A doença é sempre um difícil obstáculo que temos de enfrentar em nossa vida. Quando nos deparamos com ela, tememos muito pela nossa saúde e tentamos encontrar a melhor forma de nos curarmos.
Eu espero que você se agarre com todas as forças à vida e que não se deixe entristecer. A solução para melhorarmos começa em nossa atitude. Com coragem e um coração cheio de fé, eu tenho a certeza que você vai conseguir!
Ser veterinário não é só cuidar de animais.
É sobretudo amá-los não ficando somente nos padrões éticos de uma ciência médica.
Ser veterinário é acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela.
Ser veterinário é ouvir miados, mugidos, balidos, relinchos e latidos, mas principalmente entendê-los e amenizá-los.
É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas e chuvas.
Ser veterinário é não se importar se os animais pensam, mas sim, se sofrem.
É dedicar parte de seu ser à arte de salvar suas vidas.
Ser veterinário é aproximar-se de instintos.
É perder medos.
É ganhar amigos de pelos e penas, que jamais irão decepcioná-lo.
Ser veterinário é ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes.
É perder tempo apreciando rebanhos e voos de gaivotas.
É permanecer descobrindo, através dos animais, a si mesmo.
Ser veterinário é ser o único capaz de entender rabos abanando, arranhões carinhosos e mordidas de afeto.
É sentir cheiro de pelo molhado, cheiro de almofada com essência de gato, cheiro de baias, de curral de esterco.
Ser veterinário é ter coragem de penetrar em um mundo diferente e ser igual.
É ter a capacidade de compreender gratidões mudas, mas sem dúvida alguma, as únicas sinceras.
É adivinhar olhares, é lembrar de seu tempo de criança, é querer levar para casa todos os cães vadios sem dono.
Ser veterinário é conviver lado a lado com ensinamentos profundos sobre o amor e a vida.
Todos podemos nos formar em veterinária, mas nem todos nós seremos veterinários.
Você o que é?
Feliz Dia do Médico Veterinário!
Ah! Se fosse bom sentir saudades! Sentir saudades, até que é bom... Porque é nesse momento Que percebo um pouco, Do quanto queria estar com você agora.
Queria ficar juntinho de você Simplesmente. Queria que você me abraçasse forte, Porque é só nos teus braços Que encontro paz e segurança.
É no calor dos teus abraços Que percebo o quanto o mundo É maravilhoso! O quanto o destino foi bom comigo Ao te trazer para meus braços.
É no aconchego dos teus abraços Que dou o verdadeiro valor à vida!
Que saudade de você!
A essa hora da madrugada Tão longe de ti. Tudo o que posso ter a dignidade de dizer, É... Que saudade!
O amor maduro não é menor em intensidade. Ele é apenas quase silencioso. Não é menor em extensão. É mais definido, colorido e poetizado.
Não carece de demonstrações: presenteia com a verdade do sentimento. Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes.
O amor maduro somente aceita viver os problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer. Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto ilusão. Basta-se com o todo do pouco. Não precisa nem quer nada do muito.
Está relacionado com a vida e a sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso. É feito de compreensão, música e mistério.
É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança. O amor maduro não disputa, não cobra, pouco pergunta, menos quer saber.
Teme, sim. Porém, não faz do temor, argumento. Basta-se com a própria existência. Alimenta-se do instante presente valorizado e importante porque redentor de todos os equívocos do passado.
O amor maduro é a regeneração de cada erro. Ele é filho da capacidade de crer e continuar, é o sentimento que se manteve mais forte depois de todas as ameaças, guerras ou inundações existenciais com epidemias de ciúme.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa. Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois.
Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados cheios de sementes. Ele não pede, tem.
Não reivindica, consegue.
Não persegue, recebe.
Não exige, dá.
Não pergunta, adivinha.
Existe, para fazer feliz.
Só teme o que cansa, machuca ou desgasta.
Não podemos sarar nem construir se esse curar e construir forem entendidos como um processo unívoco, com as vítimas das injustiças do passado perdoando e os beneficiários em um mero contentamento de gratidão. Juntos, temos que estar dispostos para corrigir os defeitos do passado.
(...)
A honra pertence aos que não renunciam à verdade nem quando as coisas parecem negras e terríveis, aos que tentam repetidamente, que nunca desanimam com os insultos, com a humilhação e até com a derrota.
(...)
É um grave erro para qualquer líder ser demasiado sensível face à crítica, conduzir discussões como se ele ou ela fosse um mestre falando com alunos menos informados ou inexperientes.
Nelson Mandela