Nesta vida inteira vi muitas definições de "amigo". Nenhuma tão verdadeira quanto esta, que tenho agora comigo.
Não foi uma definição escrita, lida, ou mesmo falada. Foi sua atitude bonita, sem ter pedido nada.
Não poupou as palavras, ditas com sinceridade. Foi leal, foi fiel, sem nenhuma maldade. Abusou da franqueza dizendo o que achou que devia, mas mantendo a fineza, que uma dama merecia.
Mostrou-me o caminho que eu não deveria tomar, pois, como um pássaro cego, eu tentava voar.
Na profundidade desse seu gesto, pude compreender: você sabia muito mais de mim, do que eu deveria saber.
E nesse seu ombro amigo eu pude, inteira, me apoiar. Eu que só queria sua mão para segurar.
Para "amigo" não busco mais nenhuma definição, porque carrego esse seu gesto bem guardado no coração.
Feliz Dia do Amigo!
Estava pensando em algo esta noite (madrugada) e pensei em você.
Se a vida foi feita para viver, quero ver, quero ouvir, quero ter.
Quero sentir emoções que acrescentem valor à minha alma, compartilhar sentimentos que ajudem na compreensão da
concepção.
Forma de valor único que trás à nós o sabor do amor.
Frutos sentinelas que habitam a janela do amor e, nos policiam indicando a direção que devemos seguir.
Nunca duas almas se cruzaram de tal forma, questionando se a passagem vale a pena, se somos tão egoístas à ponto de nos
reprimirmos em uma só maneira de lutar pela sobrevivência.
Poemas são reflexões e você está nelas, lindas orquídeas nas janelas.
Estranho pudor sem cor.
Sua forma habita minha mente e às vezes, de tão sorridente, me faz um adolescente.
Talvez a forma mais pura de um ser humano terrestre.
Aluno rebelde, sem calças, sem asas.
Que apenas que vive impertinente a semente da vontade reprimida da conquista.
Quando eu mais precisava de alguém, você surgiu. Não nos conhecíamos, não sabíamos da existência um do outro e mesmo assim, quando nossos olhos se cruzaram, nossos corações foram invadidos pela afinidade, pela atração física, pelo carinho. Senti que naquele momento minha busca pela felicidade havia terminado, enfim te encontrei.
Hoje me vejo vivendo um momento realmente especial, descobrindo que amar vale a pena e que a vida pode ser verdadeiramente feliz. Quero viver este sentimento bonito e ter a certeza que fomos feitos um para o outro. Porque de tudo que descobri ao seu lado, o que me deixa mais feliz e completa, é o fato de poder compartilhar com você parte do que sou e tudo que sinto.
Estamos procurando juntos um caminho para seguir e podemos acreditar que tudo será maravilhoso, mas uma coisa você pode ter sempre certeza: qualquer que seja a situação, em todos os momentos estarei sempre ao seu lado.
Por quê? Porque te amo muito!
Um dia um homem foi ao barbeiro. Enquanto tinha seus cabelos sendo cortados, conversava com o barbeiro. Falava da vida e de Deus. Daí a pouco, o barbeiro, incrédulo, não aguentou e falou: - Deixa disso, meu caro, Deus não existe. - Por quê? - Se Deus existisse, não haveria tantos doentes, mendigos, pobres... Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar. - Bem, essa é a sua maneira de pensar, não é? - Sim, claro. Pois bem. O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou imediatamente um maltrapilho imundo, com longos cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro: - Sabe, não acredito em barbeiros. - Como assim? - Se existissem barbeiros, não haveriam pessoas de cabelos e barbas compridas. - Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vem a mim, não vão ao barbeiro. Eu não tenho culpa. - Ah... Agora eu entendi porque você não acredita em Deus.
As Doninhas e os Ratos estavam sempre em pé de guerra uns contra os outros. À cada batalha, as Doninhas sempre saíam vitoriosas, levando consigo um grande número de Ratos, que lhes serviam de refeição para o dia seguinte. Desesperados, os Ratos resolveram formar um conselho para tratar do assunto, e assim chegaram à conclusão, que os Ratos sempre levavam desvantagem porque não tinham um líder.
Definida a questão, em seguida, um grande número de generais e comandantes foram escolhidos dentre os mais eminentes e notórios Ratos da comunidade. Isso, evidentemente era motivo de orgulho para aqueles que, sendo mais bem posicionados socialmente, enxergavam ali uma clara forma de reconhecimento público desse status.
Para diferenciá-los dos soldados comuns, quando estivessem na linha de frente, em meio ao campo de batalha, os novos líderes orgulhosamente ostentavam sobre suas cabeças, ornamentos e adereços feitos de penas ou palha. Então, depois de uma longa preparação da tropa de Ratos, após muitos estudos em táticas de guerrilha, eles enviaram um desafio para as Doninhas.
As Doninhas, claro, aceitaram o desafio com ânsia, uma vez que, "estar sempre de prontidão para a luta" era seu lema, especialmente quando estavam de olho numa refeição. Assim, imediatamente atacaram a brigada dos Ratos em grande número. Logo a linha de frente dos Ratos sucumbiu diante do ataque, e o restante da armada imediatamente bateu em retirada, numa fuga desesperada para se abrigarem em seus buracos.
Os soldados rasos entraram com facilidade em suas estreitas tocas, mas os Ratos líderes não tiveram a mesma sorte, uma vez que, não conseguiram entrar a tempo em seus abrigos. Ocorre que os exagerados adereços que carregavam sobre suas cabeças, atrapalharam de forma decisiva seus movimentos. Assim, nenhum deles conseguiu escapar do ataque das famintas Doninhas.
Moral da História:
A Grandeza tem suas desvantagens.