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Sim, eu fraquejo, desanimo, desisto, tropeço e caio. Muitas vezes perco a coragem, a esperança e a fé. Quantas vezes me iludo, para depois desiludir, me entrego totalmente para depois me arrepender... Claro, eu choro, grito, esbravejo, brigo com Deus e depois volto mansa pedindo perdão.
Amo desvairadamente, possessivamente, para logo jogar fora, mandar embora e depois implorar para voltar. Sou toda confusa, toda perdida, cheia de sonhos que não realizo, cheia de planos que não concretizo. Sou eu, esta mulher menina, ainda crescendo, ainda aprendendo, apanhando da vida, sentindo na pele dor e no coração agonia.
Mas não me troco por nada nem por ninguém pois sou única neste meu jeito atrevido e meio doido de ser. Nem sempre estou contente, nem sempre canto e danço, mas tenho meus momentos... Gosto das lutas da vida, dos desafios do mundo e sigo uma hora andando, outra correndo e outras me arrastando, mas vou em frente. Quando precisar eu paro, peço água e descanso.
Perfeição não existe e com esta consciência, eu sei que com paciência eu um dia cresço, amadureço e me torno uma pessoa melhor, mais sensata, me amando mais e quem sabe até eu consiga me encontrar, me compreender e assim me sentir mais plena, em paz e ser bem mais feliz...

Quando estamos com a alma cansada e o coração triste, a melhor coisa a fazer é ir para um cantinho só da gente, fechar os olhos e falar com Deus. Não importa que seja em silêncio, pois mesmo quando não conseguimos proferir palavra alguma, Ele é o único que consegue ler o nosso coração.

Um português estava para viajar de avião até Portugal.
Uma coisa no aeroporto chamou sua atenção...
Era um computador com voz que identificava os passageiros por um novo sistema de reconhecimento de imagem.
Assim que ele passou, o computador acusou:
Manuel Joaquim, 52 anos, português, casado, de bigode, passageiro do voo 455 da TAP.
Impressionado, Manoel foi ao banheiro, raspou o bigode, mudou de camisa, e o jeito de caminhar.
Ao passar pelo computador, pela segunda vez, a voz acusou novamente:
- Manuel Joaquim, 52 anos, português, casado, camisa nova, passageiro do voo 455 da TAP.
Mas Manuel não se deu por vencido!
Voltou ao banheiro, abriu a mala que continha presentes para a Maria, e passou maquiagem, colocou uma peruca ruiva, sapato alto, echarpe, um vestido plissê, e resmungou:
- Agora, eu provo que essa máquina é burra!
Ao passar mais uma vez pela máquina, o alto-falante berrou:
- Aí vai, pela terceira vez, o português Manuel Joaquim, 52 anos, casado, um tremendo 'Travecão', que por causa dessa 'viadagem', acaba de perder o voo 455 da TAP!

Sou alguém, sou ninguém
Sou tudo, sou nada
Sou tudo porque te amo!
Sou nada porque não sou amada
Para o mundo somos dois
Para nós somos um
Um que ama e vive para os dois
Dois que vive para um
Não sou nada, não tenho nada
Porque ofereci tudo o que você não quis
Não fico triste por tê-lo fisicamente
Só por tê-lo no pensamento
Já é suficiente para superar a saudade. Que ainda sinto por você
Tomara que um dia você tropece no seu orgulho e cai-a nos meus braços.

Toda as pessoa tem o direito de fazer exatamente o que tem vontade, até o ponto que isso não machuque ninguém. Se uma pessoa não quer a minha presença, a dela não será agradável a mim. Da mesma forma que eu sou um pé no saco quando estou com alguém ou em algum lugar quando quero estar com outras pessoas ou em outro lugar. Então eu jamais cobraria isso.

Perceber que a liberdade deve ser conquistada na mesma proporção que oferecida não é tão difícil. Praticar essa atitude é que são elas. Sofri muito até conseguir. Sou mulher. Tenho inseguranças, ciúmes... Mas antes de tudo isso tenho um sentimento imenso de liberdade que na verdade só não supera minha infinita capacidade de amar.

Então se você sabe que alguém espera por você, deixe notícias. Um bilhete, uma ligação ou sinal de fumaça, caso se faça entendido. Mas não deixe o outro à sua espera, à mercê das suas escolhas. Faça o que quer fazer, mas dê a liberdade tanto quanto necessita da sua.

Mayara Mader