O mestre, conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com igualdade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante.
O aprendiz blasfema, levanta-se e cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar seu mestre.
Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar, o mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.
-Você não me ensinou nada hoje- diz o aprendiz, levando mais um tombo.
-Ensinei sim, mas você parece que não aprende ? respondeu o mestre ? estou tentando te ensinar como se lida com os erros da vida.
-E como lidar com eles?
- Como deveria lidar com seus tombos - respondeu o mestre. - Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar.
A amizade verdadeira é como o amor, não se explica, apenas se sente. A amizade verdadeira nasce com uma simpatia à primeira vista. Esta simpatia cresce e se torna empatia. As afinidades vão sendo descobertas, momentos vão sendo partilhados, uma história vai sendo vivida, até que a cumplicidade se torna tão grande que muitas vezes já não é preciso dizer nada para que um amigo entenda o outro.
A amizade é um dos sentimentos mais nobres que um ser humano pode sentir. A amizade verdadeira é desinteressada, não é possessiva, é generosa, é livre e bonita. Os amigos de verdade ficam perto um do outro porque querem, e não porque precisam. Por isso, ter um amigo é saber ter com quem contar para o que der e vier.
Ter um amigo de verdade é ter um irmão de alma.
Alegre-se e cante! Louve ao Senhor por mais um dia maravilhoso! Jesus está vivo!
E porque Jesus ressuscitou, nós temos uma esperança que se renova a cada dia. Hoje é dia de ser grato por tudo aquilo que Jesus conquistou por nós na cruz. Por isso o nosso coração está feliz com um sentimento genuíno que vem do alto. Que a nossa alegria possa contagiar o mundo inteiro!
Um bom Domingo de Páscoa para todos!
Tive um sonho esta noite, José. E não entendo. Realmente, não entendo, mas acho que foi sobre uma celebração de aniversário para nosso Filho. As pessoas tinham se preparado para isso durante umas seis semanas aproximadamente. Tinham decorado a casa e comprado novas roupas. Tinham feito muitas compras e presentes bem elaborados também foram comprados.
Era peculiar, embora, porque os presentes não eram para nosso filho. Embrulharam-nos em papel lindo e os amarraram com laços adoráveis e os empilharam sob uma árvore.
- Sim, isso mesmo, uma árvore, José, dentro de casa. Tinham decorado a árvore também. Os ramos estavam cheios de bolas e ornamentos cintilantes. Havia uma figura no topo da árvore. Pareceu-me ser um anjo.
- Ó, mas era lindo. Todo o mundo risonho e feliz. Estavam todos animados com os presentes. Deram os presentes um ao outro, José, mas não a nosso Filho.
- Eu acho que eles não o conheciam. Eles nunca mencionaram seu nome. Não te parece estranho as pessoas celebrarem o aniversário se eles não conhecem o aniversariante?
- Tive o estranho sentimento que se nosso filho tivesse ido a esta celebração, ele teria sido um intrometido.
- Tudo era tão lindo, José, e todo o mundo tão cheio de alegria, mas fizeram-me chorar. Como é triste para Jesus não ser querido na celebração de seu próprio aniversário...
- Mas estou feliz por ter sido apenas um sonho, José. Como seria terrível se tivesse sido real...
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.