Virtude, força, caráter: Estes são o primeiro degrau para um rumo certo. Quem trata a vida com arrogância e manipula o orgulho sem medidas, arrasta a vaidade e o egoísmo para o fundo de um buraco negro, aonde a luz é impenetrável e a benção se torna impossível.
Aprender a ser humilde é viver sem fronteiras, sem preconceitos, mas sempre com respeito, com consideração ao valor do outro. Isto é, respeito ao ser humano com restrições na saúde física, saúde mental, saúde emocional, saúde espiritual. Respeito aos animais, que indefesos nada fizeram para prejudicar, apenas pedem para viver. Respeito às florestas e todas as flores que emanam perfumes que pedem para viver. Respeito aos oceanos que, senhores do planeta, tem seus recursos abundantes, pedem para manter a vida aquática. Respeito ao ar que mantém a vida, e deve ser preservado, pois todo o magnetismo que rege o planeta Terra reage àquele que com o dedo impõe sua conduta, com a língua manifesta sua grandeza, com a mão desfaz o que é certo, com os pés risca caminhos e provoca amargura, decepção e desrespeito.
Aprenda a ser humilde descendo de um degrau alto para receber qualquer ser vivo com respeito, amor e dignidade. Em contrapartida, seja humilde para receber de um Grande, a luz, a sabedoria, a ciência da vida, o valor que ninguém pode desacreditar. Sem humildade somos corpo sem vida, alma sem propósito, mente perturbada, razão sem resultado, somos e seremos luzes apagadas.
Abra seu coração, amplie sua mente, expanda sua consciência, libere sua energia com o primeiro passo no rumo certo na vida: humildade.
Na festa de uma igreja o pastor, um homem muito sério e respeitado entre os fiéis, fazia sérias críticas a um rapaz convidado porque ele usava um brinco.
Dizia o pastor aos amigos:
- Homem que usa brinco não pode ser levado a sério.
O rapaz, ouvindo tal comentário, se aproximou do pastor. Olhou bem em seus olhos, tirou o brinco e disse:
- Agora eu sou uma pessoa maravilhosa como você.
E completou:
- Meu senhor, a sua pobreza de espírito estava julgando apenas um brinco e não o meu caráter.
Andar com fé é saber que cada dia é um recomeço. É saber que temos asas invisíveis e fazer pedido para as estrelas, voltando os olhos para o céu.
Andar com fé é olhar sem termos as portas desconhecidas com a mão estendida para dar e receber.
Andar com fé é usar a força e a coragem que habitam dentro de nós, quando tudo parece acabado.
Tudo, menos o amor, pois este sempre viverá.
Entre a consciência e o sonho, me deparei com uma grande sala. Ao me aproximar, percebi um guardião na porta que me disse.
- Ninguém pode entrar aqui. Aqui estão guardados os "Livros da Vida".
Aquele que conseguir passar por esta porta poderá ter acesso ao seu livro e modificá-lo ao seu gosto.
Minha curiosidade era grande! Afinal, poderia escolher o meu destino.
Com minha insistência o guardião resolveu ceder um pouco e me disse:
- Está bem. Dou-te cinco minutos, e nem mais um segundo.
Eu nem acreditava! Cinco minutos era mais que suficiente para que eu pudesse decidir o resto da minha vida, afinal, poderia apagar e acrescentar o que eu quisesse no "Livro da minha vida".
Entrei e a primeira coisa que vi foi o Livro da vida do meu pior inimigo.
Não aguentei de curiosidade. O que será que estava escrito no livro da vida dele? O que será que o destino reservava para aquela pessoa que eu não suportava?
Abri o livro e comecei a ler. Não me conformei: Verifiquei que sua vida lhe reservava muita coisa boa e não tive dúvidas. Apaguei as coisas boas e reescrevi o seu destino com uma porção de coisas ruins. Logo vi outro livro. De outra pessoa que eu não gostava e fiz a mesma coisa...
De repente me deparo com meu próprio livro!
Nem acreditei. Este era o momento... Iria mudar meu destino... Iria apagar todas as coisas ruins e iria reescrever só coisas boas. Seria a pessoa mais feliz do mundo!
Quando peguei o livro, eis que alguém bate no meu ombro:
- Seu tempo acabou! Pode sair.
Fiquei atônito!
- Mas eu não tive tempo nem de abrir o meu livro?
- Pois é, disse o guardião. Eu te dei cinco minutos preciosos e você poderia ter modificado o seu livro, mas, você só se preocupou com a vida dos outros e não teve tempo de ver a sua.
A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e
ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos,
existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família,
e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão,
um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado FÉ, abundante
combustível chamado Paciência.