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Feliz Aniversário, querida!
Hoje o dia é totalmente seu, vinte e quatro horas em seus desejos são ordens para mim! Você bem que merece, amiga, porque desde que a gente se conhece que nunca mais conheci a solidão. Você esteve sempre comigo em todos os momentos – felizmente, a maior parte foram positivos!

É muito importante compartilhar minha vida junto com você. É que seus ouvidos estão sempre atentos para produzir em palavras, conselhos verdadeiros. Preciosos! Nossa amizade é diamante para mim! Muitos parabéns!

Com certeza você já ouviu a expressão "entre marido e mulher, não se mete a colher". Pois é, mas se muitas pessoas se acham no direito de meter a colher, é porque alguém abriu a panela... Tenha muito cuidado com o que diz e para quem diz. O que acontece com um casal, na maioria das vezes, deve ser resolvido entre eles.

Quando desabafamos com um amigo ou amiga, sempre contamos a nossa versão da história e muitas vezes nos colocamos no lugar de vítima e o nosso parceiro se torna o vilão. Como desabafamos com os nossos amigos, eles tomam o nosso partido e querem nos ver longe dessa pessoa que tanto nos faz sofrer!

Abrir a boca para reclamar do casamento, do marido ou da mulher, é dar abertura para que os outros metam a colher no nosso tempero. Depois de aberta a panela, é difícil fechar! Todo mundo se acha no direito de opinar, de aconselhar, e até de cobrar! O casal acaba perdendo as referências e a percepção do que realmente está acontecendo entre eles.

Guarde os seus problemas e discussões de casal entre quatro paredes, a não ser que seja algo realmente grave. Muitas pessoas a falar ao mesmo tempo só causam ruído, e muito facilmente deixamos de ouvir a nossa própria voz. No final, quando decidimos ficar com aquela pessoa que tanto nos fez sofrer, como contamos aos amigos, ninguém entende como somos capazes.

Mas a verdade, é que só quem está dentro de uma relação é realmente capaz de saber o que se passa e qual a dimensão real das coisas. Preserve a sua vida conjugal, preserve a sua intimidade!

Você se foi! E agora tudo o que resta
São as coisas sem valor.
Todos os motivos foram poucos
Para manter você.
Qualquer barreira que eu colocasse
Seria fraca para deter você.
Juro, eu tentei! Mas descobri que meus
Braços eram curtos para abraçar você,
Minhas mãos frouxas para segurar.
Queria que soubesse que me alimento
Das nossas lembranças. E que cada
Lágrima que cai dos meus olhos
Leva consigo a última
Das minhas esperanças.
Olho à minha volta e parece que tudo
Aqui morreu!
Sem você o ouro virou pó.
Sem você a luz do sol desapareceu.
Desde a sua partida
Toda a alegria virou dor.
Posso garantir, só seu corpo consegue
Me aquecer.
Como eu posso lhe provar que
Só ao seu lado consigo viver?!
Peço-lhe uma última coisa... volte!
Faço de tudo para você voltar.
E se você ainda duvida
Vou lhe fazer acreditar.
Por você eu furtaria o canto dos pássaros,
Derreteria toda a neve do mundo.
E se você ainda acha pouco, por fim,
Eu faria até o planeta parar de girar.
Não me deixe continuar a viver assim.
Pois de todas as coisas que existem,
Eu quero simplesmente
Ter você de volta para mim!

Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüentas anos.
Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. O dois pontos disse que sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.
Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele Ç cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, Kkk pra cá, www pra lá.
Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou tremendo de medo. Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
Nós nos veremos nos livros antigos. Saio da língua para entrar na história.

Adeus,
Trema.

Estes últimos dias não têm sido fáceis, pois você está lutando contra essa doença. Seria bom se eu tivesse o poder de a afastar daí ou simplesmente pudesse eliminar os efeitos que ela está causando. Infelizmente, a única coisa que posso fazer é tentar transmitir força através destas palavras.

Seja paciente, apesar de por vezes essas situações nos deixarem desesperados. Tenha coragem para superar cada momento negativo. Desejo rápidas melhoras para você e que em breve esteja totalmente recuperado.