Desamor não há quem me resgate nesta vida, tampouco o que não viva só pra si, não há com quem se dividir a lida, não há quem queira estar comigo aqui. Encontro gente amarga no caminho. No atalho que me coube percorrer, tiraram as avenidas de carinho, deixando-me sem chance de escolher. Vão os felizes por outras estradas, pessoas plenas, já tão engajadas, as quais já têm a quem dar seu amor. Mas eu carrego a alma destroçada, vivendo eternamente ignorada, nas avenidas do meu desamor.
Eleita hei de encontrar-te lá noutras esferas, um grande amor não vai morrer assim, hás de saber o quanto eu fui sincera e transparente do começo ao fim. Foste covarde e omisso vezes tantas, que relevei por ver-te sem saída.
Não suportaste meu amor de santa, nem minha insígnia de mulher bandida. Hei de encontrar-te lá no firmamento, mesmo que seja por um só momento, pois do contrário eu não prosseguirei. Almas despidas máscaras desfeitas, tu me dirás que eu sempre fui tua eleita, e crendo nisto... Eu te libertarei.
Em vão quisera te falar das manhãs claras, do sol que sai dourando meus jardins. Dos delicados tons das flores raras, de como tudo é tão formoso aqui. E te falar das noites perfumadas, da lua que se esconde nas mangueiras, das vertentes e sonoras cachoeiras, da paz desta paisagem inusitada. Mas tu não vens talvez porque não queiras, selar o pacto desta afeição, que me declaras tão levianamente. Serei feliz em te esperar somente, esperarei mesmo que seja em vão, esperarei, amor, a vida inteira.
Vingança é por vingança este meu verso triste, sinto prazer em te fazer chorar. E não me acuses com o dedo em riste, por ser a voz que logras abafar. É por vingança este meu verso duro, sinto prazer em ver-te ajoelhar, no meu altar de horripilantes muros, do qual supões que possas te ocultar.
Foste tu mesmo quem me despejaste, quando eu sorria tonta como infante, crente do amor que um dia me juraste. Dou-te de prêmio amargo fel triunfante, sorvas aos poucos pois é minha vingança, mataste tudo, até minha esperança.
Nessa horrível noite monótona e fervente
Encontro-me aqui...
Na mente apenas a lembrança do seu rosto,
Dos seus olhos...
Com o ardente desejo de seus lábios
Passo os tristes dias a sua espera...
Meu coração em desalinho,
Completamente perdido
Começa a se derrocar perante sua constante presença nos meus pensamentos.
Meu coração já bate a seu favor,
Já palpita veloz ao te sentir perto...
Há tempos sonhava com você,
Sem saber quem realmente tu és,
Quando chegarias.
E agora,
Entrego-te meu coração
Para não mais chegar a beira do abismo
Perguntando-se o verdadeiro significado do amor,
Se ele existe ou se é apenas mais uma invenção da mente fértil do homem...
A sensação de vazio eterno
Faz parte de um passado mórbido,
Tenebroso...
A dor da solidão consumia meus sonhos,
Meus desejos,
As lágrimas que caiam da minha alma
Faziam brotar um sentimento sombrio,
Capaz de me transformar em apenas mais um ser,
Sem sentimentos,
Mas você chegou,
E hoje...
A saudades já é devastadora...
Não nego que sinto falta de sua voz,
Da sua presença,
Mas você fez nascer dentro de mim
Um sentimento puro,
Incomparável...
E a ele me apego nessas noites insanas
Para suprir a dor da sua ausência.
Sei que você está triste por estar enfrentando essa doença, mas não desanime. Você é uma pessoa forte que sempre soube superar as dificuldades da vida. Não pense que é agora que você terá que desistir.
Mantenha a esperança no coração. Acredite verdadeiramente que melhores dias virão. E acima de tudo, olhe ao seu redor, você jamais estará só.
Você, que reclama o que não recebe, já pensou no que não dá? Você, que se lamenta porque sofre, já pensou no quanto faz sofrer? Você, que acusa a ignorância, já avaliou seus conhecimentos?
Você, que condena o erro, já percebeu quanto erra? Você, que se diz amigo sincero, já se analisou com sinceridade? Você, que se queixa da penúria, já viu quanto possui mais que os outros?
Você, que critica o mundo, já fez algo para melhorá-lo? Você, que sonha com o céu, quanto já fez para extinguir o inferno? Você, que se diz modesto, não terá orgulho de parecer humilde?
Você, que condena o mal, tem procurado difundir o bem? Você, que deplora a indiferença, tem semeado o amor? Você, que se aflige com a pobreza, tem usado bem suas riquezas?
Você, que se dói com os espinhos, tem cultivado rosas? Você, que tanto lamenta as trevas, tem espalhado luz? Você, que se ocupa consigo mesmo, tem se preocupado com os outros?
Você, que se sente tão pequenino, tem procurado crescer? Você, que se queixa da solidão, tem buscado companhia de um amigo? Você, que se revolta contra a doença, que tem feito pela saúde?
Você, que almeja a concórdia, tem combatido a discórdia? Você, que se diz servo de Deus, tem servido para alguma coisa?
Ano novo é momento de reflexão. Aqui você pode fazer um balanço do que se passou, fazer planos, quem sabe aquele casamento sai?!
Tem gente que vai iniciar o ano novo fazendo aquele regime, aquela dieta para perder peso. Há quem planeja estudar, fazer o curso que tanto aguardava, melhorar o salário, trocar de profissão.
Mas sejam quais forem seus planos, faça-os sempre ao lado de Jesus. Convide o bom Pastor a participar dos seus planos. Certamente ele iluminará o seu caminho e te guiará em segurança.
Ano novo é tempo de recomeço, refazimento e é tempo de Esperança! Creia que Deus pode te dar um ano muito melhor. Mas Ano Novo é também tempo de mudança! Faça como Zaqueu, mude para melhor, deixe Jesus modificar o seu caráter, busque ser uma nova, pacífica e justa criatura.
Aprenda com seus erros, tente não cometê-los novamente. Seja prudente, cuidado com o cartão de crédito!
Tenha uma visão positiva da vida! Não supervalorize as dificuldades. Lembre-se que você tem Jesus ao seu lado. Use de estratégias, seja sensível, use a sua percepção espiritual, busque a orientação de Deus.
Não esqueça que para tudo há um momento certo. Há um propósito para todas as coisas.
Enfim, que as bençãos do Senhor estejam com você e com os seus!
Israel Silva