Os nossos corações batem mais forte que nunca e formam um ritmo de amor e ansiedade. Falta pouco tempo para vermos este sonho concretizado e eu ter finalmente você nos meus braços.
Conto dias, horas e minutos, olho para minha barriga e imagino como você será. Tudo acontece no seu devido tempo, mas quando esse momento chegar eu sei que serei a mulher mais feliz do mundo.
Se não estivesse fora de moda... Eu iria falar de Amor.
Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração.
Aquela dorzinha gostosa, de ter muito medo de perder tudo.
Daqueles momentos que só quem já amou um dia, conhece bem.
Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas... Mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas doá-las, no sentimento nobre de amar.
Se não estivesse fora de moda... Eu iria falar de Sinceridade.
Sabe, aquele negócio antigo de fidelidade, respeito mútuo... e outras coisas mais.
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida.
Que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que as vezes procuramos em muitas.
A admiração pelas virtudes, aceitação dos defeitos... E sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencerem, sem o direito de possuir.
Se não estivesse tão fora de moda... Eu iria falar em Amizade.
O apoio, o interesse, a solidariedade de uns pelas coisas dos outros e vice-versa.
A união além dos sentimentos e a dedicação de compreender para depois gostar.
Se não estivesse tão fora de moda... Eu iria falar em Família.
Sim! Família!!! Pai, mãe, irmãos, irmãs, filhos, lar... O bem maior de ter uma comunidade unida pelos laços sanguíneos e protegidas pelas bênçãos divinas.
Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada, a fonte de descanso e a renovação das energias.
Família... O ser humano cumprindo sua missão mais sublime de sequenciar a obra do criador.
E depois... Eu iria até, quem sabe, falar sobre algo como... a Felicidade.
Mas é pena que a felicidade, como tudo mais, há muito tempo já está fora de moda.
Sabe de uma coisa... Me sinto feliz por estar tão fora de moda.
E você? Também está fora de moda como eu? Espero que sim!
Dino era um menino cuja família era extremamente pobre.
Nas festividades do Natal ele não ganhou nenhum presente, mas costumava olhar nas vitrines das lojas tudo aquilo que outros meninos de sua idade costumavam receber e isso lhe trazia grande excitação.
Logo no início do ano ele foi atropelado por um carro e levado a um hospital.
Uma das enfermeiras, levou-lhe alguns brinquedos para que ficasse um pouco mais alegre. Ao tocá-los, com grande regozijo ele exclamou: "Não existe nenhum vidro entre mim e os brinquedos!"
Muitas vezes não podemos tomar posse de tantas bênçãos que Deus tem nos oferecido porque ainda existe um vidro de separação entre nós e o Senhor.
Esse vidro pode ser motivado por rebeldia, desobediência, indiferença às coisas celestiais, etc. É o vidro do pecado.
Quando deixamos que nossos interesses pessoais, o desamor, a cobiça, a avareza e tantos outras atitudes pequenas tomem lugar em nosso coração, acabamos construindo um vidro que não permite que cheguemos à presença de Deus, mas ao abrir mão de tudo isso em favor do amor, da fé, da esperança e certeza de que apenas em Cristo podemos alcançar a verdadeira felicidade, então todos os vidros são quebrados e a nossa ligação com o Pai se torna real e verdadeira.
Se ainda existe um vidro separando você do Senhor Jesus, quebre-o agora e deixe o Senhor ocupar o lugar que lhe pertence!
Sempre que você sentir necessidade de agradecer, agradeça a você também.
Egoísmo?
Não. É gratidão e reconhecimento com a única pessoa responsável por tudo que acontece com você.
Nada de bom ou ruim te acontece se você não permitir.
Achar culpados e heróis é perca de tempo, pense você é o responsável...
Ah! E Deus? Não é ele que decide tudo? Sim, mas você decide de que forma ele vai agir em sua vida.
Você que decide se ele te oriente ou te pune.
Se você parar um pouco e analisar, você entenderá...
Podes me dizer não tenho sorte. Eu te pergunto, você joga? Você arrisca?
Se me disseres "eu não progrido no trabalho". Pergunto você já procurou outro?
Assim é tudo na vida, você é o responsável...
Portanto, quando deres um "muito obrigado", dirija-se a você também, pois se alguém te ajudou, foi você que deu oportunidade a ele.
E tenha também a mesma conduta ao procurar culpados para fatos que te ocorreram, pois foi também você quem deu a oportunidade.
Se pensarmos assim termos um mundo mais justo e feliz, pois cada um iria se preocupar com seus atos e procurar fazer o melhor, para ter o melhor.
Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora. A porta se fechou e o ônibus saiu. então ficou impossível recuperá-lo. O homem tranquilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.
Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou: - Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?
O homem prontamente respondeu - De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato.
O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente para possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.
Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.
Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros.