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Sonhadora, inconstante, emotiva, sensível, intuitiva e teimosamente realista.
Tenho uma doce calma que convive com a minha eterna raiva.
Sou completamente lúcida com os meus momentos de loucura.
Sou totalmente decidida, mas em alguns momentos eu não tenho certeza disso.
Tenho uma incrível inteligência que ultrapassa todas as minhas dificuldades.
Tenho uma excelente memória que só lembra o que é conveniente lembrar.
Gosto do azedo, mas não resisto ao adocicado.
Sofro intensamente, mas supero muito rápido.
Amo e odeio. Choro no mesmo momento que acho graça.
Gosto de ficar sozinha sem ser anti-social.
Sou uma pessoa que pensa por si, mas que considera a opinião alheia em algumas situações. Sou seletiva e simpática.
Sou música e ouvinte.
Sou leitora e escritora.
Sou uma antítese.
Sou um verbo Tenho várias hipérboles.
Adoro uma ironia.
Sou um substantivo com vários adjetivos. Não sou um idioma. Eu sou humana e mulher.

Natal é a presença de Jesus em nossos corações, não só representa a fé, mas a vida, o nascimento do Filho de Deus. A consciência de família, amor, paz, felicidade.
Que o sentido do Natal esteja sempre presente em nosso dia a dia e que a esperança seja um objetivo concretizado. Que a luz do Menino Jesus percorra cada lar trazendo alegria aos nossos corações. Que a fraternidade universal seja nossa meta e que haja somente amor em meio a tempos difíceis, assim encontraremos a paz tão almejada.
O Natal do amor é a fé e a esperança renascida nos olhos de uma criança.
Feliz Natal!

Por muito que seja idealizado, qualquer relacionamento acaba atravessando momentos menos bons ao longo do tempo. E viver uma crise em um casamento não significa o seu final.

Faz parte, e enquanto houver amor e amizade qualquer obstáculo pode ser superado. Mas é preciso que os dois lutem por isso, que cada um faça sua parte. É importante pensar no bem maior, no bem dos dois, e lutar por isso.

Não se deixe levar pelos sentimentos menos bons que uma discussão arrasta. Lute por recordar todos os motivos que uniram vocês, lembre-se do amor e de todos os sonhos que construíram juntos, e lute por seu casamento.

Um estudante universitário saiu um dia a dar um passeio com um professor, a quem os alunos consideravam seu amigo devido à sua bondade para os que seguiam as suas instruções.
Enquanto caminhavam, viram no seu caminho um par de sapatos velhos e calcularam que pertenciam a um homem que trabalhava no campo ao lado, e que estava prestes a terminar o seu dia de trabalho.
O aluno disse ao professor: vamos fazer-lhe uma brincadeira. Vamos esconder-lhe os sapatos e escondemo-nos atrás duma árvore para ver a sua cara quando não os encontrar.
Meu querido amigo, disse o professor, nunca devemos divertir-nos à custa dos pobres. Tu és rico e podes dar uma alegria a este homem. Põe uma moeda em cada sapato e depois escondemo-nos para ver a sua reação quando os encontrar.
Fez assim e esconderam-se.
O pobre homem terminou as suas tarefas daquele dia e foi buscar os sapatos, para voltar para casa.
Ao chegar junto dos sapatos deslizou o pé no sapato, mas sentiu algo dentro dele. Baixou-se para ver o que era e encontrou a moeda. Pasmado, perguntou-se o que havia acontecido. Viu a moeda e voltou-a e voltou a olhá-la.
Olhou à sua volta, para todos os lados, mas não viu nada nem ninguém. Guardou a moeda no bolso e foi calçar o outro sapato. A sua surpresa foi ainda maior quando encontrou outra moeda.
Os seus sentimentos esmagaram-no. Pôs-se de joelhos, levantou o olhos ao céu, e em voz alta fez um enorme agradecimento, falando da sua esposa doente e sem ajuda, e dos seus filhos que não tinham pão e devido a uma mão desconhecida já não morreriam de fome.
O estudante ficou profundamente emocionado e os seus olhos ficaram cheios de lágrimas.
Agora, disse o professor, não estás mais satisfeito com esta brincadeira?
O jovem respondeu: você hoje ensinou-me uma lição que nunca mais vou esquecer.
Agora entendo algo que antes não entendia: É melhor dar do que receber.

Uma mulher regava o jardim de sua casa e viu três velhos à sua frente. Não os conhecia e disse:
- Não creio conhecê-los, mas devem ter fome. Por favor, entrem em minha casa e comam algo.
Eles perguntaram:
- O homem da casa está?
- Não, respondeu ela.
- Então, não podemos entrar.
Ao entardecer, quando o marido chegou, ela contou o sucedido.
- Ora, diga-lhes para que entrem!
A mulher saiu e convidou os três.
- Não podemos entrar os três juntos, explicaram os velhinhos.
- Por quê?
Um dos homens apontou um dos companheiros e explicou:
- Seu nome é riqueza.
Logo indicou o outro:
- Seu nome é êxito e eu me chamo amor.
Agora, entre e decida com seu marido qual dos três será convidado.
A mulher entrou e contou ao marido sobre o que ouvira.
O homem ficou feliz:
- Que bom! E já que o assunto é assim, convidemos a riqueza! Que entre e encha nossa casa.
A mulher não concordou:
- Querido, por que não convidamos êxito?
A filha que estava escutando veio correndo:
- Não seria melhor convidar amor? Nossa casa ficaria, então, feliz...
- Sigamos o conselho de nossa filha, disse o marido à sua mulher. Vá lá fora e convide o amor a ser nosso hóspede.
A mulher saiu e perguntou:
- Qual de vocês é amor? Por favor, venha. Você é nosso convidado.
O amor avançou para dentro da casa e os outros dois o seguiram.
Surpreendida, a mulher perguntou:
- Convidei amor, por que o seguem? Também vão entrar?
Os velhos responderam juntos:
- Se tivesse convidado a riqueza, ou o êxito, os outros dois ficariam de fora. Mas, como o amor foi convidado, onde ele vai nós o seguimos.