Espero que você possa aceitar as coisas como elas são Sem pensar que tudo conspira contra você, Porque parte de nós é entendimento... Mas a outra parte é aprendizado...
Que você possa ter forças para vencer todos os seus medos E que, no final, possa alcançar todos os seus objetivos Porque parte de nós é cansaço... Mas a outra parte é vontade...
Que tudo aquilo que você vê e escuta possa lhe trazer conhecimento Que essa escola possa ser longa e feliz Porque parte de nós é o que vivemos... Mas a outra parte é o que esperamos...
Que você possa aprender a perder sem se sentir derrotada Que isso possa fazer você cada vez mais guerreira... Porque parte de nós é o que temos... Mas a outra parte é sonho...
Que durante a sua vida você possa construir sentimentos verdadeiros Que você possa aceitar que só quem soube da sombra, pode saber da luz... Porque parte de nós é angústia... Mas a outra parte é conforto...
Que você nunca deixe de acreditar Que nunca perca sua fé Porque parte de DEUS é amor... E a outra parte também!
Quem foi que definiu as medidas da beleza? Quem foi que disse que existe um padrão de beleza? E de onde tiraram que a beleza só se vê com os olhos?
Já dizia o poetinha, "as feias que me desculpem, mas beleza é fundamental!". Mas homem sensível que era, tenho certeza que não se referia a nenhum modelo de beleza em especial, mas sim à beleza que vem de dentro, ao charme e brilho natural que toda pessoa autêntica possui.
Quando uma pessoa é bonita por dentro, tem autoconfiança, espontaneidade e autoestima, a beleza brota de dentro para fora, brilha nos olhos e faz os olhos de quem a vê brilharem também!
Ora, beleza pode ter medidas rígidas, peso e altura, nas passarelas da moda. Mas na passarela da vida, a beleza real não segue a moda, segue o coração. A beleza é para quem tem olhos para ver.
Feias são as pessoas que acreditam em um mundo plástico de belezas padronizadas com medidas irreais. Feias são também as pessoas que não conseguem ver a beleza além da pele, da roupa, do corte de cabelo... Essas pessoas sim, são feias por dentro e tornam-se feias por fora.
Meus pensamentos se infundem
Na tua loção sensual.
Então eu caminho adentro
Da solidão dessa estrada...
Meu peito rompe-se no topo
Desse gozo virginal,
E deságuo ao descobrir
Que minha saudade não é alada...
As asas se dissiparam
Na vastidão desse caminho.
Tentei fazer a alquimia perfeita
Para não te perder.
Mas aqui, nesse deserto,
Estou desnudo e sozinho,
Misturei notas, criei acordes,
E não encontrei você...
Como um perfumista,
Peguei a essência de diferentes rosas.
Mas a química perfeita da tua alma
Parecia não existir mais.
Em versos vãos, transformei lembranças
Em simples prosas...
A saudade do teu cheiro
Envenenou-me em nos umbrais!
Diante dessa estrada
Empoeirada de anêmica paixão,
Acho que a sombra da morte aparece
Em sorrateiros sinais.
E ao perigoso romper desse iludido,
E indelével coração,
Destilo-me junto ao chão
No aroma vermelho dessa lembrança fugaz...
Aprendemos como ganhar a vida, mas não como vivê-la.
Assistimos muito à televisão e rezamos raramente.
Bebemos excessivamente, fumamos demais, gastamos de maneira perdulária.
Conquistamos o espaço, mas não o conhecemos intimamente.
Construímos edifícios mais altos, mas temos pavios mais curtos.
Estes são os tempos de comida rápida, mas digestão lenta. homens mais altos e caracteres baixos. De casas mais sofisticadas e lares desfeitos. De pílulas que fazem de tudo: alegram, acalmam e matam.
Estes são os tempos em que podemos escolher entre fazer a diferença ou simplesmente apertar delete.
Estivemos na Lua, mas nos é difícil atravessar a rua para encontrarmos nosso vizinho.
Falamos além da conta, amamos pouco e odiamos com muita frequência.
Ficamos acordados até tarde, levantamos cansados, lemos pouco.
Fizemos grandes coisas, mas não coisas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos nossas almas.
Obtivemos mais descobertas na medicina, mas menos saúde.
Rimos muito, dirigimos rápido, irritamo-nos facilmente.
Temos mais conhecimento, mas menos capacidade de julgamento.
MUITA GENTE PRECISA PARAR PARA PENSAR NO QUE ANDA FAZENDO CONSIGO, COM A VIDA E COM AQUELES A QUEM AMA!
Amigos, nos surpreendemos com momentos diferenciados de alegria ou dor, onde a solidariedade e a fraternidade afloram na maior parte das pessoas.
O bom exemplo no aspecto de alegria são as festas de fim de ano, com o clima agradável que se instala nas casas e em todos os ambientes em geral, algo no ar que nos sensibiliza, e fatos que em outras épocas passam desapercebidos, na época do Natal e fim de ano nos leva às lágrimas.
Como exemplo de consternação temos os momentos das tragédias coletivas, onde a coletividade se mobiliza, onde as lágrimas nos visitam os olhos como a indagar porque tantos irmãos nossos foram levados a tamanhos sofrimentos. Notemos que os chamamos de irmãos, sejam de que continente for, ideologias políticas diferentes, concepções religiosas bastante diferente das nossas...
Não nos surpreendamos, pois é natural que quando direcionamos pensamentos e sentimentos (mesmo pequena parcela) para um objetivo de fazer algo por alguém (diminuindo-lhe a dor), compreendemos mais as pessoas que nos cercam, doamos algo de nós mesmos para os semelhantes que também lutam pela vida.
Fazemos o que geralmente não fazemos em outras situações: olhar mais para outrem, notá-los, sentir que são pessoas como nós, com sonhos, temores, expectativas. Queremos abraçar, consolar, secar prantos.
Um dia aprenderemos a estender para todos os dias essa postura de alegria contagiante ou de solidariedade vibrante que nos toma nessas ocasiões.