Um homem há muito tempo tanto falou que seu vizinho era ladrão que o rapaz terminou preso para averiguação.
Dias depois, descobriram que ele era inocente. O rapaz foi solto e processou o homem que falara mal a seu respeito.
- No tribunal o acusado disse ao Juiz: comentários não causam tanto mal, Excelência.
- o Juiz então ordenou: escreva os comentários num papel, depois pique em pequenos pedaços e jogue-os no caminho de casa. Amanhã volte para ouvir a sentença.
O acusado obedeceu e voltou no dia seguinte.
- Antes da sentença terá que recolher todos os pedaços de papel que espalhou ontem - disse o Juiz.
- Isso é impossível, Excelência. O vento deve tê-los espalhado; já não sei onde estão - retrucou o acusado.
- O Juiz sentencia: da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos consertar o mal. Se não tem o que falar de bom de uma pessoa, é melhor que fique em silêncio.
Sejamos donos da nossa boca, para não sermos escravos de nossas palavras.
Exigimos perfeição em tudo dos outros.
Mas não nos olhamos no espelho, para ver nossas imperfeições.
Exigimos um padrão de ética e de moral dos outros.
Mas utilizamos sempre da lei de Gerson Para tirar vantagem em tudo.
Exigimos respeito dos outros.
Mas não temos, quando paramos nosso carro na vaga de deficientes, quando não paramos para que o pedestre passe na faixa, quando há um idoso em pé e continuamos sentados, etc.
Exigimos gentileza dos outros.
Mas no nosso dia a dia, não desejamos um bom dia, uma boa tarde e boa noite, simples palavras que não nos custam nada e que pode ser o diferencial para muitas pessoas.
Exigimos tolerância dos outros.
Mas quando nossa paciência é testada, às vezes até por motivos fúteis, reagimos de forma não adequada para a circunstância, atitude que não contribui em nada na resolução da situação.
Afinal, os valores que almejamos como ideais, só existem no mundo de nossas ideias e como metas a serem atingidas somente pelos outros e não por nós?
Simpatia - é o sentimento
Que nasce num só momento,
Sincero, no coração;
São dois olhares acesos
Bem juntos, unidos, presos
Numa mágica atração.
Simpatia - são dois galhos
Banhados de bons orvalhos
Nas mangueiras do jardim;
Bem longe às vezes nascidos,
Mas que se juntam crescidos
E que se abraçam por fim.
São duas almas bem gêmeas
Que riem no mesmo riso,
Que choram nos mesmos ais;
São vozes de dois amantes,
Duas liras semelhantes,
Ou dois poemas iguais.
Simpatia - meu anjinho,
É o canto de passarinho,
É o doce aroma da flor;
São nuvens dum céu d'agosto
É o que m'inspira teu rosto...
- Simpatia - é quase amor!
Todos nós já tivemos, de uma maneira ou de outra, experiências difíceis na vida. Isto faz parte de nossa viagem por esta Terra e embora muitas vezes pensamos que as coisas podiam ter acontecido de outra maneira – o fato é que não podemos mudar nosso passado.
Por outro lado, é uma mentira pensar que tudo que nos acontece tem o seu lado bom. existem coisas que deixam marcas muito difíceis de superar, feridas que sangram muito.
Como, então, nos livrarmos de nossas experiências amargas?
Só existe uma maneira: vivendo o presente. Entendendo que, embora não possamos mudar o passado, podemos mudar a próxima hora, o que acontecerá durante à tarde, as decisões a serem tomadas antes de dormir.
Como diz o velho provérbio hippie: hoje é o primeiro dia do resto da minha vida.
É um grande engano não querer dizer aquilo que sente para tentar manter um relacionamento tranquilo.
Alguns chegam a optar pelo silencio mórbido. Que grande engano!
No desejo de manter a paz sonhada ou pelo medo da verdade que só o dialogo pode revelar, deixam-se conduzir para um divorcio emocional.
Embora o relacionamento possa até durar tempo, já não sera mais amor que o sustenta, mais sim inúmeros medicamentos. Os casamentos duram nem sempre são desprovidos de conflitos. Alguns cais brigam, mas também cobrem o outro de afeto. Outros casais nunca levantam a voz, mas também raramente elogiam ou acariciam um ao outro.