O amor não deveria ser exigente; senão, ele perde as asas e não pode voar; torna-se enraizado na terra e fica muito mundano. Então ele é sensualidade e traz grande infelicidade e sofrimento.
O amor não deveria ser condicional, nada se deveria esperar dele. Ele deveria estar presente por estar presente, e não por alguma recompensa, e não por algum resultado.
Se houver algum motivo nele, novamente seu amor não poderá se tornar o céu. Ele está confinado ao motivo; o motivo se torna sua definição, sua fronteira.
Um amor não motivado não tem fronteiras: é pura alegria, exuberância, é a fragrância do coração.
E o fato de não haver desejo de algum resultado não quer dizer que não haja resultados. Há sim, e eles acontecem mil vezes mais, porque tudo o que damos ao mundo retorna e ressoa.
O mundo é um lugar que faz eco. Se atirarmos raiva, a raiva voltará; se dermos amor, o amor voltará.
Mas esse é um fenômeno natural, e não precisamos pensar sobre ele. Podemos confiar: isso acontece por si mesmo. Esta é a lei do carma: tudo o que você semeia, você colhe; tudo o que você dá, você recebe.
Assim, não há necessidade de pensar a respeito, é automático. Odeie, e será odiado; ame; e será amado.
Osho
Eu não vou pular nessa vida nenhum capítulo de nossas vidas, eu vou procurar e te encontrar, em todas as intenções de te amar...
Quero te ver nos meus olhos todas as noites que passar em claro, tentando acreditar e imaginar suas mãos em meu rosto fazendo o meu sonho se tornar leve e longo ao seu lado.
Não peço para acreditar que tudo tem um fim, mas que tudo tem um recomeço e ele para mim foi você. Assim me vejo sem o fim e sem esperar nenhum recomeço que possa te jogar para longe de mim. Vou andar de mãos dadas com você e mostrar para quem quiser ver o que nasceu em uma manhã e, agora, cada dia mais se faz eterno.
Eu te amo muito meu amor!
Como um pássaro que voa
o amor ganha asas
e a alegria novas cores
e o sol uma nova luz
e até a voz é sorriso.
No alto voo do pássaro
a saudade desabrocha
nasce, fere, machuca e
com o olhar no céu
procura ventos derramados.
E o sul é o norte
e o este o oeste
e nada mais é igual
desde a hora que o
amor acontece.
Tentar pode ser o passaporte para a decepção, para a dor, para a rejeição. Mas ainda assim, prefiro me decepcionar, prefiro ser dilacerado, prefiro ser rejeitado, sabendo que tentei, que lutei com todas as minhas forças.
Certa tarde o paizão saiu para um passeio com as duas filhas, uma de oito e a outra de quatro anos.
Em determinado momento da caminhada, Helena, a filha mais nova, pediu ao pai que a carregasse, pois estava muito cansada para continuar andando.
O pai respondeu que estava também muito fatigado, e diante da resposta a garotinha começou a choramingar e fazer "corpo mole".
Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore e o entregou à Helena dizendo:
- Olhe aqui um cavalinho para você montar, filha! Ele irá ajudá-la a seguir em frente. A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão rápido, que chegou em casa antes dos outros.
Ficou tão encantada com seu cavalo de pau, que foi difícil fazê-la parar de galopar.
A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao pai como entender a atitude de Helena?
O pai sorriu e respondeu dizendo:
- Assim é a vida, minha filha. Às vezes a gente está física e mentalmente cansado, certo de que é impossível continuar. Mas encontramos então um "cavalinho" qualquer que nos dá ânimo outra vez.
Esse cavalinho pode ser um bom livro, um amigo, uma canção... assim, quando você se sentir cansada ou desanimada, lembre-se de que sempre haverá um cavalinho para cada momento, e nunca se deixe levar pela preguiça ou o desânimo.
E sorria!