Procuro um lugar. Procuro um amor.
Procuro um alguém.
Procuro me encontrar em algum lugar,
com alguém que me dê muito amor.
E parece impossível.
Já encontrei alguém que me largou
no meio do caminho, que não quis
encontrar nosso lugar,
que simplesmente soltou minha mão.
E eu chorei,
chorei porque não tinha mais ninguém
para me dar amor.
Chorei porque eu tinha me acostumado
a ouvir e dizer: te amo!
Chorei porque agora estou só.
Estou caminhando. Procurando alguém,
mas na minha lembrança
só vejo o seu rosto, só ouço a sua voz,
só sinto nós dois, só vivo o passado.
E no presente vou caminhando
na mesma estrada aonde você
largou minha mão.
No meio dessa estrada tento achar
outro alguém e continuar seguindo
para algum lugar, o lugar que era só meu
e seu, aonde você não quis chegar.
Mas no meu coração, bem no fundo
sempre vai existir um pedacinho
que hoje é triste mas, que ainda lembra
feliz do que se foi, ainda lembra
com esperança de trazer você de volta.
Porque você já foi metade de mim
Porque não consigo lhe falar
Então escrevo para os anjos.
Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal.
O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona.
Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam. Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la.
O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela. Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo.
Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz. Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia: "Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite.
A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse.
Deus o abençoe por ter me ajudado. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole".
Ainda sinto suas carícias
E sua respiração em minha pele.
Não há o que me faça esquecer de seu sorriso
E continuo amando você hoje mais que ontem
sonhando com ver você novamente.
Cada dia que passa mais me mata sua ausência; e eu perco a fé.
Queria poder esquecer de você
E te remover pra sempre de mim,
Dizer-te na cara que não me faz falta para poder viver.
Queria te apagar de meu coração, remover de minha boca seu doce sabor.
Não sentir saudade ao chegar à noite e sem repreensão resignar-me a seu adeus.
Mas quando eu acredito que eu já te esqueci
Descubro que eu ainda te amo.
Sei que sou culpado de minha sorte
e que meu sofrimento não lhe fará regressar
e outra vez acreditar em mim.
Te fiz chorar e me arrependo,
Amor, quanto eu sinto por isso;
Se não a vir novamente, não sobreviverei.
Que exultante alegria eu senti quando soube da sua existência; que inexplicável explosão de emoções me dominou quando me disseram que minha neta em breve viria ao mundo!
Hoje todos esperamos ansiosos pela sua chegada. Eu conto os segundos e me desespero de ansiedade e impaciência, pois tanto desejo conhecer seu rostinho que a todos nós virá iluminar de alegria e amor.
Você ainda está para chegar, minha netinha, mas não imagina como já é profundamente amada.
Naquela quinta-feira um dos seus te deu um beijo Não um beijo de amor... Mas de pura traição Entregando-te aos soldados do desamor Aqueles que te prenderam... Açoitaram-te Ao invés de sentir por ti compaixão Machucaram-te até fazer a tua carne sangrar O que tu passaste naquela noite só tu o sabes E aqueles que lá junto a ti se encontravam E naquela sexta-feira... Fizeram-te carregar uma cruz pela Via Sacra Deixando teu corpo transfigurado pela dor Caia... Levantava-se e lá caminhava O povo simplesmente olhava nada fazia Com os olhos amedrontados apenas te viam Quando chegou ao teu destino já quase desfalecia Ainda tinha a pior parte... Aquela que tu temias... Chegaram os soldados para que te pregassem Naquela cruz que pelo caminho carregavas E quando os cravos começaram a serem fincados A dor quase já não existia, já havia transpassado Pelo tamanho do sofrimento que já havia passado Quando terminaram nem sequer se preocuparam Com teus gritos abafados pelo da multidão descarada Assim a cruz com o teu corpo desfalecido foram içados Eles não se conformaram que ainda estavas acordado Levantaram a lança e teu coração foi perfurado Ó quanta covardia... Mesmo assim, ainda os perdoaste. Ó Jesus como pode ter sido tão injustiçado Esqueceram que ali jazia o corpo do Pai amado E também que sua glória mais forte que a... Humanidade