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A saudade é a presença constante de uma ausência. A saudade é a falta de alguém ou de algo que bate em nosso peito, é a lembrança que lateja em nossa mente, é o momento que passou e não volta mais.

Para acabar com a saudade, só há um remédio: matá-la! E só conseguimos matar as saudades, quando aquilo que estava ausente, deixa de estar. Ou seja, para acabar de vez com a saudade, é preciso trazer para perto de nós aquilo que nos faz falta.

Infelizmente, nem tudo podemos trazer de volta. Os momentos felizes da vida podem até voltar a acontecer, mas nunca serão iguais aos do passado.

As pessoas que se foram para nunca mais voltar, transformam-se em eterna saudade, uma saudade que às vezes dói, mas com o tempo se torna uma memória suave e alegre, um sentimento de nostalgia!

Mas quando possível, devemos matar as saudades. A saudade é a única coisa que podemos matar sem dor nenhuma na consciência.

Você surgiu como suave melodia trazida pela brisa. dilatou-se no silêncio de minha alma e fez-se moldura em meu viver.
Isso se chama ventura...
Há algo em você que transparece num olhar, como estrela no céu atapetado de astros e exterioriza-se num sorriso como canção tocada na harpa dos ventos.
Isso se chama ternura...
Sem olhar, você me percebe, sem falar você me diz, sem me tocar você me abraça...
Isso se chama sensibilidade...
Quando me perco em labirintos escuros você me mostra o caminho de volta.. Quando exponho meus tantos defeitos, você faz de conta que não nota...Se enlouqueço, você me devolve a razão...
Isso se chama compaixão...
Nos dias em que as horas passam lentas, sem graça e sem luz, nos seus braços eu encontro alento.
Quando os dias alegres de verão partem e em seu lugar chega o outono, cobrindo o chão com folhas secas, e o verde exuberante cede lugar ao cinza, nos seus braços encontro harmonia.
Isso se chama aconchego...
Quando você está longe, no espelho da saudade eu vejo refletida a certeza do reencontro.
Nas noites sem estrelas, quando a escuridão envolve tudo em seu manto negro, você me aponta a carruagem da madrugada, que vem despertar o dia com suas carícias de luz..
Isso se chama esperança.
Quando as marés dos problemas parecem tragar em suas ondas as minhas forças, em seus braços encontro reconforto.
Se as amarguras pairam sobre meus dias, trazendo desgosto e dor, sua presença me traz tranquilidade. Você é um raio de sol, nos dias escuros... É ave graciosa que enfeita a amplidão azul...
Você é alma e é coração. É poema e é canção... É ternura e dedicação... Nada impõe, tudo compreende, tudo perdoa... Sua companhia é doce melodia, é convite a viver.. E, tudo isso se chama amor!
Surge depois que as nuvens ilusórias da paixão se desvanecem. Que a alma se mostra nua, sem enfeites, sem fantasias, sem máscaras...
O amor é esse sentimento que brota todos os dias, como uma flor que explode de um botão ao mais sutil beijo do sol...
Isso, sim, se chama amor...

Você é um amigo super chato, pois você pega no meu pé, me faz estudar, me tira a paciência, enche meu saco, me bate, grita comigo, puxa meu cabelo, me dá conselhos, me abraça (super) forte quando estou me sentindo mal.

Diz que sente saudade, enxuga minhas lágrimas, aguenta as minhas tolices, ri das minhas piadas sem noção e mostra que me ama incondicionalmente, independentemente de qualquer coisa que eu venha a fazer.

Afinal, é para isso que servem os amigos! Obrigada por tudo, meu amigo, pois eu sei que você é capaz de fazer qualquer coisa por mim. Te amo, muito mesmo!

Perto de Tóquio, vivia um grande Samurai. Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o Zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação. Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem jamais havia perdido uma luta.

Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama. Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.

Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.

No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se. Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
- Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?

O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
- Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
- Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
- Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.

Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.

É andar na rua de mãos dadas com ela e todo mundo olhar pra gente sorrindo.
É estar com preguiça e pedir que ela experimente a calça que você gostou pra ver se veste bem.
É esperar que ela pinte ou corte o cabelo para ver se fica bom e então você vai lá e imita (se ficar bom, claro?).
É chamar ela pra tomar um cafezinho em qualquer esquina e saber que ela vai topar na hora!
É precisar urgentemente de uma foto 3×4 e nem precisar sair pra providenciar pois ela tem uma e você vai usar.
É ficar uma ao lado da outra de frente pro espelho e indagar: a gente nem é tão parecida assim, né?
É ao mesmo tempo pegar uma foto e por alguns segundos achar que você é ela.
É amar as filhas dela como se fossem minhas e ter a certeza que a recíproca é verdadeira.
É sofrer e sorrir juntas.
É entrar num elevador cheio e ter acessos de risos de quase fazer pipi
É um gesto que só ela entende.
É dizer que não quero vê-la mais na minha frente e no momento seguinte ligar pra ela como se nada tivesse acontecido.
É criar uma poltrona com mil combinações e saber depois que ela estava pensando na mesma coisa.
É tentar acalmá-la e ela tentar me colocar no chão (ela é ligadíssima e eu desligadíssima).
É ter alguém que te entende muito e que faz qualquer coisa pra te ver feliz.
É saber que não adianta disfarçar?ela sabe quando tem algo de errado com você.
Ser gêmeo é um privilégio que somente nós (gêmeos) entendemos.
É nos confundirem o tempo todo mas tudo bem!
É (agora a parte chata) ouvir: ?você é você mesma ou é a outra?cara de uma focinho da outra?Ruth ou Raquel? (lembram da novela do Tonho da Lua?)
É passar por antipática por não cumprimentar alguém que passou na rua e te deu um oi super simpático.
Ser gêmeo é já nascer com seu melhor amigo.
É saber que alguém sabe mais de você do que você mesma.
É viver num mundo paralelo próprio.
É conversarmos por telepatia.
É termos a absoluta certeza de que nunca estamos sós.
Feliz Aniversário, querida irmã!