Amigo é aquela pessoa que o tempo não apaga, que a distância não esquece, que a maldade não destrói.
É um sentimento que vem de longe, que ganha lugar no seu coração e você não substitui por nada.
É alguém que você sente presente, mesmo quando está longe... Que vem para o seu lado quando você está sozinho e nunca nega um sentimento sincero.
Ser amigo não é coisa de um dia, são atos, palavras e atitudes que se solidificam no tempo e não se apagam mais. Que ficam para sempre como tudo que é feito com o coração aberto.
Um dia, quando você se achar muito importante...
Um dia, quando seu ego estiver no apogeu...
Um dia, quando você tiver plena certeza de que não há ninguém melhor do que você...
Um dia, quando você achar que sua partida deixará um vazio impreenchível, siga estas instruções bem simples e você receberá uma lição de humildade incrível:
Pegue um balde e encha-o de água até a boca. Coloque a mão dentro, até o fundo. Tire a mão, e o buraco que ali permanecer terá o tamanho da falta que você fará neste mundo.
Talvez você transmita alegria quando chega...
Talvez agite água em profusão...
Mas, pare, e em pouco tempo verá que tudo ficou como então.
A intenção deste estranho exemplo é você fazer sempre o melhor possível e sentir orgulho de si mesmo. Mas lembre-se: não existe nenhum homem ou mulher insubstituível.
A decepção não deve ser sentida por muito tempo, é preciso apenas saber se quem decepcionou ainda merece seu respeito. A partir daí a única coisa que resta é deixar no passado e seguir em frente.
Queria ser um pássaro, para voar até você;
Queria ser o sol, para iluminar seus dias;
Queria ser a lua, para clarear suas noites;
Queria ser uma estrela, para brilhar em seu coração;
Queria ser seus passos, para seguir seus caminhos;
Queria ser seu companheiro, para lhe fazer feliz.
Um grupo de rapazes e moças resolve fazer uma viagem turística rumo à cálida Flórida, deixando a região fumarenta de Nova Iorque. Meteram-se no ônibus, sempre muito alegres e extrovertidos.
Todavia, no ônibus viajava um cidadão sempre macambúzio e voltado para dentro de si próprio. Esquivo, não aceitava abrir conversa com ninguém. Não só calado, mas profundamente triste, contrastando com a alacridade juvenil do ambiente. Mordiscava os próprios lábios e parecia em cogitações estranhas.
Uma jovem do grupo, no entanto, conseguiu se aproximar dele e teve ensejo de formular lhe algumas perguntas que todos desejariam fazer, sem que tivessem coragem.
_ Qual é o seu nome?
_ Vingo.
_ Que nome interessante. Você é casado?
_ Não sei se sou casado.
_ E como pode ser isto?
_ Estou saindo de uma penitenciária. Da prisão, escrevi para a minha mulher dizendo que estaria ausente muito tempo e que, se ela não aguentasse, se os nossos filhos começassem a fazer perguntas e isto lhe fosse muito doloroso, me esquecesse. Eu compreenderia. "Arranje outro homem e não precisa escrever mais", disse à ela. E, de fato, ela nunca mais me escreveu.
_ E você está voltando para casa?
_ Isso mesmo. Quando, na semana passada, me concederam livramento condicional, escrevi à minha mulher de novo. Existe, na entrada da cidade onde morávamos, um grande carvalho. Se ela ainda me quisesse de volta, deveria amarrar um lenço verde à árvore. Se, pelo contrário, não me desejasse mais, não amarrasse lenço algum.
_ Meu Deus! – exclamou a jovem, comovida.
As moças e os rapazes ficaram todos sabendo da estória. O ônibus começou a se aproximar da cidade. Todos olhavam pela janela. Por fim, surgiu o frondoso carvalho. Vingo parecia petrificado. De repente, levantou-se e os seus olhos brilharam.
O carvalho parecia uma árvore de Natal. Havia nele 20 ou 30 lenços verdes. Era uma mensagem extraordinária de boas vindas. Moças e rapazes se puseram a gritar, chorar e dançar dentro do ônibus. E Vingo desceu e foi ao encontro do amor e da vida.