Quando penso em você, há um vazio que surge em mim e me desassossega a alma. Nós crescemos juntas e sempre nos habituamos a estarmos perto uma da outra. As circunstâncias infelizmente levaram você para longe de mim, mas eu constantemente fico no meu silêncio, torcendo pela sua felicidade e pedindo a Deus que seu caminho seja muito abençoado!
Onde quer que esteja, minha irmã, o meu amor por você permanecerá com a mesma força de sempre!
O amor é como uma planta. Não se pode simplesmente colocá-lo num vaso e esperar que cresça, deve-se de cuidar dele e o regar.
João sempre foi um rapaz de muita fé. Nunca deixava de fazer suas orações. Tinha o seu anjo da guarda muito forte em seu coração. Antes de sair de casa, nunca esquecia de rezar, pedindo proteção ao seu anjo.
João levantou atrasado naquela manhã. Tomou seu café correndo, e foi na garagem pegar seu carro para ir trabalhar. João trabalhava numa cidade vizinha. Tinha que pegar uma rodovia.
Foi rezando pelo caminho, mesmo afobado com o atraso: Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a Ti me confiou a Piedade Divina, sempre me rege, me guarde, me governe, me ilumine. Amém.
João estava a 20, 40, 60, 80, 100, 120, e, finalmente, a 140 quilômetros por hora quando aconteceu o acidente. Ao acordar, percebeu seu estado, suas roupas sujas...
João ouviu alguém dizer: Não se preocupe com isso João. Aqui ninguém repara... Quem é você? – perguntou João ao desconhecido de barbas brancas... – Sou São Pedro.
O quê? Quer dizer que eu morri? Que estou no céu? Mas, como pode ser isso? E o meu anjo da guarda? Como pode ter me abandonado? Pedi sua proteção ao sair de casa. Tenho certeza de que ele estava comigo! Cadê ele. Preciso ter uma conversa com ele.
Então, São Pedro o levou junto a uma legião de anjos e disse: – Pode perguntar ao seu anjo o que quiser. Qual deles é o seu? João foi passando um por um até chegar no menorzinho da turma, que o olhou com ternura. – É você o meu anjo da guarda? Não estavas comigo? Como explica isso?
O anjo, então lhe disse: – João, quando você estava a 20 por hora, eu estava contigo... A 40, eu estava contigo... A 60, eu estava contigo... A 80, meio temeroso, ainda estava contigo... Mas quando você chegou a 100, 120, 140, meu amigo, eu pulei fora...
Querido pastor, em nome de todos os membros da nossa igreja eu quero hoje lhe dirigir esta nota de agradecimento, e reforçar a amizade, respeito e admiração que todos lhe devotamos.
A você somos, e para sempre seremos, profundamente gratos, pois desde o início que você se mostrou exemplar, incansável, e rápido se tornou em um bom amigo, um apoio constante e indispensável. Você e seu ministério são dádivas de Deus e por elas nos agradecemos a você e a Deus! Fique na paz de Jesus!
Apesar do nosso romance ter terminado, ainda preciso de dizer-te que continuo a gostar de ti e penso em ti com muita ternura e saudade. Esta carta não é um pedido para que voltes, mas pretende apenas fazer com que não te esqueças nunca de mim e tenhas apenas boas recordações da nossa história.
Lamento que o nosso filme tenha sido um curta-metragem. Foi pena ter acabado tão cedo, pois ficou um gostinho de "quero mais" no meu coração. Como já disse, tudo o que desejo é ver-te feliz, apenas sinto uma pontinha de tristeza por não podermos partilhar essa felicidade que te desejo.
Não sei o que aconteceu, não consigo perceber onde foi que erramos, mas sou obrigada a admitir que, lamentavelmente, tudo acabou. Quero que continues a considerar-me uma boa amiga, quero que saibas que ainda me preocupo contigo, que gosto de saber que estás bem física e espiritualmente.
Mais uma vez, espero que, de tudo o que tenhamos vivido durante o período em que estivemos juntos, permaneçam apenas as melhores memórias. Recebe um abraço e um beijo muito carinhoso desta tua amiga, que te tem guardado num cantinho do coração.