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Que alegria, minha irmã! Um neném vai preencher um espaço muito importante em nossa família! Esse bebê que você está carregando em seu ventre é sinal que a vida faz todo o sentido.

É seu primeiro filho, seu grande passo na construção da sua linda família e isso é razão de sobra para festejar. Pode ter certeza que esse bebê vai ter uma tia babada e sempre muito presente no seu crescimento. Na verdade, não encontro palavras para demonstrar toda a minha satisfação por essa notícia tão especial! Muitos Parabéns, querida irmã!

Você continua viva, minha mãe! É assim que quero viver minha vida: com sua presença nas minhas recordações, nas memórias mais lindas.

É triste querer abraçar você e não poder, querer compartilhar o que está acontecendo no meu coração e não conseguir.

É triste, mas é a vida! Especialmente hoje, seu nome vai ser recordado com toda força, com todo o amor. Até um dia, minha mãe! Vou sempre amar você!

Eu me apeguei a você de uma tal maneira que eu não consigo passar uma hora sem falar com você. Quando você está longe, sinto-me como se algo estivesse faltando, e que somente você completa a parte que falta. Eu preciso de você a todo tempo, a todo instante.

Lua e meia.
Lua Nova, Lua Cheia.
Sete luas!
Meus amores...
Lua Cheia, na areia, forma flores!
Lua Nova, vira a esquina,
Tem pudores...
A Crescente, transforma a menina em donzela.
A Minguante, vaga errante!
Meia-lua, Meia-noite.
Noite linda!
Lua Nova... Noite bela...

Sou um autor desconhecido sim, quando nas manhãs onde todos dormem, estou aqui, colocando meus pensamentos em palavras, expondo minhas dores e minhas vivências muitas vezes como ferida ainda aberta.
Sou um autor desconhecido quando acordo no meio da noite com uma ideia e corro pra anotar para que amanhã isso não fique esquecido.
Sou ainda um autor desconhecido quando passeio por blogs e sites e reconheço minhas palavras, meus sentimentos e posso dizer o que senti no exato momento em que aquele meu filho foi gerado e veio ao mundo, mas não me vejo.
Sou um autor desconhecido quando choro sozinha, quando preciso brigar pra dizer que é meu o que não teria nascido se não fosse eu, porque as palavras não nascem do nada e cada texto, cada poema é coisa única.
Sou autor desconhecido quando acham que o que escrevi é tão bonito que uma simples mortal não teria escrito e então atribuem a autoria a alguém que todos já conhecem.
Sou autor desconhecido quando meus filhos se perdem de mim, quando são "adotados" por pessoas que gostariam de tê-los gerado.
Sou ainda, autor desconhecido quando, cansada, baixo os braços e me pergunto se vale a pena lutar se de qualquer maneira amanhã tudo recomeça.
Mas... desconhecida ou reconhecida, não desisto. Meus pedaços de mim espalhados por aí são e sempre serão pedaços de mim, que eu reconheço, que quem me conhece, reconhece, que eu abrigo e que ninguém pode tirar de mim.