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Quando mais jovem, por causa de meu caráter impulsivo, tinha raiva e na menor provocação, explodia magoando meus amigos. Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes me sentia envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado. Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas depois de uma explosão de raiva, e me entregou uma folha de papel lisa e dizendo: - Amasse-a! Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha. - Agora -voltou a dizer-me- deixe-a como estava antes. É obvio que não pude deixá-la como antes. Por mais que tentei, o papel ficou cheio de pregas. Então, disse-me o professor: - O coração das pessoas é como esse papel... A impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados. Assim aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar, lembro-me deste papel amassado. A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar. Quando magoamos com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas muitas vezes é tarde demais. Alguém disse, certa vez:
Fale quando tuas palavras sejam tão suaves como o silêncio.

Já escutei e li tantas coisas sobre o que é um amigo. E hoje parei pra pensar... Será que sou seu amigo como penso ser?
Às vezes dentro da gente existe a certeza do que somos capazes de fazer por alguém que a gente gosta. Mas será que esse alguém sabe realmente disso? Será que você sabe até onde pode confiar em mim e o tudo que eu seria capaz de fazer se fosse preciso?
Algumas vezes demora um pouquinho até se descobrir que determinada pessoa é única mas quando se percebe isso... A gente corre pra junto dela.
Pra contar alguma coisa muito boa que se viu ou o que a gente ta sentindo. Para rir junto do que se achou engraçado, e quando se está triste é junto dessa pessoa que se quer ficar apenas por segurança. Pra se sentir querido. Pra se ter certeza que alguém gosta mesmo da gente.
E mesmo calado, quietinho. O coração da gente diz baixinho...
Obrigado por ser meu amigo!

Presta a atenção nessa carta que um certo locatário mandou aos seus inquilinos. Diz assim:

Senhor morador,

Gostaríamos de informar que o contrato de aluguel assinado há bilhões de anos está vencendo. Precisamos renová-lo, porém temos que acertar alguns pontos:

- Você precisa pagar a conta de energia. Ela está muito alta. Como você gasta tanto?

- Antes eu fornecia água em abundância, precisamos renegociar o uso. Hoje não disponho mais de grande quantidade.

- Por que alguns na casa comem o suficiente e outros estão morrendo de fome, se o quintal é tão grande? Se cuidar da lavoura, vai ter alimento para todos.

- Você cortou as árvores que dão sombra, ar e equilíbrio. O sol está quente e o calor aumentou. Você precisa replantar novamente!

- Todos os bichos e as plantas do imenso jardim devem ser cuidados e preservados. Procurei alguns animais e não os encontrei. Sei que, quando aluguei a casa, eles existiam.

- Por falar em lixo, que sujeira, hein? Encontrei objetos estranhos pelo caminho (isopor, pneus, plásticos...)!

Bom, é hora de conversarmos. Preciso saber se você ainda quer morar aqui. Em caso afirmativo, o que você pode fazer para cumprir o contrato? Gostaria de ter você sempre comigo, mas tudo tem um limite. Você pode mudar? Aguardo resposta e atitudes.

Assinado: a Terra.

Eu quero você. Apenas você. Apenas seus lábios. Apenas seus braços. Apenas seus sorrisos. Apenas seus abraços. Eu quero você. Todo dia. Toda hora. Todo minuto. Todo segundo. Todo milésimo de segundo.

O amor não se conjuga no passado, no presente e até mesmo no futuro, o amor constrói-se, o amor aparece de uma forma espontânea e por vezes arrebatadora que nos leva para um mundo totalmente diferente daquele onde vivíamos.
O amor é mesmo assim, imprevisível, doloroso ou até mesmo capaz de romper com tudo e dar assas para uma pessoa poder voar.
Sorte daquele que descobre o amor, ele não deve ser procurado como se de um tesouro se tratasse, ele não deve ser utilizado como um simples sentimento que se pega e deita fora, o amor é diferente, aparece e desaparece, constrói-se e reconstrói-se, vive-se e não se vive ou apenas sente-se ou não.
Nem todos têm a sorte de sentir amor, apenas sentem outros sentimentos e enganam o seu próprio coração ao inventar que algo que não passa de simples sentimentos são o verdadeiro amor.
O amor não é fácil de ser descrito, para mim, amor é uma coisa e para ti, amor pode ser entendido de outra forma completamente contrária e despertar em ti sentimentos muito diferentes dos meus.
Gosto de falar em amor, sei que com ele aparecem uma serie de sentimentos associados como saudade, dor, alegria, paixão e muitos mais que poderia levar aqui a enumerar.
O amor é mesmo assim um misto de emoções, uma mão cheia de tudo e ao mesmo tempo de nada, um chão onde se pode assentar os pés ou um mar onde temos de nadar e lutar para conseguirmos sobreviver ou até mesmo uma brisa forte que nos é capaz de pôr a voar.
O amor é, contudo, palco de muitas histórias, de muitas novelas, de muitos filmes, de muitos romances e de muitas tragédias. As pessoas adoram assistir a teatros que tenham como tema principal o amor. Quem não procura o amor? Quem não quer amar e ser amado?
Penso que o amor está mais vivo que nunca, que o amor é o sentimento mais forte e capaz de mover montes e montanhas para juntar duas pessoas que se amam. O amor é assim e o meu amor por ti não é diferente, arrebatador e forte, mas também inseguro e frágil...