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Ouse sonhar... pois, só os sonhadores veem o amanhã.
Ouse fazer um desejo, porque desejar abre caminhos para a esperança e ela é o que nos mantém vivos.
Ouse buscar as coisas que ninguém mais pode ver.
Não tenha medo de ver o que os outros não podem.
Acredite em seu coração e em sua própria bondade, pois, ao fazê-lo, outros acreditarão
nisso também.
Acredite na magia... a vida é cheia dela,
mas, acima de tudo, acredite em si mesmo...
... porque dentro de você reside toda a magia... da esperança, do amor e dos sonhos de amanhã...

Às vezes o amor de dois apaixonados não basta para contrariar todos os impedimentos a esse amor. Às vezes, por muito forte e sincero que seja o amor entre duas pessoas, ele não consegue triunfar. São os amores impossíveis, e são esses que ficam na memória como amores perfeitos.

Um amor que acabou antes mesmo de ter começado, será sempre um amor perfeito, pois nunca chega a passar as dificuldades de um relacionamento, os desafios de uma vida lado a lado.

Assim, e se você vive um amor impossível, sei que sofre e sofrerá por ele, mas também o guardará com um carinho muito especial, pois o encanto e a ilusão desse amor nunca serão desfeitos.

E o amor, possível ou impossível, valerá sempre a pena, por muito que cause dor, pois viver sem amar é morrer enquanto se vive!

Que seja belo e doce teu despertar... Que nele encontre todas as coisas bonitas desta vida... O canto dos pássaros, o perfume das flores, o sorriso de uma criança, a pureza de um olhar, o calor de um amor.

As lentas nuvens fazem sono As lentas nuvens fazem sono, O céu azul faz bom dormir.
Boio, num íntimo abandono, À tona de me não sentir.
E é suave, como um correr de água, O sentir que não sou alguém, Não sou capaz de peso ou mágoa.
Minha alma é aquilo que não tem. Que bom, à margem do ribeiro Saber que é ele que vai indo? E só em sono eu vou primeiro. E só em sonho eu vou seguindo.

Noite ainda, quando ela me pedia
Entre dois beijos que me fosse embora,
Eu, com os olhos em lágrimas, dizia:

"Espera ao menos que desponte a aurora!
Tua alcova é cheirosa como um ninho...
E olha que escuridão há lá por fora!

Como queres que eu vá, triste e sozinho,
Casando a treva e o frio de meu peito
Ao frio e à treva que há pelo caminho?!

Ouves? É o vento! É um temporal desfeito!
Não me arrojes à chuva e à tempestade!
Não me exiles do vale do teu leito!

Morrerei de aflição e de saudade...
Espera! até que o dia resplandeça,
Aquece-me com a tua mocidade!

Sobre o teu colo deixa-me a cabeça
Repousar, como há pouco repousava...
Espera um pouco! deixa que amanheça!"

E ela abria-me os braços. E eu ficava.

Olavo Bilac