Certa vez um jovem marinheiro teve que subir ao
Mastro durante uma tempestade.
As ondas levantavam o barco para alturas
Estonteantes e logo em seguida
Jogavam-no para profundezas abismais
O jovem marujo começou a sentir vertigem e
Estava quase caindo o capitão gritou:
"moço, olhe para cima".
De maneira decidida, o marinheiro desviou o olhar
Seu olhar das ondas ameaçadoras
E olhou para cima. Ele conseguiu subir com
Segurança e executar a sua tarefa
Quando os dias de tribulação revolvem a nossa
Vida, quando as tempestades da vida
Nos confundem, perdemos o equilíbrio e somos
Ameaçados de despencar.
Entretanto se desviarmos nosso olhar dos
Perigos e olharmos para o ajudador,
Se buscarmos a face do senhor em oração e
Agarramos a sua poderosa mão, nosso
Coração se aquietará, receberemos força e paz
Para podermos executar as nossas
Tarefas em meio as tempestades e finalmente
Seremos vitoriosos.
Aceite com simpatia as sugestões que lhe são dadas. Afaste-se de fatos e pessoas negativas. Aja prontamente, sem vacilar, quando for necessário. Ande bem vestido, limpo e perfumado. Goste de sua própria imagem. Cuidado com as notícias ruins: fique longe delas! Cultive a alegria, o riso, o bom humor. Encare a realidade com os pés no chão. Faça tudo com sentimento de perfeição, prestando atenção aos mínimos detalhes. Ilumine mais seu ambiente de trabalho e sua casa. A escuridão traz depressão. Não reclame e não fale mal dos outros. Não se drogue por não ser capaz de suportar a própria dor. Seja alguém sempre pronto a colaborar. Surpreenda as pessoas com momentos mágicos.
Sozinho eu não irei conseguir, eu preciso da tua ajuda para conseguir tocar o céu, me de sua mão e não largue mais, afinal não posso te perder. Algumas coisas não planejamos, apenas acontecem, então quero que minha história seja escrita ao lado da tua. Não quero apenas deixar pegadas na areia porque assim como elas são escritas com facilidade elas desaparecem do mesmo jeito quando a maré sobe, mas quero deixar palavras em teu coração porque só assim terei certeza que não serão esquecidas.
Um pai que muito amava seus dois filhos, disse: "Tudo que vocês me pedirem e eu tiver condições lhes darei".
Os dias passaram, o mais novo vendo seus amigos jogarem futebol, pediu ao pai uma bola e, poucos dias depois, o pai lhe dava o presente tão desejado.
O mais velho vendo alguns de seus amigos de mais condição usando um relógio, um dia pediu um relógio de ouro. Os dias passaram, nada de receber o pedido.
Ele pensou: "Nem sempre o pai atende ao que pedimos, só algumas vezes."
Semanas se passaram... meses se passaram... enfim, anos. O menino já era um rapaz, não se lembrava mais do pedido de infância. O pai chegava como de costume em casa, mas naquela tarde chegou com um embrulho embaixo do braço.
Chamou o rapaz e disse: "Meu filho, há muito tempo você me pediu um relógio de ouro, mas você era muito jovem. Iria perdê-lo, ou quem sabe seria roubado. Agora você já pode ter um." O pai entregou um embrulho com uma caixa e dentro tinha um relógio... de ouro.
Como este pai, o Deus Eterno da mesma forma sabe o momento que podemos e temos condições de usar nosso "relógio de ouro", o momento que podemos ter o que pedimos, para que o nossos pedido não se transforme em algo para nos separar dele.
Desamor não há quem me resgate nesta vida, tampouco o que não viva só pra si, não há com quem se dividir a lida, não há quem queira estar comigo aqui. Encontro gente amarga no caminho. No atalho que me coube percorrer, tiraram as avenidas de carinho, deixando-me sem chance de escolher. Vão os felizes por outras estradas, pessoas plenas, já tão engajadas, as quais já têm a quem dar seu amor. Mas eu carrego a alma destroçada, vivendo eternamente ignorada, nas avenidas do meu desamor.
Eleita hei de encontrar-te lá noutras esferas, um grande amor não vai morrer assim, hás de saber o quanto eu fui sincera e transparente do começo ao fim. Foste covarde e omisso vezes tantas, que relevei por ver-te sem saída.
Não suportaste meu amor de santa, nem minha insígnia de mulher bandida. Hei de encontrar-te lá no firmamento, mesmo que seja por um só momento, pois do contrário eu não prosseguirei. Almas despidas máscaras desfeitas, tu me dirás que eu sempre fui tua eleita, e crendo nisto... Eu te libertarei.
Em vão quisera te falar das manhãs claras, do sol que sai dourando meus jardins. Dos delicados tons das flores raras, de como tudo é tão formoso aqui. E te falar das noites perfumadas, da lua que se esconde nas mangueiras, das vertentes e sonoras cachoeiras, da paz desta paisagem inusitada. Mas tu não vens talvez porque não queiras, selar o pacto desta afeição, que me declaras tão levianamente. Serei feliz em te esperar somente, esperarei mesmo que seja em vão, esperarei, amor, a vida inteira.
Vingança é por vingança este meu verso triste, sinto prazer em te fazer chorar. E não me acuses com o dedo em riste, por ser a voz que logras abafar. É por vingança este meu verso duro, sinto prazer em ver-te ajoelhar, no meu altar de horripilantes muros, do qual supões que possas te ocultar.
Foste tu mesmo quem me despejaste, quando eu sorria tonta como infante, crente do amor que um dia me juraste. Dou-te de prêmio amargo fel triunfante, sorvas aos poucos pois é minha vingança, mataste tudo, até minha esperança.