Feliz Aniversário, amiga! Faz tempo que não estamos juntas. Sinto saudade! Uma saudade que dói. É que nossa ligação é verdadeira, sincera. E a distância não ajuda, você sabe.
Na verdade, nossa união e nosso sentimento não fica abalado com os silêncios e com o afastamento, mas o coração vai criando uma ansiedade desejosa de um abraço, de uma palavra de carinho.
O melhor de tudo é que nossa amizade é forte como uma pedra. E é por isso, e só por isso, que os anos vão passando sem que seu nome fique esquecido na minha memória; sem que as memórias de nós duas desvaneçam. Tenha um dia repleto das cores e sabores preferidos! Beijo, amiga.
O Dia do Hoteleiro se comemora em 09 de novembro.
Uma justa homenagem ao proprietário de hotel, que acolhe o turista em seu estabelecimento e é responsável, em grande parte, pelo sucesso da viagem e pelo retorno desse turista em outra oportunidade.
A hospitalidade envolve um conceito de bem servir aos que procuram o hotel, seja para negócios ou lazer, estabelecendo um elo entre os setores ligados ao turismo, além de gerar empregos e desenvolvimento sustentável às regiões onde se estabelece.
Parabéns a todos!
Havia uma lagartinha que tinha muito medo de sair por ai e morrer pisoteada pelos homens. Por isso, foi-se fechando.
As plantas também a rejeitavam, achando que ela só queria comer suas folhas. Mal sabiam que essa lagartinha gorda, e que rasteja, pedindo ajuda, poderia ser aquela borboleta que viria ajudar a polinizar as flores dessas mesmas plantas.
Mas, a lagartinha só chorava, apertada, em sua tristeza, até que uma coruja, aquela ave que só consegue enxergar a noite quando tudo está escuro, disse a ela: - Pare de chorar, faça alguma coisa! Aí dentro de você mora uma linda borboleta, deixe-a sair. Ela pode voar, ser aceita pelos homens e pelas plantas, ver lá de cima o que você vê daqui debaixo, mudar de jardim e tudo o mais.
A lagartinha, então, pediu ajuda. Como poderia se tornar borboleta?
A coruja, sábia amiga, disse-lhe que era necessária uma metamorfose, de mudança, em que precisava se fechar num casulo para empreender esforços, que viriam dores, mas só as necessárias para fazer as mudanças.
Mas o que realmente era preciso era pensamento positivo. Que poderia ser livre, bem aceita, e voar leve, por onde desejasse.
Que pensasse em ser borboleta o tempo todo e tudo poderia ir mudando, até que, mais rápido do que ela imaginasse, ela sairia do casulo, como uma borboleta.
Olhe para traz!
veja os obstáculos que você já superou.
veja quanto você já aprendeu nesta vida e quanto já cresceu.
olhe para frente!
não fique parado, levante-se quando tropeçar e cair.
estabeleça metas, tenha planos e prossiga com firmeza.
olhe para dentro!
conheça seu coração e analise seus projetos, mantenha puros seus sentimentos, não deixe que o orgulho, a vaidade e a inveja dominem seus pensamentos e seu coração.
olhe para o lado!
socorra quem precisa de você, ame o próximo e seja sensível para perceber as necessidades daqueles que o cercam.
olhe para baixo!
não pise em ninguém...
perceba as pequenas coisas e aprenda a valorizá-las.
olhe para cima!
há um Deus maior do que você, que te ama muito.
E tem todas as coisas sob seu controle.
olhe para DEUS!
perceba a profundidade, a riqueza e o poder
da bondade divina. Sinta esse DEUS que olha por você em todos os dias da sua vida.E seja feliz pensando nisso.
É, meu velho Capitão... Vejo você ai recostado Olhando o mar, o infinito profundo. Nas rugas de seu rosto cansado delineado o traçado das rotas navegadas... Vivências e experiências passadas. Mãos calejadas, marcadas pela condução da embarcação. Brancos cabelos como espumas do mar
É Pai, meu velho Capitão... Quantas coisas a recordar. Quantas lembranças, quantos ensinamentos. Alegrias, desentendimentos, presenças e ausências. Imagens... Aparências. E, apesar de sermos diferentes aqui ou ali. É bom saber que juntos caminhamos vendo, ouvindo... como amigos sentindo.
Recordações de menino que um dia foi. Brincadeiras, colegas de escola, tempo passado Dos estudos, das dificuldades e das "artes". A adolescência, os namoros. Cinema... o beijo furtivamente roubado. É Pai, meu velho Capitão... Como é grande a sua missão. Bússola e sextante a nos guiar... Alertar, ensinar, amparar, proteger, repreender. Archote na terra, no céu e no mar.
Porto seguro, mastro mestre da família. Ao casar-se, de ser só filho deixou a ser pai, também passou. Trabalhou duro, suou, sofreu, criou fortunas que não são suas, Carros que jamais dirigiu, sonhos que nunca viveu, anseios que sufocou...
É Pai, meu velho Capitão... Como é grande a sua missão, e por vezes nem dei conta da carga... Mas lá em cima está tudo contabilizado. Sabe Pai, não é fácil falar de você, resta-me apenas te abraçar e olhando nos seus olhos, dizer-te de coração: Muito obrigado Pai, meu querido amigo, meu velho Capitão!