Se além do horizonte encontrares alguém que te ame mais do que eu, esqueça-me...
Mas quando a brisa fria e mansa tocar em seu rosto sereno, não se assuste!
São minhas saudades que te beijam em silêncio
Eu te Amo!
Eu sou um pacifista, trabalho pela paz e para um mundo melhor.
Trabalho contra os caretas do mundo, contra o torpor, a imprecação, contra a arapuca que nos foi armada e durante séculos vivemos conformados, presos nela comendo o alpiste que nos dão. E o pior é que os que prepararam a arapuca também caíram nela, comem do mesmo alpiste e não sabem disso.
Trabalho para sair da arapuca com todos os que estão querendo ser pássaros livres outra vez. Os que estão cegos ficarão soterrados dentro dela quando ela desabar.
Sou um pacifista, a mando de forças exteriores.
Pensando que estão por cima, os imbecis vivem dentro do mesmo esquema: a neurose, a preocupação criminosa e doentia de manter-nos a todos dentro da armadilha. Mas é preciso sair dela de qualquer maneira, é a única salvação ou seremos eternos pássaros tristes, presos numa arapuca com alpiste racionado. Eu quero ver o mundo do cume alto de uma montanha!
Vamos sentir muito sua falta
Amamos você a nossa maneira
Lembraremos dos tempos de trabalho
Tantas Risadas Juntos
Espero que Deus te acolha
Remido de seus pecados.
Bons momentos não esqueceremos
Estaremos sempre orando por ti
Travando uma briga com o inimigo
Todos os dias um novo desafio
Iremos lutar contra tempestades
Onde o Amor a Deus nos basta
Juntos estarão na eternidade
Relembrando a nossa idade.
Nessa despedida de trabalho amigo,
tenha certeza que meu coração está
super apertado e triste. Mas estaremos
sempre com você.
A Natureza privilegiou os homens e ardilosamente tiranizou as mulheres. O sublime ato do parto, após meses de gestação, é marcado pela dor, em seguida vêm os cuidados especiais, a proteção; a eterna preocupação e assim surge o mais perfeito e deslumbrante amor, e, então, as mulheres acreditam que, aquela doce criaturinha, seja apenas sua e de mais ninguém.
Puro engano!
Tudo ocorre em prol da continuidade da espécie.
O que eu escrevo não importa mais. Não importa o quanto eu fale da minha paixão, se não é mútua. Não importa o quanto eu descreva a beleza dos teus olhos, se eles nunca enxergaram os meus. Não importa o quanto eu admire o seu sorriso, se nunca fui a razão de um. Não importa o quanto eu fantasie o toque das tuas mãos, sendo que as mesmas jamais tocarão as minhas. Não importa o quanto eu tente te esquecer, se você sempre aparece em cada sonho, em cada pensamento antes de dormir, em cada nota de música e em cada cantinho dentro de mim.