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Meu Deus! Como é engraçado!...
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço...
Uma fita dando voltas? Se enrosca...
Mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o abraço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.

É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em
qualquer coisa onde o
faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando
devagarinho, desmancha,
desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E na fita que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento? Como um
pedaço de fita?
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora,
deixando livre as duas
bandas do laço.

Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz - romperam-se os laços.-
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum
pedaço.

Então o amor é isso...
Não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.

Quando o nosso filho Julinho tinha seis anos, estávamos atravessando um período de má situação financeira e só podíamos comprar o indispensável para viver. Alguns dias antes do Natal, dissemos a ele que não poderíamos comprar presentes nas lojas, para nenhum de nós.
Mas com imaginação e amor poderíamos brincar de presentear uns aos outros.
Assim, nós combinamos que cada um desenharia o presente que gostaríamos de dar aos outros da família. A ideia agradou e a partir desse dia começamos a trabalhar em segredo com muita alegria e sorrisos misteriosos.
Um carro verde para o papai. Uma pulseira e uns brincos para mim. Para o Julinho os presentes eram aqueles que recortávamos de algumas revistas. Os melhores presentes para ele foram um tenda de brincar de índio e uma piscina de plástico, desenhadas pelo papai.
O presente melhor do papai para mim foi a nossa casa dos sonhos, pintada à aquarela, branca, com janelas verdes e touceiras de flores no jardim. E o papai recebeu um punhado de versos meus, inspirados nas coisas tristes e acontecimentos alegres das nossas vidas.
Naturalmente não esperávamos nenhum "melhor presente" do Julinho. Mas, com gritinhos de alegria, ele entregou um desenho grande, feito por ele, com lápis de cor, dentro da mais pura "técnica surrealista". Era sem dúvida um grupo de três pessoas rindo: um homem, uma mulher e um menininho. Tinham seus braços entrelaçados uns nos outros de tal forma que pareciam uma só pessoa. Embaixo do desenho, ele escreveu apenas uma palavra: "Nós".
Foi, sem dúvida, um Natal de Amor.

Meu amor, ser irremediavelmente tua: este é o meu destino, pois mais do que conformar-me, eu alegro-me com isso! A possibilidade de não te ter por algum dia, se não me estarrece pelo menos apavora-me.
Como poderia eu viver sem o teu carinho e sem o providencial apoio do teu colo, sempre a fazer-se de travesseiro, para a minha sempre cansada cabecinha? Como poderia eu ser feliz sem o conforto das tuas palavras, sempre meigas e otimista? Como poderia eu sentir-me mulher sem o vigoroso toque das tuas mãos nos meus ombros, nos gloriosos momentos em que fazemos amor?
Tu completas-me como ser humano, completas-me como mulher e (sem querer alimentar a tua vaidade!) completas-me como fêmea, pois sob o teu corpo e o efeito dos teus beijos não há raciocínio que possa resistir.
Por outro lado, és um prolongamento de mim e eu sei que também não resistirias muito tempo à minha ausência. Da mesma forma que me coloco nas tuas mãos, sei que estás nas minhas mãos, mas quero que percebas isso não como uma ameaça, mas como a confirmação de um grande amor. Não me importa nada estar nas tuas mãos e nem me pesa ter-te nas minhas mãos, pois sei que usaremos sempre as mãos para distribuir carinhos um para o outro.
Sou irremediavelmente tua, preciso de ti. E sou tão tua que não tomo esta confissão como uma entrega, sou tua porque confio em ti tão plenamente que jamais me furtaria em fazer qualquer coisa que pudesse aliviar um sofrimento teu ou provocar-te algum prazer, fosse ele qual fosse.

O Facebook também é minha casa, é meu abrigo. É aqui que publico o que me vai na alma, o que sinto no coração.

Na minha página você vai encontrar meus sonhos, os acontecimentos mais importantes do dia a dia e até os menos relevantes, mas igualmente divertidos. Agora esta também é sua casa. Compartilhe comigo tudo que desejar e divirta-se, divirta-se muito!

Amor é isso: querer bem, querer perto, querer ver feliz, querer fazer feliz, querer explicar – e não conseguir – tudo isso que a gente sente.