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Em lamentável indiferença, muitas pessoas esperam pela morte do corpo, a fim de ouvirem as sublimes palavras do Cristo.

Não se compreende, porém, o motivo de semelhante propósito. O Mestre permanece vivo em seu Evangelho de Amor e Luz.

É desnecessário aguardar ocasiões solenes para que lhe ouçamos os ensinamentos sublimes e claros.

Muitos aprendizes aproximam-se do trabalho santo, mas desejam revelações diretas. Teriam mais fé, asseguram displicentes, se ouvissem o Senhor, de modo pessoal, em suas manifestações divinas. Acreditam-se merecedores de dádivas celestes e acabam considerando que o serviço do Evangelho é grande em demasia para o esforço humano e põem-se à espera de milagres imprevistos, sem perceberem que a preguiça sutilmente se lhes mistura à vaidade, anulando-lhes as forças.

Tais companheiros não sabem ouvir o Mestre Divino em seu verbo imortal. Ignoram que o serviço deles é aquele a que foram chamados, por mais humildes lhes pareçam as atividades a que se ajustam.

Na qualidade de político ou de varredor, num palácio ou numa choupana, o homem da Terra pode fazer o que lhe ensinou Jesus.

É por isso que a oportuna pergunta do Senhor deveria gravar-se de maneira indelével em todos os templos, para que os discípulos, em lhe pronunciando o nome, nunca se esqueçam de atender, sinceramente, às recomendações do seu verbo sublime.

E por que me chamais Senhor,
Senhor, e não fazeis o que eu digo?
- Jesus.

Bíblia

No silêncio do meu quarto
Tudo fica tão triste
Me sinto tão sozinha
Mas sei que você existe
Não são pensamentos fúteis
É a mais sincera verdade
Queria tanto te ter nos meus braços
E matar a minha vontade
Beijar a sua boca
Te amar loucamente
Te envolver em meus carinhos
Te querer eternamente
E desse beijo sentir o gosto
Gosto úmido do querer
Esses lábios que me beijam
E me faz enlouquecer
O meu corpo quer o seu
O meu amor quero te dar
Te matar só de desejos
Não me deixe a esperar

Celi Luzzi

Um menino com voz tímida e os olhos de admiração, pergunta ao pai quando este retorna do trabalho:
- Pai, quanto o Sr. ganha por hora?

O pai num gesto severo responde:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora.

A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora.
- Então papai, o Sr. poderia me emprestar um real?

O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!

Já era noite quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez quem sabe o filho precisasse comprar algo.

Querendo descarregar sua consciência doída, foi até o quarto do filho e em voz baixa, perguntou:
- Filho, você está dormindo?
- Não papai - respondeu sonolento o menino.
- Olha, aqui está o dinheiro que você me pediu. Um real.
- Muito obrigado papai! - Disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama.
- Agora já completei, papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora do seu tempo?

Pode a distância que nos separa tornar os meus dias mais tristes, mas ela não destrói o sentimento apaixonado que eu tenho por você. A cada manhã acordo e sei que sou abençoada por ter um amor que vence qualquer adversidade.

Hoje as saudades vão apertar, como sempre aconteceu desde que você partiu. E eu, vou continuar batalhando, para que tudo o que nos uniu continue prevalecendo.

Tenha um ótimo dia, meu amor!

Um amor verdadeiro será sempre eterno; o relacionamento pode até acabar, mas o sentimento jamais desaparece por completo.