Mensagens de Professor

"Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez o SENHOR a estes.
(Salmos 126:2)"
Um grupo de estudantes de geografia estudava as sete maravilhas do mundo.
No final da aula, aos estudantes foi pedido para fazerem uma lista do que eles pensavam que fossem consideradas as novas sete maravilhas do mundo.
Embora houvesse algum desacordo começaram os votos:
1. A Grande Muralha - China
2. Cristo Redentor - Brasil
3. Petra - Jordânia
4. Taj Mahal - Índia
5. Coliseu de Roma - Itália
6. Chichén Itzá - México
7. Machu Pichu - Peru
Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta.
A menina, não tinha virado sua folha ainda.
O professor então perguntou à menina se tinha problemas com sua lista.
A menina quieta respondeu: "- Sim, um pouco, eu não consigo fazer a lista, porque são muitas maravilhas."
O professor disse: "- Bem, diga-nos que o que você tem, e talvez nós possamos ajudá-la.
"
A menina hesitou, então leu:
"- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1. tocar
2. sentir sabor
3. ver
4. ouvir
Hesitou um pouco e então...
5. sentir
6. rir
7. e amar
A sala então ficou completamente em silêncio.
É fácil para nós, olhar as façanhas do homem. Nós negligenciamos tudo o que Deus fez para nós.
Que você possa se lembrar hoje, daquelas coisas que são verdadeiramente maravilhosas.
"Faça tudo de bom que você puder para todas as pessoas que você puder, quando você puder."

O professor lutava na escola com um grande problema. Os alunos começaram a ler muitas histórias de homens maus, de roubos e de crimes e passaram a viver em plena insubordinação.

Queriam imitar aventureiros e malfeitores e, em razão disso, na escola e em casa apresentavam péssimo comportamento. Alguns pronunciavam palavrões, julgando-se bem-educados, e outros se entregavam a brinquedos de mau gosto, acreditando que assim mostravam superioridade e inteligência.

Esqueciam-se dos bons livros. Zombavam dos bons conselhos.

O professor, em vista disso, certo dia reuniu todas as classes para a merenda costumeira, apresentando-se uma surpresa esquisita. Os pratos estavam cheios de coisas impróprias, tais como pães envolvidos em lama, doces com batatas podres, pedaços de maçãs com tomates deteriorados e geleias misturadas com fel e pimenta.

Os meninos revoltados gritavam contra o que viam, mas o velho educador pediu silêncio e, tomando a palavra, disse-lhes:

- Meus filhos, se não podemos dispensar o alimento puro a benefício do corpo, precisamos também de alimento sadio para a nossa alma. O pão garante a nossa energia física, mas a leitura é a fonte de nossa vida espiritual. Os maus livros, as reportagens infelizes, as difamações e as aventuras criminosas representam substâncias apodrecidas que nós absorvemos, envenenando a vida mental e prejudicando-nos a conduta. Se gostamos das refeições saborosas que auxiliam a conservação de nossa saúde, procuremos também as páginas que cooperam na defesa de nossa harmonia interior, a fim de nunca fugirmos ao correto procedimento.

Com essa preleção, a hora da merenda foi encerrada. Os alunos retiraram-se cabisbaixos. E, pouco a pouco, a vida dos meninos foi sendo retificada, modificando-se para melhor.

Como você encara a vida?
Há dois modos de encarar a nossa mais difícil missão que se intitulada VIDA, podemos culpá-la por tudo de ruim que nos acontece e fingir que ela está de fato sendo injusta conosco, ou, podemos aceitar que na vida só temos aquilo que merecemos e que mesmo as quedas nos proporcionam grandes aprendizagens.
O que você prefere, cair e levantar muito mais forte e certo de que não cairá novamente pelo mesmo motivo, ou cair e ficar reclamando o quanto a vida é injusta, o quanto você não merece aquilo, e dessa forma deixar de aprender com seus erros e sempre culpar a outras pessoas e até mesmo a vida por ele?
Se você caiu é porque não olhou se no caminho ao qual você seguia havia pedras, você deve ter fechado seus olhos e simplesmente ignorado que toda ação tem uma reação.Se você sai com seus amigos para uma balada, toma todas, fica doidão e mesmo assim volta dirigindo pra casa e acaba sofrendo um acidente, a culpa é da vida?não, a culpa é sua que quis dar uma de super idiota e bancar "O CARA" na balada.
Agora se você é um estudante e sabe que no dia seguinte haverá uma hiper prova de matemática e mesmo assim não estuda e acaba tirando zero a culpa é do professor?o professor que te deu um zero?NÃO você se deu um zero.
Só temos aquilo que merecemos, e tudo que recebemos é fruto do que plantamos, ninguém recebe um fardo maior do que se pode carregar, então quando você estiver com um problemão, seja do tipo que levanta sacode a poeira e da á volta por cima...
Viva a vida enquanto você pode, porque em um piscar de olhos você pode perdê-la, pra que se queixar! tudo tem um lado positivo, faça com que o lado positivo seja muito mais intenso que o negativo e seja SUPER HIPER FELIZ!

UMA XICARA DE CAFÉ

Um grupo de profissionais, todos vencedores em suas respectivas carreiras, reuniu-se para visitar seu antigo professor.
Logo a conversa parou nas queixas intermináveis sobre *stress* no trabalho, e na vida em geral.

