Não apenas 25 de dezembro, mas todos os 365 dias do ano.
Nos menores gestos de amor, de confraternizar, de apoiar na vontade de sorrir, de amparar, de entender, de perdoar, de receber e repartir.
Na capacidade de sofrer, de calar, de vencer, de estimular, de perder e de novo buscar. Sem fugir, nem evitar, sem influir, nem invejar, sem omitir, nem negar, sem punir nem matar.
E se fosse sempre natal?
Sem dor, só amor.
São nossos sinceros votos.
Estamos sempre a tempo de recomeçar uma nova história. Não importa o nosso passado nem os motivos que nos levam a querer iniciar um novo caminho. O importante é a determinação de querer deixar para trás o que deixou de ser bom para nós.
O mundo é uma infinidade de portas que se abrem e um lugar de diferentes caminhos onde cada um pode escolher o seu. Agarre as oportunidades que farão de você alguém mais feliz, e não desista daquilo que realmente quer ser.
Minha mãe, minha amiga, certeza de conforto, companhia, apoio e amor incondicionais. Hoje eu quero lhe agradecer por tudo que você representa para mim, por tudo que já fez e faz por mim.
Pela vida que me deu, obrigada! Gerada no seu corpo, criada e nutrida nos seus braços e coração enormes e de infindável carinho, paciência e amor, sei ser a filha mais abençoada que existe no mundo.
Pela educação, por toda a atenção e dedicação que você me devotou, obrigada! Sou a pessoa que sou graças a você, e principalmente graças ao seu inestimável exemplo como mulher e mãe.
Pela amizade que juntas compartilhamos, obrigada! Você é a minha melhor amiga, uma amiga em quem sei poder confiar plenamente e que apenas quer o meu bem, a minha felicidade.
Mãe, você é especial, uma inspiração e um orgulho. Você é uma amiga maravilhosa, uma mulher incrível e eu a amo muito! Obrigada mãe, por fazer de mim a filha mais afortunada e feliz do mundo!
Cada dia, ao meio dia, um pobre velho entrava na igreja e, poucos minutos depois, saía. Um dia, o sacristão lhe perguntou o que fazia, pois havia objetos de valor na igreja.
Venho rezar, respondeu o velho.
Mas é estranho, disse o sacristão, que você consiga rezar tão depressa.
Bem, retrucou o velho, eu não sei rezar aquelas orações compridas. Mas todo dia, ao meio dia, eu entro na igreja e falo: "Oi, Jesus, eu sou o Zé, vim Lhe visitar". Num minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que Ele me ouve.
Alguns dias depois, Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital. Na enfermaria, passou a exercer grande influência sobre todos.
Os doentes mais tristes tornaram-se alegres e, naquele ambiente onde antes só se ouviam lamentos, agora muitos risos passaram a ser ouvidos.
Um dia, a freira responsável pela enfermaria aproximou-se do Zé e comentou: os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre, Zé...
O pobre enfermo respondeu prontamente: é verdade, irmã. Estou sempre muito alegre! E digo-lhe que é por causa daquela visita que recebo todos os dias. Ela me faz imensamente feliz.
A irmã ficou intrigada. Já tinha notado que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. Aquele velho era um solitário, sem ninguém.
Quem o visita? E a que horas? Perguntou-lhe.
Bem, irmã, todos os dias, ao meio dia, ele vem ficar ao pé da cama por alguns minutos, talvez segundos... Quando olho para Ele, Ele sorri e me diz: "Oi, Zé, eu sou Jesus, vim te visitar".
Não tenho o poder de tirar a sua dor, e acredito que ninguém o tem. Nem mesmo Deus, pode interferir no nosso arbítrio, se é tempo de chorar, chore, se é tempo de gemer, gema, se é tempo de recordar, recorde, se é tempo de saudade profunda, sinta-a. Mas não se demore além do tempo necessário. Tempo que o próprio tempo vem lhe dizer. Este sim, poderoso consolador, vem abrandar, jamais apagar, a marca da dor, usando a alquimia das horas, a magia simples do amor. Por isso, não te peço que esqueça o ente querido, ou o amigo inesquecível que morreu. Não te peço que arrume outro amor hoje, para esquecer este que tanto marcou e partiu. Nem sou louco para te pedir que perdoe imediatamente, quem tanto mal te fez. Nem eu, nem Deus, que tudo espera. Senhor do tempo, Senhor do amor, envia refrigérios para a alma aflita, na forma de uma música bonita, uma mensagem bem escrita, uma poesia, ainda que sem rima, que toca no coração, pega a sua mão e diz: – vem, é tempo de renascer. Se a lágrima que ainda rola no seu rosto, queima a face, é tempo de refletir. Talvez seja a hora de recomeçar o caminho, seguir pela estrada que ainda reclama passos, ir adiante, além da dor e do grito, rumo ao seu futuro, rumo ao infinito. Deus te ama profundamente... Eu acredito em você!