Feliz Aniversário, irmã! Você conhece o tamanho da minha admiração por seu jeito carinhoso, por ter esse coração bondoso e cheio de alegria. Você sabe que nunca me preocupou o fato do nosso sangue não ser igual.
Você sabe melhor que ninguém por que sorrio e por que às vezes permito que uma lágrima caia dos meus olhos. Somos amigas, somos irmãs! Eu te adoro por tantos motivos. Tenha um dia lindo!
De manhãzinha,
com o jardineiro
e sua mangueira,
vem o beija-flor.
Baila nos galhos,
baila, oscila e voa
em volta da roseira.
Brilha a alegria
em seus olhinhos.
Ergue as asas,
abre o bico,
engolindo pingos
e respingos
na delícia da água.
O peito sobe e desce
no côncavo de uma folha
— sua banheirinha.
Até que o sol vem
formando arco-íris
em sua plumagem
e ele flutua, fulgura,
beijando a luz.
Irmãzinha do meu coração, espero que hoje o seu dia exceda suas expectativas, que seus desejos se realizem e que receba muitas homenagens e presentes. Feliz aniversário, meu amor!
E cresça você o que crescer, passe o tempo que passar, para mim você será sempre a minha irmãzinha pequena, a caçulinha, o meu bebezinho fofinho que eu quero amassar com mimos, abraços e beijinhos.
Também sei perceber que você se está transformando em uma linda e forte mulher, mas mesmo quando já for velhinha, secretamente vou continuar a pensar em você como a minha irmãzinha bebê.
Mas o que importa mesmo, meu bem, é que você siga seu caminho. Que lute e possa realizar seus sonhos. Que a determinação e a força jamais a abandonem. Que seu coração se mantenha honesto e generoso. Que jamais pense tampouco em desistir e que seja sempre muito feliz. Eu te amo, minha maninha!
Eu encontrei em você carinho, amor, proteção e amizade. Encontrei atenção, companheirismo, reconhecimento e perdão. Encontrei a vida, razão e loucura. Encontrei paixão, afeto e cumplicidade. Por fim, como se não bastasse, me encontrei em você também!
Quando à corte silente do pensar
Eu convoco as lembranças do passado,
Suspiro pelo que ontem fui buscar,
Chorando o tempo já desperdiçado,
Afogo olhar em lágrima, tão rara,
Por amigos que a morte anoiteceu;
Pranteio dor que o amor já superara,
Deplorando o que desapareceu.
Posso então lastimar o erro esquecido,
E de tais penas recontar as sagas,
Chorando o já chorado e já sofrido,
Tornando a pagar contas todas pagas.
Mas, amigo, se em ti penso um momento,
Vão-se as perdas e acaba o sofrimento.
William Shakespeare