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Era tão bom quando você morava aqui pertinho, eram os melhores dias você sempre estava comigo, sempre me ajudava em tudo, até que um dia você teve que se mudar...

Sinto muita saudade daquela época, mas não quer dizer que porque você se mudou, que a nossa amizade vai acabar, não é? Pois amizade verdadeira nunca acaba! Te amo muito amiguinha e estou aqui sempre, mesmo longe, viu?

Vocês não são apenas minhas amigas, mas minhas irmãs de coração, minhas psicólogas, meus ombros e braços de amparo, minhas vozes de orientação. Todas maravilhosas, cada uma é perfeita do jeito que é, e se eu tivesse imaginado um grupo de amigas ideal para mim, não teria idealizado um grupo melhor que aquele que vocês compõem.

Adoro, admiro e respeito cada uma de vocês, e sei que sem vocês do meu lado a vida deixaria de fazer sentido. Eu amo vocês, minhas amigas maravilhosas, mulheres guerreiras e fortes!

Aos namorados que se amam, prestem muita atenção;
Saibam viver as suas vidas repleta de muitas emoções;
Nunca guardem rancor, saibam perdoar;
Dê asas a imaginação e estejam sempre prontos a voar;
Sejam felizes como a vida requer;
Amem muito esse homem ou essa mulher.
Nunca tenham medo não;
Siga sempre o seu coração.

Hoje não dá pra dizer O que dizemos nas brigas, Nem dar atenção a intrigas Que venham nos abater.
Hoje não dá pra falar Dos defeitos que enxergamos, Dos outros que nós amamos, Nem podemos comparar.
Hoje provamos da paz, Deixamos danos largados. Ressentimento fugaz Mandamos para outros lados.
Vivamos o que nos traz O Dia dos Namorados!

A festa é para uma só pessoa. Você tem agora todo o tempo do mundo. Porque, se você não tiver todo o tempo do mundo, não adianta. (Se você tiver pressa vá fazer outra coisa!) Então arrume a mesa para um, como se fosse a própria Babette.
Um prato, um talher, um guardanapo de linho. A flor que você trouxe, num vasinho de cristal ou numa garrafa vazia de qualquer coisa, tanto faz.
Mas é indispensável a flor ao lado da vela. Todas as outras luzes apagadas. Acenda outro incenso, se quiser. Baixe o volume da música. Nenhuma possibilidade de que possa haver interrupção a essa liturgia de amor.
Nenhuma possibilidade de que possa haver intervenção do horror. Toda a atmosfera envolve então teu corpo e o consagra. A alma, o vinho, o silêncio. Você está com a consciência à flor da pele: seria capaz até de ouvir a tosse de uma mosca. O ar fresco que penetra pela janela e levanta um pouco a cortina. Um cachorro que late lá na rua, na esquina.
Você se lembra de certas coisas que estão longe, e de outras que estão perto. Pega o talher mais delicado como pegasse um violino, e começa a comer, sem pressa alguma.
Sem barulho. Mastiga demorado, sente o gostinho real do que logo fará parte do teu corpo, do teu sangue. E bebe o vivo, também sem pressa, como se estivesse deitada num altar, olhando você mesma no teto da Sistina.
Parte do texto infinito jantar