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Há determinados momentos em nossas vidas em que o melhor é mudarmos. Não é uma questão de capricho, mas de necessidade. Faz parte de um processo de crescimento e afirmação pessoal. Mudar é seguir em frente, em vez de parar no tempo.

Talvez algumas pessoas tenham que ficar pelo caminho, mas o coração também deve fazer suas próprias escolhas. Quem realmente merece seguirá comigo para onde quer que eu vá.

Meu amor,
Não pense que eu estou lhe enviando esta cartinha apenas porque hoje é 12 de junho, o famoso Dia dos Namorados. Na verdade, a certeza de que você é o homem da minha vida está no meu coração todos os dias! Eu amo você, profunda e imensamente, e me sinto uma mulher completa ao pensar que sempre poderei contar com a sua carinhosa companhia. Nada é mais confortante e prazeroso do que estar ao seu lado.
Você é tudo o que eu sonhei e, por isso, sempre estarei disposta a lhe oferecer o melhor de mim. Por isso vou me esforçar sempre para estar à altura do seu amor, da sua dedicação e do seu carinho. Não sei o que você desejava ou esperava receber neste Dia dos Namorados, mas saiba que esta sincera declaração e reafirmação do meu amor, foi a maneira mais sincera que eu encontrei para lhe dar um presente.
Um beijo de quem te ama muito!

Ser poeta é sina, porque há sempre um exalar de perfume e dor em cada texto que o poeta assina.
É caminhar no fio da navalha, é às vezes, ser cruelmente retalhado ao resvalar em cada rima.
É gestar versos indócis, querendo nascer. Nascendo, são filhos pródigos que seguem seu rumo, deixando o poeta vazio, para que de novo ele possa conceber.
Ser poeta é ver as coisas mais simples pelos olhos de uma abelha multifacetadas e assim, enxergar detalhes mil onde os outros não conseguem enxergar nada.
Ser poeta é enfeixar todas as reverberações de um diamante, ciente de que ele será sempre e tão somente um mero matiz. Ser poeta é conviver com uma sensibilidade imensurável, que exalta e aniquila, que desnivela, que eleva ao Reino de Deus e simultaneamente rebaixa ao Reino de Hades...
E, em meio a estas tempestades, que fulminariam o mais comum dos mortais, ser poeta é caminhar sozinho, implorando ao mundo, a compreensão de seus ideais!

Upa, meu cavalinho,
deixemos os patos pra trás.
Carrinhos, podem parar.
Upa, meu cavalinho,
nosso círculo não pode fechar.
Com a crina vermelha ao vento,
galopa no espaço, comendo ar.
Seu eixo é nosso desejo,
suas patas livres a alegria
dos meninos do parque
que, no seu dorso liso,
galopando, galopando
sobre a terra e o mar,
o mundo querem ganhar.

Busquei nos campos de orquídeas Nas flores de jasmim No céu aberto a luz intensa Nas nuvens escuras sem chuva cair Fui procurar à montanha Naquela floresta sem fim Desci cachoeiras Nadei rios encantadores Cheguei até a praia, Caminhei sobre a areia macia Nesse tempo a maré subiu E voltou ao normal E não encontrei você Imaginava encontrar-te na perfeição No paraíso No sonho encantado Vi-te bem perto, no soar das buzinas. Na correria de uma feira central Com a fumaça das fábricas entupindo-nos Achei que o amor fosse perfeito Ou que teria que ser perfeito para amar O amor nasceu da raiva Em querer te revidar cada vez mais Querendo-te longe de mim Agora bem pertinho do meu coração. Amor real que nasceu da amizade virtual No que depender de mim, Durará eternamente!