Olhares que enfeitiçam
Pequenos gestos que seduzem...
Desejos em chamas,
Corpos inquietos
Em que as chamas dos desejos
Faz queimar em delírios.
Chamas da Paixão
Que brinca com a sedução,
E faz dos desejos
Detalhes principais
De momentos inesquecíveis.
Beijos já não são inocentes
São caminhos para o infinito,
Onde o prazer da paixão
Enlouquece o tempo.
Fantasias alucinantes
Que surpreendem a imaginação.
São momentos de murmúrios
Que desejos são os únicos alvos.
Paixão...
Algo incontrolável,
Sentimento que não há explicações,
Que pode passar ou marcar um destino.
Chamas de dois mundos
Transformando-se em um...
Chamas que ardem os sentidos,
Metamorfose de sentimentos
Causada por
Chamas da Paixão.
Um amigo que seja discreto, sincero, fiel, capaz de me ouvir e me compreender.
Um amigo que tenha um profundo senso de amor para comigo.
Um amigo que seja capaz de me ajudar a remover as barreiras que me impedem de viver a minha própria liberdade.
Um amigo capaz de fortalecer a minha capacidade de solucionar os desafios que a vida impõe.
Um amigo para despertar a minha alegria, a minha esperança e a minha coragem de viver.
Um amigo para me ajudar a descobrir os meus próprios caminhos.
Procuro um amigo, um grande amigo que saiba conversar comigo. saiba entender as minhas preocupações e os meus problemas. saiba compreender meus medos, meus desejos, meus sentimentos e sonhos.
Procuro um amigo muito especial. Será que é você?
No dia 9 de Agosto de 1988 faleceu o comediante mexicano Ramón Valdéz, o Seu Madruga do seriado "Chaves". Nascido em setembro de 23, Ramón atuou em filmes e novelas, onde se destacam as produções cinematográficas "Calabacitas tiernas" e "Fuerte, audaz y valiente" e a tele-novela "Lupita" e teve seu próprio circo. Também participou do programa de Carlos Villagrán na Venezuela e de "Chapolin", onde viveu diversos vilões, como o Racha-Cuca, Pistoleiro Veloz, Tripa Seca e o herói americano Super Sam.
Porém, nenhum personagem fez tanto sucesso como Seu Madruga, o mais carismático de toda a turma do Chaves. Ramón Valdéz brilhou em cena, nos episódios, as tramas sempre giravam em torno de seu personagem. Seu Madruga fez de tudo na série: foi cabeleireiro, treinador de futebol americano, carpinteiro, pugilista, entre outras profissões. A cada cena, uma dose de humor e sensibilidade que só os grandes artistas possuem.
Infelizmente, Ramón Valdéz fumava demais. O câncer no estômago acabou atingindo o pulmão e só foi descoberto quando não tinha mais saída. Internado num hospital da capital mexicana, Ramón foi operado no cóccix e faleceu devido a uma parada cardíaca. Mesmo passados tantos anos de sua morte, Ramón continua vivo na memória de todos os seus fãs que sempre aplaudem o seu talento ímpar para fazer rir.
Fazer o bem sem ostentação é grande mérito. Ainda mais meritório é ocultar a mão que dá. Constitui marca de grande superioridade moral. Não saber a mão esquerda o que dá a mão direita é uma imagem que caracteriza admiravelmente esse tipo de benefício. Quando, ao demais, o benefício tem por objetivo maior atender um eventual desafeto, torna-se ainda mais meritório.
A criatura demonstra, com tal atitude, estar acima do comum da humanidade. Que essa história não caia no esquecimento. E, tanto quanto possível, nos sirva de inspiração e exemplo. Por vezes, temos agido com nossos amigos, como verdadeiros egoístas. Esquecemos de que é preciso olhar nos olhos, ouvir as palavras que eles não têm coragem de nos dizer.
Temos pensado demasiadamente em nós mesmos, em nossos problemas, em nossas amarguras, em nossos desejos... Importante que tenhamos a devida atenção para com aqueles que nos são caros. Os amigos verdadeiros às vezes relevam as nossas atitudes egoístas, mas vale a pena cuidar com carinho dessas joias que Deus coloca em nosso caminho. Afinal, conservar um amigo com afeto e atenção, é sempre uma grande virtude.
Quando eu era jovem e minha imaginação não tinha limites, sonhava mudar o mundo.
Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri que o mundo não mudaria: então restringi um pouco minhas ambições, e resolvi mudar apenas meu país.
Mas o país também me parecia imutável.
No ocaso da vida, em uma última e desesperada tentativa, quis mudar minha família. Mas eles não se interessavam nem um pouco, dizendo que eu sempre repeti os mesmos erros.
Em meu leito de morte, enfim descobri: se eu tivesse começado por corrigir meus erros e mudar a mim mesmo, meu exemplo poderia transformar minha família.
O exemplo de minha família talvez contagiasse a vizinhança, e assim eu teria sido capaz de melhorar meu bairro, minha cidade, o país, e, quem sabe, mudar o mundo...
Palavras escritas no túmulo de um bispo anglicano, em uma catedral na Inglaterra.