Finalmente, descobri meu problema. E eu que achei que não havia razão, agora percebi qual é minha solução. Você por perto, segurando minha mão.
Pode me chamar de dependente, nunca me incomodei com a verdade. Acho na verdade, muito deprimente escondermos algo por medo da fragilidade.
É verdade, é a mais pura verdade. Sem você por perto as coisas são terríveis e eu quero paz para poder respirar melhor. Quero ter uma razão para seguir...
Então vem, esquece tudo que passou e vem ser minha manhã calma de domingo. Vem ser minha noite estrelada na enseada. Já está tarde demais para ficar andando por aí sozinho, sem nenhum destino sequer. Cansei de vagar em busca de seus vestígios. Deixa de se esconder e se mostre para mim de uma vez, eu preciso tanto.
Será que não notou que não consigo aguentar. É muita tensão, este peso não posso carregar. Eu não tenho forças para continuar, ou melhor, tenho razão alguma para melhorar, pois era nos teus olhos que me sentia aprovado. Era em seus lábios que me sentia saciado e agora que eles estão longe, a loucura toma todo meu interior. Seria isso aquele tal de puro amor?
Eu não sei, mas você poderia voltar para juntos tentarmos descobrir. Você acalma meu coração e me enche de razão e depois que você foi embora levou tudo, minha esperança e até mesmo meu chão.
Sei que não é pra tanto, você venceu e está sempre certa. Agora tenha consideração. Me perdoe, vem acalmar meu coração.
Televisão brasileira
As emissoras brasileiras de Televisão seguem numa rota batida de profundo declínio e desolação.
Atualmente, o que temos é um verdadeiro lixo televisual. As tramas das novelas são ridículas Os cenários são belíssimos, mas os diálogos são precários. Não são somente os políticos que acham que o povo é idiota, os autores de novelas, também. Canastrões abundam por todos os lados. Valoriza-se a aparência em detrimento do talento.
Os telejornais são monótonos. Os locutores, com raras exceções, são péssimos; são paus-mandados, donos de uma dicção horrível. Os telejornais criaram, também, a figura patética do ?ancora? que, geralmente, é um imbecil partidário, cheio de si mesmo, que acredita ser o dono da verdade absoluta.
Todos os programas de auditório são: um verdadeiro caos. Os apresentadores querem ser inteligentes e são burros. Querem ser engraçados, mas carecem de verve, de veia humorística. Desconhecem os roteiros dos programas, metem os pés, onde deveriam meter as mãos. Enfim... uma fastidiosa chatice diária e, principalmente, dominical.
Os filmes são repetidos até a exaustão. Os programas humorísticos não possuem criatividade; quem assiste um, não precisa assistir mais nenhum!
Algumas emissoras rogam a Deus por um factóide e sobrevive dos infortúnios do cotidiano e das migalhas que foram excretadas pela decadente e pouco confiável TVGlobo. Há programas evangélicos e católicos para todos os gostos e desgostos. Há uma merda de programa de nome Big Brother Brasil que enoja qualquer telespectador dotado de alguma racionalidade e que desqualifica qualquer emissora que pretenda ser séria. Com todos os recursos disponíveis hoje em dia faz-se um arremedo de televisão. Atingem-se altos índices de vulgaridade. As palavras de ordem são: rostos bonitos; sexo em demasia; apelação total, manipulação, baixaria global, ou seja, total desrespeito para com os infelizes telespectadores.
Nelson Barh
Que Deus te cuide com carinho, que te indique o melhor caminho, que te ensine sobre o verdadeiro amor, que te perdoe quando preciso for.
Que Deus te dê asas para voar, nos sonhos te ajude a pousar, mas, também te mostre a realidade que terás que enfrentar, por nada recuar.
Que Deus te dê forças para encarar tudo aquilo que não tens, como mudar ou sequer adulterar.
Que Deus te dê saúde, que teu corpo, por dentro nunca mude e que ao envelhecer tu possas dizer, que tua maior felicidade foi viver.
Que Deus te faça compreender porque amanhece antes de anoitecer, porque o sol se esconde quando a lua quer brilhar, e porque o sol brilha quando ela vai descansar.
Que Deus te ensine sobre dignidade, sobre a força e a fragilidade, sobre a coragem e a honestidade.
Que Deus te ofereça amigos verdadeiros e que tu saibas cultivar, cada amizade que em tua vida Ele plantar.
Que Deus te ensine a fé, que te faça crer em Jesus, e que te permita aceitar que por pior e mais pesada que seja a cruz, que tenhas que carregar, com o peso que teve a Dele, nunca será!
Grêmio! Que amor é esse que invade a minha alma sem medidas
Um amor que enche o meu coração, uma explosão de sentimentos.
Meus olhos brilham ao ver o manto sagrado voando ao vento em mastros, e em mãos de todas as idades e que carregam a bandeira como um troféu.
Um amor tão grande que parece não ter espaço suficiente no coração para guardá-lo, então nesse momento da garganta sai o grito de amor GRÊMIOOO.
De onde vem tanto amor? Como explicar em palavras? O melhor mesmo é sentir!
Eu sinto é digo a você GRÊMIO: Meu amor por você esta na alma, além do coração!
E vou te amar para sempre, não importa onde você vai estar lá estarei ao teu lado.
O Sutra de Lótus ensina que todos possuem igualmente o potencial para atingir o estado de Buda, e que têm também a capacidade para desfrutar o estado de absoluta felicidade. É digno de nota que a intenção de Sakyamuni de tornar o estado de Buda acessível a todas as pessoas revela-se pela linguagem que ele escolheu para pregar os seus ensinos: a língua de Magadha, o linguajar diário das pessoas comuns.
Os Brâmanes ortodoxos daquela época insistiam em que os ensinos sagrados somente poderiam ser transmitido na linguagem dos vedas, uma língua usada somente pela classe mais alta e culta.
Certa ocasião, dois seguidores de Sakyamuni disseram a ele "Por pregar os honoráveis e excelentes ensinos no vernáculo do povo, o senhor ofendeu a dignidade do budismo. A partir de agora, por favor pregue na nobre e sublime linguagem dos vedas". Esses seguidores eram irmãos e membros cultos da casta dos brâmanes que haviam ficado tão comovidos com a pregação de Sakyamuni que se juntaram a ordem.
Nunca, respondeu o Buda, colocando um fim na discussão de uma vez por todas. E dizem até mesmo que ele estabeleceu punições àqueles que ousavam pregar o budismo na língua dos vedas.
Este episódio demonstra claramente o intenso desejo de Sakyamuni de tornar o budismo acessível a todos, independente da classe social.
Nitiren Daishonin também escreveu muitas de suas cartas a seus seguidores leigos com a escrita cursiva japonesa, conhecida como hiragana, para que eles pudessem lê-las com facilidade. (Em outras palavras, ele utilizava a linguagem comuns das pessoas comuns, em vez da erudita escrita clássica chinesa usada em escritos formais daquela época).
As Mais Belas Histórias Budistas