Todos os momentos foram maravilhosos! Passei por algumas dificuldades, alguns dias menos positivos, mas no geral foi tudo muito rico. Mas agora é hora de me despedir do trabalho e de vocês, meus colegas inesquecíveis!
Espero que sintam muito minha falta! Brincadeira! Na verdade, só desejo que sejam felizes e que continuem o bom trabalho! Vocês estarão sempre no meu coração! Até um dia!
Minha mãe querida. Por você eu vim ao mundo, com você fui descobrindo esse mundo, evoluindo e me desenvolvendo individualmente.
Em tudo você esteve presente, para tudo e de várias formas, até nos tornarmos nas melhores amigas que agora somos.
Com você aprendi também o significado da amizade, um dos mais importantes da vida. Obrigada por isso, e por tudo o demais, mamãe querida, amiga também para a vida.
Você sempre foi minha amiga, minha cúmplice. É bom demais compartilhar minha história de vida, meus dias, meu tempo com uma pessoa tão especial como você. Sinto que posso falar de qualquer coisa, porque você vai estar interessada em escutar.
E cheguei à conclusão que talvez nunca tivesse retribuído, sabe? Eu quero agradecer por tudo que você me proporciona desde sempre, amiga! E só espero que um dia eu possa ser igualmente importante para você. Beijo, querida!
Uma tarde, certa mãe muito atarefada, ao promover uma limpeza geral na casa apelou para o filho de onze anos, pedindo-lhe ajuda nessa atividade. Coube-lhe, então, o dever de limpar os móveis, começando de cima para baixo, ainda com a responsabilidade de retirar todos os objetos acumulados sobre eles, para que melhor pudesse retirar toda a poeira ali amontoada desde a última faxina.
O garoto servindo-se de uma pequena escada de dois degraus, iniciou seu trabalho. Depois de algumas horas, estavam limpos os móveis das duas salas e dos quartos. Finalmente chegou àquele quarto onde eram colocados objetos mais antigos – alguns aproveitáveis e outros não. Havia realmente muito o que fazer ali.
Quando começou pôr abaixo tudo o que estava colocado em cima de uma velha prateleira, o garoto deparou-se com um volume grosso, já amarelecido, empoeirado e metido entre latas, ferramentas e tantas outras quinquilharias encostadas. Com o livro já nas mãos, o pequeno chamou a mãe e foi dizendo:
– Olha, mãe, achei essa coisa velha, empoeirada e até com cheiro de mofo. Veja só como está horrível... Posso jogar no lixo?
A mãe, que por um pouco havia deixado os seus próprios afazeres a fim de atender ao chamado do filho, vendo que aquilo que o garoto chamava de coisa era a Bíblia da família, disse-lhe em tom contrito: – Meu filho, tome cuidado com este livro porque ele é sagrado, é o livro de Deus! Imagine, atirar ao lixo este volume...
– Livro de Deus, mãe? Então, antes que as traças o destruam, o melhor é devolvê-lo ao Dono, pois aqui em casa nunca o usamos e quem sabe Deus encontre alguém interessado nele...
Em que acreditar e sonhar...
Por quantos lugares andei...
Não sei...
Por quantas vezes amei...
Não sei...
Por quantas vezes sonhei...
Não sei...
Por quantas vezes chorei...
Não sei...
Sei que muito quero te amar...
Será que você sabe disso?
Sei que não preciso mais andar a procurar...
Será que não mesmo?
Sei que sonho demais com você...
Serão reais algum dia?
Sei que não quero chorar...
Será que você me fará sorrir?
Quero acreditar...
Me faça parar de andar na procura...
Me faça parar de chorar...
Me faça te amar cada vez mais!
E nunca... Nunca mesmo... Tire-me o desejo de sonhar...
Quero acreditar...
E acredito que tudo posso sonhar...
E eu tenho um sonho maior...
Sonho e acredito...
Que pra sempre iremos nos amar...