Bons relacionamentos são baseados em boa comunicação.
São os bons sentimentos que possibilitam esse tipo de comunicação. A habilidade de saber ouvir atentamente com apreciação é uma forma de promover esses sentimentos genuínos.
Ouvir não é algo passivo, mas uma atitude ativa de dar respeito e espaço aos outros de forma que eles possam expressar-se abertamente e calmamente.
Ouvir é um ato de amor. Pode parecer simples mas o impacto disso nos relacionamentos é incrível.
Toda vitória é consequência de luta, de esforço, de determinação. Foi preciso tudo isso e muito mais para hoje estarmos celebrando sua formatura, minha irmã querida! Sinto um orgulho gigante na pessoa que você é.
Minha admiração é muito grande e tenho você como exemplo de conquista, de batalha, de força. Você provou que desistir nunca é opção, que baixar cabeça é para fracos e que os sonhos existem para ser realizados. Felicitações!
Respeite-se!
-> Fale de amor
-> Saiba o que quer
-> Perdoe uma ofensa
-> Aprenda a dizer não
-> Livre-se das mágoas
-> Reclame menos da vida
-> Goste de você como você é
-> Compartilhe os seus sentimentos
-> Eleve os seus pensamentos a Deus
-> Fique feliz por receber um elogio
-> Elimine qualquer vício da sua vida
-> Não faça nada que não lhe agrade
-> Não se preocupe com a opinião alheia
-> Agradeça a Deus por todas as suas conquistas
Não é o tempo que tem um relacionamento que define a quantidade de amor entre duas pessoas, mas sim a intensidade com que ele é vivido. É por isso que, apesar de o nosso namoro ainda ser recente, sinto que a paixão que nos une é infinita.
Vamos contar dias e dias de cumplicidade. Temos um longo caminho a percorrer, meu amor, mas é apenas do seu lado que eu quero estar!
Quando pequeno, papai lutava com alguma dificuldade para manter a família, pois éramos cinco filhos, todos pequenos.
Como estávamos sempre a desejar um carrinho, como os filhos dos vizinhos tinham, ele, economizando um pouco, comprou-nos um esclarecendo que pertenceria a todos.
Ficamos muito contentes mas, em breve, estávamos brigando, cada qual julgando ter primazia para usar o brinquedo.
Não podendo adquirir um carrinho para cada filho, certo dia, depois de uma das nossas muitas discussões, ele chamou-nos para conversar. – Vocês estão se desentendendo por causa do carrinho e isso não é bom. Mas há um meio de resolver o problema. Durante uma semana o carrinho vai pertencer apenas a um de vocês. Os demais se ocuparão dos trabalhos da casa, auxiliando sua mãe. Aquele que estiver com o carrinho poderá empregar o tempo do modo que quiser...
O plano não nos pareceu mau e, quando fizemos o sorteio para saber quem ficaria com o brinquedo em primeiro lugar, fui o contemplado. Fiquei muito satisfeito, mas nos dias que se seguiram percebi que brincar sem os companheiros era terrivelmente monótono. Trabalhando juntos, os meus irmãos pareciam mais contentes e felizes do que eu.
Confessei-lhes o que estava sentindo e decidimos conversar outra vez com papai. – E vocês, sentem-se satisfeitos trabalhando sem o Juca?
Meus irmãos responderam que não. Além do trabalho ter-se tornado mais árduo, eles sentiam falta da minha companhia.
– Então, disse meu pai depois de pensar um pouco, por que vocês não resolvem o caso da seguinte maneira: antes vocês realizam, juntos, as tarefas da casa. Com o tempo que restar, pois o trabalho ficará reduzido, poderão brincar à vontade com o carrinho. Que tal a ideia?
Achamos que a solução era ótima. Começamos a trabalhar juntos, auxiliando-nos uns aos outros e, depois de tudo terminado, corríamos para o carrinho, usando-o para brincadeiras em grupo. Acabaram-se as brigas e até hoje eu e meus irmãos mantemos vivo esse espírito de cooperação e camaradagem.