Por muito tempo que passe, temos sempre vontade de viver mais e presenciar acontecimentos que nos marcam. Sua chegada à nossa família foi algo que me emocionou e agora, passado todos estes anos, chegou o dia do seu casamento. Acredite, querido neto, que nunca pensei presenciar essa ocasião tão importante da sua vida, mas sou uma privilegiada em continuar com vida para poder desfrutar de um momento assim.
Desejo muitas felicidades para vocês com amor e muita união!
Não tenho o poder de tirar a sua dor, e acredito que ninguém o tem. Nem mesmo Deus, pode interferir no nosso arbítrio, se é tempo de chorar, chore, se é tempo de gemer, gema, se é tempo de recordar, recorde, se é tempo de saudade profunda, sinta-a. Mas não se demore além do tempo necessário. Tempo que o próprio tempo vem lhe dizer. Este sim, poderoso consolador, vem abrandar, jamais apagar, a marca da dor, usando a alquimia das horas, a magia simples do amor. Por isso, não te peço que esqueça o ente querido, ou o amigo inesquecível que morreu. Não te peço que arrume outro amor hoje, para esquecer este que tanto marcou e partiu. Nem sou louco para te pedir que perdoe imediatamente, quem tanto mal te fez. Nem eu, nem Deus, que tudo espera. Senhor do tempo, Senhor do amor, envia refrigérios para a alma aflita, na forma de uma música bonita, uma mensagem bem escrita, uma poesia, ainda que sem rima, que toca no coração, pega a sua mão e diz: – vem, é tempo de renascer. Se a lágrima que ainda rola no seu rosto, queima a face, é tempo de refletir. Talvez seja a hora de recomeçar o caminho, seguir pela estrada que ainda reclama passos, ir adiante, além da dor e do grito, rumo ao seu futuro, rumo ao infinito. Deus te ama profundamente... Eu acredito em você!
Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres tinha um professor chamado Peters, que não gostava dele, mas Gandhi não baixava a cabeça.
Um dia o prof. estava comendo no refeitório e sentaram-se juntos.
O prof. disse:
- Sr. Gandhi, você sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?
OK, Prof... Já estou voando... e foi para outra mesa.
O prof. aborrecido resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde, brilhantemente, todas as perguntas.
Então resolve fazer a seguinte pergunta:
- Sr. Gandhi,
indo o Sr. por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a Sabedoria e um pacote com muito dinheiro.
Com qual deles ficava?
Gandhi respondeu...
- Claro que com o dinheiro, Prof.!
- Ah! Pois eu no seu lugar Gandhi, ficaria com a sabedoria.
- Tem razão prof, cada um ficaria com o que não tem!
O prof. furioso escreveu na prova "IDIOTA" e lhe entregou.
Gandhi recebeu a prova, leu e voltou:
E disse...
- Prof. o Sr. assinou a prova, mas não deu a nota!
Moral da historia.
Semeie a Paz, Amor, compreensão. Mas trate com firmeza quem te trata com desprezo. Ser gentil não é ser capacho, nem saco de pancadas!
Quando a gente se encontrar
E eu, de repente me calar
Sossegue amor!
É que meu coração quer ouvir o seu
Assim, tão perto do meu
Não estranhe
Mesmo que haja muito o que dizer
Deixe o silêncio nos envolver
Quero abraços longos e apertados
Apaixonados
Quero beijos de amor sem fim
Você, assim, grudado em mim
Se eu não falar nada
É porque tudo o que tenho a dizer
Você já deve saber
Então, deixemos que o silêncio seja eloquente
E fale tudo pra gente
Sinta apenas meu toque
Minha respiração
O pulsar do meu coração
Seja apenas... amor
Calor
Torpor
Magia
Fantasia
Se eu me calar
É porque tudo que mais quero nesta vida
É somente te amar
Nos gritos dos silêncios
Nos gestos impensados
Nas mãos que se fecham nos aproximando ainda mais
Nos olhos desesperados pelo seu olhar
Na boca doida pra te beijar
Ah... amor... se eu me calar
Sossegue
Só quero aprender a te amar!
Em tempos pensei que tinha sido ferido como homem algum jamais o fora. Por sentir isso, jurei escrever este livro. Mas muito antes de começar a escrevê-lo a ferida cicatrizou. Como jurara cumprir a minha tarefa, reabri a horrível ferida. Deixem-me explicar por outras palavras. Talvez ao abrir a ferida, a minha própria ferida, tenha fechado outras feridas, feridas de outras pessoas. Morre qualquer coisa, floresce qualquer coisa. Sofrer na ignorância é horrível. Sofrer deliberadamente, para compreender a natureza do sofrimento e aboli-lo para sempre, é muito diferente. O Buda, como sabemos, teve toda a vida um pensamento fixo no espírito: eliminar o sofrimento humano.
Sofrer é desnecessário. Mas temos de sofrer para compreender que é assim.
Além disso, é só então que o verdadeiro significado do sofrimento humano se torna claro. No derradeiro momento desesperado - quando não podemos sofrer mais! - acontece qualquer coisa que tem a natureza de um milagre. A grande ferida aberta pela qual se escoava o sangue da vida fecha-se, o organismo desabrocha como uma rosa. Somos "livres", finalmente (...). Não são as lágrimas que mantêm viva a árvore da vida, mas sim o conhecimento de que a liberdade é real e eterna.
Henry Miller