Final de semana é tempo de relaxar, de descansar! É o precioso tempo de ociosidade que todo mundo precisa para enfrentar os dias de trabalho. Guarde os finais de semana para ter momentos de lazer, de descontração, para fazer coisas que não consegue fazer durante a semana.
Trabalhar é importante, e dignifica o homem, mas sábado e domingo são dias valiosos. Uma pessoa que dedica o seu tempo apenas ao trabalho tem uma vida mais pobre, e acaba tendo como única riqueza o dinheiro. Por isso, trabalhe duro durante a semana para poder descansar no final da semana. Se você for disciplinado, raramente precisará trabalhar aos finais de semana. Ora, até Deus descansou depois de uma semana de trabalho!
Aproveite o final de semana. Cultive tempos de ócio, encontre uma atividade que lhe traga prazer e crescimento pessoal, tome sol, prepare uma sobremesa saborosa, passeie com o seu cachorro, monte Lego com os seus filhos ou sobrinhos, ligue para um velho amigo, visite a sua avó, faça pequenas viagens. Aproveite a vida, mas também não guarde a sua felicidade apenas para os finais de semana. Tente encontrar alegria e satisfação nas suas atividades diárias, assim o seu tempo é mais produtivo e a sua semana se torna melhor!
Que nesse Natal, possamos rever o nosso passado para melhorar o nosso futuro. E que Deus nos abençoe e brilhe com sua luz perante nós, abrindo-nos o caminho até Ele. Feliz Natal!
Diga-me onde foi que errei, eu que só amei você, eu que só o bem lhe fiz. Errei ao lhe dar carinho, errei ao acreditar em nós, errei ao lhe dar o meu amor? Errei ao abrir meu coração, errei ao demonstrar emoção?
Eu sei que amar não é uma obrigação. Não entendo por que me quer prender nesta relação, se não quer estar ao meu lado? Qual é a sua intenção, é apenas me magoar, me fazer sofrer? O que eu fiz para merecer?
Se não quer a felicidade que eu tenho para lhe dar e o bem que lhe quero fazer, por que não vai embora e liberta o meu coração?
Sei que vou sofrer, mas sei também que meu amor não foi em vão! Fui feliz com você, mas agora já não sei o que fazer... Seu silêncio me mata, e se você não disser nada, tomo eu uma decisão. Vou embora sem olhar para atrás, sabendo que meu único pecado foi amar você demais!
Sem vocês nenhum dia é especial, nenhum momento é memorável e nenhum instante é verdadeiro. Vocês, meus amigos, são os melhores do mundo!
E agora que estamos celebrando meu aniversário não consigo deixar de pensar em todas as coisas que vocês me ofereceram desde sempre. Devo ser a pessoa com mais sorte por ter os amigos mais maravilhosos! Agradeço por tudo.
O carnaval chegou ao Brasil em meados do século XVII, influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como a França, o carnaval acontecia em forma de desfiles urbanos, ou seja, os carnavalescos usavam máscaras e fantasias.
Embora de origem europeia, muitos personagens foram incorporados ao carnaval brasileiro, como, por exemplo, Rei momo, pierrô, colombina, etc.
Os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos cortejos de automóveis (corsos) surgiram nessa época, mas tornaram-se mais populares no começo do século XX. As pessoas decoravam seus carros, fantasiavam-se e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades, dando origem aos carros alegóricos.
O carnaval tornou-se cada vez mais popular no século XX, e teve um crescimento considerável neste período, que ocorreu em virtude das marchinhas carnavalescas (músicas que faziam o carnaval mais animado).
A primeira escola de samba foi criada no dia 12 de Agosto de 1928, no Rio de Janeiro, e chamava-se Deixa Falar.
Anos depois, a escola mudou seu nome para Estácio de Sá. A partir deste momento o carnaval de rua começou a ganhar um novo formato. Com isso, no Rio de Janeiro e São Paulo, começaram a surgir novas escolas de samba. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, iniciaram os primeiros campeonatos para constatar qual escola de samba era a mais bela e animada.
A Região Nordeste permaneceu com as tradições originais do carnaval de rua como, por exemplo, Recife. Já na Bahia, o carnaval de rua conta com a participação dos trios elétricos, embalados por músicas dançantes, em especial pelo axé.