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Pouco importa a distância que nos separa, ou o tempo que já passou desde nosso último encontro. Eu tenho certeza que aconteça o que acontecer, existirá sempre um sentimento de grande carinho entre nós.

Você é muito especial para mim, uma pessoa que ilumina minha vida, alguém que contribui muito para minha felicidade. Que nossos dias se prolonguem por muito tempo e o que nos une jamais desapareça!

Meu amor, quando a vida nos cruzou eu soube no mesmo instante que estava diante do melhor homem que algum dia encontrara. Hoje tenho certeza que não me enganei, pois todos os dias você demonstra ser um sonho de homem, marido, amigo e companheiro. Feliz aniversário, meu amor!

Você é o amor da minha vida, e sinto muito orgulho por poder compartilhar da vida ao seu lado. Desfrute do seu dia e que esta data se repita até ao infinito. Te amo!

Vozes e palavras, demarcando um espaço, marcando por todo infinito,
O que há para se dizer, e o que para mim já foi dito,
Palavras premeditadas, frases, e textos,
Os que machucam, nunca se cicatrizam no peito,
Há a voz que remedeia, mas nunca permanece em nossas mentes,
O que há de vagar é apenas a dor, o veneno da serpente,
Sem rumo, e dor crescente,
Desde que fui ferido pela espada do pecado alheio,
Escorre-se sangue por meu peito,
O veneno alojado em vossa boca,
É o mesmo líquido que de meu pranto tu hei de ver rolar,
E quando em um frágil momento de pranto eu similar,
Olharás para mim, com desprezo,
E sua tarefa tu pensarás Ter cumprido,
Eu estarei planejando-te um pesadelo,
À curto prazo tu sofrerás tanto quanto eu,
À longo prazo, arrependerás Ter me conhecido,
Pois minha alma não tem assassino,
Apenas há um assassino atrás de minha alma,
E da altura de meu doentio império intocável,
Zombarei de ti, enquanto esmago sua cabeça!
Coração, há muito não te possuo,
Posso viver sem ti, como sempre faço, como sempre fiz,
Sua vida, minha vida, não hei de compará-las,
Pois tu és quem quer me eliminar,
Em um momento em que eu já te eliminei!
Arremesse-se de um Arranha-céu,
Imagine a Terra como sua piedade,
Mas o mal que tu me fizeste, continuará vagando,
Sem rumo, ao me atormentar,
Não pense que de mim, a morte vai te livrar,
Pois o castigo para quem me prejudica é eterno,
Não quero te prejudicar,
Apenas quero que queime no inferno!

Paulo e João são colegas de trabalho.

Paulo é casado há 15 anos com Paula, que tem sido uma esposa muito carinhosa e compreensiva. João é casado com Maria há 2 anos. Maria é muito ciumenta.

Numa sexta-feira Paulo e João precisaram trabalhar até mais tarde e não conseguiram avisar as suas esposas tal imprevisto.

Após o exaustivo trabalho eles passaram num bar, a caminho de casa, e tomaram uma cerveja.

Paula em casa, preocupada com a demora do marido, ficou pensando que deveria ter ocorrido algum imprevisto. Começou a rezar para que nenhum mal lhe tivesse acontecido.

Maria, por sua vez, imaginou seu marido no bar com outras mulheres.

Paulo chegou em casa e foi recebido por sua esposa com um grande beijo. João foi recebido com insultos e tapas.

Alcançar o amor talvez exija mais renúncia do que alegria e felicidade.

Nem sei se a felicidade pessoal é compatível com o amor. Por que ligar felicidade ao amor? O amor é sério demais para almejar a felicidade.
A felicidade está sempre ligada a alguma forma de inconsequência.

A paixão sim faz a gente feliz. Só transar? Melhor ainda.
Assim como é preciso alguma crueldade para viver, assim como há sempre alguma agressão embrulhada em qualquer vitória, também a felicidade precisa de alguma inconsequência.

O amor por si, é repleta de "trágicos deveres".
Por isso o amor não está ligado à felicidade.
Os que assim a perseguem, deveriam desistir de amar.

O amor é um sentimento ligado à lucidez, à renúncia, à compreensões das contradições.

Amar é ser capaz de viver um sentimento que se misture fundo com a vida, se torne corriqueiro, mal percebido, sem grandeza, sem efeitos extraordinários, emoções particulares ou excitantes.

Aqui reside, pois, a complicações do amor.
Só se torna visível quando ameaçado acabar.
Só se o descobre quando se supõe nada mais sentir.
Está onde menos se espera.
É profundo, vital, doador, independente de exaltações. Flui imperceptível, aparece ao sumir.
Pessoas que separam, mesmo livres uma da outra, sentem um vazio, uma perda, um sentimento de possibilidade perdida.

É preciso muito viver, muito desiludir-se, muito sentir, muito experimentar, muito perder, muito renunciar, para encontrar o próprio amor, guardado não se sabe em que dobra da gente, e muitas vezes nunca descoberto.

Morrer sem descobrir o próprio amor escondido é frequente. E terrível.
O que estamos fazendo com o amor que está em nós e diariamente trocamos pelas emoções prazenteiras, pela felicidade inconsequente, pelas alegrias passageiras?
O que estamos fazendo? O que?