Quando se fez noite. Olhei para a lua e sorri. E me senti a levitar como se a lua me atraísse.
Conversando com ela.
Comentei sobre nossa amizade.
A lua em soluços.
Pôs-se a chorar. Sabe o que lhe falei?
Lhe falei, que quando toco em seus cabelos.
É como acariciar mechas da mais pura seda.
Que quando olho nos teus olhos vejo o mar e a natureza que reluz em seu olhar.
E que estremece meu coração e codifica os meus mais profundos sentimentos.
Lhe disse também.
Que um murmurar de tua boca exala palavras de conforto para um coração que sofre.
E teu sorriso reflete o carisma que habita dentro em ti.
E tuas mãos macias ao tocar em mim.
Faz-me sentir correspondida de uma grande e verdadeira amizade.
A lua então, quando seus olhos secos ficaram.
Criou uma estrela para que nossa amizade ultrapasse a barreira da vida e se faça eterna.
Mais que o tempo
Que vivemos separados
É o tempo que temos
Para vivermos juntos
Mais que a dor
Que passei em não te ter
É o amor
Que eu tenho a lhe oferecer
Bem mais que os momentos que chorei por ti,
São os momentos
Que irei te fazer feliz
O que eu sinto não se compra e nem se obriga sentir
Nasce e explode quando não tem mais como conter
Te amo e jamais saberei como é viver sem ter você!
Quando se achava que amava Alguém vem para tudo estragar Você percebe que o que imaginava Só histórias podem contar.
Príncipes já não mais existem Apaixonados não se vêm mais O que você sonhava que todos vissem Não aceita o jeito que você traz.
O sonho durou um só dia E a magia depois se acaba, A conversa que te trazia alegria Já não poder ser mais falada.
Por um deslize qualquer Você perde o amor da sua vida, Mas então percebe que não é A única que saiu ferida.
Mas o destino ninguém pode ver, Só pode tentar sonhar E já que não tenho mais um amor Vou continuar a esperar.
Sei que isso leva algum temo Mas eu vou sempre procurar, Alguém que não seja só o meu sustento, Mas o tesouro que poderá me amar...
Você tem de ficar bem, mãe! Você sempre foi meu exemplo de mulher batalhadora, de mulher de nunca baixar os braços. Você sempre demonstrou com a luta é o caminho para a conquista. Por favor, não desista!
É você, minha mãe amada, quem vai sair por cima. Quero também que saiba que meu amor por você é incondicional, é puro e absolutamente seu! Não dá para compartilhar! A melhor mãe do mundo – você, merece o melhor amor da sua filha! Força, mãe! Adoro você!
Em um deserto distante, vivia uma solitária flor. Tão bela, delicada e com um perfume tão bom que a própria areia desviava-se com a ajuda do vento para não molestá-la.
Afinal, era a única flor do deserto... Ela dava à paisagem árida um toque de vida e luz. - Por que nasci assim? – pensava ela – tão longe de minhas irmãs e primas?
Olhava ao redor e só via areia clara e o céu azul. Os grãos de areia adoravam visitá-la. Ela, tão linda e colorida, alegrava e dava vida àquele deserto.
Alguns grãos de areia viajavam dias e dias para conhecê-la. Comentavam entre si como era mais bela a paisagem graças à presença daquela flor. Mas a flor, por não entender sua missão, sentia-se muito só. Se existia um motivo para a sua vida, qual seria ele?
Os grãozinhos de areia tentavam se comunicar com ela, mas por pertencerem a dimensões, ou reinos diferentes (vegetal e mineral), eles não conseguiam transmitir à flor o quão importante e necessária era a sua presença ao deserto.
Em cada amanhecer, a flor olhava ao redor em busca de algum sinal de vida. Deprimida, ela, então, definhou e morreu. Os grãos de areia, que nada puderam fazer, entristeceram-se. Já não queriam mais passear e até o vento, naqueles dias, desistiu de soprar... Perguntavam eles:
- Será que a flor que procurava vida ao seu redor não percebeu que ela era a própria vida?
Ela era a alegria e o colorido da paisagem! Por que insistiu em procurar fora aquilo que estava dentro dela?