Contra e tudo e contra todos lutamos pelo nosso amor. Ainda não somos livres, meu amor, e temos de viver nossa paixão longe dos olhares invejosos que nos rodeiam. O mundo não consegue entender porque quero você tanto assim, mas este ano de namoro que fazemos agora prova que a nossa vontade é a de permanecermos juntos. Quero continuar do seu lado e seguir com você neste caminho que nos levará à felicidade.
Cada coisa que a gente já passou juntas, né amiga? Tantos momentos bons e ruins que nos fizeram amadurecer cada dia mais, cada briga que serviu para a gente poder refletir, tanta coisa importante na minha vida que eu já não sei mais viver sem você!
Isso é fato, você já é essencial na minha vida, é super, hiper, mega, ultra importante. Porque se tem um lugar onde você mora agora, esse lugar é no meu coração. Saiba que estou aqui para te proteger, para cuidar de você, para te dar o carinho que você precisar.
Enquanto eu estiver aqui, você nunca vai estar sozinha!
Eu te amo demais minha anjinha!
Chegamos ao mundo como se estivéssemos chegando num país desconhecido para uma estada por tempo indeterminado. Precisamos aprender como viver nesse novo lugar, e vamos encontrar no caminho pessoas que vão nos amar e nos ajudar a lidar com a vida. Mas muitas coisas vamos aprender sozinhos, e sabemos que um dia chegará a hora de partir.
Assim é a vida, sabemos que estamos de passagem. Sabemos que nascemos para morrer, e que cada dia a mais é um dia a menos. Vivemos com a angústia da morte atrás de nós, embora a maior parte do tempo façamos de conta que ela nunca vai nos alcançar. Só esquecendo a morte é que é possível seguir em frente e dar um sentido à nossa vida.
Quando a morte vem aparece abruptamente em nossa frente, nos encaminha para uma nova viagem rumo ao desconhecido. A nossa partida causa dor e sofrimento para quem fica. Por isso, não podemos nunca esquecer que estamos aqui de passagem. Somos estrangeiros no mundo, passageiros nessa viagem que é a vida. Precisamos encontrar paz e conforto nas idas e vindas, e fazer com que cada dia de nossa estada na vida seja precioso.
Tenha ânimo! Não viva como se tudo fosse uma carga pesada, uma obrigação. Encontre alegria nas tarefas diárias, e prazer nas pequenas coisas da vida.
A felicidade se constrói aos poucos. A felicidade não surge em nossas vidas como uma tela pintada e acabada, a felicidade é como um quebra-cabeças feito de muitas peças que encontramos espalhadas pela vida. É preciso estar atento para encontrá-las! Se perdermos o ânimo e o entusiasmo, não prestamos atenção e deixamos que as peças fiquem esquecidas pelo caminho, ou perdemos a habilidade de uni-las do modo correto.
Se a vida parece não correr bem, não se desanime. Muitas vezes, é nos momentos de crise que encontramos as boas oportunidades, basta nos mantermos atentos.
Não seja pessimista ou fatalista, coisas positivas dificilmente acontecem na vida de pessoas negativas. Por mais difícil que pareça a jornada, tente manter vivo o seu ânimo para encarar os desafios. Muitas vezes os obstáculos escondem as peças mais difíceis e que completam o quebra-cabeças da felicidade.
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Era meu amigo, leal companheiro e confidente Com quem eu conversava de forma transparente Sem reservas e tão cheia de confiança...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Você que me fez de novo ser criança Levando-me de volta à longínqua infância Suscitando o extravasar do meu "porão"...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que soube sondar como ninguém meu coração Que ocupou espaços vazios e me fez plena Que me refletiu e fez a vida valer a pena...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que era todo o meu entusiasmo e inspiração Que fez nascer rascunhos em verso e prosa Que soube despertar a mulher amorosa...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que sempre, sempre se importou comigo Que nunca me negou o ombro amigo Na hora dos meus impasses, dúvidas, aflição...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? A quem, do Sousa, eu enviava um hino E na troca, da Amália, eu recebia um fado Em doces permutas, tão do nosso agrado...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? De cuja amizade eu tanto me orgulhava Pelo seu modo de ser que eu tanto adorava E como joia rara, no peito eu te guardava...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que silenciou de repente qual se tivesse morrido Ou será que fui eu que morri (em ti) sem ter percebido Procurando-te em vão, entre lágrimas e gemidos...
Mas, homem, noto agora que já estou meio morta Apesar do derradeiro rascunho, você já não me importa Porque na verdade, você nunca existiu Foi tudo engodo, miragem, alucinação Porque amigos verdadeiros não nos deixam na mão E mesmo que tenham que ir embora Pelos ditames do destino e pelo apelo da hora, Avisam-nos da partida, deixando uma doce saudação...