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Há momentos e acontecimentos da vida, que não podemos controlar. Por isso, quando a tristeza bater, deixe-a entrar, mas não feche a porta. Deixe o seu peito aberto para que ela possa sair.

A tristeza que fica presa, torna-se amargura. Mais vale transformar a tristeza em lágrimas, pois as lágrimas ajudam a lavar a alma, como a chuva lava a terra, e depois nos presenteia com um belo arco-íris.

Quando a tristeza bater, não finja que não ouviu, e que a dor não lhe atinge. Os momentos de sofrimento são importantes na vida. Com eles aprendemos e amadurecemos, mas não sofra mais do que cada momento ou motivo de tristeza merece. Para aprender com a tristeza, é preciso deixar a sabedoria entrar e ocupar o seu lugar.

Quando a tristeza bater, não tenha medo. Viva a tristeza, mas somente o tempo suficiente para compreender o porque de sentir tamanha dor. E saiba que cabe somente a você mandá-la embora!

Deus abençoe a grande mãe, o seu nome é amor, dedicação e fé.
A paz e a felicidade estejam em seus dias e a saúde encontre a todos e os abrace, tornando-os fortes e cheios de felicidade.
Parabéns pela linda criança, por você e pela vida.
Meus parabéns, mamãe.
Esperamos tanto por esse momento maravilhoso e marcante, e eis que ele se fez. Que coisa bela, o fato de você dar á luz a esta linda criança, tão querida e esperada.
Somos testemunhas do quanto ela foi desejada e quanto será amada por pais dedicados e contentes, por colocarem no mundo uma linda criança.
Que ela traga a todos tranquilidade e a paz que se fazia necessária.
Que Deus abençoe vocês e lhes dê sabedoria e paciência para criar e educar esta linda criatura.
Que a vida prepare dias especiais para encher o lar de vocês de alegria e vida, muita vida. Que toda a sorte e saúde existente acompanhe a vida desse bebê que veio ao mundo para encher de paz cada sorriso existente.
Parabéns linda mamãe!

Queria ser uma rosa: Para perfumar todo jardim. Queria ser uma fragrância: Para marcar cada momento inesquecível. Queria ser a chuva: Para molhar a terra seca. Queria ser o sol: Para aquecer as manhãs frias. Queria ser o frio: Para provocar nas pessoas a vontade de estar bem coladinhos. Queria ser um peixinho: Para respirar debaixo d'água. Queria ser o cupido: Para juntar os corações apaixonados. Queria ser um passarinho: Para acordar as pessoas de manhã com meu lindo cântico. Queria ser o amor: Para sentir a emoção que ele provoca. Sei que não posso ser nenhuma dessas coisas, mas sou eternamente grata por Deus criar cada uma delas do jeitinho que são.

Tão estranho à forma de amar, amamos e sentimentos ciúmes, ciúmes bobo, muitas vezes inconveniente. Amamos e sentimos medo, um medo de um dia estar só, de que a pessoa amada siga em viagem sem lhe presentear com uma passagem para o mesmo lugar. Amamos e sentimos raiva, raiva de não sermos entendidos, como se a pessoa amada tivesse a obrigação de ter o dom da premonição, e pudesse nos compreender pelo menos naquele momento que mais estamos chateados. Amamos e sentimos muitas vezes rejeição, pelo simples fato de não ser notado o novo corte de cabelo, a nova roupa, a nova investida. Amamos e nos tornamos loucos, loucos pela felicidade a dois, um mundo colorido feito para apaixonados. Loucos pela vida, como se o hoje fosse um dos dias dos milhões que ainda viveremos. Tão estranho à forma de amar, Somos muitos em um só, muitos sentimentos, muitos desejos, muitos planos... Não quero dominar o amor, quero que o amor nos domine. Pois amor que é AMOR, é tudo... É certeza, é companhia, é amizade, é paixão, é criança, é eterno. Tão estranho esta forma de amar, que me perco até nos versos mais simples de um poema, pois tem tantas formas de se escrever sobre o amor, algumas simples outras complexas, mas todas com o mesmo sentido, que o amor tudo supera.

Araucária,
Nasci forte e altiva,
Solitária.
Ascendo em linha reta
Uma coluna verde-escura
No verde cambiante da campina.

Estendo braços hirtos e serenos.

Não há na minha fronde
Nem veludos quentes de folhas,
Nem risos vermelhos de flores,
Nem vinhos estonteantes de perfumes.
Só há o odor agreste da resina
E o sabor primitivo dos frutos.

Espalmo a taça verde no infinito.
Embalo o sono dos ninhos
Ocultos em meus espinhos.
Na silente nudez do meu isolamento.