Amizade é algo que se guarda a 7 Chaves.
Essas 7 chaves são mais do que necessárias para uma amizade, elas são essenciais!
1o Chave – A Confiança
Fidelidade
2o Chave – O Trabalho em Equipe
3o Chave – Os Segredos
4o Chave – Companheirismo
5o Chave – Carinho
Afeto
6o Chave – Amor
7o Chave – Um grande Abraço
Depois que juntar tudo isso jogue dentro do baú e guarde a 7 chaves no lado esquerdo do peito!
Obrigado, mãe. Pelos joelhos dobrados, cansados em noites de frio. Obrigado, mãe. Por chorar abraçada comigo, enfrentando os meus desafios, me ensinando o caminho que devo andar, me levando para a casa de Deus, me livrando dos laços com seus abraços.
Eu sempre admirei casais que são amigos. Pessoas que sabem se divertir uma ao lado da outra. Para mim, o casal ideal é aquele em que um completa o outro, e dá apoio para que sejam sempre melhores naquilo que têm de melhor.
Em um casal ideal um tem respeito e admiração pelo outro, e sabe manter a liberdade e a individualidade do outro. O casal ideal é aquele que está junto porque quer ser feliz, e faz de tudo para isso.
Eu costumava ver esse tipo de casal com uma certa nostalgia, mas com inspiração. O meu grande sonho era viver um amor assim. Hoje eu sou feliz, porque formo com você um casal ideal, como aqueles que tanto admirava... Temos um ano de namoro, e durante este tempo já sinto o bem que você me fez e faz.
Quero que o nosso amor dure e perdure. Quero ser, para sempre com você, o casal ideal. E quero que o nosso amor sirva de fonte de inspiração para tantos outros corações. Eu te amo!
O "pequeno" cresceu. A mãe o ensinara a crescer... e crescer significa ser responsável tomando decisões e assumindo consequências.
Aprendeu. Cresceu tanto, que decidiu ir. Decidiu por si mesmo, sem perguntar se a mãe ia sofrer. Nem para a própria mãe e nem para ele mesmo.
– "Vou experimentar. Se não gostar, volto." Nem aquele: "você não fica triste?", de quando era pequeno. E a mãe racionaliza que é um direito dele querer ir e pensou:
– "Vai ser bom pra ele. – Que bom!" O menino aprendera a se respeitar, a seguir os próprios impulsos medindo as consequências por si mesmo.
Sentindo-se vitoriosa, a mãe constatou que conseguira ensinar, com simples palavras e atitudes, o que aprendera por si mesma a duras penas.
Racionalmente, tudo bem! Mas mãe, aquela que vem das entranhas, que gerou, que pariu, não consegue ver a pessoa do filho, mas a sua cria. É animal. Não animal sem alma, mas com um instinto tão forte que sufoca a razão.
A vitória se manifesta em choro. Saudade. De manhã, o barulhinho do chuveiro, o rock baixinho no quarto. À tarde, o telefone, sempre ocupado. De madrugada, a televisão ligada. Copos pelo chão. Tênis pelos cantos. O sono pesado e inconsequente da adolescência e juventude.
No armário vazio, só os cabides atestam: ele não mora mais ali. Vai voltar?... a mãe só sabe que o quarto vazio, irritantemente arrumado, dói demais... e vai doer ainda, até que a mulher consiga refazer a mãe dentro de si e fique apenas feliz porque o menino cresceu.
Um mês depois, a mãe encara o menino crescido. Não dói mais. Está refeita, plenamente feliz e sente orgulho, pois: O "pequeno" cresceu e não se foi... apenas mudou de endereço.
Não sofra mais! Por favor, amiga, não sofra assim. Você está se machucando a cada dia, a cada atitude, a cada instante de resistência. Basta! Se liga, por favor!
Eu sei que o amor é complicado, mas quando as portas estão fechadas, a gente tem de desistir e seguir outro caminho. Essa história que você está vivendo jamais vai fazer você feliz!
E você sabe, minha querida. O amor precisa ser correspondido, ter harmonia, cumplicidade e uma disponibilidade gigante. Aceite a realidade e ame-se como antes. Você é linda demais para ficar de cabeça no chão! Força, amiga! Eu te adoro.