Perdoei o tempo Por não ter me dado tempo Pra sonhar! Pra amar!
Perdoei os momentos de despedidas Que de mim separaram Pessoas muito queridas Que, com certeza me amaram
As tristezas que fizeram Na minha face lágrima rolar Cobrindo com nuvens negras O brilho do meu olhar
Perdoei o destino Que um dia me tirou Uma linda fase da vida De viver um grande amor
A vida, então me mostrou Que o tempo, os momentos, as tristezas e o destino Não precisavam serem perdoados Sorri de tudo pois percebi, que eu era o réu mais culpado.
É preciso viver Sem medo de se machucar Com esperança no futuro Perdoando o que tem pra perdoar.
Encaixem...
Compreensão,
Ternura,
Confiança,
Bem estar.
Juntos, geram o sentimento maior -AMOR!
Sentimento que tem varias formas, entres elas, AMOR AMIGO!
Obrigada meu anjo, por fazer-me navegar, nessa nossa viagem.
Viagem de ter um amigo e, saber-se amiga de um coração tão sensível e meigo como você!.
A noite( madrugada )está linda!
O infinito (céu) estar estrelado, e a cada piscar de algumas estrelas, renovo as esperanças.
A brisa da madrugada, tem um sabor de felicidade a dois...
Já se faz tarde...
O relógio bate 01:16:h, busco dentro de mim mesma, respostas...
E assim, navego no tempo e no espaço, ultrapasso os limites de minhas fantasias...
Sentindo todo o sabor de uma amizade que já se faz eterna!
Espetáculo, encaixes de corações,
encontro de almas, onde a ordem maio, é o AMOR!
Um filho se queixava a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ele. Ele já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansado de lutar e combater. Vivia com a impressão de que, quando um problema era resolvido, um outro surgia.
Um dia, o pai, um "chef", levou-o até a cozinha. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo a água das panelas começou a ferver. Numa delas o pai colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
O filho deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Minutos depois, o pai apagou o fogo e retirou as cenouras, os ovos e o café, colocando-os em recipientes separados. Virando-se para o filho, perguntou:
– O que você está vendo?
– Cenouras, ovos e café – respondeu o filho.
O pai o trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ele obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Em seguida, o pai pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ele obedeceu e, depois de retirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, o pai pediu que o filho tomasse um gole do café. Ele sorriu ao provar seu aroma delicioso e, enfim, perguntou humildemente ao pai:
– O que isto significa, pai?
O pai explicou-lhe que cada um dos ingredientes havia enfrentado a mesma adversidade: a água fervendo. Porém, cada um reagira de maneira diferente. Antes da fervura, a cenoura era rígida e inflexível, enquanto o conteúdo líquido dos ovos não se sustentava por si mesmo, sendo apenas protegido pela casca. No entanto, após serem submetidos à fervura da água, a cenoura tornara-se macia. Já o conteúdo dos ovos tornou-se firme e resistente por si só. O pó de café, contudo, era incomparável: ele havia transformado a água fervente em que fora colocado. Concluindo, o pai pergunta ao filho:
– Qual deles é você? Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou o pó de café?
Eu sou a luz das estrelas
Eu sou a cor do luar
Eu sou as coisas da vida
Eu sou o medo de amar
Eu sou o medo do fraco
A força da imaginação
O blefe do jogador
Eu sou, eu fui, eu vou
Eu sou o seu sacrifício
A placa de contra-mão
O sangue no olhar do vampiro
E as juras de maldição
Eu sou a vela que acende
Eu sou a luz que se apaga
Eu sou a beira do abismo
Eu sou o tudo e o nada
Das telhas eu sou o telhado
A pesca do pescador
A letra A tem meu nome
Dos sonhos eu sou o amor
Eu sou a dona de casa
Nos pegue-pagues do mundo
Eu sou a mão do carrasco
Sou raso, largo, profundo
Eu sou a mosca da sopa
E o dente do tubarão
Eu sou os olhos do cego
E a cegueira da visão
Eu!
Mas eu sou o amargo da língua
A mãe, o pai e o avô
O filho que ainda não veio
O início, o fim e o meio
O início, o fim e o meio
Eu sou o início
O fim e o meio
Eu sou o início
O fim e o meio
Raul Seixas
Senhor, o mundo precisa de paz.
Em toda parte se vê a angústia e o medo.
Onde não existe a guerra, Existe a ameaça dela, Os homens vivem se armando, Embora todo mundo fale de paz.
Está aí a violência em todas as suas formas.
Aí estão as restrições, Aí está a falta de diálogo, Aí está a ambição incontrolável, Aí está a incrível sede de domínio econômico e político.
Senhor, volte para nós teu olhar de misericórdia.
Faze-nos mais justos e mais humanos.
É preciso que nos inspires E nos mostres os caminhos da verdadeira paz.
Dá-nos a tua paz, Que não é a paz que o mundo dá, O que os homens entendem por paz?
Qual é a paz que eles procuram?
Tu porém nos dizes A paz é como a chama que, embora silenciosa, é ativa.
A paz também se apressa, Principalmente quando há uma lágrima a enxugar A paz também fala, Principalmente quando o silêncio é um pecado.
A paz também insiste, Principalmente quando se trata de mudar certas coisas.
Paz não significa não fazer nada contra, Mas fazer tudo para o bem de todos.
Não é ter tudo que dá a paz.
É satisfazer-se com o que basta, Não é ter tudo que dá a paz, Mas não ter nada compromete.
A certeza da paz é a justiça e o amor.
É humano quem fala de paz.
É bendito quem a faz.
A paz tem maiores ou menores proporções.
Ela só é toda quando Deus é tudo.