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Quando acordei tu não estavas aqui. Então saí pelas ruas tentando seguir seus passos, Me perdi entre os abraços com o vento, Não restou nenhum lamento dos teus rastros. Já não sei o que faço, Estou de pés descalços, Nessas folhas de outono que caíram ao chão, E o meu coração vive a triste ilusão de te ter aqui.
Tento seguir em frente, com um forte pensamento que tudo acabará com o tempo. Pois não é bem assim, As suas lembranças ainda estão em mim.
Tento dia após dia esquivar-me de tudo que me lembra a você. Mas é difícil de esquecer. Pois o eco de tua voz vive a ecoar em meus pensamentos, A todo momento, Lamento, pois o meu coração, viverá pra sempre essa triste ilusão que nunca terá um fim.

Quando dói o coração, todo o corpo dói.
Por que permitimos que as pessoas entrem assim tão dentro da gente a ponto de saírem carregando um pedaço de nós quando partem?
Por que nos damos tanto, nos entregamos tanto, nos deixamos tanto em mãos não tão cuidadosas dos nossos sentimentos?
Deveríamos aprender a ficar na margem, olhando de longe a paisagem calma e nos satisfazer dessa visão, como quem se fascina com uma miragem.
Mas não nos satisfaz olhar.
Humanos que somos, precisamos absolutamente sentir, ao risco de nos afogar e mergulhamos inteiramente.
E, vida afora, vamos mergulhando em promessas de amor eterno, felicidade infinita e mar de rosas.
Não nos questionamos sobre probabilidades de perdas e decepções, pois só de pensar já é doloroso.
Dói dói dói e dói! Mas isso não vai nos impedir de continuar, não vai nos impedir de viver.
Pedaços de nós são ainda partes de nós e ninguém disse que precisamos chegar à velhice inteiros e sem marcas.
Isso é vida! Não desistir, manter-se de pé, doendo, mas de pé, cabeça erguida na direção do desconhecido e peito cheio de esperança que a próxima vez será diferente.
Grandes artistas obtiveram o melhor das suas obras nos grandes momentos de aflição e dor.
Faça o mesmo: Mostre o que de grande há em você tirando partido das suas decepções! Construa-se!
Tenha em mente que não é você que não foi digno daquele amor, mas aquele amor que não foi digno de você.
E se faz parte da vida caminhar entre flores e espinhos, não se esquive do caminho.
Caminhe!
Amanhã talvez seja diferente.
E talvez não.
Mas entre as subidas e descidas, você vai ter sobrevivido.
E vai ter, sobretudo, vivido.

É tão difícil amar alguém que, por uma convenção social, está proibido pra gente...
É difícil ter de lidar com a falta de alguém que a gente sabe que num lugar bem perto, também está sentindo o mesmo sufoco, a mesma angústia, a mesma falta... mas tem também a mesma impotência diante da situação...
É difícil não poder ser dono de si mesmo e fazer o que se tem vontade e necessidade, por se estar preso a um compromisso do qual a gente não pode simplesmente se desvencilhar, porque existem muitos outros fatores a serem considerados e não se pode ser tão egoísta e pensar só no bem estar da gente...
É difícil não querer magoar as pessoas que nos cercam e por isso mesmo a gente ter de magoar a si próprio...
É difícil não ter nem a chance de poder dividir com alguém que a gente ama, mesmo que só por telefone, o que se está se sentindo num dia tão especial como hoje...
É difícil não poder, no momento que se quer, dizer pessoalmente a alguém que a gente ama, por exemplo, um Feliz Natal Meu Amor, ou um Feliz Aniversário, ou uma Feliz Páscoa, ou um Parabéns pelo novo emprego... enfim, não poder comemorar as datas e os momentos que mais nos tocam e que mais nos fazem desejar estar com a pessoa que realmente amamos...
É difícil sufocar isso tudo dentro da gente e ter de disfarçar e fazer de conta que está tudo bem, tudo certo...
É difícil não poder assumir nossa verdadeira escolha e ter de continuar a vida insossa que se tem até sabe-se lá quando...
É muito difícil não poder ser a gente mesmo e viver com toda a intensidade o amor que finalmente chegou em nossa vida...
É difícil demais viver um amor proibido...
É difícil demais não poder ter você aqui e agora comigo Meu Amor e juntos podermos comemorar essa data tão especial...
Ah! como é difícil!

Se fosses o pedinte agoniado que estende a mão à bondade pública...
Se fosses a mãezinha infeliz, atormentada pelo choro dos filhinhos que desfalecem de fome...
Se fosses a criança que vagueia desprotegida à margem do lar...
Se fosses o pai de família, atribulado, ante a doença e a penúria que lhe devastam a casa...
Se fosses o enfermo desamparado, suplicando
remédio...
Se fosses a criatura caída em desvalimento, implorando compreensão...
Se fosses o obsidiado, carregando inomináveis suplícios interiores, para desvencilhar-se das trevas...
Se fosses o velhinho atirado às incertezas da rua...
Se fosses o necessitado que te roga socorro, decerto perceberias com mais segurança a função da fraternidade para sustento da vida.
Se estivéssemos no lado da dificuldade maior que a nossa, compreenderíamos, de imediato, o imperativo da caridade incessante e do auxílio mútuo.
Reflitamos nisso. E nós, que nos afeiçoamos a estudos diversos, com vistas à edificação da felicidade e ao aperfeiçoamento do mundo, façamos, quanto possível, semelhante exercício de compaixão.

Minha amada! Santa milagrosa que surgiu no meio deste mar de dúvidas e de ondas sem sentido que era a minha vida, como se fosse a Rainha das Águas a salvar-me! Eu amo-te muito e que sinto-me muito feliz por contar com a tua abençoada e luminosa presença!
Como uma santa, operaste milagres em mim. Quando apareceste fizeste com que eu passasse a acreditar somente nas possibilidades e tornaste-me capaz de acreditar que tudo pode ser alcançado, desde que haja fé e amor nas nossas atitudes.
Sim, apenas a tua presença já é capaz de transformar-me no mais feliz e esperançoso dos homens. Ter-te no pensamento faz-me forte e corajoso. Ter-te no coração torna-me alegre e pronto para enfrentar todos os desafios com destemor. Por isso eu amo-te e vou amar-te para sempre, acredita.
Além de tudo, como és bonita, meu amor!