É ter o sol a brilhar e a cruzar com o luar Olhar o céu, contar as estrela lá do mar
Encantar com o canto da sereia prateada Que encanta os sonhos das noites enluaradas
Matizes de cores refletidos no arco-íris Flores ornamentando os jardins com os colibris
Unem os casais com os sussurros dos ais Movidos pelos encantos das sinfonias corporais
Dança rítmica de sonhos e ilusões Fantasias sonhadas com emoções
Corpos unidos em paixões Nas noites de luares voltas ao lar
Felicidade paira no ar Com um doce beijo do mar.
Boa tarde, meus amigos!
Caminho do campo verde
estrada depois de estrada.
Cerca de flores, palmeiras,
serra azul, água calada.
Eu ando sozinha
no meio do vale.
Mas a tarde é minha.
Meus pés vão pisando a terra
Que é a imagem da minha vida:
tão vazia, mas tão bela,
tão certa, mas tão perdida!
Eu ando sozinha
por cima de pedras.
Mas a tarde é minha.
Os meus passos no caminho
são como os passos da lua;
vou chegando, vai fugindo,
minha alma é a sombra da tua.
Eu ando sozinha
por dentro de bosques.
Mas a fonte é minha.
De tanto olhar para longe,
não vejo o que passa perto,
meu peito é puro deserto.
Subo monte, desço monte.
Eu ando sozinha
ao longo da noite.
Mas a estrela é minha.
Cecília Meireles
Uma velha senhora chinesa possuía dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas.
Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito. Este último estava sempre cheio de água ao fim da longa caminhada da fonte até a casa, enquanto aquele rachado chegava meio vazio. Por longo tempo a coisa foi em frente assim, com a senhora que chegava em casa com somente um vaso e meio de água.
Naturalmente o vaso perfeito era muito orgulhoso do próprio resultado e o pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só a metade daquilo que deveria fazer. Depois de dois anos, refletindo sobre a própria amarga derrota de ser rachado, o vaso falou com a senhora durante o caminho: Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que eu tenho me faz perder metade da água durante o caminho até a sua casa...
A velhinha sorriu e respondeu: Você reparou que lindas flores tem somente do teu lado do caminho? Eu sempre soube do teu defeito e, portanto, plantei sementes de flores na beira da estrada do teu lado. E todo dia, enquanto a gente voltava, tu as regavas. Por dois anos pude recolher aquelas belíssimas flores para enfeitar a mesa. Se tu não fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa.
Cada um de nós tem o próprio defeito. Mas o defeito que cada um de nós tem é que faz com que nossa convivência seja interessante e gratificante. É preciso aceitar cada um pelo que é... E descobrir o que tem de bom nele.
Você é um vencedor!
Veja em si a potencialidade e sabedoria que precisa para gloriar-se.
Não pense "isso eu não sei fazer", "tenho medo de errar", "não vai dar certo" e outras negatividades mais.
Pense "eu vou fazer", "eu vou acertar", "isso vai dar certo". Risque a palavra derrota da sua vida!
Ninguém nasce com habilidades para fazer obras complexas ou criar coisas de grande magnitude.
Mas todos podemos, todos somos capazes, pois todos demos dons.
E os desenvolvemos e os ampliamos com o tempo, com constante empenho e afinco.
Aprender é uma grandeza que não ocupa espaço.
Pense: "Eu sou capaz!", "Eu vou conseguir!" Veja somente pétalas e não espinhos pela estrada que seguir.
Mentalize que a luta é apenas um detalhe para atingir seu grande objetivo: a vitória!
Quando nesta noite uma leve brisa tocar teu corpo, não se assuste... É a minha saudade que vai beijar em silêncio o teu corpo. Boa noite!