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1. Tome a decisão de reservar um período diário para a leitura da Bíblia. Pode ser no início ou no fim do dia. Certamente, você precisará da ajuda de Deus no sentido de confirmar e fortalecer tal resolução, diante de imprevistos. Busque-a, portanto!

2. Procure ter uma versão da Bíblia que apresente uma linguagem moderna, leve e de fácil entendimento.

3. Além de um lápis e um caderno para registro de ideias, reflexões e comentários pessoais, procure ter também um dicionário e uma concordância bíblica. O dicionário auxiliará na compreensão de palavras-chaves e a concordância facilita a descoberta de diversas passagens em que aparece uma mesma palavra.

4. Pedir a ajuda de Deus para entender o que se vai estudar é a primeira coisa que deve ser feita. Através do Espírito Santo, Ele iluminará a mente e guiará o pensamento.

5. A Bíblia deve ser lida sem pressa. Nada de correria. Palavras e pensamentos devem ser bem digeridos, com uma atitude mental positiva, e disposição para ouvir a voz de Deus. Concentração é fundamental. Se for necessário, a passagem deve ser lida mais de uma vez, até que o significado esteja claro e possa ser aceito.

6. Para quem nunca leu a Bíblia, uma boa sugestão é começar com uma parte que lhe seja mais agradável. Há quem indique, por exemplo, a primeira carta de João, no fim do Novo Testamento, passando-se para os evangelhos de Marcos, Mateus e Lucas. Depois o livro Atos dos Apóstolos e o Evangelho de João. Em seguida, o livro de Gênesis, os Salmos e os Provérbios.

7. Na medida do possível, estabeleça um local e um horário especiais para a leitura das Sagradas Escrituras. É claro que, em caso de viagem, isso pode ser flexibilizado, mas não suprimido. Lembre-se também que o estudo em grupo ou em dupla também representa um auxílio considerável. Dessa forma, as ideias podem ser discutidas, e as dúvidas serão mais facilmente dissipadas.

Um dia sonhei que tinha você nos meus braços – dormindo, e que depois acordava e no conforto do meu abraço pegava minha mão e sorria. Não foi um sonho isolado, ele se repetiu uma ou duas vezes e confesso que senti uma felicidade diferente no meu coração.

Fora do sonho passei a sentir sua falta. E foi aí que entendi que estava sonhando com os olhos abertos, e por isso me apaixonei por você! Aceita viver meu sonho de verdade?

Peço Perdão
Naquela noite após um estafante dia
Lembrei-me de uma data especial
Era nosso aniversário
Nosso dia era esse
Um dia em que comemorávamos nossas vidas juntos
Justamente nesse dia
Meus problemas me assaltaram
Me alcançaram
E me fizeram dizer coisas que eu não queria
E por isso
Por ter me irritado
Por ter me entregado tão facilmente
Por ter, sim, esquecido nosso dia
Eu lhe peço, meu amado anjo
Que perdoe esse pobre e arrependido dragão.

Será que um simples lápis, desses que estão a ser substituídos pelas esferográficas, nos podem dar lições para a vida?
Um dia, uma avó estava a escrever com o lápis. Na mesa, estava também uma borracha e um afia-lápis. Aproximou-se dela um netinho e perguntou-lhe:
– Avó, o que é que está a escrever?
– Estou a tentar escrever um poema para passar o tempo. Mas gostaria de te dizer uma coisa.
– Diga, avó!
– Gostaria que tu, quando cresceres e fores grande, fosses como este lápis.
– Avó, mas o que é que um lápis tem de especial?...
– Depende do modo como olhas para as coisas. No lápis há qualidades que, se as conseguires manter ao longo da tua vida, serás uma pessoa feliz.
Então a avó explicou-lhe as cinco qualidades do lápis.
Primeira qualidade: O lápis redige belos textos ou faz lindos desenhos, mas para isso tem que ter uma mão a guiá-lo. Cada pessoa deve também deixar-se conduzir por quem a orienta para a felicidade.
Segunda qualidade: O lápis, de vez em quando, necessita de ser afiado e para isso utiliza-se o afia-lápis. Isto faz com que ele sofra um bocado. Cada pessoa necessita também de suportar sacrifícios na vida.
Terceira qualidade: O lápis permite que utilizemos uma borracha, sempre que é preciso apagar aquilo que está errado. Cada pessoa necessita de ir apagando os erros que faz e fazer cada vez menos.
Quarta qualidade: O que realmente é importante no lápis não é a madeira, mas a qualidade do grafite que está dentro. Cada pessoa vale não pelo aspecto exterior, mas pelo amor e sabedoria que tem no seu íntimo.
Quinta qualidade: O lápis, ao escrever ou desenhar, deixa sempre uma marca mais ou menos bela. Cada pessoa, com a sua vida, deixa no mundo traços de maior ou menor beleza. Depende do seu coração.

Eu tinha um medo mortal de não ser ninguém. De chegar sem ninguém me cumprimentar pelo caminho, de não notarem que eu mudei meu perfume, de não pedirem minha opinião, de começarem sem mim, de terminar sem ninguém.

O meu medo, mesmo mortal, não era o da morte, era o de não ser a mais ilustre dentre as comidas dos vermes. Eu quero que os vermes me guardem para comer no Natal ou quando chegar algum parente de longe que eles queiram impressionar.

Imagine quão desesperadora é a ideia do esquecimento para o homem moderno: já quase não nos sobram mais árvores nem tempo para escrever. Só nos resta então, ter filhos. Mas o amor aos meus filhos impediu-me de tê-los para viver as mesmas angústias que eu.

Eu desisti da vida muito jovem, quando ainda me sobravam vários dentes mas poucos motivos para sorrir. Agora, o arrependimento e o medo do esquecimento me perseguem e aqui me posto a escrever minhas memórias, por vezes trágicas, por vezes cômicas, mas quase sempre vis.

Arlindo da Souza e Cruz