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Sou uma daquelas pessoas que olha para trás e sente saudade da sua infância! Recordo com muita nostalgia momentos que passamos quando éramos crianças.

Você sempre foi uma grande amiga, uma amiga antiga e que sempre preservei! Na verdade, sempre foi um privilégio contar com sua amizade. Poucas coisas aqueceram tanto meu coração! Adoro você, amiga! Beijo.

Se eu fosse um poeta,
Um dia por certo escreveria,
Um verso de cada cor:
Seria negra a saudade,
Azul a felicidade,
e vermelha a minha dor.
E se ainda não bastasse,
E restasse alguma cor
Precisando de esplendor,
Seria verde a esperança
Deste alguém que não se cansa
De esperar por teu amor

Algo está diferente! Sinto que você já não tem o mesmo interesse, que está mais distante, mais frio até! E não compreendo o motivo. Você não tem obrigações comigo. Somos amigos coloridos, somos cúmplices e confidentes, mas você me deve nada.

Por isso pode falar o que está acontecendo, porque não aguento ficar mais na dúvida. Gosto de você e vou gostar sempre independentemente das possíveis reviravoltas na nossa relação. Beijo.

Quando te decidires: Seque !
Não esperes que o vento;
Cubra de flores o caminho.
Nem sequer esperes o caminho.
Cria-o. Faze-o tu mesmo.
E parte... Sem lembrar,
que outros passos pararam,
que outros olhos ficaram,
te olhando seguir.

Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a unir-se e a ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo, aquele inverno tenebroso.
Porém vida ingrata! os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou de morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Mas esta não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a aproximar-se pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. E sobreviveram!
É preciso aprender a conviver. Isto é urgente!
A vida é a melhor escola! Aqueles porcos-espinhos aprenderam depressa, que, para sobreviverem, era preciso aprender a conviver.
Esta é a moral da história: Viver juntos não basta, é necessário aprender a conviver com o outro!