O professor ofereceu café. Foi para a cozinha e voltou com um grande bule e uma variedade das melhores xícaras: de porcelana, plástico, vidro, cristal...
Algumas simples e baratas, outras decoradas, outras caras, outras muito exóticas...

Ele disse:
- Pessoal, escolham suas xícaras e sirvam-se de um pouco de café fresco.

Quando todos o fizeram, o velho mestre limpou a garganta, calma e pacientemente conversou com o grupo:
- Como puderam notar, imediatamente as mais belas xícaras foram escolhidas, e as mais simples e baratas ficaram por último. Isso é natural, porque todo mundo prefere o melhor para si mesmo. Mas essa é a causa de muitos problemas relacionados com o que vocês chamam "stress".

Ele continuou:
- Eu asseguro que nenhuma dessas xícaras acrescentou qualidade ao café. Na verdade, o recipiente apenas disfarça ou mostra a bebida.
O que vocês queriam era café, não as xícaras, mas instintivamente quiseram pegar as melhores.

Eles começaram a olhar para as xícaras, uns dos outros.
Agora pense nisso:
*A vida é o café.*

Trabalho, dinheiro, status, popularidade, beleza, relacionamentos, entre outros, são apenas recipientes que dão forma e suporte à vida.
O tipo de xícara que temos não pode definir nem alterar a qualidade da vida que recebemos.

Muitas vezes nos concentramos apenas em escolher a melhor xícara, esquecendo de apreciar o café!

As pessoas mais felizes não são as que têm o melhor, mas as que fazem o melhor com tudo o que têm!

Então se lembrem:
Vivam simplesmente. Sejam generosos. Sejam solidários e atenciosos.
Falem com bondade.

O resto deixem nas mãos do Senhor, porque a pessoa mais rica não é a que mais tem, mas a que menos precisa.

Agora desfrutem o seu café!

Um companheiro amargurado por desgostos do cotidiano, certa feita, através de emissora interiorana, ouviu a voz empolgante de um professor de otimismo que lhe cativou a atenção e a simpatia.
De três em três dias, ia-lo postado junto ao receptor, a fim de registrar os concertos do orientador distante.
Tão admirado se viu com as respostas com que o prestimoso amigo reconfortava e instruía aos ouvintes, que lhe dirigiu a primeira carta, solicitando-lhe auxílio para sanar as inquietações de que reconhecia ser objeto.
Entusiasmado com os apontamentos que obtinha pelo sem fio, confiou-se à copiosa correspondência, rogando-lhe as opiniões que chegavam sempre sinceras e sensatas.
Aquele homem, cujas palavras de paz e compreensão se espalhavam pelo rádio, devia conhecer as mais intrigadas questões humanas.
Para quaisquer indagações, expedia a resposta exata e tanto adentrou na faixa dos pensamentos novos que lhe eram endereçados que o amigo, dantes fatigado e pessimista, observou-se curado da angústia crônica que o possuía.
Renovado e feliz, deliberou exteriorizar a gratidão que lhe vibrava nos recessos do ser, procurando abraçar o benfeitor pessoalmente.
Combinaram dia e hora para o encontro e o beneficiado despendeu oito horas, em automóvel, varando estradas difíceis, de modo a reverenciar o professor que lhe reabilitara as forças para a vida.
Só então, depois de atingir a cidade para a qual se dirigia, entre consternação e jubilo, conseguiu avistá-lo, verificando, por fim, que o distinto radialista, que lhe devolvera a alegria de viver e trabalhar, era paralítico e cego.

Um velho trapezista de circo dedicava-se a formar jovens acrobatas. Um grupo de alunos, após vários meses de treinamento intenso, tinha agora que enfrentar o teste principal: seu primeiro salto no trapézio a 15 metros de altura. Um a um, os jovens foram superando aquela prova, até que o último aluno se posicionou na plataforma, aguardando o momento certo para o salto, em busca do trapézio que balançava suavemente na sua frente. E o tempo ia passando e o jovem continuava lá, olhando para um ponto qualquer à sua frente, imóvel como que congelado.

O velho professor, observando a hesitação do aluno, procurou ajudá-lo:

- Vamos lá rapaz... Pule!

Sem qualquer reação o jovem gaguejou:

- Eu não posso... Não posso pular... Eu me vejo morto lá embaixo estendido no chão.

Naquele instante o silêncio se fez sentir no picadeiro. Todos os presentes acompanhavam tensos aqueles momentos.

O velho trapezista subiu até então onde estava o jovem e calmamente disse-lhe:

- Se não tivesse certeza que você seria capaz de pular não pediria para fazê-lo. Você tem conhecimentos técnicos e competência para executar este movimento. Vou lhe dar um conselho... Preste atenção: primeiro atire seu coração e a mente naquela barra... o corpo irá atrás... Acredite!

Passados alguns segundos o jovem aluno se lança no espaço resoluto e agarra o trapézio, ouvindo então as palmas dos que o observavam naquele instante.

Assim como o aluno, quantas vezes nos sentimos "congelados" quando pensamos no pior. O velho professor quando pedia ao jovem para jogar o coração e a mente, estava na realidade dizendo:

- Atire na mente sua confiança, sua fé, sua determinação que a parte material vem na sequência.

Criar uma imagem mental positiva ajuda a "descongelar" o raciocínio.