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Não é nada fácil esperar por aquilo que não depende da nossa interferência, principalmente quando se trata de um sonho que está prestes a ser realizado. Nesse caso, a ansiedade aumenta infinitamente, mas temos que manter o foco e administrar da melhor maneira possível esse encontro de vários sentimentos.

Mas já que a espera sempre se faz presente, o ideal é tirar o melhor proveito dela. Não adianta ser consumido pela ansiedade, isso só trará mais preocupações e pensamentos negativos totalmente indesejados. Liberte-se de tudo que trouxer infelicidade e ocupe sua mente apenas com aquilo que traz positividade.

Jamais se prenda a especulações e como será a sua vida com a partir daquele momento, tudo tem sua hora, e essa tortura definitivamente não trará benefício algum. A partir do momento que você se ver muito próximo de alcançar mais uma conquista, todo o resto fará parte das consequências e não adianta desperdiçar o seu presente com previsões contínuas sobre o futuro.

Abrace tudo que o faz feliz e o resto fica a cargo do tempo, que infelizmente não podemos controla-lo. O mais importante é relaxar a sua mente para receber as boas energias de mais um sonho realizado.

Durante muito tempo sufoquei no peito todo o sentimento que me consumia. Abafei suspiros e palavras que lhe queria dizer. Cobri os olhos e deles enxuguei lágrimas que preferi esconder de outros olhos. E por quê? Porque ainda te amo!

Hoje cheguei ao limite! Meu coração me ameaçou de morte caso eu continue escondendo de você meus sentimentos. Todo o meu corpo, minha alma, tudo o que sou, fui e vou ser, chamam por você, pois sem você a vida não existe!

Pensei que fosse mais fácil, que matar um amor fosse coisa simples e que qualquer um pode fazer. Mas como estava enganada! Meu amor por você não acabou, talvez tenha estado adormecido, talvez me tenha esquecido dele por algum tempo. Mas nunca morreu, nunca morrerá!

Ainda te amo! É verdade, e não sei o que fazer com tudo que sinto. Quero você de volta, quero nós dois de volta. Por favor, diga que também me ama ainda!

Elas se amontoaram diante da porta – duas crianças abandonadas em sujos casacos.
- Tem algum papel velho, senhora?
Eu estava ocupada. Eu quis dizer não – até que eu olhei para seus pés. Pequenas e gastas sandálias, ensopadas com a chuva. - Entrem e eu farei uma xícara de chocolate quente para vocês.
Não houve nenhuma conversa. Elas deixaram as marcas das sandálias encharcadas sobre a soleira e todo o chão da sala.
Eu as levei até a cozinha e lhes servi chocolate quente e torrada com geleia tentando fortalecê-las contra o frio do lado de fora.
O silêncio na cozinha me atravessava. A menina segurava a xícara vazia em suas mãos. O menino perguntou, - Senhora... Você é rica? - Se eu sou rica? Com certeza, não!
Eu olhei para minha surrada toalha sobre a mesa. A menina colocou sua xícara de volta ao pires – cuidadosamente. - Sua xícara combina com seu pires. Ela disse com uma voz velha, com uma fome que não era do estômago.
Então as crianças partiram, levando seus pacotes de papéis velhos contra o vento. Elas não disseram obrigado. Não precisavam. Elas tinham feito mais que isto.
Eu fritei minhas batatas e terminei o molho de carne. Batatas e molho de carne... Um teto sobre nossas cabeças... Meu marido com um bom e estável emprego. Estas coisas combinavam, também.
Coloquei as cadeiras no lugar, apaguei o fogo e arrumei a sala. As impressões barrentas de pequenas sandálias ainda estavam pelo chão. Eu as deixei lá.
Eu quero que as marcas estejam lá para o caso de eu me esquecer novamente do quanto sou rica.

Às vezes deixamos de prestar atenção no que está nos acontecendo, nas pessoas que estão cruzando nosso caminho, no que estamos falando, no que estamos sentindo. Na correria do dia a dia, perdemos o mais importante, que é viver, respirar, sentir e conhecer o agora, tanto que até o nome é PRESENTE.
Tudo acontece muito rápido e quando você se dá conta, cadê a VIDA? Ela se foi e quando isso acontece percebemos que perdemos o melhor da viagem, que é o caminho.
É tão fácil perder de vista o que é importante! Este poema foi escrito por uma menina em estado terminal de doença, num hospital de Nova York.
Dança Lenta... Alguma vez você já observou crianças num carrossel? Ou ouviu a chuva batendo no chão? Alguma vez já seguiu o voo errático de uma borboleta?...ou fixou o olhar no sol no crepúsculo? É melhor você diminuir o passo. Não dance tão depressa...o tempo é curto, a música vai acabar... Você corre através de cada dia voando? Quando você pergunta Como vai? Você escuta a resposta? Quando o dia finda, você fica deitado na cama, com os próximos afazeres rolando por sua cabeça? É melhor você diminuir o passo. Não dance tão depressa...o tempo é curto, a música vai acabar... Você disse alguma vez a uma criança: Vamos deixar para fazer isto amanhã?
E na sua pressa, não viu a tristeza dela? Perdeu contato, deixou uma boa amizade morrer porque você nunca tinha tempo para ligar e dizer Oi ? É melhor você diminuir o passo. Não dance tão depressa...o tempo é curto, a música vai acabar...
Quando você corre tão depressa para chegar a algum lugar, você perde metade da satisfação de chegar lá. Quando você se preocupa e se apressa em seu dia todo, é como se fosse um presente que não foi aberto... um presente jogado fora!
A vida não é uma corrida... Leve-a mais devagar... Ouça a música... Antes que a canção ACABE!