Acordar com você em meu pensamento é uma dádiva perfeita, é como se um toque de mágica trouxesse uma luz intensa à minha vida. Agradeço muito por ter alguém tão especial que está perto de mim em todos os momentos.
Vez após vez descubro mais motivos para gostar ainda mais de você. Motivos esses que me fazem crer que o melhor para nós é ficarmos juntos eternamente. Bom dia, meu amor!
Tente sempre ajudar um amigo necessitado.
Conheça novas pessoas, mesmo que elas pareçam diferentes para você.
Mantenha-se calmo, mesmo quando as esperanças são poucas.
Ame seus amigos, não importando quem são, ou como são.
Tente se divertir todos os dias, isso é importante.
Expresse sua criatividade.
Esteja sempre apto a surpresas.
E, principalmente, nunca se esqueça: Exercitar sempre o amor de Deus.
Eu perdoo você.
Apesar de estar me sentindo ainda bastante machucada com sua mentira, eu perdoo você. O amor foi privilegiado. Na balança, o prato tombou mais para o lado do nosso casamento. Espero que você consiga apagar seu erro em breve. De outra forma será difícil dar continuidade ao crescimento da insegurança e desconfiança que sinto neste momento.
Sempre desejei ter um casamento longo e feliz. É somente por isso, e por amar você de verdade, que nosso casamento está ainda de pé. Confesso que fiquei tremendamente desiludida porque tinha você na maior consideração. Sempre vi você como o marido perfeito. O marido que sempre cuidou de nossa família com empenho e muito carinho. São coisas dessas que motivam a gente a continuar em frente, sabe? O problema é quando a gente cai na real e se apercebe que tudo não passava de uma farsa. É muito complicado. Muito triste!
De qualquer forma, tenho esperança que tudo volte a ser como era. Que a gente possa deitar sossegado na almofada, orgulhoso do dia que passou.
Prova que não estou cometendo um erro.
Beijo
O amor não se faz apenas de carinho, mas de sentimento.
O amor não olha apenas aparência, mas o que há por dentro.
Ele é sofredor, é amigo, é companheiro, é querido.
E hoje, olhando para você, que me mostrou verdadeiramente o amor, eu posso dizer com certeza: te amo, te quero, te espero...
E a cada dia que passa, a cada momento que vivo, essas palavras só aumentam, e mesmo sofrendo ou lutando, eu vou continuar falando: te amo!
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida...
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo'
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha Medeiros