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Enquanto você parte, entre noites, estrada fora, eu fico imaginando sua hora de voltar. São tantas ruas que entretanto vai cruzando e eu vivo questionando porque nenhuma te traz a mim.

Meu peito arde de paixão, muita saudade e eu sinto a casa fria, está esperando por você. Vem percorrer nosso mundo e não adie mais seu regresso. O amor que nos uniu também tem caminhos por descobrir.

Um príncipe chinês, orgulhava-se de sua coleção de porcelana, de rara quão antiga procedência, constituída por doze pratos assinalados por grande beleza artística e decorativa.
Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe condenou à morte o dedicado servidor, que fora vítima de uma circunstância fortuita.
A notícia tomou conta do Império, e, ás vésperas da execução do desafortunado servidor, apresentou-se um sábio bastante idoso, que se comprometeu a devolver a ordem à coleção, se o servo fosse perdoado.
Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a oferenda do venerando ancião. Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes sobre uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa porcelana fossem espalhados em volta do móvel.
Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.
Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse:
— Aí estão, senhor, todos iguais conforme prometi. Agora podeis mandar matar-me. Desde que essas porcelanas valem mais do que as vidas, e considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada. Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas, já que elas, diante desses objetos nada valem.
Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo, compreendendo que nada há mais precioso do que a vida e si mesma.

Acordei hoje com uma saúde de ferro e uma disposição hercúlea para mostrar que tenho gratidão e meu organismo agradece com a existência e resistência física de minha máquina. Bem, dizem que o poderoso quando fez as vocações escolheu uma que muito se assemelha a sua criação.
Como tendo o poder de criar e de resolver os detalhes em nosso organismo, deu a ele uma função de curador para poder descansar mais tranquilo no sétimo dia de construção. E aí, surgiu o médico ou doutores de todas as especialidades desde o dedo do pé até o mais tênue fio de cabelo. Se não falar dos mestres da cura, então esqueçam.
Ou a sua saúde está muito boa ou esquecido demais.
Eu falaria a vida inteira e não perderia um só momento na prevenção tão pedida por eles (o que não sou muito adepto) para viver mais de cem anos e para sempre, nesta data, poder homenageá-los.
Viva 18 de outubro, o dia do Médico de todas as crenças, credos e raças de todos os cantos do nosso planeta Terra, azul como a linda carreira deles.

Luzes, cores, carinho, festa,
traduzem a alegria do povo
que se manifesta,
comemorando
um novo significado
de viver!
Ha¡ perfume de cipreste no ar,
um colorido em cada veste,
esperança em cada olhar,
na sinfonia celeste do poder.

O Natal abre presentes e passados,
aperta abraços,
convence a humanidade
de que o amor existe.
ah o poder do Natal
que ressoa renovando tudo,
prometendo a todos
a paz que não se esgotou,
esta a¡ escondida
na sua arvore de vida
e você por distração
ainda não encontrou.

Ivone Boechat

Todo beijo é válido quando desejado!
Não importa o tempo passado é sempre esperado!
Quando se ama intensamente, o pouco parece ser muito!
E por mais que rolam as lágrimas,
O brilho dos olhos não se apaga!
Os sorrisos nunca cessam!
Os sonhos jamais acabam.

Quem de fato um beijo deseja,
Roda todo o planeta a fora se preciso for para tê-lo!
Anda nos lugares mais remotos,
Quebra quaisquer regras e faz dos céus o seu único limite,
Mesmo que não entenda como pode o amor nos encantar
E nos fazer ser tão esfuziantes!

O amor preenche a tudo,
Portando, não devemos tê-lo como um vazio em nossa vida.
Para que não ocorra de um dia acordar,
E ao estender o braço,
Não sentir aquilo que apalpamos mesmo sabendo que o temos.