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Algumas coisas podem nos atingir emocionalmente.
Não estou falando de uma pequena ofensa que você pode superar com
um tudo bem, vamos esquecer isso.
Estou falando de alguém que magoou você de verdade.
Como pode um homem, que perdeu tudo que poupou durante a vida, nas
mãos de um sócio inescrupuloso, perdoar esta pessoa?
Como pode alguém, que foi abusado ou molestado quando criança,
perdoar seu algoz?
Como pode uma esposa, que deu ao marido os melhores anos de sua
vida, perdoá-lo depois que este a abandonou?
Você entende a questão?
Perdoar genuinamente alguém que nos magoou muito, não é fácil.
Aliás, fazê-lo parece tremendamente injusto.
É a última coisa que gostaríamos de fazer.
Parece que vai contra todos os instintos humanos.
Mas a alternativa é ainda mais terrível.
A alternativa é um coração constantemente oprimido.
Quando somos magoados podemos passar por um período de tristeza
no início.
Mas se não encontrarmos uma forma de perdoar, então a ferida vai
inflamar; vai oprimir.
Estaremos sempre presos pelo mal.

Dar uma chance ao amor é abrir as portas do coração para a felicidade. Eu abri as portas e as janelas do meu coração e deixei você entrar, deixei a luz do amor entrar na minha vida. Você trouxe cor para o meu viver, trouxe sonhos para a minha realidade, trouxe entusiasmo para a minha jornada diária.

Você é o meu amor perfeito, é o marido dos sonhos de qualquer mulher. Você me faz sentir especial, única e amada, me faz ter coragem de lutar para realizar o impossível. Você é meu companheiro para toda hora, com você sou mais forte, pois somos dois e somos um.

Você merece todo o meu carinho, amor e respeito, pela pessoa maravilhosa que é e pelo parceiro de vida. Eu sou grata por ter o privilégio de dividir a minha vida com você.

Te amo do fundo do meu coração!

Por alguns instantes
Aposento meu corpo
sobre a poltrona da sala
e começo a navegar...

junto com minha mente, levo minha alma;
vou com calma,
pois não há motivos
para me apressar...

com pensamentos longe
onde vivem os monges...
lembro-me daquela criança
que é a esperança, de um dia melhor...

pela qual devíamos criar e educar
ao invés de desprezar,
e no mundo do crime
saber que ela jamais
irá se agarrar...

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio. Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para Discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos...
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturas. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação", onde "tiramos fatos à limpo". Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário do coral. Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos".
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos. Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana. que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita para a "última hora". não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja andar humildemente com Deus.
Caminhar perto delas nunca será perda de tempo.

Não há nada mais perigoso que decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Encerre ciclos. Não por causa do orgulho ou por incapacidade, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche. Por isso eu recomeço do zero!