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Lembro do tempo em que via você quase todos os dias, correndo e sorrindo com a pureza e a inocência da infância estampadas no seu rosto feliz. Lembro a toda a hora, pois agora quase nunca vejo você, meu neto, e não há como acalmar esta saudade.

Sei que são as circunstâncias da vida, e eu não poderia sentir maior orgulho no homem em que você se tornou. Mas este meu velho e cansado coração gostaria de vê-lo mais vezes.

Na verdade, o que realmente importa, é que você seja feliz. Eu amo muito você, de longe ou de perto, para sempre!

Tanto por algo que se chama felicidade
Que nesta busca não percebemos o
Quanto somos felizes, sonhamos tanto com o
Impossível, que não vemos quanta coisa
Ainda é possível!
Refletir!

Que os sinos badalem exaustivamente para que o mundo escute. Que os corações exultem na mais genuína das alegrias. Que todo o sorriso se abra de felicidade, pois está chegando a Páscoa!

E como Páscoa é tempo de amor, paz, esperança e renovação, desejo que esses lindos sentimentos encham nossas casas e permaneçam em nossos corações.

A cansada ex-professora se aproximou do balcão do supermercado. Sua perna esquerda doía e ela esperava ter tomado todos os comprimidos do dia: para pressão alta, tonteira e um grande número de outras enfermidades.
- Graças a Deus eu me aposentei há vários anos – ela pensou. – Não tenho energia para ensinar hoje em dia.
Imediatamente antes de se formar a fila para o balcão, ela viu um rapaz com quatro crianças e uma esposa, ou namorada, grávida. A professora não pôde deixar de notar a tatuagem em seu pescoço. - Ele esteve preso – pensou.
Continuou a observá-lo. Sua camiseta branca, cabelo raspado e calças largas levaram-na a conjeturar: - Ele é membro de uma gangue.
A professora tentou deixar o homem passar na sua frente. - Você pode ir primeiro – ofereceu.
- Não, a senhora primeiro – ele insistiu.
- Não, você está com mais gente – disse a professora.
- Devemos respeitar os mais velhos – defendeu-se o homem.
E, com isto, fez um gesto largo indicando o caminho para a mulher. Um breve sorriso brilhou em seus lábios enquanto ela mancou na frente dele. A professora que existia dentro dela não pôde desperdiçar o momento e, virando-se para ele, perguntou:
- Quem lhe ensinou boas maneiras?
- A senhora, Sra. Simpson, na terceira série.

Entrei numa loja e vi um anjo no balcão.
-Santo anjo do Senhor, o que vendes?
Respondeu-me:
-Todos os dons de Deus.
-Custa muito caro?
-Não, tudo é de graça.
Contemplei a loja e vi vasos de vidro de fé, pacotes de esperança, caixinhas de felicidade e sabedoria.
Tomei coragem e pedi:
-Por favor, quero muito amor de Deus,
todo o perdão dEle, vidros de fé, bastante alegria e felicidade eterna para mim e para minha família.
Então, o anjo do senhor preparou um pequeno embrulho que cabia na minha mão.
-É possível, tudo aqui?
O anjo respondeu sorrindo:
-Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos, apenas sementes.
Plante a sua e seja feliz.