Que estranha dor é essa, que não tem pressa de acabar?
Vem o dia, vai a noite... Tal como um açoite, na me machucar.
Enorme fardo em peso. Que me traz preso, a rastejar.
Quão é o vazio de alma! Que só se acalma se você voltar.
O vento sopra a face com sensação de liberdade
Chegam as sombras roubando o doce azul
... deixando as cinzas
O medo trás a dor e a dor trás o medo
Dependentes um do outro
Inseparáveis ate o fim
O casal de lagrimas
Donos das feridas sangrentas
Sedentas de esperança
... luz do espirito
Refugio da alma
Guia da memoria
Descanso chamado morte?
Ou será que pode-se viver na morte,
sendo algo que permanece vivo?!
Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
– Que desgraça, senhor! – Exclamou o adivinho. – Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade. – Mas que insolente – gritou o sultão, enfurecido. – Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe: – Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado: – Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
– Lembra-te meu amigo respondeu o adivinho que tudo depende da maneira de dizer... Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.
A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.
Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus segredos e planos secretos
Só abro pra você mais ninguém
Porque você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?
Você é seu maior amigo! Pode ter certeza que nada cai do céu. Não adianta ficar repetindo que merece uma vida feliz e repleta de paz e alegria. Se você não se ajudar devidamente, nada de bom vai surgir.
E digo isso porque gosto verdadeiramente de você, meu bom amigo. Lute por todos seus sonhos; corra atrás do seu sorriso e se ajude. A solução para todos seus problemas e dúvidas está em você mesmo!