Passamos quase a vida toda à procura da felicidade, desejando às pessoas queridas, sempre esperando ela chegar como se fosse algo inalcançável. Mas será que é mesmo tão difícil assim ser feliz ou somos tão exigentes ao ponto de não enxergarmos a presença da felicidade?
Às vezes o problema está na definição do que pra gente é felicidade, como nem sempre o que nos leva a ser feliz é definido fica muito mais difícil obter algo que não é conhecido. O primeiro passo para encontrar a felicidade é se perguntar o que te faz feliz, sabendo isso já está a meio caminho de conquista-la.
Desta forma você irá perceber que nas pequenas coisas pode também ser encontrada a felicidade. Não necessariamente está no carro importado, ou naquele emprego tão desejado, muitas vezes pode estar em um simples abraço bem apertado.
Para aqueles que dizem que acabam falando sem pensar, basta lembrar que quando se começa a dirigir sempre e com receio e meio atrapalhado e quando se acostuma faz naturalmente, logo se praticar a pensar para depois falar, quando menos perceber estará pensando antes de falar, falando normalmente o que realmente pensa.
Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas.
Algumas ele sabia responder, outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação,
mandou as meninas passarem férias com um sábio
que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta
que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul
que usaria pra pegar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? – perguntou a irmã
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar
se ela está viva ou morta.
Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.
Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.
E assim qualquer resposta que o sábio nos der está errada!
As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul.
Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você. Ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.
Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não).
Nossa vida está em nossas mãos, assim como a borboleta azul.
Cabe a nós escolher o que fazer com ela.
Se for para esquentar,
que seja no sol.
Se for para enganar,
que seja o estômago.
Se for para chorar,
que seja de alegria.
Se for para roubar,
que seja um beijo.
Se for para perder,
que seja o medo.
Se for para cair,
que seja na gandaia.
Se existir guerra,
que seja de travesseiros.
Se existir fome,
que seja de amor.
Se for para ser feliz,
que seja o tempo todo!
A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração, sorrir às pessoas que não gostam de mim, para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam, calar-me para ouvir, aprender com meus erros, afinal, eu posso ser sempre melhor!
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, Para que eu possa acreditar que tudo vai mudar, a abrir minhas janelas para o amor.
E não temer o futuro, A lutar contra as injustiças.
Sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade.
Para que eu possa acreditar que tudo vai mudar.