Vem cá. Me ajuda a entender isso. Eu não paro de pensar em ti, eu acordo e meu primeiro pensamento é você, passo o dia todo lembrando dos nossos momentos juntos, e antes de dormir fico sorrindo só de pensar em nós. Eu até imaginei eu e você vivendo esse tal de "felizes para sempre" que eu tanto escuto. Ouvi dizer que isso é amor, o que você acha?
Quando penso em você, há um vazio que surge em mim e me desassossega a alma. Nós crescemos juntas e sempre nos habituamos a estarmos perto uma da outra. As circunstâncias infelizmente levaram você para longe de mim, mas eu constantemente fico no meu silêncio, torcendo pela sua felicidade e pedindo a Deus que seu caminho seja muito abençoado!
Onde quer que esteja, minha irmã, o meu amor por você permanecerá com a mesma força de sempre!
Boa noite! A vida nos deu uma prova de fogo, um desafio muito difícil de combater! Mas acho que estamos a demonstrar que somos capazes. Nosso amor é impossível de acontecer.
Seria até estranho, apesar de já ter imaginado algo mais do seu lado. Podemos estar a cometer um erro por não estarmos a dar uma chance, mas nem temos certeza se o que estamos sentindo é real.
Sim, porque sentimento não tem nome ou rosto e aí fica difícil. Mas você estará sempre no meu coração – isso é uma certeza, uma promessa. Bons sonhos!
Quando é que se reconhece a grandeza do ser humano? Não é quando ele dá esmola para o menino de rua, quando pára o carro em frente à faixa de pedestre ou quando oferece carona num dia de chuva.
Essas atitudes reforçam para nós mesmos a ideia de que, sim, somos gente fina. Mas é fácil ser gente fina reproduzindo atitudes padrão. Difícil é ser grande diante do assombro, diante do inesperado, diante do desconhecido.
Acho que entre todos os grandes gestos, o perdão é o maior deles. Em primeiro lugar, o perdão é fruto do erro de alguém, e quanto maior este erro, maior a grandeza de quem, atingido, se dispõe a passar por cima da própria dor e levar a vida adiante. E o perdão torna-se ainda mais digno porque ninguém se prepara para perdoar.
É mentira quando alguém diz: eu perdoo tudo. Este tudo não pode ser mensurado previamente Não se sabe de antemão o tamanho do golpe. Não se pode prever nossa reação diante do difícil reconhecimento de que alguém falhou conosco. É fácil desculpar um atraso, um esbarrão, um esquecimento, mas o tamanho do perdão é proporcional ao tamanho do erro: estes são exemplos de perdões fáceis, corriqueiros. Difícil é perdoar o trágico.
O Papa João Paulo II perdoou o turco que lhe deu um tiro anos atrás. O Papa é o representante maior de Deus na terra, não se espera dele outra atitude, ainda que tenha surpreendido muita gente. Mais surpresos ficamos com aqueles que não vestem nenhum tipo de batina e também perdoam os que tiraram a vida de seus irmãos, filhos, pais. Eles não aceitam, mas compreendem. Compreendem a miséria humana, compreendem as atitudes impensadas.
São considerados perdedores por causa disso. E nós, ganhamos o quê não compreendendo? – O perdão é prova de entendimento absoluto, principalmente de si mesmo. Não perdoar é isolar o outro, perdoar é entrar no jogo com ele, participar do problema, e não julgá-lo como se estivéssemos imunes à mesma fraqueza. O perdão é o gesto mais elevado que há. Tão elevado que poucos chegam lá.
A pior saudade não é aquela que é provocada pela solidão ou um qualquer adeus, mas sim aquela que é sentida quando os braços da pessoa que amamos não se abrem para nós.
Ficar próximo de quem se ama, de quem o coração deseja intensamente e não poder ter essa pessoa... Aí reside a verdadeira dor de uma saudade impossível, uma saudade de algo que nunca existiu nem vai existir.