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Um dia chorei, não porque quis chorar!
Um dia te amei, não porque quis te amar!
Essa palavra amar, foi passado tão presente que chorei...
Que chorei não porque quis chorar!
E sim porque errei em algum dia te amar...

Muitos podem se perguntar: afinal, onde se encontrar alegria de viver em um mundo de tantos contrastes?
A resposta é muito simples: a alegria de viver está dentro de você e na sua capacidade de enxergar o lado bom da vida!
Só para começar, vamos pensar em alguns exemplos:
Acordar de manhã e ver que o sol está brilhando para todos.
Uma flor, com sua beleza, perfume e poder curativo da alma.
Uma criança brincando, com sua inocência e pureza de coração.
Um gesto de delicadeza com o semelhante pode transformar seu dia.
Uma música que toca seu coração... Lá no fundo.
Uma prece que te abastece de força e amor pela vida.
Enfim a alegria de viver está em você, basta procurá-la e vivenciá-la em toda sua simplicidade e profundidade.

É que às vezes, só às vezes, damos a sorte de encontrar alguém. E é esse tal alguém que lhe faz e refaz, te inventa e reinventa, não te muda, só acrescenta. Um alguém capaz de lhe transformar e não mudar, que lhe mostre o real sentido das coisas e que lhe dê uma razão para sorrir todos os dias, ou que seja a razão de você sorrir todos os dias. Alguém que seja sempre seu, e você sempre dela; esse mesmo alguém que você procurou, e por um acaso encontrou, e sem querer querendo. Feliz pra sempre, ficou.

Alcançar os cinquenta anos de casamento é, sem lugar a dúvidas, uma proeza fantástica, e um sinal de que entre os dois existe amor verdadeiro. Parabéns pelas bodas de ouro, meus amigos!

Que sua longa e feliz caminhada em conjunto se prolongue por mais cinquenta anos. Vocês são um exemplo de companheirismo, amizade e amor, e uma inspiração para os casais mais jovens. Também eu admiro muito vocês, como pessoas e como casal, e desejo eterna felicidade a ambos!

Peço a paz
e o silêncio
A paz dos frutos
e a música
de suas sementes
abertas ao vento
Peço a paz
e meus pulsos traçam na chuva
um rosto e um pão
Peço a paz
silenciosamente
a paz a madrugada em cada ovo aberto
aos passos leves da morte
A paz peço
a paz apenas
o repouso da luta no barro das mãos
uma língua sensível ao sabor do vinho
a paz clara
a paz quotidiana
dos atos que nos cobrem
de lama e sol
Peço a paz e o
silêncio