Não existe dor que se iguale, injustiça que de igual forma nos transtorne, como quando um pai e uma mãe perdem seu filho. Os meus mais sentidos pêsames pela perda do seu filho pequeno!
É impotência o que nos domina, frustração por não podermos fazer ou dizer mais, não podermos ajudar ou consolar mais, pois nem tampouco sou capaz imaginar o sofrimento que agora estão vivendo.
Durante toda minha vida,
muitas pessoas passaram por mim,
dia após dia.
Mas somente algumas dessas pessoas,
ficarão para sempre em minha memória.
Essas pessoas são ditas amigas,
e as levarei para sempre em meu coração,
às vezes pelo simples fato de terem
cruzado meu caminho,
às vezes pelo simples fato de terem dito
uma única palavra de conforto quando eu precisei.
Às vezes por ter me dado um minuto de sua atenção,
e me ouvido falar de minhas angústias,
medos, vitórias, derrotas...
Às vezes por terem confiado em mim,
e me contado também seus problemas,
angústias, vitórias, derrotas...
Isso é ser amigo: é ouvir, é confiar, é amar.
E amigos de verdade,
ficam para sempre em nossos corações,
assim como as pegadas na alma, que são indestrutíveis.
À você meu amigo:
você é muito especial e importante para mim.
Eu te adoro muito.
Sua amizade para mim tem um valor enorme,
e nada que eu possa dizer à você,
pode ser tão especial ou mais significativo
do que sua amizade para mim.
A amizade é tudo, amiga! O sentimento que nos une sempre foi muito forte, foi quase nossa imagem de marca. Sinto que podemos correr o mundo sem nos perdermos, porque nossa casa é onde estivermos juntas.
Você me dá atenção, respeito e carinho como poucas pessoas me dão. Só espero estar retribuindo devidamente, querida! Mil beijos, amiga!
Que me olhe nos olhos quando falo
Que ouça minhas tristezas e neuroses
Com paciência e, ainda que não me compreenda, respeite os meus sentimentos
Preciso de alguém que venha abrigar do meu lado sem precisar ser convocado.
Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades, que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso ficar irritado com isso.
Nesse mundo de loucos preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: A Amizade.
Que teime em ser leal, simples e justo.
Que não vá embora se um dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.
Preciso de um amigo que receba de gratidão o meu auxilio, a minha mão estendida mesmo que isso seja muito pouco para suas necessidades.
Preciso de um amigo que também seja companheiro nas farras e pescarias, guerras e alegrias, e no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nos ainda vamos rir muito disso..."
Não pude escolher aqueles que me trouxeram ao mundo, passo escolher um amigo.
E nessa busca empenho a minha própria alma, pois com uma: Amizade Perfeita
a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...
Naquela comunidade de franciscanos, frei Teófilo era o responsável pela sopa dos pobres. Todos os dias de manhã, ia recolher verduras e legumes na horta, trazia ossos do açougueiro da vila (para aproveitar o tutano) e depois preparava uma substanciosa sopa num grande caldeirão de ferro. Enquanto a sopa cozia, aproveitava para fazer um exercício devocional individual.
Muitos anos continuou ele nesse serviço e nesta devoção. Um dia, embora de olhos fechados em prece, percebeu uma luminosidade incomum no ambiente. Abriu os olhos e viu, rodeada por intensa luz, a figura viva do Cristo à sua frente! Instintivamente Teófilo se prostrou. Seu coração batia descompassadamente, ameaçando romper-se de alegria!
Mas seu arrebatamento foi interrompido: a campainha da porta da rua soou estridentemente, eram os pobres! Teófilo titubeou: — Oh! Jesus! Como deixar esta revelação pela qual aspirei e esperei a vida inteira. E que direito têm os pobres de interromper este êxtase sublime?
Ergueu implorativo olhar, mas o Mestre apenas o observava, atentamente. A campainha tocou outra vez. Movido pelo dever, o frade suspirou, inclinou-se ante o Cristo e correu à cozinha. Tomou o caldeirão e a concha e dirigiu-se à porta. Os pobres já estavam nervosos. Teófilo os serviu pacientemente, mas ainda estava ansioso e emocionado.
Quando terminou sua tarefa, tornou à cozinha, deixou ali os apetrechos e olhou esperançoso para seu quarto: ainda estava esplendidamente iluminado!
Entrou: Cristo o esperava! Comovido e jubiloso ajoelhou-se e, então, o Mestre lhe disse: – Teófilo, Eu me teria ido... Se tivesses ficado...!