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São quatro as loucuras da sociedade. A primeira é: Instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais. A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias. A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo. Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema. Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. Maior parte pega o médico pela camisa e diz: "Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz". Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.
Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional".

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.
Em vez de sofrer pelas modificações que ainda não consegue, sinta-se grato pelas mudanças que já realizou.

Não é fácil sentir que todos os nossos passos são em falso. Sentir que ninguém te entende e que você passa a vida toda lutando e remando contra a maré.

Quando a solidão te atacar e quando você sentir que não tem motivação para continuar, lembre que nem sempre conseguimos ver as coisas importantes que nos sustentam.

Acredite que há muitas pessoas dispostas a lutar do teu lado, e que se sentem privilegiadas por conhecer alguém como você!

Então, não desista, porque eu tenho a certeza que na sua vida, o melhor ainda está por vir!

Neste nosso aniversário de namoro (casamento) tenho que te dizer uma coisa: a minha vida contigo não é um mar de rosas... contigo, a minha vida é um dilúvio de rosas! E tem mais, sem aquele inconveniente de cobras e lagartos na arca do meu coração!
Como é que eu tive tanta sorte? Como pude encontrar alguém tão bom e carinhoso, tão prestativo para transformar qualquer desejo meu, qualquer pensamento meu, na mais doce realidade?
Neste dia especial quero te dizer que estes anos que estamos juntos têm sido os mais felizes de toda a minha vida. Não vou perguntar o por que de não teres aparecido antes, porque Deus sabe o que faz, e se só apareceste agora, é porque era mesmo a hora de aparecer, para tudo dar certo entre nós.
Acho que estávamos "no lugar certo e no momento exato", como adoram dizer os astrólogos, e assim, por falar nisso, precisamos conversar para escolhermos o lugar certo para comemorarmos mais um aniversário deste nosso feliz encontro. Penso que deva ser um lugar bem especial, visto que a nossa união e convivência é tão abençoada e que este momento merece comemoração.
Se tiveres alguma ideia, avisa-me com um mínimo de antecedência, que é para eu me preparar e estar bem bonita, digna de ti. Mas, se preferires ficar em casa, agarradinho comigo, a tomar uma taça de champanhe e a fazer cafuné na minha cabeça, juro que não vou ficar nem um pouco zangada, pois és o grande presente que a vida me deu!
Um beijo e o desejo de que nunca acabe esse "dilúvio", e que sejamos sempre assim felizes!

Tantos sorrisos por aí, você querendo o meu, tantos olhares me olhando e eu querendo o seu... Eu não duvido não, que não foi por acaso, se o amor bateu na nossa porta, que sorte a nossa.