Alegria é o cântico das horas com que Deus te afaga a passagem no mundo.
Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar.
A água da fonte é carinho liquefeito no coração da terra e o próprio grão de areia, inundado de sol, é mensagem de alegria a falar-te do chão.
Não permitas, assim, que a tua dificuldade se faça tristeza entorpecente nos outros.
Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade que esperas, ergue os olhos para a face risonha da vida que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes.
Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.
A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse para renovar-se diariamente, em festa de amor e luz.
Psicografia de Chico Xavier
Um compromisso quebrado, uma promessa não cumprida, mentiras atiradas ao vento. Você me traiu, você que disse me amar, você que se disse meu namorado e de mim sua única mulher.
Eu não sei o que dói mais. Se a mentira cruel que em forma de punhal se enterrou no meu peito, se a confiança que para sempre foi perdida, se o veneno do mal me corroendo a esperança. O conto de fadas se foi, ficou a realidade!
1. Quando você perder, não perca a lição. Busque aprender sempre com as erros e os fracassos da vida.
2. Siga os três Rs: Respeito por si mesmo, respeito pelos outros, responsabilidade por suas ações.
3. Lembre-se que muitas vezes não conquistar aquilo o que você quer pode ser um grande golpe de sorte e não de azar.
4. Não deixe que pequenas disputas acabem com grandes amizades
5. Quando perceber que cometeu um erro, busque imediatamente uma maneira de corrigi-lo.
6. Dedique algum tempo a você mesmo todos os dias.
7. Lembre-se que o silêncio muitas vezes é a melhor resposta.
8. Abra os braços para as mudanças, mas deixe os seus valores irem embora.
9. Cultivar uma atmosfera de amor em sua casa é essencial para a sua vida.
10. Viva bem e honre a vida. Quando você estiver velho e olhar para trás, poderá desfrutar novamente dos momentos felizes da vida em sua memória.
Há muito tempo, não muito longe daqui, havia um reino muito engraçado. Todas as coisas eram separadas pela cor. As borboletas brancas só visitavam o canteiro branco. As borboletas azuis só visitavam o canteiro azul.
Neste reino viviam Julieta e Romeu.
Julieta era uma borboleta amarela do canteiro amarelo e Romeu uma borboleta azul do canteiro azul. Seus pais sempre avisavam para que não passeassem em canteiros de outra cor.
Um dia, na primavera, Ventinho convidou Romeu para dar um passeio no canteiro amarelo. Chegando lá, ventinho apresentou Romeu a Julieta e os dois logo ficaram amigos.
Romeu e Julieta começaram a brincar e saíram para conhecer melhor o reino. Ficaram encantados com tudo o que viram e acabaram entrando na floresta. Quando a noite chegou, Romeu e Julieta não conseguiram encontrar o caminho de volta.
Enquanto isso, lá no canteiro amarelo, a mãe de Julieta estava desesperada, e lá no canteiro azul, o pai de Romeu estava preocupadíssimo.
Eles não sabiam o que fazer para encontrar os filhos, até que a Dona borboleta amarela tomou coragem e foi falar com a Dona borboleta azul, falaram com o senhor Vento e todas as borboletas saíram de canteiro em canteiro procurando o Romeu e a Julieta.
Quando amanheceu o dia, o céu estava cheio de cores. Todos se misturaram para ajudar. Quando Romeu e Julieta viram seus pais, ficaram felizes em poder voltar para casa.
E quando chegou de novo a primavera tudo estava diferente naquele reino. Os canteiros tinham todas as cores misturadas. Margaridas, cravos, dálias, miosótis, rosas, cresciam juntas, misturadas.
E juntas brincavam as borboletas.
Nada diferente de nós quando vivemos sem preconceitos, e todos os dias são primavera em nossa vida. Porque amamos nosso semelhante independente da sua cor. Vale seu coração e alegria de estarmos juntos em paz.
De que tamanho é este amor, que suporta tudo, que se deixa ficar mesmo sofrendo?
De que tamanho é este amor, que te vê indo embora sempre e ainda assim espera sua volta?
De que tamanho seria um amor assim, que não cobra, que acolhe, que não domina e ainda se culpa, que se entristece com a sua tristeza, se desespera no seu silêncio, se alegra com seu riso
Quem poderia medir um amor assim, que comete loucuras para não te perder, que se desculpa por amar tanto, que finge não se importar, só para não magoar?
Um amor que busca você em todas as palavras, em todos os poemas, em tudo o que vê
Um amor que vai além do simples toque, que sente a alma, que sente a temperatura do coração, que te conhece por inteiro
Um amor que só se acalma estando junto, que espera ansiosamente a sua voz, o seu olhar, sua alegria, e não conseguindo: se mata, se escurece, mas não diminui, apenas cresce cada dia mais?
De que tamanho é este meu amor?
Quem poderia medir um amor assim?