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Meu marido, meu companheiro. Você é a luz dos meus dias, a paz silenciosa das minhas noites, o sorriso das minhas lágrimas, o silêncio dos meus pensamentos barulhentos e bagunçados. Você me completa, me faz feliz. Eu amo você e amo me sentir amada por você.

Meu marido, meu amigo. Amor não é apenas paz, mas também é sofrer na simples ideia de perder a nitidez do nosso reflexo no outro; é tremer em um olhar atravessado; é sentir o estômago apertar por um amanhã desconhecido. Amar é também se sentir inseguro.

Mas você não tem o por quê. Eu amo tanto você, no fácil e no difícil ainda mais, pois a cada barreira pulada do seu lado, a vida ganha mais cor, mais sabor, mais intensidade. Eu amo você sem 'mas', sem 'para', sem 'porque'. Eu te amo, 'ponto'! E vou amar não importa o 'quê', e no meu íntimo eu sei que para sempre.

Hexa!Hexa!Hexa!

Vamos lá Brasil vai nessa...

Hexa!Hexa!Hexa!

Vamos lá Brasil vai nessa...

A nossa seleção é penta-campeã

E foi para Alemanha

Com garra cidadã

Hexa!Hexa!Hexa!

Vamos lá Brasil vai nessa...

Hexa!Hexa!Hexa!

Vamos lá Brasil vai nessa...

A nossa seleção

É espetacular,

Se Deus quiser, campeão,

Brasil, hexa, será!

Os primeiros 15 anos de vida passam rápido, passam voando. São tantas coisas para aprender, são tantas coisas por descobrir e viver. De repente chegamos aos 15 anos e uma nova etapa da vida começa.

Já não somos crianças, ainda temos muito para aprender, muitas coisas já sabemos, mas a vida está apenas começando.

Fazer 15 anos é passar a primeira etapa da vida e chegar a um nível de maior amadurecimento e descobertas pessoais. Muito do que aprendemos começa a fazer sentido em nossas vidas. Por isso 15 anos é uma data muito bonita, que marca a vida de todo mundo.

Agora ao chegar aos 15 anos, eu desejo que um novo mundo se abra para você, um mundo cheio de coisas bonitas e muita felicidade! Parabéns!

O Sutra de Lótus ensina que todos possuem igualmente o potencial para atingir o estado de Buda, e que têm também a capacidade para desfrutar o estado de absoluta felicidade. É digno de nota que a intenção de Sakyamuni de tornar o estado de Buda acessível a todas as pessoas revela-se pela linguagem que ele escolheu para pregar os seus ensinos: a língua de Magadha, o linguajar diário das pessoas comuns.

Os Brâmanes ortodoxos daquela época insistiam em que os ensinos sagrados somente poderiam ser transmitido na linguagem dos vedas, uma língua usada somente pela classe mais alta e culta.

Certa ocasião, dois seguidores de Sakyamuni disseram a ele "Por pregar os honoráveis e excelentes ensinos no vernáculo do povo, o senhor ofendeu a dignidade do budismo. A partir de agora, por favor pregue na nobre e sublime linguagem dos vedas". Esses seguidores eram irmãos e membros cultos da casta dos brâmanes que haviam ficado tão comovidos com a pregação de Sakyamuni que se juntaram a ordem.

Nunca, respondeu o Buda, colocando um fim na discussão de uma vez por todas. E dizem até mesmo que ele estabeleceu punições àqueles que ousavam pregar o budismo na língua dos vedas.

Este episódio demonstra claramente o intenso desejo de Sakyamuni de tornar o budismo acessível a todos, independente da classe social.

Nitiren Daishonin também escreveu muitas de suas cartas a seus seguidores leigos com a escrita cursiva japonesa, conhecida como hiragana, para que eles pudessem lê-las com facilidade. (Em outras palavras, ele utilizava a linguagem comuns das pessoas comuns, em vez da erudita escrita clássica chinesa usada em escritos formais daquela época).

As Mais Belas Histórias Budistas

A professora Ana Maria pediu aos alunos que fizessem uma redação e nessa redação o que eles gostariam que Deus fizesse por eles. À noite, corrigindo as redações, ela se depara com uma que a deixa muito emocionada. O marido, nesse momento, acaba de entrar, a vê chorando e diz:
"O que aconteceu?" Ela respondeu: "Leia". Era a redação de um menino.
"Senhor, esta noite te peço algo especial: me transforme em um televisor.
Quero ocupar o seu lugar. Viver como vive a TV de minha casa. Ter um lugar especial para mim, e reunir minha família ao redor... Ser levado a sério quando falo... Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem questionamentos.
Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona. E ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado. E que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de ignorar-me.
E ainda que meus irmãos "briguem" para estar comigo. Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, que eu possa divertir a todos.
Senhor, não te peço muito... Só quero viver o que vive qualquer televisor!"
Naquele momento, o marido de Ana Maria disse:
"Meu Deus, coitado desse menino. Nossa, que coisa esses pais".
E ela olha:
"Essa redação é do nosso filho".