Um menininho brincava no tanque de areia da praça naquela manhã de sábado. Tinha com ele sua caixa de carrinhos e caminhões, seu balde plástico e uma pá vermelha brilhante. No processo de criar estradas e túneis na areia macia, ele descobriu uma pedra grande no meio do tanque de areia.
O mocinho cavou ao redor da pedra, conseguindo desalojar a sujeira. Com muito esforço, usando as mãos, os pés e em todas as posições possíveis, ele conseguiu empurrar a pedra através do tanque de areia. Era um menino muito pequeno e a pedra, para ele, era enorme. Quando o menino alcançou a borda do tanque de areia, ele descobriu que mais difícil ainda ia ser passar a pedra sobre a pequena parede.
Determinado, o menininho empurrou, empurrou e empurrou, mas a cada vez que ele achava ter feito algum progresso, a pedra virava e rolava de volta para o tanque. O menininho grunhiu, lutou, empurrou, mas sua única recompensa era ter a pedra rolando de volta, esmagando seus dedinhos rechonchudos. Finalmente rompeu em lágrimas de frustração.
Durante todo o tempo, seu pai o observava de sua janela, aguardando o desenvolvimento de todo o drama. No momento em que as lágrimas caíram, uma sombra grande caiu sobre o menino. Era seu pai. Suavemente mas com firmeza, ele disse, – Filho, por quê você não usou toda a força que você tinha disponível?
Derrotado, o menino respondeu, – Mas eu usei, pai! Usei toda a força que eu tinha! – Não, meu filho, corrigiu o pai bondosamente. – Você não usou toda a força que você tinha. Você não me pediu ajuda.
E o pai do menino se abaixou, pegou a pedra e a retirou do tanque de areia.
Soa familiar? Todos temos pedras a mover, e precisamos ir diretamente ao nosso Pai para conseguir que o trabalho seja feito!
Um amor que termina
que se desfaz em pedaços
que se perde no vento
Um amor que vai embora
que nos deixa sozinhos
que não nos abraça
Um amor que vale tudo
que não tem preço
que não tem igualdade
Um amor maior que outros
que rejuvenesce qualquer um
que ama quem ama ou não ama
Seu sorriso é lindo. Me faz viajar. Ir onde somente os apaixonados, querem se encontrar.
Seus lábios sinto de encontro ao meu. Seu sabor os meus desvendar. Com minhas mãos seu corpo encontrar.
Nossos corpos em nosso leito se amar. O brilho do seu olhar Acende minha paixão.
Anseio por me entregar. Me aconchegar nos seus braços. Em seus carinhos me encontrar.
Sou sua não tenho porque negar Te Amo, Ti Amo... Amo-te. E ao universo irei esse amor DECLAMAR.
Lua e meia.
Lua Nova, Lua Cheia.
Sete luas!
Meus amores...
Lua Cheia, na areia, forma flores!
Lua Nova, vira a esquina,
Tem pudores...
A Crescente, transforma a menina em donzela.
A Minguante, vaga errante!
Meia-lua, Meia-noite.
Noite linda!
Lua Nova... Noite bela...
Nascemos, crescemos E em alguns momentos Aprendemos a viver Eis a razão de cada passo E de cada erro Os dias de ontem Se tornaram história Nada mais que Passos desta trajetória O que foi Já não mais importa Mas sim o que pode ser E o que será E o que será de nós Depois deste novo momento?
Será que devemos dar ouvidos Para palavras que galopam o vento?
Claro, pois notícia ruim Sempre chega assim Rapidamente aos ouvidos De quem se quer destruir É por isso, que precisamos resistir Não importa o que os outros dizem Mal sabem de suas próprias vidas Como saber de outras? Ainda mais das nossas Que corremos distantes destas margens...
Sim, temos um passado Como qualquer outro que caminha por ai Caímos, aprendemos e continuamos Agora estamos aqui, próximos De algo que nos faz bem Depois de tantos caminhos perdidos Finalmente encontramos algo Que nos parece um abrigo E, por isso, tantas línguas bifurcadas Tentam nos envenenar Desfilando palavras simplesmente Para nos distanciar Mas, sejamos fortes e não esqueçamos Do que passamos E que o ficou no ontem Serve apenas para nos lembrar Onde não queremos mais errar...
Não importa os outros Tudo que importa É que temos um ao outro.