Deixem-me contar-lhes uma parábola.
Vocês conhecem aquelas casas de madeira, de tábuas largas, com fendas e gretas pelas quais costumam cair, debaixo do assoalho um espelhinho, um pente, uma moeda, um botão, uma miçanga, mil coisas assim, que ficam lá embaixo, na escuridão.
Os meninos antigos gostavam de deitar-se no chão e ficar olhando pelas gretas o velho porão escuro.
Quando um raio de sol penetra lá embaixo, brilham coisas esquecidas e perdidas, pequenas ninharias que se acumulam anos a fio.
Mas se um dia caísse uma joia, então dava-se a descida ao mundo maravilhoso do "debaixo do assoalho".
Os meninos entravam e era uma festa para os olhos e para o coração: centenas de coisinhas perdidas e reencontradas: – Aquela bolinha de vidro de cor. – Aquele alfinete dourado. – Oh!, aquela pedrinha que brilha!
Eram mil surpresas escondidas, acumuladas, perdidas anos a fio e que a casualidade de uma joia caída fizera redescobrir.
Pois bem amigos, a vida de família é como o fundo do assoalho, com mil pequenas alegrias e carinhos, com mil momentos de ternura, que vão caindo pelas gretas do tempo e do dia, e se vão esquecendo no fundo da vida.
A gente costuma perder esta beleza toda pelo cansaço, pelo hábito, onde as pequenas atenções, o dizer bom dia, boa noite, onde o carinho pelos pais, pelos irmãos, pelos filhos, tornam-se miçangas caídas nas gretas da vida...
Mas um dia como esse pode ser uma ocasião de choque, de lembranças mais vivas do que foram as coisas.
Talvez seja o dia de tirar as tábuas do assoalho, do redescobrir com alegria as pequenas coisas indispensáveis para o tempo de amor, da vida em família...
Não pague na mesma moeda aos invejosos que a toda hora tentam prejudicar você. Responda com seu melhor sorriso para que eles percebam que não a afetam minimamente.
A maior frustração que existe para aqueles que odeiam você é ver a sua felicidade. Mostre-se indiferente perante as críticas alheias e desfrute plenamente a vida como bem entender.
Se queremos encontrar a paz,
primeiro precisamos nos ensinar a ficar quietos
para então nos tornarmos pacíficos.
Tornar-se pacífico é segurar as rédeas da mente descontrolada
e interromper os pensamentos incessantes.
Uma vez que temos a atenção da mente,
podemos começar a persuadi-la a nos levar ao silêncio,
um silêncio verdadeiro.
Não um lugar sem som,
mas um lugar onde possamos experimentar um senso profundo de paz
e uma consciência penetrante do nosso bem-estar.
Hoje se completam três anos desde que demos um dos passos mais significativos para as nossas vidas. Há três anos dissemos o 'sim' e desde esse dia que nos tornamos uma equipe perfeita, um cuidando do outro, compartilhando, dividindo, caminhando e olhando para a mesma direção. Parabéns a nós, meu amor!
Tem sido uma viagem maravilhosa, uma viagem que eu espero que continue por toda a nossa vida, pois do seu lado tudo é melhor, mais bonito, mais fácil. Do seu lado não existem obstáculos impossíveis de ultrapassar, batalhas impossíveis de travar, pois contar com o seu amor, o seu apoio, o seu companheirismo são o maior e melhor conforto, são a minha segurança, a minha força.
Eu te amo! Todo o dia acordo com um magnífico sorriso no rosto e uma inesgotável energia para viver mais um dia do seu lado, pois todos eles são preciosos, pois cada segundo passado junto a você é o paraíso na terra...
Aqueles que, no sentido preciso do termo
cuidam do filosofar, permanecem afastados
de todos os desejos corporais sem exceção,
mantendo uma atitude inflexível e não concedendo
às paixões.
A perda de patrimônios, a pobreza, não lhes causa
medo, como acontece com a multidão dos amigos
da riqueza; e nem a existência sem honrarias e sem
glória que o infortúnio proporciona não é de molde a
intimidamos como acontece com aqueles que amam
o poder e as honrarias.
E, desse modo, eles se mantêm afastados dessas
espécies de desejos.
Sócrates