Outrora, o homem tinha o seu pequeno reino - talvez pobre - onde era senhor.
Crescia por dentro, dono de ser quem era, domando uma terra que lhe resistia, amparando-se em quem tinha ao lado, forjando laços, acariciando cordeiros e oliveiras, ouvindo Deus no vento, aquecendo-se ao fogo do lar.
E fazia canções e danças. E eram cheios de sentido as festas e os Domingos e as palavras.
O homem não é agora de lugar nenhum. Não tem ligação à terra.
Não vive com os outros. Cria e quebra laços com a facilidade resultante de esses laços não terem chegado a ser exatamente laços, por lhes faltar conteúdo. É superficial em tudo. Corre...
Não foi desejo. Nem vontade, nem curiosidade, nem nada disso. Foi um choque elétrico meio que de surpresa, desses que te deixa com o corpo arrepiado, coração batendo acelerado e cabelo em pé. Foi sentimento. Não foi planejado, nem premeditado. Foi só um querer estar perto e cuidar, tomar todas as dores e lágrimas como se fossem suas. A vontade e o desejo vieram depois, bem depois. Não foi um lance de corpo, foi um lance de alma. Não foram os olhos, nem os sorrisos, nem o jeito de andar ou de se vestir, foram as palavras. Uma saudade e uma urgência daquilo que nunca se teve, mas era como se já tivesse tido antes. Foi amor. É amor.
Hoje é dia de revelar o nome de um amigo que já anima a minha vida faz tempo. É alguém muito especial, alguém que me faz feliz apenas por existir. Acredito que se o destino não tivesse nos unido, minha vida seria bem menos divertida.
Agora vamos às dicas. Sua presença cativa todo mundo, seu sorriso é contagiante e seu profissionalismo nem se fala! Imagino que com tantas qualidades reveladas, alguém até já deve ter adivinhado, mas depois lembrei que aqui todos são muito especiais e cheios de qualidades também.
Chega de suspense! Eu sei que essa pessoa gosta mesmo muito de mim, sempre me apoiou e deu carinho, demonstrando todos os dias que é alguém que posso contar para tudo. E agora, já sabem quem é?
Às vezes somos possuídos por uma sensação de tristeza que não conseguimos controlar. Percebemos que o instante mágico daquele dia passou, e nada fizemos.
Temos que escutar a criança que fomos um dia, e que ainda existe dentro de nós. Esta criança entende de instantes mágicos! Podemos sufocar seu pranto, mas não podemos calar sua voz. Esta criança que fomos um dia continua presente.
Bem-aventurados os pequeninos, porque deles é o Reino dos Céus. Se não nascermos de novo, se não tornarmos a olhar a vida com a inocência e o entusiasmo da infância, não existe mais sentido em viver.
Existem muitas maneiras de se cometer suicídio. Os que tentam matar o corpo ofendem a lei de DEUS. Os que tentam matar a alma também ofendem a lei de DEUS, embora seu crime seja menos visível aos olhos do homem.
Prestemos atenção ao que nos diz a criança que temos guardada no peito. Não nos envergonhemos dela. Não vamos deixar que ela tenha medo, porque está só e quase nunca é ouvida.
Vamos permitir que ela tome um pouco as rédeas de nossa existência. Esta criança sabe que um dia é diferente do outro.
Vamos fazer com que se sinta de novo amada. Vamos agradá-la, mesmo que pareça tolice aos olhos dos outros. Lembrem-se de que a sabedoria dos homens é loucura diante de Deus. Se escutarmos a criança que temos na alma, nossos olhos tornarão a brilhar.
Se não perdermos o contato com esta criança, não perderemos o contato com a vida.
Ser cristão é ser um ''mini'' Jesus.
Ser cristão não é se por em jugo desigual com as pessoas; o cristão não é diferente e sim mais um ser humano.
Ser cristão não é religião, e sim um estilo, uma decisão de vida.
Ser cristão é andar conforme o evangelho e não na lei que já não existe mais graças ao preço de Jesus.
Ser cristão é viver em amor, graça, fé...