Amigo é aquele que te diz 'eu te amo' sem qualquer medo de má interpretação. Amigo é quem te ama 'e ponto'. É verdade e razão, sonho e sentimento. Amigo é para sempre, mesmo que o sempre não exista.
Eu gosto de me esconder no teu abraço quando algo me deixa com medo. Eu gosto de afundar minha cabeça no seu pescoço e ficar aconchegada por um bom tempo até acalmar. Eu gosto de ficar deitada quietinha com você. Eu gosto de amar você, mimar você, cuidar de você. Eu gosto de ser a tua pequena, a tua menina, o teu bem querer.
Você chegou e em apenas quatro meses mudou o meu mundo de forma absoluta. Desde o mágico dia em que nossos olhares se cruzaram, tudo passou a fazer sentido, e eu existo para o fazer feliz e para que você me faça feliz. Obrigada, meu namorado, por esses quatro meses de sublime felicidade!
E quatro meses parece ser pouco tempo, e talvez seja, mas para mim eles representam eternidades de sentimentos, infinitos momentos de mágica, amor e felicidade. Eu te amo!
Não existe tempo ruim quando estou com você. Não existe tempo que doa, tempo que passe em vão, tempo que não seja certo quando tua presença se faz presente. Em mim, principalmente... Não existe tempo que dure quando estou ao seu lado, nem tempo que passe quando você vai embora. Não existe tempo fechado que o Sol do teu sorriso não ilumine, nem tempo frio que o calor do teu abraço não aqueça. Não existe tempo que cure a saudade que você faz, nem tempo suficiente para viver com você.
O que vai na marmita...
O que vai na marmita do trabalhador? Na marmita, vai arroz e vai feijão. Com certa sorte, farofa ou macarrão, e talvez couve, talvez ovo, talvez uma mistura diferente uma surpresa, um presente.
Na marmita vai um certo amargor: o travor da submissão, os ossos da servidão, a enorme fome da liberdade utópica, do inexequível lazer, do que há por fazer, das horas na condução, da inatingível satisfação.
O que mais vai na marmita do trabalhador? Na marmita, além do arroz e do feijão, vai também um certo dulçor: Um gosto de paz e de amor. o tempero da casa, a sensação do descanso, a lembrança do sossego das horas passando mais devagar. a saudade dos filhos, reminiscências de alegria, recordações de inocência.
A marmita leva ainda a ternura caprichosa da mulher, o afeto carinhoso no preparo da boia. E durante a refeição, Na meiga imagem da companheira a marmita é cúmplice faceira, e leva o prazer em sobejo: em cada ingrediente um desejo, em cada garfada um beijo!