A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair? Pensou ela.
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. E se justamente agora isto não funcionar?
Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final o empurrão.
A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida.
Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o menor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor.
Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!
Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo.
E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar.
Ah! Saudade... Dor que vem devagarzinho, de mansinho, Vai chegando como quem não nada quer, Se instala sem pedir licença. Como o vento, é brisa que vai aumentando sem se ver... Ah! Saudade, Tu és a ausência de alguma presença, És a musa inspiradora dos poetas, Companheira dos amores perdidos desiludidos, sofridos, Dos amores banidos Ah! Saudade, Lição de vida, E que lição, que vida, Vida vivida aprendida, sofrida. Lição de quem já amou, sofreu, enfim, viveu. Ah! Saudade... Saudade da infância, das brincadeiras, dos lugares, dos amigos, dos parceiros, falsos ou verdadeiros, Dos namoros, das músicas, das conversas, Saudade é dor doida, Porém, sincera, verdadeira Ah! Saudade... Enfim, saudade, Companheira de uma vida inteira.
Errei com você. Magoei você sem querer, sem ter intenção de o fazer. Sua amizade é muito importante para mim, você sabe disso, e agora, por tudo o que já vivemos, por tudo o que já compartilhamos, eu lhe peço perdão!
Errar todos erramos, muito mais do que desejaríamos, mas se o arrependimento é sincero, perdoar é possível. Eu gosto muito de você, eu adoro nossa amizade, e sei que ainda temos muitas aventuras, lágrimas e risos para compartilhar, basta para isso que seu coração lindo e generoso me perdoe.
É tão difícil compreender as emoções quando se rompe uma relação. Às vezes, temos certeza que tudo passou e de repente tudo volta. Como definir se o que sentimos é amor ou não é? Se é saudade ou solidão? Tristeza ou decepção? Posse ou desejo? Perda. Quando se perde um grande amor, muitas dúvidas emergem sob o fundo do sofrimento. Para alguns é um momento de intenso crescimento. Muito se pode aprender, uma aprendizagem que nos faz humildes diante da própria fragilidade.
Deparamo-nos com o que é a dor, a impotência diante dos sentimentos, a paciência necessária para esperar passar, pois a dor de amor não passa na velocidade da net, do gigas, dos chips, e o tempo que isso leva é indeterminado, é pessoal e singular.
Aceitar os altos e baixos, os enganos, os tropeços, as dúvidas, a falta de controle. Aceitar a não certeza, o não acesso ao que o outro sente e pensa, a incoerência do humano, a fraqueza, o medo, a culpa, o erro que não tem concerto, a marca da mentira e o que fazer com tudo isso?
O tempo não volta e as coisas não se apagam, por amor que tentamos, mas nada vai permanecer do jeito que está. A incerteza do futuro corrói, o medo do que virá, a ansiedade pelo novo e desconhecido, a prisão do passado, do familiar, que falta faz, será abstinência? Temos sim abstinência do outro a quem amamos e perdemos, somos forçados a esquecer quando ainda, ainda não estávamos preparados.
O choro que insiste em voltar, a vida que segue, e o tempo que insiste em passar, a confusão que não consegue chegar ao fim, tempos distintos, tempos diversos, tempo de cada um. Amor perdido, amor doído, amor esquecido, quando? Quando você está preparado para correr o risco de passar por tudo isso de novo e lembrar da abundância de felicidade num coração que ama, e é também amado...
Priscila Lima e Melissa Coutinho
O ciúme vai atrasar sua vida. Ele é um monstro que machuca seu coração, que inventa histórias na sua cabeça. Ele se alimenta do melhor que você tem. E por isso mude! Mude já! Imediatamente!
Não permite que algo tão triste consuma seu tempo e destrua sua relação com as pessoas e com o mundo! A vida depende de confiança, as relações precisam de verdade. Faça sua parte e descanse, porque se algo acontecer a culta não foi sua!