O amor e fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer, mas que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca se contentar entre contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar perto por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode ser seu favor,
Nos corações humana amizade,
Se tão contrario a si é o mesmo amor?
Como vou te dizer, que agora você faz parte da minha vida...
Que em cada pensamento meu, a tua imagem ocupa um espaço!
Que em cada suspiro meu, teu cheiro me alcança!
Que em cada sonho meu, teu abraço me envolve...
Como vou imaginar a vida sem você...
Se minha alma caminha no espaço do teu mundo!
Se meu corpo quer a paz do teu beijo na minha pele...
E nossos olhares já se encontraram num só!
E descobrimos que nosso caminho é o mesmo...
Que nossas mãos se unem em harmonia...
E nossos pensamentos se tocam no ar...
E nossos corpos se encaixam no amar...
Como, minha vida...
Como posso deixar de te amar?
Não tem como!
Já não posso!
Te preciso...
Te quero ao meu lado...
O tempo todo!
Não, meu amado...
Não desisto, nunca é tarde!
Já não posso te deixar...
Pois sempre vou te amar!
Quando conseguimos aquietar o nosso espírito, driblar com sabedoria as agitações da nossa mente, os medos do nosso coração, as expectativas da nossa alma, em relação ao amanhã...
Quando entregamos ao Pai as emoções que não compreendemos, as dores que não suportamos...
Quando, como uma criança, nos deixamos guiar pela harmonia do universo, que a tudo contempla e considera, sentimos Deus...
Sentimos o nosso Paizinho de amo tocar o nosso coração, afagar nossas preocupações, acalentar nossas dores, fazendo a esperança florescer...
Estejamos atentos aos sinais, discretos, sublimes, que o Pai, envia à nossa alma...
Ainda que o céu se encha de nuvens, ainda que para renovar-se a lua se esconda, ainda que um dia, dorminhocas, as estrelas se esqueçam de brilhar...
Ainda que um dia, a borboleta decida não mais sair do casulo, ainda que as flores resolvam se importar com os espinhos, pare, e de alma rendida ao criador, tente sentir a perfeita lógica, oculta nas entrelinhas, a justificar luminosa, a glória Divina de todos os acontecimentos...
Parabéns, amigos! Celebrem esse aniversário de namoro com promessas de amor eterno e outras coisas igualmente importantes. Vocês são minha fonte de inspiração!
Sempre tão queridos, sem vergonha de mostrarem o que sentem um pelo outro verdadeiramente, e profundamente apaixonados. É assim que se constrói uma história de amor e união! Continuem assim, amigos!
Devemos ter gosto pela vida, o que significa apreciar toda a sua exuberância e saber que existe uma única vida sob incontáveis formas.
Conhecer essa vida significa saber que o poder está no momento presente, que eu sou ela, que você é ela, que tudo isto é ela e ela é tudo o que existe.
Um poeta indiano, Rabindranath Tagore, disse: o mesmo rio da vida que corre pelo mundo corre constantemente pelas minhas veias e baila ao som de sua própria música...
É a mesma vida que grita de alegria, perfurando a terra com incontáveis lâminas de relva, e explode em agitadas ondas de flores. Ele chamou a isso o palpitar das eras dançando em meu sangue neste exato momento.
Ter gosto pela vida é entrar em contato com essa dança. É enfrentar o que vem pela frente com despreocupação e liberdade. O desconhecido é o campo de todas as possibilidades que existe em cada instante.
Nele encontramos liberdade, vamos além dos condicionamentos do passado e muito além da prisão do espaço e do tempo.
Como disse Don Juan a Carlos Castañeda: Não importa qual seja nosso destino específico, desde que o enfrentemos com o máximo de abandono. Isso é desprendimento. Isso é alegria. Isso é liberdade, gosto pela vida.