Eu sei que a nossa briga foi muito feia e que grande parte da culpa é minha. Eu disse coisas que jamais deveria ter dito e você acabou muito magoado comigo. Peço desculpa por tudo o que aconteceu!
Se hoje deixo o meu orgulho de lado e quero dirigir estas palavras até você, acredite, querido amigo, que é porque a nossa amizade é um bem precioso para minha vida. E se ela é tão valiosa assim, então eu não a quero perder.
Sinceramente eu não estou a perceber nada. Até ontem estava tudo bem e, de repente, ficaste de mau humor. Eu perguntei o que tinha acontecido e respondeste que não tinha acontecido nada. Não sei se fiz ou falei alguma coisa de que não gostaste. Como não queres dizer o que realmente aconteceu, peço-te desculpas por qualquer atitude minha que te tenha desagradado.
De qualquer maneira, gostaria de saber porque é que o teu humor mudou de repente. Se eu soubesse a razão de estares chateada, eu poderia tentar consertar ou amenizar o meu erro e, quem sabe, desculpar-me de maneira mais conveniente.
Sabes que eu gosto muito de ti e fico extremamente preocupado quando ficas chateada, triste ou irritada por qualquer motivo. Diz-me o que houve que eu serei capaz de fazer qualquer coisa para restaurar, no teu rosto, aquele sorriso lindo que tanto me seduz e que me faz feliz.
Mais uma vez, desculpa. Não sei bem porquê, mas eu peço. Beijos de quem te ama muito!
A guerra é inimiga da paz sob todas as circunstâncias! Não importa a dimensão, não interessa a gravidade. Todo conflito que não seja resolvido através da palavra é uma ameaça permanente.
Basta de crueldade – o tempo das cavernas já passou! E o dinheiro e os interesses também não devem mais ser justificação para confrontos desumanos. A vida e o mundo pertencem a cada um de nós. Vamos eliminar a palavra "guerra" de todos os dicionários do mundo!
Um casal, recém-casados mudou-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido: - Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas! O marido observou calado. Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido: - Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas! E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal. Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos e, empolgada, foi dizer ao marido: - Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que a outra vizinha ensinou? O marido calmamente respondeu: - Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela! E assim é: tudo depende da janela através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. Lave sua vidraça. Abra sua janela.
A tristeza entrou na sua vida sem que você tivesse opção. Na verdade, alguns acontecimentos fogem ao controle das nossas mãos. Mas é você quem pode determinar se ela vai permanecer por perto ou sair definitivamente do seu caminho.
Escolha ser feliz e não permita que a tristeza vença. Entre no caminho que o conduzirá às maiores bênçãos e faça com que as coisas más fiquem enterradas no passado.