De todos os amores que vivemos durante a nossa vida há um que deveria ser sempre constante, eterno e inquestionável, e é o amor a nós próprios. Pois se você não souber se respeitar e amar, ninguém fará.
E o que é amar a si próprio? É respeitar acima de tudo a pessoa que você é. É ser fiel a você, aos seus princípios, valores e sonhos. É não permitir que outros pisem em você. É saber que suas opiniões e vontades têm valor. É saber que você tem valor e demonstrar isso diariamente.
Na sua vida seja você seu principal e maior amor!
Toda a conquista na vida depende de nossa disposição. Não tem como ganhar alguma coisa sem luta, sem empenho! Quando você quer alguma coisa, quando deseja de verdade, então você tem de correr atrás, e por mais difícil que seja de alcançar, desistir nunca é opção!
Tem de ser ousado, tem de ter coragem até mais não e aí, com essas armas tão preciosas, você vai atingir sua vitória! Acredite que toda a meta atingida passou por suor, passou por lágrimas até, mas é isso que faz um guerreiro: ousadia, coragem e uma boa dose de humildade.
A amizade nasce de um sorriso sincero,
Cresce aos poucos,
E quando estimada fica impossível de não tê-la mais.
A amizade é tão forte como o brilho do sol,
Tão grande como a lua,
Tão admirada como a paisagem mais bela.
A amizade cobiça fielmente a sinceridade,
Alimenta a cumplicidade e devora a alegria.
A amizade é algo indecifrável,
Como uma língua sem tradução.
Amizade é presente dos céus
E a compreensão dos sonhos.
Ser amigo é ter prestígio
Ter conceito de companheirismo,
Benevolência perfeita.
A amizade é dotada de compreensão,
Completa de fiel felicidade.
Um escritor inglês, do século passado, conta em uma de suas obras que na praia perto de sua casa, uma coisa muito interessante podia ser vista com frequência: um navio lançando a sua âncora no mar enfurecido.
Dificilmente existe uma coisa mais interessante ou sugestiva do que essa. O navio dança sobre as ondas. Parece estar sob o poder e à mercê delas. O vento e a água se combinam para fazer do navio o seu brinquedo. Parece que vai haver destruição. pois se o casco do navio for lançado sobre as rochas, será despedaçado.
Mas observamos que o navio mantém a sua posição. Embora à primeira vista parecesse um brinquedinho desamparado à mercê dos elementos, o navio não é vencido. Qual é o segredo da segurança deste navio? Como pode resistir às forças da natureza com tanta tranquilidade? Existe segurança para o navio no meio da tempestade porque ele está ancorado! A corda à qual ele está amarrado não depende das águas, nem de qualquer outra coisa que flutue dentro delas.
Ela as atravessa e está fixada no fundo sólido do mar. Não importa quão forte o vento sopre ou quão altas sejam as ondas do mar... A sua segurança depende da âncora que está imóvel no fundo do oceano. Muitas vezes nos sentimos no meio de uma tormenta, sendo jogados pelas ondas da vida para cima e para baixo e açoitados pelo vento da adversidade.
Parece-nos, às vezes, que não conseguiremos sobreviver a determinados períodos de nossas vidas. Sem uma vida espiritual, a nossa vida é como um navio sacudido pelo mar enraivecido das circunstâncias incontroláveis da vida. Mas, confiando em Deus, experimentamos sua presença e amor como âncora da nossa vida.
Nos sentimos encorajados e esperançosos. Essa esperança mantém segura e firme a nossa vida, assim como a âncora mantém seguro o barco.
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.
Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: Uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei, respondeu o tolo. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos. O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam... é problema deles.
Boa reflexão!