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Duas coisas enchem a alma de admiração e de respeito sempre renovados e que aumentam à medida que o pensamento mais vezes se concentra nelas: acima de nós, o céu estrelado; no nosso íntimo, a lei moral. Não é necessário buscá-las e adivinhá-las como se estivessem ofuscadas por nuvens ou situadas em região inacessível, para além do meu horizonte; vejo-as ante mim e relaciono-as imediatamente com a consciência da minha existência. A primeira, a partir do lugar que ocupo no mundo exterior, estende a relação do meu ser com as coisas sensíveis a todo esse imenso espaço onde os mundos se sucedem aos mundos e os sistemas aos sistemas e a toda a duração ilimitada dos seus movimentos periódicos. A segunda parte do meu invisível eu, da minha personalidade e do meu posto num mundo que possui a verdadeira infinitude, mas no qual o entendimento mal pode penetrar e ao qual reconheço estar vinculado por uma relação não apenas contingente, mas universal e necessária (relação que também alargo a todos esses mundos visíveis).
Numa, a visão de uma infinidade de mundos quase aniquila a minha importância, na medida em que me considero uma criatura animal que, depois de ter (não se sabe como) gozado a vida durante um breve lapso de tempo, deve devolver a matéria de que é formada ao planeta em que vive e que não é mais do que um ponto no universo. Pelo contrário, a outra ergue infinitamente o meu valor como inteligência, mediante a minha personalidade, na qual a lei moral me revela uma vida independente da animalidade e até de todo o mundo sensível, pelo menos na medida em que podemos julgá-lo pelo destino que esta lei consigna à minha existência, e que, em vez de ser limitada às condições e aos limites desta vida, se alarga até ao infinito.

Immanuel Kant

Minhas queridas amigas, cada uma de vocês é essencial e imprescindível para minha vida. É como se cada uma contribuísse com algo diferente para a minha felicidade, e que sem algum desses pedaços eu não poderia viver.

Todas juntas formamos um grupo muitos especial, e adoro todos os nossos momentos juntos. Vocês são mulheres maravilhosas, amigas de verdade, e eu tenho muito orgulho de poder compartilhar a vida ao seu lado. Amo todas e cada uma de vocês!

Estela acordou-se ainda cedo,
pulou da cama sem medo
do frio que fazia lá fora.

Os pés miúdos, descalços,
folgados dos velhos sapatos,
correram o quintal sem demora.

Estela na horta adentrou,
abriu depressa o portão,
que rangeu sem má intenção.

O portão deu-lhe bom dia,
porém sua sintonia
denotou preocupação.

Estela olhou as verduras
com muito amor e doçura,
afagando-as com as mãos.

Julgou que a alface tão crespa,
mais ficara arrepiada,
temendo o voo das vespas.

Acenou para os legumes,
que, revelando ciúme,
cobravam sua atenção.

Preocupou-se com o tomate,
julgando que a face corada,
queimara-se na madrugada.

Achegou-se à berinjela,
que, roxa, pareceu a ela
ter a cor da aflição!

Jurou que um certo duende
houvesse pintado listrinhas
no corpo da abobrinha.

Isso assim era demais!
Voltou pra casa, correndo,
nem sequer olhou pra trás.

Na sala entrou, sem demora,
pedindo à mãe, nessa hora,
de presente uma porta.

E durante a madrugada,
pelos amigos da horta,
trocou o portão pela porta.

Esse ano passou voando, meu amor! Foram trezentos e sessenta e cinco dias maravilhosos – dos melhores que já vivi. Nunca imaginei que o amor fosse esta coisa tão arrebatadora que temos em nosso namoro! Esse foi nosso primeiro ano!

Confesso que estou ansioso por saber o que vem de seguida. É que tenho certeza que juntos, com você de meu lado, tudo vai ser memorável. Feliz Aniversário para nós, meu bem! Te amo!

Perco-me por ai pensando em ti
No teu corpo e no teu ser...
Quem sou eu assim?
Sozinha e perdida
Pensando na vida
E em ti...
Farias-me sorrir se te pedisse?
E também me ajudavas a ser feliz?
Os meus pensamentos são como nuvens afundadas nas poças de ar
Meus olhos se perdem, enquanto o meu corpo chora o teu...
Encontra-me outra vez!