Tem uma coisa que preciso lhe dizer...
Quando tudo parece não ter mais sentido,
Eis que Deus nos manda um anjo,
pra ficar no nosso pé!
Pra nos dar um colo, quando uma nuvenzinha escura,
Quer ameaçar chover dentro de nós.
Pra puxar nossas orelhas, quando caminhamos
Em caminhos tortos,
E com carinho nos levam na direção certa.
Pra sorrir conosco, comemorar nossas conquistas
E nos motivar a continuar caminhando.
Ainda têm a missão de abrir nossos olhos
E nossos ouvidos, para vermos e ouvirmos,
Tudo de bom que temos a nossa volta.
A esse anjo,
Deus chamou de amigo,
E colocou em nossas vidas para nos mostrar
Que as coisas não são tão ruins quanto possam parecer
E que, mesmo que seja difícil
Esse anjo sempre vai dar um jeitinho
De nos fazer sentir melhor
E de nos mostrar que por mais tristes
Que possamos estar, sempre vai ter alguém
Que nos ama e faria tudo pra nos ver sorrir!
Obrigada por me fazer sorrir!
Havia um cego que pedia esmola à entrada do Viaduto do Chá, em São Paulo. Todos os dias passava um publicitário que deixava sempre algumas moedas no chapéu do pedinte. O cego trazia pendurado no pescoço um cartaz com a frase:
- Cego de nascença. Uma esmola, por favor.
Certa manhã o publicitário teve uma ideia, virou o letreiro do cego ao contrário e escreveu outra frase. À noite depois de um dia de trabalho perguntou ao cego como é que tinha sido seu dia.
O cego respondeu, muito contente: Até parece mentira. Mas hoje foi um dia extraordinário. Todos que passavam por mim deixavam alguma coisa. Afinal, o que o senhor escreveu no letreiro?
O publicitário havia escrito uma frase breve, mas com sentido e carga emotiva suficiente para convencer os que passavam a deixarem algo para o cego.
A frase que fez com que muitos parassem e dessem maior atenção, era:
- Em breve chegará a primavera e eu não poderei vê-la.
A maioria das vezes não importa o que você diz, mas como você diz, por isso tome cuidado em como falar com as pessoas, pois isso tem um peso positivo ou negativo naquilo que você quer dizer.
Provérbios 25.11: A palavra certa na hora certa é como um desenho de ouro feita em cima de prata.
Procurei no meio da multidão
Alguém que me estendesse a mão
Que me guiasse na escuridão
Alguém que soubesse me amar
Que nunca me fizesse chorar
Que fosse companheiro
Que soubesse ser verdadeiro
Alguém que me ensinasse a sorrir
Que nunca quisesse me iludir
Que tirasse de mim os espinhos
Que me mostrasse um novo caminho
Que trouxesse na mão uma flor
E enxugasse as lágrimas de dor
Alguém que me trouxesse esperanças
Procurava alguém para encontrar
A felicidade
Então encontrei-te, meu amor,
minha razão de viver,
e descobri que tudo isto não é nada
comparado a você,
mesmo sem te conhecer,
Mas acho que perdi você.
Era uma vez, num depósito de vasos quebrados... Ninguém se importava com eles. Eles mesmos não se importavam por estar quebrados, ao contrário, quanto mais quebrados ficavam, mais eram respeitados pelos outros. Um dia, por engano, um vaso inteiro foi parar no meio deles, mas, por ser diferente dos demais, ele foi rejeitado. Justo ele, que tinha uma necessidade miserável de ser aceito. Tentou se aproximar dos vasos menos danificados, aqueles que tinham apenas a boca rachada, mas, não deu certo. Depois, tentou se aproximar dos vasos que tinham apenas um pequeno furo, mas, também foi repelido. Tentou uma 3a vez... Mas também não adiantou. Resolveu, então, arranjar umas brigas, esperando conseguir uma trinca ou, quem sabe, com um pouco de sorte, até um quebrado bacana, mas, naquele lugar, ninguém tinha força bastante para isso. Se algum vaso quisesse se quebrar, tinha que fazer isso sozinho. E foi isso mesmo que ele fez e assim conseguiu o que queria, ser aceito no clube dos vasos quebrados. Mas a felicidade não durou muito porque logo ele começou a se incomodar com outra necessidade: A de ser respeitado pelos demais vasos quebrados. Para isso, teve que ir-se quebrando. E se quebrou em tantos pedaços que voltou ao pó. E assim deixou de ser vaso! É muito comum as pessoas serem influenciadas por outras... Tanto que perdem sua própria identidade. Você mesmo provavelmente tomou alguma decisão influenciado por outras pessoas. E quantas vezes não se arrependeu? Portanto pense... E valorize "o vaso que é"... Seja como for!
Acho que devo começar dando-lhe um pequeno pano de fundo. Eu era, na época deste relato, uma jovem e inexperiente mãe, com muito amor pelo meu pequeno Brian.
Vivíamos num povoado muito pequeno. Sabe, o tipo de povoado tão pequeno que todo o mundo conhece todo o mundo, e absolutamente todos conhecem os negócios de todos. Meu primo abriu uma pequena loja de roupas e me deu meu primeiro emprego. Eu abria a loja toda manhã, ficava ali o dia todo e fechava à noite.
Um dia, tive que levar Brian comigo porque minha mãe, que normalmente cuidava dele, naquele dia não podia tomar conta dele. Brian estava sentado no chão ao meu lado comendo biscoitos quando uma mulher de meia-idade – que eu nunca tinha visto antes – entrou na loja. Disse que não procurava por nada específico, apenas olhando.
Repentinamente, sem aviso, Brian engasgou violentamente. e posso lhe contar que ele estava realmente muito mau. Fiquei apavorada. Eu não sabia o que fazer. Aquele anjo de senhora pegou-o e "trabalhou" até que ele desengasgou. Ela então sorriu e me devolveu Brian, ele e eu chorando. Ela deixou a loja e nunca mais a vi.
Verifiquei em todo o povoado – que como mencionei antes, era o tipo de povoado pequeno onde todos se conhecem e todos sabem sobre a vida de todos – e ninguém na comunidade sabia de uma mulher com aquela descrição!
De alguma forma, seria o guardião de Brian?