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É lindo o modo como você me cuida, como você segura a minha mão pelo caminho e quando tropeço, você é a primeira pessoa que me ajuda voltar a caminhar normalmente.

Havia um homem que possuía muitos pássaros. Como vivia só, esses animais eram como filhos. Gostava de todos, mas, havia um, que lhe era especial.
Se tratava de um velho canário belga, que ganhara do pai. O pequenino pássaro, fora o primeiro de sua coleção e durante longo tempo, sua única companhia. Mas um dia, sem motivo, o passarinho, apareceu doente.
De olhar melancólico nunca mais cantara, queria novamente a sua liberdade. Perceber e aceitar esse desejo eram coisas que não entravam na cabeça do seu dono.
A atitude do companheiro parecia ingratidão: Sempre lhe tratara bem. Nunca lhe deixara faltar alimento e amor. No entanto, agora essa! Não vou soltá-lo! Concluiu. Algum tempo passou, e o animal foi definhando cada vez mais.
Sua morte parecia iminente. Não tendo outra escolha o velho homem deixou a gaiola aberta. O canário com dificuldade andou até a portinhola, permaneceu algum tempo hesitante entre ficar e partir, mas, acabou decidindo pela segunda opção.
Aquele foi um longo dia. solitário e triste Na manhã seguinte, o bom homem acordou com um canto idêntico ao do pássaro que partira. Abrindo apressadamente a janela deparou-se com o amigo que cantava como nunca havia cantado. Essas visitas se repetiram ainda durante vários anos.
Com as pessoas acontece da mesma forma. Amor não combina com algemas e prisões. Quem ama deixa sempre às portas abertas à espera que o amor verdadeiro possa se manifestar.

Banido os versos do amor Na história triste da paixão Tropeçam os sonhos em flor Na semente do coração.
Assim nasceu a solidão Dentro do coração com, dor Banido os versos do amor Na história triste da paixão
Tamanha foi a minha ilusão Guardando o sonho com fervor, A saudade dizia... Não! Não quero mais o seu calor. Banido os versos do amor!

Se eu pudesse viver a minha vida novamente, na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido, na verdade bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico.
Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da vida, claro que tive momentos de alegria.
Mas se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos.
Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos, não percas o agora.
Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um paraquedas. Se voltasse a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas já viram, tenho oitenta e cinco anos e sei que estou morrendo.

Nadine Stairs

Feliz Bodas de Ouro, queridos avós! Vocês representam o amor e a família e tudo que isso representa na minha vida! Gostaria de ter uma história tão rica como essa.

Vocês nunca tiveram medo de demonstrar que o amor é o caminho, que a família é a solução para qualquer problema. É a solução de todas as soluções. Sejam sempre felizes! Beijos.