Até um dia, minha mãe! É esse o pensamento que nunca desaparece da minha memória. Tenho a grande esperança de reencontrar você um dia para beijar sua mão e seu rosto uma vez mais; para abraçar seu corpo até machucar seus ombros.
Sinto saudade – muita! E especialmente hoje, estou com memórias nossas no pensamento. Vou amar você eternamente, mãe! Descanse em paz!
É hora de relativizar tudo que está acontecendo. Basta de tanta lamúria! Chega de sofrimento! Você, querida sogra, sempre foi forte, dura, invencível. Abrace essa fé que largou faz tempo e jogue fora essa doença.
Conquiste novamente seu bem-estar, seu sorriso de orelha a orelha. Minha energia está direcionada para você. É que tenho certeza que vai sair dessa em breve. Seja batalhadora como sempre demonstrou ser e acredite que amanhã vai acontecer um milagre em sua vida.
Se te magoei, se te chateei,
Simplesmente confesso, agora
Sinto-me arrependida,
Agora resolvi, então,
Viver a minha vida.
Conhecer você, foi tudo de bom,
O Sol brilhou com seu calor,
A chuva refrescou com sua dança,
O vento soprou suavemente
O teu aroma no ar!
Talvez você não soubesse
Entender a minha felicidade.
No entanto deu ênfase,
Para que a situação continuasse!
Eu quis gritar ao mundo
Este amor por ti!
Que foi mais ilusão,
Ilusão que senti!
Quando alguém perguntava,
Algo sobre nós, sempre respondi:
Quem me dera, de coração,
Ter você aqui!
Jamais imaginei, deixar-te assim,
Desculpa, por favor? Por favor?
Estou te esperando, enfim:
Desculpa e volte pra mim!
Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem do bate papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha. Seu nome era "trabalho" e seu sobrenome "sempre".
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu para valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando. A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas! Mas o que lhe aconteceu ? Como você conseguiu dinheiro para ir a Paris e comprar esta Ferrari ?
E a cigarra respondeu:
- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá?
- Desejo sim. Se você encontrar o La Fontaine (autor da fábula original) por lá, manda ele ir se catar!
Moral da História:
"Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão."
Às vezes olho para as nossas mãos entrelaçadas e vejo o quanto você faz bem para mim. O quanto você foi a pessoa que mais me mimou e deu o ombro. Até quando tropecei e mesmo sem cair você estava ali, pronto para me segurar e me fazer acreditar que, tudo vai ficar melhor. Ao seu lado, pude perceber que estou totalmente segura, protegida e o melhor de tudo, amada.