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As pessoas felizes não são felizes porque têm as melhores coisas. E nem porque fazem as viagens mais caras, ou porque compram os maiores carros ou casas. As pessoas felizes não são felizes porque têm tudo aquilo que querem e que muitos apenas sonham em ter.

As pessoas felizes são felizes porque procuram fazer as coisas com alegria, com entusiasmo. As pessoas felizes dão sentido às menores coisas e acontecimentos, sabem valorizar os momentos mais simples da vida, e os instantes mais corriqueiros.

As pessoas felizes, preferem transformar sofrimento em lições, não em infindáveis lágrimas e motivos para maldizer a vida e o mundo. As pessoas felizes procuram soluções para os problemas da vida, e não problemas para reclamar da vida.

As pessoas felizes apreciam e agradecem a presença daqueles que amam e que fazem parte de suas vidas. As pessoas felizes não passam a vida definindo metas e o próximo objeto de desejo ou sonho irrealizável. As pessoas felizes valorizam o que têm. As pessoas felizes constroem vidas felizes, e não compram coisas achando que estão comprando a felicidade.

Por pior que pareça o momento por que passas, espera e confia.
Deus não desampara seus filhos jamais.
Nós é que muitas vezes nos afastamos Dele.
Nos momentos de dificuldade, de dor, de perigo e turbulência, elevemos nosso pensamento ao Criador e entreguemo-nos a Ele com a certeza de que não estamos sós.
Deus, através de seus mensageiros, sempre nos mostrará uma saída para as dificuldades e problemas por que passamos, bastando para isso que confiemos na sua Divina Providência, que não falha nunca.
As dificuldades pelas quais todos nós passamos são as lições necessárias ao nosso aprendizado, crescimento e evolução.
Ainda somos espíritos imperfeitos, buscando o aprimoramento e a perfeição para a qual fomos criados.
Enchamos nossos corações de esperança e alegria, pois tudo neste mundo é transitório e somente o bem, a paz e a felicidade permanecerão por toda a eternidade!

Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Era meu amigo, leal companheiro e confidente Com quem eu conversava de forma transparente Sem reservas e tão cheia de confiança...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Você que me fez de novo ser criança Levando-me de volta à longínqua infância Suscitando o extravasar do meu "porão"...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que soube sondar como ninguém meu coração Que ocupou espaços vazios e me fez plena Que me refletiu e fez a vida valer a pena...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que era todo o meu entusiasmo e inspiração Que fez nascer rascunhos em verso e prosa Que soube despertar a mulher amorosa...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que sempre, sempre se importou comigo Que nunca me negou o ombro amigo Na hora dos meus impasses, dúvidas, aflição...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? A quem, do Sousa, eu enviava um hino E na troca, da Amália, eu recebia um fado Em doces permutas, tão do nosso agrado...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? De cuja amizade eu tanto me orgulhava Pelo seu modo de ser que eu tanto adorava E como joia rara, no peito eu te guardava...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que silenciou de repente qual se tivesse morrido Ou será que fui eu que morri (em ti) sem ter percebido Procurando-te em vão, entre lágrimas e gemidos...
Mas, homem, noto agora que já estou meio morta Apesar do derradeiro rascunho, você já não me importa Porque na verdade, você nunca existiu Foi tudo engodo, miragem, alucinação Porque amigos verdadeiros não nos deixam na mão E mesmo que tenham que ir embora Pelos ditames do destino e pelo apelo da hora, Avisam-nos da partida, deixando uma doce saudação...

Sou um autor desconhecido sim, quando nas manhãs onde todos dormem, estou aqui, colocando meus pensamentos em palavras, expondo minhas dores e minhas vivências muitas vezes como ferida ainda aberta.
Sou um autor desconhecido quando acordo no meio da noite com uma ideia e corro pra anotar para que amanhã isso não fique esquecido.
Sou ainda um autor desconhecido quando passeio por blogs e sites e reconheço minhas palavras, meus sentimentos e posso dizer o que senti no exato momento em que aquele meu filho foi gerado e veio ao mundo, mas não me vejo.
Sou um autor desconhecido quando choro sozinha, quando preciso brigar pra dizer que é meu o que não teria nascido se não fosse eu, porque as palavras não nascem do nada e cada texto, cada poema é coisa única.
Sou autor desconhecido quando acham que o que escrevi é tão bonito que uma simples mortal não teria escrito e então atribuem a autoria a alguém que todos já conhecem.
Sou autor desconhecido quando meus filhos se perdem de mim, quando são "adotados" por pessoas que gostariam de tê-los gerado.
Sou ainda, autor desconhecido quando, cansada, baixo os braços e me pergunto se vale a pena lutar se de qualquer maneira amanhã tudo recomeça.
Mas... desconhecida ou reconhecida, não desisto. Meus pedaços de mim espalhados por aí são e sempre serão pedaços de mim, que eu reconheço, que quem me conhece, reconhece, que eu abrigo e que ninguém pode tirar de mim.

Homem de verdade não faz birra – ele batalha! Corre atrás e conquista. Não importa o suor, o esforço, o sangue e a luta, porque de nada vale o cansaço quando a alma é mais forte!

Homem de verdade não se esconde – ele se revela! Em cada instante, em todo momento, seu coração representa a bondade e a transparência. Porque sem vocês o mundo seria um local bem chato e cheio de nada, Feliz Dia do Homem!