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Um incêndio avançava sobre a floresta destruindo tudo o que encontrava pelo caminho. Os animais, assustados correm para se proteger na outra margem do rio. O "rei" leão procura por todos os seus amigos: lá estão os sapos, as cobras, os esquilos, as cabras, coiotes, os macacos, enfim, todos os animais.
Com isso, ele sorri satisfeito pensando, pelo menos aqui todos estão seguros. Perto dali o pequenino beija-flor enche seu biquinho com água do rio voa e do alto solta aquelas gotas sobre o imenso fogo. Depois do quinto mergulho na água o leão faz a pergunta esperada por todos:
Beija-flor, você acha que vai conseguir apagar este incêndio com estas gotinhas? Não, responde a pequenina ave, mas estou fazendo a minha parte!
Se todos colaborarmos, sem buscar recompensas, tudo ficará melhor com o passar do tempo e a ajuda de uns fará a vida de outros muito melhor ou, pelo menos, menos pior. Concentre-se em fazer a sua parte e procure fazê-la muito bem feita.

Deixem-me contar-lhes uma parábola.
Vocês conhecem aquelas casas de madeira, de tábuas largas, com fendas e gretas pelas quais costumam cair, debaixo do assoalho um espelhinho, um pente, uma moeda, um botão, uma miçanga, mil coisas assim, que ficam lá embaixo, na escuridão.
Os meninos antigos gostavam de deitar-se no chão e ficar olhando pelas gretas o velho porão escuro.
Quando um raio de sol penetra lá embaixo, brilham coisas esquecidas e perdidas, pequenas ninharias que se acumulam anos a fio.
Mas se um dia caísse uma joia, então dava-se a descida ao mundo maravilhoso do "debaixo do assoalho".
Os meninos entravam e era uma festa para os olhos e para o coração: centenas de coisinhas perdidas e reencontradas: – Aquela bolinha de vidro de cor. – Aquele alfinete dourado. – Oh!, aquela pedrinha que brilha!
Eram mil surpresas escondidas, acumuladas, perdidas anos a fio e que a casualidade de uma joia caída fizera redescobrir.
Pois bem amigos, a vida de família é como o fundo do assoalho, com mil pequenas alegrias e carinhos, com mil momentos de ternura, que vão caindo pelas gretas do tempo e do dia, e se vão esquecendo no fundo da vida.
A gente costuma perder esta beleza toda pelo cansaço, pelo hábito, onde as pequenas atenções, o dizer bom dia, boa noite, onde o carinho pelos pais, pelos irmãos, pelos filhos, tornam-se miçangas caídas nas gretas da vida...
Mas um dia como esse pode ser uma ocasião de choque, de lembranças mais vivas do que foram as coisas.
Talvez seja o dia de tirar as tábuas do assoalho, do redescobrir com alegria as pequenas coisas indispensáveis para o tempo de amor, da vida em família...

Grande amor da minha vida O sentido do meu querer, é você Rosa do meu jardim Sentido do meu ser Grande paixão da minha vida Será que podes me entender? Sofro apenas por ti e amo só a você Será que ainda poderias me dar um grande prazer!? Perdoar este apaixonado que ama só a você Se a caso aceitar Pelo resto da vida irei te agradecer E se caso queira me aceitar Eternamente me doarei só para você!

Apenas um segundo
Foi o tempo que levou
Para ver você ali
Sorrindo, inocentemente lindo!

Teus cabelos me prenderam
Pensamentos voaram
Todo corpo estremeceu
Quando teus olhos tocaram.

Fecho os olhos,
Sinto tua respiração
Tua boca roçando meu pescoço
Gosto de sexo, tesão...

Apenas um segundo
Foi o tempo que levou
Para me entregar,
deliciar em tuas mãos!

Posso ver a cor e o reflexo da minha depressão.
Posso ver o perfil do fantasma que há em meu interior
Eu não deixei de fumar e não posso dormir no meu da solidão
Sigo pensando em você e não me atrevo a começar a te esquecer no fim por que me assusta a decifrar
O que há por trás de uma lágrima?
O que há por trás da fragilidade?
O que há por trás do último adeus?
O que há por trás quando o amor acaba?
Posso ver aqui minhas lembranças te perseguindo posso ver o perfil de minha sombra na parede e eu não me atrevo a começar a te esquecer no fim porque me assusta a decifrar
O que haverá atrás de você?
O que há por trás de uma lágrima?
O que há por trás da fragilidade?
O que há por trás do ultimo adeus?
O que há por trás quando o amor acaba?