Valeu enquanto durou Essa nossa amizade Foi tudo que me custou O preço de uma saudade
Procurei deixar em paz O meu pobre coração Ele é frágil demais Pra sentir tanta paixão
Me deu vida mais sofri A paixão que eu senti Já não quero sentir mais
Eu não estou mais aqui Quero ficar bem ali Pra não voltar, nunca mais.
Sei que algumas das minhas atitudes te deixam bastante aborrecida e sei que tens razão de te aborreceres com este meu ciúme doentio. Sei que o pior veneno para uma relação afetiva é o ciúme e tento controlar-me, mas muitas vezes não consigo...
Gostaria de fazer-te entender que é doloroso carregar este tipo de sentimento. Não se trata exatamente de desconfiança ou suspeita em relação a ti, é mais do que isso, infelizmente. Porque este sentimento brota independente do meu desejo, é algo patológico, como uma doença. e se é horrível para ti suportá-lo, também me causa muito sofrimento conviver com ele.
Gostaria que entendesses que a pessoa ciumenta, por mais que tente, não consegue raciocinar diante de algumas situações e, principalmente, controlar-se diante de pequenas dúvidas. Para alguém ciumento como eu, as mínimas suspeitas ganham uma dimensão fantástica e delirante, doentia mesmo. Quando sou acometido pelo ciúme, o limite entre a imaginação e a certeza torna-se muito tênue, e eu sofro muito!
Sei que isto é muito mau, sei que é péssimo para nós os dois, mas peço-te para teres um pouco mais de paciência, pois eu vou procurar ajuda para tentar livrar-me deste mal. Prometo!
A preguiça e a covardia são as causas por que os homens em tão grande parte, após a natureza os ter há muito libertado do controlo alheio, continuem, no entanto, de boa vontade menores durante toda a vida; e também por que a outros se torna tão fácil se assumirem como seus tutores. É tão cômodo ser menor.
Se eu tiver um livro que tem entendimento por mim, um diretor espiritual que tem em minha vez consciência moral, um médico que por mim decide da dieta, etc., então não preciso de eu próprio me esforçar. Não me é forçoso pensar, quando posso simplesmente pagar; outros empreenderão por mim essa tarefa aborrecida. Porque a imensa maioria dos homens (inclusive todo o belo sexo) considera a passagem à maioridade difícil e também muito perigosa: é que os tutores de boa vontade tomaram a seu cargo a superintendência deles. Depois de, primeiro, terem embrutecido os seus animais domésticos e evitado cuidadosamente que estas criaturas pacíficas ousassem dar um passo para fora da carroça em que as encerraram, lhes mostram em seguida o perigo que as ameaça, se tentarem andar sozinhas. Ora, este perigo não é assim tão grande, pois aprenderiam por fim muito bem a andar. Só que um tal exemplo intimida e, em geral, gera pavor perante todas as tentativas ulteriores.
É, pois, difícil a cada homem se desprender da menoridade que para ele se tornou quase uma natureza. Até lhe ganhou amor e é por agora realmente incapaz de se servir do seu próprio entendimento, porque nunca lhe foi permitido fazer uma tal tentativa. Preceitos e fórmulas, instrumentos mecânicos do uso racional ou, antes, do mau uso dos seus dons naturais são os grilhões de uma menoridade perpétua. Mesmo quem deles se soltasse só daria um salto inseguro sobre o mais pequeno fosso, porque não está habituado a este movimento livre. São, pois, muito poucos apenas os que conseguiram mediante a transformação do seu espírito se arrancar da menoridade e iniciar então um andamento seguro.
Immanuel Kant
A tristeza provoca sentimentos e sensações que nos machucam profundamente! Mas essa tristeza é um problema com uma só solução. Sim, o remédio para a infelicidade é o seu contrário: a alegria, o amor, a felicidade.
Eu sei que você está se sentindo muito em baixo, com uma depressão angustiante, mas não deixe de lutar. Não desista do bem mais precioso da sua vida: você!
É que ninguém convidou a tristeza para entrar no seu coração e pensamento, por isso indique o caminho para porta da saída agora mesmo! E seja feliz imediatamente! Não desista! Força!
O filho conta calmamente para a mãe:
- Mãe, hoje veio um ladrão aqui na nossa casa.
A mãe desesperada pergunta:
- Meu Deus! E o que ele levou?
O filho responde:
- Nada. Ele só veio pedir seu voto.