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E a sacerdotisa adiantou-se novamente e disse: "Fala-nos da razão e da paixão". E ele respondeu, dizendo: Vossa alma é frequentemente um campo de batalha onde vossa razão e vosso juízo combatem vossa paixão e vosso apetite. Pudesse eu ser o pacificador de vossa alma, transformando a discórdia e a rivalidade entre vossos elementos em união e harmonia. Mas como poderei fazê-lo, a menos que vós mesmos sejais também pacificadores, mais ainda, enamorados de todos os vossos elementos?

Vossa razão e vossa paixão são o leme e as velas de vossa alma navegante. Se vossas velas ou vosso leme se quebram, só podereis derivar ou permanecer imóveis no meio do mar. Pois a razão, reinando sozinha, restringe todo impulso; e a paixão, deixada a si, é um fogo que arde até sua própria destruição.

Que vossa alma eleve, portanto, vossa razão à altura de vossa paixão, para que ela possa cantar, E que dirija vossa paixão a par com vossa razão, para que ela possa viver numa ressurreição cotidiana e, como a fênix, renascer das próprias cinzas.

Gostaria que tratásseis vosso juízo e vosso apetite como trataríeis dois hóspedes amados em vossa casa. Certamente não honraríeis um hóspede mais do que o outro; pois quem procura tratar melhor um dos dois, perde o amor e a confiança de ambos.

Entre as colinas, quando vos sentardes à sombra fresca dos álamos brancos, compartilhando a paz e a serenidade dos campos e dos prados distantes, então que vosso coração diga em silêncio: "Deus repousa na razão". E quando bramir a tempestade, e o vento poderoso sacudir a floresta, e o trovão e o relâmpago proclamarem a majestade do céu, então que vosso coração diga com temor e respeito: "Deus age na paixão". E já que sois um sopro na esfera de Deus e uma folha na floresta de Deus, vós também devereis descansar na razão e agir na paixão.

Khalil Gibran

O fim do ano se aproxima e todo mundo já começa a se preparar para a época mais maravilhosa do ano. Época de festas e celebrações, época de alegria e confraternizações.

O Natal é tempo de renascimento, é tempo de olhar para o que realmente é importante na vida: os nossos laços afetivos! Na época do Natal, pensamos e reconhecemos o valor das amizades, do amor e da família em nossas vidas. Nos voltamos para os nossos sonhos, para os momentos felizes, buscamos a paz e a felicidade.

O Natal é uma época mágica que nos permite respirar e retomar um pouco do fôlego da vida, é uma pausa para lembrarmos o que realmente é importante em meio a confusão do dia a dia e que dura o ano todo.

O Natal é apenas uma vez por ano, mas podemos levar as mensagens e lições do Natal em nossos corações durante todo o ano. Podemos e devemos amar, perdoar, compartilhar.

Que a mágica do Natal perdure em nossas vidas sempre!

Um certo dia um homem foi em uma escola falar de DEUS.
Chegando lá perguntou se as crianças conheciam a Deus, e elas responderam que sim.
Continuou a perguntar e elas disseram que Deus é o nosso pai, que ele fez o mar, a terra e tudo que está nela, que nos fez como filhos Dele, etc.
E o homem se impressionou com a resposta dos alunos e foi mais longe: "Como vocês sabem que Deus existe, se nunca ninguém O viu?"
A sala ficou toda em silêncio, mas Pedro, um menino muito tímido, levantou as mãozinhas e disse: "A minha mãe me disse que Deus é como o açúcar no meu café com leite que ela faz todas as manhãs.
Eu não vejo o açúcar que está dentro da caneca no meio do café com leite, mas se não colocá-lo, fica sem sabor.
Deus existe, e está sempre no meio de nós, só que não O vemos. mas se Ele sair de perto, nossa vida fica sem sabor..."
O homem sorriu e disse: "Muito bem Pedro, eu agora sei que Deus é o nosso açúcar e que está todos os dias adoçando a nossa vida..." Deu a bênção e foi embora da escola surpreso com a resposta daquela criança.
Deus quer tornar a nossa vida muito abençoada, mas para que isso aconteça é necessário deixarmos que Deus faça milagres e uma grande transformação em nosso coração. Pense nisso, hoje não se esqueça de colocar "AÇÚCAR" em sua vida!

Sobe a água,
em vapor tão leve,
que a gente não vê.
Reúne-se em gotinhas,
formando nuvens
que ornam o espaço.

Depois desce e cai,
como chuva ou neve,
e de novo sobe leve
ao alto, ao céu,
pelo mistério
desse vaivém.

Quando eu era jovem e minha imaginação não tinha limites, sonhava mudar o mundo.
Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri que o mundo não mudaria: então restringi um pouco minhas ambições, e resolvi mudar apenas meu país.
Mas o país também me parecia imutável.
No ocaso da vida, em uma última e desesperada tentativa, quis mudar minha família. Mas eles não se interessavam nem um pouco, dizendo que eu sempre repeti os mesmos erros.
Em meu leito de morte, enfim descobri: se eu tivesse começado por corrigir meus erros e mudar a mim mesmo, meu exemplo poderia transformar minha família.
O exemplo de minha família talvez contagiasse a vizinhança, e assim eu teria sido capaz de melhorar meu bairro, minha cidade, o país, e, quem sabe, mudar o mundo...
Palavras escritas no túmulo de um bispo anglicano, em uma catedral na Inglaterra.