Um dos privilégios da mulher á a gravidez. Eita coisa complicada e maravilhosa.
Sentimos de tudo: enjoo, cãibras, dor nas costas, dor na bacia, incômodo ao deitar, vontade de comer de tudo, mas apesar que grávida pode comer de tudo sem culpa... Quem iria recriminar uma grávida por comer?
Do outro lado, pensamos nas estrias, nas celulites, se vamos emagrecer logo, se ficaremos flácidas, se voltaremos ao "normal" logo. E a ansiedade... isso nem se fala, embora todas as nossas emoções fiquem mais fortes neste período.
Pensamos em como será nosso bebê, se ele irá chorar muito; se vai ser perfeitinho, se irá se parecer com a gente ou com o pai. E tem o nome também; aquela famosa listinha, que vamos olhando, escrevendo e imaginando a gente gritando o nome escolhido o resto de nossas vidas.
E o medo principalmente se dará tempo de chegarmos na maternidade. Vai que ele se apresse e queira logo nascer.
E chega a grande hora... e aquele chorinho, aquela carinha... Ai que sensação maravilhosa!
Tudo vale muito a pena, e quando nasce nosso bebê, percebemos como é maravilhoso ser mãe. E logo já fazemos planos do próximo... Como é bom ser mãe!
Sofro por um perdão,
Um perdão que parece impossível,
Será?
Será que você é capaz de me perdoar?
Será que atingi mesmo foi o seu coração?
Ou aquele, aquele, seu ego masculino?
Só você pode devolver a minha vida,
Devolver a minha felicidade,
Será que você pode mesmo?
Me dar uma última, que seja última chance?
Tente.
Por favor, faça isso.
E devolva a minha vida e ao meu coração tudo o que perdi.
Há um tempo certo para tudo. Às vezes é o momento de abrirmos o coração para que alguém especial entre em nossa vida, mas também pode chegar uma fase em que o melhor seja deixarmos a pessoa que amamos partir. O amor nem sempre tem um final feliz e nós temos que aprender a aceitar isso mesmo.
Está mais que visto que nós não resultamos, não fomos feitos um para o outro. O melhor é procurarmos a felicidade em outro lugar, pois nenhum de nós merece sofrer com um relacionamento que não funciona mais.
Somos interiormente pura energia... E toda energia pode ser utilizada para o bem ou para o mal.
O uso de nossa energia interior depende de nós mesmos, de equilíbrio emocional, de nosso autodomínio.
Se estamos irados, nosso interior pode transformar-se numa potente usina de emissão e processamento dessa energia negativa.
Se nos vergarmos ao poder da ira, tendemos a um tipo de vivência improdutiva, extremamente nociva – a nós mesmos e aos que nos rodeiam.
Por que canalizar nossa energia interior para os descaminhos da improdutividade – que fatalmente levam ao abismo da existência?
Por que não aproveitá-la de maneira construtiva e saborear a prática do bem?
Vamos processar essa energia em prol do amor e da paz!
Vamos transformá-la em solidariedade e fazer um positivo uso dela, pois, como já dizia o líder pacifista Mahatma Gandhi, nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo.
Relembrando nossos momentos
Sofrendo em meu acalento
Perdendo os meus sentimentos
Ressentindo o que não pude viver
Chorando só por um porque!