Solidão entraste em minha vida
Sem pedir licença me deixou assim
Porque?
O que fiz?
Mas estou salva
Alguém veio me tirar de suas garras
Impiedosa
Essa pessoa chamo de amigo
E é a ele que agradeço
Por tudo
Por sua amizade por meus sonhos
Sonhos que realizei
Pelo menos um momento.
Prefiro viver um minuto com você
Do que jamais ter te conhecido
Posso ter entrado em sua vida assim
Por acaso
Ou por outras coisas
Mas o que importa?
Somos amigos ou não?
Não sabes o significado que tens em minha vida.
Como posso dizer que
És meu amigo
Se que tudo o que escrevo não vale
Mais do que meu coração
Deixo uma lágrima escorrer
Para tentar decifrar o mistério da amizade.
Você meu amigo.
Agradeço por pequenas conversas
Mas que ajudam em minha vida
O amor respira através do riso. Quando o amor permanece brincalhão, um divertimento, uma alegria, ele cresce.
Cresce ao infinito, mas o caminho tem que ser percorrido com o riso.
E para permanecer no riso, é preciso entender muitas coisas. Devemos rezar para Deus pedindo apenas uma coisa: ajuda-me a permanecer sempre na surpresa. Deixa-me ser surpreendido todos os dias, todos os momentos de minha vida.
Então há riso, então há alegria. Na alegria e no riso, o amor cresce — é o solo perfeito para o amor.
Em meu modo de ver, o amor cresce no riso e, se o amor e o riso chegam a um ponto de encontro, a uma síntese, isso acontece automaticamente. Se ambos ficam bastante tempo juntos e permanecem íntimos, logo a distinção desaparece: absorvem-se um no outro.
Quando o amor e o riso se absorvem, há oração — nasce a oração. A oração é a transformação alquímica do amor e do riso.
A oração não pode nunca ser séria, porque vem do amor e vem do riso.
Osho
Deixem-me contar-lhes uma parábola.
Vocês conhecem aquelas casas de madeira, de tábuas largas, com fendas e gretas pelas quais costumam cair, debaixo do assoalho um espelhinho, um pente, uma moeda, um botão, uma miçanga, mil coisas assim, que ficam lá embaixo, na escuridão.
Os meninos antigos gostavam de deitar-se no chão e ficar olhando pelas gretas o velho porão escuro.
Quando um raio de sol penetra lá embaixo, brilham coisas esquecidas e perdidas, pequenas ninharias que se acumulam anos a fio.
Mas se um dia caísse uma joia, então dava-se a descida ao mundo maravilhoso do "debaixo do assoalho".
Os meninos entravam e era uma festa para os olhos e para o coração: centenas de coisinhas perdidas e reencontradas: – Aquela bolinha de vidro de cor. – Aquele alfinete dourado. – Oh!, aquela pedrinha que brilha!
Eram mil surpresas escondidas, acumuladas, perdidas anos a fio e que a casualidade de uma joia caída fizera redescobrir.
Pois bem amigos, a vida de família é como o fundo do assoalho, com mil pequenas alegrias e carinhos, com mil momentos de ternura, que vão caindo pelas gretas do tempo e do dia, e se vão esquecendo no fundo da vida.
A gente costuma perder esta beleza toda pelo cansaço, pelo hábito, onde as pequenas atenções, o dizer bom dia, boa noite, onde o carinho pelos pais, pelos irmãos, pelos filhos, tornam-se miçangas caídas nas gretas da vida...
Mas um dia como esse pode ser uma ocasião de choque, de lembranças mais vivas do que foram as coisas.
Talvez seja o dia de tirar as tábuas do assoalho, do redescobrir com alegria as pequenas coisas indispensáveis para o tempo de amor, da vida em família...
O que vai na marmita...
O que vai na marmita do trabalhador? Na marmita, vai arroz e vai feijão. Com certa sorte, farofa ou macarrão, e talvez couve, talvez ovo, talvez uma mistura diferente uma surpresa, um presente.
Na marmita vai um certo amargor: o travor da submissão, os ossos da servidão, a enorme fome da liberdade utópica, do inexequível lazer, do que há por fazer, das horas na condução, da inatingível satisfação.
O que mais vai na marmita do trabalhador? Na marmita, além do arroz e do feijão, vai também um certo dulçor: Um gosto de paz e de amor. o tempero da casa, a sensação do descanso, a lembrança do sossego das horas passando mais devagar. a saudade dos filhos, reminiscências de alegria, recordações de inocência.
A marmita leva ainda a ternura caprichosa da mulher, o afeto carinhoso no preparo da boia. E durante a refeição, Na meiga imagem da companheira a marmita é cúmplice faceira, e leva o prazer em sobejo: em cada ingrediente um desejo, em cada garfada um beijo!
Atingimos uma nova etapa na vida, meu amor! Vinte e cinco anos de casamento feliz, de amor e paz sem igual. Felicitações!
Agora vou ficar aguardando ansiosamente a chegada das bodas de ouro, porque tenho certeza que juntos tudo vira possibilidade. Estes foram os melhores anos da minha vida! Por favor, continue me fazendo sentir a mulher mais realizada do mundo. Eu te amo, meu amor!