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A lágrima rolou em minha face.
Tão tristemente encontrou o chão.
Aquela lágrima foi o grito do coração.
Que foi sufocado pelo seu beijo.
Beijo de despedida que eu nunca queria dar.

Aquele foi nosso último momento.
O nosso último beijo.
O momento que me partiu
O momento que me fez sangrar internamente.
E você não viu.

Você não me viu caindo, você não me viu chorando.
Você só sentiu o nosso último beijo.
Você só enxergou o fim e deu as costas.
E esqueceu que eu ainda continuava lá.
Esperando você voltar e dizer que tudo foi um engano.

O último beijo.
Não é melhor e nem mais confortador que um simples adeus.
Que um abraço longo e apertado.
Não vai mudar a ideia que tudo acabou.
Não vai fazer o coração parar de enxergar o fim.
De sentir saudade.

"Não importa a maneira, o fim sempre nos machuca."

Oh! Que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias Do despontar da existência!
Respira a alma inocência Como perfumes a flor. O mar é lago sereno, O céu um manto azulado, O mundo um sonho dourado, A vida um hino de amor Que aurora, que sol, que vida, Que noites de melodia
Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar! O céu bordado destrelas, A terra de aromas cheia As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância! Oh! meu céu de primavera! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minhã irmã!
Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, Da camisa aberta o peito, Pés descalços, braços nus Correndo pelas campinas A roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos Ia colher as pitangas, Trepava a tirar as mangas, Brincava à beira do mar. Rezava às Ave-Marias, Achava o céu sempre lindo. Adormecia sorrindo E despertava a cantar!
Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras A sombra das bananeiras Debaixo dos laranjais!

Por que choras? Não vês que as lágrimas ofuscam o brilho do teu sorriso?
Não quero que chores mais, entretanto, se sentires necessidade de chorar, tens meu ombro para reclinar a cabeça, minhas mãos para enxugar tuas lágrimas e, se necessário for, chorarei contigo.
Veja como o dia está lindo! Ouça ao teu redor, como os pássaros cantam felizes, parece que festejam tua presença!
Olha em ti mesmo! Quanta vida há para ser vivida!
Não chores mais! Dou-te uma flor! E se quiseres, amanhã cultivaremos juntos um belo jardim.
Assim está melhor! Ponha sempre este sorriso no rosto e deixe-o iluminar a vida das pessoas que te cercam.

Você é a manteiga do meu pão, a goiabada do meu queijo, a sede do meu beijo, a primavera do meu ano, a água do meu oceano, o arco-íris do meu céu, a lua da minha noite, o recheio do meu bolo, o doce dos meus sonhos, as batidas do meu coração.

Você é o meu melhor sorriso, a minha felicidade, é a força do meu coração. Você é a minha melhor amiga, minha amante, cúmplice e namorada. Você é minha musa, minha diva, minha mestre, minha inspiração.

Você é a minha pessoa favorita no mundo, você é tudo para mim. Você tem todo o meu amor, por toda a minha vida. Eu amo você por tudo que você foi para mim, por tudo que você é, e por tudo que você será! Eu quero que você me ame até o meu coração parar.

Um homem havia pintado um lindo quadro e, no dia de apresentá-lo ao público, convidou todo mundo para vê-lo.
Compareceram as autoridades locais, fotógrafos, jornalistas, e muita gente, pois o pintor tinha fama de grande artista.
Chegado o momento, tirou-se o pano que cobria o quadro. Houve caloroso aplauso. Era uma impressionante figura de Jesus batendo à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo. Com suas mãos de dedos longos batia suavemente e, com os ouvidos junto à porta, parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia.
Houve discursos e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte. Um observador curioso, porém, achou uma falha no quadro: a porta não tinha fechadura! Como se fará para abri-la?
- É assim mesmo, respondeu o pintor. Esta é a porta do coração humano. só se abre do lado de dentro.
Muitas vezes, Jesus está batendo à porta do nosso coração.
Pare um pouquinho...
Preste atenção, ouça.
Cabe a nós abrir ou não a porta para que Nosso Senhor entre...
Muitas vezes Ele bate através de um pedido de desculpas, de perdoar alguém, etc...
Escute-o, não com os ouvidos, mas sim com o coração.