Na vida existem certos momentos, que sentes muito a falta de uma pessoa, a ponto de querer tirá-la de seus sonhos e abraçá-la muito apertado... Quando de fecha a porta para a FELICIDADE, ela voltará a se abrir, mas nós seguimos olhando para a porta fechada sem dar importância a esse novo momento.
Não te baseies nas aparências, elas enganam. Não te interesses pela riqueza, ela desvanecerá.
Busque alguém que saiba te conquistar com um sorriso, porque basta só um para que o dia mais triste volte a ficar melhor. Busque alguém que faça rir o teu coração.
Sonha o que queres sonhar. Vá aonde queiras ir. Busque ser aquilo que queres. Porque a vida é uma só.
Portanto, existe uma só possibilidade de fazer as coisas que desejas. Te desejo muitas felicidades na tua vida, para que te sintas bem. Tantas provas, para que te sintas forte. Lágrimas, para sentir-te humano. Esperança, para poder ser feliz.
Os afortunados não necessariamente tem o melhor do melhor. Mas, buscam o melhor daquilo que encontram no seu caminho.
O futuro mais esplêndido vai depender sempre da necessidade de esquecer o passado. Não podes seguir adiante na vida antes de superar os erros do passado e tudo o que castiga o teu coração.
Quando tu eras pequeno, ao chorar, todos ao seu redor sorriam. Viva a vida de maneira que ao final sempre sorrias, ainda que os outros chorem.
A vida não se conta pela quantidade de respiros, mas por aqueles momentos que te deixaram sem respiração.
VIVA UMA VIDA BOA!
Ter alguém é inexplicável, é ótimo, é o caminho da perfeição, mas não é tudo. Amor próprio é essencial. Eu nunca me sentirei preenchido se não me sentir especial, se eu me olhar no espelho e não me achar bonito, se eu olhar para minhas atitudes e não sentir alívio. Antes de amar alguém, eu tenho que amar cada parte do meu corpo, tenho que aprender a me abraçar, a me querer, e, principalmente, a me transbordar.
Vamos, não chores...
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.
O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.
Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis casa, navio, terra.
Mas tens um cão.
Algumas palavras duras,
em voz mansa, te golpearam.
Nunca, nunca cicatrizam.
Mas, e o "humour"?
A injustiça não se resolve.
À sombra do mundo errado
murmuraste um protesto tímido.
Mas virão outros.
Tudo somado, devias
precipitar-te, de vez, nas águas.
Estás nu na areia, no vento...
Dorme, meu filho.
Carlos Drummond de Andrade
Ei, sorria... Mas não se esconda atrás desse sorriso. Mostre aquilo que você é, sem medo. Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.
Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos. Procure o que há de bom em tudo e em todos, não faça dos defeitos uma distância e sim uma aproximação.
Aceite! A vida, as pessoas, faça delas sua razão de viver.
Entenda! Entenda as pessoas diferentes de você...
Suba... Faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo. Mas não se esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.
Ei! Descubra! Aquilo que há de bom dentro de você!
Ei! Eu preciso dizer que te adoro. Simplesmente porque você existe!
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Era meu amigo, leal companheiro e confidente Com quem eu conversava de forma transparente Sem reservas e tão cheia de confiança...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Você que me fez de novo ser criança Levando-me de volta à longínqua infância Suscitando o extravasar do meu "porão"...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que soube sondar como ninguém meu coração Que ocupou espaços vazios e me fez plena Que me refletiu e fez a vida valer a pena...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que era todo o meu entusiasmo e inspiração Que fez nascer rascunhos em verso e prosa Que soube despertar a mulher amorosa...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que sempre, sempre se importou comigo Que nunca me negou o ombro amigo Na hora dos meus impasses, dúvidas, aflição...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? A quem, do Sousa, eu enviava um hino E na troca, da Amália, eu recebia um fado Em doces permutas, tão do nosso agrado...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? De cuja amizade eu tanto me orgulhava Pelo seu modo de ser que eu tanto adorava E como joia rara, no peito eu te guardava...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que silenciou de repente qual se tivesse morrido Ou será que fui eu que morri (em ti) sem ter percebido Procurando-te em vão, entre lágrimas e gemidos...
Mas, homem, noto agora que já estou meio morta Apesar do derradeiro rascunho, você já não me importa Porque na verdade, você nunca existiu Foi tudo engodo, miragem, alucinação Porque amigos verdadeiros não nos deixam na mão E mesmo que tenham que ir embora Pelos ditames do destino e pelo apelo da hora, Avisam-nos da partida, deixando uma doce saudação...