Todos os dias são especiais porque você está do meu lado! Nenhum momento é triste porque você é a mulher da minha vida! Eu adoro você, mamãe!
E não esqueço todas as lutas que você teve de enfrentar para garantir meu melhor sorriso, minha paz, minha alegria. Você é mais do que minha mãe e amiga; você é minha vida!
Nossa união pode até sofrer mil reviravoltas, mas tenho certeza que nada ou alguém nos vai separar! Você é linda, mãe! E eu te amo incondicionalmente. Mil beijos!
Se não estivesse fora de moda... Eu iria falar de Amor.
Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração.
Aquela dorzinha gostosa, de ter muito medo de perder tudo.
Daqueles momentos que só quem já amou um dia, conhece bem.
Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas... Mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas doá-las, no sentimento nobre de amar.
Se não estivesse fora de moda... Eu iria falar de Sinceridade.
Sabe, aquele negócio antigo de fidelidade, respeito mútuo... e outras coisas mais.
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida.
Que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que as vezes procuramos em muitas.
A admiração pelas virtudes, aceitação dos defeitos... E sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencerem, sem o direito de possuir.
Se não estivesse tão fora de moda... Eu iria falar em Amizade.
O apoio, o interesse, a solidariedade de uns pelas coisas dos outros e vice-versa.
A união além dos sentimentos e a dedicação de compreender para depois gostar.
Se não estivesse tão fora de moda... Eu iria falar em Família.
Sim! Família!!! Pai, mãe, irmãos, irmãs, filhos, lar... O bem maior de ter uma comunidade unida pelos laços sanguíneos e protegidas pelas bênçãos divinas.
Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada, a fonte de descanso e a renovação das energias.
Família... O ser humano cumprindo sua missão mais sublime de sequenciar a obra do criador.
E depois... Eu iria até, quem sabe, falar sobre algo como... a Felicidade.
Mas é pena que a felicidade, como tudo mais, há muito tempo já está fora de moda.
Sabe de uma coisa... Me sinto feliz por estar tão fora de moda.
E você? Também está fora de moda como eu? Espero que sim!
Por vezes, nossa cabeça dificulta tudo. Outras vezes é o coração que não ajuda. E outras se devem ao fato da precipitação estar inerente ao ser humano. Eu errei com você. Errei comigo. E estou pedindo desculpa por ter sido tão cruel. Acredite que você seria a última pessoa que queria machucar, mas é sempre assim. A gente acaba magoando quem mais gosta e isso me deixa profundamente abalado. Me perdoa, por favor!
O ser humano vive cheio de imperfeições, cheio de falhas em seu sistema, repleto de capacidades negras, mas o ser humano é também sinônimo de aprendizagem e de melhoramento. Tenho certeza que estou aprendendo com meus erros. Este último, poxa vida, este último tem sido uma escola para mim. E é por isso que eu sei que vou mudar, vou virar uma pessoa melhor e mais correta com você. Isso é o mais importante para mim – compensar meu erro que tanto tem feito você sofrer. Preciso de seu perdão.
Prometo que nunca mais vou machucar você.
Árvore: - Preciso que me ouças com paciência! Não nos analise como os outros nos fazem. Querem nos sentir apenas como objetos de consumo imediato. Permita-nos o tempo para amar! Dá-nos o tempo da oferenda!
Humano: - Entendo o que queres me dizer; não somente te criei, te vi crescer, como sempre te quis muito! Mesmo que não saibas, estive do teu lado quando sofrias agressões em teu tronco, para mais cedo produzires. Vi tuas lágrimas correndo; elas secaram, sei, mas ainda estás marcada, e sofro vendo os teus estigmas.
Árvore: - Sabemos! Nem todos são insensíveis. A dor física foi superável à dor do meu Ser naquela hora. As feridas cicatrizam, os tecidos se recompõem, as células se renovam, mas a dor do Ser, perdura. Todavia, compreendemos.
Humano: - Compreendem? Como compreendes?
Árvore: - Os Homens têm a pressa da colheita. Perderam muito do sentimento da doação, e a paciência na espera. Querem muito cobrar, na volta do pouco que dão, e podem um dia, pouco receber! Nós nos suprimos apenas com o que a Natureza pode nos oferecer, e doamos tudo que recebemos, no tempo certo. Os Homens, perderam o sentido do Existir; "Existem só para viver, para colher", por isso nos agridem, pelo muito desejarem se abastecer.
Nossos ciclos são simples e perfeitos. Somente o receber, o doar e novamente nos nutrir. A Vida quer com todos se harmonizar, mas os Homens estão apenas vivendo, esquecendo de Existir. A Natureza pode um dia, deles também esquecer, deixando de os prover.
Certa manhã, o sábio Akbar chegou a um pequeno povoado.
Seus ensinamentos não conseguiram interessar à população e, depois de algum tempo, ele tornou-se motivo de riso e ironia.
Um dia, um grupo de homens e mulheres começou a insultá-lo. Ao invés de
fingir que ignorava o que acontecia, o sábio foi até eles e desejou-lhes
bom dia.
Um dos homens comentou:
- Será que, além de tudo, estamos diante de um homem surdo? Gritamos coisas horríveis e o senhor nos responde com uma saudação!
Akbar respondeu:
-Cada um de nós só pode oferecer o que tem.
Esse conto serve para pensarmos, que mesmo diante de pessoas inflexíveis
e incapazes de entender, mantenha sua amabilidade e sua educação,
oferecendo sempre o melhor de si.