Nos momentos de reflexão, muito bom voltar meu pensamento para aquelas mulheres que comigo compartilharam esperança, carinho, amizade, alegria e tristeza. Cada uma delas deixou sua marca, algumas deixaram marcas profundas que o tempo não fará desaparecer. Outras, marcas suaves, leves como a carícia de um vento de outono.
Relembrá-las é uma forma de me conhecer melhor, é analisar meus erros e meus acerto, é descobrir que muitas a mim se dedicaram, se entregaram de corpo e alma e eu não soube compreendê-las e as decepcionei no meu modo de agir ou de ser.
Não há arrependimento de minha parte, mas sim uma autocrítica, pois eu poderia ter encontrado melhor caminho na minha vida, se tivesse correspondido aos anseios daquela que mais se identificava comigo, com quem, hoje eu vejo, mais me realizava em todos os sentidos, mas na época minha percepção era muito pequena para retribuir-lhe da mesma forma.
Essa mulher a reencontro novamente hoje, realizada, senhora de si e bem resolvida. Sei que ela não esqueceu nosso passado, mas sei também que ela é o suficientemente forte para não se deixar levar pela emoção, embora sinta essa emoção do reencontro
E a vida segue, cada um com seu destino, embora este resultado não seja de tal modo com aquilo que foi realmente o desejado, fica uma grande amizade e as lembranças dos bons momentos vividos.
Muitos passam os mês dezembro fazendo compras, embrulhando presentes, decorando árvores de Natal e preparando-se para as festas e feriados, mas não se preparam para um Natal transformador, nem estão livres para experimentar seu significado real em todas as áreas da vida.
Minha preocupação maior é que o Natal não faça diferença alguma em nossa vida, que voltemos à mesma antiga rotina, às mesmas pessoas que éramos antes de tudo haver começado.
É possível festejar a estação e perder o Natal!
Imagine uma época em que você abriu todos os presentes, menos os de determinada pessoa. Sinta a mágoa dessa rejeição. Olhe para a situação da perspectiva divina. O que você acha que Ele deseja lhe dar?
Imagine-o esperando que você desembrulhe o seu presente.
Lembro-me que quando eu era criança, minha ansiedade nos dias que antecediam o Natal ia aumentando com cada presente que eu via marcado com a etiqueta "não abra antes do Natal"!
Quando eu pensava que ninguém estava vendo eu me arrastava para debaixo da árvore, apertava chacoalhava os presentes, tentando adivinhar se o que estava envolto por aquele papel era o meu desejado presente.
Então, na véspera de Natal, eu ia para a cama e sonhava com o que certamente encontraria na manhã seguinte, ao abrir os presentes. O presente que desejo partilhar com você nestes dias que culminam com o Natal traz inscrita uma observação bem diferente. Nele está escrito o seu nome. E diz: "Abrir em preparação para o Natal e para ser desfrutado durante o ano todo!" O verdadeiro Natal acontece de coração para coração.
O presente do coração de Deus é o oferecimento de Cristo a você e a mim. A coisa mais trágica que poderia acontecer é passarmos a época do Natal sem jamais abrir, nem aceitar as dádivas de amor, alegria, esperança e paz que fluem do coração divino em direção ao nosso! Cristo traz tudo isso para nossa vida. Você já "abriu" o presente de Deus para você? Cristo é o motivo do seu Natal?
Pensamento para o dia:
Quero ter um Natal especial este ano. Quero que a alegria e a paz de Cristo me acompanhem em cada dia da minha vida daqui por diante.
Quando um homem, quer tenda para os rapazes ou para as mulheres, encontra aquele mesmo que é a sua metade, é um prodígio como os transportes de ternura, confiança e amor os tomam. Eles não desejariam mais separar-se, nem por um só instante. E pensar que há pessoas que passam a vida toda juntas, sem poder dizer, diga-se de passagem, o que uma espera da outra; pois não parece que seja o prazer dos sentidos que lhes faça encontrar tanto encanto na companhia uma da outra. É evidente que a alma de ambas deseja outra coisa, que não pode dizer, mas que adivinha e deixa adivinhar.
Platão
Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus. Havia, porém, um súdito que sempre o lembrava desta verdade. Em todas as situações dizia: "Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom!"
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com o seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, mas não conseguiu evitar que o Rei perdesse o dedo mínimo da mão direita.
O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem reconhecer ter a vida salva pelos esforços do servo, perguntou-lhe: "E agora, o que me dizes? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria perdido o meu dedo!"
O servo respondeu: "Meu Rei, apesar de tudo quero dizer lhe que Deus é bom e é o bem!"
O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso, e na cela mais escura e mais fétida do calabouço.
Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu ele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para os seus deuses. Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício.
Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso: "Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso, falta-lhe um dedo!"
E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou o seu súdito e pediu que viesse à sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente, dizendo-lhe: "Meu caro, Deus foi realmente bom. Fica a saber que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas, ainda tenho no meu coração uma grande dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que tu ficasses preso da maneira como ficaste... Logo tu que tanto o defendeste?"
O servo sorriu e disse: "Meu Rei, que bom foi Deus! Se eu estivesse livre e contigo nesta caçada, certamente teria sido sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!"
Portanto, lembre-se sempre: TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM!
No silêncio do meu quarto
Tudo fica tão triste
Me sinto tão sozinha
Mas sei que você existe
Não são pensamentos fúteis
É a mais sincera verdade
Queria tanto te ter nos meus braços
E matar a minha vontade
Beijar a sua boca
Te amar loucamente
Te envolver em meus carinhos
Te querer eternamente
E desse beijo sentir o gosto
Gosto úmido do querer
Esses lábios que me beijam
E me faz enlouquecer
O meu corpo quer o seu
O meu amor quero te dar
Te matar só de desejos
Não me deixe a esperar
Celi Luzzi