Não caminhes diante de mim
Posso não acompanhar-te;
Não caminhes atrás de mim
Posso não guiar-te;
Caminhes do meu lado e seja
Simplesmente MEU AMIGO!
Se você abre uma porta, você pode ou não entrar em uma nova sala.
Você pode não entrar e ficar observando a vida.
Mas se você vence a dúvida, o temor, e entra, dá um grande passo: nesta sala vive-se!
Mas, também, tem um preço...
São inúmeras outras portas que você descobre.
Às vezes curte-se mil e uma.
O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta. A vida não é rigorosa, ela propicia erros e acertos.
Os erros podem ser transformados em acertos quando com eles se aprende.
Não existe a segurança do acerto eterno.
A vida é generosa, a cada sala que se vive, descobre-se tantas outras portas.
E a vida enriquece quem se arrisca a abrir novas portas.
Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente oferece afortunadas portas.
Mas a vida também pode ser dura e severa.
Se você não ultrapassar a porta, terá sempre a mesma porta pela frente.
É a repetição perante a criação, é a monotonia monocromática perante a multiplicidade das cores, é a estagnação da vida...
Para a vida, as portas não são obstáculos, mas diferentes passagens!
Há vinte e cinco anos, vocês disseram sim, e durante vinte e cinco anos, continuaram dizendo sim um para o outro e esse foi o motivo de continuarem juntos por tanto tempo...
Vinte e cinco anos de amor, carinho e compreensão... Vocês são muito queridos e por isso estamos muito felizes por vocês.
Peço a Deus para que conserve esse exemplo de casamento perfeito, por muitos e muitos anos, e que a cada ano que passa, ele cresça, irradie cada vez mais, essa felicidade que contagia a todos.
Amamos vocês!
Feliz Bodas de Prata!
Semana passada levei meus filhos a um restaurante. Meu filho de seis anos perguntou se ele podia dar graças. Quando concordamos ele disse, – Deus é bom. Deus é maravilhoso. Obrigado pela comida. E eu ficarei ainda mais agradecido se mamãe nos der sorvete como sobremesa. E liberdade e justiça para todos! Amém!
Junto com as risadas dos outros clientes por perto, eu escutei uma mulher comentar, – É isso que está errado com esse país. As crianças de hoje não sabem nem como rezar. Pedir sorvete a Deus! Eu nunca vi isso!
Escutando isto, meu filho rebentou em lágrimas e me perguntou, – Eu fiz uma coisa errada?
Deus está zangado comigo?
Enquanto eu o abraçava e lhe assegurava que ele havia feito uma oração maravilhosa e que Deus com toda certeza não estava zangado com ele, um cavalheiro mais idoso se aproximou da mesa. Deu uma piscada para meu filho e disse: – Eu fiquei sabendo que Deus achou que foi uma grande oração.
– Mesmo? meu filho perguntou.
– Dou a minha palavra, o homem respondeu.
Então num sussurro teatral ele acrescentou (indicando a mulher cujo comentário havia desencadeado a coisa toda), – Que pena que ela nunca tenha pedido sorvete a Deus.
Às vezes, um pouco de sorvete faz bem para a alma.
Naturalmente, eu comprei sorvete para meus filhos no fim da refeição. Meu filho olhou fixamente para o seu por um momento e, então, fez algo de que me lembrarei o resto de minha vida.
Ele pegou o seu sundae e sem uma palavra, caminhou na direção da mulher e o colocou em frente a ela. Com um grande sorriso lhe disse, – Aqui, este é para você. Sorvete às vezes é bom para a alma. e a minha alma já está bastante boa.
Ninguém precisa de riqueza, poder, fama, mocidade, inteligência, ou qualquer outra coisa para ser feliz. A felicidade não pode ser comprada.
Ela é fruto de nosso compromisso com a paz, a justiça, a alegria, o equilíbrio entre os seres do planeta, pois não é só a nossa felicidade que importa, mas a dos que virão depois de nós e de nossos filhos.
Ser feliz é isso: aproveitar intensamente este presente cotidiano – A VIDA – vivê-la plenamente e permitir que os outros também façam o mesmo.
Afinal, vivemos um dia de cada vez e quem deixa seu tempo presente preocupado com o que ainda não aconteceu ou angustiado pelo que já passou, perde a oportunidade de ser feliz AQUI E AGORA e, um dia, sem que se saiba quando, será tarde para voltar atrás.