Talvez chegue o dia em que eu não sinta mais a dor da despedida, e apenas me alegre com a esperança do reencontro, mas hoje apenas sinto o peso desta saudade que me oprime o peito.
Essa saudade tem um nome, o seu, e fortes razões para existir, que é o muito que eu amo você, e a tremenda falta que você me faz... Eu te amo!
Meu bom amigo, fiquei sabendo que você terminou sua relação. Sinto muito, cara. O que acontece, por vezes tem seu motivo. Tenho certeza que sua decisão é acertada, aliás, nem me interessa o resto. Quero é seu bem.
Sabe o que eu acho? Acho que é hora de fazer tudo aquilo que foi ficando por fazer. É que ser solteiro tem um monte de vantagens. Ninguém enchendo seu saco é possivelmente a maior delas.
Até breve e aproveita esta nova, mas não obrigatoriamente difícil, fase em sua vida.
Abraço
Mãe querida que me deste a vida e me trouxeste ao mundo, que desde o primeiro dia me amaste e de mim cuidaste sem nunca reclamar ou exigir nada em troca. Mãe querida que para mim carregas no ser o verdadeiro significado da palavra amor, recebe esta humilde mas sentida homenagem de um filho que te ama muito!
Tu que sempre foste colo quando necessário, palavra de apoio no desespero, luz quando a escuridão imperava e orientação na desorientação. Tu que sempre tiveste um sorriso para oferecer, mesmo quando o teu coração pesava, uma lágrima para derramar quando os meus olhos secavam. Tu que sempre estiveste presente, atenta, cuidando e amando mesmo que no silêncio, mesmo que na distância.
Tu és a melhor mãe do mundo, eu o filho mais afortunado! Eu te amo muito, minha mãe, hoje e para sempre!
Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro!
Não levo da existência uma saudade!
E tanta vida que meu peito enchia
Morreu na minha triste mocidade!
Misérrimo! votei meus pobres dias
À sina doida de um amor sem fruto,
E minha alma na treva agora dorme
Como um olhar que a morte envolve em luto.
Que me resta, meu Deus? morra comigo
A estrela de meus cândidos amores,
Já que não levo no meu peito morto
Um punhado sequer de murchas flores!
Mantém-te em paz.
É provável que os outros te guerreiem gratuitamente, hostilizando-te a maneira de viver; entretanto, podes avançar em teu roteiro, sem guerrear a ninguém.
Para isso, contudo - para que a tranquilidade te banhe o pensamento -, é necessário que a compaixão e a bondade te sigam todos os passos.
Assume contigo mesmo o compromisso de evitar a exasperação.
Junta da serenidade, poderás analisar cada acontecimento e cada pessoa no lugar e na posição que lhes dizem respeito.
Repara, carinhosamente, os que te procuram no caminho...
Todos os que surgem, aflitos ou desesperados, coléricos ou desabridos, trazem chagas ou ilusões. Prisioneiros da vaidade ou da ignorância, não souberam tolerar a luz da verdade e clamam irritadiços... Unge-te de piedade e penetra-lhes os recessos do ser, e identificarás em todos eles crianças espirituais que se sentem ultrajadas ou contundidas.
Uns acusam, outros choram.
Ajuda-os, enquanto podes.
Pacificando-lhes a alma, harmonizarás, ainda mais, a tua vida.
Aprendamos a compreender cada mente em seu problema.
Recorda-te de que a Natureza, sempre divina em seus fundamentos, respeita a lei do equilíbrio e conserva-a sem cessar.
Ainda mesmo quando os homens se mostram desvairados, nos conflitos abertos, a Terra é sempre firme e o Sol fulgura sempre.
Viver de qualquer modo é de todos, mas viver em paz consigo mesmo é serviço de poucos.