Todos os dias sinto muita saudade, todos os dias e todas as noites sem exceção. Mas ela aumenta no dia em que a palavra Mãe se repete até à exaustão em frases escritas, faladas, sonhadas, na boca de muitos, na tela, no papel.
É Dia das Mães, e é seu dia também, minha mãe, ainda que você já não esteja mais entre nós. E como sinto a sua falta! Sinto falta do seu colo, do seu abraço, das suas palavras, do carinho, da paciência e do amor.
Mas não importa onde, até quando ou por quanto tempo, um dia sei que nos voltaremos a encontrar. Até lá você continuará vivendo no meu coração, na minha saudade, no amor que é só seu e que não tem limite ou condição para ser sentido!
Sentimento inexplicável, indescritível e aterrador, pois só quem sofre pela dor da saudade sabe o sofrimento que ela traz...
A alma está carente, o coração machucado e os pensamentos perdidos, na ausência que você me traz, saiba que se eu pudesse...
Te mostraria que nem a quantidade de estrelas seria maior que meu amor por você, se eu pudesse...
Olharia no fundo de seus olhos e mostraria com o meu olhar o que nem mesmo todas as palavras poderiam lhe dizer sobre o que ainda sinto por você, ah... Se eu pudesse...
Talvez ainda poderia dizer com o meu sorriso a saudade que meus lábios sentem dos seus...
Mas isso tudo se eu pudesse...
Depende de você agora para diminuir essa distância entre nós dois...
Mas se você acha que tudo isso não vale a pena, eu entenderei, assim como entenderei que terei te esquecer, e, me acostumar com essa ferida que se abre a cada dia, a minha dor, a dor da saudade que sinto de você!
Em 22 de agosto, o Brasil comemora o Dia do Folclore. A data foi criada em 1965 através de um decreto federal. No Estado de São Paulo, um decreto estadual instituiu agosto como o mês do folclore.
Folclore é o conjunto de todas as tradições, lendas e crenças de um país. O folclore pode ser percebido na alimentação, linguagem, artesanato, religiosidade e vestimentas de uma nação. Segundo a Carta do Folclore Brasileiro, aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Folclore em 1951, "constituem fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular, ou pela imitação".
Para que serve? O folclore é o modo que um povo tem para compreender o mundo em que vive. Conhecendo o folclore de um país, podemos compreender o seu povo. E assim conhecemos, ao mesmo tempo, parte de sua História. Mas para que um certo costume seja realmente considerado folclore, dizem os estudiosos que é preciso que este seja praticado por um grande número de pessoas e que também tenha origem anônima.
Qual a origem da palavra "folclore"? A palavra surgiu a partir de dois vocábulos saxônicos antigos. "Folk", em inglês, significa "povo". E "lore", conhecimento. Assim, folk + lore (folklore) quer dizer "conhecimento popular". O termo foi criado por William John Thoms (1803-1885), um pesquisador da cultura europeia que, em 22 de agosto de 1846, publicou um artigo intitulado "Folk-lore". No Brasil, após a reforma ortográfica de 1934, que eliminou a letra k, a palavra perdeu também o hífen e tornou-se "folclore".
Qual a origem do folclore brasileiro? O folclore brasileiro, um dos mais ricos do mundo, formou-se ao longo dos anos principalmente por índios, brancos e negros.
Alguns podem dizer que é impossível e outros podem simplesmente duvidar, mas se a coragem e a determinação estiver presente em seu coração, todos os seus sonhos estarão perfeitamente ao seu alcance.
Quem parte para suas metas com fé e convicção de que é capaz, já está um passo à frente de toda concorrência. Por isso, seja o primeiro a acreditar em si mesmo e consiga concretizar seus maiores desejos.
Certa tarde o paizão saiu para um passeio com as duas filhas, uma de oito e a outra de quatro anos.
Em determinado momento da caminhada, Helena, a filha mais nova, pediu ao pai que a carregasse, pois estava muito cansada para continuar andando.
O pai respondeu que estava também muito fatigado, e diante da resposta a garotinha começou a choramingar e fazer "corpo mole".
Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore e o entregou à Helena dizendo:
- Olhe aqui um cavalinho para você montar, filha! Ele irá ajudá-la a seguir em frente. A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão rápido, que chegou em casa antes dos outros.
Ficou tão encantada com seu cavalo de pau, que foi difícil fazê-la parar de galopar.
A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao pai como entender a atitude de Helena?
O pai sorriu e respondeu dizendo:
- Assim é a vida, minha filha. Às vezes a gente está física e mentalmente cansado, certo de que é impossível continuar. Mas encontramos então um "cavalinho" qualquer que nos dá ânimo outra vez.
Esse cavalinho pode ser um bom livro, um amigo, uma canção... assim, quando você se sentir cansada ou desanimada, lembre-se de que sempre haverá um cavalinho para cada momento, e nunca se deixe levar pela preguiça ou o desânimo.
E sorria!