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Feliz Aniversário Amigão!
Hoje é um dia importante para você, e para mim, pois Deus me deu um presente maravilhoso nesta data, que foi você.

Amigo, que tudo de bom possa acontecer na sua vida, que seus sonhos possam ser realizados. Desejo-lhe muita paz, muito amor, muita saúde, muito juízo, e tudo mais.

Que você continue sempre esse homem batalhador, inteligente, amigo, e entre outras várias qualidades que você tem. E hoje, quero lhe dizer muito obrigada pelo carinho imenso que me dá, pela força, pela sua amizade, pela sua companhia, por tudo. Eu te amo muito, e conte sempre comigo. Parabéns!

Você sabia que uma ostra que não foi ferida não produz pérolas?
As pérolas são uma ferida curada.
Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada.
Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada:
a.. Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo? b.. Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? c.. Suas ideias já foram rejeitadas?
Então produza uma pérola... cubra suas mágoas e as rejeições sofridas com camadas e camadas de amor.
Lembre-se apenas de que uma ostra que não foi ferida, não produz pérolas, pois uma pérola é uma ferida cicatrizada.

Valeu enquanto durou Essa nossa amizade Foi tudo que me custou O preço de uma saudade
Procurei deixar em paz O meu pobre coração Ele é frágil demais Pra sentir tanta paixão
Me deu vida mais sofri A paixão que eu senti Já não quero sentir mais
Eu não estou mais aqui Quero ficar bem ali Pra não voltar, nunca mais.

Quando aprendemos a trocar o ódio pelo o amor,
Quando aprendemos a trocar a angustia pela paz,
Quando aprendemos a trocar a hipocrisias pelas verdades,
Quando aprendemos a controla nossos sentimentos (Creio eu o mais difícil),
Estaremos pronto pra dizer eu sou livre.

Três homens, sendo um ingrato, um conformado e um generoso, foram visitados, no mesmo instante e local, por um Gênio saído da Lâmpada.
Diante do inusitado, um deles falou: – Gênio, que nos trazes?
– Rosas! – disse o Gênio.
E abrindo seu manto mágico, dele retirou três lindos buquês de rosas, que ofereceu aos visitados, entregando um para cada.
Antes de partir, olhou-os fixamente e, percebendo algum desapontamento por conta da simplicidade de sua oferta, justificou-se:
– Rosas... porque elas são joias de Deus: deixam a vida mais rica e bela!
Os homens se entreolharam surpresos e, após se despedirem, cada um seguiu seu destino, dando finalidade diferente ao presente recebido.
O ingrato, maldizendo sua falta de sorte por haver encontrado um Gênio e dele recebido apenas flores, jogou-as num rio próximo.
O conformado, embora entristecido pela singeleza do presente, levou-as para casa, depositando-as num jarro.
O generoso, feliz pela oportunidade que tinha em mãos, decidiu repartir seu presente com os outros. Foi visto pela cidade distribuindo rosas, de porta em porta, com um detalhe: quanto mais rosas ofertava, mais seu buquê crescia em tamanho, beleza e perfume. Ao final, retornou para casa com uma carruagem repleta de rosas.
No dia seguinte, no mesmo local e instante, os três homens se reencontraram e, de súbito, ressurgiu o Gênio da véspera. – Gênio, que desejas? – disse um deles.
– Que as vossas rosas se transformem em joias! – disse o Gênio.
Desta forma, o homem generoso encontrou em casa uma carruagem repleta de joias, extraordinariamente belas, tornando-se rico comerciante.
O homem conformado, retornando imediatamente para seu lar, encontrou, pendurado sobre o jarro onde depositara as rosas, um lindo e valioso colar de pérolas. Resignou-se em ofertá-lo para sua esposa.
O homem ingrato, dirigiu-se ao lugar onde jogara o buquê de rosas, viu, refletindo sobre as águas, um brilho intenso, próprio de joias valiosas, que sumiu de seus olhos quando se atirou ao rio no propósito de alcançá-las.