Olho para seus cabelos brancos e sinto respeito. Ouço você falar e em meu coração cresce uma grande admiração. Sua história de vida é minha inspiração e seu exemplo é digno de ser seguido.
Os anos passam e sua idade não para de aumentar, mas você sempre teve e terá todo tempo para mim. É difícil expressar a gratidão que sinto por você existir, meu querido avô!
Amor é algo que se sente independente da vontade de alguém e é um sentimento muito pessoal é como uma impressão digital por isso não existirão nunca dois amores iguais.
Amor não é para ser entendido nem correspondido. Amor é para ser vivido compartilhado.
Nunca cobrado, Sempre oferecido.
Ao mesmo tempo em que se parece com um pássaro arredio e desconfiado, porque parece nos abandonar as vezes sem que nos tenhamos dado conta.
Amor é muito confundido, às vezes por não conhecermos a fundo o nome de outros sentimentos confundimos muito do que sentimos com amor ou com a falta dele.
Mas é impossível.
Sem ele não há vida, não haveria sorrisos, nem tantas outras coisas que julgamos boas, mas que só existem por causa da existência do Amor
O amor pode ser um oceano, um céu ou um devaneio
O amor é estar, é sentir, é crescer, é pensar
O amor é viver
Primavera gentil dos meus amores,
- Arca cerúlea de ilusões etéreas,
Chova-te o Céu cintilações sidéreas
E a terra chova no teu seio flores!
Esplende, Primavera, os teus fulgores,
Na auréola azul dos dias teus risonhos,
Tu que sorveste o fel das minhas dores
E me trouxeste o néctar dos teus sonhos!
Cedo virá, porém, o triste outono,
Os dias voltarão a ser tristonhos
E tu hás de dormir o eterno sono,
Num sepulcro de rosas e de flores,
Arca sagrada de cerúleos sonhos,
Primavera gentil dos meus amores!
Esta história me foi contada pela minha vó com o intuito de me fazer avaliar bem os meus atos e, principalmente meus hábitos.
"Numa pequena vila morava um garoto que se chamava Anicete. Por qualquer motivo ele chorava. O pessoal da vila o apelidou de Anicete chorão.
Quando ele estava chorando diziam:
- É apenas o Anicete chorão.
Um dia o Anicete caiu em uma vala. Impedido de sair sozinho, começou a a chorar.
Todos que por ali passavam, olhavam e exclamavam:
- É apenas o Anicete chorão.
Sem obter ajuda Anicete chorão morreu na vala.
De tanto chorar em vão, não foi acreditado na hora que realmente precisava.
O encanto tem um nome, o amor também! Esse nome é o seu, querida mãe! É que a maternidade não é uma coisa do sangue; não é algo que pertença somente à biologia, mas é matéria do coração, do sentimento.
É por isso que não aceito que você seja minha mãe adotiva. Você é minha mãe – apenas mãe! Apenas a melhor mãe do mundo! Sou feliz, porque você me ensinou o caminho do amor e da felicidade! Beijo!