Dia da Enfermeira
Logo ao amanhecer, começam a se movimentar, na luta contra a dor para a vida do seu semelhante salvar.
Chamadas a todos os cantos, a todos atende com muito amor, as vezes mal compreendidas, sem o semelhante reconhecer seu valor.
As vezes até nem é culpada, de demorar a atender, esquecemos que esteve ocupada, com outro caso grave para resolver.
Com suas fardas brancas e lindas, estão atentas à toda hora, para trazer o bálsamo que cura, como um anjo de nossa senhora.
Todos os doentes curados, saem alegres, por voltarem ao lar, elogiam sempre os médicos, mas esquecem das enfermeiras elogiar.
A elas devemos tributar, grande parte da nossa gratidão, pois contribuíram como puderam, para nossa recuperação.
Esse poema foi escrito por um major da PM em 13-11-1982 enquanto estava internado num determinado hospital.
Autor Major Antenor
Era 15 de junho e em dois dias eu faria trinta anos. Estava inseguro com a rapidez com que o tempo havia passado e temia que os melhores anos tivessem ficado para trás... Minha rotina diária incluía uma sessão de ginástica antes do trabalho. Todas as manhãs encontrava com meu amigo Nicholas na academia. Ele tinha setenta e nove anos e estava em plena forma...
Quando o cumprimentei naquele dia, ele percebeu que eu não estava animado como sempre, e perguntou se havia alguma coisa errada. Disse-lhe que estava ansioso por estar fazendo trinta anos. Fiquei imaginando, como olharia para trás quando chegasse à idade do meu amigo Nicholas, então, lhe perguntei:
Qual foi a melhor época de sua vida? Sem hesitar, Nicholas respondeu: Bem, Joe, esta é minha resposta filosófica à sua pergunta filosófica: quando era criança, na Áustria e meus pais cuidavam de mim, sem que eu precisasse me preocupar com nada, aquela foi a melhor época de minha vida. Quando fui para a escola e aprendi as coisas que sei hoje, aquela foi a melhor época de minha vida.
Quando arrumei meu primeiro emprego, passei a ter responsabilidades e a ser pago por meu esforço, aquela foi a melhor época de minha vida. Quando conheci minha mulher e me apaixonei, aquela foi a melhor época de minha vida... Veio a Segunda Guerra e minha mulher e eu tivemos de sair da Áustria para salvar nossas vidas. Quando estávamos juntos e a salvo num navio, vindo para a América do Norte, aquela foi a melhor época de minha vida!
Quando viemos para o Canadá e formamos uma família, aquela foi a melhor época de minha vida. Quando me tornei um jovem pai e pude ver meus filhos crescerem, aquela foi a melhor época de minha vida. E agora Joe, tenho setenta e nove anos e estou com saúde. Me sinto bem e continuo apaixonado por minha mulher, exatamente quando a conheci.
Esta é a melhor época de minha vida!
Procuraram um Leão, Ele veio como um Cordeiro... e eles O perderam. Procuraram um Guerreiro, Ele veio como um Pacificador... e eles O perderam.
Procuraram um Rei, Ele veio como um Servo... e eles O perderam. Procuraram pela libertação de Roma, Ele submeteu-se à cruz Romana... e eles O perderam.
Procuraram um que se ajustasse a seu molde, Ele era o criador de moldes... e eles O perderam. O que procurar? O leão? O guerreiro? O rei? O libertador? O que procurar?
Procuraram encontrar suas necessidades temporárias, Ele veio mostrar sua necessidade eterna... e eles O perderam. Ele veio como um cordeiro para ser sacrificado por seu pecado... Você O perderá? Ele veio para construir a paz entre Deus e os homens... Você o perderá?
Ele veio modelar e servir toda a humanidade... Você O perderá? Ele veio para que possamos ter a liberdade verdadeira... Você O perderá? Quando nos submetermos ao Cordeiro, encontraremos o Leão. Quando nos unirmos ao Pacificador, encontraremos o Guerreiro. Quando trabalharmos com o Servo, encontraremos o Rei.
Quando andarmos com o submetido, encontraremos o Libertador. Quando nos preocuparmos com o eterno, teremos o temporário.
Se ele não se ajusta ao molde que você tem, então vá ao criador de moldes e receba um novo. Submeta-se a seu plano para a sua vida e você encontrará primeiro as suas necessidades eternas – então todas as outras coisas que você precisa virão também.
Pior que errar em palavras ou atitudes, é fazê-lo com pessoas que são importantes para nós. Nós sempre tivemos uma amizade única e verdadeira e eu sei que posso ter estragado tudo para sempre.
Gostaria de poder consertar todos os danos que provoquei, mas tenho medo que já seja tarde demais. Ainda assim, aceite minhas sinceras desculpas, pois eu estou profundamente arrependida.
Empoleirado em um alto galho de árvore, o galo estava de sentinela, vigiando o campo para ver se não havia perigo para as galinhas e os pintinhos que ciscavam o solo à procura de minhocas. A raposa, que passava por ali, logo os viu e imaginou o maravilhoso almoço que teria se comesse um deles. Quando viu o galo de vigia, a raposa logo inventou uma historinha para enganá-lo.
- Amigo galo, pode ficar sossegado. Não precisa cantar para avisar às galinhas e os pintinhos que estou chegando. Eu vim em paz.
O galo, desconfiado, perguntou:
- O que aconteceu? As raposas sempre foram nossas inimigas. Nossos amigos são os patos, os coelhos e os cachorros. Que é isso agora?
Mas a espertalhona continuou:
- Caro amigo, esse tempo já passou! Todos os bichos fizeram as pazes e estão convivendo em harmonia. Não somos mais inimigos. Para provar o que digo, desça daí para que eu possa lhe dar um grande abraço!
O que a raposa queria, na verdade, era impedir que o galo voasse para longe. Se ele descesse até onde ela estava, seria fácil dar-lhe um bote. Mas o galo não era bobo. Desconfiado das intenções da raposa, ele lhe perguntou:
- Você tem certeza de que os bichos são todos amigos agora? Isso quer dizer que você não tem mais medo dos cães de caça?
- Claro que não! - confirmou a raposa.
Então o galo disse:
- Ainda bem! Porque, daqui de cima estou avistando um bando que vem correndo para cá. Mas, como você disse, não há perigo, não é mesmo?
- O que?! - gritou a raposa, apavorada.
- São os seus amigos! Não precisa fugir, cara raposa. Os cães estão vindo para lhe dar um grande abraço, como esse que você quer me dar. Mas a raposa, tremendo de medo, fugiu em disparada, antes que os cães chegassem.
"Muitas vezes, quem quer enganar acaba sendo enganado. "
Jean de La Fontaine