Num dia desses, um diretor de uma grande organização de Florianópolis saiu com a seguinte frase para um dos seus colaboradores: não administro vaidades, administro é gente. Sinceramente fiquei refletindo sobre esta frase por dois dias.
O que ocorre muitas vezes é que nós, seres humanos, ficamos esperando demasiadamente pelo reconhecimento dos outros. Quando isso não acontece, ficamos enaltecendo nossas virtudes e conquistas, achando que somos os bons, os melhores ou os reis da cocada preta. Este artifício é uma forma equivocada de ser reconhecido, principalmente quando queremos conquistá-lo a qualquer preço.
A vaidade profissional, assim como a pessoal, só eleva a nossa condição de imperfeição neste rico Planeta Azul. Para que este processo não ocorra mais em sua vida, troque a palavra "vaidade" por "humildade".
Com certeza, os resultados serão bem mais expressivos e virão numa velocidade alucinante. Confie no seu talento, pois um dia, em algum lugar, num determinado tempo, muitos reconhecerão as suas virtudes. Basta ter paciência e acreditar, pois o mundo será justo e perfeito com você!
Uma das características principais do ser humano está na união de particularidades, ainda que no final sejamos todos diferentes, sempre é possível encontrar pequenas similaridades. Há aqueles que são felizes em doar o que quer que seja sem nenhum proveito e também os que só fazem algum coisa a favor dos próprios interesses. Ter a certeza do que é realmente certo ou errado é muito relativo, pois dependerá sempre daquilo que cada um acredita. Pessoas egoístas geralmente são muito mal vistas pela sociedade, apontadas muitas vezes como gananciosas e ambiciosas, no entanto não percebemos que o empenho dessas pessoas está principalmente em lutar pelos próprios interesses, e se não houver desrespeito e sofrimento com outro individuo não deveria existir nenhum mal nisso. Do mesmo jeito que há felicidade naquele que faz tudo pelos outros sem nunca ter lucrado, também pode haver no que pense em si sempre em primeiro lugar. Mas independente da sua particularidade antes de tudo deve existir felicidade em todas as partes.
Sempre que eu penso em você, não é fácil esconder.
Nos meus olhos, todos podem ver a saudade que eu sinto de você.
Dói lembrar tanto amor que te dei, amor este que você nunca soube reconhecer.
E no meio a tantas lembranças, sinto falta deste amor que um dia me trouxe alegria e esperança.
E hoje, hoje eu já não sei se algum dia seu amor, este amor já foi meu. Mas o meu amor, este lindo amor, para sempre será seu.
E onde quer que eu vá você estará em meu coração, pois eu te amo e você sabe meu amor, que eu vivo pensando em você.
Um homem estava no fim de suas esperanças. Não vendo saída, ele caiu de joelhos e rezou:
"Senhor! Eu não posso prosseguir, minha cruz é muita pesada para carregar".
E Deus respondeu:
"Meu filho, se você não pode suportar esse peso, coloque sua cruz nesta sala, e depois abra aquela outra porta e pegue a cruz que desejar".
O homem se sentiu aliviado e disse:
"Obrigado, Senhor".
Suspirou mais tranquilo e fez o que Deus mandou. Entrou na outra sala, olhou-a toda, e viu muitas cruzes diferentes. Algumas eram tão grandes, que não dava para enxergar seus topos. Aí ele percebeu uma pequena cruz encostada numa parede. "Eu quero aquela cruz ali, Senhor", ele sussurrou.
E Deus respondeu:
"Meu filho, aquela é a cruz que você deixou".
Disse Jesus em Mateus 16.24: Se alguém que vir a mim, tome a sua cruz e siga-me.
Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto. Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, na qual haviam gravadas figuras de caveiras. Nesta sala ele os fazia ficar em círculo, e então dizia: - Vocês podem escolher morrer flechados por meus arqueiros, ou passarem por aquela porta e por mim lá serem trancados. Todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros. Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei, disse-lhe: - Senhor, posso lhe fazer uma pergunta? - Diga soldado. - O que havia por trás da assustadora porta? - Vá e veja. O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, nota que a porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade. O soldado admirado apenas olha seu rei que diz: - Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta. Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar? Quantas vezes perdemos a liberdade, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?