Um presente perfeito acabou de chegar à nossa vida e queremos muito lhe dar as boas vindas, recebendo esta dádiva de Deus com amor.
O bebê que carregamos nos braços é a razão pela qual viveremos, de hoje em diante. Estamos orgulhosos e com uma grande vontade de lhe ensinar tudo que sabemos. Filho, que você seja verdadeiramente feliz!
Felizmente, a vida me tem dado oportunidade de desfrutar de momentos alegres que nunca imaginei e de encontrar pessoas maravilhosas que estimo ter ao meu lado. Você é uma delas, querida nora, uma verdadeira companheira para todas as ocasiões.
Obrigada por me dar sua amizade dia após dia e por se mostrar sempre preocupada e disposta a tudo para me ver bem. Já não existem muitas pessoas assim. Você é uma bênção para mim!
Se todos fôssemos mestres, a quem ensinaríamos? Se de tudo soubéssemos, por que aqui estaríamos? No entanto, temos diante da vida, na maioria das vezes, uma postura de tudo saber, de poder emitir ideias, avaliações, estabelecer conceitos...
E cheios de nós mesmos, como um balão que se enche e se eleva para poder ser visto por todos, seguimos com essa ilusão que teimamos em alimentar, buscando cada vez mais nos auto afirmar (tanto para os outros, quanto para nós mesmos).
Em todas as matérias somos doutores. nas coisas da vida, diplomados.
A todo instante distribuindo conselhos, pareceres, instruções àqueles que nos ouvem.
Tudo parecemos saber, quando tão pouco conhecemos! O que será que desencadeou essa nossa postura?
Orgulho? Inteligência? Prepotência? Ignorância? Poderei desfilar aqui mil motivos, justificativas... Todas disfarces do medo.
O medo que nos assola é tamanho, tão grande, que cria a lista de adjetivos citados acima, apenas para não ser descoberto. Por medo de não saber, fingimos saber tudo. E o que é pior, convencemos aos outros e a nós mesmos.
Enquanto o medo permanece, cresce e cria novas formas de nos manter cativos e ignorantes.
Não temos que saber tudo! Não temos que provar nada aos outros. Temos que conhecer o medo, lidar com ele e, humildemente, nos apresentarmos á vida como aprendizes.
Pois, o verdadeiro mestre se auto intitula aprendiz!...
Um Lobo, que acabara de roubar uma ovelha, depois de refletir por um instante, chegou à conclusão, que o melhor seria levá-la para longe do curral, para que enfim, fosse capaz de servir-se daquela merecida refeição, sem o indesejado risco de ser interrompido por alguém.
No entanto, contrariando a sua vontade, seus planos bruscamente mudaram de rumo, quando, no caminho, ele cruzou com um poderoso Leão, que sem muita conversa, de um bote, lhe tomou a ovelha.
O Lobo, contrariado, mas, sempre mantendo uma distância segura do seu oponente, disse em tom injuriado, com uma certa dose de ironia: "Você não tem o direito de tomar para si aquilo que por direito me pertence!".
O Leão, sentindo-se um tanto ultrajado pela audácia do seu concorrente, olhou em volta, mas, como o Lobo estava longe demais, e não valia a pena o inconveniente de persegui-lo apenas para lhe dar uma merecida lição, disse com desprezo: "Como pertence a você? Você por acaso a comprou, ou por acaso, terá o pastor lhe dado como presente? Por favor, me diga, como você a conseguiu?".
Moral da História:
Aquilo que se consegue pelo mau, pelo mau se perde.
Quando tudo o que deveria fazer era seguir na direção oposta, simplesmente não consigo.
A correnteza leva o barco que comanda minha vida em direção a você.
Essa correnteza chamamos sentimento, e o barco, coração.
E quando em um naufrágio me encontro, me agarro à pontinha de esperança que o teu lança, como uma boia salva-vidas que surge do nada, para dizer que está tudo bem.
Que há um porto seguro logo adiante.
E que não importa onde estejas, e para onde sejamos carregados, o vasto céu acima sempre será testemunha desse sentimento que compartilhamos, tanto quanto a terra firme que insiste em aumentar o espaço entre nós.