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Tanto esperei e sonhei com este momento, aquele em que damos as mãos e vamos caminhando lado a lado pelas ruas do amor. Tanto tempo sonhei com os olhos abertos que agora que se realizou meu sonho, mal consigo acreditar que somos por fim namorados.

Sou tão feliz! E pensar que depois de tanto ter sonhado a realidade consegue superar a imaginação e ser muito mais gostosa. Tudo é mais e melhor agora. O mundo está coberto por uma aura encantada e mágica, e por todo o lado vejo o reflexo do seu sorriso.

Em todos os lugares está escrito seu nome e todos os dias, por todo dia, eu flutuo através das horas em exuberante alegria... e tudo porque amo você!

O amor chega em uma hora e eu ainda não consegui comer, escolher a roupa, arrumar minha franja, decidir se já posso amar. O amor chega em uma hora e vai quebrar meu gesso mas eu não decidi se os ossos já estão bons o suficiente. Mas ele vai chegar com trinta martelos e eu vou estar esperando, forte e decidida, pra receber a porrada. E o ar que vai entrar. E mais dor. E o ar que vai entrar. E quem sabe então alguma felicidade, já que fui corajosa. Quem sabe a felicidade seja a harmonia entre a dor e o ar que entram pelos poros que temos coragem de abrir? E quem sabe só o amor seja o martelo possível?

Tati Bernardi

Nasrudin resolveu procurar novas técnicas de meditação. Selou seu jumento, foi a Índia, a China, a Mongólia, conversou com todos os grandes mestres, mas nada conseguiu. Escutou falar que havia um sábio no Nepal: viajou até lá, mas quando subia a montanha para encontrá-lo, seu jumento morreu de cansaço. Nasrudin enterrou-o ali mesmo, e chorou de tristeza.
Alguém passou, e comentou:
- Você buscava um santo, e este deve ser seu túmulo. Na certa, está lamentando sua morte. – Não, é o lugar onde enterrei meu jumento, que morreu de cansaço.
- Não acredito – disse o recém-chegado. – Ninguém chora por um jumento morto. Isso deve ser um lugar onde os milagres acontecem, e você quer guardá-lo só para si mesmo.
Por mais que Nasrudin argumentasse, não adiantou. O homem foi até a aldeia vizinha, espalhou a história de um grande mestre que realizava curas em seu túmulo, e logo os peregrinos começaram a chegar.
Aos poucos, a notícia da descoberta do Sábio do Luto Silencioso se espalhou por todo o Nepal – e multidões acorreram ao lugar. Um homem rico foi até ali, achou que tinha sido recompensado, e mandou construir um imponente monumento onde Nasrudin enterrara "seu mestre".
Em vista disto, Nasrudin resolveu deixar as coisas como estavam. Mas aprendeu de uma vez por todas que, quando alguém quer acreditar numa mentira, ninguém lhe convencerá ao contrário.

Lembro de ter lido uma vez, coisa dessas com que se esbarra por aí, que um peixe dourado deixado num aquário sem luz perde a cor, acaba só um vulto esbranquiçado e sem brilho. Lembro de ter pensado que tem algo de trágico e muito profundo nisso.
Se um peixe dourado deixa de ser dourado, o que resta dele?
No entanto, não me lembro se li ou inventei que, se devolvido ao antigo aquário iluminado, o peixe retoma sua cor, torna-se de novo o que nasceu para ser: dourado.
Assim são os peixes, assim somos nós.

Profissionais dedicados Dos animais muito amigos Conhecem a sua realidade E também quando estão em perigo Não tem gato ou papagaio Periquito ou cachorro Todos são seus pacientes E tratados como gente Como amor e afeição Carinho e muita atenção.
Cuidando dos nossos "bichinhos" Eles também cuidam de nós Pois quando os vemos sadios Ficamos felizes também
É uma profissão linda E também abençoada E a sua clientela É um pouco complicada Pois não sabem falar Muito menos escrever Mas nem por isso eles deixam De se fazer compreender.
Parabéns veterinários Pela sua profissão Pelo o seu dom divino E a sua dedicação.