Os teus olhos são como um mar de águas cristalinas
Que me permitem a navegar e sonhar...
Vendo um lindo luar, onde a cada estrela significa um sonho a conquistar.
Mas sei que a vida não é feita de sonhos apenas.
Sei que problemas não faltarão, mas as vitórias também não,
porque as muitas águas não poderiam apagar nem as ondas do mar
afogar o nosso amor !
Desde cedo aprendi a investir.
Meu pai foi o maior investidor que já conheci, trabalhava em uma Banco e investir era parte dos negócios.
Meu primeiro presente foi um cofrinho, ali depositava todas as minhas economias. Mas, logo percebi que "economia" parada não gera lucro.
Foi então que comecei aprender as tais lições de investimento, e elas perduraram por toda vida.
O tempo passou, meu pai já não se encontra entre nós, mas suas lições continuam a render-me juros...
Eis aqui suas instruções, siga-as ao pé da letra e você também verá seus rendimentos crescerem até não parar mais.
"Economia " é coisa séria não dá pra aplicar em qualquer lugar, portanto, aí vai a primeira dica: Cuidado em quem você investe as suas. Se aplicar uma moeda por dia com o tempo terás uma montanha delas. Mas, aviso, investimento leva tempo é preciso ser paciente só então começarás a colher os primeiros frutos (leia-se dividendos).
Ah! já ia me esquecendo, a aplicação deve ser diária.
Ao longo do tempo perceberás que tuas minguadas "economias" cresceram a alturas astronômicas, caso isto não ocorra é porque não seguistes os conselhos direito, volte e tente tudo de novo.
Agora, vamos a lição mais importante: Se você investiu uma moeda do seu... Tempo, Paciência, Cuidado, Carinho, Atenção, Perdão... E outras moedas similares... Com ao menos uma pessoa a cada dia, terás ao menos um amigo verdadeiro, para cada moeda investida.
E, esta é a benção (ou dividendos) que tem mais valor... (O Pote de ouro no fim do arco-íris)
Palavras de um velho e sábio amigo: MEU PAI!
O mundo nos cruzou
em um leito de amor
e na verdade de um
coração, nasceram
dois que nunca vão
morrer!
A vida nos juntou
sem pedir licença
e na ilustre chama
da paz, nasci para
você e você para
mim!
Mãe, nome sagrado que
representa o melhor da
mulher!
Mãe, que o amor nos
aconchegue com o abraço da
eternidade!
Fui convidada a entrar na Galeria Esperança.
Um anjo tão belo como um arco-íris, foi designado para nos conduzir mostrando os quadros da vida, nos corredores do mundo.
A primeira tela foi o quadro do Poder e da Vaidade, um era seguimento do outro... Em seguida vinha também em par o quadro do Egoísmo e da Miséria.
Continuamos, ele ficava cada vez mais triste ao demonstrar aqueles quadros.
O anjo com os olhos úmidos apontou-me o quadro da Fome e da Dor.
Mais adiante numa galeria só, outros quadros desfilavam ao nosso olhar: o quadro da guerra. do abandono. da violência. do ódio. da agonia. da solidão. Ah! E tantos outros mais amargos e tristes!
Olhei para o anjo e perguntei onde estava os quadros da Amizade, da Solidariedade, da Paz e da Fraternidade? Onde estava os quadros da Alegria, da Partilha, da Comunhão? Onde estava os quadros do Amor, da Caridade, onde?
Ele apontando à tela do céu e me mostrou Jesus. Jesus estava representado numa tela, num esboço em preto e branco, sem nenhum colorido.
- Ele deixou as sementes, se elas crescessem teríamos todas as pigmentações para pintar novos quadros.
- Mas diga-me onde estão essas sementes?
- Na vontade dos homens, nas mãos dos homens e no coração dos homens, foi lá que Ele deixou, a Semente Amor!
Sai da Galeria Esperança em silêncio, triste, cabisbaixa.
Ele sorriu e disse: - À Galeria chama-se, ESPERANÇA! Vocês podem dar forma, luz e cor a esses quadros em esboço, basta usar as mãos no labor diário, nos natais da oportunidade que à vida lhes propicia na realidade dos dias.
Ana Cintra conta que seu filho pequeno – com a curiosidade de quem ouviu uma nova palavra mas ainda não entendeu seu significado – perguntou-lhe: "Mamãe, o que é velhice?"
Na fração de segundo antes da resposta, Ana fez uma verdadeira viagem ao passado. Lembrou-se dos momentos de luta, das dificuldades, das decepções. Sentiu todo peso da idade e da responsabilidade em seus ombros. Tornou a olhar para o filho que, sorrindo, aguardava uma resposta. "Olhe para meu rosto, filho", disse ela. "Isso é a velhice".
E imaginou o garoto vendo as rugas, e a tristeza em seus olhos. Qual não foi sua surpresa quando, depois de alguns instantes, o menino respondeu:
"Mamãe! Como a velhice é bonita!"