Feliz aniversário!
Tão prodigioso quanto botões de flores desabrochando em esplendor...
Tão venerável quanto a mais alta das árvores...
Tão grandioso quanto as montanhas que buscam o céu...
Tão livre quanto a brisa mais leve...
Você é a melhor dádiva de Deus...
Sua mais preciosa criação...
Um ser único, perfeitamente único...
E o seu aniversário é o momento perfeito para você se lembrar e agradecer o milagre que você é!
Parabéns!
É com o coração aos pulos e cheio de uma alegria que não dá para exprimir por palavras, que hoje queremos anunciar que esperamos a chegada do nosso primeiro bebê! E não há no mundo pessoas com as quais desejaríamos mais compartilhar este mágico momento que com a nossa amada família.
Ainda vai demorar para conhecermos as feições daquele por quem esperamos ansiosamente. Mas seu coração pequenininho já bate, e sua existência desde o primeiro instante que é incondicionalmente amada por nós.
Mas também no seio da família onde tanto conforto sempre encontramos, gostaríamos que também ele encontre apoio, amor e proteção. Nossos corações exultam de felicidade, e esperamos que também os seus se alegrem com a chegada do nosso primeiro filho!
Você carrega no ventre a esperança, o amor incondicional. Parabéns, querida amiga! Na verdade, não podia estar mais feliz por essa nova e linda novidade. Tenho certeza que você já começa sentindo um novo modo de encarar a vida.
Sim, porque você é uma privilegiada! Mas é justo, porque você merece. Desejo que essa nova fase seja muito rica para você e que em breve eu possa pegar esse bebê tão desejado no colo. Estou muito contente por você, minha amiga! Beijo.
Há dias em que você sente uma insegurança indefinível.
Você passa horas e horas tentando descobrir de onde isso tudo surgiu.
Uma angustia toma conta do peito. Não encontramos nenhuma relação
entre esse tipo de sentimento e as ações das nossas atitudes.
O notável é que determinados desastres psicológicos invadem nosso ser e nos deixa mais incompreensivos, arrogantes e simplesmente chatos. Se parasse por aqui tudo bem, mas o pior é que isso se exterioriza e torna as pessoas que mais amamos grandes alvos. Acabamos machucando-nas; falamos coisas sem sentido, desprezamos, e ainda por cima, nosso orgulho auxilia construindo uma imensa barreira que impede de nos desculparmos.
Queria tanto saber ter auto controle nesses momentos. Poder ser forte nos dias difíceis e reverter todas as consequências negativas que poderiam abalar a mim e as pessoas especiais.
Por que será que o desejo de cuidar daqueles que amamos nos aprisiona cada vez mais?
Um cuidado que amedronta, pois se quer proteger, mas tem-se o medo de alertar.
Medo dessas pessoas não aceitarem essa proteção; medo delas sentirem-se sufocadas; e o principal, medo delas afastarem-se por isso.
As vezes paro questionando-me se isso tudo vale a pena. Mas segundos depois tento convencer meus pensamentos de que o amor que sinto é muito maior do que qualquer sofrimento. Tatuo na memória que isso é passageiro e que futuramente verei os frutos desse certo ? sacrifício?. Todos os dias peço forças a Deus para suportar cada obstáculo que enfrento no decorrer da vida. Peço para que eu seja forte o suficiente para carregar todos os que amo em meus braços e que eles jamais desistam de mim.
E como já disse: Um dia verei que tudo valeu a pena e que nada foi em vão!
Certa noite eu quis falar com Jesus, mas Ele me disse: - Agora estou muito ocupado. - É urgente!, eu disse, trata-se de minha mãe! - Calma... agora não posso, respondeu Ele suavemente.
Entre chocado e desapontado eu bradei: - Está bem ! Com quem posso falar então?!? - Comigo, mas não agora que estou tão ocupado.
Eu, doente e febril, tive que me conformar e aguardar o momento "certo" para falar com Ele.
Sozinho, naquela cidade estranha, tudo que eu queria era o abraço de minha mãe, naquele momento tão distante de mim.
A febre deve ter se elevado tanto, que adormeci. Tive sonhos confusos e agitados, onde eu me via sendo envolvido pelos braços amorosos de minha mãe.
Quando acordei, ensopado de suor, eu me sentia maravilhosamente bem. Tinha desaparecido a febre e toda aquela sensação de abandono.
Lembrei-me que havia chamado por Jesus, mas não sabia exatamente se fora um delírio ou se Ele falara comigo realmente.
Arrisquei, sentindo-me patético, a chamá-Lo de novo: - Senhor! Agora é possível só responder-me a uma pergunta?
Para minha surpresa, eu ouvi: - Sim. O que você quer? - Era só para saber se realmente falei com o Senhor. Agora não quero mais nada. Já estou bem. Quando O chamei, eu ia pedir-Lhe que me trouxesse minha mãe, mas o Senhor estava muito ocupado para atender ao meu chamado. Sonhei com ela e isso foi o bastante para curar-me.
- Sim, eu estava muito ocupado, atendendo alguém que tinha mais urgência do que você: Eu estava escutando sua Mãe que me pedia para levá-la até aí.