Hoje falo para o amor, como se de uma pessoa se tratasse, como se ele tivesse acontecido em sua plenitude. Falo triste mas também o faço com convicção, pois são palavras de adeus o que eu tenho de proferir.
Durante tempos alimentei esta esperança em meu coração. Ter você em meus braços e me poder perder nos seus, era para mim já realidade, uma realidade na qual só eu vivia. Demorou, talvez, mas acabei por entender que este amor que eu sentia não era correspondido e tive que aceitar isso, por muita mágoa que me causasse.
Então adeus, sonhos que não foram concretizados. Até nunca, beijos e abraços que nunca foram dados. Tomara eu ter largado esta paixão infrutífera há mais tempo. Mas infelizmente, primeiro somos sempre arrastados pelo coração e só depois fazemos nossas escolhas. Agora eu sei que o que dói mais não é a despedida, mas saber o que nós dois poderíamos ter sido.
Quantas vezes já dissemos: " Eu sou assim mesmo " ou " É, as coisas são assim ".
Essas frases na realidade estão dizendo que isso é o que acreditamos como verdade para nós, e geralmente aquilo em que acreditamos não passa da opinião de outra pessoa que incorporamos no nosso sistema de crenças.
Sem dúvida, ele se ajusta a todas as outras coisas em que cremos.
Você é uma dessas pessoas que acordam numa certa manhã, veem que está chovendo e dizem: "Que dia miserável"? Não é um dia miserável. É apenas um dia molhado. Se usarmos as roupas apropriadas e mudarmos nossa atitude, podemos nos divertir bastante num dia chuvoso.
Agora, se nossa crença for a de que dias de chuva são miseráveis, sempre receberemos a chuva de mau humor. Lutaremos contra o dia em vez de acompanharmos o fluxo do que está acontecendo no momento. Não existe "bom" ou "mau" tempo, existe somente o clima e nossas reações individuais a ele.
Se queremos uma vida alegre, precisamos ter pensamentos alegres. Se queremos uma vida próspera, precisamos ter pensamentos de prosperidade.
Se queremos uma vida com amor, precisamos ter pensamentos de amor.
Tudo o que enviamos para o exterior, mental ou verbalmente, voltará a nós numa forma igual.
Temos um elo forte,
pior que maldição,
uma amizade eterna que vai além da perfeição.
Uma exclusiva, e interrompível ligação.
Nem a distância,
nem o vento,
nem quem ela traz esse tal de 'tempo';
Nada nos afasta em nenhum momento.
Sem essa coisa de corpo presente;
Temos uma amizade rica,
que vale mais que dinheiro ou bem qualquer existente!
Inseparáveis,
mesmo de longe,
o coração e a mente de cada uma vive unido com o outro.
Ter verdadeiros amigos nessa vida é maravilhoso.
Pabline Bomfim
Maria e José de Nazaré convidam você e sua família para a festa do meu aniversário.
Data: 25 de dezembro
Local: Seu coração
Os participantes da minha festa serão contemplados com um crédito infinito de graças para o ano todo, podendo sacar, diariamente, sem limite de horário, a soma de bênçãos de que necessitarem.
Favor confirmar sua presença através de oração e da imitação dos meus atos.
Agradeço por todo o esforço que você fará na preparação espiritual da minha festa!
Abraços e bênçãos de Jesus de Nazaré.
Sentado numa poltrona, em frente à TV, estava Washington. Até que: plic! – Não aguento mais jogar videogame! Todos os dias, a mesma coisa!
Washington é um garoto de 12 anos e mora em São Paulo. Filho de uma família muito rica, tinha de tudo, mas não era feliz. Com poucos amigos, sentia falta de algo importante: a paz. Certo dia, pediu dinheiro a sua mãe para comprar um "negócio". A mãe, sem perguntar pra quê, entregou-lhe o dinheiro. O garoto entrou numa loja e pediu: – Quero um quilo de paz.
A balconista, irritada, sem lhe dar atenção, respondeu: – Aqui não se vende paz!
Passou em outra loja, em um bar, numa padaria. Depois de andar muito, cansou de ser debochado e voltou para casa. Sentou no sofá, pensativo: onde compraria a paz? O toque da campainha quebrou seus pensamentos. Ao abrir a porta, um senhor bastante idoso suplicou:
– Por favor, meu bom menino, há dois dias que não ponho nada na boca, não aguento mais de fome. Pode me dar algo para comer? – O senhor sabe me dizer onde eu posso comprar a paz? – pergunta o menino, ainda preocupado com o seu problema. – Sim, me traga algo para comer que eu te digo.
Ansioso, mais do que depressa Washington foi até a cozinha. Voltou com um prato transbordando de comida e um copo de suco de laranja. Sentou-se ao lado do homem, ouvindo-o atentamente. – Olha, meu amigo. Existe um dinheiro com o qual podemos comprar a paz. É com o nosso coração.
– Mas se eu tirar o coração, como posso viver? – pergunta o garoto, confuso. – Com o coração quero dizer: quando fazemos o bem aos nossos irmãos! Hoje, eu sei que você vai se sentir muito feliz, com muita paz, por ter me tratado bem, por ter me dado um prato de comida. Sentiria o mesmo se tivesse feito a outra pessoa. – É verdade? – pergunta Washington – puxa, estou tão feliz só de ouvir o senhor me falar isso!
Daquele dia em diante, o garoto refletiu muito sobre aquela conversa e como se sentira feliz ao ajudar alguém. Continuou praticando o bem. E, como por encanto, começou a ter muitos amigos.
E pôde confirmar que a paz está dentro de cada um de nós, basta cultivá-la.