Hoje terminamos juntos mais um ano, foi um ano de muitas realizações, alegrias e tristezas, mas se chegamos até aqui é porque mesmo com todas as dificuldades que a vida nos apresentou fomos capazes de tudo superar e com elas aprendemos muito e principalmente crescemos interiormente.
Mas nós que hoje estamos aqui perante esta passagem maravilhosa deixamos que junto a ela nos despeçamos de todas as nossas tristezas, derrotas, desânimos, dores, lágrimas e tudo aquilo que nos fez sofrer e que fazemos questão de esquecer, pois ninguém vive do passado.
Vamos sim acreditar que agora é tudo novo e a nossa vida também, tudo será diferente para melhor, muito melhor porque somos nós que dizemos o sim e o não em nossas vidas e são estas duas palavrinhas que escrevem o nosso destino.
Portanto pensemos bem antes de usá-las. Vamos acreditar, vamos ter fé e é claro vamos também fazer por onde para que tudo isso se reverta em muita saúde, paz, felicidade, prosperidade, fraternidade e amor, muito amor. Para nós, nossos filhos, nossos amigos, nossos familiares e para você também minha amiga.
Que as bênçãos de Deus caiam sobre você e todos os seus familiares.
São os votos de quem te admira muito.
É preciso saber ouvir mais com o coração do que com os ouvidos.
O coração possui canais auditivos bem mais sensíveis e dispostos a ouvir e entender.
É preciso saber ouvir as palavras entretidas, mais do que as que foram claramente ditas.
Ouvir as palavras que restam na penumbra.
Ouvir não só os lábios, mas os olhos, os gestos, os passos – que falam muito, e falam sempre.
Bem-aventurados são os que não ouvem só com os ouvidos.
Bem-aventurados são os que podem contar com quem não tem só ouvidos para ouvir.
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto me, ás vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna. ou melhor, não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos Bom dia, quase que sussurrados.
A paixão queima, o amor enlouquece, e o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz de si.
Pros erros há perdão. pros fracassos, chance. pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu!
A vida é feita de contrariedades, estimado amigo, e nem sempre as conseguimos prever. Além disso, nunca conseguiremos fazer com que as dificuldades não surjam, mas podemos sempre reagir perante elas.
Não desanime, apesar de você ter perdido o seu emprego. Amanhã poderá surgir uma nova e boa oportunidade e você tem que estar com a atitude certa para a agarrar com toda a determinação. Não vai demorar até você estar de volta ao seu caminho.
Ser homem e pai como você, é carregar no coração toda verdade do amor. É embarcar numa viagem sem fim, numa alegria desmedida! Talvez por isso o admire tanto, querido sogro.
Na verdade, reconheço que você fez um ótimo trabalho com seu filho – meu amor, meu confidente, meu marido. Sei que ele tem muito orgulho em você, por todos os ensinamentos e pela verdade dos sentimentos. Essa é minha humilde homenagem para o melhor sogro que existe!