A principal utilidade do avental de vovó era proteger o vestido embaixo, mas junto com isso, serviu como um pegador para retirar panelas quentes do forno. era ótimo para secar lágrimas das crianças, e em algumas ocasiões foi usado até mesmo para limpar orelhas sujas.
No galinheiro o avental foi usado para carregar ovos, pintos inquietos, e às vezes, para levar ovos que precisavam ficar aquecidos na chocadeira.
Quando estranhos apareciam, o velho avental era esconderijo perfeito para crianças tímidas. e quando o tempo estava frio, vovó o enrolava em seus braços. Aquele grande velho avental limpou muito suor da testa, que transpirava debruçado sobre o quente fogão à lenha. A lenha era trazida até a cozinha nesse avental.
Da horta carregou todo tipo de verdura. Depois servia para jogar as cascas no lixo. No pomar, foi usado para trazer as maçãs que tinham caído das árvores.
Quando inesperada visita surgia no alto da estrada, surpreendia quantos móveis aquele velho avental deixava sem poeira numa questão de segundos.
Quando o jantar estava pronto, vovó saia na varanda gritando e acenando com seu avental, e os homens sabiam que era hora de deixar o campo.
Levará um longo tempo até que alguém consiga inventar algo que substitua aquele antigo avental que serviu a tantos propósitos.
Esta leitura lhe trouxe recordações?
Pode não parecer o melhor momento para eu falar, mas devemos sempre demonstrar o que vai em nosso coração. Você está brava comigo e eu sei que tem os seus motivos, mas, por favor, não duvide da veracidade dos meus sentimentos.
Você é o meu amor, a mulher que eu desejo ter do meu lado para o resto da vida. Ao longo do nosso caminho algumas vezes iremos falhar, mas eu quero você para sempre e é por isso que eu vou lutar.
Certa vez, um homem caminhava pela praia, numa noite de lua cheia... E pensava assim: se eu tivesse um carro novo, seria feliz. se eu tivesse uma casa grande, seria feliz. se eu tivesse um excelente trabalho, seria feliz. se eu tivesse uma parceira perfeita, seria feliz... Até que tropeçou num pequeno saco cheio de pedras.
Pegou no saco e começou a atirar as pedras, uma a uma, ao mar, cada vez que dizia: Seria feliz se tivesse...
Assim fez até que ficou com uma só pedra no saco e decidiu guardá-la. Ao chegar a casa, percebeu que aquela pedra, se tratava de um diamante muito valioso.
Quantos diamantes ele atirou ao mar sem parar para pensar?
São assim as pessoas...
Se olhassem ao redor, parando para observar, perceberiam quão afortunadas são.
Muito perto de ti está a tua felicidade.
Cada pedra deve ser observada...
Ela pode ser um diamante valioso!
Cada um dos nossos dias pode ser um diamante precioso e insubstituível.
Depende de cada um aproveitá-lo ou lançá-lo ao mar do esquecimento para nunca mais o recuperar.
TU, como tens atirado as tuas pedras?
Amigos, Família, Trabalho e até mesmo os teus sonhos.
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.
Todos os dias eu acordo contando os segundos que faltam para ver você. A noite de descanso leva todo meu cansaço, mas as saudades nunca me abandonam e eu fico pensando em como você é importante para mim.
Hoje quero que entenda que o amor que sinto é verdadeiro e que estou disposta a demonstrar isso todos os dias, enquanto você quiser permanecer perto de mim. Tenha um bom dia, meu amor!
Quando visitei o conceituado e famoso médium Francisco Candido Xavier, em Pedro Leopoldo, Estado de Minas Gerais, a 19 de fevereiro de 1951, no salão do Centro Espírita "Luiz Gonzaga", fui por ele informado de que estava presente o espírito de Romão Rocha, que fora meu contemporâneo nas atividades espíritas do Paraná. Em seguida, o médium acrescentou: "Romão pergunta se o senhor se lembra das palavras que ele lhe disse". Respondi, após refletir, que não me lembrava. Realmente, não era fácil precisar, dentre tantas coisas que conversávamos, o que desejaria ele relembrar. Como houve a seguir interferência de terceiros, não me foi possível pedir ao espírito de Romão reproduzisse o que antes me dissera.
Regressando à capital do Estado de São Paulo, não podia esquecer esse fato e dele me estava a recordar constantemente. Assim, a 2 de abril, tomei a resolução de escrever ao espírito de Romão Rocha, o qual por intermédio de Chico Xavier, no dia 4, respondeu o seguinte:
"Meu amigo continue atento à execução dos compromissos assumidos, com a mesma vigilância construtiva que lhe caracteriza as atitudes, porque no Espaço não nos perdoamos se a indiferença inutilizou a nossa sementeira". Tudo se modifica, ao perdermos temporariamente as nossas possibilidades de atuação no plano dos encarnados, com a morte ou renovação do corpo, e precisamos aproveitar as horas e os talentos na concretização do bem com Jesus, de conformidade com o deveres que traçamos para nós mesmos no grande caminho da vida.