Na vida há decisões que requerem ponderação, mas também há momentos em que precisamos arriscar para irmos mais além. É preciso ousadia para quebrarmos as rotinas e tentarmos algo que nunca tínhamos tentado, mas no final acaba sempre por compensar.
Não tema fazer as coisas de um jeito diferente; é hora de sair de sua zona de conforto. Com um mundo inteiro para descobrir e mil experiências para desfrutar, o pior que você pode fazer é ficar acomodado.
Tudo na vida se acerta. Mesmo alma de poeta. Que vive sempre em alerta, à procura da palavra certa.
Como alpinista à procura do cume. Do goleiro a não deixar passar o gol. Do destino de quem vive à margem.
Tudo!
Tudo na vida existe. E nem tudo é alegre ou triste.
Tudo?
Nem tudo, na vida é tudo. Existirá sempre um talvez. O que poderia ter sido. E não foi. O que poderia ser e não é.
Vago como a alma do poeta. Que a tudo vê e a tudo assiste. Sem imprimir em nada. O tudo absoluto.
Tudo!?
Se tudo é relativo e vago. Se nada é absoluto, o tudo.
Que se acerta na hora certa. É só sorte, ou será bênção?
Mesmo na dúvida. Se é que existe. Nada custa agradecer. Quem fez ou faz com amor.
Obrigada, meu Deus, meus pais, meu professor!
Uma vida para viver na
esperança de um amor
eterno.
Um acaso sem surpresa
e uma paixão que não
termina.
Um amor que nunca vai
terminar na estrada da
felicidade.
Uma luz que sempre
ilumina o chão onde
piso.
Felizmente!
Não tema, querida sogra. Sei que o momento da cirurgia está se aproximando e o nervosismo vai aumentando. Os pensamentos maus podem estar invadindo sua cabeça agora, mas você precisa estar confiante de que tudo vai correr.
Lembre-se que enquanto estiver fazendo essa intervenção cirúrgica, nós estaremos torcendo por você. Tenha muita força, que nós também a teremos para permanecermos sempre do seu lado.
Envelheço quando me fecho para as novas ideias e me torno radical.
Envelheço quando o novo me assusta. E minha mente insiste em não aceitar.
Envelheço quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar.
Envelheço quando meu pensamento abandona sua casa. E retorna sem nada a acrescentar.
Envelheço quando muito me preocupo e depois me culpo porque não tinha tantos motivos para me preocupar.
Envelheço quando penso demasiadamente em mim mesmo e consequentemente me esqueço dos outros.
Envelheço quando penso em ousar e já antevejo o preço que terei que pagar pelo ato, mesmo que os fatos insistam em me contrariar.
Envelheço quando tenho a chance de amar e deixo o coração que se põe a pensar: Será que vale a pena correr o risco de me dar? Será que vai compensar?
Envelheço quando permito que o cansaço e o desalento tomem conta da minha alma que se põe a lamentar.
Envelheço, enfim, quando paro de lutar!