Diria repetidas vezes
Aquilo que sinto
Dentro do peito
Que pula até a garganta
Mas, esbarra na distância!
Que separa nossa amizade
De se tornar mais forte
No dia-a-dia de nossas vidas
No olho-no-olho
No real
Mas, não no imaginário
Dessa janelinha
Que se abriu
Obrigada!
Por sua amizade.
Às vezes, penso e me pergunto:
Por que te amo?
E logo aparece a resposta:
Te amo pelo simples fato de você existir...
Te amo por você ter aparecido em minha vida...
Te amo por me compreender-me quando preciso...
Te amo, por com-partilhar comigo suas alegrias e tristezas...
Ao somar estes fatos chego a seguinte conclusão:
Te amo por que te amo...
''o amor não tem explicação, aparece do nada em seu coração''
Foi a família que nos uniu, isso é inegável. Você é minha prima e talvez se não fosse, nunca nos chegaríamos a conhecer. Mas só de pensar nisso fico em pânico, pois não consigo imaginar minha vida sem você.
Você é minha prima, mas acima de tudo é minha amiga. Já vivemos muito durante muito tempo e hoje reconheço com maturidade e toda sinceridade que você é minha melhor amiga. Adoro você e nosso relacionamento, e hoje sei que será para sempre, que para o bem e para o mal sempre estaremos juntas!
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Um velho sábio chinês estava caminhando por um campo de neve quando viu uma mulher chorando.
"Por que choras?", perguntou ele.
"Porque me lembro do passado, da minha juventude, da beleza que via no espelho, dos homens que amei... Deus foi extremamente cruel comigo porque me deu memória. Ele sabia que eu ia sempre recordar da primavera da minha vida e chorar".
O sábio ficou contemplando o campo de neve, com o olhar fixo em determinado ponto. À determinada altura, a mulher parou de chorar. "O que estás vendo aí?", ela perguntou ao sábio.
"Um campo de rosas", disse ele e continuou: "Deus foi generoso comigo porque me deu memória. Ele sabia que, no inverno, eu poderia sempre recordar a primavera, e sorrir".