Se a nossa existência fosse dividida em estações, a juventude seria o verão, a melhor estação da vida!
A adolescência seria a primavera... momento em que afloramos para novas experiências e a nossa curiosidade e sede de viver nos fazem ver tudo mais colorido e encantador. A beleza da adolescência está na ingenuidade e na certeza de acharmos que já sabemos muita coisa, só porque temos curiosidade por descobrir a vida, e desejamos viver novas aventuras, fora do nosso quintal. Mas a verdade, é que ainda estamos a brincar na casa da árvore!
No verão, tudo é diferente! A juventude é a estação quente, o verão tudo promete! Já não somos tão ingênuos, já até quebramos a cara algumas vezes, mas ainda somos destemidos, e a beleza está na imprudência com que encaramos certas coisas complicadas da vida. O verão permite-nos ser levemente irresponsáveis, relaxados, divertidos... Durante o verão, há sempre um lugar ao sol para todos. Ah se a vida fosse um eterno verão!
Depois, vem o outono e a juventude fica para traz. Tornamo-nos adultos, as cores ficam mais sóbrias, e já começamos a pensar em como nos proteger do frio que vem pela frente. E quando chega o inverno, só queremos estar seguros e aquecidos, e fugir de constipações. Ai que saudades dos verões!
A amizade é a luz mais forte que pode iluminar nossas vidas. As estrelas do céu não param de brilhar quando anoitece, mas um verdadeiro amigo brilha para nós o tempo todo e está presente nos melhores e nos piores momentos.
Nunca adormeço sem meditar na importância que vocês têm para mim e hoje o meu desejo é que tenham uma boa noite para que acordem amanhã com a capacidade de conquistar algo positivo.
Você sempre foi o homem dos meus sonhos; desde a hora que nos apaixonamos e iniciamos nosso namoro até hoje que somos marido e esposa! Nunca me senti tão amada e realizada em toda minha vida.
É bom demais contar com sua presença em todos os momentos com suas palavras sempre sábias de conforto ou com seu abraço apertado e saboroso! Obrigada por ser meu pilar, meu porto de abrigo. Te amo!
E não tem tradução para o que eu sinto, nenhuma outra versão pro gosto do seu beijo, nem sequer uma história que se compare à nossa. O nosso amor é único, nossa dependência é mútua, eu preciso de você como um pássaro precisa de asas para voar, como o coração necessita de sangue para bombear. Eu preciso de você em sua simples essência, no seu estado "in natura", eu só preciso de você.
Vários séculos atrás, numa aldeia da Europa, um fazendeiro perguntou-se o que poderia ele fazer para ajudar mais aos que de ajuda precisavam. Tomou uma boa decisão. Decidiu erguer uma construção, uma casa, onde os mais afortunados da região poderiam se encontrar e deixar, cada um deles, mantimentos, roupas e outros gêneros que seriam distribuídos entre os menos afortunados.
Espalhou a ideia, no que foi prontamente apoiado.
Não permitiu a ninguém que visse as plantas e o interior da construção até que estivesse pronta.
No dia da inauguração, um sábado, cinco horas da tarde, muitas pessoas que podiam e estavam dispostas a ajudar à população mais pobre, se reuniram e ficaram maravilhadas com o cuidado com que tudo foi feito. Tudo tinha sido bem pensado e bem planejado.
Mas então alguém disse, – Espere um minuto! Onde estão as lâmpadas da casa? Está ficando bastante escuro aqui dentro. Como a casa será iluminada?
O fazendeiro apontou para alguns suportes nas paredes, e então ele deu uma lâmpada para cada família, que eles teriam que trazer com eles cada vez que viessem às reuniões e disse, - Cada vez que vocês estiverem aqui, o lugar onde estiverem estará bem iluminado. Cada vez que vocês não puderem estar aqui, um ponto estará escuro. Isto é para lembra-los que sempre que você deixa de fazer um trabalho em benefício do próximo, alguma parte da casa de Deus estará escura.
Como bem disse Edward Everett: Sou apenas um, mas ainda sou pelo menos um. Eu não posso fazer tudo, mas ainda posso fazer algo. E só porque não posso fazer tudo, não recusarei fazer o que posso fazer.