Quando minha avó morava em Stamps, Arkansas, ela tinha uma rotina muito particular quando as pessoas que ela conhecia como "os chorões" entravam na loja dela. Minha avó sempre perguntava ao cliente, - Como você está hoje, Thomas?
E a pessoa respondia, - Nada bem! É este calor infernal. Eu odeio isto. Está quase me matando.
Então minha avó ficava em pé, cruzava os braços e resmungava, - Uh – huh, uh – huh. E me dava uma piscada de olhos para ter certeza que eu tinha ouvido a lamentação.
Assim que o queixoso estivesse fora da loja, minha avó me chamava e então dizia a mesma coisa que já tinha dito pelo menos umas mil vezes, me parece. - Você ouviu como reclamam de tudo?
E eu acenava com a cabeça. E ela continuava, - Pessoas no mundo inteiro foram dormir ontem à noite, pobres e ricos, e brancos e pretos, mas eles nunca despertarão novamente. E essas pessoas dariam qualquer coisa, qualquer coisa mesmo por apenas cinco minutos neste calor que aquela pessoa tanto reclamou.
- Assim, vigie a si próprio quando reclamar. O que você deve fazer quando não gostar de alguma coisa é mudar esta coisa. Se você não puder mudar, mude a forma de ver e pensar sobre aquilo. E não reclame.
Diz-se que as pessoas têm poucos momentos de aprendizado durante suas vidas. E vovó me parece ter aproveitado todos os momentos que teve. Ela sempre completava com a frase: – Reclamar não só é vergonhoso e sem graça, mas pode ser perigoso. Isto pode alertar um bruto que uma vítima está por perto.
Feliz Dia das Mães para você!
Obviamente não poderiam faltar meus votos de dia feliz nesta data que tão bem representa todo o seu percurso na vida de meu marido, de seu filho.
Você foi, é, e sempre será uma Mãe fabulosa, não somente para seu filho, sabe? Acredite que me sinto muito acarinhada por você. Entre nós não tem muito aquela relação de sogra e nora, destaco sim a amizade que nos une!
Está claro que isso me deixa bastante confortável. Agradeço todas as suas ações e todas as suas palavras em todos os momentos. Dia de muita paz para você!
Mega Beijo.
Quando nosso namoro acabou, pensei que o amor também chegara ao final, mas estava enganada. Desde que seguimos caminhos separados que sofro como se o coração me tivesse sido arrancado do peito. Você está longe de mim, mas na verdade nunca esteve tão próximo. Você está em todo lado, nos meus sonhos, nos meus pesadelos, nos meus pensamentos, nas minhas lágrimas, nos meus sorrisos... Você está em todos os rostos que enxergo, e tudo porque ainda amo você e aos poucos sinto que enlouqueço!
Krishna falava na sua missão e da sua própria natureza em termos sobre os quais convém meditar. Dirigindo-se aos seus discípulos, dizia:
"Tanto eu como vós temos tido vários nascimentos. Os meus só de mim são conhecidos, porém vós nem mesmo os vossos conheceis. Posto que, por minha natureza, eu não esteja sujeito a nascer e a morrer, todas as vezes que no mundo declina a virtude, e que o vício e a injustiça a superam, torno-me então visível; assim me mostro, de idade em idade, para salvação do justo, para castigo do mau, e para restabelecimento da verdade.
"Revelei-vos os grandes segredos. Não os digais senão àqueles que os podem compreender. Sois os meus eleitos: vedes o alvo, a multidão só descortina uma ponta do caminho."
Por essas palavras a doutrina secreta estava fundada. Apesar das alterações sucessivas que teve de suportar, ela ficará sendo a fonte da vida em que, na sombra e no silêncio, se inspiram todos os grandes pensadores da antiguidade.
A moral de Krishna também era muito pura:
"Os males com que afligimos o próximo perseguem-nos, assim como a sombra segue o corpo. – As obras inspiradas pelo amor dos nossos semelhantes são as que mais pesarão na balança celeste. – Se convives com os bons, teus exemplos serão inúteis; não receeis habitar entre os maus para os reconduzir ao bem. – O homem virtuoso é semelhante a uma árvore gigantesca, cuja sombra benéfica permite frescura e vida às plantas que a cercam."
Srimad Bhagavatam
O filho conta calmamente para a mãe:
- Mãe, hoje veio um ladrão aqui na nossa casa.
A mãe desesperada pergunta:
- Meu Deus! E o que ele levou?
O filho responde:
- Nada. Ele só veio pedir seu voto.