Seja alegre e comunicativo. Um bom dia, um alô custam pouco e rendem muito.
Seja simples e modesto. Se você possui qualidades notáveis, cedo ou tarde os outros notarão isso, como também descobrirão suas imperfeições.
Não economize sorriso: de todas as moedas circulantes no comércio da vida, o sorriso é a que compra maior porção de alegria pelo menor preço.
Por falar nisso, não compre briga porque sai caro.
Interesse-se pelos outros. Só assim os outros acharão você interessante.
Seja um bom conversador deixando que os outros falem mais.
Seja otimista. Quem vê tudo na existência pelo lado sombrio do derrotismo raramente cruza com amigos na rua porque a maioria deles dobra a esquina para escapar do encontro.
Faça aos outros, em lugar de críticas, quantos elogios puder fazer honestamente. As pessoas de um modo geral adoram ouvi-los e quando os recusam talvez no fundo esperem ser elogiados por isso.
Com os inimigos, declarados ou gratuitos, mantenha a sobriedade do cavalheirismo. Não fale mal por trás nem perca uma oportunidade de reconciliação, dando o primeiro passo, pois nada lhe garante que no dia seguinte um deles não seja a única pessoa capaz de salvar a sua vida.
Compreenda que as pessoas que pensam diferente estão sinceramente convencidas de que o errado é você.
Nossa história terminou na hora que assumimos o verdadeiro sentimento que tínhamos um pelo outro! E agora é impossível amar você de novo. Acabou, terminou! Não tem como tentar, como lutar por algo em que não acredito.
Somos e seremos sempre ex-namorados! Sim, porque muita coisa foi falada, muitos atos foram consumados; coisas que impossibilitam qualquer continuidade para nossa ligação. Seja feliz, mas com outra pessoa!
Eu sei e você sabe,
Já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo
Levará você de mim.
Eu sei e você sabe,
Que a distância não existe
Que todo grande amor,
Só é bem grande se for triste.
Por isso, meu amor,
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos,
Me encaminham para você.
Te Amo Muito!
Um califa sofrendo de uma doença mortal, estava deitado sobre almofadas de seda. Os raquins, os médicos de seu país, congregados ao seu redor, concordaram entre si em que apenas uma coisa poderia conceder cura e salvação ao califa: colocar sob sua cabeça a camisa de um homem feliz.
Mensageiros em grande número saíram buscando em toda cidade, toda vila e toda cabana, por um homem feliz. Mas cada pessoa por eles interrogada nada expressava senão tristeza e preocupações.
Finalmente após ter abandonado toda a esperança, os mensageiros encontram um pastor que ria e cantava enquanto observava seu rebanho.
Era ele feliz?
Não posso imaginar alguém mais feliz que eu, disse o pastor rindo-se.
Então, dê-nos tua camisa gritaram os mensageiros.
Mas o pastor respondeu: Eu não tenho nenhuma camisa!.
Essa notícia patética, de que o único homem feliz encontrado pelos mensageiros não possuía uma camisa, deu o que pensar ao califa.
Por três dias e três noites ele não permitiu que nenhuma pessoa se aproximasse dele.
Finalmente no quarto dia, fez com que suas almofadas de seda e suas pedras preciosas fossem distribuídas entre o povo e, conforme conta a lenda, daquele momento em diante o califa outra vez ficou saudável e feliz.
Eram uma vez, uma ilha onde todos os sentimentos moravam.
A alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor, a riqueza, o tempo e outros.
Um dia avisaram aos moradores desta ilha que ela seria inundada apavorado o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem, ele disse:
-Fujam a ilha será inundada!
Todos correram e pagaram seus barcos para irem até um morro bem alto.
Só o amor não se apresou. Ele queria ficar uma pouco mais com sua ilha.
Quando estava quase se afogando correu para pedir ajuda.
Vinha vindo a riqueza e ele disse:
-Riqueza leve-me com você?
-Não posso! Meu barco esta cheio de prata e ouro e você não vai caber dentro do barco e é perigoso você querer roubar minha prata e meu ouro.
Passou então a vaidade e ele pediu:
-Vaidade leve-me com você?
-Não posso! você vai sujar meu barco novo.
Daí passou a tristeza e disse para a mesma pergunta:
-Há! Amor estou tão triste que prefiro ir sozinho.
Passou a alegria, mas estava tão alegre que não ouviu o amor. Já desesperado o amor começo a chorar. Daí então passou uma barco com um velhinho, e ele falou:
-Sob amor, eu te levo
O amor fico tão feliz que até esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando ao morro alto ele perguntou sabedoria:
-Sabedoria; quem é o velhinho que me trouxe até aqui?
-O tempo.
-O tempo? Mas Por que só o tempo me trouxe aqui?
-Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender uma grande amor!