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A grandeza do ser humano não consiste
em sua superioridade ou fama,
mas em sua personalidade,
marcada por ações de bondade
e de amor.

O calor humano contagia sempre,
provoca transformações
no coração do próximo.

Sem dúvida
o amor é o principal remédio
para diminuir a violência,
a fome, a miséria.

E esse recurso você sempre
pode ter à disposição.

Tenha uma tarde cheia de amor e paz.

Não, mulher, não chore
Não, mulher, não chore
Não, mulher, não chore
Não, mulher, não chore

Porque me lembro quando costumávamos sentar
Num jardim público em Trenchtown,
Observando os hipócritas
Misturando-se com a boa gente que encontramos
Bons amigos temos, bons amigos perdemos
Pelo caminho,
Neste grande futuro, Você não pode esquecer de seu passado;
Então enxugue suas lágrimas, eu digo!

Não, mulher, não chore
Não, mulher, não chore
Benzinho, Não derrame nenhuma lágrima
Não, mulher, não chore

Eu disse que me lembro quando costumávamos sentar
Num jardim público em Trenchtown,
E então Georgie fazia fogueiras,
E a lenha ardia a noite toda!
Então nós cozinharíamos mingau de farinha de milho,
O qual compartilharei com você,
Meus pés são minha única carruagem
Portanto, tenho que ir em frente
Mas quando eu estiver indo, eu quero dizer
Tudo irá fica bem
Tudo irá fica bem
Tudo irá fica bem
Tudo irá fica bem
Eu digo, Tudo irá fica bem
Tudo irá fica bem
Tudo irá fica bem, agora
Tudo irá fica bem

Então, mulher, não chore
Não - Não, mulher - mulher, não chore
Mulher, pequena irmã, não derrame lágrimas
Não, mulher, não chore

Eu me lembro quando costumávamos sentar
Num jardim público em Trenchtown,
E então Georgie fazia fogueiras,
E a lenha ardia a noite toda!
Então nós cozinharíamos mingau de farinha de milho,
O qual compartilharei com você,
Meus pés são minha única carruagem
Portanto, tenho que ir em frente
Portanto, tenho que ir em frente

Não, mulher, não chore
Não, mulher, não chore
Mulher, Benzinho, digo não derrame lagrimas
Não, mulher, não chore

(Benzinho, não derrame lágrimas
Não, mulher, não chore
Pequena irmã, não derrame lagrimas
Não, mulher, não chore)

Bob Marley - No woman No Cry

Não converta seus ouvidos num paiol de boatos. A intriga é uma víbora que se aninhará em sua alma. Não transforme seus olhos em óculos da maledicência. As imagens que você corromper viverão corruptas na tela se sua mente.
Não Faça de suas mãos lanças para lutar sem proveito. Use-as na sementeira do bem.
Não menospreze sua faculdades criadoras, centralizando-as nos prazeres fáceis. Você responderá pelo que fizer delas.
Não condene sua imaginação às excitações permanentes. Suas criações inferiores atormentarão seu mundo íntimo.
Não conduza seus sentimentos à volúpia de sofrer. Ensine-os a gozar o prazer de servir.
Não procure o caminho do paraíso, indicando aos outros a estrada para o inferno. A senda para o Céu será construída dentro de você mesmo.

De repente você surgiu na minha vida, veio assim de uma hora pra outra e preencheu todos os meus espaços vazios, atravessou as minhas paredes, meus dias e meu tudo, tomou conta do meu pulsar e do brilho dos meus olhos, passou a dirigir a minha rotina tornando-se presente todos os momentos, deu-me um sorriso angelical e me desgovernou, me bagunçou, quebrou a minha invencibilidade e me mostrou o mundo de outros ideais me fazendo andar por estradas onde nunca havia passado e que ainda não era caminho.
Me transformou por completo, mudou os meus costumes, meus hábitos, manias e vícios, domesticou-me e enquanto isso eu presa nas teias de encanto e ternura que você me envolveu tornei-me simplesmente uma grande paixão.

Conta-se que um velho circense, após ter sido despedido do circo ao qual dedicara toda a sua vida como malabarista, vagueou sem rumo, à procura de quem lhe desse emprego e abrigo.
Não era fácil, afinal não desenvolvera outras habilidades, não era mais jovem e tampouco sabia ler e escrever.
Após muitos meses perambulando e já doente, bateu à porta de um Mosteiro, encontrando a caridade dos monges que o recolheram e dele cuidaram até que sarasse.
Sua tarefa passou a ser cuidar do jardim, o que ele foi aprendendo com algum esforço. Todavia algo o incomodava. Ao observar a rotina dos religiosos, os cantos, as orações em Latim, sentia-se triste por não poder acompanhá-los.
Ele também queria orar e cantar hinos de louvor ao Deus da sua compreensão. Mas como? Não tinha as palavras certas, sentia-se rude e indigno de adentrar a Capela. Como poderia ele falar do seu amor por Jesus, cuja imagem se destacava majestosa ao fundo do Santuário?!
Certo dia, esperou que todos se recolhessem, tomou todos os seus aparatos circenses e acercou-se da linda imagem do Mestre na Capela.
Começou a fazer a única coisa na qual ele era exímio... à sua volta, arcos, bolas, pratos subiam e retornavam as suas mãos, em movimentos perfeitos.
Ele esperava o milagre de ver no semblante do Senhor, um leve sinal de que a sua prece – embora incomum – estava sendo recebida.
E foi persistindo nos seus malabarismos, como se executasse a mais linda canção de louvor, sem dar-se conta do tempo, nem do suor que já escorria abundante por todo o seu rosto.
Os monges, ao notarem os estranhos ruídos vindos da Capela, levantaram-se com cuidado, receando tratar-se de algum meliante.
Todavia, quando chegaram à porta, pararam estupefatos diante da cena que presenciaram.
É que neste exato momento O Senhor inclinava-se e, com o manto, enxugava o suor daquele homem simples que não sabia rezar, mas que não obstante, rezara com todas as forças do seu coração !