Que a alegria da formatura hoje, fique para sempre em você, para que a felicidade também contagiem aqueles que da sua profissão se beneficiarem.
Meus parabéns!
Foi sempre você que me demonstrou as possibilidades que existem em amar alguém! O sentimento que nos une, minha filha, é o mais belo de todos.
É o que alimenta meu coração; é o que me faz sorrir pela manhã, o que me faz sonhar! E acredite que faria qualquer coisa para você estar mais próximo, mas às vezes a vida nos coloca desafios para medir a intensidade das coisas.
Mas como nossa ligação é forte, pode ter certeza que vamos superar toda saudade. Só preciso de ver você bem! Beijo, filha. Te amo!
Alcançada mais uma vitória, exulta o meu coração de alegria não apenas por esta, mas por saber que Deus lutou ao meu lado e me ajudou a conquista-la. Obrigada, meu Deus!
Sou grata não apenas pelas conquistas, mas por possuir os meios e as condições para lutar por elas, e tudo isso eu devo a você, meu Deus! Obrigada, meu Deus, por todas estas dádivas!
Quando você corre atrás da felicidade essa experiência pode ser muito frustrante. Um sinal indicador de que você está perseguindo a felicidade, sem no entanto encontrá-la se traduz em frases como: "Ah! se eu tivesse um novo carro, então eu seria feliz" "Ah! se eu encontrasse uma esposa(o), aí, sim, eu seria feliz..." "Ah! Se eu conseguisse um trabalho melhor, sem dúvida eu seria feliz".
É ótimo ter sonhos cada vez maiores. No entanto, quando você torna a sua felicidade condicional, você nunca parece ter condições de preencher tais condições, porque novos "ses" irão surgindo a cada passo.
Uma estratégia melhor é não perseguir a felicidade, mas aprender a arte de um saudável contentamento. Em lugar de colocar condições a respeito de sua felicidade, permita que ela aconteça no lugar onde você já está. Será que você pode ser feliz hoje aí onde você se encontra? Claro que sim! Jamais abandone seus sonhos! Continue a lutar por eles. Saiba no entanto que um contentamento saudável pode acrescentar muitos dias felizes à sua vida. Não existe razão alguma para esperar pela felicidade. Você não a alcançará pelo simples fato de persegui-la a todo custo. Ela já é sua, quando simplesmente você decide vivê-la.
Filipenses, 4:11,12
Nélio DaSilva
Dois rapazes moravam na mesma fazenda quando o pai morreu.
O que era solteiro ficou morando na casa em que o pai morreu.
O casado morava na casa ao lado.
Eles tinham uma plantação imensa de arroz e um celeiro em comum, e combinaram de trabalhar juntos e dividir tudo.
Colheram dezenas de sacos de arroz, metade para um e metade para o outro, e assim fizeram dois celeiros.
Fizeram uma boa colheita, estavam com os depósitos cheios.
No final da tarde, o irmão solteiro começou a pensar que aquela divisão não estava certa.
Pensava: *“Eu sou solteiro e meu irmão é casado, tem mulher e filhos. Ele precisa de mais arroz que eu, pois sou sozinho.”*
À noite, ele se levantou, foi ao celeiro dele, pegou um saco de arroz, escondido, e colocou no celeiro do irmão.
O irmão acordou na manhã seguinte e começou a pensar:
*“Essa divisão não está justa, pois sou casado, tenho minha mulher e meus filhos. E eles vão crescer e poderão me ajudar. Mas meu irmão, coitado, ele é sozinho. E se ele não casar, não vai ter ninguém por ele. O certo é ele ganhar uma parte a mais que eu.”*
Levantou, foi ao seu celeiro, pegou um saco de arroz e colocou no celeiro do irmão.
E assim foram vivendo: a cada colheita, um levava uma parte a mais para o outro.
Só não entendiam como é que sempre ficava a mesma quantidade para cada um.
Uma bela noite, o relógio biológico se confundiu.
Horário de verão e os dois se levantaram na mesma hora e se encontram no meio do caminho.
Um olhou para o outro. Colocaram o arroz no chão, se abraçaram, e choraram.
A partir daquele dia, fizeram um único celeiro.
É preciso partilhar os dons, é preciso dinamizar.
Para quem pensa só em si resta somente a estagnação.
É preciso frutificar os dons.
Peça ao Senhor a graça de fazer a experiência do amor infinito, que divide, que cura e transforma sua história.
*Dá-me, Senhor, a graça de aprender partilhar.* Amém!