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Bom dia! Mas tem uma condição: este dia só será mesmo um "bom dia" se você se empenhar nisso. Não importa o que você tem para fazer, mas como você vai fazer. O que você faz com dedicação tem o poder de produzir felicidade. Mesmo o sacrifício em tarefas que não são tão prazerosas e fáceis têm o poder de produzir essa felicidade.
Nada como a satisfação do dever cumprido honesta e dedicadamente. Por isso, busque se envolver com tudo o que você faz. Isso o levará mais para perto do lugar onde você quer estar.
Você pode até ter muitos diplomas e estar qualificado para missões importantes e de grande responsabilidade. Mesmo assim, dê sempre uma atenção especial às tarefas que parecem não exigir tanto.
Nunca despreze o trabalho que parece simples. O seu talento será reconhecido, a qualquer momento, independentemente do lugar onde você estiver atuando e do que estiver fazendo.
Faça do seu trabalho um grande motivo de satisfação e de alegria. Seja um elemento especial dentro do processo em que se encontra. Seja honesto consigo e com os outros.
Faça o que for preciso com boa vontade.
Seguramente, a recompensa será maior do que o salário que você receberá no fim do mês. E, no mínimo, as opções e oportunidades vão se multiplicar, dia após dia.
Acredite.

A ignorância obriga-nos a fazer duas vezes o mesmo caminho.

À medida que o tempo passa descobrimos quanto somos ignorantes. Isto acontece porque na estrada da vida, nos tropeços, erros e acertos é que vamos colhendo a sabedoria. Muitas dificuldades e sofrimentos seriam evitados se conseguíssemos ver o que os mais velhos já sabem. Mas isto seria amadurecer antes do tempo. Porém nunca é tarde para estar atenta a tudo que acontece, e ir colhendo as experiências, armazenando-as nas memória e praticando no dia-a-dia. Você vai ver como ainda tem muito a aprender! E aprendendo vai fazer as coisas apenas uma vez!

Ana Maria Braga

Na glória das noites em claro e na ternura dos dias de vento, todo homem surge na tempestade e recompensa com a luz mais brilhante do sol qualquer lembrança de tristeza.

Esse homem é o melhor do mundo; é o homem que conheço e admiro! Não tem como esconder que homem de verdade corre o mundo para conquistar um sorriso no rosto de quem ama; que voa e rasteja se necessário. Que luta e dá trégua sem medo!

Um abraço! Mas não qualquer abraço, de uma pessoa qualquer, é preciso ser o abraço dele! Sim, porque só ele tem o melhor abraço do mundo! E não é exagero, ele realmente se funde de forma harmoniosa a mim...
É no abraço dele que eu me sinto bem, me sinto segura, é nesse abraço que eu me esqueço de tudo, é onde eu tenho paz! É quando te abraço que sinto teu cheiro de perto, que me inebria de maneira profunda, é quando você me abraça que eu sinto o peso e calor das tuas mãos a deslizar na minha cintura... Mas é também em teu abraço que percebo o quanto nada sou, e o quanto és pra mim! E é no teu abraço que descubro o quanto eu gostaria que o tempo parasse, quando ele insiste em correr.
Saudades enormes desse abraço!

Certa vez, há muito tempo atrás, um pequeno caule de parreira estava muito alegre por estar vivo. Bebia água e minerais da terra e cresceu e cresceu. Era jovem e forte e pode se arranjar bem... Tudo por conta própria.
Mas então, o vento foi cruel, a chuva foi hostil, com a neve não tinha nenhum acordo, e o pequeno caule de parreira sofreu. Ele ficou caído, frágil e sofrido. Seria bem mais fácil parar de tentar crescer, parar de tentar viver. E o caule de parreira estava infeliz! O inverno seria longo e o caule estava cansado.
Mas então o pequeno caule de parreira ouviu uma voz. Era outro caule de parreira chamando por ele... – Aqui, estique-se... Pendure em mim. Mas o caule hesitou.
– O que isto queria dizer? Ele pensou. Pois veja você, o pequeno caule sempre tinha se virado bem... Tudo por conta própria.
Mas então, muito cautelosamente, se esticou em direção do outro caule de parreira. – Veja, posso ajudá-lo, o outro disse. Apenas se enrosque em mim e eu o ajudarei a se levantar.
E o pequeno caule confiou... E repentinamente pode ficar reto outra vez.
O vento veio... E a chuva... E a neve, mas quando vieram, o pequeno caule de parreira se agarrava a muitos outros caules. E embora os caules fossem sacudidos pelo vento e congelados pela neve, eles se mantinham fortemente unidos um ao outro. E em sua incansável força... Puderam sorrir e crescer.
E então, um dia, o pequeno caule de parreira olhou para baixo e viu um minúsculo caule, oscilando, assustado. E nosso pequeno caule de parreira disse, – Aqui, pendure-se em mim... Eu o ajudarei.
E o outro caule alcançou nosso caule de parreira, e junto todos os caules cresceram.
Folhas brotaram... Flores surgiram... E finalmente, uvas se formaram. E as uvas alimentaram a muitos. Foi preciso apenas que os caules se ajudassem.