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Meu Deus, eu Te agradeço de coração por nunca me esqueceres, sejam quais forem as circunstâncias. Tenho sentido tua mão protetora em todos os momentos e isso é reconfortante e essencial para nunca desistir.

Peço que me ajudes a continuar de pé e a ser sempre leal às tuas leis. Sinto uma grande dívida de gratidão por receber tanto da tua parte e tudo que quero é retribuir através de minha sincera obediência.

Amor, um ano se passou. Parece muito mais tempo, mas hoje fazemos Bodas de Papel. É engraçado, mas simboliza a nossa união perante a Deus e aos homens. Me sinto uma pessoa completa ao seu lado. Te amo sempre, e cada dia mais.

Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Era meu amigo, leal companheiro e confidente Com quem eu conversava de forma transparente Sem reservas e tão cheia de confiança...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Você que me fez de novo ser criança Levando-me de volta à longínqua infância Suscitando o extravasar do meu "porão"...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que soube sondar como ninguém meu coração Que ocupou espaços vazios e me fez plena Que me refletiu e fez a vida valer a pena...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que era todo o meu entusiasmo e inspiração Que fez nascer rascunhos em verso e prosa Que soube despertar a mulher amorosa...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que sempre, sempre se importou comigo Que nunca me negou o ombro amigo Na hora dos meus impasses, dúvidas, aflição...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? A quem, do Sousa, eu enviava um hino E na troca, da Amália, eu recebia um fado Em doces permutas, tão do nosso agrado...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? De cuja amizade eu tanto me orgulhava Pelo seu modo de ser que eu tanto adorava E como joia rara, no peito eu te guardava...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que silenciou de repente qual se tivesse morrido Ou será que fui eu que morri (em ti) sem ter percebido Procurando-te em vão, entre lágrimas e gemidos...
Mas, homem, noto agora que já estou meio morta Apesar do derradeiro rascunho, você já não me importa Porque na verdade, você nunca existiu Foi tudo engodo, miragem, alucinação Porque amigos verdadeiros não nos deixam na mão E mesmo que tenham que ir embora Pelos ditames do destino e pelo apelo da hora, Avisam-nos da partida, deixando uma doce saudação...

O amor maduro não é menor em intensidade. Ele é apenas quase silencioso. Não é menor em extensão. É mais definido, colorido e poetizado.
Não carece de demonstrações: presenteia com a verdade do sentimento. Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes.
O amor maduro somente aceita viver os problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer. Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto ilusão. Basta-se com o todo do pouco. Não precisa nem quer nada do muito.
Está relacionado com a vida e a sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso. É feito de compreensão, música e mistério.
É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança. O amor maduro não disputa, não cobra, pouco pergunta, menos quer saber.
Teme, sim. Porém, não faz do temor, argumento. Basta-se com a própria existência. Alimenta-se do instante presente valorizado e importante porque redentor de todos os equívocos do passado.
O amor maduro é a regeneração de cada erro. Ele é filho da capacidade de crer e continuar, é o sentimento que se manteve mais forte depois de todas as ameaças, guerras ou inundações existenciais com epidemias de ciúme.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa. Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois.
Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados cheios de sementes. Ele não pede, tem.
Não reivindica, consegue.
Não persegue, recebe.
Não exige, dá.
Não pergunta, adivinha.
Existe, para fazer feliz.
Só teme o que cansa, machuca ou desgasta.

A raiva não é um sentimento muito fácil de ser controlado, ela tem o poder de elevar nossas emoções ao máximo e abrir as portas para atitudes indesejáveis. Não liberá-la de forma saudável pode gerar uma aglutinação de muitos outros sentimentos, como o ódio e o rancor, diminuindo cada vez mais as chances de ter tudo bem resolvido.

Libertar a sua mente deste sentimento é imprescindível, mas antes de qualquer coisa é necessário ter sempre a certeza que tomar uma atitude com as emoções afloradas, muito provavelmente causará um futuro arrependimento.

É muito importante que consiga olhar para o acontecimento que gerou a raiva com outros olhos, tentando perceber que a culpa nem sempre está direcionada apenas a uma pessoa. Mas se mesmo assim não conseguir se libertar, não deixe este sentimento consumir você sem ao menos tentar.

Se não conseguir afastar a raiva sozinho, procure alguém que confie e de preferência não esteja de forma alguma envolvido, perceber outra visão sobre o problema pode fazer com que enxergue mais amplamente. Independentemente do método utilizado, o mais importante é não deixar de modo algum que a raiva tome a frente das suas atitudes e comande as emoções que você estiver vivendo.