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Pessoas cometas... Brilho rápido! Velocidade constante!
Deixa saudades! Sinto feliz quando passam por mim!
Permito que prossigam... Como o vento que toca meu rosto e segue.
Não tento alcançar, guardo apenas a magia que esta passagem proporcionou.
Sem tristeza, sem melancolia. Agradeço a vida!
Cometas são raros! Mas jamais me esqueço de observar os astros!
Eles permanecem, com brilho e presença constante.

Hoje em meio aos pensamentos Me peguei lembrando de simples momentos... Momentos que se tornaram a fórmula da minha vida. Momentos que hoje são as marcas Deixadas pelo tempo no meu coração. Muitos sonhos já vivi, Muitas noites já chorei, Muitas dores eu senti, Mas daqueles simples momentos Não me esqueci... Saudade desses momentos Em que suas palavras me confortavam Seus conselhos me encorajavam. O seu sorriso era um detalhe Daquele sentimento... Hoje não posso mais ouvir suas palavras, Nem me encorajar mais com seus conselhos E nem sentir mais a sinceridade de seu sorriso... Só as estrelas podem te ouvir E sentir a presença da paz que existe em você... Quando olho para o céu E vejo lindas estrelas, Acredito que seja você rodeado por elas Contando as maravilhas dos Simples momentos de nossa Fiel Amizade.

O que chamamos de fácil nada mais é do que aquilo que já conhecemos muito bem. E por que conhecemos bem? Porque já convivemos com aquilo diariamente.
Mas, se pensarmos bem, veremos que um determinada coisa se tornou fácil depois de muito tempo de convivência com ela. Descobrimos, então, que fácil é aquilo que já fizemos repetidas vezes. Ótimo!
Eu acabo de descobrir uma coisa muito importante: se fácil é aquilo que já repetimos várias vezes, daqui pra frente eu posso então transformar as coisas difíceis e impossíveis. Como?
começando desde já a conviver com a possibilidade de alcançá-las.
começando desde já a praticá-las.
começando desde já, e em pequenas doses, a fazer com que o impossível torne-se difícil. Mais adiante, fazendo o difícil tornar-se fácil. Sabemos que ver as coisas dessa maneira não é fácil... é até um pouco difícil, mas também impossível já não é mais, a partir do momento em que já descobrimos, pelo menos, qual é o caminho a seguir.
Se a vida vai ser algo fácil, difícil ou impossível, isso vai depender de nós mesmos. Aquilo que nem sequer tentamos será sempre impossível. Aquilo que começamos a tentar agora é difícil. E aquilo que já fazemos há muito tempo tornou-se algo fácil!

Porque quando perco o chão é a sua mão que me sustenta. Quando o vento está intenso é a sua voz que acalma o meu coração. Quando o medo me sobrecarrega é a sua presença que renova a minha esperança.

Fui convidada a entrar na Galeria Esperança.
Um anjo tão belo como um arco-íris, foi designado para nos conduzir mostrando os quadros da vida, nos corredores do mundo.
A primeira tela foi o quadro do Poder e da Vaidade, um era seguimento do outro... Em seguida vinha também em par o quadro do Egoísmo e da Miséria.
Continuamos, ele ficava cada vez mais triste ao demonstrar aqueles quadros.
O anjo com os olhos úmidos apontou-me o quadro da Fome e da Dor.
Mais adiante numa galeria só, outros quadros desfilavam ao nosso olhar: o quadro da guerra. do abandono. da violência. do ódio. da agonia. da solidão. Ah! E tantos outros mais amargos e tristes!
Olhei para o anjo e perguntei onde estava os quadros da Amizade, da Solidariedade, da Paz e da Fraternidade? Onde estava os quadros da Alegria, da Partilha, da Comunhão? Onde estava os quadros do Amor, da Caridade, onde?
Ele apontando à tela do céu e me mostrou Jesus. Jesus estava representado numa tela, num esboço em preto e branco, sem nenhum colorido.
- Ele deixou as sementes, se elas crescessem teríamos todas as pigmentações para pintar novos quadros.
- Mas diga-me onde estão essas sementes?
- Na vontade dos homens, nas mãos dos homens e no coração dos homens, foi lá que Ele deixou, a Semente Amor!
Sai da Galeria Esperança em silêncio, triste, cabisbaixa.
Ele sorriu e disse: - À Galeria chama-se, ESPERANÇA! Vocês podem dar forma, luz e cor a esses quadros em esboço, basta usar as mãos no labor diário, nos natais da oportunidade que à vida lhes propicia na realidade dos dias.