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Vazio interior, tristeza profunda, auto-estima baixa, vontade de fugir, andar sem rumo.
Nossa, quanta coisa passa pele minha cabeça...
Tenho quarenta anos, posso afirmar com todas palavras que só vivi esses anos da minha vida,
de muita tristeza, dormindo para esquecer, vontade de anoitecer e não amanhecer, querendo me aceitar.
Tive Somente Duas Alegrias, o nascimento de meus filhos.
Hoje, agora um imenso vazio, se aloja dentro de mim, na minha cabeça e meu coração.
Procuro solução, faço uma coisa, procuro outra...
Mas não consigo achar uma solução.
AH! Como gostaria de ser bem diferente.
Sair, dançar, passear me aceitar, tenho a impressão que as pessoas se afastam de mim.
Uma vontade louca de chorar, meus olhos se enchem de LÁGRIMAS.
Sou sonhadora... mas não sonho em concretizar meus sonhos eu não consigo.
eu não me conheço...
Me ajudem, quero ser uma pessoa como as outras!

Sou peixinho
Nadando em minhas próprias lágrima
Num pequeno aquário
Sozinho
Limitado
Protegido
Mas deprimido

Às vezes me sinto um peixe fora d'água
Tão excluído
Tão diferente
Bobo
Perdido
Sem saber como agir
Assustado

Sou peixinho
Eles pensam que não tenho sentimentos
Então, o que é a tristeza?

Sou um peixinho
Mas estou afogando

Do seu dia... O sol
Da sua noite... A lua
Dos teus olhos... As lágrimas
Da tua dor.. O remédio
Da tua alegria... O sorriso
Da tua saudade... O motivo
Da tua poesia... A inspiração
Do teu corpo... O coração
Da tua vida a única mulher.

O fusquinha vermelho
Um amigo meu conta a historia de uma mulher que comprou um fusquinha vermelho.
Certo dia, levou os filhos ao zoológico.
Estacionou o carro perto do show dos elefantes.
Ao retornar, à tarde, teve a horrível surpresa de ver a capota e os lados do carro amassados.
Seu espanto aumentou ao ouvir dizer que, durante o dia, um elefante havia escapado.
Como parte do seu ato, ele devia colocar as patas sobre um tambor vermelho.
Diligentemente, após anos de treino, o elefante havia posto as patas em cima do fusquinha!
A mulher estava desesperada. As autoridades do zoológico lhe asseguraram que assumiriam a despesa do conserto do veículo.
À caminho de casa, um guarda a deteve acusando-a de haver deixado o local de um acidente.
Ele viu o dano mas não tinha conhecimento das circunstâncias.
"Mas, seu guarda, não sofri nenhum acidente!"
exclamou a mulher.
"Um elefante pôs as patas em cima do meu carro.
" A reação do policial foi aplicar-lhe um teste para ver se ela estava bêbada e a seguir levá-la para a delegacia mais próxima.
"O senhor não compreende!
Por favor, telefone para o zoológico!" foi o pedido da mulher ao sargento de serviço.
Afinal, ele telefonou e as autoridades confirmaram que a mulher dizia a verdade.
Envergonhado, o sargento pediu desculpas e a deixou ir.
A história dessa mulher é um exemplo extremo da falta de comunicação, mas algumas das contradições de nossas próprias palavras e vida não são menos difíceis de acreditar.

Na vida não precisamos acertar sempre, mas a cada dia errar menos. E é necessário que a cada erro, aprendamos o máximo possível para que esses erros tornem-se experiências aproveitáveis, das quais precisaremos no futuro, para não cometer os mesmo erros.
Mesmo sabendo que muitas dessas experiências machucam, nos trazem lembranças que fazem sofrer e que preferimos esquecer. Ainda assim, temos que ter consciência que devemos aproveitá-las para a cada dia errarmos menos e acertarmos mais. Porque a vida é assim, cheia de surpresa e precisamos aprender a conviver com ela, caso contrário, não conseguiremos ser alguém.
E certamente não estamos aqui por acaso, sem razão, à toa, sem um objetivo a conquistar. Estamos em busca de um espaço para deixarmos de ser mais um neste mundo. Por isso temos obrigação de aprender a viver e conviver com a realidade, tendo consciência de que em nossas mãos está o nosso futuro. Dependendo principalmente do que somos no presente, o que seremos neste futuro bem próximo.
Precisamos ter em mente algo muito importante: devemos ser sempre nós mesmos, respeitando ao nosso próximo como a si próprio.
Quando enxergarmos que isto está acontecendo, então sentiremos que nossos erros tornaram-se experiências. E que isso, é como um sinal de nosso amadurecimento. Ou seja, que deixamos de ser crianças e passamos a ser adultos, não no físico e sim no mental.