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1.Amar a si próprio - Este em Primeiro lugar, por que a pessoa que não se ama, não pode amar as outras pessoas.

2. Dar mais Valor a Família - Não tem um ditado que diz: Família assa mais não come pois bem... a família vem em primeiro lugar.

3.Não ter preconceitos - Nem de Raça, Nem de Religião, Nem de Opção sexual, afinal, cada um faz o que acha melhor e você não tem nada a ver com isso.

4.Conquistar mais Amigos - Faça sempre novos amigos! É tão bom ter com quem contar quando a gente mais precisa! Quem tem Amigos... Tem Tudo!

5.Ter seu próprio dinheiro - É tão ruim depender dos outros não é mesmo? Então... Mecha-se corra atrás... pra ter o seu.

Mãe não é apenas quem gera e bota no mundo. Mãe é quem cria, quem ama. Todos já escutaram essa ideia e todos parecem concordar, mas apenas alguns têm o privilégio de viver essa verdade.

Você, mamãe do meu coração, provou e continua provando desde o primeiro momento que mãe adotiva pode ser tão ou mais mãe verdadeira que aquela que carrega o filho no ventre.

Este é o seu dia, tanto como de qualquer mãe de sangue, e esta a minha pequena e humilde homenagem para alguém que merecia um universo de honras: Feliz Dia das Mães!

Eu te amo muito, mamãe! O seu colo sempre foi o mais confortável, os seus braços os mais protetores, as suas palavras as mais sábias.

É um orgulho e uma bênção tê-la na minha vida, e logo como mãe! Mamãe querida, desfrute do seu dia e seja feliz, hoje e sempre!

Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... isto é um princípio da natureza. Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... isto é circunstância. Solidão é muito mais do que isto. Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.

Ainda dói muito aceitar sua perda, vovó! Você sempre foi muito importante para mim; uma segunda mãe que me apoiou, me ajudou, me deu força e ânimo para todas as coisas da vida.

E agora você partiu! Preciso que você saiba que é com muito amor e carinho que guardo todas as memórias felizes e alegres de você! Até um dia, vovó!

O Buda estava um dia no jardim de Anathapindika, na cidade de Jetavana, quando lhe apareceu um Deva (espírito da natureza) em figura de brâmane e vestido de hábitos brancos como a neve, e entre ambos se estabeleceu o seguinte "duelo":

O Deva: - Qual é a espada mais cortante?
Ao que Buda respondeu:
- A palavra raivosa é a espada mais cortante.

- Qual é o maior veneno?
- A inveja é o mais mortal veneno.

- Qual é o fogo mais ardente?
- A luxúria.

- Qual é a noite mais escura?
- A ignorância.

- Quem obtém a maior recompensa?
- Quem dá sem desejo de receber é quem mais ganha.

- Quem sofre a maior perda?
- Quem recebe de outro sem devolver nada é o que mais perde.

- Qual é a armadura mais impenetrável?
- A paciência.

- Qual é a melhor arma?
- A sabedoria.

- Qual é o ladrão mais perigoso?
- Um mau pensamento é o ladrão mais perigoso.

- Qual o tesouro mais precioso?
- A virtude.

- Quem recusa o melhor que lhe é oferecido neste mundo?
- Recusa o melhor que se lhe oferece quem aspira à imortalidade.

- O que atrai?
- O bem atrai.

- O que repugna?
- O mal repugna.

- Qual é a dor mais terrível?
- A má conduta.

- Qual é a maior felicidade?
- A libertação.

- O que ocasiona a ruína no mundo?
- A ignorância.

- O que destrói a amizade?
- A inveja e o egoísmo.

- Qual é a febre mais aguda?
- O ódio.

- Qual é o melhor médico?
- O Buda.

O Deva então faz sua última pergunta: - O que é que o fogo não queima, nem a ferrugem consome, nem o vento abate e é capaz de reconstruir o mundo inteiro?

Buda respondeu:
- O benefício das boas ações.

Satisfeito com as respostas, o Deva, com as mãos juntas, se inclinou respeitosamente ante Buda e desapareceu.

Martin Claret