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Mais um ano chega ao fim. Para alguns marcados por extrema alegria, para outros embargados de dor. Nesse momento é hora de refletir.
Como foi nosso ano? Conseguimos conquistar nossos ideais? Será que realmente lutamos por eles?
Demos o abraço que nosso irmão tanto queria, ou viramos as costas não se importando com ele? Pedimos perdão pelas nossas falhas, ou o orgulho não deixou? Fomos amigos e companheiros com nosso colega de trabalho, ou simplesmente fazíamos nosso trabalho sem se importar com o outro tão perto de nós? Estivemos presente na vida de nossos filhos, de nossos maridos, esposas?
Enfim, depois de tantas perguntas nos vêm mais uma pergunta: será que teremos uma outra chance? Para um pedido de desculpas, uma reconciliação, uma dúvida não respondida, um amor encontrado, uma dor desaparecida, um grito de alívio, um beijo, um abraço que não foi dado?
Meu Deus... nos dê forças, nos dê saúde, nos dê a chance de fazer o que deveria ser feito, consertar nossos erros, de sermos amigos, companheiros, compreensivos, mãe, pai, filha, filho, esposa, esposo.
Nos dê a chance de viver cada vez mais o amor verdadeiro de Cristo.

Sai a andar e desanuvia a cabeça.
Põe-te a caminho e olha para cima, para os lados, para a terra.
Entrega-te ao caminhar e, à medida que andes, convence-te de que te caminhas para algo melhor.
Enche de ar puro os pulmões e, a cada passo, imagina que em ti entra a força para trabalhar e fazer bem feito, a solução para os problemas, a calma nas decisões, o melhor relacionamento com os outros, a clareza nos objetivos, a compreensão das coisas, o aumento da liberdade, da esperança e da paz.
Enquanto caminhas por fora, caminhas por dentro.
A felicidade, para ser verdadeira, anda com um pé na alegria e outro na dificuldade.

A Mãe e o Pai estavam assistindo televisão, quando a Mãe disse: – Estou cansada e já é tarde. Vou me deitar.
Foi à cozinha fazer uns sanduíches para o lanche do dia seguinte na escola, passou uma água nas taças, tirou carne do freezer para o jantar do dia seguinte, confirmou se as caixas dos cereais não estavam vazias, encheu o açucareiro, pôs tigelas e talheres na mesa e preparou a cafeteira do café para estar pronta para ligar no dia seguinte. Pôs ainda umas roupas na máquina de lavar, passou uma camisa e pregou um botão que estava caindo.
Guardou umas peças do jogo que ficaram em cima da mesa, e pôs a agenda do telefone no lugar dela. Regou as plantas, colocou o lixo, e pendurou uma toalha para secar.
Bocejou, espreguiçou-se, e se dirigiu para o quarto. Parou ainda na secretária e escreveu uma nota para o professor, pôs num envelope o dinheiro para uma visita de estudo, e apanhou um caderno que estava caído debaixo da cadeira.
Assinou um cartão de parabéns para uma amiga, selou o envelope, e fez uma pequena lista para o supermercado. Colocou ambos perto da carteira.
Nessa altura o Pai disse lá da sala – Pensei que você tinha ido deitar – Estou a caminho, respondeu ela.
Pôs água na tigela do cão, e chamou o gato para dentro de casa. Certificou-se que as portas estavam fechadas.
Espreitou para o quarto de cada um dos filhos, apagou a luz, pendurou uma camisa, atirou umas meias para o cesto da roupa suja, e conversou um bocadinho com o mais velho que ainda estava estudando.
Já no quarto, acertou o despertador, preparou a roupa para o dia seguinte e arrumou os sapatos. Depois lavou o rosto, passou creme, escovou os dentes e acertou uma unha partida.
A essa altura, o pai desligou a televisão e disse: – Vou me deitar... E foi... Sem mais nada.
Notam aqui alguma coisa de extraordinário? Ainda perguntam porque é que as mulheres vivem mais...?

Saber que sou teu amigo faz-me muito feliz. Realmente, devo considerar-me uma pessoa de sorte, pois poder contar com a amizade de alguém tão generoso e leal é algo cada vez mais raro nos dias de hoje.
Quero que saibas que esta nossa relação, tão solidamente baseada na confiança e no carinho, promete resistir ao tempo e é por isso que podes ter a certeza de que, sempre que precisares, estarei ao teu lado para apoiar-te ou confortar-te.
Este sentimento de amizade que nutro por ti é-me extremamente saudável e, às vezes, fico a pensar se até mesmo o mundo não seria mais saudável se todas as pessoas tivessem, sempre que precisassem, um ombro amigo como o teu.
Porque ser amigo é saber aproveitar o que de melhor o outro tem para nos oferecer, é reconhecer os seus defeitos mas sabê-los suportáveis e, por outro lado, ser amigo é oferecer as nossas virtudes com toda a generosidade do mundo e viver sem máscaras ou dissimulações, de uma maneira autêntica, sem tentar esconder ou escamotear os nossos pequenos vícios, manias ou idiossincrasias.
É isso o que eu sinto que acontece entre nós e é isso que me faz sentir orgulhoso ao dizer que és meu amigo.

Ontem à noite, ao observar o céu, que estava limpo e estrelado, lembrei-me de ti... Havia lá uma estrelinha que eu nunca tinha visto, uma estrelinha distante, mas tão brilhante e cheia de calor que me fez pensar em ti, nesta amizade clara e luminosa que soubemos construir desde o dia em que nos conhecemos.
A visão daquela estrela trouxe-me ao pensamento os conceitos de companheirismo e solidariedade. A visão daquela estrelinha fez-me lembrar de ti porque, por mais distante que estejas, trazes-me sempre calor ao coração e ajudas-me sempre iluminar as ideias e os próximos passos.
Minha querida, ser tua amiga traz-me sempre alento e esperança. Ser tua amiga traz-me sempre a certeza de que a paz, a harmonia e a solidariedade são possíveis de existir neste mundo e, principalmente, de reinarem nos nossos corações.