Não amaremos talvez insuficientemente a vida? Já notou que só a morte desperta os nossos sentimentos? Como amamos os amigos que acabam de deixar-nos, não acha?! Como admiramos os nossos mestres que já não falam, com a boca cheia de terra! A homenagem surge, então, muito naturalmente, essa mesma homenagem que talvez eles tivessem esperado de nós, durante a vida inteira. Mas sabe porque nós somos sempre mais justos e mais generosos para com os mortos? A razão é simples! Para com eles, já não há deveres.
É assim o homem, tem duas faces. Não pode amar sem se amar. Observe os seus vizinhos, se por acaso acontece um falecimento no prédio. Dormiam na sua vida monótona e eis que, por exemplo, morre o porteiro. Despertam imediatamente, atarefam-se, enchem-se de compaixão.
É preciso que algo aconteça, eis a explicação da maior parte dos compromissos humanos. É preciso que algo aconteça, mesmo a servidão sem amor, mesmo a guerra ou a morte. Vivam, pois, os enterros!
Albert Camus
Um grupo de vendedores foram a uma Convenção de Vendas. Todos tinham prometido a suas esposas que chegariam a tempo para ceiar na noite de Natal. Mesmo sem contratempos, a convenção terminou um pouco tarde, e chegaram atrasados ao aeroporto. Entraram todos com suas passagens e documentos na mão, correndo pelos corredores. De repente, e sem querer, um desses vendedores tropeçou com uma mesa que tinha uma Cesta de Maças.
As maças saíram voando por todas partes. Sem deter-se, nem voltar para atrás, os vendedores seguiram correndo, e conseguiram subir no avião. Todos menos UM. Este se deteve, respirou fundo, e experimentou um sentimento de compaixão pela dona da banca de maças. Deixou seus amigos que seguiram sem ele e pediu a um deles que ao chegar chamar sua esposa e explicar que ia chegar em um vôo mais tarde. Logo voltou ao Terminal e se encontrou com todas as Maças jogadas pelo chão. Sua surpresa foi enorme, ao notar que a dona da banca era una Moça Cega. E a encontrou chorando, com muitas lágrimas escorrendo por suas faces. Tateava o piso, tentando, em vão, recolher as maças, enquanto a multidão passava, vertiginosa, sem deter-se. sem importar-se com o fato.
O homem se ajoelhou com ela, juntou as maças, e as colocou na cesta e a ajudou a montar a banca novamente. Enquanto o fazia, se deu conta de que muitas se haviam batido e estavam machucadas. Então pegou-as e as colocou em outra cesta. Quando terminou, Pegou sua carteira e disse à moça: Toma, por favor, estes cem reais pelo dano que fizemos.
Esta bom?" Ela, chorando, assentiu com a cabeça. Ele continuou, dizendo-lhe – "Espero não ter arruinado seu dia". Como o vendedor se colocou a sair, a moça gritou: – "Senhor..." Ele se deteve e voltou a olhar aqueles olhos cegos. Ela continuou: Você é Jesus...? Ele saiu em seguida e deu varias voltas, antes de dirigir-se a entrar em outro voo, com essa pergunta queimando-o e vibrando em sua alma:
Você é Jesus?"
Completei mais um aniversário, uma data que se repete a cada ano, mas que sempre é vivida de forma muito especial. Este ano foi mais um dia preenchido por grandes momentos, muito carinho e que encheram meu coração de alegria e amor.
Por mais um dia maravilhoso, agradeço a todos vocês, que são os grandes arquitetos da minha alegria, e sem os quais nada disso seria possível. E agradeço também a Deus, por mais um ano de vida e por ter tanto pelo que agradecer!
Eu desistiria da eternidade para tocar em você;
Pois sei que de alguma forma você me percebe,
Você é o mais perto do céu que posso chegar;
Eu não quero voltar para casa agora;
O único gosto que sinto é o deste momento;
E tudo que tenho para respirar é o seu amor;
Porque cedo ou tarde isto pode acabar;
Esta noite não te deixarei ir;
Eu preferiria...
Sentir o perfume de seus cabelos;
Tocar uma vez em sua mão;
Dar um beijo em sua boca;
A passar a eternidade sem isso...
Tarefa difícil, mas não impossível, tarefa que pede sacrifício incrível!
Tarefa que exige abnegação, tarefa que é feita com o coração!
Nos dias cansados, nas noites de angústia, nas horas de fardo, de tamanha luta, chegamos até a questionar: será, Deus, que vale a pena ensinar?
Mas bem lá dentro responde uma voz, a que nos entende e fala por nós, a voz da nossa alma, a voz do nosso eu: vale sim, coragem!
Você ensinando, aprende também.
Você ensinando, faz bem a alguém, e vai semeando nos alunos seus, um pouco de paz e um tanto de Deus.
Parabéns professor!