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Natal, tempo de paz, de luz, de alegria e gratas recordações.
Tempo em que relembramos nossa infância repleta de fantasias, expectativas impregnadas de amor e saudades.
Tempo em que revivemos o carinho de nossos pais, o aconchego da família e todas as pessoas queridas que marcaram positivamente nossas vidas.
Feliz Natal!

A melhor sensação da vida interior é a capacidade de sentir as coisas mais simples. Para isso é preciso serenidade e uma incansável busca do desejo espiritual.
Dia após dia, centrar os pensamentos nos anseios e aspirações, sem distrações, sem que a ilusão nos afaste do caminho.
Calcular sempre a que altura estão os nossos ideais. Não recuar diante dos obstáculos e dificuldades. Buscar a própria superação cada vez com mais coragem para enfrentar os desafios do novo.
Buscar o melhor para nós, a cada nova oportunidade, com confiança e tranquilidade. Assim, estaremos sempre um passo a frente.
Podendo ir cada vez mais longe, e alcançar nosso objetivo, pois a Divina Providência coopera com a evolução de todas as almas.

A noite tem seu brilho nostálgico.
Um sentimento me assombra...
Saudade!
Anjo da noite...
Sinto tua presença...
Silenciosamente,
você me guarda,
protege...
Distante,
me rodeia...
Me acompanha...
Sinto os pelos do meu corpo,
se arrepiar com a brisa da noite!
Fecho os olhos...
Seu olhar me envolve a alma...
Sinto seu abraço!
Minh'alma desnuda...
Tenho você ao meu lado.
Seu pensamento me envolve,
como a noite!
Me sinto amada!
Sinto seu cheiro...
Enlouqueço...
Preciso ter você aqui comigo!
Anjo dos meus sonhos!
Você é real!

O que vai na marmita...
O que vai na marmita do trabalhador? Na marmita, vai arroz e vai feijão. Com certa sorte, farofa ou macarrão, e talvez couve, talvez ovo, talvez uma mistura diferente uma surpresa, um presente.
Na marmita vai um certo amargor: o travor da submissão, os ossos da servidão, a enorme fome da liberdade utópica, do inexequível lazer, do que há por fazer, das horas na condução, da inatingível satisfação.
O que mais vai na marmita do trabalhador? Na marmita, além do arroz e do feijão, vai também um certo dulçor: Um gosto de paz e de amor. o tempero da casa, a sensação do descanso, a lembrança do sossego das horas passando mais devagar. a saudade dos filhos, reminiscências de alegria, recordações de inocência.
A marmita leva ainda a ternura caprichosa da mulher, o afeto carinhoso no preparo da boia. E durante a refeição, Na meiga imagem da companheira a marmita é cúmplice faceira, e leva o prazer em sobejo: em cada ingrediente um desejo, em cada garfada um beijo!

Corpo que em noite quente
Desnudo vem descansar
Ao lado de um outro corpo
Que o está a esperar
Logo o desejo se apresenta
Na curiosidade de um explorador
Que quer através de seus carinhos
Despertar no outro corpo o amor
Incansáveis aceleram os gestos
E entre gemidos de puro prazer
Fazem vir a tona num doce beijo
Tudo que suas almas queriam esconder
Ritmo marcado em música surda
Onde o balanço vem lembrar o mar
Que em ondas de suor salgado
Lava os corpos, deixando seu cheiro no ar
E assim as horas vão passando
Substituindo o sono por luxuria e prazer
Onde os dois corpos se fundem e se completam
Querendo apenas a paixão viver.