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Nos teus olhos a sentir Vagueia uma canção Lentamente faz ouvir Invadindo o coração
Quisera com ansiedade Debaixo de um sapoti Cantar-te toda saudade Que eu tenho vivido aqui
O que mais queria agora Criar asas nessa hora Voar a procura de ti
Vou me despedir chorando Aos poucos vou lamentando O quanto sofro por ti.

Por quê será que é assim toda vez que eu te vejo
Meu coração acelera, fico louca de desejo!
Desejo te abraçar, te beijar, te envolver.
Uma vontade que escute tudo o que tenho a dizer.
Que você mexe comigo, me faz sentir mais mulher
Que não te quero só como amigo
(sou só tua amiga porque assim você quer).
Quero me declarar pra você e não sufocar mais essa paixão.
Quero que você passe a me querer como te quero, com paixão!
Mas logo perco a coragem
minhas pernas estremecem
só de você dizer 'oi '
as emoções aparecem.
Fico a te admirar, em cada palavra presto atenção.
Você me faz flutuar, viajo na ilusão.
Você nem sabe o que sinto,
me comporto naturalmente.
Jamais você desconfia o que se passa em minha mente.
Melhor deixar como está
tanto pra você quanto pra mim.
(Melhor tê-lo como amigo que não tê-lo nem assim.
E se algum dia tiver que acontecer
que seja naturalmente...

Esta é dedicada aos amantes platônicos...

Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a unir-se e a ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo, aquele inverno tenebroso.
Porém vida ingrata! os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou de morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Mas esta não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a aproximar-se pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. E sobreviveram!
É preciso aprender a conviver. Isto é urgente!
A vida é a melhor escola! Aqueles porcos-espinhos aprenderam depressa, que, para sobreviverem, era preciso aprender a conviver.
Esta é a moral da história: Viver juntos não basta, é necessário aprender a conviver com o outro!

Feliz aniversário! Hoje é o seu dia e por todo lado se sente uma vibração diferente, pois o mundo celebra mais um ano de vida de alguém muito especial: você!

Desejo que as homenagens, os sorrisos e as palavras de carinho sejam muitos e sinceros, e que você os desfrute com muita alegria no coração.

Seja feliz com o que tem e com o que ainda quer ter, pois enquanto houver vida haverá esperança e meio de lutar pelos sonhos. Então sonhe muito e lute ainda mais! Felicidades!

A vida vem e vai, Ela vem e se esvai, Assim é assim será, Será que um dia isso mudará, Quem isso arquitetou imaginou será, Que o vazio ficará,
Vem e vai
Vieram pra ensinar, E o coração não aprendeu, Os prendeu, E de nada adiantou, Partiram, Um a um,
Todos se foram, Sem dó Nem piedade, O ciclo Se completou, E me ensinou, A aceitar um pouco, De maneira mais suave, O inevitável.