Como uma promessa és tu, és tu, como uma manhã de verão, como um sorriso és tu, és tu, assim, assim és tu.
Toda minha esperança és tu, és tu, como chuva fresca em minhas mãos, como uma forte brisa és tu, és tu, assim, assim és tu.
És tu como a água de minha fonte, És tu o fogo de minha lareira. És tu, algo assim como o fogo de minha fogueira algo assim és tu, algo assim és tu...
Como um poema és tu, és tu, como uma guitarra na noite, como o horizonte és tu, és tu, assim, assim és tu.
És tu como a água de minha fonte,
És tu És tu, algo assim como o fogo de minha fogueira algo assim és tu, algo assim és tu... És tu como a água de minha fonte, És tu
Em tudo o que faço eu sinto saudade. É como se você não tivesse ido embora, querido amigo, pois as lembranças que deixou persistem no meu coração. Tem sido difícil perceber a dura realidade de que a morte tirou você do meu lado. Ainda assim, eu não temo, pois por mais que as pessoas importantes teimem em partir, eu não permitirei que elas caiam no esquecimento.
Meus lindos tesouros, quando olho para vocês, enquanto estão ocupados em brincadeiras, sinto um grande orgulho em ter ambos na minha vida. Vocês são parte de mim, fruto de um amor produtivo e eu assumi a responsabilidade de cuidar bem das necessidades de cada um.
Sonho em ver vocês crescer, cada um escolher o seu rumo, mas acima de tudo, em perceber que vocês são felizes. Lutarei com todas as forças para que isso aconteça.
Dizem que isto aconteceu em um mosteiro chinês muito tempo atrás.
Um discípulo chegou para seu mestre e perguntou:
– Mestre, por que devemos ler e decorar a Palavra de Deus se nós não conseguimos memorizar tudo e com o tempo acabamos esquecendo? Somos obrigados a constantemente decorar de novo o que já esquecemos.
O mestre não respondeu imediatamente ao seu discípulo. Ele ficou olhando para o horizonte por alguns minutos e depois ordenou ao discípulo:
– Pegue aquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga até aqui.
O discípulo olhou para o cesto sujo e achou muito estranha a ordem do mestre, mas, mesmo assim, obedeceu. Pegou o cesto, desceu os cem degraus da escadaria do mosteiro até o riacho, encheu o cesto de água e começou a subir de volta. Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e quando chegou até o mestre já não restava nada.
O mestre perguntou-lhe:
– Então, meu filho, o que você aprendeu?
O discípulo olhou para o cesto vazio e disse, jocosamente:
– Aprendi que cesto de junco não segura água.
O mestre ordenou-lhe que repetisse o processo de novo. Quando o discípulo voltou com o cesto vazio novamente, o mestre perguntou-lhe:
– Então, meu filho, e agora, o que você aprendeu?
O discípulo novamente respondeu com sarcasmo:
– Que cesto furado não segura água.
O mestre, então, continuou ordenando que o discípulo repetisse a tarefa. Depois da décima vez, o discípulo estava desesperadamente exausto de tanto descer e subir as escadarias. Porém, quando o mestre lhe perguntou de novo:
– Então, meu filho, o que você aprendeu?
O discípulo, olhando para dentro do cesto, percebeu admirado:
– O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água, a repetição constante de encher o cesto acabou por lavá-lo e deixá-lo limpo.
O mestre, por fim, concluiu:
– Não importa que você não consiga decorar todas as passagens da Bíblia que você lê, o que importa, na verdade, é que no processo a sua mente e a sua vida ficam limpas diante de Deus.
Nunca deixe de lutar
E seus sonhos perseguir
Pois vale a pena buscar
Fazer melhor o porvir!
Tenha em Jesus confiança
Não importa a situação
Ele é a maior esperança
Presente em seu coração!
Por isso siga adiante
Nem pense em desanimar
Todo momento é importante
Neste seu caminhar!