Sei que muitos falam de mim nas costas, que me criticam, que inventam histórias e me julgam. Pois a todas essas pessoas eu quero apenas dizer que: eu sou assim, e daí? Não é da sua conta, e a minha vida não diz respeito a mais ninguém a não ser a mim!
Eu gosto de ser como sou, e não é perfeição que eu procuro, apenas quero ser feliz. Quem me conhece realmente e gosta de mim me aceita tal como sou, por isso não vou mudar para agradar quem mal me conhece.
Gosto de ser quem sou e não peço desculpas por isso!
Não mais estamos juntos, não mais desfruto do seu amor, da sua companhia, apenas amo você como antigamente.
Nossa, sinto saudades de tudo que juntos vivemos e que se tornou intenso, deu frutos, mas hoje apenas eu cultivo um grande e solitário amor, mas com prazer de ter vivido uma grande história de amor com você.
Amar é bom quando somos amados, quando sabemos que a troca existe, e infelizmente isso não mais acontece comigo, mas me agarro às lembranças do que fomos um dia e independente de ser ou não ser amada continuo a amar você, a lhe desejar e não tenho porque cobrar uma reação sua.
Eu te amo e continuarei a te amar até quem sabe.
Grande saudade de um amor que ainda não acabou.
Ainda Te Amo!
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.
Hoje estou muito feliz. Há vinte e cinco anos estava no altar trocando promessas com você, meu amor! Sempre soube que nosso amor ia permanecer entre todas as tempestades, contra todas as dificuldades.
É que sentimento verdadeiro voa mais alto que as nuvens e rasteja de estrela em estrela, se necessário! Você é o homem da minha vida; o marido que continua encantando meu coração todos os dias. Obrigado por me sentir realizada no amor e na vida. Feliz Bodas de Prata, meu bem!
Nasrudin resolveu procurar novas técnicas de meditação. Selou seu jumento, foi a Índia, a China, a Mongólia, conversou com todos os grandes mestres, mas nada conseguiu. Escutou falar que havia um sábio no Nepal: viajou até lá, mas quando subia a montanha para encontrá-lo, seu jumento morreu de cansaço. Nasrudin enterrou-o ali mesmo, e chorou de tristeza.
Alguém passou, e comentou:
- Você buscava um santo, e este deve ser seu túmulo. Na certa, está lamentando sua morte. – Não, é o lugar onde enterrei meu jumento, que morreu de cansaço.
- Não acredito – disse o recém-chegado. – Ninguém chora por um jumento morto. Isso deve ser um lugar onde os milagres acontecem, e você quer guardá-lo só para si mesmo.
Por mais que Nasrudin argumentasse, não adiantou. O homem foi até a aldeia vizinha, espalhou a história de um grande mestre que realizava curas em seu túmulo, e logo os peregrinos começaram a chegar.
Aos poucos, a notícia da descoberta do Sábio do Luto Silencioso se espalhou por todo o Nepal – e multidões acorreram ao lugar. Um homem rico foi até ali, achou que tinha sido recompensado, e mandou construir um imponente monumento onde Nasrudin enterrara "seu mestre".
Em vista disto, Nasrudin resolveu deixar as coisas como estavam. Mas aprendeu de uma vez por todas que, quando alguém quer acreditar numa mentira, ninguém lhe convencerá ao contrário.