Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

A muito tempo no Japão antigo existia um Velho Samurai que morava em um pequeno vilarejo, seu nome era Hatori Hanzo. Foi um grande general do imperador lutou inúmeras batalhas e guerras. Mas agora, estava velho e decidiu se ausentar já que não havia mais guerras e seu país estava em paz, neste vilarejo ele ensinava a arte de combate aos jovens e era respeitado e admirado por todos.

Certo dia chega um samurai mais jovem neste vilarejo procurando por Hanzo, sabendo que ele era um lendário samurai lança o desafio:

- Então você é o lendário Hatori Hanzo, não passa de um velho mas vim aqui desafiá-lo.

O velho samurai aceitou o desafio e ao amanhecer do dia seguinte foi ao centro do vilarejo onde estava seu desafiante, que arrogantemente blasfemou, xingou, cuspiu e ofendeu Hanzo.

O velho apenas ficou ajoelhado sem se mover ou dizer algo e sem se desviar das pedras que o seu desafiante atirava em sua direção. Logo entardeceu e todos estavam espantados pois "o lendário Hatori Hanzo estava com medo?!"

Depois de horas o jovem e arrogante samurai deu as costas frustrado e foi embora se vangloriando de uma vitoria que não existia.

Um dos jovens alunos de Hanzo se aproximou e perguntou:
- Mestre, o senhor poderia tê-lo vencido com apenas um golpe e ter calado aquele verme, por que ficou calado imóvel sem revidar?

Com um olhar paciente e um sorriso Hatori Hanzo respondeu ao seu aluno:
- Se alguém lhe oferecer um presente e você não aceitar, a quem o presente pertence?

O aluno responde:
- Ele pertencerá a ninguém mais do quem me ofereceu.

- Exato - responde Hanzo
- O mesmo acontece com alguém que te insulta, blasfema, xinga...se você não aceitar isto tudo retorna a quem lhe ofereceu.

Moral: A honra não está em vencer seu oponente com apenas um golpe, mas sim em ensinar-lhe a disciplina e o respeito através de superioridade moral. A maior batalha é aquela que não acontece.

De tanto desejo que tenho em ter você do meu lado, por vezes acabo por deixar que meus ciúmes falem mais alto. Fico desconfiando e acabo sempre pedindo justificações, quando eu própria sei que você me é leal.

Peço desculpa por minhas atitudes, é tudo fruto desta minha paixão. Quero controlar este sentimento no futuro, porque você merece toda minha confiança.

Você sabia que o Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.

É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Desde o século 1o, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4o, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5o, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.

Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de Novembro, porque no dia 1o de Novembro é a festa de Todos os Santos.

O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

BRAVO COMPONENTES.

Eu o via todo o dia, todos os dias, a todo o momento. Mas em nenhum desses instantes eu o sentia perto. O coração não se agitava mais como antes e já não sentia o ardor que secava a garganta. Tudo era rotina. A rotina que escolhemos e que agora nos afastava. Palavras mecânicas, ditas por dizer, sem o mínimo de sentimento e por vezes sem sentido também.

Olho para trás e me questiono quando tudo começou. Em que momento caímos neste precipício que nos vai destroçando antes de embatermos no chão. Mas ele não reage a estas perguntas e tomara eu também poder responder. Nossa presença agora é mera sombra e hoje solitária vagueio pela casa.

Tão perto, mas também tão longe. Tão presente, e ao mesmo tempo tão ausente. Aprendi que o amor não se mede por distâncias, mas na profundidade que ele provoca em cada um.

Chega uma hora, em que você entende que o que as pessoas falam, é só o que elas falam. E não o que você é. Não atinge, não incomoda, não ofende. Porque você só se culpa, se sua consciência permitir. E se ela está tranquila, qualquer tipo de ataque alheio, é o mesmo que nada.
Aí você aprende que cada um oferece o que tem. E você para de revidar, de se preocupar, de se abalar com julgamento de quem vive de mal com a vida. Você percebe que atrai o que transmite, e passa a usar seu tempo só com quem te faz bem. E aí, fica em paz.
Porque a gente ganha uma briga, quando 'foge' dela.