Como posso dizer que te amo, se não sei o que é o amor. Como posso sentir sua falta, se você não sai do meu pensamento. Como posso sentir a dor de perder-te, se você é meu e de mais ninguém. Como posso ser perfeita, se você gosta de mim assim, como sou. Como posso odiar-te, se você me ensinou a gostar de ti. Como posso ser infeliz, se tenho a felicidade ao meu lado. Como posso querer outra pessoa, se quero você e mais ninguém.
Não sei fingir que já não sinto, que segui em frente e que isso é pouco perto da minha força interior. E com você isso só aumenta, desejei por 1 dia não te ver mais, não te ter mais aqui... E Deus só me ouve quando peço o que não deveria, pois é, cá estou eu pensando como irei viver sem ver seu sorriso, sem ouvir sua voz... Como vou ser feliz sem saber como você está, e com quem está?(...) Desejei tantas coisas que se um dia fossem realizadas não faria tanta diferença na minha vida, mas o sonho escolhido foi aquele que me ensinou o quanto dói perder alguém mesmo quando ele não me pertence completamente. Preciso pensar antes de pedir. Senhor, se eu lhe pedisse ele de volta, você traria? Me faria feliz esta noite?
Talvez a solução não seja se lamentar, o jeito é se conformar e ser forte. Esse foi mais um dos aprendizados do velho ano: nunca peça para ir embora a pessoa que carrega o ar que você respira! Meus pensamentos são de uma só pessoa(...) Não sei me conformar e aprender, eu quero de volta, ninguém vive sem amor e é por isso que eu não sei viver sem você.
Se o mundo me permitisse um único desejo eu esqueceria tudo, pensaria só em você e então responderia: Quero aquele que roubou meu coração, quebrou em pedaços, cortou, fez chorar, não consigo sorrir forçadamente, o coração já implorou tanto por ele que o sorriso só volta quando ELE VOLTAR!
Letícia Pinho
Ele era o calor, ela o frio. Ele era o verão, ela o inverno. Ele era certo, ela a errada. Ele era o silêncio, ela o barulho. Ele era a solução, ela era o problema. Ele era um sonho, ela era o pesadelo. Ele era calmo, e ela era o exagero. Ele era dela, e ela era dele. E assim, se completavam a sua maneira.
Você sussurrou bem baixinho que me amava, e senti meu coração a ponto de saltar pra fora do peito. Senti todo o meu ser se encher de uma alegria estonteante. Minha boca ganhou forma ao sorrir, os meus olhos ganharam um brilho desconhecido e o meu corpo implorava por um abraço seu. E sem desculpas, sem interrupções, sem a vontade do não querer carregar esse sentimento, eu percebi. Era amor.
Minha mãe, queria eu que existissem mais e melhores palavras para que pudesse com maior justiça lhe agradecer e prestar a devida homenagem. Mãe, você não me trouxe ao mundo, mas a você eu devo tudo, e julgo que até a própria vida. Pois se não tivesse sido resgatado pelo seu coração de tamanho e generosidade infinitas, talvez eu não estivesse aqui, e se estivesse noutro lugar, certamente não seria tão feliz.
Minha mãe, diariamente você faz com que eu esqueça que é minha mãe adotiva, e esse é o seu maior ato de amor. Obrigado! Eu te amo!