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As coisas passam... E o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.
Antes de começar um novo capitulo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época que podia viver sem aquilo ou sem aquela pessoa,
Nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode ser mesmo difícil, mais é muito importante.
Encerrando um ciclo.
Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mais por que simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida, por isso, deixe ele (a) ir embora, sem olhar para trás, siga seu caminho de cabeça erguida e com a certeza de que fez o que deveria ser feito.
Não se culpe se algo deu errado, não guarde magoas, rancor ou até mesmo raiva.
Só leve o que foi bom, pois num futuro próximo, você ira lembrar daquilo tudo que se passou e para garantir que não sinta falta lembre que foi bom o bastante enquanto durou, mais para evitar conflito e dor teve um fim!
Creia também que em algum lugar que possa ser longe ou perto a alguém lhe esperando e que lhe dará tudo o que faltou.
Então não desista nunca, siga sempre em frente, pois lá na frente tudo poderá mudar, só depende de você!

Suponha que alguém lhe deu uma caneta. Você não pode ver quanta tinta tem. Pode secar logo depois das primeiras palavras ou durar o suficiente para você criar uma esplêndida obra (ou diversas). ou que durasse para sempre. Você não sabe até que você comece.
São as regras do jogo, você realmente nunca sabe. Você tem que examinar cada possibilidade! A regra do jogo não obriga você a fazer qualquer coisa. Você pode, ao invés de usar a caneta, deixá-la em uma prateleira ou em uma gaveta onde secasse sem ser utilizada. Mas se você decidisse usar, o que você faria? Como você jogaria esse jogo?
Você iria planejar e planejar antes de escrever cada palavra? Seus planos seriam tão extensos que você nunca começaria? Ou você colocaria a caneta na mão e simplesmente escreveria, esforçando-se para prosseguir com um monte de palavras? Você escreveria cautelosamente e com cuidado, como se a caneta secasse no momento seguinte, ou você fingiria ou acreditaria (ou fingiria acreditar) que a caneta escreverá para sempre?
E sobre o que você escreveria: sobre amor? Ódio? Divertimento? Miséria? Vida? Morte? Nada? Tudo? Você escreveria sobre si mesmo? Ou sobre os outros? Ou sobre si mesmo sob a ótica dos outros? Suas letras seriam trêmulas e tímidas ou brilhante e realçada? Enfeitadas ou simples?
Você escreveria mesmo? Uma vez que você tem a caneta, nenhuma regra diz que você tem que escrever. Você rascunharia? Borrões ou desenhos? Você permaneceria nas linhas, ou não veria nenhuma linha, mesmo se estivessem lá?
Há muito o que pensar sobre isso, não é? Agora, suponha que alguém lhe deu uma vida...

Os pequenos detalhes, estes, é que fazem a diferença.
Às vezes um pequeno gesto, uma meia palavra, um olhar fortuito, podem mudar toda uma situação, quiçá uma vida.
Há que ficar mui atentos, para não deixar escapar lampejos de felicidade, momentos de paz que se eternizam em nossa alma ou aquele sorriso que ficou cristalizado em nossa mente. Estes são lenitivos certos, para horas menos felizes em que parece, estarmos completamente sós.
Nesses momentos de solidão, encontramos no baú das recordações aquele sorriso, aquele olhar, aquele dar-se as mãos, ou aquela palavra que às vezes nem é inteira... Essas recordações, coisas aparentemente tão pequenas mas de uma grandeza imensurável, são capazes de apenas uma delas, fazer a vida valer a pena.

Se você está no ponto de estourar mentalmente, silencie alguns instantes para pensar.

Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranquilidade traz o pior.

Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante.

Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é bomba atrasada, lançando caso novo.

Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos.

Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.

Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo.

Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.

Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga a distância entre você e o objetivo a alcançar.

Seja qual for a dificuldade, conserve a calma, trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedindo o serviço por solução.

Chico Xavier

Todo amor é incondicional
e se não para sempre não é
amor de verdade e se não é
não é amor; será outra coisa.

Sempre que o coração bate
sem conhecer norte ou sul
esse coração é amor e está
amando em território nu.

Nunca um sentimento foi
tão capaz de relembrar a
essência da vida ou o sol
de alguém como o amor.

Todo mundo é capaz de
sentir a nuvem do amor
ou a força da paixão que
existe; aí ou aqui ou sei lá.