Faça o seguinte: assopre o pensamento triste, deixe escorrer a última lágrima, conte até vinte.
Abra a janela, aquela que dá para o voo dos pardais, procure a luz que pisca lá na frente. Evite as sombras que ficaram lá pra trás.
Ao encontrá-la, coloque-a dentro do peito de tal jeito que possa ser notada do lado de fora. Acrescente agora uma pitada de poesia, do tipo que passa por nós todos os dias e nem sequer consegue ser notada.
Aumente o brilho, com toda a intensidade que um sorriso é capaz.
A felicidade é o seu limite e o paraíso é você mesmo quem faz!
Gosto de você, Como gosto do sol, da lua das estrelas.
Gosto de você, como gosto, das flores, da terra, e do mar profundo.
Pois você tem, o calor do sol, a suavidade da lua, a beleza das estrelas, o perfume das flores, a força da terra e o mistério do mar.
Você é muito especial pra mim!
Te amo!
Certos namorados brigam, dia sim, dia não. Na sexta se amam, no sábado se odeiam, no domingo fazem as pazes, na segunda prometem nunca mais se ver. São amores movidos à adrenalina, que rendem bons versos e letras de músicas. Muito destes casais conseguem chegar ao altar e continuam, entre tapas e beijos, até as bodas de ouro. Brigam e voltam tantas vezes, mas tantas vezes, que na verdade, nunca chegam a se separar. Deixe que digam, que pensem, que falem. O amor é lindo.
Alexandre, governante grego, foi realmente grande naquilo que conquistou. O mundo antigo esteve aos seus pés. Só que viveu pouco. Alexandre nasceu em 356 A.C e morreu, aos 33 anos, em 323 A.C.
Recentemente produzi e gravei um estudo específico sobre ele para o programa ''Encontro com as Profecias'' (se você puder, vale a pena ouvir!). Depois do programa pronto lembrei de um velho texto anônimo escondido entre meus arquivos. Trata-se de uma curiosa comparação entre Alexandre e Jesus. Diz assim:
Existe uma interessante comparação entre Jesus e Alexandre, o Grande. Ambos morreram com a idade de 33 anos.
O grego viveu e morreu para si próprio, o hebreu por você e por mim.
O grego morreu sobre um trono, o judeu sobre uma cruz.
A vida de um pareceu um triunfo, a do outro, uma derrota.
Um foi chefe de exércitos, o outro avançou só.
Alexandre fez correr o sangue de uma geração inteira; Jesus derramou Seu próprio sangue.
Um ganhou o mundo inteiro em sua vida, mas perdeu tudo na morte; o outro perdeu Sua própria vida, mas ganhou a fé do mundo inteiro.
O grego fez todos os homens seus escravos; o hebreu deu a todos a liberdade.
Alexandre fundou seu trono no sangue; Jesus no amor.
Um nasceu na Terra, o outro veio do Céu.
Um conquistou toda a terra, mas perdeu finalmente o Céu e a Terra; o outro renunciou a tudo, para finalmente tudo ganhar.
Alexandre, o grego, morreu para sempre. Jesus, por outro lado, vive eternamente.
Outro pensamento interessante, para finalizar: Enquanto Roma estava muito ocupada fazendo história, Deus chegou. Ele armou a Sua tenda da encarnação na palha num estábulo sob uma estrela. O mundo nem notou nada. Sob a influência ainda dos sucessos de Alexandre, o Grande e Herodes, o Grande o mundo passou por alto o pequeno Cordeiro de Maria. E ainda o faz.
Hoje o sol brilhará para nós dois. O sol que temos em comum e que podemos ver no mesmo céu, apesar de no fundo estarmos separados por uma grande distância.
Acordar e saber que não posso ter seu carinho traz sempre um sabor amargo, mas quando isso acontece eu penso em como nos temos mantido unidos apesar de estarmos longe um do outro. A verdade é que temos dado provas constantes de que aquilo que sentimos é forte e verdadeiro e essa realidade me traz muita felicidade. Bom dia, amor!