Peço te perdão,
Perdão pela minha confusão.
Confesso que por um momento
achei que teria seu coração,
Mas quando dei por mim,
vi que era tudo uma ilusão.
Nossa amizade era tão verdadeira e real,
Quando vejo que ela acabou, me sinto mal,
Na verdade a culpa foi minha,
Ou talvez do sentimento que eu tinha,
Acho que sua foi a culpa,
Quem mandou ser tão culta;
Quem mandou ser tão bela
E ao mesmo tempo sincera;
Quem mandou ser tão responsável
E ao mesmo tempo tão amável,
Quem mandou me dar tanta atenção,
Isso cativou meu coração;
Hoje quase não nos falamos,
Sinto saudade,
Saudade do meu celular tocar,
Que sempre era você a me acordar,
Saudade ouvir suas críticas
por mais que eu não gostasse,
Mas que para mim era preocupação
de quem talvez me amasse,
Não podemos colocar
quem queremos em nosso coração,
Mas também não podemos evitar gostar
de quem nos trata apenas como irmão,
É a vida é mesmo uma comédia,
Gostamos de quem gosta da gente,
Mas que não gosta
como queremos que goste realmente.
Para o caminho eu quero luz... Para a alma, força... Para o coração, fé... Para as lutas, esperança... Para o amanhã, confiança... Para o tempo, paciência... E para minha vida, Deus...
Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, e o chefe, apartou:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das Três Peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, Chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro.
- Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que...
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE.
O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, Chefe! - diz Olavo, assustado.
- Então, – continua o chefe – sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE.
Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe. Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar. - fala Olavo, surpreendido.
-Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras - diz o chefe sorrindo e continua: - Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo das Três Peneiras:
VERDADE – BONDADE – NECESSIDADE
Antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, por que:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDEIAS
PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS
PESSOAS MESQUINHAS FALAM SOBRE PESSOAS.
Eu preciso de você, perto ou longe, sendo meu ou não. Preciso do seu cheiro impregnado na minha roupa e do seu sorriso que foi gravado em minha memória. Preciso da sua voz sussurrando em meu ouvido e do seu olhar que me constrange. Eu preciso de você, não importa como.
Enquanto existir amizade entre nós, haverá sempre esperança. Enquanto a nossa amizade prevalecer não existirão distâncias, brigas, tempos ou diferenças que nos possam separar.
Pois quando existe tão lindo e forte sentimento entre duas pessoas, como este que nos une, não há impossíveis, e nem universos de dificuldades separam dois corações que se querem tão bem e de forma tão pura.
Enquanto nossos corações baterem, nossa amizade será eterna, e quem sabe, até mesmo depois...