Há quatro perguntas de valor na vida... O que é sagrado? De que é feito o espírito? O que é importante na vida, e por que vale a pena morrer? A resposta para cada uma é a mesma. Apenas amor!
Especiais são todos aqueles que são alento e não se contentam em ser somente mais uma companhia, são abraços protetores que nos livram de todo o mal a pedido de Deus, são mãos que nos guiam e nos removem de qualquer poço sem fundo, são pedaços que completam o meu eu, são passos que me fazem companhia no caminho da vida, são sorrisos que iluminam qualquer canto escuro do peito, são vocês, são amigos!
Você vai ficar bem! Aliás, acho mesmo que você tem todas as condições para ficar bom rapidamente. Mas para isso acontecer você precisar se ajudar. É muito importante que sua fé e esperança estejam em um nível elevado.
É que quando se alia a força e o empenho ao acreditar, ao crer, tudo fica mais fácil. Força, minha querida. Em breve tudo vai estar maravilhoso novamente! Melhoras, amiga.
Quer vencer os desafios? – Confie em Deus.
Quer ser bom no que faz? – Pratique!
Quer alcançar o objetivo? – Jamais desista!
Quer crescer? – Tenha raízes.
Quer ver resultados? – Persevere.
Quer ser feliz? – Esqueça o passado.
Quer falar bem? – Escute melhor.
Quer aprender? – Persista em ler.
Quer realização pessoal? – Sirva!
Quer fazer diferença? – Pague o preço.
Aqueles que nada fazem e esperam algum tipo de vitória estão enganados.
A vitória é dos que lutam, dos que agem, dos que saem do porto.
A vitória é dos que se arriscam para alcançar o alto da montanha.
Com a vida apressada, angustiada, tão absorta em pensamentos pequenos, sem entender a dor disfarçada em mal humor, pouso os olhos no menino, ali, dormindo. No meio da rua, entre carros, passantes, cachorros e passarinhos destoantes, com as mãozinhas sobre a cama de papelão, agarradinho, inocente, no corpo do irmão.
A mãe sofrida, sentada no sujo chão, tentando esconder a vergonha e a fome, tendo à frente o pai, derrotado enquanto homem. A dor oprimida no peito, sem conseguir engolir, ver assim alguém tão só, uma família – flores do pó. Ah, a cruz! Preguem-me na cruz.
Quero morrer por eles, morrer por mim, inerte, covarde, torpe! Nada a fazer, senão sofrer? Não tem remédio, senão chorar? Menino dormindo, como o meu, como os nossos, sonha sonhos de criança, com luzes e festa, com brinquedos e paz, sorvete, banho, banheiro. Alegria o ano inteiro.
Perdeu o endereço do céu, mas espera Papai Noel. Aquele pai e aquela mãe, sem teto ou dignidade, não sabem da missa a metade. Não choram, apenas pedem, que a sorte mude e os ventos tragam a esperança e o sorriso do menino, que dorme ali no chão, tranquilo, ao relento, desprotegido.
A leoa de dentes arrancados, o guerreiro sem escudo, sem lança, sem conseguir defender sua criança, olhar vazio, de alma apagada, sem ter mais nada. Nada a oferecer, senão seu corpo. Nada a pedir, senão o pão. E eu, e você, o que fazemos?
Vamos embora, com a consciência confortada de que nada podemos fazer, por não termos o poder. Qual nada! Eu posso. Você pode. Mas é difícil, é cômodo. Você tem lar. Eu tenho pão. Eles é que não.