No dia 9 de Agosto de 1988 faleceu o comediante mexicano Ramón Valdéz, o Seu Madruga do seriado "Chaves". Nascido em setembro de 23, Ramón atuou em filmes e novelas, onde se destacam as produções cinematográficas "Calabacitas tiernas" e "Fuerte, audaz y valiente" e a tele-novela "Lupita" e teve seu próprio circo. Também participou do programa de Carlos Villagrán na Venezuela e de "Chapolin", onde viveu diversos vilões, como o Racha-Cuca, Pistoleiro Veloz, Tripa Seca e o herói americano Super Sam.
Porém, nenhum personagem fez tanto sucesso como Seu Madruga, o mais carismático de toda a turma do Chaves. Ramón Valdéz brilhou em cena, nos episódios, as tramas sempre giravam em torno de seu personagem. Seu Madruga fez de tudo na série: foi cabeleireiro, treinador de futebol americano, carpinteiro, pugilista, entre outras profissões. A cada cena, uma dose de humor e sensibilidade que só os grandes artistas possuem.
Infelizmente, Ramón Valdéz fumava demais. O câncer no estômago acabou atingindo o pulmão e só foi descoberto quando não tinha mais saída. Internado num hospital da capital mexicana, Ramón foi operado no cóccix e faleceu devido a uma parada cardíaca. Mesmo passados tantos anos de sua morte, Ramón continua vivo na memória de todos os seus fãs que sempre aplaudem o seu talento ímpar para fazer rir.
Se você pudesse olhar dentro do meu coração, no local onde moram os sentimentos, ficaria espantado com a forma como seu nome lá está profundamente marcado.
Boa tarde, meu amor, meu namorado, minha melhor metade! As manhãs, as tardes e as noites só importam se eu estiver ao seu lado, e quando não posso estar, sonho com o momento de regressar ao melhor lugar do mundo: os seus braços! Eu te amo!
Uma noite de verão um jovem que vivia na Escócia, em sua caminhada de volta para casa vindo do povoado onde trabalhava, decidiu pegar um atalho.
Aquela região era conhecida pelas abandonadas pedreiras de rocha calcária, que formavam enormes abismos. Ele sabia que passaria próximo de uma destas pedreiras, mas também sabia que seria tranquilo. A noite era negra, sem estrela nem luar para ajudar a visão, mas o jovem seguiu entre rochas e arbustos.
Repentinamente ouviu uma voz chamar com grande urgência, - Peter! Ele se assustou mas parou e respondeu, - Sim, quem é? O que quer?
Não houve resposta – somente a brisa suave.
Percebeu que tinha se equivocado e deu mais alguns passos. Então ouviu a voz outra vez, desta vez parecendo mais urgente que a primeira:
- Peter!
Ele parou morto de medo, curvou-se para a frente tentando perscrutar na escuridão e ajoelhou. Estendeu a mão para tatear o chão à sua frente, mas só encontrou o vazio. Era a pedreira! De fato, quando Peter cuidadosamente apalpou o terreno à sua volta, percebeu que estava parado na borda da pedreira abandonada, a um curto passo antes de um mergulho fatal no abismo. No meio da escuridão, naquela área desolada, alguém o conhecia e alguém se preocupou com ele.
Peter Marshall nunca se esqueceu do incidente. Dedicou sua vida a quem tinha lhe chamado pelo nome e se tornou um grande evangelizador. Você já percebeu que Deus também lhe conhece pelo nome – e sabe tudo sobre você?
Você é a razão da palavra "gratidão" passar a vida gritando no meu coração! Agradeço por tudo. E não me interessa se você é minha mãe adotiva ou não. Isso são títulos e troféus que não me preocupam.
O que dou valor verdadeiramente é ao sentimento que nos une. Ao amor que abraçamos desde a hora que nos conhecemos. Você é tudo para mim, é até mais que uma mãe! Gratidão, mãe, gratidão!
De todas que me beijaram,
De todas que me abraçaram,
Já não me lembro, nem sei
São tantas as que me amaram
São tantas as que eu amei
Mas tu que rude contraste
Tu que jamais me beijaste
Tu que jamais abracei
Só tu nesta alma ficaste
De todas as que eu amei!