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As derrotas acontecem. Nem todas as batalhas são feitas para serem vencidas por nós, e muitas vezes aprendemos muito mais com uma derrota do que com uma vitória. Se soubermos aproveitar as nossas experiências para crescer, uma derrota pode nos mostrar os nossos pontos fracos, e o que precisamos melhorar para não continuar cometendo os mesmo erros.

Não vale a pena manter-se para baixo, sentir-se fracassado ou humilhado, e nem se apegar à derrota. É preciso entender o que aconteceu e sofrer, mas sofrer somente na medida da derrota. Depois, já é hora de olhar para trás de modo analítico e ver, de forma objetiva, o que podemos melhorar e já começarmos a nos preparar para a próxima batalha.

A vida não espera! Se nós não soubermos nos recompor, virão novas e novas batalhas e nós não estaremos preparados para elas. Por isso, depois de uma derrota, respire fundo, recomponha-se o quanto antes e prepara-se para seguir em frente!

Quando era pequeno minha mãe costurava muito.
Eu me sentava perto dela e lhe perguntava o que estava fazendo.
Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada, e sempre lhe perguntava o que estava fazendo, dizendo-lhe que de onde eu estava o que ela fazia me parecia muito confuso. Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia:
"Filho, saia um pouco para brincar e quando terminar meu bordado te chamarei e te colocarei sentado em meu colo e te deixarei ver o bordado desde a minha posição".
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava.
Minutos mais tarde escutava-a chamando-me:
"Filho, vem e senta-te em meu colo".
Eu o fazia de imediato e me surpreendia e emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado.
Não podia crer. de baixo parecia tão confuso.
Então minha mãe me dizia:
"Filho, de baixo para cima tudo te parecia confuso e desordenado, porém não te ocorria de que há um plano acima.
"Havia um desenho. só o estava seguindo. Agora olhando-o da minha posição saberás o que estava fazendo".
Muitas vezes ao longo dos anos tenho olhado para o céu e dito:
"Pai o que estais fazendo?" Ele responde: "Estou bordando tua vida." E eu lhe replico:
"Mas está tudo tão confuso. em desordem. Os fios parecem tão escuros, porque não são mais brilhantes?"
O Pai parecia dizer-me:
"Meu filho, ocupa-te de teu trabalho e Eu farei o meu. um dia te trarei ao céu e te colocarei em meu colo e então verás o plano desde a Minha posição."

Quando dois seres de aparência estranha apareceram na porta da sala, Tony, de três anos de idade, rapidamente pulou de onde sentava-se no chão e correu para a cadeira de sua mãe. Um dos recém-chegados, rindo, disse, – Vem cá Tony e fala o que você pensa de nós. Disse uma voz familiar. – Você não gostou da nossa cara?
Tony deu uma espiada sem sair do lugar. Ele certamente não gostou do jeito como aquelas pessoas pareciam! Vestiam roupas engraçadas e tinham máscaras nos rostos. Um parecia um velho vagabundo engraçado com bigode grosso, óculos escuros e grandes... O outro usava um vestido longo e muitas "joias" coloridas e brilhantes. Tinha cabelo loiro longo e usava uma coroa de papel.
A mãe riu. – Vocês dois fizeram um bom trabalho ao arranjar estas roupas para a festa à fantasia. Ela disse. – Tirem suas máscaras para que Tony veja quem são vocês.
As máscaras, óculos e bigodes foram retirados e Tony viu o próprio irmão Zachary e... Aquilo era sua irmã Megan? Correu para ela e arrancou a peruca loira. – Me conhece agora, não é? Ela perguntou.
Logo Tony também tentava usar as máscaras e a peruca e ria de si mesmo em frente ao espelho. – Festas à fantasia são divertidas! Mal posso esperar até sábado! Declarou Megan. – Eu não vou contar nada pra ninguém porque quem conseguir enganar a todos o tempo todo receberá um prêmio.
O pai das crianças sorriu. – Fico contente que vocês se divirtam com isto. Ele disse, – Mas não usem suas máscaras no dia-a-dia, tá bom? – Quem faria isso? Perguntou Zachary.
– Bem, de certa maneira, muitas pessoas fazem. Seu pai respondeu. – Esses trajes e máscaras me lembram que algumas pessoas continuamente tentam parecer-se com algo que não são. Vão à igreja e dão dinheiro para caridade e fazem muitas outras "boas ações". Querem que as outras pessoas pensem que são Cristãos mas, na verdade, nunca confiaram em Jesus. É como se usassem uma "máscara". Por baixo das máscaras eles têm corações duros.

Finalmente você vai dar esse passo tão importante para sua vida – seu casamento, minha irmã! Pensava que você ia ficar para tia, mas você me surpreendeu, aliás, surpreendeu todo mundo com essa bela notícia.

Tenho certeza que essa decisão vai melhorar sua vida e vai dar conforto para seu coração. Isso é o mais importante! É que não há hora para ser feliz, a felicidade simplesmente acontece e você agarrou ela sem medo. Estou muito orgulhosa de você! Mil Beijos!

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
" Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. "
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:
" A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação.
E isso faz toda a diferença..."