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Zelo de mãe,
cuidar de mim que sou mãe.
Zelo de mãe,
cuidar do filho que gerei.
Zelo de mãe,
cuidar do outro que não tem mãe.
Zelo de mãe,
cuidar da mãe que não tem filho.
Zelo de mãe,
ser mãe de você que é mãe.
Zelo de mãe,
ser mãe de mim que não sou mãe.

Graça Filadelfo

Me perdoe se eu não te amei como você esperava, se eu não dei o que você sonhava. Me perdoe se eu não estive tão presente e se em muitos momentos eu parecia não me importar. Me perdoe se eu não te abracei tantas vezes quanto você queria, me perdoe se os meus beijos não foram tão longos quanto você desejava. Me perdoe se em muitos momentos eu te fiz sentir-se só, mesmo estando ao seu lado.

Talvez eu nunca tenha lhe dito que "eu te amo", mas sempre achei que os meus gestos diziam tudo que as palavras não diziam. Agora percebo como estava cego, e como o que eu lhe dei estava aquém do que você esperava de mim, e aquém do que merecia. Confesso que agora percebo que muitas vezes você me deu o seu amor e eu, acomodado, não lhe dei nada em troca.

Eu lhe peço perdão, e peço mais uma chance para mostrar como eu sou feliz por ter você comigo, como o seu amor me faz bem. Agora que eu consigo enxergar, eu quero e posso mudar. em nome do nosso amor. Eu quero lhe fazer feliz, e quero ser feliz ao seu lado.

Não sabia que poderia sofrer tanto,
Não te sinto mais... não te tenho mais!
Você foi pra mim mais do que imaginei que pudesse ser.
Eu te amei loucamente, e hoje só me resta te esquecer.
Se gritar o seu nome, sei que não vai me atender,
Agora acabou e eu só tenho comigo lembranças.
Não vou ficar a me lamentar, apenas quero que você saiba que aprendi muito com você.
Se hoje sou o que sou, foi por você...
Mas se hoje choro, é porque está difícil te esquecer!
São saudades que ficarão guardadas em meu peito.
Adeus... é o que posso te dizer.
E obrigada por me fazer feliz nos momentos em que estive ao seu lado...

O Sutra de Lótus ensina que todos possuem igualmente o potencial para atingir o estado de Buda, e que têm também a capacidade para desfrutar o estado de absoluta felicidade. É digno de nota que a intenção de Sakyamuni de tornar o estado de Buda acessível a todas as pessoas revela-se pela linguagem que ele escolheu para pregar os seus ensinos: a língua de Magadha, o linguajar diário das pessoas comuns.

Os Brâmanes ortodoxos daquela época insistiam em que os ensinos sagrados somente poderiam ser transmitido na linguagem dos vedas, uma língua usada somente pela classe mais alta e culta.

Certa ocasião, dois seguidores de Sakyamuni disseram a ele "Por pregar os honoráveis e excelentes ensinos no vernáculo do povo, o senhor ofendeu a dignidade do budismo. A partir de agora, por favor pregue na nobre e sublime linguagem dos vedas". Esses seguidores eram irmãos e membros cultos da casta dos brâmanes que haviam ficado tão comovidos com a pregação de Sakyamuni que se juntaram a ordem.

Nunca, respondeu o Buda, colocando um fim na discussão de uma vez por todas. E dizem até mesmo que ele estabeleceu punições àqueles que ousavam pregar o budismo na língua dos vedas.

Este episódio demonstra claramente o intenso desejo de Sakyamuni de tornar o budismo acessível a todos, independente da classe social.

Nitiren Daishonin também escreveu muitas de suas cartas a seus seguidores leigos com a escrita cursiva japonesa, conhecida como hiragana, para que eles pudessem lê-las com facilidade. (Em outras palavras, ele utilizava a linguagem comuns das pessoas comuns, em vez da erudita escrita clássica chinesa usada em escritos formais daquela época).

As Mais Belas Histórias Budistas

Mulheres serenas, promessas de nada, mulheres de vento, de sopro divino, mulheres de sonho, mulheres sentido, mulheres da vida, melhor ter vivido...
Mulheres de tempo, em que tudo que havia fazia sentido, mulheres que eu vejo, no sol de janeiro, mulheres saídas de potes de vidro, mulheres faceiras, as mais feiticeiras, melhor ter sorrido...
Mulheres de tantos e tantos perigos, mulheres de vinho e de vã harmonia, mulheres convívio, mulheres no cio, as mais parideiras, melhor ter nascido...
Mulheres de luzes e de absinto, mulheres que um dia sonhei colorido, mulheres de santos, mulheres de igrejas, as mais rezadeiras, melhor sacrifício
Mulheres que um dia deitaram comigo, mulheres tão lindas e de maior juízo, mulheres de danças, as tranças nos ombros, meus olhos caídos...
Mulheres que fecham a vã poesia, mulheres que o ouro não tem nem princípio, mulheres de outono, o seu abandono, melhor ter carinho...
Mulheres de um tempo em que estive sozinho, mulheres de riso abrindo janelas, mulheres que sonham, seu sono macio, melhor o seu ninho...
Mulheres do dia e da noite, eternos, mulheres que lutam, raízes na terra, mulheres que as feras, no meio da noite, não mais intimidam...
Mulheres espera, no mar do abandono, mulheres teares, tecendo seu linho, mulheres tão loucas, Seu beijo na boca, uma taça de vinho...
Feliz Dia Internacional da Mulher!