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Toda a mulher possui o dom da excepcionalidade, da singularidade. Toda a mulher é única na sua essência, especial no seu conjunto e naturalmente bela.

E beleza de mulher é igual a aurora que todo o dia desperta o mundo em sussurro, e como o ocaso que o embala de paz.

Beleza de mulher é sublime e orvalhada de raridade, é recheio de amor, de carinho em um conjunto notável de formas, de curvas e contracurvas onde, com tinta vermelha de paixão, se escreve o conto da criação.

Beleza de mulher é arte, é poesia, são todas as notas da mais bela melodia, são encantos de mistério e loucura onde se guarda a origem da vida.

Beleza de mulher é igual à própria vida, inebriante de mistério, aventura, perigo e sedução.

Que lindo presente você irá oferecer à nossa família. Um bebê é tudo o que precisamos para que a felicidade seja maior entre nós. Em breve veremos uma criança muito querida correndo pela casa e você terá o privilégio de ser mãe.

Estou muito entusiasmada com sua nova fase. Quero ser uma tia maravilhosa para esse tesouro que está para chegar. Que sua gravidez seja uma ocasião de muitas alegrias!

Ao voltar de um exaustivo dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Imaginando que os filhotes estivessem nas imediações, pôs-se a procurá-los com diligência. Olhou e examinou cada canto, sem encontrá-los.
Preocupada com a demora que se tornava séria, desesperou-se e tomada de pânico esgoelou-se em urros que encheram de espanto toda a floresta. Uma anta decidiu indagar a respeito da ocorrência. Chegando junto da toca, viu a onça desatinada e então, jeitosamente, procurou saber dela sobre o que estava acontecendo.
– Devoraram-me os filhotes! – gemeu a onça. – Infames caçadores cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos...
A anta conciliadora, porém franca, não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, careciam ser ouvidas por ela naquele momento. Então falou-lhe:
– Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem. Perdoe-me a franqueza, nessa hora de desespero. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que fizeram uma vez aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora acabou de abater uma corçazinha...
Tomada de indignação, a onça arregalou os olhos como que espantada pela coragem e atrevimento da anta, falando com um ódio mortal: – Oh, estúpida criatura! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Com que direito você se atreve em comparar os meus filhos com os filhotes dos outros? E como pode comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? É preciso considerar primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois pesar a situação...
Foi nesse momento que um velho macaco, que bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou como quem está revestido de autoridade: – Amiga onça, é sempre assim: A dor alheia só atinge aos altruístas, mas jamais ao egoísta...

Amigos que fiz no decorrer do tempo, marcas profundas. Vidas que por mim passaram... ondas de amizade e carinho. Almas generosas de anseio espiritual. Divinas amizades que me fez companhia. Toda magia e encanto viajam no espaço, meus velhos amigos que admiro... Confesso... E aos novos amigos que faço. Tens em mim o meu apreço, confiança na plenitude do amor, momentos alegres e descontraídos. Nesta passagem de vida... Navegaremos por este mundo sabendo que nada acontece por acaso. Existe uma força superior... Estamos juntos. Cultivarei sempre meus amigos. Seja na alegria ou na tristeza conte com o amigo de sempre. Das minhas amizades não desfaço em poesia aceite meu abraço.

Nós humanos somos seres estranhos.
Nunca estamos felizes com nada.
Vivemos sempre buscando algo que não temos, e o que temos já não nos importa.
Algo como: a felicidade está em um patamar acima do nosso e estamos sempre a buscá-la.
Enfim, por mais que tenhamos bens, saúde, uma família, sempre falta algo.
Que seja algo distante, que seja impossível, pois será isso que iremos desejar, ainda que o que precisamos, de fato, esteja ao alcance de nossas mãos.
Carros, casas, bens, dinheiro, dinheiro. Seria essa a definição ideal de felicidade? Não sei, a resposta não é tão simples.
Talvez a felicidade não se resuma nessas coisas, em bens matérias, embora estas coisas ajudem muito.
Talvez, as coisas mais valiosas que temos, por mais démodé que seja, são amores.
Não amores carnais apenas, paixões, mas sim amores, amores pelo simples viver, do amanhecer de um dia, de uma vida envolta de prazeres simplórios, e que não são necessariamente relacionados a dinheiro.
Tá, reconheço que isso é filosófico demais, mas é realidade.
Afinal, a vida deve ser encarada como um simplicidade impressionante, porque a vida é mesmo complexa.
Mas é difícil ver simplicidade na vida, porque, aliás, a felicidade é, além de tudo, complexa.
Quando criança, eu queria ser adulto, mas por que cargas d'água hoje eu gostaria de ser criança? Por que sentimos falta daquilo que tivemos, e que sempre desejamos descartar?
Afinal, o que te faz feliz? O que nos faz feliz? O que é ser feliz? Talvez seja a esperança de saber que o amanhã poderá ser melhor, e é por isso que batalhamos hoje.
É, talvez ser feliz seja isso: viver o que temos pra viver da maneira que podemos.