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Errar é algo inerente ao ser humano, tão intrínseco que para algumas pessoas pode ser até definido como um hábito. Mas, apesar do erro fazer parte da vida de qualquer indivíduo, como ele afetará a sua vida dependerá totalmente da sua disposição em repará-lo.

Nenhum deslize é irreparável, por mais grave que seja, a sinceridade ao declarar arrependimento é o primeiro passo para ser novamente respeitado e futuramente perdoado. Não é possível mudar o passado, mas admitir que tal atitude foi inadequada e se comprometer para jamais repeti-la, certamente é a melhor forma de conseguir um melhor futuro.

Com o erro reconhecido e a demonstração de que está verdadeiramente arrependido, a partir daí, a anterior falta de credibilidade deve ser trocada o mais rapidamente possível pela absoluta honestidade. Não adianta pedir perdão se a intenção e continuar no erro, é preciso acreditar com todas as forças que o deslize pode ser reparado e para isso, o comportamento tem que ser transformado.

Sonhei que o mundo era uma grande orquestra sinfônica, onde o maestro regia, sem jamais aparecer e os integrantes insistiam, na sua maioria, em tocar cadenciadamente seus toscos instrumentos; embora alguns desafinassem e eram reprimidos; enquanto outros apenas se deleitassem.. sem nada fazer.

Vivo de saudade Vivo de vontade Vivo fugindo da verdade...
Vivo sem saber o que dizer quando encontrar você Vivo sem saber nem mesmo explicar o por que? Vivo querendo te encontrar na rua sem querer...
Eu queria mesmo é te dizer que pra mim Foi muito mais do que alguns momentos com você.
Vivo sentindo um amor que não me permito viver. Vou viver o resto da minha vida querendo viver você...

Nem acredito que a semana de trabalho está começando novamente. Parece que saímos daqui há dois minutos – o final de semana passou voando, nem me lembro do que fiz no sábado ou no domingo.

Mas temos de ser fortes, amiga! Vamos encarar o dia de hoje como uma oportunidade para fazer algo diferente, melhor, mais rico! Boa segunda-feira, amiga!

Quando à corte silente do pensar
Eu convoco as lembranças do passado,
Suspiro pelo que ontem fui buscar,
Chorando o tempo já desperdiçado,

Afogo olhar em lágrima, tão rara,
Por amigos que a morte anoiteceu;
Pranteio dor que o amor já superara,
Deplorando o que desapareceu.

Posso então lastimar o erro esquecido,
E de tais penas recontar as sagas,
Chorando o já chorado e já sofrido,

Tornando a pagar contas todas pagas.
Mas, amigo, se em ti penso um momento,
Vão-se as perdas e acaba o sofrimento.

William Shakespeare