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Queria um abraço hoje!
De repente deu vontade de um abraço.
Uma vontade de entrelaço, de proximidade... De amizade, sei lá...
Talvez um aconchego que enfatize a vida e amenize as dores...
Que fale sobre os amores, que seja teimoso e ao mesmo tempo forte.
Deu vontade de poder rever saudade de um abraço.
Um abraço que eternize o tempo e preencha todo espaço, mas que faça lembrar do carinho, que surge devagarzinho da magia da união dos corpos, das auras... Sei lá...
Lembrar do calor das mãos acariciando as costas a dizer.. "estou aqui.
Lembrar do trançar dos braços envolventes e seguros afirmando "estou com você"...
Lembrar da transfusão de forças com a suavidade do momento.. sei lá.. Abraço... Abraço... Abraço... Abraço... Abraço... Abraço... Abraço... Abraço... Abraço...
O que importa é a magia deste abraço!
A fusão de energia que harmoniza, integra tudo, e que se traduz no cosmo, no tempo e no espaço.
Só sei que agora deu vontade desse abraço!
Que afaste toda e qualquer angústia.
Que desperte a lágrima da alegria, e acalme o coração...
Que traduza a amizade, o amor e a emoção.
E para um abraço assim só pude pensar em você... Nessa sua energia, nessa sua sensibilidade que sabe entender o porquê... Dessa vontade desse abraço.

Mãe é amor, carinho e proteção. Mãe é tudo o que há de bom. Dedico a todas as mães e futuras mães:

No tecido da história familiar, as mãos de minha mãe reforçaram as costuras para nos protegerem de qualquer empurrão da vida.

As mãos de minha mãe uniram com um alinhavo as partes do molde sem esquecer que cada uma é diferente da outra e que juntas fazem um todo
como a família.

As mãos de minha mãe fizeram bainhas para que pudéssemos crescer para que não nos ficassem curtos os ideais.

As mãos de minha mãe remendaram os estragos para voltarmos a usar o coração sem fiapos de ressentimentos.

As mãos de minha mãe juntaram retalhos para que tivéssemos uma manta única
que nos cobrisse.

As mãos de minha mãe seguraram presilhas e botões para que estivéssemos unidos e não perdêssemos a esperança.

As mãos de minha mãe aplicaram elásticos para nos podermos adaptar
folgadamente às mudanças exigidas pelos anos.

As mãos de minha mãe bordaram maravilhas para que a vida nos surpreendesse com as suas contínuas dádivas de beleza.

As mãos de minha mãe coseram bolsos para guardar neles as moedas valiosas das melhores recordações e da minha identidade.

As mãos de minha mãe, quando estavam quietas, zelavam os meus sonhos para que alimentassem os meus ideais com o pó das suas estrelas.

As mãos de minha mãe seguraram-me com linhas mágicas, quando entrava na vida para começar a vesti-la!

As mãos de minha mãe nunca abandonaram o seu trabalho. E sei muito bem que hoje, onde estiverem, fazem orações por mim.

E eu... Eu beijo-as como se recebesse bênçãos.

É conquistar mundos com coragem de guerreiro! Ser homem é carregar no peito a força dos mares, no coração as lágrimas do impossível. É ser capaz de abraçar sem medo, de gritar à vida que o sol é de todos.

Ser homem é ser grande! É confortar e é amar; é paz e é singularidade. É, num afago, acalmar qualquer dor; num olhar só, distribuir mapas que indicam todos os caminhos do amor. Ser homem é carregar o mundo nas costas com sorriso de orelha a orelha!

Certa vez, há muito tempo atrás, um pequeno caule de parreira estava muito alegre por estar vivo. Bebia água e minerais da terra e cresceu e cresceu. Era jovem e forte e pode se arranjar bem... Tudo por conta própria.
Mas então, o vento foi cruel, a chuva foi hostil, com a neve não tinha nenhum acordo, e o pequeno caule de parreira sofreu. Ele ficou caído, frágil e sofrido. Seria bem mais fácil parar de tentar crescer, parar de tentar viver. E o caule de parreira estava infeliz! O inverno seria longo e o caule estava cansado.
Mas então o pequeno caule de parreira ouviu uma voz. Era outro caule de parreira chamando por ele... – Aqui, estique-se... Pendure em mim. Mas o caule hesitou.
– O que isto queria dizer? Ele pensou. Pois veja você, o pequeno caule sempre tinha se virado bem... Tudo por conta própria.
Mas então, muito cautelosamente, se esticou em direção do outro caule de parreira. – Veja, posso ajudá-lo, o outro disse. Apenas se enrosque em mim e eu o ajudarei a se levantar.
E o pequeno caule confiou... E repentinamente pode ficar reto outra vez.
O vento veio... E a chuva... E a neve, mas quando vieram, o pequeno caule de parreira se agarrava a muitos outros caules. E embora os caules fossem sacudidos pelo vento e congelados pela neve, eles se mantinham fortemente unidos um ao outro. E em sua incansável força... Puderam sorrir e crescer.
E então, um dia, o pequeno caule de parreira olhou para baixo e viu um minúsculo caule, oscilando, assustado. E nosso pequeno caule de parreira disse, – Aqui, pendure-se em mim... Eu o ajudarei.
E o outro caule alcançou nosso caule de parreira, e junto todos os caules cresceram.
Folhas brotaram... Flores surgiram... E finalmente, uvas se formaram. E as uvas alimentaram a muitos. Foi preciso apenas que os caules se ajudassem.

Obrigado por fazerem do aprendizado não um trabalho, mas um contentamento. Por fazerem com que nos sentíssemos pessoas de valor. Por nos ajudarem a descobrir o que fazer de melhor e, assim, fazê-lo cada vez melhor.
Obrigado por afastarem o medo das coisas que pudéssemos não compreender, levando-nos, por fim, a compreendê-las... Por resolverem o que achávamos complicados... Por serem pessoas dignas de nossa total confiança e a quem podemos recorrer quando a vida se mostrar difícil... Obrigado por nos convencerem de que éramos melhores do que suspeitávamos.
Feliz Dia dos Professores!