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Eu aprendi a esquecer, como você sempre me esquecia nos momentos em que mais precisava de alguém ao meu lado. Aprendi a me importar com pessoas que realmente me valorizam, em vez de ficar à espera de alguém que sempre me deixou para segundo plano.

Há certas feridas que custam a cicatrizar, mas que depois de superadas são como um peso que nos sai das costas. Agora minha maior preocupação é ser feliz e esperar com expectativa o que o amanhã me trará.

Não foi desejo. Nem vontade, nem curiosidade, nem nada disso. Foi um choque elétrico meio que de surpresa, desses que te deixa com o corpo arrepiado, coração batendo acelerado e cabelo em pé. Foi sentimento. Não foi planejado, nem premeditado. Foi só um querer estar perto e cuidar, tomar todas as dores e lágrimas como se fossem suas. A vontade e o desejo vieram depois, bem depois. Não foi um lance de corpo, foi um lance de alma. Não foram os olhos, nem os sorrisos, nem o jeito de andar ou de se vestir, foram as palavras. Uma saudade e uma urgência daquilo que nunca se teve, mas era como se já tivesse tido antes. Foi amor. É amor.

Veja Não diga que a canção está perdida Tenha fé em Deus, tenha fé na vida Tente outra vez
Beba Pois a água viva ainda tá na fonte Você tem dois pés para cruzar a ponte Nada acabou, não, não, não
Tente levante a sua mão sedenta e recomece a andar Não pense que a cabeça aguenta se você parar Não, não, não, não, não, não Há uma voz que canta, há uma voz que dança Há uma voz que gira bailando no ar
Queira Basta ser sincero e desejar profundo Você será capaz de sacudir o mundo Vai, tente outra vez
Tente E não diga que a vitória está perdida Se é de batalhas que se vive a vida Tente outra vez...

Ando com saudades de café com pão. De namorados dando beijinhos no portão. De pedir bênção a pai e mãe. (Deus te abençoe!) De ver um varal cheio de roupa, com cheiro apenas de sabão. De ver alguém sorrindo enquanto, lava a louça com bucha vegetal.
De sentir respeito pela polícia. De cantar o Hino Nacional, com mão no peito e lágrimas nos olhos. De acreditar que o Brasil ganhou a Copa do Mundo porque jogou direito. De saber que o Zezinho, filho do porteiro, não vai morrer de dengue. E que Maria feirante poderá ter um filho médico.
Saudades de homens que usavam apenas o assobio como galanteio. Fiu-fiu! Morro de saudades do tempo em que o presidente de uma nação era o mais respeitado cidadão do país. Que cadeia era lugar só de ladrão. Acho que andaram invertendo a situação. Ando com saudades de galinha de galinheiro. De macarrão feito em casa, com tempero sem agrotóxico. De só poder tomar guaraná em dia de festa. De homens de gravatas. De novela com final feliz. De pipoca doce de pipoqueiro.
De dar bom-dia à vizinha.
De ouvir alguém dizer obrigado ao motorista e ele frear devagarzinho, preocupado com o passageiro. Saudades de gritar que a porta está aberta para os que chegam. Saudades do tempo em que educação não era confundida com autenticidade.
Hoje, se fala o que quer em nome de uma "tal" verdade e pedir perdão virou raridade. Ando com saudades de ver no céu pipas não atingidas pelo efeito estufa. Saudades das chuvas sem acidez, que não causavam aridez. Saudades de poder viajar sem medo de homem-bomba.
De ser recebida com pompa em outra nação. Atualmente, reina a desconfiança no coração. Sinto muitas saudades do rubor das faces de minha mãe, quando se falava de sexo. Totalmente sem nexo Hoje, ele é tão banal que até eu banalizei.
Acho que a maior saudade que tenho é a saudade de tudo que acreditei. Para meus filhos não poderei deixar sequer a esperança. Hoje, já não se nasce criança!

Na alegria e na tristeza
Na saúde e na doença
Na resenha e na tortura
Na internet e no telefone
No pagode e no forró
Na missa e no reggae
No escuro e na luz
Durante o dia e durante a noite
Na festa e na maresia
Com ou sem namorado
E sempre juntas em
Todos os dias das nossas vidas,
Até que a morte nos separe.

Te amo tanto!