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É o amor que move o mundo e os seus habitantes. É o amor que inspira as mais belas criações. É o amor a razão dos mais belos sorrisos. Mas para mim, neste momento, é o amor quem faz rolar as lágrimas pelo meu rosto.

Tentei encontrar nos seus olhos a luz que os meus procuram, mas apenas os vi desviarem-se e olharem em direção contrária. Você não me ama como eu amo você... E dói! Dói muito, dói como nunca nada doeu antes!

Mas sei que vou ser capaz de superar este amor não correspondido, pois o tempo vai me ajudar. E talvez um dia, uns outros olhos olhem os meus procurando o que os meus procuram agora nos seus.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

É difícil olhar para trás e querer relembrar o momento mais belo com a minha irmã, ou mesmo a ocasião mais gostosa com ela. Se eu pudesse mudar alguma coisa, creio que não mudaria nada, não sei por quê. Eu não sei se deveria admirá-la, elogiá-la, homenageá-la ou simplesmente agradecer.

Mas eu gostaria de deixar escrito nossa história onde todos pudessem ver, para que isso estimulasse a existência de mais amizades simples, intensas e sinceras. Não nego, até já tentei pensar em palavras que descrevam o quanto você é importante em minha vida. Mas não há nada que resuma a saudade que eu sinto de você.

A gente só se torna uma pessoa quando acorda de manhã e lembra que tem alguém que amamos torcendo por nós. Alguém que sempre deseja positividade, que nunca sente inveja, que sempre está ao nosso lado, e que sabe que suas e minhas conquistas, não são suas nem minhas, porém nossas conquistas, porque sempre temos uma a outra para contar, aconselhar, pensar e lembrar daqueles melhores momentos.

Um estudante universitário saiu um dia a dar um passeio com um professor, a quem os alunos consideravam seu amigo devido à sua bondade para os que seguiam as suas instruções.
Enquanto caminhavam, viram no seu caminho um par de sapatos velhos e calcularam que pertenciam a um homem que trabalhava no campo ao lado, e que estava prestes a terminar o seu dia de trabalho.
O aluno disse ao professor: vamos fazer-lhe uma brincadeira. Vamos esconder-lhe os sapatos e escondemo-nos atrás duma árvore para ver a sua cara quando não os encontrar.
Meu querido amigo, disse o professor, nunca devemos divertir-nos à custa dos pobres. Tu és rico e podes dar uma alegria a este homem. Põe uma moeda em cada sapato e depois escondemo-nos para ver a sua reação quando os encontrar.
Fez assim e esconderam-se.
O pobre homem terminou as suas tarefas daquele dia e foi buscar os sapatos, para voltar para casa.
Ao chegar junto dos sapatos deslizou o pé no sapato, mas sentiu algo dentro dele. Baixou-se para ver o que era e encontrou a moeda. Pasmado, perguntou-se o que havia acontecido. Viu a moeda e voltou-a e voltou a olhá-la.
Olhou à sua volta, para todos os lados, mas não viu nada nem ninguém. Guardou a moeda no bolso e foi calçar o outro sapato. A sua surpresa foi ainda maior quando encontrou outra moeda.
Os seus sentimentos esmagaram-no. Pôs-se de joelhos, levantou o olhos ao céu, e em voz alta fez um enorme agradecimento, falando da sua esposa doente e sem ajuda, e dos seus filhos que não tinham pão e devido a uma mão desconhecida já não morreriam de fome.
O estudante ficou profundamente emocionado e os seus olhos ficaram cheios de lágrimas.
Agora, disse o professor, não estás mais satisfeito com esta brincadeira?
O jovem respondeu: você hoje ensinou-me uma lição que nunca mais vou esquecer.
Agora entendo algo que antes não entendia: É melhor dar do que receber.

Eu não acho as palavras.

Eu sinto muito, mais do que consigo expressar. E isso se torna um veneno em certos momentos. Palavras ficam presas na garganta lhe matando sufocado, é triste morrer do seu próprio veneno.

E em meio ao desespero da ausência de palavras saírem da minha boca eu entro em pranto, eu choro, eu grito, eu fico sem saber o que fazer, mas me sinto melhor depois disso, embora não passe completamente.

Eu busco, busco uma forma de esvaziar emoções, situações, sentimentos, entre outros, mas elas (as palavras) continuam a fugir de mim. Talvez eu não tenha sido feito para explicar nada mesmo, apenas para sentir.

E sem perceber acabei falando o que anda me incomodando: Eu não acho as palavras, ou talvez eu já as tivesse e sem perceber, usei nos momentos errados, com as pessoas erradas.

Eu sinto muito.