Mil perdões. Tenho que, sinceramente, pedir-lhe desculpas por ontem. Estou envergonhado pela baixaria que protagonizei, mas tenho coragem de pedir que você me perdoe, porque você sabe muito bem que eu não sou assim. Nem eu mesmo, revendo na memória aquele triste filme, posso me reconhecer naquele papel.
Eu sei que meras desculpas não vão resolver os danos causados por minha atitude grosseira, mas peço que você pondere bem antes de tomar uma atitude radical porque, mais uma vez, você sabe que eu não sou assim; pelo contrário, sou uma pessoa delicada e sensível.
Não quero justificar o injustificável, pois minha atitude foi terrível, mas acho que aquele Gin-Tônica bateu mal e eu acabei falando bobagem. De qualquer maneira, gostaria de contar com a sua soberana condescendência. Se você quiser, posso telefonar e me desculpar com cada um dos presentes, coisa que, aliás, já estou fazendo por conta própria.
Aceite mais uma vez as desculpas e um beijo carinhoso do seu arrependido e envergonhado,
Apareceu de repente,
Junto com o vento que trás o perfume da primavera,
Em tardes ensolaradas e por mim inesquecíveis
Dessas férias talvez inúteis
Onde se podia ver de longe o horizonte
No fim de um dia, de mais um maravilhoso dia.
Infelizmente foram poucas tardes que tiveram um assim marcante pôr do sol,
E mesmo que os dias têm vindo e indo,
Essas ainda serão lembradas no último pensamento do dia,
Assim como no clarão de um novo,
No gosto amargo de cada lágrima remoendo o concreto onde nós nos sentávamos,
E Em cada página da carta que você escreveu-me com únicas palavras
Porque por mais que eu siga em frente
Te encontro rindo no brilho de nossos faróis...
Você importa-se se eu não souber o que dizer?
É que ainda guardo a esperança de escrever-lhe de volta nesse outono
Com uma oculta mensagem
Das tardes onde eu disse, mas você jurou amar-me mais
E que começaram com um olhar, transformaram-se em beijos ao sol
E acabaram com a chuva que dessa vez veio tão cedo em fevereiro.
Nós vivemos num mundo em que as coisas estão sempre mudando. As estações vêm e vão, a maré vem e vai, a inflação sobe e cai, as pessoas são contratadas e demitidas... Era de se esperar que aprendêssemos que a lei básica do universo é a mudança. Em vez disso, ficamos irritados.
Em biologia, no colégio, estudamos a lei da seleção natural: adaptar-se às mudanças. Aprendemos, por exemplo, que se você for um inseto verde num campo marrom e não mudar a cor da sua pele, vai ter sérios problemas. Em breve não haverá mais insetos! Não tem jeito. A lei é mesmo brutal: adaptar-se... ou desaparecer. No mundo dos negócios é a mesma coisa. as coisas mudam e até os especialistas erram. Os exemplo são muitos. Um deles: em 1927, Harry Warner, da Warner Brothers Pictures disse: Com os diabos, quem quer ouvir um ator falar? Logo o cinema deixaria de ser mudo! Outro exemplo: em 1977, Ken Olsen, presidente da Digital Equipment Corporation foi categórico ao afirmar: não há motivo para que um indivíduo tenha computador em casa!... Errou feio!
A vida é assim, o que é verdade hoje pode não ser amanhã. O que funciona hoje pode não funcionar amanhã. A única constante que existe é a mudança... Tudo está em movimento!
Em poucas palavras: as pessoas felizes não só aceitam a mudança como a abraçam. São pessoas que dizem: por que eu haveria de querer que os próximos 5 anos fossem iguais aos 5 anos passados?
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e as dos anjos, se eu não tivesse amor, seria como um bronze que soa ou como um símbolo que tini.
Ainda que eu tivesse o dom da profecia, o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência, ainda que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tivesse amor, eu nada seria.
Ainda que eu distribuísse todos os meus bens aos famintos, ainda que eu entregasse o meu corpo às chamas, se não tivesse amor, isso nada me adiantaria.
O amor é paciente, o amor é prestativo, não é invejoso, não se ostenta, não se enche de orgulho. Nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais passará. Quanto às profecias, desaparecerão. Quanto às línguas, cessarão. Quanto à ciência, também desaparecerá. Pois o nosso conhecimento é limitado, e limitada é nossa profecia. Mas quando vier a perfeição, o que é limitado desaparecerá.
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Depois que me tornei homem, fiz desaparecer o que era próprio de menino. Agora vemos em espelho e de maneira confusa, mas, depois, veremos face a face.
Agora o meu conhecimento é limitado, mas, depois, conhecerei como sou conhecido. Agora, portanto, permanecem fé, esperança, amor. Estas três coisas. A maior delas porém, é o amor.
Agora que o dia está quase no seu fim...
Esqueça os problemas, as dificuldades, o estresse!
Relaxe! Lembre que o importante é dar o seu melhor em todas as suas tarefas. Mesmo que as coisas não tenham corrido como você queria, não fique se massacrando com pensamentos negativos!
Amanhã é um novo dia, cheio de oportunidades para você alcançar os seus objetivos e conquistar a felicidade!
Podemos sempre melhorar em todas as áreas, essa é a maravilha da vida.
Mas é importante saber esperar pelos momentos certos, saber descansar e planear as próximas etapas.
Por isso respire fundo, fique tranquilo e recupere as suas energias...
Boa noite!