Você tem de se amar, amiga! Não importa que todo mundo gosta de você, não interessa se escuta elogios a toda hora. Se você não for sua maior fã, sua maior admiradora, pode ter certeza que vai estar sempre faltando alguma coisa.
Eu adoro você e é por isso que preciso ver seu ego crescer. Quero conhecer essa determinação, essa autoajuda, esse ânimo para viver a vida do modo que você merece. Força, amiga! Seja feliz todos os dias!
Um abraço! Mas não qualquer abraço, de uma pessoa qualquer, é preciso ser o abraço dele! Sim, porque só ele tem o melhor abraço do mundo! E não é exagero, ele realmente se funde de forma harmoniosa a mim...
É no abraço dele que eu me sinto bem, me sinto segura, é nesse abraço que eu me esqueço de tudo, é onde eu tenho paz! É quando te abraço que sinto teu cheiro de perto, que me inebria de maneira profunda, é quando você me abraça que eu sinto o peso e calor das tuas mãos a deslizar na minha cintura... Mas é também em teu abraço que percebo o quanto nada sou, e o quanto és pra mim! E é no teu abraço que descubro o quanto eu gostaria que o tempo parasse, quando ele insiste em correr.
Saudades enormes desse abraço!
De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será melhor.
Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram.
Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem.
Aprendi que "saber ganhar" a vida não é a mesma coisa que "saber viver".
Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance.
Aprendi que viver não é só receber, é também dar.
Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.
Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.
Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.
Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano, segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.
Aprendi que ainda tenho muito que aprender.
Se vocês chegaram até aqui, estimados alunos, e se agora estamos trabalhando juntos, é porque vocês merecem os parabéns. Mas hoje, gostaria de chamar a atenção para uma palavra importante que vocês certamente conhecem: mérito.
Quando uma pessoa conquista alguma coisa com mérito, não é porque ela é inteligente e mais capacitada que os outros à sua volta. Conseguir determinado objetivo com mérito é lutar por ele com todas as forças e, mesmo que seja em dificuldades, não desistir até o alcançar. Afinal, quem vocês acham que teria mais mérito numa prova de corrida, um atleta normal que chega facilmente a meta em 30 segundos, ou um coxo que corre suando a camisola, mas consegue lá chegar em 30 minutos?
Com isto quero dizer que não estou à espera que vocês sejam alunos brilhantes, nem que façam o impossível. Por muitas dificuldades que vocês possam encontrar, não desistam. E, acima de tudo, se esforcem. A maior recompensa que vocês podem ter é chegarem ao final do ano e receberem os resultados sabendo que tiveram todo o mérito neles.
Difícil é amar quando alguma coisa dá errado. Quando a casa está uma bagunça, quando as contas começam a crescer e o dinheiro diminuir, quando qualquer palavra vira ofensa, quando um silêncio se transforma em dúvida. Quando sobram palavras entaladas na garganta, quando falta um gesto que era pra ter marcado presença, quando o beijo é rápido, o olhar é vazio, o abraço é curto, as promessas falham. Quando o zíper da mala fecha e você não vai. Quando você espera por algo que nunca vem. Quando as expectativas começam a te sufocar. Quando os olhos ficam marejados ao lembrar do que podia ter acontecido, mas não aconteceu. Quando a porta bate, o tom de voz aumenta, a paciência se esgota, o humor não faz mais rir.