Parabéns pra você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida!
Nesta data mais que especial, te desejo 3 coisas: tudo e nada.
Tudo que te faça feliz...
Nada que te faça sofrer...
E meu terceiro desejo é que você...
Presenteie este dia com sorrisos, a semana com alegrias, os anos com prosperidade e a vida com esperança e fé!
Adoro e amo você.
Parabéns!
O "pequeno" cresceu. A mãe o ensinara a crescer... e crescer significa ser responsável tomando decisões e assumindo consequências.
Aprendeu. Cresceu tanto, que decidiu ir. Decidiu por si mesmo, sem perguntar se a mãe ia sofrer. Nem para a própria mãe e nem para ele mesmo.
– "Vou experimentar. Se não gostar, volto." Nem aquele: "você não fica triste?", de quando era pequeno. E a mãe racionaliza que é um direito dele querer ir e pensou:
– "Vai ser bom pra ele. – Que bom!" O menino aprendera a se respeitar, a seguir os próprios impulsos medindo as consequências por si mesmo.
Sentindo-se vitoriosa, a mãe constatou que conseguira ensinar, com simples palavras e atitudes, o que aprendera por si mesma a duras penas.
Racionalmente, tudo bem! Mas mãe, aquela que vem das entranhas, que gerou, que pariu, não consegue ver a pessoa do filho, mas a sua cria. É animal. Não animal sem alma, mas com um instinto tão forte que sufoca a razão.
A vitória se manifesta em choro. Saudade. De manhã, o barulhinho do chuveiro, o rock baixinho no quarto. À tarde, o telefone, sempre ocupado. De madrugada, a televisão ligada. Copos pelo chão. Tênis pelos cantos. O sono pesado e inconsequente da adolescência e juventude.
No armário vazio, só os cabides atestam: ele não mora mais ali. Vai voltar?... a mãe só sabe que o quarto vazio, irritantemente arrumado, dói demais... e vai doer ainda, até que a mulher consiga refazer a mãe dentro de si e fique apenas feliz porque o menino cresceu.
Um mês depois, a mãe encara o menino crescido. Não dói mais. Está refeita, plenamente feliz e sente orgulho, pois: O "pequeno" cresceu e não se foi... apenas mudou de endereço.
Um dia parei para olhar as folhas da árvore caindo. Elas saiam do galho e
flutuavam no ar até chegar ao chão. Aquilo me incomodava, não era o fato da
folha ter deixado a árvore, mas a distância que agora separava as duas.
Eu não culpo a folha por ter deixado a árvore. Pois era Outono e elas não
caem porque querem e sim porque é chegada a hora de partir. Com a partida da
folha, a árvore vai sentir falta de sua companheira.
Agora quem vai fazer a fotossíntese? Com certeza, a árvore não vai conseguir
viver sem a folha. A árvore vai ficando cada vez mais fraca. Pois a folha
ajuda na fabricação de seu alimento.
Mas se a árvore tivesse mãos? Ela iria tentar pegar a folha no chão. Mas
não iria conseguir, se a folha permanecesse imóvel. O vento tem que bater na
folha, para ela flutuar e poder chegar nas mãos da árvore. O destino as
vezes pode ser cruel com a árvore e a folha. Mas se houvesse amor, um
sentimento que só nós podemos sentir, a folha iria permanecer na árvore,
mesmo estando no chão.
Camila, mesmo com a distância que poderá nos separar. Você sempre
continuará no meu coração. E sempre estaremos juntos, se nosso amor
continuar como hoje.
EU TE AMO e nunca vou deixar que uma pequena distância acabe com nossos
sonhos. Neste dia em que comemoramos o 4a mês de namoro, percebo que a
distância só vai trazer a saudade e nunca o esquecimento.
De seu eterno apaixonado...
A maior recompensa pelo trabalho não é o que se paga por ele, mas sim, a experiência que o mesmo proporciona. Parabéns, trabalhador!
Até que enfim, seja bem-vinda ao Facebook! Foi uma alegria encontrar você por aqui, já estava na hora de se juntar a esta comunidade! Agora poderemos nos comunicar mais e melhor, e compartilhar ainda mais momentos das nossas vidas.
Espero que você fique por aqui durante muito tempo, e que esteja tão feliz quanto eu estou por ter você na minha lista de amigos!