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Obrigado, pai pela vida! Pela coberta que me aquece. Pelo teto que me abriga. Por tua presença amiga.
Obrigado, pai pelos doces. Pelos presentes. Pelos passeios na praça.
Obrigado, pai pelo suor na fronte e pelos braços cansados no final da jornada para que nada me faltasse.
Obrigado, pai pelas noites em claro quando o dinheiro não deu e mesmo assim, nunca nos abandonaste.
Obrigado, pai porque me castigaste quando eu estava errado e por tentar me mostrar o caminho da verdade.
Obrigado, pai por tantas vezes que abdicaste teus sonhos para realizar os meus e abriste mão das tuas vontades para realizar meus caprichos.
Obrigado, pai porque tu existes! Porque és meu pai e porque toda tarde voltas para casa.

Sei que é difícil quando estamos com problemas no trabalho. Afinal, muito de nosso tempo é passado em nosso emprego e precisamos ter a motivação elevada para conseguirmos resultados significativos. Já não basta a pressão que constantemente sofremos e a frustração de, por vezes, não fazermos as coisas do jeito que gostaríamos. Se junto com isso tivermos um ambiente desfavorável que nos deixe desconfortáveis, facilmente caímos em desânimo.

Mas ainda que por vezes se sinta sem forças, querida amiga, você não pode abaixar os braços. Nunca duvide do seu potencial, de suas capacidades para conseguir superar seus objetivos profissionais, bem como para vencer essas divergências que têm surgido. Você não pode desistir perante todos esses obstáculos que outros te têm colocado. Agora é a altura para provar a todo mundo como consegue permanecer de pé, como não cede perante o medo. Agora é o momento de vencer tudo isso com grande mérito.

Suponha o seguinte: você tem um problema na vista e decide ir ao oculista para resolvê-lo. Depois de ouvir rapidamente o seu problema, o médico tira os óculos que ele usa e os entrega a você dizendo: – Use estes óculos. Tenho eles há 10 anos e me ajudaram muito. tenho outro par em casa, por isso pode ficar com estes.
Você experimenta, mas os óculos só pioram seu problema. Você reclama que está horrível, que não consegue ver nada, e o médico responde: – Mas o que há de errado? Para mim estão ótimos. Tente de novo.
Você tenta outra vez, continua vendo tudo embaçado, reclama com o oculista que conclui: – Sabe qual é o seu problema? Pensar positivamente!
Ao que você responde: – Está bem. Positivamente, não enxergo nada!
E o médico retruca: – Você é ingrato! Depois de tudo que fiz por você...
Aí eu pergunto: diante de uma situação dessas, quais são as chances de voltar no mesmo oculista?... Nenhuma, imagino. afinal não dá pra ter confiança em alguém que receita sem um diagnóstico.
Mas, em termos de comunicação, quantas vezes diagnosticamos antes de prescrever? Quantas vezes agimos exatamente igual ao oculista do exemplo?
Todos nós temos uma tendência forte de atropelar os sentimentos das pessoas, de correr para resolver as coisas através de conselhos. Mas, com frequência deixamos de reservar algum tempo para o diagnóstico, para tentar compreender verdadeira e profundamente o problema, antes de mais nada. Ou seja, na tentativa de ajudar, oferecemos a primeira solução que nos vem à cabeça, sem nos importarmos se ela cabe ou não naquele problema.
Se eu fosse resumir em uma frase o princípio isolado mais importante que aprendi no campo das relações interpessoais, diria o seguinte: procure primeiro compreender, depois ser compreendido.

Que bênção é ter um primo como você! Nossa cumplicidade é tão grande e nossa união tão forte que é como se tivéssemos sido criados debaixo do mesmo teto, como se você fosse um verdadeiro irmão. Ainda assim, somos sangue do mesmo sangue e você é muito importante para mim. Obrigado por ser um companheiro para todas as horas e todo o apoio que me tem dado ao longo da vida!

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?" "Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?", questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar :
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu :
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?"
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?
Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".