Ah Bahia, que bom te rever Andei com saudade de você Senti falta da sua alegria Da sua magia Do seu carnaval Cadê o trio elétrico?
Me leva pra lá Quero ver Armandinho, Dodô e Osmar Que bom estar aqui de novo Sentir a alegria do seu povo Poder te abraçar por um só momento E cantar a canção que eu fiz Como forma de agradecimento
Salvador, meu amor Toda história que eu conto você está Todo álbum meu tem foto sua Lembro dos nossos beijos em plena rua Tomara que passe logo o ano inteiro Chegue logo fevereiro Pra gente se reencontrar.
Cada nascimento é como se uma planta estivesse nascendo e passo a passo vai lançando para o mundo as primeiras e frágeis folhas.
Desafiando os ventos, o sol e as tempestades, estes últimos são os obstáculos que devemos vencer ao longo do caminho.
E a cada aniversário as experiências vão se juntando umas às outras e nos tornando pessoas melhores e mais sábias.
Nesta árvore da vida muitas folhas novas vão se juntando às velhas, as flores que embelezam, os galhos que se quebram, são as cicatrizes eternas dos nossos aprendizados, fica fácil perceber as alegrias e as tristezas, os amigos que chegam somando-se aos outros.
Sinta plena de certezas que tudo tem valido a pena em sua vida, não pelos frutos que já amadureceram, mas sim pelos que ainda vão nascer.
Que aprenda uma nova lição a cada folha caída, pois desta forma as novas estarão sempre mais firmes.
Feliz aniversário é o que lhe desejo neste dia tão especial e que você muito merece.
Procure sempre a paz e a serenidade, pois a felicidade desta forma também estará sempre presente.
Parabéns Comadre!
Você sabe que nunca esqueci nossa história, aliás, acho até que ela não está terminada. Precisamos conversar, jogar tudo que está preso na garganta e no coração em cima da mesa e olhar no rosto um do outro mais uma vez para descobrirmos se algo está ainda por resolver.
Eu não tenho dúvidas que sinto sua falta, que você é o melhor que me apareceu na vida, e estou na disposição de lutar por um regresso memorável. Eu ainda gosto de você! Beijo.
Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando á pé pra casa, avariada.
Eu sei, não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos.
Talvez este seja o ponto. Talvez eu não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu pátio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória, sem sequelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara.
Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo.
Não era amor, era Melhor.
Um homem morava no deserto e tinha quatro filhos. Querendo que seus filhos aprendessem a valiosa lição da não precipitação nos julgamentos, os enviou para uma terra um onde tinha muitas árvores. Mas ele os enviou em diferentes épocas do ano. O primeiro filho foi no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo foi no outono. Quando o último deles voltou, o pai os reuniu e pediu que relatassem o que tinham visto. O primeiro filho disse que as árvores eram feias, meio curvadas, sem nenhum atrativo. O segundo filho discordou e disse que na verdade as árvores eram muito verdes e cheias de brotinhos, parecendo ter um bom futuro. O terceiro filho disse que eles estavam errados, porque elas estavam repletas de flores, com um aroma incrível e uma aparência maravilhosa! Já o mais novo discordou de todos e disse que as árvores estavam tão cheias de frutos que até se curvava com o peso, passando a imagem de algo cheio de vida e substância. Aquele pai então explicou aos seus filhos adolescentes que todos eles estavam certos. Na verdade eles viram as mesmas árvores em diferentes estações daquele mesmo ano. Ele disse que não se pode julgar uma árvore ou pessoas por apenas uma estação ou uma fase de sua vida. Ele explicou que a essência do que elas são, a alegria, o prazer, o amor, mas também as fases aparentemente ruins que vem daquela vida, só podem ser medidas no final da jornada quando todas as estações forem concluídas. Se você desistir quando chegar o "inverno", você vai perder as promessas da primavera, a beleza do verão e a plenitude do outono. Não permita que dor de apenas uma "estação" destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida por apenas uma fase. Persevere através dos caminhos dificultosos e épocas melhores virão com certeza!