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O Senhor está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam, com sinceridade. Sl. 145.18
Cada vez é mais difícil ouvir dos outros palavras confortadoras. Ouvimos falar de problemas financeiros, doenças e coisas imorais. Muitas conversas são cansativas e sem sentido. Parece que não é possível encontrar uma companhia agradável, alguém que possamos chamar de amigo e a quem confiar nossas dúvidas e tristezas.
Essa busca tem tornado as pessoas ávidas por informação. Nunca tivemos tanto acesso a notícias e a pessoas como hoje. A cada segundo podemos ver na internet o que está acontecendo no mundo. Por meio de sites as pessoas têm se mostrado on-line 24 horas por dia. Programas do tipo Reality Show têm se multiplicado. Mas, mesmo com tantas informações sobre pessoas, são poucas as que poderíamos chamar de amigas, poucas as que poderiam nos ensinar alguma coisa útil. Agora, não podemos esquecer de olhar para Deus nesta busca por palavras de conforto e amizade. Ele é o único que tem palavras preciosas e completas para o nosso coração. Por meio da Bíblia podemos conhecer seus ensinos e pela fé ser confortados com a sua presença.
Precisamos ouvir as palavras que Jesus disse à seus discípulos. São palavras que servem para nós hoje. Uma vez Jesus disse a Felipe: Siga-me. Uma palavra que manifesta a forma intima que Jesus tem com as pessoas. Ele não dá uma tarefa para Felipe cumprir ou uma ideia para ele refletir, mas uma pessoa a quem obedecer. A grande palavra de Jesus a nós é "siga-me". Em um undo sem direção, somos chamados a olhar para Jesus e segui-lo.
Jesus, quando estava para partir deste mundo, disse que o Pai daria outro conselheiro para estar conosco para sempre. Se temos a sensação de solidão e desamparo, é porque nos esquecemos da presença real de Jesus por meio do Espírito Santo. Jesus disse que não somos órfãos, ele não nos deixou só, ele está conosco e por isso podemos segui-lo sempre de perto.

A amizade de Deus é demonstrada em sua proximidade.

Tirado do nosso Pão Diário.

O valor da família é algo que aprendemos ainda no ventre de nossas mães. É lá que recebemos proteção, sentimos o poder do carinho maternal e vamos desenvolvendo uma sintonia perfeita com alguém que nos receberá de braços abertos no mundo em que é suposto vivermos.

Enquanto crescemos, é em nossos lares que vamos descobrindo as coisas mais importantes da vida. A educação que recebemos irá se refletir no nosso comportamento futuro, o amor daqueles que cuidam de nós será o refúgio em todos os momentos.

O tempo vai passar e seguiremos nossos caminhos, pois assim são as leis do comportamento humano. No entanto, a família nunca nos abandonará, apesar de nossos erros, fracassos, mesmo que por vezes queiramos voltar atrás. O valor de quem é sangue do nosso sangue é difícil de explicar, mas nós o sentiremos o tempo todo, nas coisas simples do dia a dia e nas questões essenciais da nossa existência.

Na França, um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que, compenetrado lia o seu livro de ciências. O senhor por sua vez lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia.
Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim. – disse o senhor – Mas não é um livro de crendices, é a Palavra de Deus. Estou errado?
Com uma risadinha sarcástica respondeu: - Claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a história geral. E veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, fez o favor de mostrar a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda creem nessa história de que Deus criou o mundo em seis dias.
O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre que os cientistas dizem sobre isso.
- É mesmo? – perguntou o velho cristão – E o que dizem os cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, – respondeu o universitário – agora eu vou descer na próxima estação, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio.
O velho então cuidadosamente abriu o bolso interno do paletó, e deu seu cartão ao universitário.
Quando o jovem leu o que estava escrito abaixou a cabeça, e saiu cabisbaixo. O cartão dizia: "Louis Pasteur, Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da École Normale de Paris".
Isso aconteceu em 1892.

Boa semana para todos! Que esta semana vocês possam experimentar algumas ou todas essas coisas!

Se apaixonar.
Rir até o rosto doer.
Um banho quente.
Um supermercado sem filas.
Um olhar especial.
Receber cartas.
Escutar sua música preferida no rádio.
Uma boa conversa.
Pegar uma boa praia.
Achar uma nota de R$50,00 na sua blusa de inverno do ano passado.
Rir de você mesmo!.
Ter alguém para te dizer que você é bonita.
Os amigos.
Ouvir acidentalmente alguém falar BEM de você.
Acordar e perceber que ainda faltam algumas horas para dormir.
Fazer novos amigos, ou ficar junto dos velhos.
Conversar a noite com seu colega de quarto.
Alguém brincar com seus cabelos.
Bons sonhos.
Viagens com os amigos.
Ganhar um jogo difícil.
Encontrar com um velho amigo, e descobrir que tem coisas que nunca mudam.
Descobrir que o amor é eterno e incondicional.
Abraçar a pessoa que você ama.
Ver no nascer do sol.
Levantar e agradecer a Deus por outro lindo amanhecer.

O orgulho no amor é como uma competição, em que ambos saem perdendo...
Conta-se que, em algum lugar da China, havia um sábio ancião que decidia questões conjugais. Era ele quem abençoava os casais que queriam se unir e orientava os que estavam se desentendendo, dizendo-lhes se deveriam ou não se separar.
Certa vez, o ancião foi procurado por dois jovens a quem havia abençoado havia alguns anos e que agora falavam em separação.
O sábio, percebendo que os dois se amavam, não viu motivo para que desfizessem a união, mas não conseguia convencê-los disso. Então, presenteou-os com uma planta e disse:
Esta é uma planta muito sensível. Vocês devem deixá-la na sala e, quando ela morrer, poderão se separar.
Assim foi feito: o casal colocou a planta no centro da sala e ficou aguardando ansiosamente a sua morte.
Certa madrugada, ambos se flagraram com regadores em punho, cuidando da planta. Naquele dia, amaram-se como nunca.
A planta sensível era, na verdade, a relação dos dois. O amor era forte o suficiente a ponto de acordá-los em plena madrugada. Mas então o que estaria ameaçando aquela união? O orgulho.
O orgulho nos impede de pedir perdão. O orgulho não nos deixa perdoar. O orgulho não nos deixa dizer que ainda amamos