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A água que molha os corpos
exaladas do calor
que ambos transmitem
deixa marcas.
O cheiro passa
de corpo para corpo
permitindo sensações
que ambos deliram.
Energias irradiadas
dos corpos fervescente
de desejos insaciáveis.
E dentro das quatro paredes
isolam-se do mundo

Pra você quantos lados tens uma moeda?
A minha têm três, frente, verso e lateral.
A vida é feita de escolhas e caminhos que seguimos, neles cometemos erros e acertos, que no final terão consequências, sejam elas boas ou ruins.
Tudo depende da forma que olhamos as coisas, na vida toda situação exige uma reflexão, uma forma mais ampla de ver as coisas, basta olharmos para o lado certo e escolhermos o caminho a ser seguido, tirarmos o que tens de melhor de cada situação, cada caminho escolhido, para que no final olhemos para trás e tenhamos a certeza -"fiz valer a pena".

Com uma vida sempre tão agitada será que temos mesmo liberdade, podemos realmente afirmar que somos livres para fazermos o que nos dá vontade? Se pensarmos mais profundamente podemos ver que nossa autonomia é bem restrita e condicionada. Com horários estipulados para cada atividade, ainda temos que nos vestir e falar de acordo com cada ocasião, pois não queremos ser hostilizados por alguns intimidantes olhares. Em um mundo regrado pelos padrões, ficar fora deles pode muitas vezes custar muito caro. Ser magro, acordar cedo, fazer hora extra, comprar aquela roupa, fazer dieta, estamos rodeados de convenções que nem sempre se encaixam em todo o mundo. Mais importante que seguir o que muitas vezes está imposto, é perceber a melhor maneira de se inserir sem ser prejudicado. Olhar intimamente para dentro e conhecer o que de fato nos faz feliz pode ajudar a perceber qual o melhor caminho que se deve seguir. Obviamente vivemos em sociedade onde muita coisa deve ser respeitada, mas sua vontade tem que ser devidamente considerada. Até que provem o contrário só temos uma vida para ser vivida, se deixarmos de ser o que realmente somos porque pode entrar em choque com a sociedade, é a maior prova do bloqueio da nossa liberdade. Devemos escolher sempre a felicidade, mesmo que possa parecer um pouco fora da nossa realidade, fique ao lado da sua verdadeira liberdade!

Se queremos encontrar a paz,
primeiro precisamos nos ensinar a ficar quietos
para então nos tornarmos pacíficos.

Tornar-se pacífico é segurar as rédeas da mente descontrolada
e interromper os pensamentos incessantes.
Uma vez que temos a atenção da mente,
podemos começar a persuadi-la a nos levar ao silêncio,
um silêncio verdadeiro.

Não um lugar sem som,
mas um lugar onde possamos experimentar um senso profundo de paz
e uma consciência penetrante do nosso bem-estar.

Havia uma monja chamada Eshun, que era uma mulher muito bonita. Um jovem monge apaixonou-se por ela. Sem poder resistir ao sentimento, escreveu-lhe uma carta propondo um encontro ás escondidas.
No dia seguinte ao fato, tão logo o Mestre terminou a palestra, Eshun levantou-se e disse para o monge, em frente a todos: - Vós me enviastes uma carta dizendo-se enamorado. Entretanto, o amor não é algo para ser realizado ás escondidas, pois ele é pleno e sincero.
Se vós realmente me amais e não simplesmente me desejais, venha aqui e abrace-me em frente a todos. O que há para esconder?
Mas o monge abaixou a cabeça envergonhado. Na verdade, o que sentia não passava de luxúria...