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Depois da ausência, por fim chegou a hora de você regressar. E não imagina como esperava por esse momento, pois sinto tantas saudades de você!

Agora desejo apenas que faça uma boa viagem de retorno, que venha rápido, mas principalmente que chegue em segurança e bem. E traga paciência e muito para contar, pois nem acredito que vou poder matar estas saudades e escutar todos os seus relatos, que certamente serão maravilhosos. Até já!

Felicidade é uma caixinha pequena, que insistimos em guardar escondida, para um dia podermos usá-la. Todos os dias acordamos pertinho dessa caixa, mas com nossos sonhos mais loucos, vamos guardando a caixinha nos lugares mais altos, cada vez mais longe de nossas mãos.

Algumas pessoas andam com essa caixinha nas mãos diariamente e quando encontram o primeiro obstáculo amassam a caixinha com reclamações e choro de quem nem ao menos tentou lutar. Outras pessoas carregam a caixinha da felicidade na bolsa, e usam como arma. Na empresa, na escola e na rua com os amigos, descarregam a caixinha mostrando seu melhor sorriso, mas quando chegam em casa, na hora do convívio com a família, guardam a caixinha e fecham a cara, o mau-humor é a sua marca registrada em casa.

Existem pessoas que carregam a caixinha de felicidade e nem sabem que a possuem, são os verdadeiros amigos, a pessoa amada, filhos, ou o emprego que elas não se cansam de reclamar. Só percebem que possuíam a caixinha da felicidade quando a perdem, quando conseguem afastar todos de sua vida
porque passaram o tempo todo correndo atrás do "ouro dos tolos".

E tem aqueles que buscam encher a sua caixinha com um monte de tranqueiras numa corrida desesperada para encontrar em algum bem material, a sua paz. Essas pessoas colocam na caixinha carros de luxo, apartamentos que nunca vão utilizar por completo, casas e mais casas que nunca vão morar, bebidas caríssimas, roupas que valem 500 cestas básicas, anéis e colares que nem cabem na caixinha. Acabam indo para o "caixão" sem poder levar nada de bom, nada de eterno.

E você? Onde você guarda a sua caixinha da felicidade? Ela anda sempre com você, ou você a coloca sempre nos lugares mais distantes? A Felicidade, amados, está dentro da nossa alma, portando aprenda que a felicidade é uma caixinha de educação. Escute mais, fale menos e tenha certeza que esta felicidade é real e ela está ao seu alcance, porque estamos no colo da felicidade que é Jesus. Por isso eu espalho para todo mundo e quanto mais eu espalho, mais eu recebo.

As coisas não precisam terminar para saber que chegaram ao final. Estou vivendo na desilusão, sabe? Sua distância revela o quanto estamos longe um do outro. Eu não vou mentir para você: estou muito decepcionada com suas atitudes.

Você tem andado frio, não tem manifestado vontade em manter o que temos. Isso demonstra que nosso namoro atingiu o topo da monotonia. Mas desejo que você seja feliz de algum outro jeito!

Enfim, depois de tanto erro passado Tantas retaliações, tanto perigo Eis que ressurge noutro o velho amigo Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado Com olhos que contêm o olhar antigo Sempre comigo um pouco atribulado E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano Sabendo se mover e comover E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica Que só se vai ao ver outro nascer E o espelho de minha alma multiplica..

Eu não acho as palavras. Eu sinto muito, mais do que consigo expressar. E isso se torna um veneno em certos momentos. Palavras ficam presas na garganta, matando por sufoco, e é triste morrer do seu próprio veneno.

E em meio ao desespero da ausência de palavras saírem da minha boca eu entro em pranto, eu choro, eu grito, eu fico sem saber o que fazer, mas me sinto melhor depois disso, embora não passe completamente.

Eu busco, busco uma forma de esvaziar emoções, situações, sentimentos, entre outros, mas elas (as palavras) continuam a fugir de mim. Talvez eu não tenha sido feito para explicar nada mesmo, apenas para sentir.

E sem perceber acabei falando o que anda me incomodando: eu não acho as palavras, ou talvez eu já as tivesse e sem perceber usei nos momentos errados, com as pessoas erradas.

Eu sinto muito!

Acredite nas Estórias