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O tempo chegou... trazendo marcas de lembranças. Revivi a vida. Reencontrando em mim momentos de você. Sufoquei minha voz na dor de lembrar lembranças absorto. Senti o vento me aproximar da saudade. Meus passos voltaram... Para
desfilar por lugares vividos e acariciar sorrisos delirantes que um dia
ornamentaram cenas de amor... Desfilaram em minha mente e o sopro de saudade procurou meu corpo pra se aconchegar. Me aproximei mais pra ouvir o grito de saudade trazendo pra mim momentos pra reviver. Despertei dentro de mim cenas adormecidas. Da primavera... do quarto... Com corpos em desalinho ocupando espaços com amor. Vozes felizes... E sorrisos ocupando bocas acariciantes. O vento me empurrou para a ultima saudade... Traguei. Meus últimos sussurros
... Me agarrando ao silencio, E meus pensamentos se perdeu na ultima moldura de você.

Dois rapazes moravam na mesma fazenda quando o pai morreu.

O que era solteiro ficou morando na casa em que o pai morreu.

O casado morava na casa ao lado.

Eles tinham uma plantação imensa de arroz e um celeiro em comum, e combinaram de trabalhar juntos e dividir tudo.

Colheram dezenas de sacos de arroz, metade para um e metade para o outro, e assim fizeram dois celeiros.

Fizeram uma boa colheita, estavam com os depósitos cheios.

No final da tarde, o irmão solteiro começou a pensar que aquela divisão não estava certa.

Pensava: *“Eu sou solteiro e meu irmão é casado, tem mulher e filhos. Ele precisa de mais arroz que eu, pois sou sozinho.”*

À noite, ele se levantou, foi ao celeiro dele, pegou um saco de arroz, escondido, e colocou no celeiro do irmão.

O irmão acordou na manhã seguinte e começou a pensar:

*“Essa divisão não está justa, pois sou casado, tenho minha mulher e meus filhos. E eles vão crescer e poderão me ajudar. Mas meu irmão, coitado, ele é sozinho. E se ele não casar, não vai ter ninguém por ele. O certo é ele ganhar uma parte a mais que eu.”*

Levantou, foi ao seu celeiro, pegou um saco de arroz e colocou no celeiro do irmão.

E assim foram vivendo: a cada colheita, um levava uma parte a mais para o outro.

Só não entendiam como é que sempre ficava a mesma quantidade para cada um.

Uma bela noite, o relógio biológico se confundiu.

Horário de verão e os dois se levantaram na mesma hora e se encontram no meio do caminho.

Um olhou para o outro. Colocaram o arroz no chão, se abraçaram, e choraram.

A partir daquele dia, fizeram um único celeiro.

É preciso partilhar os dons, é preciso dinamizar.

Para quem pensa só em si resta somente a estagnação.

É preciso frutificar os dons.

Peça ao Senhor a graça de fazer a experiência do amor infinito, que divide, que cura e transforma sua história.

*Dá-me, Senhor, a graça de aprender partilhar.* Amém!

Você segue regras? Acredita que não pode viver sem elas? Então você não pode se apaixonar! Paixão é loucura... É viver sem regras.
Quando se está amando se vive totalmente o aqui e no agora.
Você começa amando alguém e quando se conta está amando o pôr - do - sol.
Você começa amando alguém e passa a ver o mundo de forma diferente.
Começa a ver a si mesmo com outros olhos.
Seu compromisso passa a ser com seus desejos mais íntimos, coisas que você nem pensava existir.
Neste momento você é levado a fazer uma escolha ou vive de forma plena essa paixão, entregando-se a ela não importe onde vai levar, vivendo a espontaneidade do prazer, ou se submete às regras da rotina e faz parte do grupo do "eu não devo, eu não posso"...
Paixão não tem idade, não tem hora, não tem limites, desconhece o significado da palavra "mas", na verdade não faz uso dela. Na paixão não existem condições.
Na paixão nada mais existe nada mais importa nada mais é preciso além de duas coisas: a paixão e os apaixonados.

A vida me ensinou a compreender as pessoas, pois uma pessoa é diferente da outra.
A vida me ensinou a respeitar os animais, eles fazem parte da nossa vida.
A vida me ensinou que muitas vezes amamos e não somos Amados na mesma proporção, mas amar sempre vale a pena.
A vida me ensinou a cuidar da flor, ela é sensível e enfeita o mundo muitas vezes cruel.
A vida me ensinou a estender a mão a quem precisa, embora seja um inimigo.
A vida me ensinou a sorrir, embora esteja com lágrimas nos olhos, o outro pode estar mais triste do que eu.
A vida me ensinou que o sofrimento nos faz mais Fortes e assim compreender melhor o outro.
A vida me ensinou que de cada pedra encontrada no caminho, se faça uma escadaria para se chegar ao topo de mais uma realização.
A vida me ensinou que a beleza esta no coração e não na aparência.
A vida me ensinou a compreender os infelizes que não conhecem e nem sabem o que é o amor.
A vida me ensinou a perdoar aqueles que não são amigos, pois não sabem o significado de amizade.
A vida me ensinou que a solidão é bom para refletir. A vida me ensinou que a essência da vida é o amor.

Por ter me entendido enquanto eu crescia e por ter aceitado minhas tão rápidas mudanças. Deve ter sido difícil manter-se em calma comigo, mas você sempre tentou e quase sempre conseguiu.
Por ter me ouvido e ter me dado claras e breves respostas às dúvidas e perguntas que eu levava a você. Por ter reforçado minha confiança para continuar revelando meus pensamentos e sentimentos.
Por ter me aplaudido quando fui verdadeiro, por ter me compreendido quando eu disse mentiras, por ter me provado que elas maculam nosso caráter.
Por ter me falado sobre os seus erros e sobre as coisas que você aprendeu com eles. Isso fez com que eu aceitasse meus próprios erros, que também aprendesse e que me perdoasse.
Por prestar-me atenção e gastar tão grande parte do seu tempo comigo. Isso levou-me a acreditar que sou importante e que tenho muito valor.
Por agir sempre do modo que desejou que eu agisse. Foi assim que você me deu um modelo positivo para seguir.
Por confiar em mim e me respeitar mesmo quando eu era menor do que você.
Por ter considerado meus sentimentos e necessidades, e ter me mostrado muitas vezes que elas eram semelhantes às suas.
Pelos elogios e pelos incentivos. Foi sempre por isso que eu me senti bom e quis continuar sendo digno da sua fé em mim.
Por ajudar-me a explorar meus talentos e potenciais. Por ter me ensinado que para ser feliz eu tinha que ser eu mesmo e não como você ou igual a outros que você admirava.
Por ser você mesmo e por não desistir da felicidade. Com isso eu aprendi a buscar uma vida feliz, bem sucedida e satisfatória.
Obrigado pai, por sempre ter me ouvido.
Ouça-me mais uma vez agora: eu amo você!