Nosso abraço tão capaz,
nosso carinho sem medo,
aquela paz que é nossa,
aquele amor de nós dois
é tudo que desejo, é tudo
que preciso para viver!
Porque meu mundo não
é igual ao das outras pessoas.
Meu mundo é você, e só
aí sei viver plenamente.
Me dê um abraço eterno,
mil beijos num só beijo,
mil carícias num olhar só,
me dê um sorriso eterno
para deitar nas nuvens,
para ser sua no infinito
de um abraço.
Depois de um ano de muito trabalho, de muito empenho e fôlego, é finalmente tempo de colher os frutos, de contabilizar os sonhos realizados, de comemorar os êxitos e fazer novas listas de sonhos e objetivos para o ano que vai começar.
Desejamos que este Natal traga mágica para a sua vida e da sua família, que traga boas energias e muita vontade e determinação para viver e ser feliz, para que se possa celebrar a vida todos os dias.
Desejamos a todos os nossos clientes um Feliz Natal e um Ano Novo muito próspero e feliz! Boas Festas!
Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor meu bem
O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver devolva-me
Deixe-me sozinho
Porque assim eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz
Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim vai ser melhor meu bem
O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver devolva-me
Mãe, quem é você?
Se estou feliz,
quantas vezes te esqueço;
se estou triste,
quantas vezes te procuro.
Mãe, quem é você,
que eu critico,
de quem eu exijo coisas tão pequenas
para satisfazer a minha comodidade,
mas a quem peço a maior ajuda
nos instantes mais difíceis?
Mãe, quem é você,
para quem eu tantas vezes
esqueço o meu carinho,
e de quem exijo tanta atenção?
Mãe, quem é você, com que discuto
e para quem peço conselhos?
Mãe, quem é você,
para quem reclamo sempre,
e para quem guardo
o abraço maior e a maior ternura.
Mãe, eu sei,
Você só é... AMOR.
Araucária,
Nasci forte e altiva,
Solitária.
Ascendo em linha reta
Uma coluna verde-escura
No verde cambiante da campina.
Estendo braços hirtos e serenos.
Não há na minha fronde
Nem veludos quentes de folhas,
Nem risos vermelhos de flores,
Nem vinhos estonteantes de perfumes.
Só há o odor agreste da resina
E o sabor primitivo dos frutos.
Espalmo a taça verde no infinito.
Embalo o sono dos ninhos
Ocultos em meus espinhos.
Na silente nudez do meu isolamento.