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Entre os avanços e os recuos da vida, as curvas e os obstáculos, os caminhos em linha reta e as inesperadas mudanças de direção, é maravilhoso saber que existe tamanha constância e segurança na minha vida – você, querida mãe!
Você é a compaixão do meu sofrimento, o riso da minha alegria, o conforto da minha ansiedade e a sabedoria da minha inexperiência.

Eu te amo muito, minha querida mãe! Chamar você de mãe é um orgulho e um privilégio sem par. Você é uma mãe completa, que gerou e criou com amor, paciência, retidão e sabedoria.

Você é um exemplo de mãe, de mulher, de pessoa. Você é uma inspiração, não apenas para mim como para todos os que conhecem você, e homenagear você com total correção será sempre impossível, pois nada haverá nunca que eu possa fazer para lhe retribuir tudo o que você já fez por mim.

Parte do dia já se passou, mas ainda há muito dia pela frente. Boa tarde! Se ainda não fez, faça, se ainda não foi, vá! Não deixe para logo ou para amanhã o que você acha que precisa ser feito, procurado, encontrado.

Este é o momento para viver, para ser feliz, não depois, mais logo ou amanhã, pois agora você pode, mas o depois ninguém pode garantir como será. Então agarre o momento, as oportunidades, crie o que não existe e seja feliz!

Senhor, agradeço-vos pelo pai e pela mãe que me destes e os quais tanto admiro em meu coração. Fazei que eu os ame sempre mais e que eles se sintam amados. Aumentai-lhes as alegrias e não permitais que eu me torne um peso para eles. Ajudai-me a adivinhar suas horas de cansaço e preocupações, para que eu possa servi-lhes de "Cirineu".
Não deixais, Senhor, que os desenganos os abatam, ou desânimo os domine. Ajudai-os a enfrentar, com renovada coragem, suas responsabilidades e a se desincumbir delas do melhor modo possível. Que eles sejam firmes e severos quando necessário, sem deixar de serem bons. Que eles não se percam na impaciência, mas saibam perdoar minhas fraquezas. Que eu não repare, Senhor, em seus defeitos, mas em suas qualidades, e que eu saiba não só admirar seus bons exemplos, mas imitá-los.
Conservai-os, ó Deus, no Vosso amor. E que nossa família, vivendo agora unida, sob seus cuidados e as Vossas bênçãos, possa também viver unida no céu, para cantar Vosso nome, ó Pai dos pais.

Um Ano Novo se inicia, hora de relembrarmos os acontecimentos do passado, escrever nos poemas novos sonhos, conhecer pessoas novas, viajar, aprender outro idioma, crescer, amadurecer, rir, chorar, orar.
Espero que esse ano seja diferente, faça de tudo para dar certo, aproveite as oportunidades, seja feliz, busque a Deus, prepare-se para fazer do próximo ano, um ano melhor.
As alegrias, risadas podem até serem passageiras, mas as marcas que elas deixam, podem durar a vida inteira.
Siga em frente, continue algo que não terminou, comece um sonho que não se realizou e viva cada dia como se fosse único, que não se repete...

Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos. Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.

"Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.

- Pobre criança! - exclamou um passante. Suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.

O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer: - Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.

Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas. - Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura!

Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer: - Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?

O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho. - Independente do que fazemos - disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação. Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto."