o mais verdadeiro sentimento que o mundo conhece. Isso me alegra, isso me enche de vontade de viver!

Na amizade não há espaço para vergonha, não cabe o preconceito de dizer o que se sente, o que se pensa! É por isso que somos tão fortes – não escondemos que é bom ter alguém para discutir sobre todas as dificuldades da vida, alguém onde procurar as soluções mais difíceis. Na verdade, amigo de verdade grita ao mundo o quanto é valiosa sua amizade. É isso que procuro fazer todos os dias, sabe? Obrigado por tudo! Forte abraço!

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.

Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.

Havia ali perto um menino negro.

Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.

Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.

Todos foram subindo até sumirem de vista.

O menino, de olhar atento, seguia a cada um.

Ficava imaginando mil coisas...

Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.

Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:

- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:

- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.

Nos meus cadernos de escola Na minha mesa e nas árvores Na areia e na neve Escrevo teu nome
Em cada página lida Em cada página em branco Pedra, sangue, papel ou cinza Escrevo teu nome
Nas imagens douradas Nas armaduras dos guerreiros Na coroa dos reis Escrevo teu nome
Na floresta e no deserto Nos ninhos e nas festas Nas lembranças da minha infância Escrevo teu nome
Nas maravilhas das noites No pão branco da alvorada Nas estações enlaçadas Escrevo teu nome
Nos meus retalhos de azul No charco que é sol mofado No lago que é lua viva Escrevo teu nome
Nos campos e no horizonte Nas asas dos passarinhos No moinho das sombras Escrevo teu nome
Em cada sopro de aurora Na água do mar em cada navio Na montanha desvairada Escrevo teu nome
Na espuma das nuvens No suor das tempestades Na chuva espessa e enfadonha Escrevo teu nome
Nas formas resplandecentes No carrilhão das cores Na simples verdade concreta Escrevo teu nome
Nos atalhos revelados Nos caminhos desdobrados Nas praças transbordantes Escrevo teu nome
Em cada luz que se acende Em cada luz que se apaga Nas minha coisas reunidas Escrevo teu nome
No pomo partido ao meio De meu espelho e meu quarto No meu leito concha vazia Escrevo teu nome
No meu cão faminto e meigo Nas suas orelhas atentas Na sua pata canhestra Escrevo teu nome
Na soleira da minha porta Nas coisas da minha casa Nas ondas do fogo sagrado Escrevo teu nome
Em toda carne possuída Na fronte de meus amigos Em cada mão estendida Escrevo teu nome
Na vidraça das surpresas Nos lábios esperançosos Muito acima do silêncio Escrevo teu nome
Nos meus refúgios destruídos Nos meus faróis destroçados Nas paredes do meu tédio Escrevo teu nome
Na ausência sem mais desejos Na solidão toda nua Em cada degrau da morte Escrevo teu nome
Na saúde que voltou No perigo que passou Na esperança sem saudade Escrevo teu nome
E ao poder de uma palavra Reconheço a minha vida Nasci para te conhecer E para te amar Liberdade