De todas as coisas que podemos conceber neste mundo ou mesmo, de uma maneira geral, fora dele, não há nenhuma que possa ser considerada como boa sem restrição, salvo uma boa vontade. O entendimento, o espírito, o juízo e os outros talentos do espírito, seja qual for o nome que lhes dermos, a coragem, a decisão, a perseverança nos propósitos, como qualidades do temperamento, são, indubitavelmente, sob muitos aspectos, coisas boas e desejáveis; contudo, também podem chegar a ser extraordinariamente más e daninhas se a vontade que há-de usar destes bens naturais, e cuja constituição se chama por isso caráter, não é uma boa vontade. O mesmo se pode dizer dos dons da fortuna. O poder, a riqueza, a consideração, a própria saúde e tudo o que constitui o bem-estar e contentamento com a própria sorte, numa palavra, tudo o que se denomina felicidade, geram uma confiança que muitas vezes se torna arrogância, se não existir uma boa vontade que modere a influência que a felicidade pode exercer sobre a sensibilidade e que corrija o princípio da nossa atividade, tornando-o útil ao bem geral; acrescentemos que num espectador imparcial e dotado de razão, testemunha da felicidade ininterrupta de uma pessoa que não ostente o menor traço de uma vontade pura e boa, nunca encontrará nesse espetáculo uma satisfação verdadeira, de tal modo a boa vontade parece ser a condição indispensável sem a qual não somos dignos de ser felizes.
Immanuel Kant
As crianças apresentam-se em tamanhos, pesos e cores sortidas. Encontram-se em toda parte, em cima, em baixo, fora, trepada, pendurada, caindo, correndo, saltando. Os pais as adoram, as visitas as detestam, as irmãs e os irmãos mais velhos as toleram e o Céu as protege.
Uma criança é a verdade de cara suja, a sabedoria de cabelos despenteados, a esperança de calças caindo. Tem o apetite do cavalo, a digestão do avestruz, a energia da bomba atômica, a curiosidade do mico, os pulmões de um ditador, a imaginação de Júlio Verne, a timidez da violeta, a audácia da mola, o entusiasmo do busca-pé e tem cinco polegares em cada mão quando pratica suas reinações.
Adora chicletes, sorvetes, carrinhos, bonecas, a Páscoa e o Natal, e gosta de ar livre, da água, dos animais grandes, dos automóveis e aviões e dos domingos. Detesta as visitas, os livros sem figura, cortar os cabelos, dias de chuva, tomar banho e a hora de dormir. Levanta cedo e está sempre atrasada para as refeições. Entre seus pertences há sempre um tesouro: um canivete enferrujado, uma fruta verde mordida, um barbante, dois botões e algumas bolinhas de gude, um pedaço de substância desconhecida e um objeto raro que lhe é precioso por, quando muito, vinte e quatro horas.
É uma criatura mágica. Você pode fechar-lhe a porta de seu quarto de ferramentas, mas não a de seu coração. Pode expulsá-la de seu escritório, mas não de seu pensamento. Toda sua importância e sua autoridade desmoronam-se diante dela, que é seu carcereiro, seu chefe, seu amo... Ela é uma ruidosa e despótica ditadora.
Mas quando você volta para casa, à noite, com esperanças, ambições e nervos despedaçados, ela pode recompô-los num instante com suas palavrinhas mágicas: –
"Oi Pai, Oi Mãe." Parabéns por ter uma em casa!
Eu, nunca deixei morrer a criança que um dia viveu dentro de mim. Me apaixonei pela sua maneira de ser, e até hoje sou exatamente assim. A alegria, faz o coração feliz. O espírito e a alma, ficam em êxtase, diante do amor e paz.
Esta mensagem é para alegrar você e lhe dar forças para enfrentar esta fase que está sendo tão difícil de encarar. Faça de seus pensamentos a força de que está precisando. Esqueça as coisas ruins e limpe a mente cultivando somente bons pensamentos. Acredite no sucesso total, não imagine obstáculos na sua mente.
Tudo que uma pessoa é capaz de planejar, ela é capaz de realizar. Tenha fé, otimismo e ação. Sua vida só você a vive, portanto goste mais, acredite mais, e seja mais feliz. Procure plantar sementes de amor e otimismo na sua vida, e você colherá sempre maravilhosos frutos.
Eu acredito em você!
O celular não toca, a solidão na cozinha, na cama! Uma taça de vinho somente, um prato, um talher... A solidão está com você! A danada da solidão... O que ela quer? O que ela quer? A solidão se aninha de repente, você pode estar só ou rodeado de gente. Sente a sensação de vazio dentro do coração, Isolamento, autocomiseração! É a falta de um amor, de carinho, ou saudade cruciante da amizade, de um telefonema, ou de um aperto de mão!
No seu correio eletrônico não chegam e-mails, nenhum cartão... A pessoa amada foi embora, vem à solidão! Ela se instala... E vem de mansinho, fazendo morada em seu coração! Aceite a sábia companheira com alegria... Aprenda a se amar mais... E saiba que você é a melhor companhia saia do escuro, abra a janela... Acenda a vela... O mundo não é uma ilha... Nunca estamos sós... Você se sente só? Assopre a angústia para fora... Mude seus pensamentos agora! Com sua fé no amanhã... Se você aprender a amar... A conviver... Será uma pessoa querida... Amando a todos à sua volta... Amando a vida...
Quando a solidão se esparramar... naquele chuvoso final de semana, abençoe a chuva... Acolha a esperança... Deixe a chuva levar toda a sua dor... E, quando menos esperar... Sabendo amar... Você um dia também receberá amor!
Como diz o poeta, amar se aprende amando. E é verdade, aprender a amar pode demorar, pode causar dor e sofrimento. Sobretudo, porque há muitas formas de amar. Cada pessoa com a qual nos relacionamos, nos faz agir de uma forma diferente. Afinal, amar é uma combinação de afinidades e desatinos.
Ao longos de muitos anos de amor e desamor, a gente aprende, entre muitas outras coisas, que para amar é preciso aprender a ouvir sem interromper, a falar sem acusar, a dar sem esperar nada em troca, a rezar mesmo sem ter fé, a perguntar sem receber uma resposta, a aceitar as diferenças sem reclamar, a partilhar sem interesse, a acreditar sem vacilar, a perdoar sem julgar, e a prometer e não esquecer.