Nem sentisse este amor
Eu jamais iria supor
Que a vida é o maior bem
Se eu jamais te visse
Desde o dia em que eu vim
Não veria que você
é o que faltava em mim
Onde há tanta falsidade
E terror no ar
Eu só vejo a verdade
Ao olhar o seu olhar
(E eu) quero agradecer
Tantas coisas me fez ver
E o Destino quis que eu te encontrasse
O nosso amor tem grande emoção
E nos alegra o coração
O ódio e o medo tem poder destruidor
Só conduzem a inútil agressão
Mas ouço o coração que tem razão.
Ninguém é tão pequeno
que não tenha nada para dar.
e nem tão poderoso
Que não tenha nada a receber
Ninguém é tão fraco
que nunca tenha vencido
Ninguém é tão forte
que nunca tenha chorado
Ninguém é tao alto suficiente
para nunca ser ajudado
Ninguém é tão invalido
que nunca tenha contribuído
Ninguém é tão sábio,
que nunca tenha errado
Ninguém é tão corajoso
que nunca teve medo
Ninguém é tão medroso
que nunca teve coragem
NINGUÉM É TÃO ALGUÉM
QUE NUNCA PRECISOU DE NINGUÉM
Dizem os orientais que, quando abraçarmos uma pessoa querida a quem amamos,
devemos fazer da seguinte forma:
inspirando e expirando três vezes, e aí sua felicidade se multiplicará pelo
menos dez vezes.
O efeito terapêutico do abraço é inegável.
Diante disso não podemos esperar para abraçarmos a quem queremos bem.
Se você estiver sentindo um vazio interior,
tente abraçar o seu amigo, deslizando delicadamente a mão sobre as costas
dele, para que o possa sentir junto a você.
Nos momentos de dor ou de alegria é que vemos o bem que um grande e demorado
abraço nos causa.
Pelo abraço, transmitimos emoções, recebemos carinho, trocamos afeto,
compartilhamos alegria, amenizamos dores, demonstramos amizade, doamos amor,
expressamos nossa humanidade.
É tempo de enlaçarmos nossos braços num terno, profundo e afetuoso abraço.
Desamor não há quem me resgate nesta vida, tampouco o que não viva só pra si, não há com quem se dividir a lida, não há quem queira estar comigo aqui. Encontro gente amarga no caminho. No atalho que me coube percorrer, tiraram as avenidas de carinho, deixando-me sem chance de escolher. Vão os felizes por outras estradas, pessoas plenas, já tão engajadas, as quais já têm a quem dar seu amor. Mas eu carrego a alma destroçada, vivendo eternamente ignorada, nas avenidas do meu desamor.
Eleita hei de encontrar-te lá noutras esferas, um grande amor não vai morrer assim, hás de saber o quanto eu fui sincera e transparente do começo ao fim. Foste covarde e omisso vezes tantas, que relevei por ver-te sem saída.
Não suportaste meu amor de santa, nem minha insígnia de mulher bandida. Hei de encontrar-te lá no firmamento, mesmo que seja por um só momento, pois do contrário eu não prosseguirei. Almas despidas máscaras desfeitas, tu me dirás que eu sempre fui tua eleita, e crendo nisto... Eu te libertarei.
Em vão quisera te falar das manhãs claras, do sol que sai dourando meus jardins. Dos delicados tons das flores raras, de como tudo é tão formoso aqui. E te falar das noites perfumadas, da lua que se esconde nas mangueiras, das vertentes e sonoras cachoeiras, da paz desta paisagem inusitada. Mas tu não vens talvez porque não queiras, selar o pacto desta afeição, que me declaras tão levianamente. Serei feliz em te esperar somente, esperarei mesmo que seja em vão, esperarei, amor, a vida inteira.
Vingança é por vingança este meu verso triste, sinto prazer em te fazer chorar. E não me acuses com o dedo em riste, por ser a voz que logras abafar. É por vingança este meu verso duro, sinto prazer em ver-te ajoelhar, no meu altar de horripilantes muros, do qual supões que possas te ocultar.
Foste tu mesmo quem me despejaste, quando eu sorria tonta como infante, crente do amor que um dia me juraste. Dou-te de prêmio amargo fel triunfante, sorvas aos poucos pois é minha vingança, mataste tudo, até minha esperança.
Minha alma mesmo à distância estar perto da sua!
Hipnotizado pelo brilho dos seus olhos,
Meu corpo só sabe desejar o seu!
A sede de te amar me domina,
A ponto de brotar amor de mim para fascinar a ti minha amada.
Antes de minha alma está alada a sua,
Era eu um navio sem porto para ancorar!
Minha boca não sentia o sabor do alimento, por melhor que fosse ele!
Hoje olhando em seus olhos,
Vendo seus cabelos aos ventos espanarem seu rosto,
Sinto entranhada em minha pele os momentos inesquecíveis
Que minha boca ante tanta loucura percorreu seu corpo para amá-la.
A sede de te amar me faz mergulhar em cada pedacinho do seu corpo,
Cometendo loucuras a ponto de transformar a mulher que você é,
Em tudo que eu desejo e preciso para tê-la assim,
Ao ponto máximo, de possuí-la pouco a pouco para sempre.