Você é o professor que nunca vou esquecer! Podem passar anos e mais anos que eu sempre vou lembrar de todas as coisas maravilhosas que você me ensinou. Agradeço por tudo, professor!
A pessoa que sou hoje é muito do que aprendeu com suas palavras, com sua sabedoria e com sua plena vontade de compartilhar! Na meu pensamento e na minha palavra você será imortal! Até sempre, professor!
É muito normal olharmos para o dia a dia do vizinho e começarmos a imaginar como a nossa vida poderia ser diferente se tivéssemos nascido ou convivido com outra família. Comparamos a forma de convívio de outras famílias com a nossa e algumas vezes até pensamos que a do outro é realmente muito mais feliz.
Mas ao surgir este tipo de pensamento, frequentemente esquecemos que aquilo que é mostrado aos outros nem sempre pode ser tido como verdadeiro. Por mais que até seja, ter um bom relacionamento com outra família, nunca atestará de fato como o convívio se desenvolve no dia a dia.
Temos o hábito de pensar que a vida do outro é mesmo melhor que a nossa, e que a tal família perfeita nunca poderá ser reconhecida na nossa. Ao firmarmos este tipo de pensamento, limitamos o modelo ideal de família, fazendo assim com que nunca enxerguemos tal característica qualquer outra, muito menos na nossa.
Todas as famílias têm suas semelhanças e peculiaridades, todas passam por dificuldades diferentes e superam seus problemas também de formas diferentes. Mesmo com todas as adversidades, família é um grupo que não se muda, seu irmão será para sempre seu irmão e assim por diante.
Veja sua família com outros olhos, a transformando no seu modelo ideal. Ainda que a perfeição não exista nela, use as falhas como bons aprendizados, e faça da sua família a melhor de todas que existem.
Eu sei como é se segurar e deixar para chorar só quando ligar o chuveiro, assim ninguém percebe.
Eu sei como é refletir sobre a vida antes de dormir e se certificar de que ninguém está ouvindo para começar a soluçar.
Eu sei como é sofrer tão dolorosamente que as vezes você precisa fingir que vai ao banheiro, ou beber água, apenas para lavar o rosto e se recompor.
Eu sei como é ter os olhos úmidos e aquele medo de que não seja forte o suficiente para segurar as lágrimas quando está em público.
Eu sei como é sentir aquele nó enorme na garganta, que te sufoca, até que você cede e chora.
Eu sei como é sentar na cama, pegar o travesseiro e chorar tanto, mas tanto, que se surpreende com o rio que terá que esconder da sua família.
Acredite, eu sei como é tudo isso.
Todo início é lindo. Tudo certinho, sem briguinhas, sem discordância, tudo está lindo e maravilhoso, flores, passarinhos cantando, muito amor, tchururu (romances da Disney feelings). Certo? Nem sempre.
Na verdade início de namoro é tudo mil maravilhas, concordo plenamente. O meu foi assim e creio que o da maioria também. Mas casamento é uma coisa bem (ênfase pouca é bobagem!) diferente.
Você está acostumado a ter o seu espaço, as suas manias, o seu momento, o seu cantinho, a fazer tudo do seu jeito, como você quer. Ou seja, você sempre foi solteira, amiga. Cai na realidade das encalhadas unidas e vira o Santo Antônio de cabeça para baixo. Porque namoro não vale. Eu namorei anos e mesmo assim depois de casar tudo muda bastante na vida da gente, é uma coisa totalmente diferente. São 24h por dia, você acorda casamento, respira casamento, passa o dia casamento e vai dormir casamento, ui que loucura!
Exageros à parte, a verdade é que as coisas mudam mesmo - e a gente fica feliz da vida com essa mudança.
Mas aí vem o difícil, entender que os dois têm hábitos e manias diferentes e saber conviver com isso - claro, ou você aprende a conviver e acertar as coisas ou o casório não vai para frente.
Todos nós, em algum momento da vida, já escutamos a expressão 'a união faz a força'. É uma expressão muito conhecida e usada, mas de uma sabedoria imensa, pois o sucesso do trabalho em equipe passa justamente pela união, pelo trabalho em conjunto.
Cada indivíduo, com todas as suas singularidades, é importante, mas para alcançar um bem maior e comum, cada um deve trabalhar para o todo, em função do conjunto.
Basta pensar que, e se o objetivo fosse, por exemplo, mover um objeto de grandes dimensões, se todos se unirem e empurrarem na mesma direção, a meta será atingida em menor tempo e em menor esforço.
Então, se todos se unirem e trabalharem em conjunto, para o bem da equipe, na mesma direção e para o mesmo objetivo, o sucesso será uma certeza, assim como a satisfação e a realização pelo trabalho feito.