Neste tempo de Carnaval, é muito importante examinarmos o nosso coração e fundamentarmos os nossos valores. Temos que nos lembrar das nossas motivações e de quem nós somos. Nós somos chamados para ser sal e luz do mundo, para fazer uma diferença e glorificar o nome de Deus através das nossas atitudes e palavras.
Isso não significa que somos chatos, que não sabemos nos divertir nem celebrar. Aliás, o povo de Deus deve ser conhecido pela sua alegria e sua liberdade. Mas sabemos para aquilo que somos chamados e que apesar de podermos fazer tudo, nem tudo nos convém. Sabemos que Jesus pagou um alto preço na cruz para nos resgatar dos nossos pecados. Já não somos nós que vivemos, mas Cristo vive em nós.
Muitas coisas que acontecem no Carnaval (e não só) e são consideradas "normais" para a maioria das pessoas, não podem ser uma prática de quem segue os ensinamentos de Jesus. Por esse motivo, devemos pensar bem naquilo que Deus quer para a nossa vida antes de festejar o Carnaval da mesma maneira que o resto das pessoas.
Quando sentires a falta constante de alguém, em um raio de sol sentir o toque de alguém, na brisa leve sentir o suspiro de alguém... Você é portador de um vírus: o amor!
Tentei pensar na pessoa por quem sinto mais carinho e você surgiu no meu pensamento. Refleti em quem esteve ao meu lado em todos os momentos e falei seu nome sem hesitação.
Você tem sido uma amiga perfeita e sua amizade é como um tesouro raro que ninguém quer perder. Eu não a trocaria por nada deste mundo; você é insubstituível para mim.
Você é tudo para mim; é meu filho encantador e dono de meu coração! Sou feliz por ter seu carinho em minha vida, por descobrir que se tornou um adulto exemplar. Bem formado!
Não conheço alegria maior que descobrir esse sorriso lindo em seu rosto ou esse olhar cativante que parece agarrar o mundo inteiro com um abraço. Você é minha vida! É meu orgulho, minha admiração permanente. Obrigada por ser tão especial, meu filho! Te amo!
- Eis a única resposta a que eu tinha direito e com a qual tenho de me contentar! Desejaria, talvez, ser informado da razão por que me rejeita assim, sem a menor tentativa de delicadeza de sua parte. Mas não tem importância.
- Também eu poderia perguntar - replicou ela - por que com o intuito tão evidente de me ofender e insultar, resolveu o senhor dizer-me que gostava de mim contra sua vontade, contra sua razão e mesmo contra seu caráter? Não é essa desculpa suficiente para minha falta de cortesia? Se é que realmente cometi essa falta. Mas tenho outros motivos para me sentir ferida. O senhor conhece-os bem. Se acaso meus sentimentos não me indispusessem contra o senhor, se eles lhe fossem indiferentes ou mesmo favoráveis, está convencido de que qualquer consideração me inclinaria a aceitar um homem que arruinou talvez para sempre a felicidade de minha irmã querida?
Jane Austen