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Errar é algo inerente ao ser humano, tão intrínseco que para algumas pessoas pode ser até definido como um hábito. Mas, apesar do erro fazer parte da vida de qualquer indivíduo, como ele afetará a sua vida dependerá totalmente da sua disposição em repará-lo.

Nenhum deslize é irreparável, por mais grave que seja, a sinceridade ao declarar arrependimento é o primeiro passo para ser novamente respeitado e futuramente perdoado. Não é possível mudar o passado, mas admitir que tal atitude foi inadequada e se comprometer para jamais repeti-la, certamente é a melhor forma de conseguir um melhor futuro.

Com o erro reconhecido e a demonstração de que está verdadeiramente arrependido, a partir daí, a anterior falta de credibilidade deve ser trocada o mais rapidamente possível pela absoluta honestidade. Não adianta pedir perdão se a intenção e continuar no erro, é preciso acreditar com todas as forças que o deslize pode ser reparado e para isso, o comportamento tem que ser transformado.

Sentir saudades nos lembra a importância que uma pessoa tem para nós, mas também nos causa uma dor profunda no coração. É um desejo incontrolável de ter alguém especial nos braços e perceber que na realidade isso não é mais possível.

Saudade também são as lágrimas que escorrem pela cara, também é o silêncio que nossa alma faz questão de demonstrar. Saudade é um sentimento que nos faz entender como é difícil não ter quem amamos ao nosso lado.

Não há nada melhor que olharmos à nossa volta e percebermos que temos uma amiga que é como um verdadeira irmã, alguém capaz de dar sua vida pela nossa e de fazer tudo para ver um sorriso no nosso rosto.

Você é para mim essa pessoa que eu estimo muito. É uma bênção sentir sua genuína amizade dia após dia e eu quero muito que ela prevaleça assim para todo sempre.

É noite de verão no litoral, uma noite de lua cheia. É assim que está claro, quase como dia. As formações de rocha, enormes ao longo da praia, tão bonito que eu tenho que admirar.
Andando pela praia, olhando as formações rochosas, a praia, a lua, o céu estrelado, me pego em pensamento. Isto não poderia simplesmente ter aparecido! Deixe-me explicar.
Sempre fui um designer gráfico. A maioria das pessoas não compreendem bem o que é isto. Perguntam, – Você é um cartunista? – Não. Eu projeto coisas para imprimir como este folheto. – Mas não tem nenhum desenho nele. Você fez estas fotografias? – Não. Um fotógrafo comercial é o responsável.
– Bem, você desenhou estas letras? – Não. Isso é ajustado em meu computador. – Bem, então você o imprimiu? – Também não. A impressora fez! – Então, o que você fez? – Eu projetei! Alguém tem que decidir que tamanho e que cores terá, se deve usar fotos ou arte-final, como obtê-las, onde colocá-las sobre a página, que estilo de letra a se usar e de que tamanho, quantas colunas, que tipo do papel e outros detalhes importantes! Não acontece simplesmente!
Da mesma maneira, esta bonita paisagem não poderia apenas ter acontecido sem um designer. Claro, o universo todo tem um projeto. As plantas são projetadas para recolher o dióxido de carbono e para liberar o oxigênio, os animais e os seres humanos são projetados para respirar o oxigênio e exalar o dióxido de carbono. Isto é projeto. Um dos projetos dentro de um enorme grupo de grandes projetos.
E como poderia ter um projeto tão grandioso e belo sem um projetista? Como poderia existir sem um grandioso designer?
Um maravilhoso final de semana, de projetos grandiosos!

Tenho razão de sentir saudade, tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.

Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?

Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.