Certa vez um grupo de amigos se reuniu para uma caminhada na selva. Iniciaram uma caminhada de quase 20 km, iniciando a jornada logo pelo amanhecer.
No meio da manhã, o grupo se deparou com um trecho abandonado de estrada de ferro. Cada um deles, na sua vez, tentava andar pelos trilhos que eram muito estreitos.
Mas após alguns passos inseguros eles perdiam o equilíbrio e caíam. Depois de observar um após outro caírem, dois deles propuseram aos demais uma aposta surpreendente.
Disseram que poderiam andar o trecho inteiro sem cair sequer uma vez. Os outros meninos riram e disseram: - Impossível, vocês não vão conseguir!...
Desafiados a cumprir a promessa, os dois meninos subiram nos trilhos, cada um ficou em um dos trilhos paralelos, e simplesmente estenderam o braço um em direção ao outro e deram as mãos para equilibrar-se... e assim andaram com toda estabilidade pelo trecho inteiro, sem dificuldades.
Essa pequena história mostra que trabalho em equipe começa dando-se as mãos!
Mostra o quanto a criatividade e o senso de cooperação podem contribuir para solucionar os problemas que enfrentamos seja na empresa ou em nossa vida pessoal.
É otimista, feliz, sorridente. É sábio, inteligente, e raciocina antes de falar qualquer coisa, evitando passar informações deturpadas. Está sempre disposto a perdoar e compreender em qualquer situação. Jamais se deixa acomodar pela vida e se desdobra para trabalhar cada vez mais. Jamais fica ressentido, nem chora quando é magoado. Não guarda raiva, rancor ou ressentimento. Não se entristece por qualquer razão. Não sente solidão, sabe conversar com sua voz interior, procurando o tempo todo estar em sintonia com o amor. Nunca aceita sugestões negativas. Nunca tem medo da morte, de doenças, de ficar pobre ou sem dinheiro. Passa seu tempo livre como se fosse uma criança alegre e bem disposta. Policia seus pensamentos e procura analisar cada um deles. Procura sair, passear, dançar, ir a um bom teatro, restaurante. Vê tudo à sua volta como se fosse um processo de autoconhecimento.
Você é mais que meu irmão mais velho, é meu ídolo! Nunca vou esquecer todas os momentos maravilhosos que passamos juntos desde que me lembro de existir.
Sua proteção nunca foi demais, foi suficiente, e seus ensinamentos continuam a ser passos de sábio que dou na vida. Você é tudo para mim – tudo! Todos os meus sorrisos dependem de seu bem-estar. Te adoro, meu irmão!
Sem dó e assim
Tu ficas a brincar
Beijas-me e mente
Sem querer importar,
Se os olhos se fecham,
Ficam somente
Depois a chorar.
Por ti, que me engana
E ainda reclama
Da suposta traição.
Mas por que te trair,
Se só vivo a sentir
Por ti a paixão?
Que dói na saudade,
Tu não tens piedade
De me enfeitiçar...
Vivo agora na dor,
Pois não tenho teu amor
Para me consolar
Duas coisas enchem a alma de admiração e de respeito sempre renovados e que aumentam à medida que o pensamento mais vezes se concentra nelas: acima de nós, o céu estrelado; no nosso íntimo, a lei moral. Não é necessário buscá-las e adivinhá-las como se estivessem ofuscadas por nuvens ou situadas em região inacessível, para além do meu horizonte; vejo-as ante mim e relaciono-as imediatamente com a consciência da minha existência. A primeira, a partir do lugar que ocupo no mundo exterior, estende a relação do meu ser com as coisas sensíveis a todo esse imenso espaço onde os mundos se sucedem aos mundos e os sistemas aos sistemas e a toda a duração ilimitada dos seus movimentos periódicos. A segunda parte do meu invisível eu, da minha personalidade e do meu posto num mundo que possui a verdadeira infinitude, mas no qual o entendimento mal pode penetrar e ao qual reconheço estar vinculado por uma relação não apenas contingente, mas universal e necessária (relação que também alargo a todos esses mundos visíveis).
Numa, a visão de uma infinidade de mundos quase aniquila a minha importância, na medida em que me considero uma criatura animal que, depois de ter (não se sabe como) gozado a vida durante um breve lapso de tempo, deve devolver a matéria de que é formada ao planeta em que vive e que não é mais do que um ponto no universo. Pelo contrário, a outra ergue infinitamente o meu valor como inteligência, mediante a minha personalidade, na qual a lei moral me revela uma vida independente da animalidade e até de todo o mundo sensível, pelo menos na medida em que podemos julgá-lo pelo destino que esta lei consigna à minha existência, e que, em vez de ser limitada às condições e aos limites desta vida, se alarga até ao infinito.
Immanuel Kant