Se existe o fracasso é porque existirá o sucesso... Se existe a derrota é porque existirá a vitória... Se existe a tristeza é porque existirá a alegria.
A verdade é que, sempre depois de uma noite escura volta a brilhar um novo dia.
São em momentos de tristeza que paramos para pensar em o que aconteceu em nossas vidas. As pessoas que por elas passaram; as coisas que fizemos e tudo que aprendemos. São nesses momentos que começamos a lembrar de grandes amizades, que sempre estiveram presentes conosco quando precisávamos e que nunca poderíamos esquecer.
Amizades que, por mais longe que estivessem, nunca se separaram; amizades que o tempo nunca foi capaz de apagar; amizades que, mesmo estando longe, estavam perto; amizades que a idade não tornava mais velhas, mas sim mais novas e unidas; amizades em que uma crítica era um sinônimo de preocupação.
Amizades em que havia discussões, mas sempre eram esquecidas por um abraço sincero e um pedido de desculpas; amizades onde a união sempre era algo fundamental no dia a dia; amizades em que o simples fato de estar perto já era sinônimo de segurança; amizades em que momentos tristes eram maneiras de comprovar que nunca íamos nos separar.
Amizades em que, quando menos esperávamos uma palavra amiga, ela soava e sempre quando mais precisávamos; amizades que sequer existiam mas, no momento de maior necessidade de um ombro amigo, apareciam e sempre nos fortaleciam; amizades em que um simples telefonema era algo que nos confortava e nos mantinha seguros de que sempre teríamos alguém por perto.
São essas amizades de que sempre lembramos e sempre estarão conosco em nossos corações, mantendo-os aquecidos, fortalecidos e seguros de que nunca estaremos sós! E é assim que eu guardo vocês, meus amigos. E é assim que eu quero ser guardada, como alguém que estará longe, mas sempre lembrará de vocês!
Não reclames da Terra Os seres que partiram...
Olha a planta que volta Na semente a morrer.
Chora, de vez que o pranto Purifica a visão.
No entanto, continua Agindo para o bem.
Lágrima sem revolta É orvalho da esperança.
A morte é a própria vida Numa nova edição.
Escrevo apenas para desabafar
Não sei o que anda acontecendo comigo
As vezes estou bem, outras vezes sinto
vontade de chorar.
A tristeza já invadiu
o meu coração,
que pede por socorro
e quer sair dessa solidão.
Estou parecendo uma adolescente,
que procura constantemente
uma fortaleza, para se abrigar
dessa mágoa que não quer passar.
Preciso de um amigo,
que me estenda a mão
para poder acalmar
esse meu pobre coração.
Uma pétala que cai no vento
e voa sob o chão e sobre as
nuvens e é regada com a
água do mar e com o frio
do olhar de quem deixou de
amar.
Uma flor de jardim que é
mais do que deixou de ser
como que esgotando o ar
e o saber sem que limites
se coloque à paixão de
querer.