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Você uma pessoa vencedora, merecedora de aplausos e elogios desse público ansioso que esperou tanto tempo na expectativa de te ver usando o pré nome de Doutor.
Entre essa torcida fiel, formada por parentes e amigos sempre estive eu, com os dedos cruzados torcendo por você e confiante de que você não só nos daria a alegria de te ver formado, como também de ter a certeza de que no seu futuro promissor fará bom uso do que aprendeu e será uma peça importante para a construção de um Brasil melhor e mais hostil.
Depositamos em você a nossa esperança do futuro tão sonhado. Você é uma pessoa muito especial...
Parabéns!

Eu sei que daqui a 50 anos ainda iremos lembrar do aniversário uma da outra; que vamos recordar o primeiro menino que a outra beijou, vamos lembrar do primeiro amor, vamos lembrar daquilo que mais fez a outra sofrer. Vamos lembrar também dos castigos compartilhados, das broncas que as duas levamos juntas e dos medos que passamos.

Eu sei que não iremos esquecer dos porres que tomamos nem das trapalhadas que no outro dia, nos fizeram dar risadas por horas. Iremos recordar das festas, dos outros amigos e do tempo da escola. Lembraremos de quando uma chorou no ombro da outra desconsolada, onde as duas terminaram chorando por algo que nem era tão difícil de ser enfrentado.

Iremos ver as fotos de antes da felicidade estampada em nossos rostos e vamos sentir a saudade apertar o peito e se tornar pior ao sabermos que tudo aquilo não irá voltar mais. Prima, daqui a 50, 60, 70, 80, 100 anos, nem que não estejamos mais juntas, sei que nunca iremos esquecer uma da outra!

Ceder não significa parar de me preocupar. significa que eu não posso resolver os problemas da outra pessoa.
Ceder não significa isolar-me. significa que não posso controlar a vida da outra pessoa.
Ceder não é tornar as coisas mais fáceis, mas extrair lições das consequências dos nossos atos.
Ceder é admitir que tenho limitações, o que significa que o resultado final não depende de mim.
Ceder é não tentar modificar ou culpar outras pessoas. eu só posso modificar a mim mesmo.
Ceder não significa deixar de prestar assistência. significa continuar a demonstrar interesse.
Ceder não jogar a culpa no outro, mas ter espírito de solidariedade.
Ceder não é julgar, mas admitir que a outra pessoa é um ser humano.
Ceder é não intrometer-se tentando resolver problemas alheios. é permitir que as pessoas encontrem as soluções por conta própria.
Ceder é deixar de ser protetor. é permitir que a outra pessoa enfrente a realidade.
Ceder não é rejeitar, mas aceitar.
Ceder não significa resmungar. Censurar ou discutir. significa aceitar as próprias falhas e corrigi-las.
Ceder não significa adaptar tudo conforme meus desejos, mas aceitar cada dia como ele é e apreciar cada momento.
Ceder é não criticar nem controlar o outro, mas tentar me transformar na pessoa que eu gostaria de ser.
Ceder não é arrepender-se do passado, mas adquirir experiência e viver para o futuro.
Ceder é temer menos e amar mais.

Preciso ter você de volta nos meus braços, de sentir o cheiro do seu rosto. Preciso do seu ombro e do seu colo, meu amor! Nossa ligação é forte demais para terminar assim.

Vamos demonstrar nosso verdadeiro sentimento e continuar ligados para o resto da vida. Porque não tem erro que não mereça desculpa. E é isso que precisamos fazer: perdoar e seguir em frente. Mas juntos. Sempre juntos. Eu te amo, meu bem!

Certa vez, uma jovem foi ter com um sábio para confessar seus pecados.
Ele já conhecia muito bem uma das suas falhas. Não que ela fosse má, mas costumava falar dos amigos, dos conhecidos, deduzindo histórias sobre eles.
Essas histórias passavam de boca em boca e acabavam fazendo mal – sem nenhum proveito para ninguém.
O sábio disse:
– Minha filha você age mal falando dos outros. tenho que lhe dar um dever.
Você deverá comprar uma galinha no mercado e depois caminhar para fora da cidade. Enquanto for andando, deverá arrancar as penas e ir espalhando-as.
Não pare até ter depenado completamente a ave. Quando tiver feito isso, volte e me conte.
Ela pensou como os seus botões que era mesmo um dever muito singular!
Mas não objetou. Comprou a galinha, saiu da caminhando e arrancando as penas, como ele dissera. Depois voltou e contou ao sábio.
– Minha filha – disse o sábio – você completou a primeira parte do dever.
Agora vem o resto.
– Sim senhor, o que é?
– Você deve voltar pelo mesmo caminho e catar todas as penas.
– Mas senhor é impossível! A esta hora o vento já as espalhou por todas as direções. Posso até conseguir algumas, mas não todas!
– É verdade, minha filha. E não é isso mesmo que acontece com as palavras tolas que você deixa sair? Não é verdade que você inventa histórias que vão sendo espalhadas por aí, de boca em boca, até ficarem fora do seu alcance?
Será que você conseguiria segui-las e cancelá-las se desejasse?
– Não, senhor.
– Então, minha filha, quando você sentir vontade de dizer coisas indelicadas sobre seus amigos, feche os lábios. Não espalhe essas penas, pequenas e maldosas, pelo seu caminho.
Elas ferem, magoam, e te afastam do principal objetivo da vida que é ter amigos e ser feliz!!!
Pense nisso...
Usando apenas lindas palavras...