Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. O último para dizer "obrigada". O último para dizer "me desculpa". O último para dizer "eu te amo". O último para abraçar cada pessoa amada com aquele abraço bom que faz um coração cantar para o outro. O último para apreciar a vida com o entusiasmo que não guarda nenhuma delícia nem ternura pra depois. O último para fazer as pazes. Para desfazer enganos. Para saborear com calma, como se me servissem um banquete, a preciosidade genuína que cada único respiro humano representa...
Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. Eu não perderia uma chance para me presentear com os agrados que me nutrem. Eu criaria mais oportunidades para dizer o meu amor. Para expressar a minha admiração. Para destacar para cada pessoa a beleza singular que ela tem. Para compartilhar. Eu não adiaria delicadezas. Não pouparia compreensão. Não desperdiçaria energia com perigos imaginários e com uma série de bobagens que só me afastam da vida.
Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último, porque pode ser.
Ana Jácomo
Algumas pessoas dizem ou fazem coisas que o machucam, mas você tem a habilidade
dada por Deus para amar essas pessoas. Uma boa forma de começar é seguir a bem conhecida regra de ouro. Não é fácil. De fato, requer disciplina. Mas Deus o ajudará se você realmente desejar fazê-lo. A disciplina é sua amiga, é a habilidade que Deus lhe dá para caminhar nos caminhos dEle. Embora seja difícil, a disciplina é um desconforto temporário que pode
trazer alegria permanente ou prazer em longo prazo. Se você é ferido e aprende a vencer isso, terá uma valiosa ferramenta para ajudar os outros. Deus nos conforta para que possamos confortar outras pessoas. Aqui está a progressão: somos feridos... Permitimos que Deus
nos cure... Estamos prontos a socorrer os outros. Ferida... Cura... Socorro! É um processo que, literalmente, pode mudar sua vida e a vida de muitas outras pessoas ao seu redor.
Joyce Meyer
Um jovem muito rico foi ter com uma conversa com seu mestre rabi, e lhe pediu um conselho para orientar sua vida.
Este o conduziu até a janela e perguntou-lhe: – O que vê através dos vidros? – Vejo homens que vão e vêm, e um cego pedindo esmolas na rua. Então o rabi mostrou-lhe um grande espelho e novamente o interrogou:
– Olha neste espelho e diz-me agora o que vê.
– Vejo-me a mim mesmo.
– E já não vê os outros! Repara que a janela e o espelho são ambos feitos da mesma matéria prima, o vidro. mas no espelho, porque há uma fina camada de prata colada ao vidro, não vê nele mais do que a tua pessoa. Deves comparar-te a estas duas espécies de vidro.
Pessoas de fé, de boa índole, enxergam os outros e têm compaixão por eles. Coberto de prata – o egoísta, hipócrita, pobre de espírito -vê apenas a ti mesmo.
Só vales alguma coisa, quando tiveres coragem de arrancar o revestimento de prata que tapa os olhos, para poderes de novo ver e amar aos outros.
Não é fácil
ficar longe de você
Não é fácil aceitar que não
poderei mais te tocar
Não é fácil saber
que você
não voltara pra mim
Não é fácil entender
porque tudo acabou
Não é fácil
pois te amo mais que tudo
Não é fácil
porque foi com você que sonhei ser feliz
Não é fácil porque é
de você que preciso
Não me deixe
Porque não é fácil viver sem você.
Eu não escolhi que você entrasse em minha vida e despertasse amor em meu coração. Eu nem esperava que você chegasse, mas a paixão falou mais alto e fomos levados por ela.
Sei que nem tudo correu bem e, por isso, agora estamos separados. Mas por toda a nossa história, por tudo o que provocou a nossa união, nós merecemos uma segunda oportunidade.
Vamos esquecer o que dissemos e fizemos antes e tentar de novo a nossa felicidade!