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Lembrai-vos, ó dulcíssimo Jesus, que nunca se ouviu dizer que alguém, morrendo com confiança ao vosso Sagrado Coração, implorando a vossa divina assistência e reclamando a vossa infinita misericórdia, fosse por Vós abandonado.
Possuído, pois, e animado da mesma confiança. Ó Coração Sagrado de Jesus, rei de todos os corações, recorro a Vós, e me prosto diante de Vós. Meu Jesus, pelo vosso precioso testemunho de sangue e pelo amor de vosso divino Coração, vos peço não desprezais as minhas súplicas, mas ouvi-as favoravelmente e dignais-vos atender-me.
Amém.

Hoje tudo se renova e a esperança é o ar que vamos respirar. Alguns sonhos permanecerão iguais e continuaremos lutando para que se concretizem, mas também novas metas surgirão e por isso precisamos de uma grande motivação para as alcançarmos.

Acredite que os próximos dias serão muito abençoados. Grandes coisas podem acontecer a qualquer momento na sua vida, tudo depende de você. Boa semana!

Ninguém te amou... Como eu te amei... Ninguém te quis...
Ninguém fez loucuras por você... Como eu fiz e não foram poucas... Ninguém lhe ama... Como eu amo...
Um amor incondicional Tudo que faço é pensando... Pensando em você, Pois é tudo para mim, minha vida
Se o pouco que tinha, era nada Agora o que fazer Se tudo acabou, acabou não sei Algo aí, dentro do seu peito, deve ter ficado
Um olhar, um beijo, um abraço Algo deve mostrar, que fui puro Puro no sentimento Agora o que faço, jogo este amor fora?
Desde aquele beijo roubado Até aquele "você sabe o que vou dizer"... De alguma forma foi-me importante Estou só, e a solidão dói.

O que vai na marmita...
O que vai na marmita do trabalhador? Na marmita, vai arroz e vai feijão. Com certa sorte, farofa ou macarrão, e talvez couve, talvez ovo, talvez uma mistura diferente uma surpresa, um presente.
Na marmita vai um certo amargor: o travor da submissão, os ossos da servidão, a enorme fome da liberdade utópica, do inexequível lazer, do que há por fazer, das horas na condução, da inatingível satisfação.
O que mais vai na marmita do trabalhador? Na marmita, além do arroz e do feijão, vai também um certo dulçor: Um gosto de paz e de amor. o tempero da casa, a sensação do descanso, a lembrança do sossego das horas passando mais devagar. a saudade dos filhos, reminiscências de alegria, recordações de inocência.
A marmita leva ainda a ternura caprichosa da mulher, o afeto carinhoso no preparo da boia. E durante a refeição, Na meiga imagem da companheira a marmita é cúmplice faceira, e leva o prazer em sobejo: em cada ingrediente um desejo, em cada garfada um beijo!

Não sou a morte.
Não sou a vida.
Quero a perfeição,
Mas sou apenas...
Um grande fracasso.
Penso em ser tudo.
Mas não sou nada.
Quero o dia,
Tenho apenas a noite.
penso em você, choro por você.
Mas a única coisa que encontro é...
somente a mim mesmo.