Devo ater-me a meu próprio estilo e seguir meu próprio caminho. E apesar de poder nunca mais ter sucesso deste modo, estou convencida de que falharia totalmente de qualquer outro.
Jane Austen
Ao voltar de um exaustivo dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Imaginando que os filhotes estivessem nas imediações, pôs-se a procurá-los com diligência. Olhou e examinou cada canto, sem encontrá-los.
Preocupada com a demora que se tornava séria, desesperou-se e tomada de pânico esgoelou-se em urros que encheram de espanto toda a floresta. Uma anta decidiu indagar a respeito da ocorrência. Chegando junto da toca, viu a onça desatinada e então, jeitosamente, procurou saber dela sobre o que estava acontecendo.
– Devoraram-me os filhotes! – gemeu a onça. – Infames caçadores cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos...
A anta conciliadora, porém franca, não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, careciam ser ouvidas por ela naquele momento. Então falou-lhe:
– Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem. Perdoe-me a franqueza, nessa hora de desespero. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que fizeram uma vez aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora acabou de abater uma corçazinha...
Tomada de indignação, a onça arregalou os olhos como que espantada pela coragem e atrevimento da anta, falando com um ódio mortal: – Oh, estúpida criatura! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Com que direito você se atreve em comparar os meus filhos com os filhotes dos outros? E como pode comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? É preciso considerar primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois pesar a situação...
Foi nesse momento que um velho macaco, que bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou como quem está revestido de autoridade: – Amiga onça, é sempre assim: A dor alheia só atinge aos altruístas, mas jamais ao egoísta...
Estamos cada vez mais com a necessidade de formarmos cidadãos, cidadãos completos, sedentos por viverem sendo úteis ao mundo, ao próximo, a construção e reconstrução do mundo.
Na busca de seres que agilizem e concluam projetos encontramos você, não mediu esforços para aprender sempre, faz bom proveito do que sabe e não se sente um ser cansado quando de sol a sol, sobre grande tempestade ou na correria para não perder conteúdos, sabedoria a ser aplicada em breve.
Você galgou com paciência a escada que leva a vitória, não mediu esforços para chegar onde chegou.
Ao tomar em suas mãos o diploma faça em silêncio uma prece por ter chegado onde nem todos chegam, mas você com o apoio dos seus, chegou.
Faça desse dia o começo de uma nova vida.
Parabéns!
Nunca mude a sua essência só para agradar outras pessoas. É mais importante ser você mesmo do que ser alguém estranho moldado pelos outros.
"Os momentos marcantes na vida são aqueles que produzem mudanças duradouras e definem o caráter."
"Dê o seu melhor em tudo o que fizer, porque muitas vezes você só tem uma oportunidade para fazer a diferença."
"Nunca desista da luta, porque quanto maior for o obstáculo, maior será a sua conquista!"
"Se você quer mudar o mundo, primeiro tem que aprender a mudar as suas atitudes."
"Para quem acredita e persiste, um sonho nunca morre, ele apenas pode ser adiado."
"É melhor ser verdadeiro e solitário do que viver em falsidade e estar sempre acompanhado."
"Aprenda a valorizar as pessoas que te amam por aquilo que você é e não por aquilo que você tem."
"Jamais desperdice as suas lágrimas com alguém que não esteja disposto a enxugá-las."
"Faça hoje coisas que vão deixar o "você do futuro" orgulhoso e não arrependido."
Amor de amigo é coisa engraçada! É diferente de amor de pai, de mãe, de irmão, de namorado. Amor de amigo é amor que completa a gente. Um amigo não precisa estar com a gente o tempo todo, porque amor de amigo vence a distância. Amigo que é amigo mesmo pode até ter outros amigos, porque amor de amigo nunca acaba. Ele se multiplica. Tem amigo de tudo quanto é jeito: de infância, da escola, de bairro, de igreja, de faculdade, de internet, amigo de amigo. Tem amigo até que a gente nem lembra de onde veio. E cada um deles tem um espaço guardado na memória e no coração. Amigo é amigo porque está presente nos momentos mais importantes da vida da gente: o primeiro beijo, a primeira festa, a aprovação no vestibular, um piquenique sábado à tarde, um dia de praia, ou até um almoço de domingo. Aos meus amigos, a todos eles, eu desejo que conquistem cada vez mais amigos. Porque amor de amigo não se cansa de amar.