Um homem estava viajando com seu jipe pelo deserto, até que seu jipe quebrou. Então, desesperado, o homem começou a caminhar. Caminhou durante horas e horas até o anoitecer.
A noite no deserto é muito fria e o homem, já exausto, não tinha mais esperanças. Então ele começou a pensar que se não morresse de frio naquela noite, certamente no dia seguinte, com o sol ardente e o calor escasso, morreria de sede.
O homem adormeceu e quando amanheceu, não estava morto. Completamente sem esperanças, abriu os olhos e viu que estava bem perto de um oásis, com pessoas e um imenso lago.
Moral da história:
Há sempre um oásis perto de nós, basta abrirmos nossos olhos e procurarmos que o acharemos.
Quando acordei tu não estavas aqui. Então saí pelas ruas tentando seguir seus passos, Me perdi entre os abraços com o vento, Não restou nenhum lamento dos teus rastros. Já não sei o que faço, Estou de pés descalços, Nessas folhas de outono que caíram ao chão, E o meu coração vive a triste ilusão de te ter aqui.
Tento seguir em frente, com um forte pensamento que tudo acabará com o tempo. Pois não é bem assim, As suas lembranças ainda estão em mim.
Tento dia após dia esquivar-me de tudo que me lembra a você. Mas é difícil de esquecer. Pois o eco de tua voz vive a ecoar em meus pensamentos, A todo momento, Lamento, pois o meu coração, viverá pra sempre essa triste ilusão que nunca terá um fim.
Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois. A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. E o mais independente também. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido. Ter afinidade é muito raro. Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras, é receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento. Não é sentir nem sentir contra... Nem sentir para... Nem sentir por... Nem sentir pelo... Afinidade é sentir com.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber... É mais calar do que falar, ou, quando falar, jamais explicar: apenas afirmar. Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas. Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram, foram apenas oportunidades dadas pela vida.
Mas que amor de cachorrinha!
Mas que amor de cachorrinha!
Pode haver coisa no mundo
Mais branca, mais bonitinha
Do que a tua barriguinha
Crivada de mamiquinha?
Pode haver coisa no mundo
Mais travessa, mais tontinha
Que esse amor de cachorrinha
Quando vem fazer festinha
Remexendo a traseirinha?
Vinícius de Moraes
Minha querida amiga, hoje eu quero me redimir de todo o mal que sem querer lhe causei. Me perdoe, por favor! Todos erramos, e tantas vezes provocamos dor naqueles de quem mais gostamos, sem tampouco nos apercebermos.
Hoje me sinto profundamente arrependida, mortificada, triste... E mesmo que já não deseje manter nossa amizade, por favor, ao menos aceite o meu perdão, releve a minha falha, me perdoe com seu magnânimo coração. Me perdoe!