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Em um mundo onde a pressa e a ansiedade têm conduzido as criaturas a uma correria desenfreada, onde se corre tanto sem saber aonde chegaremos, onde o relógio, em vez de amigo para nos auxiliar na organização de nossos compromissos e realização de planos de vida, se tornou objeto torturante, a nos lembrar ininterruptamente de que o tempo não está sendo suficiente para todos os projetos.
Estamos tentando colocar toda a água do Oceano Atlântico dentro de um copo.
Essa briga contra o tempo, que não temos a mínima chance de vencer, acaba por desgostar e induzir-nos à tristeza, ao desânimo e à depressão.
A inconformação e a não aceitação são perigosos agentes a causarem o desalento e a irritação no coração humano. Angustiar-se e cultivar ansiedade desmedida não solucionarão problema algum.
É como o cão que começa a correr atrás da própria cauda. se cansa, se desgasta, quase nunca a alcança, e mesmo nas raras vezes em que consegue mordê-la, se decepciona, porque nada de bom sente com isso, a não ser desencanto e decepção.
Somente uma postura é remédio contra a avalanche de sentimentos contraditórios e impressões que vivenciamos no turbilhão da vida moderna: manter a serenidade.
Sermos seremos, além de profilaxia adequadíssima aos nossos dias, constitui também terapêutica para os problemas já instalados em nosso mundo íntimo, e também representa o mapa para nos guiar por caminhos mais seguros nas trilhas da vida.
Sejamos seremos. A vida pode não ser fácil, mas bem vivida é um tesouro imensurável, que vale a pena aprender a conquistar.

Não há explicação para este amor arrebatador. Amor que não mede forças para defender, é capaz de sentir dor sem doer, de chorar sem entristecer, de alegrar-se com suas vitórias e chorar em suas derrotas.

A família é um bem precioso que nunca devia ser separado. Nascemos e crescemos juntos, debaixo do mesmo teto e nunca ninguém deveria de ter de ir embora. A saudade é um sentimento que dói e que tive de conhecer de perto com esta nossa distância. Vocês me fazem muita falta e cada membro querido da nossa família estará sempre em meu coração.

Meu amor, você ainda não partiu de viagem e eu já estou morrendo de saudades suas. Hoje me despeço de você, mas este é um adeus pequenininho, um 'até já', mas nem por isso vai custar menos enfrentar esta momentânea distância.

Faça uma boa viagem, meu amor! Desfrute e aproveite cada momento, mas não se esqueça de me carregar sempre com você, no coração e no pensamento.

Numa cidade distante no interior da China, dois amigos foram presos e obrigados a viverem com uma corrente entre eles.
A corrente que ficava presa em seus pés mal os permitiam ficar muito longe, mas eram dois amigos muito unidos.
Presos, saiam juntos para ver o sol, iam juntos para o refeitório, ficavam horas no pátio conversando e sempre um concordando com o outro.
A liberdade chegou, foram soltos, mas obrigados a continuar com aquelas correntes em seus pés.
Estavam livres era tudo o que queriam, dois amigos livres para fazerem o que quisessem porém acorrentados.
Os dias passaram até que num certo dia um amigo quis ir a uma praça e outro amigo estava muito cansado queria ficar em casa. Naquela época muito remota poucas opções lhe restavam.
Tinham que cumprir severamente a ordem de não remover a corrente.
Ali existiu a primeira reflexão de pensamentos diferentes, mas naquele dia se acertaram e foram para a praça, no dia seguinte outra divergência um amigo queria ir caminhar um pouco e outro ir para a praça, segunda divergência.
Aquela situação já estava se tornando intolerante, pois não tinham mais a liberdade de serem e fazerem o que queriam.
Certo dia um amigo falou para o outro, por que brigamos se estamos livres, estamos apenas acorrentados, mas isso não é nada para grandes amigos como nós.
O outro amigo disse, ser amigo é entender, ajudar, construir e somar, mas viver a vida do outro não é amizade é obsessão.