Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

Terminar um relacionamento nunca é fácil, mas o que muitas vezes pode acabar com tristeza, desilusão e mágoas, pode se transformar em felicidade através da tranquilidade. Seja qual for o motivo do fim do namoro, mesmo que a decisão não tenha vindo da sua parte, primeiramente é preciso ter calma, pois não adianta achar que o mundo acabou, muito menos que nunca mais encontrará outro companheiro.

Mesmo que você não estivesse no lado descontente, tenha em mente pelo menos, que não vale a pena permanecer em um relacionamento onde o outro não compartilha da sua felicidade, certamente mais cedo ou mais tarde a insatisfação aumentará, se tornando muito mais aparente.

Portanto, siga em frente, aprenda com todos os erros acontecidos no passado e faça o possível para não mais cometê-los. Pense no alívio em não forçar um relacionamento que no futuro provavelmente não haveria felicidade. Lembre-se que com o término do namoro você está livre para continuar buscando um relacionamento feliz, onde também haja amizade.

Aproxime-se mais!
Tente sentir mais do que um abraço é capaz.

Quando bem apertado, ele ampara tristezas,
sustenta lágrimas, combate incertezas, põe a nostalgia de lado.

É até capaz de amenizar o medo.
Se for cheio de ternura,
ele guarda segredos e jura cumplicidade.

Um abraço de verdade
divide alegrias e se apraz em comemorações.
Abraços são pequenas orações de fé e de energia.

Olhe para o lado.
Há sempre alguém que precisa de um abraço e não coragem pra dizer!
Enlace-o!

O que vai receber de volta é um sorriso de carinho e uma palavra sincera.

Você vai perceber que ninguém está sozinho e que a vida pode ser um eterno céu de primavera.

É em dias como este que sentimentos adormecidos despertam e voltam a inundar nossos olhos de lágrimas. A memória dos que partiram jamais abandona nossos corações, mas aquele desespero, aquela profunda tristeza vão sendo suavizados com o tempo, mas acordam revoltados para dias como este.

Mas não deixemos que a tristeza prospere, e antes, lembremos quem já não está entre nós, recordemos suas histórias, suas características e celebremos quem foram em vida. O importante é jamais esquecer, mas aceitar com serenidade os desígnios de Deus, e n'Ele confiar, e a Ele pedir orientação e paz.

É fundamental aceitar a morte como parte da vida, assim como enxergar a partida dos que amamos não como um terrível final, mas como uma continuação, uma partida para algo melhor. E lembre-se, aqueles que se foram ficarão sempre conosco, na nossa memória e saudade, e deles não nos separamos definitivamente, pois eles apenas partiram antes de nós.

A preguiça e a covardia são as causas por que os homens em tão grande parte, após a natureza os ter há muito libertado do controlo alheio, continuem, no entanto, de boa vontade menores durante toda a vida; e também por que a outros se torna tão fácil se assumirem como seus tutores. É tão cômodo ser menor.
Se eu tiver um livro que tem entendimento por mim, um diretor espiritual que tem em minha vez consciência moral, um médico que por mim decide da dieta, etc., então não preciso de eu próprio me esforçar. Não me é forçoso pensar, quando posso simplesmente pagar; outros empreenderão por mim essa tarefa aborrecida. Porque a imensa maioria dos homens (inclusive todo o belo sexo) considera a passagem à maioridade difícil e também muito perigosa: é que os tutores de boa vontade tomaram a seu cargo a superintendência deles. Depois de, primeiro, terem embrutecido os seus animais domésticos e evitado cuidadosamente que estas criaturas pacíficas ousassem dar um passo para fora da carroça em que as encerraram, lhes mostram em seguida o perigo que as ameaça, se tentarem andar sozinhas. Ora, este perigo não é assim tão grande, pois aprenderiam por fim muito bem a andar. Só que um tal exemplo intimida e, em geral, gera pavor perante todas as tentativas ulteriores.

É, pois, difícil a cada homem se desprender da menoridade que para ele se tornou quase uma natureza. Até lhe ganhou amor e é por agora realmente incapaz de se servir do seu próprio entendimento, porque nunca lhe foi permitido fazer uma tal tentativa. Preceitos e fórmulas, instrumentos mecânicos do uso racional ou, antes, do mau uso dos seus dons naturais são os grilhões de uma menoridade perpétua. Mesmo quem deles se soltasse só daria um salto inseguro sobre o mais pequeno fosso, porque não está habituado a este movimento livre. São, pois, muito poucos apenas os que conseguiram mediante a transformação do seu espírito se arrancar da menoridade e iniciar então um andamento seguro.

Immanuel Kant

Ainda que fosse assim,
ainda que continuassem a existir
prorrogações, anulações,
analistas e divãs,
gemidos como em campo de concentração:

Do teu canto,
de uma janela qualquer perdida no meio da cidade,
observarias subir a maré da loucura
aos olhos da noite.

Por algum tempo, talvez,
tenhas esquecido a melodia em dor maior,
tenhas sucumbido ao prazer de ser essência,
elemento, continente.

Ainda que fosse assim,
Sob o luar sonharíamos...
Dois loucos fazendo amor
como dois desconhecidos
e com paixão tamanha !

Ainda que fosse assim.
Ainda...
Mas nunca foi
Assim...