Meu amor, chegamos a esta maravilhosa época de celebração que é a Páscoa, e eu sinto uma grande alegria no coração por esse fato, e por poder compartilhar mais este momento com você.
Esta é uma época de renovação, renascimento, esperança e sobretudo amor, pois a paixão e o sacrifício de Cristo se transformaram em vitória sobre a morte, em triunfo do amor.
Este é um momento de alegria, um momento de comemoração junto da família, daqueles que enchem nosso coração de amor. Este é um momento que eu também quero celebrar junto de você, pois eu o amo muito.
Desejo-lhe uma feliz Páscoa, e que a vida continue sendo tão doce para você quanto o chocolate mais gostoso que experimentar nesta data!
O caminho que eu escolhi é o do amor! E não importa as dores, as angústias nem as decepções que vou ter que encarar, eu escolhi o caminho do amor, e escolhi ser verdadeiro, no meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero, e quando eu me apaixono eu me entrego, e me entrego de corpo, alma e emoção.
Por isso não estranhe a minha maneira de sorrir, de te desejar o bem, eu sou aquela pessoa que acredita no bem, que vive e anseia pelo bem.
Por isso, não estranhe se eu te abraçar bem apertado, se eu me emocionar com a sua história, se eu chorar junto com você, se nos arrepiarmos ao ver o arco-íris no céu, afinal de contas somos gente e gente que fez a opção pelo bem, e gente do bem se ama, se entrega, vive e não se arrepende da vida.
É assim que eu enxergo a vida, e é só assim que eu acredito que valha a pena viver. Viver com emoção, com verdade. Infeliz de quem trai, infeliz de quem passa por cima das emoções das pessoas de bem, triste daquele que rouba, que mata, que pratica a violência, pobre daquele que nunca sentiu o que é ser amado de verdade, e mais infeliz ainda aquele que nunca amou.
Escolha também, o caminho do amor...
Quando visitei o conceituado e famoso médium Francisco Candido Xavier, em Pedro Leopoldo, Estado de Minas Gerais, a 19 de fevereiro de 1951, no salão do Centro Espírita "Luiz Gonzaga", fui por ele informado de que estava presente o espírito de Romão Rocha, que fora meu contemporâneo nas atividades espíritas do Paraná. Em seguida, o médium acrescentou: "Romão pergunta se o senhor se lembra das palavras que ele lhe disse". Respondi, após refletir, que não me lembrava. Realmente, não era fácil precisar, dentre tantas coisas que conversávamos, o que desejaria ele relembrar. Como houve a seguir interferência de terceiros, não me foi possível pedir ao espírito de Romão reproduzisse o que antes me dissera.
Regressando à capital do Estado de São Paulo, não podia esquecer esse fato e dele me estava a recordar constantemente. Assim, a 2 de abril, tomei a resolução de escrever ao espírito de Romão Rocha, o qual por intermédio de Chico Xavier, no dia 4, respondeu o seguinte:
"Meu amigo continue atento à execução dos compromissos assumidos, com a mesma vigilância construtiva que lhe caracteriza as atitudes, porque no Espaço não nos perdoamos se a indiferença inutilizou a nossa sementeira". Tudo se modifica, ao perdermos temporariamente as nossas possibilidades de atuação no plano dos encarnados, com a morte ou renovação do corpo, e precisamos aproveitar as horas e os talentos na concretização do bem com Jesus, de conformidade com o deveres que traçamos para nós mesmos no grande caminho da vida.
Querida irmã, você tem sido uma verdadeira conselheira e amiga durante toda a minha vida. Parece que nem consigo tomar decisões sem saber sua opinião. Tenho sido muito feliz por sentir que você sempre procura o melhor para mim. Quero lhe agradecer por estar do meu lado e fazer da sua experiência uma voz que me guia pelo melhor caminho.
Bom fim de semana para todos!
Talvez não me pertençam
Os finais de semana
Talvez eu não pertença
À semana
Ou muito menos
Aos finais
Talvez eu sequer
Pertença
Talvez sequer eu
Talvez sequer
Talvez eu
Talvez.
Paulette Virgínio