Quando vier me visitar Traga flores, Muitas delas...
Porém, não me traga apenas flores: Não se esqueça de juntar a elas A beleza do seu sorriso, A ternura do seu olhar, A força do seu abraço. O calor dos seus beijos...
Quando vier me visitar, Traga flores, Muitas delas... Mas não esqueça de tirar-lhes Os espinhos que machucam, As folhas envelhecidas, Os galhos secos, As dores embutidas...
Quando vier me visitar, Traga flores, Muitas delas... Perfumadas, coloridas, alegres: Todas parecidas com você!
Quando vier me visitar, Traga você por inteiro.. As flores? Nem sei se vai precisar!
A lua foi ao cinema,
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor
que até hoje a lua insiste:
— Amanheça, por favor!
Não me procures, Mãe, sob o jazigo.
Que recobres de joias e açucenas!...
Fita o campo das lágrimas terrenas,
Levanta-te da lousa e vem comigo.
Aqui, chora a viuvez amargas penas,
Ali, geme a orfandade ao desabrigo,
Ergamos para a dor um pouso amigo
E as nossas dores ficarão pequenas!...
Transformemos o luxo, Mãe querida,
Em consolo, agasalho, pão e vida,
Na inspiração do bem que nos governa!...
E seguiremos juntos, dia-a-dia,
Convertendo a saudade escura e fria
Em bendito calor de luz eterna.
Quando Cátia chegou em casa depois da escola, ela deu um beijo em sua mãe, agarrou um biscoito e foi para o piano. A mãe sorriu quando Cátia começou a tocar sua música favorita. Cátia adorava música e tocar piano.
Quando Cátia parou de tocar, ela foi até a cozinha. – A Lúcia convidou algumas de nós para jogar vídeo game hoje à noite. – ela disse – Eu posso ir?
– Acho que sim. – sua mãe concordou – A propósito, a Sra. Parker ligou hoje. Ela disse que gostaria que você tocasse na festa da escola de música, na semana que vem. Eu disse que lhe perguntaria, mas que eu estava certa de que você aceitaria.
– Ah, mãe! – Cátia exclamou com desânimo – Não quero fazer isto! Hoje à noite eu ligo e falo com ela.
Ela fechou a cara e saiu da cozinha antes que sua mãe pudesse protestar. A mãe suspirou. Apesar da habilidade e do amor de Cátia pela música, ela rejeitava qualquer proposta de tocar em público. – Tocarei quando eu for mais velha. Era o que sempre dizia.
Quando Cátia voltou da casa da Lúcia naquela noite, ela parecia triste. – Você não se divertiu? Sua mãe perguntou.
– Oh, sim. – Cátia murmurou – Mas sabe o que é? Nós estávamos no quarto da Lúcia e em cima da estante eu vi o colar eu dei para ela no seu aniversário. Ainda está na caixa! Quando eu dei a ela, ela disse que era bonito e que tinha gostado. Se ela realmente gostou, por que ela não usa? Eu gastei dois meses de mesada para pagar o colar que agora só fica guardado!
– Eu sinto muito. – a mãe respondeu simpaticamente – Talvez ela use mais tarde.
E, depois de uma ligeira pausa, adicionou, – Cátia, você não estará tratando o presente que Deus lhe deu da mesma forma que a Lúcia está tratando o seu?
– Como assim? Cátia perguntou.
– Deus lhe deu o presente da música, inclusive a habilidade de tocar piano. Você gosta de tocar em casa, mas como a Lúcia, você parece pouco disposta a "tirar seu presente da estante" e usar em qualquer outro lugar.
Cátia ficou calada e pensativa por algum tempo. Finalmente admitiu, – Acho que você está certa. Eu direi à Sra. Parker que aceito o convite.
Eu Te Amo
Só que não quero
Eu não posso,
Mas o meu coração te persegue
Sei que não me amas,
E sei que não me quer
Mas o que eu faço
Com meu coração de Pequena Mulher?
Será que tem cura?
Médico, remédio?
Eu peço, ajuda essa alma impura
Que precisa de ajuda!
Não saberia me ajudar
Porque também não sabe me amar
Grande ajuda que teria
Sei, você não me amaria
Queria que me amasse
Mas não sabe o que é amor
Mesmo se te explicasse
Não sentiria o seu calor
Não tenho lindas lembranças,
Mas um sonho sempre terei
Porque,...
Para sempre TE AMAREI!