Passamos quase a vida toda à procura da felicidade, desejando às pessoas queridas, sempre esperando ela chegar como se fosse algo inalcançável. Mas será que é mesmo tão difícil assim ser feliz ou somos tão exigentes ao ponto de não enxergarmos a presença da felicidade?
Às vezes o problema está na definição do que pra gente é felicidade, como nem sempre o que nos leva a ser feliz é definido fica muito mais difícil obter algo que não é conhecido. O primeiro passo para encontrar a felicidade é se perguntar o que te faz feliz, sabendo isso já está a meio caminho de conquista-la.
Desta forma você irá perceber que nas pequenas coisas pode também ser encontrada a felicidade. Não necessariamente está no carro importado, ou naquele emprego tão desejado, muitas vezes pode estar em um simples abraço bem apertado.
Sempre que uma estrela aparece, eu permito que ela possa iluminar o meu caminho é assim o que desejo, que ela possa cobrir de luz e cor o meu destino, e se ela quiser continuar a brilhar eu sempre vou juntar a ela toda a luz do meu olhar, porque vai ficar fácil de encontrar.
Você passou a existir de uma forma completa, desde a primeira vez que eu te vi e não foi nada fácil, não mais tirar você do meu pensamento.
Quando se quer alguma coisa precisamos fazer com que aconteça e seja legal.
Estou te convidando para fazer parte do meu infinito céu, sendo uma estrela a brilhar continuamente, sinta toda a sinceridade nas palavras que me expresso, por intermédio dessa mensagem tomei coragem par declarar na tentativa de conquistar você.
Quem sabe não sou eu, a pessoa que faltará na sua vida!
Hoje pedi a Deus que não me tirasse nenhum fardo, quero todos!
São eles que me tornam forte!
Apenas pedi que permanecesse ao meu lado, e tive a certeza de conseguir carregar todos neste momento!
Claro que no decorrer das horas, tive momentos de ansiedade e dúvidas. Afinal foi este o meu pedido... Enfim, me recuperei em todas as vezes que senti este vazio!
Deus está comigo, eu consigo!
A vida é linda, as pessoas são lindas... E tudo que Deus fez e faz é perfeito!
Amo tudo que Deus me dá!
Meu querido estás tão longe que tudo o que me resta é ficar aqui, quieta e triste, com o coração apertadinho de saudades!
Nem fazes ideia do quanto eu gostaria de ter-te por perto, do quanto eu gostaria de estar agora a ouvir música encostada ao teu ombro, de mãos dadas contigo. Parece palermice, mas são essas coisas simples que me deixam mais saudosa...
Sinto vontade de saber se estás acessível... e gostaria de ter a sensação de que era possível tocar-te a qualquer momento, chamar pelo teu nome e não ficar horas e horas, em vão, à espera de uma resposta. Sei que esta situação é transitória, sei que um dia vou poder abandonar em pleno esta saudade, sei que sentirei de novo o toque da tua pele e da tua boca, a força e o calor do teu abraço, mas mesmo assim sinto-me muito triste e sozinha enquanto estou longe de ti. Se soubesses a intensidade desta minha dor, a intensidade do meu desconforto, certamente arranjarias forma de chegar mais cedo, de estar perto de mim o mais depressa possível, pois eu amo-te mais cada dia e sinto-me triste por estar longe de ti!
Por enquanto só me resta ficar aqui, recostada no sofá, vendo velhos filmes românticos, aos quais nem sequer presto muita atenção, porque sei que o meu amor por ti é maior do que todos os que já passaram pelas salas de cinema! Mas, também sei que a saudade dói demais!
Ao voltar de um exaustivo dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Imaginando que os filhotes estivessem nas imediações, pôs-se a procurá-los com diligência. Olhou e examinou cada canto, sem encontrá-los.
Preocupada com a demora que se tornava séria, desesperou-se e tomada de pânico esgoelou-se em urros que encheram de espanto toda a floresta. Uma anta decidiu indagar a respeito da ocorrência. Chegando junto da toca, viu a onça desatinada e então, jeitosamente, procurou saber dela sobre o que estava acontecendo.
– Devoraram-me os filhotes! – gemeu a onça. – Infames caçadores cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos...
A anta conciliadora, porém franca, não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, careciam ser ouvidas por ela naquele momento. Então falou-lhe:
– Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem. Perdoe-me a franqueza, nessa hora de desespero. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que fizeram uma vez aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora acabou de abater uma corçazinha...
Tomada de indignação, a onça arregalou os olhos como que espantada pela coragem e atrevimento da anta, falando com um ódio mortal: – Oh, estúpida criatura! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Com que direito você se atreve em comparar os meus filhos com os filhotes dos outros? E como pode comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? É preciso considerar primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois pesar a situação...
Foi nesse momento que um velho macaco, que bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou como quem está revestido de autoridade: – Amiga onça, é sempre assim: A dor alheia só atinge aos altruístas, mas jamais ao egoísta...