Uma forte ventania causou, certo dia, um grande alvoroço numa tradicional loja de departamentos.
O gerente havia deixado às janelas abertas e o vento que por elas entrou soprou grande quantidade de etiquetas de preços que estavam prontas e ainda não colocadas, fazendo-as pousar em diversos artigos da loja de forma desordenada.
No dia seguinte, os clientes ficaram surpresos ao encontrar meias a 49,90, ternos a 1,99, sapatos a 0,90 e um cachecol a 1.290,90!...
E a loja de departamentos de nossa vida?
Como a temos organizado?
A que atribuímos altos valores e quais os artigos não temos valorizado?
As pessoas que nos conhecem, que conosco convivem constantemente, encontram tudo em ordem ou a ventania da incredulidade tem feito trocas?
Temos atribuído preços elevados às coisas materiais, incertas e passageiras ou, valorizamos o espiritual, crendo que ao lado de Deus todas as coisas são acrescentadas?
Quando abrimos nossos corações e deixamos o Senhor nos dirigir, então podemos descansar e confiar que as bênçãos virão na hora e da forma de Deus.
Quando nos apegamos às coisas desse mundo, perdemos o real valor das coisas importantes para nossa felicidade e supervalorizamos aquilo que nenhum valor tem.
Precisamos parar de viver como se as etiquetas de preços estivessem trocadas!
O Dia dos Namorados será sempre uma data significativa para nós. Foi nesse dia que começamos a namorar e agora já estamos completando um ano de namoro. Lembro-me bem da sua conversa mole, reclamando que não tinha ninguém, por isso estava triste.
Com uma carinha aborrecida de dar dó, você clamava aos céus alguém para amar. Mas eu estava por perto e como também não tinha ninguém, foi mel no chá. Consolei a sua tristeza e ganhei um namorado, que até hoje está me fazendo feliz.
Meu amor, por isso estou escrevendo esta cartinha, para lembrar que no Dia dos Namorados do ano passado não tínhamos um ao outro, por isso estávamos tristes. Já não existe motivo para ficar emburrado, estamos felizes, comemorando o primeiro aniversário desse afortunado encontro.
Esse amor, que nasceu de nós dois, hoje inunda de felicidade os nossos corações. Sou feliz porque te amo, e te amando farei tudo para você também ser feliz. Estou lhe mandando um beijo apaixonado para selar a nossa relação.
Querido, no nosso Dia dos Namorados vamos comemorar juntos para que nossa felicidade se complete. Te amo muito!
Certa noite quando eu fui dormir sonhei com você.
Esse sonho me parecia estranho porque nunca senti nada por você.
Quero dizer, apenas um pouco.
Mas em meu sonho, você me deu um abraço apaixonado, e senti no abraço, que era amor.
Senti também, dentro de meu coração que você me amava muito, muito mesmo.
Por causa daquele abraço apaixonado.
Esse meu amor à primeira vista, eu nunca pensei que poderia acontecer.
Mas até agora eu sinto tanto, mas tanto amor por você.
Até agora, me lembro do abraço gostoso e amoroso, que você me deu em meu sonho.
Nunca, nunca mais quero amar ninguém, apenas você.
Meu amor, você está em meu coração, em um lugar especial.
Amor! Eu te amo!
E se estiver me ouvindo, eu imploro, venha para mim, por favor!
Porque eu te amo!
Venha para mim, me dar mais um abraço apaixonado meu namorado, em meu sonho de amor.
Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso que se dedicava a ensinar zen aos jovens.
Apesar da sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali.
Queria derrotar o samurai e aumentar a sua fama.
O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo, - respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceites, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma.
Só se você permitir.
Havia uma monja chamada Eshun, que era uma mulher muito bonita. Um jovem monge apaixonou-se por ela. Sem poder resistir ao sentimento, escreveu-lhe uma carta propondo um encontro ás escondidas.
No dia seguinte ao fato, tão logo o Mestre terminou a palestra, Eshun levantou-se e disse para o monge, em frente a todos: - Vós me enviastes uma carta dizendo-se enamorado. Entretanto, o amor não é algo para ser realizado ás escondidas, pois ele é pleno e sincero.
Se vós realmente me amais e não simplesmente me desejais, venha aqui e abrace-me em frente a todos. O que há para esconder?
Mas o monge abaixou a cabeça envergonhado. Na verdade, o que sentia não passava de luxúria...