O "pequeno" cresceu. A mãe o ensinara a crescer... e crescer significa ser responsável tomando decisões e assumindo consequências.
Aprendeu. Cresceu tanto, que decidiu ir. Decidiu por si mesmo, sem perguntar se a mãe ia sofrer. Nem para a própria mãe e nem para ele mesmo.
– "Vou experimentar. Se não gostar, volto." Nem aquele: "você não fica triste?", de quando era pequeno. E a mãe racionaliza que é um direito dele querer ir e pensou:
– "Vai ser bom pra ele. – Que bom!" O menino aprendera a se respeitar, a seguir os próprios impulsos medindo as consequências por si mesmo.
Sentindo-se vitoriosa, a mãe constatou que conseguira ensinar, com simples palavras e atitudes, o que aprendera por si mesma a duras penas.
Racionalmente, tudo bem! Mas mãe, aquela que vem das entranhas, que gerou, que pariu, não consegue ver a pessoa do filho, mas a sua cria. É animal. Não animal sem alma, mas com um instinto tão forte que sufoca a razão.
A vitória se manifesta em choro. Saudade. De manhã, o barulhinho do chuveiro, o rock baixinho no quarto. À tarde, o telefone, sempre ocupado. De madrugada, a televisão ligada. Copos pelo chão. Tênis pelos cantos. O sono pesado e inconsequente da adolescência e juventude.
No armário vazio, só os cabides atestam: ele não mora mais ali. Vai voltar?... a mãe só sabe que o quarto vazio, irritantemente arrumado, dói demais... e vai doer ainda, até que a mulher consiga refazer a mãe dentro de si e fique apenas feliz porque o menino cresceu.
Um mês depois, a mãe encara o menino crescido. Não dói mais. Está refeita, plenamente feliz e sente orgulho, pois: O "pequeno" cresceu e não se foi... apenas mudou de endereço.
Uma noite, quando voltei do trabalho, minhas duas crianças estavam ocupadas na máquina de costura. Minha filha de onze anos, ajudava o irmão mais velho a fazer um pequena almofada. Tinha sido um dia difícil, minha saudação foi curta e então notei o material que minha filha tinha usado.
Tinha sido comprado para fazer uma manta de bebê, e agora estava em pedaços. Sem parar para escutar, eu explodi com as crianças.
Minha filha me escutou envergonhada, sem tentar se defender, mas a dor poderia ser vista escrita em seu rosto. Ela se retirou, quietamente, para o seu quarto e lá ficou por muito tempo, saindo só para dizer boa noite e uma vez mais se desculpar pelo erro.
Mais tarde, quando me preparava para ir deitar, lá na cama estava colocada uma bonita almofada feita com o tecido proibido, com as palavras "EU AMO A MAMÃE". Ao lado havia um bilhete se desculpando novamente.
Desde este dia, eu ainda tenho lágrimas em meus olhos quando me recordo de como eu reagi e ainda sinto a dor por minhas ações. Fui eu então quem ficou envergonhada e lhes pedi que desculpassem minhas ações.
E ainda hoje, eu exibo com grande orgulho a almofada em minha cama, e uso como uma eterna lembrança de que nada neste mundo é maior que o amor de uma criança.
Hoje é o dia em que se comemora o seu aniversário minha nora, e que hoje você possa desfrutar do que é puro e belo, porque você merece. Como sou contente tendo você do meu lado, porque ganhei mais uma filha, espero que você também esteja contente comigo. Lembre-se em todos os momentos de sua vida de que Deus existe e ele esta também dentro de você, busque-o e permita que ele dirija sua vida. Não se entristeça pelos espinhos que temos pelo caminho da vida, porque estarei perto de você para ajuda-la. Felicidades hoje e sempre, é o que eu te desejo nesse dia especial, e que a alegria esteja presente em teu viver. Meus Parabéns e Feliz Aniversário Minha Nora!
Você, amigo... Assim chegando de surpresa... De noite... na madrugada... Atento, com tanto talento!
De peito aberto, sem restrições... Preocupado, calmo, tranquilo. Amigo!
Se pudesse dar um beijo agora, Te daria no coração Porque é lá que Deus esconde Nosso anjo de plantão.
E você, meu anjo amigo Meu anjo de plantão, Chegou, para alegrar, Minha vida de montão!
Um dia dei asas a minha imaginação e voei, voei. e voando, voando cheguei a Deus. e chegando a Deus pedi a ele que me transforma-se em Sol. Deus me transformou num Sol, e como Sol eu te acompanhava por todo o dia. você sentia minha presença em você, não da forma que eu queria, mas sentia.
ENTÃO O DIA CAIA, A NOITE SUBIA, E EU TE PERDIA. Então voltei a Deus e pedi a ele que me transformasse na Lua. Deus me fez a Lua. AH... Eu penetrava pela fresta da sua janela e protegia o seu sono. eu te tocava nos seus momentos mais íntimos, não da forma que eu queria, mas tocava.
ENTÃO A NOITE CAIA, O DIA SUBIA E NOVAMENTE EU TE PERDIA. Pois bem: mais uma vez voltei a Deus e pedi a ele que me fizesse seu sangue. Deus me fez seu sangue. AH! Era maravilhoso eu percorria por todo o seu corpo. eu tocava por inteiro, todo o seu interior não da forma que queria, mas eu te tocava. Até que um dia me fez correr tanto, em suas veias, que eu não entendi. Foi quando você se apaixonou. eu fiz seu coração pulsar mais forte, eu fiz a sua cabeça sonhar por um amor, por um amor que não era o meu, mas fiz.
Finalmente voltei a Deus e pedi a ele que me transforma-se em alguém que pudesse gostar, apaixonar-se e amar. Deus me fez humano, para que você pudesse amar. porque todo esse tempo eu sempre quis ser tudo o que você sonhava. Deus disse que eu seria uma pessoa feliz e alegre, que eu saberia rir e brincar, sonhar e amar. e hoje sonho em ter seu amor, sonho em ter você só para mim...