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Que exultante alegria eu senti quando soube da sua existência; que inexplicável explosão de emoções me dominou quando me disseram que minha neta em breve viria ao mundo!

Hoje todos esperamos ansiosos pela sua chegada. Eu conto os segundos e me desespero de ansiedade e impaciência, pois tanto desejo conhecer seu rostinho que a todos nós virá iluminar de alegria e amor.

Você ainda está para chegar, minha netinha, mas não imagina como já é profundamente amada.

O vento frio desta tarde de outono me faz lembrar de ti, minha encantadora namorada. A tua lembrança provoca-me uma saudade louca, o meu instinto aponta na tua direção e faz brotar a grande vontade de estar contigo.
Procuro então ficar tranquilo e curtir a tua ausência, na esperança de que logo estaremos juntos. E faço minhas as palavras do poeta Vinícius de Moraes: Que é pra acabar com esse negócio de viver longe de mim. Não quero mais esse negócio de você viver assim. Vamos deixar desse negócio de você viver sem mim.
A saudade faz o coração bater acelerado, quando se aproxima o dia de nos revermos. Os ponteiros do relógio ficam lentos e espero ansioso o momento de encontrar-te. Ah, quanto nos amamos! Tu sabes que sou aquele que te quer muito, e que sofre na tua ausência. Esta é a vida de quem está apaixonado.
A ânsia de ficar juntos é a prova de que somos almas gêmeas à procura um do outro, na busca do prazer e da alegria de viver.

Nos meus cadernos de escola Na minha mesa e nas árvores Na areia e na neve Escrevo teu nome
Em cada página lida Em cada página em branco Pedra, sangue, papel ou cinza Escrevo teu nome
Nas imagens douradas Nas armaduras dos guerreiros Na coroa dos reis Escrevo teu nome
Na floresta e no deserto Nos ninhos e nas festas Nas lembranças da minha infância Escrevo teu nome
Nas maravilhas das noites No pão branco da alvorada Nas estações enlaçadas Escrevo teu nome
Nos meus retalhos de azul No charco que é sol mofado No lago que é lua viva Escrevo teu nome
Nos campos e no horizonte Nas asas dos passarinhos No moinho das sombras Escrevo teu nome
Em cada sopro de aurora Na água do mar em cada navio Na montanha desvairada Escrevo teu nome
Na espuma das nuvens No suor das tempestades Na chuva espessa e enfadonha Escrevo teu nome
Nas formas resplandecentes No carrilhão das cores Na simples verdade concreta Escrevo teu nome
Nos atalhos revelados Nos caminhos desdobrados Nas praças transbordantes Escrevo teu nome
Em cada luz que se acende Em cada luz que se apaga Nas minha coisas reunidas Escrevo teu nome
No pomo partido ao meio De meu espelho e meu quarto No meu leito concha vazia Escrevo teu nome
No meu cão faminto e meigo Nas suas orelhas atentas Na sua pata canhestra Escrevo teu nome
Na soleira da minha porta Nas coisas da minha casa Nas ondas do fogo sagrado Escrevo teu nome
Em toda carne possuída Na fronte de meus amigos Em cada mão estendida Escrevo teu nome
Na vidraça das surpresas Nos lábios esperançosos Muito acima do silêncio Escrevo teu nome
Nos meus refúgios destruídos Nos meus faróis destroçados Nas paredes do meu tédio Escrevo teu nome
Na ausência sem mais desejos Na solidão toda nua Em cada degrau da morte Escrevo teu nome
Na saúde que voltou No perigo que passou Na esperança sem saudade Escrevo teu nome
E ao poder de uma palavra Reconheço a minha vida Nasci para te conhecer E para te amar Liberdade

Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si. Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, agora vai sarar". E todos os noves competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos...

Talvez os atletas fossem deficientes mentais, mas com certeza, não eram deficientes espirituais... Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos...

A vida é muita curta pra viver o mesmo dia duas vezes, pra ficar repetindo as mesmas palavras. A vida e muito curta pra adiar os sonhos, ou simplesmente pra desistir deles. Nunca guarde uma palavra, uma lágrima, uma viagem, um abraço, um pedido de desculpa, um beijo, um sorriso, um amor pra amanhã. Porque simplesmente a sua vida está acontecendo hoje. O amanhã ainda e só uma promessa que pode ou não acontecer.