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Quero te acercar de mim, acariciar sua pele...

Quero sentir o perfume que vem de você

quando nos amamos,

Quero ouvir sua voz baixinho em meus ouvidos,

E ficar assim, abraçada a você, na penumbra...

E falar de nossos sentimentos, de nossas emoções,

E deixar que nossas mãos nos explorem,

nos toquem...

Quero deixar que a pele arrepiada lentamente

Vá substituindo a calma pelo desejo...

Quero sentir o toque dos seus lábios

em minha orelha,

E esse seu jeito gostoso de cheirar meu pescoço,

Quando você chega, com saudade...

Quero te tocar devagarzinho,

te excitar, nos sentir

Quero te afagar inteiro e ao mesmo tempo

um só pedacinho...

Quero te profanar e violar seu desejo,

seu corpo

Quero que você se doe numa entrega total,

louca, apaixonada.

Depois quero a paz e a calma,

com cheiro de manhã de primavera,

E enquanto descansamos num abraço,

numa banheira...

Quero seu beijo, calmo... quente...

uma carícia terna, um olhar...

Quero conhecer seus mistérios,

sua alma, seu coração...

Quero te envolver, me aproximar...

Quero dizer numa voz baixa, rouca...

Eu amo você, paixão...

Você deixa

Minha amiga Mildred fazia progresso, recuperando-se lentamente de um derrame cerebral. Ela ainda lutava para sentar-se direito e para falar.
A cada vez em que eu a visitei no asilo, as linhas de frustração em seu rosto estavam um pouco mais profundas. A frase que ela mais pronunciava era, - Por que?
E nada que eu dissesse trazia-lhe conforto. Lutei também. Em minhas orações eu pedi, - Senhor, como posso ajudar?
Certa noite me despedi de Mildred e fui jantar com minha mãe. Fui ao banheiro lavar as mãos e notei algo peculiar: uma longa faixa de papel higiênico cobria boa parte da bacia da pia.
- Mãe, o que este papel está fazendo aqui? Perguntei.
- Havia uma aranha na pia. Ela deslizava toda vez que tentava sair e eu quis ajudá-la, então eu fiz uma escada.
Minha mãe respondeu.
- Acho que funcionou. Ela não está mais aqui. Respondi.
Retirei a "escada", pensando em minha amiga Mildred. Ela estava presa também, e eu já tinha trabalhado muito tentando levanta-la. Talvez o que ela precisasse fosse mais como o que minha mãe tinha oferecido à aranha.
Em minha visita seguinte, Mildred outra vez perguntou, - Por que?
Eu não tentei achar uma razão. Eu peguei em sua mão e, no silêncio, eu vi como a amizade pode ser uma escada. Palavras ou explicações deixaram de ser necessárias, apenas a simples confiança da amizade e minha amiga Mildred percebeu que não encararia sua luta sozinha.

Te faço um café fresquinho ou um chá se você quiser. Te faço um chamego bom ou um cafuné se for a sua preferência. Entrego a saudade ao vento e te cubro com o meu amor. Rabisco na palma da sua mão um verso pequeno ou um poema dedicando o meu coração a você. Te juro um amor recíproco e uma vida repleta de momentos bons.

Querido irmão, como é difícil, e até impossível, imaginar a vida sem você ao meu lado. Como fica difícil lembrar como era antes de você chegar no mundo e inundar nossas vidas de alegria e significado. Eu te amo muito, meu irmão caçula!

Você é e sempre será uma das pessoas mais importantes da minha vida. Você é o meu irmãozinho lindo, mas também um amigo de verdade, de sempre e para sempre!

Sabe o que é o amor?
Ele é cego, surdo, mudo, sem preconceitos, não liga pra idade, qualidades, defeitos, apenas se sente, apenas se ama.