CHEGOU O MÊS DE JUNHO...
MUITA PIPOCA, RAPADURA E PINHÃO.
CHEGOU O MÊS DE JUNHO...
VIVA SÃO JOÃO.
PULA FOGUEIRA SEU JOSÉ, PULA FOGUEIRA SEU CHICÃO.
CHEGOU O MÊS DE JUNHO...
SÓ NÃO VALE SOLTAR BALÃO!
O tão esperado dia chegou. É hoje que vamos celebrar e oficializar a aliança de amor que existe entre vocês. Para quem acompanhou a história de perto, sabe que este momento é mais esperado do que o final feliz de uma novela, porque é real, porque é lindo, e porque não há nada mais inspirador do que ver os sonhos se transformando em realidade.
Vocês que já são felizes, agora serão ainda mais, pois vão unir a felicidade de um à felicidade do outro e vão multiplicar por dias, meses e anos. Vocês são a prova viva de que amar vale a pena. E nós continuaremos aqui, acompanhando cada capítulo feliz desse amor, torcendo e vibrando com vocês, e participando dessa história com muito carinho e amizade.
Que essa união seja iluminada e abençoada, que nunca falte serenidade, paz e saúde! E que o amor mantenha vocês sempre unidos como hoje. Felicidades ao casal!
Desde muito tempo que temos a gratidão como um sentimento seletivo, onde apenas importa aquilo que nos traz muitos sorrisos. Agradecemos pelas conquistas, pelas alegrias e por tudo que acompanhar os bons sentimentos.
Esquecemos completamente que a vida é extremamente instável e por mais que tentemos diariamente, ainda não conseguimos viver um futuro completamente controlável. Tudo que nos rodeia influencia na forma de pensar, e especialmente como enxergamos a vida, o que poderia ser considerado absurdo antigamente, pode nos proporcionar hoje uma imensa alegria.
Nosso dia a dia é inconstante e por mais que fujamos desta realidade, é impossível escapar desta verdade. Quando passamos por um período mais difícil, onde sentimentos mais amargos estão em destaque, não entendemos que tal situação também pode ter um lado positivo, e não ficamos gratos pelos valiosos aprendizados.
Devemos transformar a nossa gratidão em um sentimento menos seletivo, englobando todos os momentos como algo positivo. O que pode gerar tristeza hoje também será relevante no futuro, e toda experiência de vida deve nos deixar imensamente gratos.
Agora que a chuva passou, que as nuvens escuras e pesadas que me faziam ficar cego foram embora, eu posso finalmente ver claramente que o sol vai voltar a brilhar.
O dia vai nascer amanhã novamente trazendo um arco-íris. O dia vai nascer radiante, o sol vai voltar a brilhar.
Eu sinto toda a dor e o aperto do meu peito irem embora. Todos os sentimentos ruins vão embora com as nuvens, vão desaparecer para dar lugar ao sol e à alegria.
Finalmente a luz do sol e o arco-íris pelo qual tanto rezei estão chegando em minha vida. A vida está trazendo o brilho do sol para mim!
Agora eu olho em volta e vejo apenas lindas e suaves nuvens brancas flutuando pelo azul do céu. Elas não trazem chuvas, nem raios ou trovões, elas trazem sonhos.
A chuva foi embora e todos os obstáculos da minha vida desapareceram. A vida me presenteou com a felicidade. E eu finalmente entendi que não há arco-íris sem antes haver chuva!
Era ano de 1494, a cidade era MILÃO, na ITÁLIA, Leonardo da Vinci deu uns passos para trás, contemplou o mural da Ultima Ceia que estava pintando, e suspirou.
Estava completo, com exceção das figuras de Cristo e de Judas. Onde encontrarei um semblante tão inocente e sublime que verdadeira-mente represente a Jesus? E onde encontrarei um rosto tão endurecido pelo pecado e engano, que possa representar a Judas Iscariotes? – refletiu ele.
Certa manhã, no coral de uma capelinha, Leonardo viu um jovem com um rosto tão inocente e sublime, que concluiu ter encontrado seu modelo para Jesus.
Durante vários dias o rapaz posou para o grande artista. Quando a figura de Jesus ficou concluída, o jovem olhou para a pintura. – Impressionante, não é? – disse o rapaz. – Como eu gostaria de ser mesmo semelhante a Ele! – Você pode – respondeu Leonardo – Simplesmente siga o seu exemplo.
Mas a obra de arte não estava concluída. Faltava ainda a figura de Judas. Leonardo caminhou pelas ruas da cidade à procura de uma face marcada pelas linhas da amargura e do remorso. Nenhum rosto era suficientemente depravado para servir de modelo a Judas.
Anos se passaram, e o mural continuava inacabado. Então, certa noite, no ano de 1498, Leonardo voltava para casa quando foi abordado por um pedinte.
Ao olhar para o rosto do homem maltrapilho, viu olhos inteligentes mas anuviados pelo remorso, e uma fronte marcada por anos de iniquidade. Acompanhe-me – disse Leonardo, com agitação. Vou dar-lhe alimento e cama por esta noite. Preciso pintar uma figura tendo-o como modelo. Pago bem.
Na manhã seguinte, o rude e maltrapilho mendigo sentou-se, enquanto Leonardo lhe pintava a face na forma de Judas. Terminado o trabalho, o mendigo contemplou a pintura pronta. Uma lágrima lhe rolou pelo rosto. Não me reconhece? – Chorou ele. – Sou a mesma pessoa que serviu de modelo para seu Cristo, anos atrás. Quem dera que eu tivesse seguido o seu conselho...