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O OTIMISTA tem consciência de sua origem divina, aceita a vida com gratidão e se identifica com tudo o que é bom, belo, justo, nobre, harmonioso.
O otimista tem uma personalidade atraente. É ativo, afetuoso, cordial, alegre, produtivo. Tem espírito fraterno, coração generoso, é inabalável. Tem caráter nobre.
O entusiasmo é uma constante em sua vida. Ele está sempre desenvolvendo suas qualidades e aptidões: deixa rastros de luz e bons exemplos por onde passa.
É amigo da ordem e do progresso. Vê no trabalho uma demonstração de afeto e o melhor caminho para suas realizações.
O PESSIMISTA ignora sua filiação com o Criador e desconhece que, em seu íntimo, há um potencial ilimitado de força que podem ser usadas livremente em seu benefício e no de terceiros.
O pessimista inverte os valores que Deus lhe dá. Por isso, toma atitudes negativas, enxergando tudo como um mal.
Está sempre prevendo dores e pesares. É apático, indolente, indeciso, triste e improdutivo. Tem inveja de quem prospera e de quem contribui para o progresso.
Enquanto ele não desperta para a grande realidade, fica à margem da estrada, sem usufruir as alegrias da Vida.

Uma boa tarde para todos vocês!

O sopro do vento esfria as noites,
mas as tardes continuam mornas,
e o mar espraia-se preguiçoso
nas pedras estendidas da praia.

Paisagem que reflete a vida,
encurta os dias, amplia as noites
e a vida como uma leve pluma,
com a brisa segue meio perdida.

Amarelecidas agora rolam as folhas
no chão de uma paisagem outonal,
as árvores nuas, sem mais flores,
são serenas sombras no madrigal.

Como uma réstia de sol no mar,
faz-se da vida um entardecer,
Folhas e flores vão descansar,
os sonhos serão um rio a correr.

Sônia Schmorantz

Era uma vez um cego sentado na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer.
Era em Paris!
Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito:
"Por favor, ajude-me, sou cego".

Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem re-escreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.

O publicitário respondeu:
"nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.

O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"É primavera em Paris, mas eu não posso vê-la".
E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam...

Moral da história:
Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas.
É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicarmos...
Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai tocar ao coração?

Nunca é tarde demais para mudar o que está mal na sua vida. Enquanto você puder sonhar, existirá sempre uma chance para alterar o rumo dos acontecimentos.

Se há algo que faz você infeliz, largue isso agora. Se existem obstáculos no seu caminho, siga noutra direção. O importante é não deixar morrer a esperança de que tudo pode ser diferente.

Hoje, o dia é de oração! É tempo de encarar a realidade da vida, o ciclo do tempo e aceitar que quem parte, só perde o corpo.

São inúmeras lembranças, vozes e imagens infinitas que invadem o pensamento e fazem chorar o coração apertado de saudade. Mas sobra a paz, aquela paz que é tão urgente para quem vai e para quem fica tentando entender a lógica da vida. Até um dia!