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Esqueça a fantasia de debutante, os castelos e a vida cor de rosa. Os contos de fadas acabaram. Esqueça as princesas, os príncipes, as valsas e os sapatinhos perdidos. Esqueça a abóbora! Não deseje nunca estar no lugar de uma gata borralheira ou de uma bela adormecida que precisa de um rapaz perfeito para a despertar para a vida.

Não, não seja uma menina dessas boazinhas que fazem de tudo para ir para o céu. Crie o seu céu, transforme o seu mundo, vá para onde quiser. Tome as rédeas da sua vida e do seu destino. Não conte com a sorte, não espere um herói vir salvá-la em um cavalo branco. Saiba que a vida é dura, que o mundo muitas vezes é cruel e que é preciso batalhar.

Você vai fazer quinze anos e sim, sua vida vai começar a mudar. Você vai começar a amadurecer e sentir o peso da responsabilidade de todas as suas escolhas. E você até pode escolher que as pessoas decidam o sapato que você vai usar, mas quem vai calçá-lo é você, quando o calo começar a apertar, quem vai sentir é você. Por isso, batalhe para ser independente, se você vai arcar com as consequências, então que ao menos as escolhas sejam suas.

Fazer quinze anos não é só uma festa. Fazer 15 anos é muito mais do que uma festa, Mas não se assuste. Tudo isso é muito bonito, é desafiador e exige coragem. No final, você pode até não viver feliz para sempre, mas terá vivido momentos inesquecíveis!

Minha querida amiga, meu bem, temo que não existam palavras suficientemente adequadas com as quais eu possa expressar a felicidade que senti quando tive conhecimento da sua gravidez!

Pois tão maravilhosa novidade encheu meu coração de alegria. E saber que você está mais perto de realizar o tão desejado e mágico sonho, me faz exultar de felicidade com e por você.

Minha querida, você é uma pessoa a quem se reconhecem as melhores qualidades, e sempre foi uma amiga presente, atenciosa, paciente, carinhosa, e por tudo isso eu posso adivinhar como você será maravilhosa e completa neste milagre da maternidade.

Desfrute cada instante desta nova e divina etapa que você está vivendo agora. Aproveite cada momento desse grandioso pedaço de céu que você está construindo com o seu amor e o seu corpo, e toda a felicidade que receber na sua vida será sempre merecida e nela eu me alegrarei com e por você. Parabéns e seja muito feliz, amiga!

Aprendi que qualidade é mais importante que quantidade. Aprendi que se respeitar é mais importante do que impressionar. Aprendi a gostar mais de quem eu sou, do que da pessoa que os outros querem que eu seja.

Aprendi a buscar o equilíbrio e ser honesta com os meus anseios, e a não deixar que o que os outros fazem, desejam ou conquistam tenham impacto na minha vida. Aprendi a ficar focada em coisas que façam feliz e me tragam satisfação, e não apenas em coisas que possam me trazer dinheiro.

Aprendi a valorizar mais o meu tempo. Aprendi a não dedicar a minha amizade a pessoas que não merecem. Aprendi a reconhecer para mim mesma quando sinto ciúmes ou inveja, e aprendi a pensar sobre isso até o ponto de entender de onde vem este sentimento para poder me reconciliar comigo e com as minhas fraquezas.

Aprendi que a grama do vizinho nem sempre é tão verde quanto parece, e se realmente é, não é por pura sorte, mas porque ele se dedicou muito ao jardim!

Aprendi que mais importante do que ter um corpo bonito a qualquer custa, é ter saúde. Aprendi que as partes mais importantes do meu corpo são o coração e o cérebro e não os glúteos.

Aprendi que reclamar não adianta se eu não descruzar os braços e arregaçar as mangas. Aprendi que a minha vida está só começando, e que eu não preciso ser tão ansiosa. E aprendi que a felicidade é muito subjetiva, e que algumas pessoas preferem comprar, outras preferem conquistar, e que para alguns a felicidade é grande e cara, e para outros ela pode ser pequenina e passar voando, como uma borboleta.

Você já prendeu o dedo numa porta? Isso dói, não dói? E bater o queixo no chão, dói? Um tapa. Um soco. Um pontapé. Doem, não? E morder a língua? Mas o que mais dói é a saudade! Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu.
Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas, mas a saudade mais dolorida é de quem se ama. Saudades da pele, dos beijos, do cheiro. Saudade da presença e até da ausência. Você podia estar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ficar um dia sem vê-lo. Ele, um dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade sem fim. Saudade é não saber. É não saber se ele ficou com gripe no inverno. Não saber se ela continua pintando o cabelo.
Se ele ainda usa a camisa que você deu. Se ela foi ao dermatologista como prometeu. Se ele aprendeu a entrar na internet. Se ela aprendeu a estacionar entre dois carros. Se ele continua dançando, se ela continua lhe amando. Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficam comprimidos. Não saber como frear as lágrimas diante da música. Não saber como vencer a dor do silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ele está com outra e ao mesmo tempo querer. É não saber se ela está feliz e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber quem se ama e ainda assim doer.

Para que haja amor tem que haver convívio, tem que haver admiração, tem que haver cumplicidade, tem que haver preocupação; tem que haver desejo de estar perto, de trocar palavras meigas e caricias autenticas. Se não houver tudo isso, pode ser qualquer coisa: paixão, capricho, carência, amizade, empolgação, vaidade, gratidão, etc., mas amor mesmo, com certeza, não será!