Eu te admiro mulher, nada te supera ou substitui pois o sangue que do teu corpo flui, é o verdadeiro apelo do amor.
Eu te admiro mulher, em toda a sua anatomia perfeita com só a luz do dia, sempre imitada, jamais igualada.
Eu te admiro mulher, mesmo que seja por sua vaidade a mim não importa a sua idade, desde que saibas me cativar.
Eu te admiro mulher, que até na sua simplicidade mostra toda sua feminilidade, e nos dá o prazer da conquista.
Eu te admiro mulher, por ser do amor a deusa consagrada verdadeira costela que nos foi retirada, por Deus Pai Nosso Criador.
Eu te admiro mulher, e por ser homem eu te cobiço, se assim não fosse seria um omisso, diante do que a natureza nos deu.
Eu te admiro mulher, e por ser assim seguirei te admirando, mesmo que ao final dos meus dias eu os termine lamentando, por não ter tido o seu amor.
Viver um amor que não se pode concretizar, que por algum ou muitos motivos é impossível, representa uma terrível dor. O coração quebra e às vezes até os piores sentimentos se apoderam de nós.
Mas não se desespere, pois é verdade o que dizem, e nada como o tempo para curar uma dor de amor. Se esse amor é impossível talvez exista uma razão para isso, talvez o verdadeiro amor que você deve viver ainda esteja para vir, e esta situação sirva apenas de teste ou preparação.
Eu sei que dói, que custa aceitar que não podemos ficar com essa pessoa a quem amamos tanto, mas deve pensar que algo melhor está para chegar. Além que um amor impossível será para sempre um amor que jamais esquecerá, e que com o tempo aprenderá a olhar com certo carinho.
Deixem-me contar-lhes uma parábola.
Vocês conhecem aquelas casas de madeira, de tábuas largas, com fendas e gretas pelas quais costumam cair, debaixo do assoalho um espelhinho, um pente, uma moeda, um botão, uma miçanga, mil coisas assim, que ficam lá embaixo, na escuridão.
Os meninos antigos gostavam de deitar-se no chão e ficar olhando pelas gretas o velho porão escuro.
Quando um raio de sol penetra lá embaixo, brilham coisas esquecidas e perdidas, pequenas ninharias que se acumulam anos a fio.
Mas se um dia caísse uma joia, então dava-se a descida ao mundo maravilhoso do "debaixo do assoalho".
Os meninos entravam e era uma festa para os olhos e para o coração: centenas de coisinhas perdidas e reencontradas: – Aquela bolinha de vidro de cor. – Aquele alfinete dourado. – Oh!, aquela pedrinha que brilha!
Eram mil surpresas escondidas, acumuladas, perdidas anos a fio e que a casualidade de uma joia caída fizera redescobrir.
Pois bem amigos, a vida de família é como o fundo do assoalho, com mil pequenas alegrias e carinhos, com mil momentos de ternura, que vão caindo pelas gretas do tempo e do dia, e se vão esquecendo no fundo da vida.
A gente costuma perder esta beleza toda pelo cansaço, pelo hábito, onde as pequenas atenções, o dizer bom dia, boa noite, onde o carinho pelos pais, pelos irmãos, pelos filhos, tornam-se miçangas caídas nas gretas da vida...
Mas um dia como esse pode ser uma ocasião de choque, de lembranças mais vivas do que foram as coisas.
Talvez seja o dia de tirar as tábuas do assoalho, do redescobrir com alegria as pequenas coisas indispensáveis para o tempo de amor, da vida em família...
Quero dar meus parabéns à família mais felizarda do momento. O nascimento de um bebê é uma bênção indescritível e vocês devem aproveitar essa ocasião única e especial.
Um filho é uma dádiva de Deus que ilumina a vida de qualquer casal. Desejo que esse bebê tenha um futuro de muita felicidade e que cresça com todo o amor de seus pais maravilhosos!
Não sou a morte.
Não sou a vida.
Quero a perfeição,
Mas sou apenas...
Um grande fracasso.
Penso em ser tudo.
Mas não sou nada.
Quero o dia,
Tenho apenas a noite.
penso em você, choro por você.
Mas a única coisa que encontro é...
somente a mim mesmo.