Conta-se que um amigo levou um índio para passear no centro de São Paulo. Seus olhos não conseguiam acreditar na altura dos edifícios e ele mal conseguia acompanhar o ritmo frenético das pessoas indo e vindo. Espantava-se com o barulho ensurdecedor das sirenes, dos automóveis, das pessoas falando em voz alta.
De repente, o índio falou: "Ouço um grilo!"
O amigo espantado retrucou: "Impossível ouvir um inseto tão pequeno nessa confusão!"
O índio insistiu que ouvia o cantar de um grilo. Tomando o seu cicerone pela mão, levou-o até um canteiro de plantas. Afastando as folhas, apontou para o pequeno inseto.
"Como?" Perguntou o amigo, ainda sem crer.
O índio pediu-lhe algumas moedas, e então jogou-as na calçada. Quando elas caíram e se ouviu o tilintar do metal, muita gente se voltou.
"Escutei o grilo porque o meu ouvido está acostumado com este tipo de barulho. As pessoas aqui ouvem o dinheiro caindo no chão porque foram condicionados a reagirem a esse tipo de estímulo." Depois arrematou: "A gente ouve o que está acostumado ou treinado a ouvir."
Vivemos em um mundo materialista. A vida nos impõem que sejamos muitas vezes duros. Acabamos nos tornando céticos. A voz de Deus não é ouvida senão por aqueles que tem o ouvido sensível. Muitas vezes a correria da vida e as agitações da nossa alma inquieta não nos permitem perceber o Divino.
Treinamos os nossos sentidos para reagir apenas aos impulsos da sobrevivência, mas há realidades que só se percebem com o espírito. Aqueles que aquietam o coração e se deixam tocar pelo Eterno, escutam o sussurro de Deus.
Desejo que todos consigamos, apesar do tumulto que nos cerca, escutar o sussurro de Deus.
Aprendi a conhecer você, Assim como os pássaros conhecem seus ninhos, Sem dúvida num voo livre, Que se abre no infinito.
Aprendi a caminhar com você, Assim como as estrelas respeitam o brilho da lua, Que sabe que como aquela só existe uma única no mundo.
Aprendi a brigar com você, Assim como as ondas do mar que brigam e se debatem inutilmente, Para depois se transformarem em espumas suaves na areia.
Aprendi a entender você, Assim como as montanhas entendem as nuvens e se esticam como se pedindo chuva para os seus campos secos.
Aprendi a amar você, Assim como os pássaros amam a liberdade, Os rios amam suas águas, As estrelas amam o céu, As ondas amam o mar, As montanhas amam seus campos.
Aprendi a amar você como o mais puro e sublime sentimento, Assim como eu amo Deus eternamente.
Te amo!
Uma pequena menina sofria muito durante os temporais. Então sua mãe lhe disse para rezar quando estivesse assustada e o medo se afastaria.
Um dia, após temerosa tempestade, a menina foi até sua mãe e disse que rezar durante o perigo não trouxe nenhum alívio. - Então, disse sua mãe, – tente rezar quando o sol estiver brilhando e veja se isso leva o medo embora.
Alguns dias depois, quando furiosa tempestade se aproximava, ela disse docemente: - Rezar quando o sol brilha foi o melhor caminho pois não tenho agora nem um pouquinho de medo.
- Pois é isso, minha filha. Respondeu-lhe a mãe – Quem sabe agradecer e apreciar os bons tempos não tem porque temer as horas ruins.
Nos próximos sete dias que terá pela frente, desejo que você receba tudo o que merece. Acredito verdadeiramente que quem luta com todas as forças acaba recebendo a recompensa. Você é uma mulher guerreira que nunca desiste de suas metas e com certeza seus sonhos se realizarão mais tarde ou mais cedo.
Que sua semana seja muito abençoada, querida amiga!
Eu sei que pisei na bola,
na verdade nem sei o que dizer, mais sei reconhecer que errei,
por favor desculpe-me...
você sabe que eu sou louca por você
se eu te machuquei foi sem querer,
eu não quero te perder,
por favor, desculpe-me...
por tudo que fiz
se te deixei chateado
se fiz teu coração doer
se fiz uma lágrima correr em teu rosto
por favor, desculpa-me.