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Um jornalista perseguia o escritor francês Albert Camus, pedindo que explicasse detalhadamente o seu trabalho. O autor de A peste se recusava: " Eu escrevo, e os outros julgam como entendem".
Mas o jornalista não sossegava. Certa tarde, conseguiu encontra-lo em um café de Paris.
"A crítica acha que o senhor nunca aborda um tema profundo" disse o jornalista. " Eu lhe perguntaria agora: se tivesse que escrever um livro sobre a sociedade, aceitaria o desafio?"
"Claro", respondeu Camus." O livro teria cem páginas. Noventa e nove seriam em branco, pois não há o que dizer. No final da centésima página, eu escreveria:
"o único dever do homem é amar".

Eu queria presentear-lhe com doces palavras
Para aumentar suas alegrias e esperanças
Aquecer seu coração
Recheá-lo de poesias
E colorir sua vida com as melhores lembranças.
Eu queria presentear-lhe com os maiores sentimentos
Mostrar-lhe o valor da amizade
Que enfrenta tempo e distância
Falar da fraternidade, do carinho e da união
E de mansinho ampliar
O amor em seu coração!
Ah! Como eu queria presentear-lhe com sorrisos
Num passe de mágica, dificuldades afastar
Tornando mais belo os seus dias
E enchendo de flores, o seu caminhar.
Ah! Como eu queria...
Junto com os raios solares
No momento em que levantas
Também te abraçares
Incentivá-lo às lutas
Que porventura enfrentares
E presentear-lhe com afagos
Para não desanimares.
Ah! Como eu queria...
Quando chega a noite
Ser igual as estrelas
Velar por seu descanso
Embalar-te com uma canção
E enquanto dormes tranquilo
Presentear-lhe com beijos.
Mas... Meu presente maior
É só vê-lo feliz!
Em tudo que fizeres
Em tudo que pensares
Peço a Deus que te guie
Para o melhor, realizares!

Era uma vez, um cientista que vivia preocupado com os problemas do mundo e decidido a encontrar meios de melhorá-los. Passava dias e dias no seu laboratório à procura de respostas.

Um dia, o seu filho de sete anos invadiu o seu santuário querendo ajudar o pai. Claro que o cientista não queria ser interrompido e, por isso, tentou que o filho fosse brincar em vez de ficar ali, atrapalhando-o. Mas, como o menino era persistente, o pai teve de arranjar uma maneira de entretê-lo no laboratório. Foi, então, que reparou num mapa do mundo que estava na página de uma revista. Lembrou-se de cortar o mapa em vários pedaços e depois apresentou o desafio ao filho:

- Filho, você vai me ajudar a consertar o mundo! Aqui está o mundo todo partido. E você vai arrumá-lo para que ele fique bem outra vez! Quando você terminar, me chame, ok?

O cientista estava convencido que a criança levaria dias para resolver o quebra-cabeças que ele tinha construído. Mas surpreendentemente, poucas horas depois, o filho já chamava por ele:

- Pai, pai, já fiz tudo. Consegui consertar o mundo!

O pai não queria acreditar, achava que era impossível um miúdo daquela idade ter conseguido montar o quebra-cabeças de uma imagem que ele nunca tinha visto antes. Por isso, apenas levantou os olhos dos seus cálculos para ver o trabalho do filho que, pensava ele, não era mais do que um disparate digno de uma criança daquela idade. Porém, quando viu o mapa completamente montado, sem nenhum erro, perguntou ao filho como é que ele tinha conseguido sem nunca ter visto um mapa do mundo anteriormente.

- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que, do outro lado da página, havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para eu consertar, eu tentei mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem; virei os pedaços de papel ao contrário e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que tinha consertado o mundo...

Tenha ânimo! Não viva como se tudo fosse uma carga pesada, uma obrigação. Encontre alegria nas tarefas diárias, e prazer nas pequenas coisas da vida.

A felicidade se constrói aos poucos. A felicidade não surge em nossas vidas como uma tela pintada e acabada, a felicidade é como um quebra-cabeças feito de muitas peças que encontramos espalhadas pela vida. É preciso estar atento para encontrá-las! Se perdermos o ânimo e o entusiasmo, não prestamos atenção e deixamos que as peças fiquem esquecidas pelo caminho, ou perdemos a habilidade de uni-las do modo correto.

Se a vida parece não correr bem, não se desanime. Muitas vezes, é nos momentos de crise que encontramos as boas oportunidades, basta nos mantermos atentos.

Não seja pessimista ou fatalista, coisas positivas dificilmente acontecem na vida de pessoas negativas. Por mais difícil que pareça a jornada, tente manter vivo o seu ânimo para encarar os desafios. Muitas vezes os obstáculos escondem as peças mais difíceis e que completam o quebra-cabeças da felicidade.

Não me odeie, se minhas palavras o transforma Não em águas...
Não me odeie, se tudo que digo reflete em sua alma...
Não me odeie, se a vida para mim só tem sentido com você...
Não me odeie, se meus braços sentem falta dos seus...
Não me odeie, se minha boca quer sentir a sua...
Não me odeie, se meu corpo quer o seu calor...
Não me odeie, se todo meu clamor é vão...
Não me odeie, quando digo que estou sempre em suas mãos...
Não me odeie, se para mim o mundo é um vazio imenso sem você...
Não me odeie, se no meio da noite fria espero o telefone tocar...
Não me odeie, por acreditar tanto que um dia você possa me ama...
Não me odeie, quando sinto a frieza em seus gestos... que me fazem agir de forma arisca.
Não me odeie, se Não quero acordar de um sonho... ao qual fui feliz por uma vida...
Não me odeie, acima de tudo... se um dia eu chegar a te odiar, por tanto sofrer pelo fato de te amar.