A professora Ana Maria pediu aos alunos que fizessem uma redação e nessa redação o que eles gostariam que Deus fizesse por eles. À noite, corrigindo as redações, ela se depara com uma que a deixa muito emocionada. O marido, nesse momento, acaba de entrar, a vê chorando e diz:
"O que aconteceu?" Ela respondeu: "Leia". Era a redação de um menino.
"Senhor, esta noite te peço algo especial: me transforme em um televisor.
Quero ocupar o seu lugar. Viver como vive a TV de minha casa. Ter um lugar especial para mim, e reunir minha família ao redor... Ser levado a sério quando falo... Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem questionamentos.
Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona. E ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado. E que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de ignorar-me.
E ainda que meus irmãos "briguem" para estar comigo. Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, que eu possa divertir a todos.
Senhor, não te peço muito... Só quero viver o que vive qualquer televisor!"
Naquele momento, o marido de Ana Maria disse:
"Meu Deus, coitado desse menino. Nossa, que coisa esses pais".
E ela olha:
"Essa redação é do nosso filho".
Eu não poderia deixar passar
em branco esse momento
e lhe agradecer pela lembrança.
Você realmente sabe como agradar
alguém. Ser lembrado é uma coisa
deliciosa, mas vindo de uma pessoa
que eu gosto tanto, fica melhor ainda.
Muito obrigado, eu nunca mais vou
esquecer seu gesto e sempre que
puder vou tentar retribuir com muita
alegria. Eu quero que você seja muito
feliz e que receba todas as graças
desta vida fazendo dos seus dias,
dias de emoção e harmonia.
Obrigado!
Vem para mim homem, me faça feliz, vem me dar todo seu amor me mata de prazer...
Ah! eu fico completamente maluca quando você começa me falar no ouvido...
Adoro explorar o seu corpo, adoro tirar da sua boca aqueles gemidos deliciosos, ouvir você gemendo... é mais que maravilhoso.
Teu corpo... que coisa linda, é do jeitinho que eu gosto. É maravilhoso saber que você é meu, sentir o prazer que você tem ao se deitar comigo.
Ah! eu não posso esquecer esse corpo maravilhoso que você tem paixão e quando eu vou descendo, passeando a minha língua quente e úmida por ele, brincando, parando aqui e ali como quem caça alguma coisa, e então poder presenciar toda a sua virilidade ali, só pra mim, amor.
Eu te chupo com tanto gosto, com tanto prazer... Bom mesmo é quando a gente se encaixa no mesmo movimento até gozarmos juntos.
Amor... é tudo tão lindo quando estou com você.
Você é simplesmente... Maravilhoso!
O casamento é a união de duas pessoas imperfeitas que se amam e, por isso, tanto a esposa como o marido irão magoar e ser magoados com palavras e ações irrefletidas do seu parceiro. Não adianta insistirmos que quem ama não machuca. Quem ama machuca sim, porque todos falhamos. A diferença é que quem ama procura solucionar o seu erro e cuidar da pessoa a quem fez sofrer.
O perdão e o arrependimento surgem então como essenciais em qualquer relacionamento. Durante anos e anos de convívio, algumas vezes iremos estar no papel do arrependido e em outras ocasiões na posição do perdoador. Partir para um casamento sem essas duas atitudes tão nobres, traria sérios riscos de correr mal. Seria como sair com pouca roupa para um lugar onde está bastante frio, com a diferença de que, neste caso, a consequência seria uma constipação, mas no que se refere ao matrimónio, o resultado poderia ser uma triste separação.
Há sempre o momento de pedir ajuda, de se abrir, de tentar sair do buraco. Mas, antes, é imprescindível passar por uma certa reclusão. Fechar-se em si, reconhecer a dor e aprender com ela. Enfrentá-la sem atuações. Deixar ela escapar pelo nariz, pelos olhos, deixar ela vazar pelo corpo todo, sem pudores. Assim como protegemos nossa felicidade, temos também que proteger nossa infelicidade. Não há nada mais desgastante do que uma alegria forçada. Se você está infeliz, recolha-se, não suba ao palco. Disfarçar a dor é dor ainda maior.
Martha Medeiros