Um Lobo vindo de um campo de aveia encontrou no caminho um Cavalo, e assim falou para ele:
"Gostaria de dar uma sugestão ao senhor para ir até aquele campo. Ele está cheio de grãos de aveia selecionados, que eu guardei com cuidado apenas para lhe servir, pois sendo meu amigo, terei o maior prazer ao vê-lo mastigando."
Ao que o cavalo lhe responde:
"Se aveia tem sido alimento para os Lobos, você jamais poderia alimentar sua barriga, apenas satisfazendo os seus ouvidos."
Moral da História: Homens de má reputação, quando se prestam a fazer uma boa ação, não conseguem ter crédito.
O tempo vai passando e se a gente deixar o cansaço tomar conta, a vida vai perdendo a graça. As dificuldades vêm e aos poucos a gente vai esquecendo de se emocionar. Incrível, mas a emoção vai ficando pra trás. Não vemos mais graça em nada e as coisas mais simples vão perdendo o significado.
Quando isso acontece, acho que tem uma saída. E a saída pra voltar a se emocionar é tomar como exemplo a criatura mais simples do mundo, a criança.
Imagine-se como uma criança fazendo a primeira viagem.
Uma criança quando viaja, vai na janela se emocionando com cada curva, com cada montanha, com as árvores da estrada, com os animaizinhos que pastam na beira da pista, encontrando nas nuvens formatos que só elas veem.
Uma criança quando viaja, dorme de repente, acorda chorando, logo para porque ali na estrada viu um coisa incrível ! O sol! Nossa, o sol, que nós vemos sempre e não nos emocionamos.
Há momentos da viagem em que chove e a criança fica feliz, porque essa chuva que faz o vidro embaçar virou uma lousa e ali se faz desenhos.
Nossa, uma criança se emociona e se surpreende com cada coisa... E por que a gente quando já adulto não se emociona também ? Porque já perdeu a graça, e quando perde a graça as coisas deixam de acontecer.
Então volte a se emocionar, porque se não há emoção não existe acontecimento, não existe resposta. A emoção te movimenta e leva você muito mais além...
Faça essa viajem ao seu interior e vá se emocionando com cada novidade... Volte a ser o que você sempre foi... Uma criança feliz...
É difícil aceitar. É difícil acreditar em Deus nessas horas. É quase impossível pensar que Deus sabe o que faz e se resignar à vontade Dele. Deus levou você de mim, Deus levou o meu amor! Como posso viver agora? Sinto uma dor que me consome, que me rasga por dentro. Será que algum dia serei capaz de sorrir novamente? Será que essa saudade que me mata vai um dia passar e vou voltar a amar a vida?
Você foi embora de repente, e o nosso amor ainda prometia tanto. Ainda tínhamos tanto para viver. Sinto uma revolta muito grande em meu peito, não consigo aceitar que Ele tenha levado você de mim. Em alguns momentos, sinto-me desesperada, sinto que não vou conseguir aguentar.
Não sei a quem recorrer neste momento de dor, nem ao menos consigo rezar para acalmar o meu coração. Por que a vida nos prega golpes tão cruéis? Tão difíceis? Por que os dias não podem ser sempre doces como eram aqueles quando estávamos juntos.
Eu só espero um dia conseguir recuperar a minha fé e a esperança, e sentir o meu coração acalentado, mesmo já não tendo você comigo. A dor ainda é maior que tudo, você se foi, mas o meu amor por você continua aqui, pulsando forte dentro de mim. Esteja onde você estiver, peço que me dê forças para continuar e para reencontrar a paz que tinha no seu abraço, encostada ao seu peito. Espero poder um dia olhar para céu e ver no brilho e no calor das estrelas o seu sorriso.
Eu te amo e amarei para sempre, meu amor!
Neste dia que ressurge, com nuvens ou ensolarado, pouco importa meu amor, pois sei que estás ao meu lado. Te amo. Bom dia.
A Raposa convidou a Cegonha para jantar e lhe serviu sopa em um prato raso. -Você não está gostando de minha sopa? - Perguntou, enquanto a cegonha bicava o líquido sem sucesso. - Como posso gostar? - A Cegonha respondeu. vendo a Raposa lamber a sopa que lhe pareceu deliciosa. Dias depois foi a vez da cegonha convidar a Raposa para comer na beira da Lagoa, serviu então a sopa num jarro largo embaixo e estreito em cima. - Hummmm, deliciosa! - Exclamou a Cegonha, enfiando o comprido bico pelo gargalo - Você não acha? A Raposa não achava nada nem podia achar, pois seu focinho não passava pelo gargalo estreito do jarro. Tentou mais uma ou duas vezes e se despediu de mau humor, achando que por algum motivo aquilo não era nada engraçado. MORAL: às vezes recebemos na mesma moeda por tudo aquilo que fazemos.