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Que saudades do tempo que já passou, do tempo que não volta mais. Que saudades das suas comidas, dos seus mimos, das suas palavras e principalmente do seu amor, vovó do meu coração.

Tanto aprendi com você, tanto lhe devo, mas saiba que mesmo estando tão longe de você, todos os dias trago você no meu pensamento, no meu coração, e como bastante daquilo que hoje sou o devo a você, eu sou também a sua obra. Te amo, avó querida!

Que seu sábado seja um dia muita paz e tranquilidade. Faça as coisas que estão por fazer, mas acima de tudo faça aquilo que mais gosta. Esteja perto das pessoas que ama e descanse muito.

É tempo de repor as energias que desgastou durante a semana. Esqueça os problemas que lhe podem roubar a alegria e seja feliz!

Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção. Eu nunca respeitei sua banalidade, nunca entendi como pude ser tão escrava de uma vida que não me dizia nada, não me aquietava em nada, não me preenchia, não me planejava, não me findava.
Nós éramos sem começo, sem meio, sem fim, sem solução, sem motivo.
...Não sinto saudades do seu amor, ele nunca existiu, nem sei que cara ele teria, nem sei que cheiro ele teria. Não existiu morte para o que nunca nasceu...

...Sinto falta da perdição involuntária que era congelar na sua presença tão insignificante. Era a vida se mostrando mais poderosa do que eu e minhas listas de certo e errado. Era a natureza me provando ser mais óbvia do que todas as minhas crenças. Eu não mandava no que sentia por você, eu não aceitava, não queria e, ainda assim, era inundada diariamente por uma vida trezentas vezes maior que a minha. Eu te amava por causa da vida e não por minha causa. E isso era lindo. Você era lindo.
Simplesmente isso. Você, a pessoa que eu ainda vejo passando no corredor e me levando embora, responsável por todas as minhas manhãs sem esperança, noites sem aconchego, tardes sem beleza...

...sinto falta de quando a imensa distância ainda me deixava te ver do outro lado da rua, passando apressado com seus ombros perfeitos. Sinto falta de lembrar que você me via tanto, que preferia fazer que não via nada. Sinta falta da sua tristeza, disfarçada em arrogância, em não dar conta, em não ter nem amor, nem vida, nem saco, nem músculos, nem medo, nem alma suficientes para me reter.

Prometi não tentar entender e apenas sentir, sentir mais uma vez, sentir apenas a falta de lamber suas coxas, a pele lisa, o joelho, a nuca, o umbigo, a virilha, as sujeiras. Sinto falta do mistério que era amar a última pessoa do mundo que eu amaria.

Tati Bernardi

Um dia, Deus me deu o melhor presente que eu poderia receber, a sua amizade! Você simplesmente em um ano me ajudou em tudo que era necessário, em tudo que eu precisava, você sempre esteve ao meu lado, me ajudando, apoiando, etc.

Por isso, e por outros motivos, eu venho aqui lhe agradecer por todo carinho, amor e atenção que você me dá. Obrigada de coração!

Amigo, hoje faz um ano que nos conhecemos, porém parece que o conheço há séculos. Como posso ter tanta admiração e carinho por uma pessoa em tão pouco tempo?! Mas tem coisas na amizade que ninguém explica!

Obrigada por tudo, e sempre que precisar estarei aqui! Eu te amo muito!

O amor eterno pode parecer, de fato, uma justificativa de todas as infidelidades. Procurando o seu amor eterno, o homem não seria fiel a ninguém.

Acontece que eu já confessei que nunca fui fiel e considero isso uma mácula que tenho quase como um estigma físico. Mas conheço vários casos de amor eterno. Um deles: o de meu irmão Mário pela minha cunhada Célia. Morreu Mário e Célia matou-se, para segui-lo.

Outro caso: O da minha tia Iaiá pelo meu tio Chico. Este era por assim dizer um bêbado nato e hereditário. Mesmo sem beber, continuava embriagado. Era um homem que, nas suas crises de alcoólatra, enfrentava a polícia montada, derrubando cavalos e enfrentando a multidão. Mas era só Iaiá aparecer para que aquele possesso, de repente e mansamente, saísse atrás dela. Nunca Chico elevou a voz para Iaiá. Sempre foi o homem magnetizado pelo amor: era diante dela um menino patético e tão órfão. Aos 80 anos, ele era um namorado bêbado, mas namorado. E assim ele morreu e assim ela morreu com o amor que continua para além da vida e para além da morte, como Mário e Célia.

Nelson Rodrigues