Conta uma determinada lenda, que um venerável ancião contemplava, à luz do sol, um espelho chamado VERDADE.
Lá no alto da montanha, observava os raios solares incidirem sobre a face brilhante do espelho, percebendo que o mesmo refletia toda a LUZ e toda a SABEDORIA do AMOR UNIVERSAL.
No vale, ao pé da montanha, inúmeras crianças brincavam inocentemente, correndo pela relva florida.
Subitamente, eis que o espelho da VERDADE escorrega das mãos do respeitável ancião e desce pela encosta do monte, chegando ao vale onde se encontravam as crianças.
A VERDADE espatifa-se ao sopé em incontáveis fragmentos, que se espalham pelos verdes campos, sob o olhar atônitos dos pequenos seres em desenvolvimento.
As crianças acorrem ao sopé da montanha e cada uma apossa-se de um fragmento da VERDADE, extasiando-se com a luz por ela refletida.
Acreditando, cada uma, possuir o todo, sentiram-se como os donos da VERDADE, ignorando todos os demais fragmentos, que também refletiam a LUZ do ALTO.
Seus Malabarismos Mágicos Manipulam Marionetes. Meninas, Mães, Madres, Marquesas e Ministras. Madalenas ou Marias. Marinas ou Madonas. Elas são Manhãs e Madrugadas. Mártires e Massacradas. Mas sempre Maravilhosas, essas Moças Melindrosas. Mergulham em Mares e Madrepérolas, em Margaridas e Miosótis. E são Marinheiras e Magníficas. Mimam Mascotes. Multiplicam Memórias e Milhares de Momentos. Marcam suas Mudanças. Momentâneas ou Milenares, Mudas ou Murmurantes, Multicoloridas ou Monocromáticas, Megalomaníacas ou Modestas, Musculosas, Maliciosas, Maquiadoras, Maquinistas, Manicures, Maiores, Menores, Madrastas, Madrinhas, Manhosas, Maduras, Molecas, Melodiosas, Modernas, Magrinhas. São Músicas, Misturas, Mármore e Minério. Merecem Mundos e não Migalhas. Merecem Medalhas. São Monumentos em Movimento, esses Milhões de Mulheres Maiúsculas.
Vamos falar francamente olhando olhos nos olhos? O que você acredita que esteja te impedindo de ser feliz? O que te falta para ficar com aquele olhar brilhante de quem está amando a vida? Quem roubou o seu sorriso? Por quê você não anda dormindo gostoso?
Quem te colocou limites? Qual é o limite do amor, das conquistas pessoais, dos bens materiais? Quem disse que devemos ficar nos lamentando por alguém que se foi? Quem falou que só amamos uma vez, só podemos ter um carro, uma casa, uma roupa, um amigo?
Eu acredito que cada ser carrega em si as forças necessárias para construir um mundo inteiro. E tem mais, cada indivíduo é responsável apenas pela sua felicidade e é através de sua realização que o próximo poderá receber mais carinho, mais amor, mais ajuda espiritual e até material.
Veja que responsabilidade a sua! Ser feliz então não é mais uma meta é uma necessidade básica e você pode começar agora mudando esse pensamento que te limita...
Essa história de "coitadinho de mim", ninguém me entende, nunca vou ser feliz, é tudo invenção da inveja que sentem de você. Acorda, levanta a cabeça e grita bem alto:
Eu sou um ser privilegiado, tenho tudo que preciso para conquistar o mundo. Ah!, me faz um favor: dá um sorriso vai!
Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
– Que desgraça, senhor! – Exclamou o adivinho. – Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade. – Mas que insolente – gritou o sultão, enfurecido. – Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe: – Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado: – Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
– Lembra-te meu amigo respondeu o adivinho que tudo depende da maneira de dizer... Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.
A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.
Acabou! Nosso namoro não é tão forte quanto a gente julgava. É hora de encarar o futuro sem alguém do nosso lado. Tudo que tem fim vive da dor e durante bastante tempo conseguimos anular o que está acontecendo agora. Acontece que nossa relação foi sempre conturbada demais.
Muita briga, incompreensão, falta de confiança, falta de união. Houve amor! Sem dúvida que tivemos bons momentos, mas as recordações não serão as mais positivas. É por isso que esta decisão seria tomada amanhã ou depois porque nosso namoro não ia dar certo. Procure sua felicidade! Ela existe, mas não sou eu! Até sempre.