Dizem que a saudade não tem cor, mas não é verdade. Ela é cinza como um dia de chuva.
Dizem que a saudade não tem sabor, mas não é verdade. Ela tem o gosto salgado de uma lágrima.
Dizem que a saudade dói, mas não é verdade. Ela dói tanto que não cabe no coração.
Saudade tem outro nome. "Distância".
Amiga, quero que saiba de uma coisa que já queria lhe dizer há muito tempo:
Sempre que você precisar de um ombro amigo para desabafar, conte comigo. Quando quiser contar alguma coisa de muito importante, conte comigo. Quando estiver com problemas e quiser opiniões, conte comigo.
Você pode, sempre que quiser, contar comigo, porque eu sou sua amiga que sempre vai lhe ajudar, para o que der e vier! Beijos da sua amiga!
Você foi como uma lição que guardarei para toda vida. Serviu para eu aprender que não posso confiar demasiado nas pessoas e que não devo entregar meu coração para alguém que desconhece o significado de amar verdadeiramente.
Algumas feridas deixam cicatrizes quando são causadas por grandes decepções, mas no final saímos mais experientes e com sabedoria suficientes para fazermos melhores escolhas no futuro.
- Qual a mais forte das armas,
A mais firme, a mais certeira?
A lança, a espada, a clavina,
Ou a funda aventureira?
A pistola? O bacamarte?
A espingarda, ou a flecha?
O canhão que em praça forte
Faz em dez minutos brecha?
- Qual a mais firme das armas?
- O terçado, a fisga, o chuço,
O dardo, a maça, o virote?
A faca, o florete, o laço,
O punhal, ou o chifarote?...
A mais tremenda das armas,
pior que a durindana,
Atendei, meus bons amigos...
se apelida: - a língua humana!
Quando estamos a sós, quando teu corpo enlaço e mergulho meu rosto em teus cabelos soltos, por Deus, nem sei o que sinto, o que faço.
Há em mim a confusão de desejos revoltos tendo os lábios aos teus longamente apertados, misturo em nossa boca a nossa própria vida, e ao te sentir pesar em meus braços vencida, o mundo é um caos que gira em meus olhos cerrados.
Quando encontro em meu corpo o teu corpo macio, os seios soltos, nus, fremindo no meu peito.
Abraço-te numa ânsia e depois que te estreito, sou como um tronco em queda a soltar-se num rio.
Eu te quero, te quero e te desejo.
Esse amor que me dás é uma alucinação que cega os meus sentidos.
Meus braços te enlaçando querem sempre mais, até que nossos corpos rolem confundidos...
Não há nada no mundo, eu junto a ti sou, sou franco, desprezo todos os tesouros para poder beijar o teu pescoço, desmanchar com as mãos os teus cabelos.
Sou teu, cobre-me de carícias que me sinto nu, e aperta-me a teu peito que em teus braços morro.
Te quero...