Era uma agradável manhã de primavera quando um jovem rico saiu para dar uma volta no seu novo cavalo. Infelizmente, embora não soubesse, ainda era quase selvagem. Assim que sentiu o cavaleiro sobre a sela, o animal pôs as orelhas para traz e disparou à toda pela pista calma.
Em vão, o jovem cavaleiro tentou controlar sua montaria. O animal não obedecia. Tudo o que o homem podia fazer era lançar os braços ao redor do pescoço do animal e se segurar da melhor maneira possível.
Onde você vai com tanta pressa? - gritou um amigo do cavaleiro, enquanto se punha em segurança numa vala.
- Como vou saber? - gritou o jovem, enquanto era levado. Não sou eu quem está no controle. É melhor perguntar ao cavalo.
MORAL: Temos de saber ao certo quem está no comando.
Todo este silêncio tem causado muita mágoa em minha alma. É um vazio que se abateu sobre mim por nos termos separado e cada um ter seguido o seu caminho. A verdade é que você faz muita falta em minha vida e todos os dias eu fico desejando que você regresse para os meus braços.
Não é que eu acredite cegamente que tudo entre nós foi perfeito. Muitas vezes falhamos e dissemos coisas um ao outro que jamais deveríamos ter dito. Apesar disso, não posso esquecer como fomos felizes, como vivemos momentos de carinho e ternura. Não posso ignorar como tínhamos muitos sonhos e planos.
Eu ainda te amo, como se não tivesse ido embora. Te amo pelas saudades que crescem em mim a cada dia e pelas evidências que mostram que é do seu lado que eu devo estar. Eu ainda te amo porque o meu desejo é que você volte para mim, agora e para sempre.
Vocês são minha obra de arte, meu tesouro a descoberto. Vocês são meus filhos amados, são minha esperança, minha força! Fico feliz quando olho para vocês e encontro pessoas maravilhosas, bem formadas e com uma energia de viver maior que a própria vida.
Isso me mostra que sempre fiz minha parte de que tanto me orgulho. Continuem assim, adultos generosos e crianças para sempre no meu coração.
Eu não posso acabar
com todos os seus problemas,
dúvidas ou medos...
Mas eu posso ouvir você
e juntos podemos procurar soluções.
Eu não posso apagar as mágoas
e as dores do seu passado,
nem posso decidir qual será o seu futuro...
Mas no presente eu posso estar com você
se precisar de mim.
Eu não posso impedir
que você leve tombos...
Mas posso oferecer minha mão
para você agarrar e levantar-se.
Suas alegrias, triunfos,
sucessos e felicidades não me pertencem...
Mas seus risos e sorrisos
fazem parte dos meus maiores bens.
Não é de minha alçada
tomar decisões por você,
nem posso julgar as decisões que você toma...
Mas eu posso apoiar,
encorajar e ajudar se me pedir.
Eu não posso traçar
ou impor-lhe limites...
Mas posso apontar-lhe
caminhos alternativos,
procurar com você medidas de crescimento,
formas de encontrar-se,
meios de ser você
mesmo com medo da rejeição.
Eu não posso salvar
o seu coração de ser partido pela dor,
pela mágoa, perda ou tristeza...
Mas posso chorar com você
e ajudá-lo a juntar os pedaços.
Eu não posso dizer quem você é
ou como deveria ser...
Eu só posso ser seu amigo
e amar você, do jeito que você é!
Sendo este um jornal por excelência, e por excelência dos precisa-se e oferece-se, vou pôr um anúncio em negrito: precisa-se de alguém homem ou mulher que ajude uma pessoa a ficar contente porque esta está tão contente que não pode ficar sozinha com a alegria, e precisa reparti-la.
Paga-se extraordinariamente bem: minuto por minuto paga-se com a própria alegria. É urgente pois a alegria dessa pessoa é fugaz como estrelas cadentes, que até parece que só se as viu depois que tombaram; precisa-se urgente antes da noite cair porque a noite é muito perigosa e nenhuma ajuda é possível e fica tarde demais.
Essa pessoa que atenda ao anúncio só tem folga depois que passa o horror do domingo que fere. Não faz mal que venha uma pessoa triste porque a alegria que se dá é tão grande que se tem que a repartir antes que se transforme em drama. Implora-se também que venha, implora-se com a humildade da alegria-sem-motivo. Em troca oferece-se também uma casa com todas as luzes acesas como numa festa de bailarinos. Dá-se o direito de dispor da copa e da cozinha, e da sala de estar. P.S. Não se precisa de prática. E se pede desculpa por estar num anúncio a dilacerar os outros. Mas juro que há em meu rosto sério uma alegria até mesmo divina para dar.