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É ter o sol a brilhar e a cruzar com o luar Olhar o céu, contar as estrela lá do mar
Encantar com o canto da sereia prateada Que encanta os sonhos das noites enluaradas
Matizes de cores refletidos no arco-íris Flores ornamentando os jardins com os colibris
Unem os casais com os sussurros dos ais Movidos pelos encantos das sinfonias corporais
Dança rítmica de sonhos e ilusões Fantasias sonhadas com emoções
Corpos unidos em paixões Nas noites de luares voltas ao lar
Felicidade paira no ar Com um doce beijo do mar.

Que felicidade mostrava esse olhar, esse sorriso. Infância? Dois irmãos, gêmeos. Dois seres tão diferentes e tão iguais.
Mesmos olhos, personalidades tão diferentes. Sorriso de um tão maroto, da outro tão pensativo. Que se pensava nessa época?
Brincar, fazer pose, ser sempre feliz. Fotografia, a infância mostra nosso futuro. Rosto feliz, não precisa muito, nem brinquedos, nem riqueza, só paz.
Dois irmãos se completam. Dois amigos. Ficaram juntos até seguirem caminhos diferentes...
Mas o elo que os mantém sempre existirá. A vocês meus filhos, dedico meu eterno amor.

Antes que o dia termine, cuide para não deixar seus sonhos encostados no canto das lamentações, abandonados ao parecer do impossível.
Não sem ao menos tentar, não sem ao menos idealizar um plano de metas.
Triste não é o "não realizar", triste é o abandonar do barco, é nem começar a corrida, é o medo de ter medo, é o não tentar... Persiste!
Ainda que as lágrimas impeçam a boa visão, ainda que as pessoas digam não, ainda que o tempo mude e o vento sopre para outra direção, ainda assim, o ponto final ainda pode ser reescrito, e é assim que os vitoriosos conseguem conquistar: quando vencem a si mesmos.
Não há segredo, nem mistério, há sim, uma força além do normal, um estado de confiança que ultrapassa as dificuldades, pois quem espera que a vida seja feita de pétalas, acaba se espetando no primeiro espinho, e sangrando desiste, e chorando se lamenta. Persiste!
Segue esse caminho que você traçou, sabendo que toda montanha tem duas faces, logo depois da cansativa subida vem a descida, se está muito calor, logo vem a chuva, e depois do longo inverno, a Primavera traz o renascer.
O Sol ainda brilha lá fora, mas é preciso sair de casa para senti-lo! Tenha coragem, persiste, ainda que seja noite, amanhã será o seu dia de brilhar!
Acredite em você!

Meu amigo, não te esqueças. Pelo Natal do Senhor, abre as portas da bondade ao chamamento do amor.
Reparte os bens que puderes às luzes da devoção. Veste os nus. Consola os tristes, na festa do coração. Mas, não te esqueças de ti, no banquete de Jesus: segue-lhe o exemplo divino de paz, de verdade e luz.
Toma um novo compromisso na alegria do Natal, pois o esforço de si mesmo é a senda de cada qual.
Sofres? Espera e confia. Não te furtes de lembrar que somente a dor do mundo nos pode regenerar.
Foste traído? Perdoa. Esquece o mal pelo bem. Deus é a Suprema Justiça. Não deves julgar ninguém.
Esperas bens neste mundo? Acalma o teu coração. Às vezes, ao fim da estrada, há fel e desilusão.
Não tiveste recompensas? Guarda este ensino de cor: ter dons de fazer o bem é a recompensa melhor.
Queres esmolas do Céu? Não te fartes de saber teus, que o Senhor guarda o quinhão que venhas a merecer.
Desesperaste? Recorda, nas sombras dos dias teus, que não puseste a esperança nas luzes do amor de Deus.
Natal! Lembrança divina sobre o terreno escarcéu. Conchega-te aos pobrezinhos que são eleitos do Céu. Mas, ouve, irmão! Vai mais longe na exaltação do Senhor: vê se já tens a humildade, a seiva eterna do amor.

O mar, o amor e a eternidade...
Compare o amor ao mar, que é grandioso em si mesmo, tem uma força ainda desconhecida, e é capaz de encantar e até matar, quem não tiver a devida atenção.
O amor e o mar se igualam na beleza, onde gente grande vira criança, os olhos brilham, o coração acelera, a vida tem outro sentido diante do amor, a beleza tem outra visão diante do mar, a vida tem outros valores diante do amor.
Assim como o mar, o amor se renova em ciclos, no mar são as marés, que elevam e abaixam as águas, no amor, são os pequenos gestos, as
delicadezas.
O respeito, a admiração pelo outro, as lembranças, que vão construindo um sentimento maior que o mar, maior que o próprio amor, avançando com a idade, sendo tão generoso que abre mão de si mesmo, quando deixa de ser uma paixão, para se tornar cumplicidade.
Diante do mar, vejo as ondas no vai e vem sem fim, e posso ter esperanças, que assim como as ondas, o amor que se foi, pode voltar, ou se renovar, e assim como estou diante do mar, poderei estar diante de um novo amor, para um recomeçar, num indo e vindo infinito, como o próprio mar, como o próprio amor...