Um estudante universitário saiu um dia a dar um passeio com um professor, a quem os alunos consideravam seu amigo devido à sua bondade para os que seguiam as suas instruções.
Enquanto caminhavam, viram no seu caminho um par de sapatos velhos e calcularam que pertenciam a um homem que trabalhava no campo ao lado, e que estava prestes a terminar o seu dia de trabalho.
O aluno disse ao professor: vamos fazer-lhe uma brincadeira. Vamos esconder-lhe os sapatos e escondemo-nos atrás duma árvore para ver a sua cara quando não os encontrar.
Meu querido amigo, disse o professor, nunca devemos divertir-nos à custa dos pobres. Tu és rico e podes dar uma alegria a este homem. Põe uma moeda em cada sapato e depois escondemo-nos para ver a sua reação quando os encontrar.
Fez assim e esconderam-se.
O pobre homem terminou as suas tarefas daquele dia e foi buscar os sapatos, para voltar para casa.
Ao chegar junto dos sapatos deslizou o pé no sapato, mas sentiu algo dentro dele. Baixou-se para ver o que era e encontrou a moeda. Pasmado, perguntou-se o que havia acontecido. Viu a moeda e voltou-a e voltou a olhá-la.
Olhou à sua volta, para todos os lados, mas não viu nada nem ninguém. Guardou a moeda no bolso e foi calçar o outro sapato. A sua surpresa foi ainda maior quando encontrou outra moeda.
Os seus sentimentos esmagaram-no. Pôs-se de joelhos, levantou o olhos ao céu, e em voz alta fez um enorme agradecimento, falando da sua esposa doente e sem ajuda, e dos seus filhos que não tinham pão e devido a uma mão desconhecida já não morreriam de fome.
O estudante ficou profundamente emocionado e os seus olhos ficaram cheios de lágrimas.
Agora, disse o professor, não estás mais satisfeito com esta brincadeira?
O jovem respondeu: você hoje ensinou-me uma lição que nunca mais vou esquecer.
Agora entendo algo que antes não entendia: É melhor dar do que receber.
Quero expressar meus profundos sentimentos pela triste perda que você está enfrentando. A morte de um filho é contrária à ordem natural das coisas e nunca deveria acontecer antes da partida dos pais. Mas esta vida é definitivamente imprevisível e algumas tragédias acabam por nos trazer grandes desgostos.
É difícil encontrar palavras que possam confortar você neste momento de aflição. Por isso, apenas peço que seja forte, que se mantenha firme apesar da tristeza e que lute pela sua vida assim como sempre pelo bem-estar do seu filho.
Oh, eu queria tanto que você se lembrasse
Dos dias felizes em que éramos namorados
Nesse tempo, a vida era mais bela
E o sol mais ardente do que hoje
As folhas mortas se juntam aos montes
Estás vendo? Eu não esqueci...
As folhas mortas se juntam aos montes
As lembranças e os desgostos também
E o vento norte as carrega
Para a noite fria do esquecimento
Está vendo? eu não esqueci
A canção que você me cantava
É uma canção quem me imita
Você que me amava, eu que a amava
E nós vivíamos
Os dois juntos
Eu que a amava, você que me amava
Mais a visa separa os que se amam
Bem suavemente sem fazer ruídos
E o mar apaga sobre a areia
Os passos dos amantes separados
Mais a vida separa os que se amam
Bem suavemente sem fazer ruído
E o mar apaga sobre a areia
Os passos dos amantes separados.
Me lembrei do seu dia, do seu aniversário, e fiquei pensando o que eu vou dar de presente, o que eu vou dizer, o que eu vou fazer, e depois de muito pensar cheguei a seguinte conclusão, o melhor que tenho a fazer é abrir meu coração e dizer que eu te amo.
Sabe maninho, a vida é um labirinto muito complicado e às vezes a gente se perde, e de uma força egoísta a gente só pensa em livrar a pele e sair lá na frente, e esquece de dizer as pessoas que nos são caras o quanto as amamos, pois bem maninho estou te dizendo agora com toda sinceridade do mundo, eu te amo.
Irmão, palavra bonita, agora bonita mesmo é quando nós sabemos o significado destas palavras, e nós dois sabemos, não é verdade?
Sabemos como conviver bem e dar um ao outro apoio e carinho necessários para que a vida do outro se torne mais mansa.
Te amo mano, parabéns pelo seu dia especial.
O Seu Aniversário!
Ainda me recordo de quando você me prometeu amor eterno. Nesse dia, seus olhos brilhavam e eu podia sentir como suas palavras eram genuínas e vinham do coração. Começamos uma vida a dois, com todos os desafios habituais a que um casamento está sujeito. A paixão tomou conta das nossas vidas e nós estávamos vivendo apenas um para o outro.
O tempo trouxe rotinas para o nosso relacionamento. Todos os dias as mesmas responsabilidades, as palavras que se repetiam, os carinhos que se tornavam quase automáticos. Confesso que tudo se tornou demasiado previsível entre nós e o cansaço acabou por surgir entre nós. Você agora quer o divórcio e eu não posso simplesmente decidir se vai permanecer ou não.
Só quero que reflita em como fomos felizes. Não pense que tudo se desmoronou sem podermos voltar atrás, olhe em vez disso para a forma carinhosa como construímos nossa história. Desistir agora será derrubar tudo o que nos trouxe até aqui e eu ainda acredito que é possível recuperarmos a nossa felicidade.