Meu querido estás tão longe que tudo o que me resta é ficar aqui, quieta e triste, com o coração apertadinho de saudades!
Nem fazes ideia do quanto eu gostaria de ter-te por perto, do quanto eu gostaria de estar agora a ouvir música encostada ao teu ombro, de mãos dadas contigo. Parece palermice, mas são essas coisas simples que me deixam mais saudosa...
Sinto vontade de saber se estás acessível... e gostaria de ter a sensação de que era possível tocar-te a qualquer momento, chamar pelo teu nome e não ficar horas e horas, em vão, à espera de uma resposta. Sei que esta situação é transitória, sei que um dia vou poder abandonar em pleno esta saudade, sei que sentirei de novo o toque da tua pele e da tua boca, a força e o calor do teu abraço, mas mesmo assim sinto-me muito triste e sozinha enquanto estou longe de ti. Se soubesses a intensidade desta minha dor, a intensidade do meu desconforto, certamente arranjarias forma de chegar mais cedo, de estar perto de mim o mais depressa possível, pois eu amo-te mais cada dia e sinto-me triste por estar longe de ti!
Por enquanto só me resta ficar aqui, recostada no sofá, vendo velhos filmes românticos, aos quais nem sequer presto muita atenção, porque sei que o meu amor por ti é maior do que todos os que já passaram pelas salas de cinema! Mas, também sei que a saudade dói demais!
Nunca espere muito ou pouco da vida; a vida nem sempre é como esperávamos;
Sempre tenha grandes sonhos, mesmo se forem pequenos para os outros;
Não espere razões para amar, o amor não se explica;
Seja sempre sincero mesmo que pareça ingênuo;
Nunca minta mesmo que lhe custe à vida, aquele que mente para si nunca ira encontrar a verdade que tanto procura!
Que todos os dias nos tragam uma nova razão para sorrirmos. Que pelo menos um sonho esteja próximo de ser concretizado ou um obstáculo que nos impede de o alcançarmos seja removido do nosso caminho.
Enquanto corremos em direção a todos os nossos objetivos, manter a esperança é o segredo para nunca perdermos o fôlego.
Desejo-lhe uma semana muito abençoada!
Universidade de Chicago "Divinity School", em cada ano eles têm o que chamam de "Dia Religioso". Nesse dia cada um deve trazer um prato de comida e há um piquenique no gramado. Sempre, no "Dia Religioso", a escola convida uma das grandes mentes da literatura no meio educacional teológico.
Num ano eles convidaram o Dr. Paul Tillich. Dr. Tillich falou durante 2 horas e meia, achando que provaria que a ressurreição de Jesus era falsa. Ele questionava estudiosos e livros e concluiu que, a partir do momento que não havia provas históricas da ressurreição, a tradição religiosa da igreja caía por terra, porque era baseada num relacionamento com um Jesus que havia ressurgido, mas, de fato, Ele nunca havia ressurgido literalmente dos mortos.
Quando concluiu sua teoria, ele perguntou se havia alguma pergunta. Depois de uns 30 segundos, um senhor negro de cabelos brancos se levantou no fundo do auditório:
– Dr. Tillich, eu tenho uma pergunta. – ele disse enquanto todos os olhos se voltavam para ele. Ele colocou a mão na sua sacola, pegou uma maçã e começou a comer. – Dr. Tillich... CRUNCH, MUNCH... Minha pergunta é uma questão muito simples... CRUNCH, MUNCH...
Eu nunca li tantos livros como o senhor leu... CRUNCH, MUNCH... e também não posso recitar as Escrituras no original grego... CRUNCH, MUNCH... Eu não sei nada sobre Niebuhr e Heidegger... CRUNCH, MUNCH... e ele acabou de comer a maçã. Mas tudo o que eu gostaria de saber é: essa maçã que eu acabei de comer...estava doce ou azeda?
Dr. Tillich parou por um momento e respondeu com todo o estilo de um estudioso: – Eu não tenho possibilidades de responder essa questão, pois eu não provei a sua maçã. O senhor de cabelos brancos jogou o que restou da maçã dentro do saco de papel, olhou para o Dr. Tillich e disse calmamente:
– O senhor também nunca provou do meu Jesus. Mais de 1000 pessoas que estavam assistindo não puderam se conter. O auditório se ergueu em aplausos. Dr. Tillich agradeceu a plateia e rapidamente deixou o palco.
Se for para esquentar que seja o sol;
Se for para enganar que seja o estômago;
Se for para chorar que seja de felicidade;
Se for para roubar que seja um beijo;
Se for para mentir que seja a idade;
Se for para perder que seja o medo;
Se for para cair que seja na gargalhada;
Se for para ter guerra que seja de travesseiros;
Se for para ter fome que seja de amor;
Se for para ser feliz que seja para sempre!