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É, meu velho Capitão... Vejo você ai recostado Olhando o mar, o infinito profundo. Nas rugas de seu rosto cansado delineado o traçado das rotas navegadas... Vivências e experiências passadas. Mãos calejadas, marcadas pela condução da embarcação. Brancos cabelos como espumas do mar
É Pai, meu velho Capitão... Quantas coisas a recordar. Quantas lembranças, quantos ensinamentos. Alegrias, desentendimentos, presenças e ausências. Imagens... Aparências. E, apesar de sermos diferentes aqui ou ali. É bom saber que juntos caminhamos vendo, ouvindo... como amigos sentindo.
Recordações de menino que um dia foi. Brincadeiras, colegas de escola, tempo passado Dos estudos, das dificuldades e das "artes". A adolescência, os namoros. Cinema... o beijo furtivamente roubado. É Pai, meu velho Capitão... Como é grande a sua missão. Bússola e sextante a nos guiar... Alertar, ensinar, amparar, proteger, repreender. Archote na terra, no céu e no mar.
Porto seguro, mastro mestre da família. Ao casar-se, de ser só filho deixou a ser pai, também passou. Trabalhou duro, suou, sofreu, criou fortunas que não são suas, Carros que jamais dirigiu, sonhos que nunca viveu, anseios que sufocou...
É Pai, meu velho Capitão... Como é grande a sua missão, e por vezes nem dei conta da carga... Mas lá em cima está tudo contabilizado. Sabe Pai, não é fácil falar de você, resta-me apenas te abraçar e olhando nos seus olhos, dizer-te de coração: Muito obrigado Pai, meu querido amigo, meu velho Capitão!

A vida está repleta de aventuras, de desafios e provas de fogo. É isso que você está enfrentando! Uma prova difícil, uma prova que vai determinar sua capacidade de superação. Mas eu tenho certeza que você vai sair dessa em breve.

E amanhã quando se olhar no espelho, seu reflexo vai ser orgulho, vai ser paz e harmonia. Força! Não desista de lutar. Eu estarei do seu lado.

Uma senhora entrou na loja disposta a pagar qualquer preço por um sapato novo, bonito e confortável. Experimentou um, calçou outro, e nada. Quando calçava bem, não era bonito. Se era bonito, não era confortável. Mesmo os modelos mais caros não agradavam, sempre faltava alguma coisa. Após experimentar uma enorme pilha, finalmente encontrou aquele que procurava. Macio, confortável e de modelo muito bonito.
– Achei! Quanto custa? – perguntou.
– Nada madame, esse já está pago – respondeu o vendedor – esse a senhora estava calçando quando entrou na loja. É o seu!
Estava tão novinho, macio e confortável que não parecia ser seu velho sapato. Sem saber o que dizer, constrangida, despediu-se do vendedor.
Quantas vezes, nos dispomos a pagar qualquer preço por um amigo alegre e jovial, que saiba cantar e tocar, e que esteja sempre disposto a nos acompanhar no clube, nas festas, enfim, o amigo de todos os momentos. Nessa ansiosa procura experimentamos pilhas de desilusões e não percebemos que bem pertinho de nós está alguém que já se amoldou tanto ao nosso modo de viver que parece nem existir.
Ouve, aceita, caminha conosco. Protege os nossos passos e o tratamos com descaso, como aquele calçado que usamos todos os dias e não cuidamos sequer de sua aparência. Nada de graxa protetora, nem ao menos um paninho úmido. No entanto, na hora da desgraça, na angústia e na doença, ele não desaparece e ressurge como um anjo salvador, brotando de baixo daquela enorme pilha de falsos amigos.
A teoria diz que os melhores calçados são aqueles de maior custo, mas a prática mostra que os melhores amigos são aqueles que recebemos gratuitamente. A verdadeira amizade, mesmo após muitos anos de uso, parece sempre nova. Alguns pequenos arranhões são facilmente reparados com uma escova de brilho. Algumas escovadinhas e reaparece o brilho do respeito e da compreensão. Reaparece o brilho do perdão.

Há acontecimentos que nos deixam orgulhosos e marcam nossa alma de felicidade. Um desses momentos que sempre lembrarei com carinho será certamente o seu nascimento, querido sobrinho. Ter você nos meus braços dispensa palavras, pois é um sentimento impossível de descrever.

Vou dar o meu melhor e me esforçar em dar verdadeira felicidade aos seus dias. Você é um tesouro muito especial do qual jamais abdicarei na minha vida.

Se realmente fomos criados para o amor, para amarmos ao próximo e sermos igualmente amados, não há época mais propícia para demonstrações de afeto do que a época do Natal.
É agora que o sentido de humanidade, virtude e respeito voltam a ser lembrados com maior intensidade. É nesta época que devemos lembrar o quanto é importante amar ao próximo quanto a si mesmo, e do quanto é saudável nos livrarmos de alguns pecados capitais: como a ira, a vaidade ou a inveja.
É nesta época de Natal que os nossos corações ficam mais sensíveis para a expressão das virtudes que Deus nos concedeu. E, talvez, a maior das virtudes seja não ter orgulho para pedir ou, simplesmente, dizer: – eu amo-te! – sem medo, arrependimento ou vergonha.
O Natal chegou. Chegou para que reflitamos e nos façamos melhores. O Natal chegou para sermos mais felizes.
Feliz Natal e um grande beijo!