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Só uma mãe como você merece ser chamada de "mãe". Existem vários tipos de maternidade. E não interessa se o sangue foi compartilhado um dia. O que realmente importa é o sentimento, o que vai no coração.

E nada mais é relevante. Nossa união, minha mãe, é assim: sem sangue e com coração. E tenho em você a pessoa mais importante do mundo. Suas palavras são mágicas, suas atitudes maravilhosas e seu jeito muito delicado. Agradeço por tudo, Mãe!

Eu quero você. Apenas você. Apenas seus lábios. Apenas seus braços. Apenas seus sorrisos. Apenas seus abraços. Eu quero você. Todo dia. Toda hora. Todo minuto. Todo segundo. Todo milésimo de segundo.

Teólogos eminentes, tentando harmonizar interesses temporais e espirituais, obscureceram o problema da morte, impondo sombrias perspectivas à simples solução que lhe é própria.
Muitos deles situaram as almas em determinadas zonas de punição ou de expurgo, como se fossem absolutos senhores dos elementos indispensáveis à análise definitiva. Declararam outros que, no instante da grande transição, submerge-se o homem num sono indefinível até o dia derradeiro consagrado ao Juízo Final.

Hoje, no entanto, reconhece a inteligência humana que a lógica evolveu com todas as possibilidades de observação e raciocínio.

Ressurreição é vida infinita. Vida é trabalho, júbilo e criação na eternidade.

Como qualificar a pretensão daqueles que designam vizinhos e conhecidos para o inferno ilimitado no tempo? como acreditar permaneçam adormecidos milhões de criaturas, aguardando o minuto decisivo de julgamento, quando o próprio Jesus se afirma em atividade incessante?

Os argumentos teológicos são respeitáveis; no entanto, não deveremos desprezar a simplicidade da lógica humana.

Comentando o assunto, portas a dentro do esforço cristão, somos compelidos a reconhecer que os negadores do processo evolutivo do homem espiritual, depois do sepulcro, definem-se contra o próprio Evangelho. O Mestre dos Mestres ressuscitou em trabalho edificante. Quem, desse modo, atravessará o portal da morte para cair em ociosidade incompreensível? Somos almas, em função de aperfeiçoamento, e, além do túmulo, encontramos a continuação do esforço e da vida.

"E, se não há ressurreição de
mortos, também o Cristo não
ressuscitou."
Paulo.

1 CORINTIOS, 15:13.

Um grupo de rapazes e moças resolve fazer uma viagem turística rumo à cálida Flórida, deixando a região fumarenta de Nova Iorque. Meteram-se no ônibus, sempre muito alegres e extrovertidos.
Todavia, no ônibus viajava um cidadão sempre macambúzio e voltado para dentro de si próprio. Esquivo, não aceitava abrir conversa com ninguém. Não só calado, mas profundamente triste, contrastando com a alacridade juvenil do ambiente. Mordiscava os próprios lábios e parecia em cogitações estranhas.
Uma jovem do grupo, no entanto, conseguiu se aproximar dele e teve ensejo de formular lhe algumas perguntas que todos desejariam fazer, sem que tivessem coragem.
_ Qual é o seu nome?
_ Vingo.
_ Que nome interessante. Você é casado?
_ Não sei se sou casado.
_ E como pode ser isto?
_ Estou saindo de uma penitenciária. Da prisão, escrevi para a minha mulher dizendo que estaria ausente muito tempo e que, se ela não aguentasse, se os nossos filhos começassem a fazer perguntas e isto lhe fosse muito doloroso, me esquecesse. Eu compreenderia. "Arranje outro homem e não precisa escrever mais", disse à ela. E, de fato, ela nunca mais me escreveu.
_ E você está voltando para casa?
_ Isso mesmo. Quando, na semana passada, me concederam livramento condicional, escrevi à minha mulher de novo. Existe, na entrada da cidade onde morávamos, um grande carvalho. Se ela ainda me quisesse de volta, deveria amarrar um lenço verde à árvore. Se, pelo contrário, não me desejasse mais, não amarrasse lenço algum.
_ Meu Deus! – exclamou a jovem, comovida.
As moças e os rapazes ficaram todos sabendo da estória. O ônibus começou a se aproximar da cidade. Todos olhavam pela janela. Por fim, surgiu o frondoso carvalho. Vingo parecia petrificado. De repente, levantou-se e os seus olhos brilharam.
O carvalho parecia uma árvore de Natal. Havia nele 20 ou 30 lenços verdes. Era uma mensagem extraordinária de boas vindas. Moças e rapazes se puseram a gritar, chorar e dançar dentro do ônibus. E Vingo desceu e foi ao encontro do amor e da vida.

Sentir que somos importantes para alguém,
é simplesmente sentir a vida, o sonho,
principalmente se este alguém
é importante para nós.
Amor meu, vamos passear pelos campos,
mares, jardins floridos,
enfim, vamos dar as mãos e neste contato,
sentir as diferentes emoções
transmitidas pelos nossos corações.
É preciso sonhar para viver os sonhos,
pois através deles é que nos realizamos na vida,
com você sinto o brilho das estrelas,
e até começo a contá-las...
A lua está mais bela, pois percebe que em nossos corações,
o amor floresce.
Cada flor parece ter mais vida,
o sol ilumina nossos rostos, querendo mostrar à natureza,
como é bom AMAR!
Nestes prados verdejantes, vamos sentar debaixo do Ipê florido,
admirar as flores campestres e sentir que o silêncio existe.
Sempre existiu nos campos, dando espaço
aos sons que a própria natureza emite,
o cantar dos pássaros, o farfalhar das árvores...
Continuamos de mãos dadas,
você colhe uma pequena flor do campo
e coloca em meus cabelos.
Então eu sinto que o amor existe,
Deus está ali conosco, e como é belo AMAR!