São tantas pessoas a nossa volta que é muito normal nos sentirmos perdidos com a demanda exigida pelo trabalho e também pela vida pessoal. Somos requisitados por todos os lados e muitas vezes esquecemos de satisfazer os nossos próprios pedidos, ignorando o que nos satisfaz e nos deixa feliz.
De vez em quando nos esforçamos tantos para ver um sorriso no rosto de uma pessoa querida, mas quando uma satisfação própria seria muito bem vinda, adiamos por várias vezes consecutivas. Mas será que isto nos traz algum benefício? Como podemos fazer tantas pessoas felizes sem se preocupar nem um segundo com o nosso próprio sorriso?
Apesar de muitas pessoas alcançarem a tal realização pessoal com a felicidade do outro, todo mundo precisa satisfazer algo íntimo, que muitas vezes fica por muito tempo escondido. São pequenas coisas que podem fazer uma grande diferença no seu dia a dia.
Procure perceber quais são aquelas pequenas coisas que melhoram o seu dia a dia, excluindo qualquer outra pessoa da sua vida. Comece realizando uma ou outra, sem pressa, mas sem adiamentos, direcione sua ousadia para você e também receba mais felicidade à sua vida.
Mais um fim de semana que se passa... Mais uma linha da história se traça... Depois dos risos, das horas de graça, Vem o pranto que a mim e a ti abraça.
Quantas alegrias eu tenho ao seu lado?! Como é meu fim de semana abençoado?! Não me lembro de juntos termos chorado?! Mas longe, como ti, me sinto destroçado...
Como se um trem saísse dos trilhos... Como se uma mãe perdesse seus filhos... Como se a noite já não tivesse lua... Como se minha vida não existisse sem a tua...
Me sinto um pássaro perdido... Com asas, mas por Deus impedido... De voar e encontrar o meu ninho... No mundo, sem ti, me sinto sozinho...
Como chora minha alma atrevida, De tanto amar-te, na tua é fundida... Já não é mais minha, é tua a alma impedida... Que se recusa, não pode, fazer sozinha a subida...
Meus risos em lágrimas se tornam... Diante da felicidade que nossos corpos formam... Após uma linda noite de amor vivida... Do riso se faz pranto... Despedida...
Toc, toc, toc...
Aqueles estampidos ecoavam por toda mata, como se fossem tiros de uma arma. O
machado rachava sua pele. Suas folhas tremiam, a cada pancada desferida contra seu
corpo.
Lentamente, feroz arma atinge sua alma. E ela, não mais podendo sustentar-se, cai
como um gigante. Deixa pequenos órfãos jogados pelo chão, tão pequenos e sozinhos
que o homem pisa-os sem dó ou piedade.
Eles são pequenos e fortes, sabem que sua vida não terminou. Aguardam, repousando
na terra, uma gota de água para que explodam em vida.
Natureza boa, perfeita, derrama lágrimas, num instante. Logo em seguida vem o sol
dar ânimo e coragem para aqueles pequeninos.
Começam a crescer, dar sombra, flores e frutos para homens e animais, nada pedindo
em troca.
São tão generosas, que até mesmo retiram as toxinas do ar, devolvendo-o puro e
fresco para todos.
E a vida continua... Elas são o que são. Fazem sua parte, sem querer nada em troca.
E o homem, injusto, só lhe dá uma coisa: toc, toc, toc...
Quando confiamos em alguém, a essa pessoa entregamos nosso coração e esperamos que ela saiba cuida-lo com carinho, que não o deixe cair, que não permita que ele se quebre. Eu entreguei meu coração a você, confiei que dele cuidaria, mas me enganei. Você deixou-o cair e ele se quebrou em mil pedaços.
Sua traição é agora como uma faca que para sempre carregarei enterrada no peito, e o amor que senti por você foi transformado em cinza pelo sofrimento que você me causou.
Como dizer que te amo, se estamos separados?
como dizer que te amei se ainda te amo?
como dizer que te quero, se não sei se você me quer?
como dizer que te esquecerei se não vivo sem você
como dizer que quero volta se nada terminou
como dizer que tudo foi em vão se tudo foi minha vida, e agora?
como dizer que vivo, se não vivo sem você?
Continuo te amando, e sempre irei te amar,
pois um amor nunca é esquecido,
e quem esquece não sabe o que é amar.