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O que chamamos de fácil nada mais é do que aquilo que já conhecemos muito bem. E por que conhecemos bem? Porque já convivemos com aquilo diariamente.
Mas, se pensarmos bem, veremos que um determinada coisa se tornou fácil depois de muito tempo de convivência com ela. Descobrimos, então, que fácil é aquilo que já fizemos repetidas vezes. Ótimo!
Eu acabo de descobrir uma coisa muito importante: se fácil é aquilo que já repetimos várias vezes, daqui pra frente eu posso então transformar as coisas difíceis e impossíveis. Como?
começando desde já a conviver com a possibilidade de alcançá-las.
começando desde já a praticá-las.
começando desde já, e em pequenas doses, a fazer com que o impossível torne-se difícil. Mais adiante, fazendo o difícil tornar-se fácil. Sabemos que ver as coisas dessa maneira não é fácil... é até um pouco difícil, mas também impossível já não é mais, a partir do momento em que já descobrimos, pelo menos, qual é o caminho a seguir.
Se a vida vai ser algo fácil, difícil ou impossível, isso vai depender de nós mesmos. Aquilo que nem sequer tentamos será sempre impossível. Aquilo que começamos a tentar agora é difícil. E aquilo que já fazemos há muito tempo tornou-se algo fácil!

Exigimos perfeição em tudo dos outros.
Mas não nos olhamos no espelho, para ver nossas imperfeições.
Exigimos um padrão de ética e de moral dos outros.
Mas utilizamos sempre da lei de Gerson Para tirar vantagem em tudo.
Exigimos respeito dos outros.
Mas não temos, quando paramos nosso carro na vaga de deficientes, quando não paramos para que o pedestre passe na faixa, quando há um idoso em pé e continuamos sentados, etc.
Exigimos gentileza dos outros.
Mas no nosso dia a dia, não desejamos um bom dia, uma boa tarde e boa noite, simples palavras que não nos custam nada e que pode ser o diferencial para muitas pessoas.
Exigimos tolerância dos outros.
Mas quando nossa paciência é testada, às vezes até por motivos fúteis, reagimos de forma não adequada para a circunstância, atitude que não contribui em nada na resolução da situação.
Afinal, os valores que almejamos como ideais, só existem no mundo de nossas ideias e como metas a serem atingidas somente pelos outros e não por nós?

À um homem, quando nasceu, foi lhe dado uma cesta de pétalas de rosas e uma cesta de espinhos. E lá foi o homem pela sua vida caminhando.
De vez em quando jogava umas pétalas de rosas aqui, outras ali ao chão e muitas e muitas vezes jogava espinhos... E lá foi o homem caminhando, jogando poucas pétalas de rosas e muitos espinhos ao chão...
Quando chegou no fim da sua vida, a cesta de pétalas de rosas estava praticamente cheia, enquanto a de espinhos estava quase vazia e diante de Jesus perguntou: – Jesus, aqui estou, já terminei a minha missão, o que faço agora?
E Jesus com os olhos fixos naquele homem, respondeu-lhe: -E agora, meu filho, volte pelo mesmo caminho que você veio.
Espalhe amor e alegria pela sua vida, tratando bem o seu semelhante e todos os seres existentes nesta terra, pois, certamente, se não o fizer, sofrerás mais tarde com a dor dos espinhos nos seus pés.

Aos 02 anos sucesso é: conseguir andar.
Aos 04 anos sucesso é: não fazer xixi nas calças.
Aos 12 anos sucesso é: ter amigos.
Aos 18 anos sucesso é: ter carteira de motorista.
Aos 20 anos sucesso é: fazer sexo.
Aos 35 anos sucesso é: ter dinheiro.
Aos 50 anos sucesso é: ter dinheiro.
Aos 60 anos sucesso é: fazer sexo.
Aos 70 anos sucesso é: ter carteira de motorista.
Aos 75 anos sucesso é: ter amigos.
Aos 80 anos sucesso é: não fazer xixi nas calças.
Aos 90 anos sucesso é: conseguir andar.
Assim é a vida! Não levamos nada dessa vida, para que perder tempo com maldade, com falsidade, com falta de amor? Todos teremos o mesmo destino, independente da condição financeira, da classe social.
Portanto, ame, brinque, perdoe, aproveite a vida e seja feliz!

Um pequeno garoto, num acampamento de verão, recebeu um grande embrulho de biscoitos enviados por sua mãe pelo Correio. Comeu alguns, então colocou a sobra sob sua cama.
No dia seguinte, depois de almoço, ele foi comer algum biscoito, mas a caixa tinha desaparecido.
Naquela tarde, um monitor do acampamento, que tinha sido comunicado sobre o roubo, viu outro garoto sentado sob uma árvore comendo os biscoitos roubados. Retornou ao grupo e procurou pelo garoto cujos biscoitos tinham sido roubados.
E disse-lhe,
– Billy, eu sei quem roubou seus biscoitos. Você me ajuda a lhe ensinar uma lição?
Confuso, o garoto respondeu,
– Bem, sim, mas vocês não o punirão?
O monitor explicou,
– Não, isso o deixaria ressentido e com raiva. Quero que você ligue para sua mãe e peça que ela lhe envie outra caixa de biscoitos.
Billy fez o que o monitor pediu e dois dias depois recebeu outra caixa de deliciosos biscoitos caseiros. O monitor disse,
– Agora, o garoto que roubou seus biscoitos está sentado à margem do lago. Vá até lá e divida seus biscoitos com ele.
Billy protestou,
– Isto não está certo. Ele já roubou meus biscoitos.
– Eu sei, mas tente e veja o que acontece. Respondeu o monitor.
Cerca de meia hora mais tarde, o monitor viu os dois surgirem na colina, um com o braço às costas do outro. O garoto que tinha roubado os biscoitos tentava fazer Billy aceitar seu canivete como pagamento pelos biscoitos roubados e a vítima estava sinceramente recusando o presente de seu novo amigo, dizendo que alguns biscoitos não eram tão importantes assim.
Uma criança estará precisando de seu perdão hoje?
Ou talvez, você esteja precisando procurar o perdão de seus pais. Ou talvez seja a esposa ou irmã ou irmão ou vizinho que precisa perdoar ou ser perdoado?