Sempre acreditei que os verdadeiros super heróis são de carne e osso. Não tinha como duvidar, pois tive um exemplo de força e coragem ao longo do tempo. Você é uma mulher guerreira que luta sem receios por todas as pessoas que ama e eu quero lhe expressar minha admiração e dizer que é um orgulho tê-la na minha vida.
O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola.
Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio.
Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
O que seria preferível? Que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente?
Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência?
O ódio é também uma maneira de se estar com alguém.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam.
Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma.
A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua... Não estamos nem aí.
A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta.
Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.
Dizem que um homem de fé se aproximou de Jesus e indagou, após externar-se em manifestações de júbilo e reverência:
– Senhor, onde o caminho da paz? que fazer de meu filho que me arrasa a tranquilidade, atolado na rebeldia?
– Abençoá-lo-ás sempre – respondeu o Divino Mestre – procurando socorrê-lo com mais amor.
– E como agir, à frente de meu tio, aquele que me furtou a herança dos avós?
– Buscarás perdoá-lo, usando compaixão e esquecimento.
– E meu antigo sócio? de que modo proceder com esse homem que tanto me prejudicou e injuriou?
– Desculpá-lo-ás, orando em favor dele.
– Tenho quatro empregados ignorantes...
De que maneira harmonizar-me com esses companheiros problemas, se me afligem com as maiores dificuldades, dia por dia?
– Saberás instruí-los.
– Minha existência está repleta de perseguidores... Que fazer com essa gente cruel?
– Esquecerás qualquer agravo e auxiliarás em benefício de cada um, tanto quanto puderes.
O devoto baixou a cabeça, sentindo-se na presença da verdade, e considerou timidamente:
– Senhor, estou satisfeito.
Conta-se que Jesus afagou-lhe a cabeça dolorida e rematou, ao despedir-se:
– Então, vai, serve sempre e não perguntes mais.
Então vamos! Tenha um maravilhoso dia.
Bom dia!
Beijar...
Esse verbo que tantas e tantas bocas expressam, sentem...
Que nos faz delirar!
Delírios esses, que estremece nossa anatomia, pensamentos, suspiros...
Suspiros esses, que nos desliga do mundo real, fazendo-nos flutuar, levando-nos aos céus da felicidade!
Beijar...
Verbo magnífico, que renova cada célula de nossa anatomia, fazendo-nos renascer.
Beijar...
Verbo que expressa desejos contidos de dois seres em busca do prazer.
Prazer esse, que ao toque de duas bocas, tornam-se único na busca do tão desejado Céus.
Fazendo o plural em um magnífico singular, desejo único, completo!
Beijar...
Verbo que nos leva ao ÊXTASE!
Se pararmos para pensar, descobriremos que na nossa rotina diária, da manhã ao anoitecer, nenhuma ou poucas vezes erguemos nossas cabeças a olhar para o céu.
Faça, numa noite qualquer de luar, essa experiência. Pare por alguns minutos tudo o que estiver fazendo, isole-se em algum lugar de sua casa ou apartamento (quintal, janela ou terraço) e levante seus olhos para o céu.
Observe a lua a brilhar, as variedades de estrelas a enfeitar o firmamento e as nuvens passeando entre elas. Em poucos minutos você se transportará de si para o seu interior. Ao firmar seu olhar em algum ponto do céu, numa estrela ou numa nuvem que caminha, virão reflexões sobre sua vida, seus amigos ou de alguém que você ama que faz parte de sua vida ou talvez que já não o faça mais.
O brilho da lua e das estrelas, bem como as nuvens que passam, nos levam ao encantamento, a uma análise sobre várias coisas, ou acontecimentos de nossa vida. Nos revelam momentos maravilhosos que passamos e nos faz lembrar da ou das pessoas que amamos. Esse momento nos faz refletir e sonhar.
Experimente essa sensação e lhe garanto que isso passará a fazer parte de sua rotina diária. E quando algum dia você perceber que não há lua e estrelas a brilharem, ou nuvens passeando entre elas, ficará torcendo para que no dia seguinte elas surjam, para que você novamente possa, de seu quintal, janela ou terraço, refletir e meditar.