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Acho que devo começar dando-lhe um pequeno pano de fundo. Eu era, na época deste relato, uma jovem e inexperiente mãe, com muito amor pelo meu pequeno Brian.
Vivíamos num povoado muito pequeno. Sabe, o tipo de povoado tão pequeno que todo o mundo conhece todo o mundo, e absolutamente todos conhecem os negócios de todos. Meu primo abriu uma pequena loja de roupas e me deu meu primeiro emprego. Eu abria a loja toda manhã, ficava ali o dia todo e fechava à noite.
Um dia, tive que levar Brian comigo porque minha mãe, que normalmente cuidava dele, naquele dia não podia tomar conta dele. Brian estava sentado no chão ao meu lado comendo biscoitos quando uma mulher de meia-idade – que eu nunca tinha visto antes – entrou na loja. Disse que não procurava por nada específico, apenas olhando.
Repentinamente, sem aviso, Brian engasgou violentamente. e posso lhe contar que ele estava realmente muito mau. Fiquei apavorada. Eu não sabia o que fazer. Aquele anjo de senhora pegou-o e "trabalhou" até que ele desengasgou. Ela então sorriu e me devolveu Brian, ele e eu chorando. Ela deixou a loja e nunca mais a vi.
Verifiquei em todo o povoado – que como mencionei antes, era o tipo de povoado pequeno onde todos se conhecem e todos sabem sobre a vida de todos – e ninguém na comunidade sabia de uma mulher com aquela descrição!
De alguma forma, seria o guardião de Brian?

Não vejo a hora de estar em seus braços, pegar em tuas mãos e beijar os teus lábios, dizer do meu amor por você, esse amor que desconhece barreiras, que nasceu em mim tão suave e hoje ele ocupa todo o meu coração... amor tão grande no qual pensei que nunca fosse sentir por alguém...

Quero lhe falar desse amor... hoje já não consigo disfarçar o que se passa dentro de mim... você simplesmente é tudo... tudo que sinto, você está em todos os lugares por onde passo... em todos os meus pensamentos...

Às vezes, me pergunto como posso suportar sua ausência? Mas pensando bem você não está ausente... você está em tudo de belo que vejo na vida...

Adoro estar com você... queria poder ocupar todas as suas horas... ter seu corpo, seus beijos, suas noites, seu silêncio, sua fome de viver, seu carinho, e seu amor...

Queria tudo isso que em você existe... porque jamais encontrei em outro alguém...

Aos poucos você foi se tornando fundamental em minha vida... pois vejo o pouco que eu era antes de encontrar você...

Nunca senti tão segura em outros braços, e a cada momento não penso só no prazer presente... penso principalmente em momentos agradáveis... onde haverá vida e lembranças para anos futuros...

eu vou lutar por você, não vou desistir nunca...

Nunca esqueça que...

Amo muito você...

Todos estão esquecendo a cada dia que passa que ser feliz está nas pequenas coisas. As pessoas não percebem que é na simplicidade de cada gesto e de cada palavra que se pode encontrar verdadeira alegria. O mundo procura como nunca antes riqueza e ostentação, e agora estamos sofrendo as consequências disso mesmo.

Por isso, faça a sua parte e seja mais altruísta. Valorize a bondade e a solidariedade, contribuindo assim para uma mudança que nos levará a uma maior felicidade.

Te amo. Com todas as letras, palavras e pronúncias. Em todas as línguas e sotaques. Em todos os sentidos e jeitos. Com todas as circunstâncias e motivos. Simplesmente, amo-te.

Me parece que podemos, com maior razão, distinguir o amor em função da estima que temos pelo que amamos, em comparação com nós mesmos. Porque quando estimamos o objecto do nosso amor menos que a nós mesmos, temos por ele apenas uma simples afeição; quando o estimamos tanto quanto a nós mesmos, a isso se chama amizade; e quando o estimamos mais, a paixão que temos pode ser denominada como devoção. Assim, podemos ter afeição por uma flor, por um pássaro, por um cavalo; porém, a menos que o nosso espírito seja muito desajustado, apenas por seres humanos podemos ter amizade. E de tal maneira eles são objeto dessa paixão que não há homem tão imperfeito que não possamos ter por ele uma amizade muito perfeita, quando pensamos que somos amados por ele e quando temos a alma verdadeiramente nobre e generosa.

Quanto à devoção, o seu principal objeto é sem dúvida a soberana divindade, da qual não poderíamos deixar de ser devotos quando a conhecemos como se deve conhecer. Mas também podemos ter devoção pelo nosso príncipe, pelo nosso país, pela nossa cidade, e mesmo por um homem particular quando o estimamos muito mais que a nós mesmos. Ora, a diferença que há entre esses três tipos de amor se manifesta principalmente pelos seus efeitos; pois, como em todos nos consideramos juntos e unidos à coisa amada, estamos sempre dispostos a abandonar a menor parte do todo que compomos com ela, para conservar a outra.
Isto nos leva, na simples afeição, a sempre nos preferirmos ao que amamos; e, na devoção, ao contrário, a preferirmos a coisa amada e não a nós mesmos, de tal forma que não hesitamos em morrer para a conservar. Frequentemente se viram exemplos disso, nos que se expuseram à morte certa para defender o seu príncipe ou a sua cidade, e mesmo às vezes pessoas particulares às quais se tinham devotado por inteiro.

René Descartes