Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

A crise é a melhor bênção que pode acontecer às pessoas e até mesmo aos países. Porque a crise traz progresso, a criatividade nasce da angústia e o dia lindo vem do ventre da tempestade escura.
É na crise que surge a invenção, a descoberta, a reflexão e as grandes estratégias do marketing do amor. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado, e quem pendura no gancho da crise seus fracassos e lamúrias, violenta o seu próprio talento e tem mais respeito a problemas que soluções.
A crise é uma farsa, a não ser a crise da incompetência, pois o problema de pessoas e países é o de autogerência. Sem crise não há desafios, e sem desafios a vida é uma rotina que leva ao túmulo. Sem crise ninguém tem méritos.
É só na crise que você mostra que é bom, pois sem crise todo vento é carícia. Por isso, falar da crise é promovê-la e calar na crise é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhe duro, desinflacione a crise de você mesmo e acabe de uma vez com a única crise ameaçadora: a da tragédia de não saber por onde começar.
Se o momento é de crise, crie. Pior do que a crise é a falta de coragem para enfrentá-la.

O Sutra de Lótus ensina que todos possuem igualmente o potencial para atingir o estado de Buda, e que têm também a capacidade para desfrutar o estado de absoluta felicidade. É digno de nota que a intenção de Sakyamuni de tornar o estado de Buda acessível a todas as pessoas revela-se pela linguagem que ele escolheu para pregar os seus ensinos: a língua de Magadha, o linguajar diário das pessoas comuns.

Os Brâmanes ortodoxos daquela época insistiam em que os ensinos sagrados somente poderiam ser transmitido na linguagem dos vedas, uma língua usada somente pela classe mais alta e culta.

Certa ocasião, dois seguidores de Sakyamuni disseram a ele "Por pregar os honoráveis e excelentes ensinos no vernáculo do povo, o senhor ofendeu a dignidade do budismo. A partir de agora, por favor pregue na nobre e sublime linguagem dos vedas". Esses seguidores eram irmãos e membros cultos da casta dos brâmanes que haviam ficado tão comovidos com a pregação de Sakyamuni que se juntaram a ordem.

Nunca, respondeu o Buda, colocando um fim na discussão de uma vez por todas. E dizem até mesmo que ele estabeleceu punições àqueles que ousavam pregar o budismo na língua dos vedas.

Este episódio demonstra claramente o intenso desejo de Sakyamuni de tornar o budismo acessível a todos, independente da classe social.

Nitiren Daishonin também escreveu muitas de suas cartas a seus seguidores leigos com a escrita cursiva japonesa, conhecida como hiragana, para que eles pudessem lê-las com facilidade. (Em outras palavras, ele utilizava a linguagem comuns das pessoas comuns, em vez da erudita escrita clássica chinesa usada em escritos formais daquela época).

As Mais Belas Histórias Budistas

Ei você, amigo,
Não vá embora agora,
Não ainda não.

É cedo, fique com a gente
Não vale a pena nos largar,
Não, agora não.

Fique mais, não seja dramático,
Não nos faça chorar,
Não ainda não.

Nós gostamos de você
Não faça assim,
Não, não agora.

Você é importante,
Não regule um abraço,
Não ainda não.

Fique mais um tempo, sente-se, divirta-se,
Aproveite enquanto há tempo,
Não nos faça sofrer,
Não, não agora.

Queremos você do nosso lado,
Mas que seja agora, e sempre,
Não fique assim,
Não ainda não...

Como julgar o coração?
Como um simples músculo que controla a circulação ou um órgão que controla a emoção?
Como uma simples peça do quebra cabeça do amor ou um alvo fácil do punhal do amor?
Forte como cordas de violão ou incapaz de aguentar um arranhão?
Como uma fonte de ternura ou uma impenetrável armadura?
Como possuidor da avareza ou um templo da mais caridosa beleza?
Como um radar da paixão ou apenas mera compulsão?
Como um ditador de regras ou como uma venda que cega?
Como um bibelô ou um tesouro tentador?
E aqui retorno a questão;
quem será o cidadão;
que vai julgar com distinção;
Os fundamentos do coração?

Como é bom ser criança, e ter o dia para sonhar sem se preocupar com o amanhã. Brincar até à exaustão e depois dormir sem remorsos ou pesadelos.

Bagunçar tudo sem depois ter que arrumar. Fazer birra e chorar e minutos depois estar novamente rindo com toda a energia. Viver entre dois mundos, o real e o de fantasia, e em todos ser feliz.

Como é lindo esse tempo em que tudo é mais simples e as dores se curam com um mimo, um beijo da mamãe ou um doce gostoso. Como é bom ser criança!