Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.
O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não se havia machucado. Mas, pela dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate. Tomou, então, a difícil decisão: Determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.
E assim foi feito: Os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo. Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo.
Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguiu sair!
MORAL DA HISTÓRIA: Se você estiver "lá embaixo", sentindo-se pouco valorizado, quando, certos de seu "desaparecimento", os outros jogarem sobre você a terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio, lembre-se do cavalo desta história. Não aceite a terra que jogaram sobre você, sacuda-a e suba sobre ela. E quanto mais jogarem, mais você vai subindo, subindo, subindo...
As decisões da minha vida, eu tomo de acordo com o meu coração. Não deixo as minhas escolhas serem influenciadas pelo que querem os outros, ou pelo que esperam que eu faça. Eu sou dono do meu nariz, ando com as minhas próprias pernas, por isso sou eu quem decido a direção.
A minha casa é onde eu estou, é onde eu quero estar. As minhas fases, boas ou más, vão durar o tempo que durar. É a minha vida, é a minha história, este sou eu!
O destino pode vir definido nas linhas da minha mão. Mas eu posso desenhar em cima delas e mudar o meu futuro. Sou eu, e é a minha vida. Ninguém pode decidir nada por mim. O preço das minhas escolhas quem paga sou. Porque a vida é minha e ninguém vai enfrentar os obstáculos por mim, e ninguém vai sofrer as minhas quedas no meu lugar. E se o choro é todo meu, o riso é todo meu também.
O jovem tinha perdido o emprego e estava meio perdido. Ficou sabendo de um velho senhor dito como muito sábio por suas palavras sempre conscientes. Então resolveu ir encontrar-se com o velho senhor.
Ao encontrá-lo, o jovem cerrou os punhos e disse em alta voz: - Implorei à Deus para que dissesse algo para me ajudar. Diga-me, por que Deus não me responde?
O velho senhor sentou-se calmamente à sombra de uma árvore próxima e falou algo em resposta – algo tão silencioso que era inaudível. O rapaz se aproximou um pouco mais e perguntou, em voz normal: - O que foi que o senhor disse?
O velho senhor repetiu, mas novamente num tom muito baixo, como um cochicho. Então o rapaz chegou ainda mais perto e se inclinou em direção ao senhor. - Me desculpe, ele disse calmamente. Eu ainda não consegui escutar.
Com suas cabeças muito próximas, o velho e sábio senhor falou mais uma vez: - Deus, às vezes, cochicha, então precisaremos estar bem perto dele para ouvi-lo. Desta vez o rapaz escutou e entendeu.
Todos queremos a voz de Deus como um trovão pelo ar como resposta à nossos problemas. Mas a voz de Deus, na maioria das vezes, nos vem baixinha... um suave cochicho.
Se eu estiver próximo Dele o suficiente, eu escutarei, entenderei e encontrarei minha resposta. E melhor ainda, me acharei perto de Deus.
Madrinha do coração, eu só tenho a lhe agradecer, pois você faz um papel ideal. Eu tenho orgulho de falar que você é a minha madrinha, a minha enfermeira, a minha grande amiga. Madrinha, parabéns por esse momento lindo na sua vida, e saiba que tudo isso é resposta do seu esforço.
Eu estou feliz da mesma forma que você madrinha, pois eu vi a sua luta, eu tive oportunidade de presenciar algumas noites mal dormidas, eu estive presente em alguns desesperos.
Eu também estive presente em momentos em que pensou em desistir, mas também estive presente no momento que você falou que nada nem ninguém irá fazer você desistir do seu grande sonho!
Parabéns, que Deus continue lhe abençoando, e trazendo realizações para sua vida, pois você merece, e muito. Te amo, madrinha!
Quando descobri que não era imune ao mal do amor, ainda não sabia identificar o que sentia. Sentia calor e frio ao mesmo tempo, suores nas mãos, desorientação e falta de concentração. Sentia a minha barriga revirar-se, as bochechas esquentarem e via os meus olhos brilharem. O diagnóstico não tardou muito a chegar... Eram sintomas de amor!
O amor não é transmissível, mas é possível que algumas pessoas sejam contaminadas, ao mesmo tempo, só pelo olhar ou até mesmo pela respiração. E quando isto acontece, só há um tratamento possível: viver o amor intensamente!
Dizem que o amor é daqueles males que fazem bem. Uma pessoa pode passar a vida toda sentindo amor e morrer com ele, mas nunca vai morrer por causa dele.
Eu não sei se um dia vou morrer de amor. Não duvido! Mas sou um desses doentes de amor crônico que não querem tratamento. Prefiro morrer de amor, do que viver sem ele.