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Era um daqueles dias de muito serviço em casa. E com 6 crianças e um à caminho, ficava ainda mais agitado. Neste dia em particular, eu estava com mais dificuldades para fazer as tarefas de rotina, por causa de um pequeno menino.
Len, que tinha cinco anos naquela época, estava em meus calcanhares, não importava onde eu ia. Sempre que eu parava para fazer alguma coisa e virava para voltar, eu tropeçava nele. Diversas vezes, eu pacientemente sugeri atividades divertidas para mantê-lo ocupado e afastado. - Você gosta de brincar no balanço, não gosta? Então vai brincar lá. Eu pedi outra vez.
Mas ele simplesmente me lançou um sorriso inocente e disse, - Eu gosto, mãe. Mas eu prefiro ficar aqui com você. E continuou a saltar feliz atrás de mim.
Após pisar em seu pé pela quinta vez, eu comecei a perder a paciência e insisti que fosse para fora brincar com as outras crianças. Quando eu lhe perguntei porque estava agindo daquela forma, ele me olhou com aqueles doces olhos verdes e disse, - Sabe o que é? Na aula de domingo o professor disse para a gente andar nos passos de Deus. Como não posso vê-lo, estou seguindo os seus.
Eu recolhi Len em meus braços e o apertei bastante. Lágrimas de amor e humildade derramaram sobre a oração que brotou em meu coração – uma oração de agradecimento pelo simples, contudo bonito ponto de vista de um menino de cinco anos.

Esperança não significa esperar, mas lutar dia a dia por um mundo melhor e mais alegre.
Acreditar que Deus está sempre conosco, e que fazendo a nossa parte, nós podemos progredir normalmente até o alto.
Devemos pensar na esperança como uma face da fé, onde acreditamos que nada está perdido, e no amor do Pai Celestial, podemos nos superar, e ajudar na melhoria do próximo e do Planeta Terra.
Acreditando sempre no potencial do homem, teremos sempre conosco a esperança, de que a cada dia viveremos com mais amor.
Tenham sempre esperança em si e no próximo, e faremos deste um grande lugar.

Toc, toc, toc...
Aqueles estampidos ecoavam por toda mata, como se fossem tiros de uma arma. O
machado rachava sua pele. Suas folhas tremiam, a cada pancada desferida contra seu
corpo.
Lentamente, feroz arma atinge sua alma. E ela, não mais podendo sustentar-se, cai
como um gigante. Deixa pequenos órfãos jogados pelo chão, tão pequenos e sozinhos
que o homem pisa-os sem dó ou piedade.
Eles são pequenos e fortes, sabem que sua vida não terminou. Aguardam, repousando
na terra, uma gota de água para que explodam em vida.
Natureza boa, perfeita, derrama lágrimas, num instante. Logo em seguida vem o sol
dar ânimo e coragem para aqueles pequeninos.
Começam a crescer, dar sombra, flores e frutos para homens e animais, nada pedindo
em troca.
São tão generosas, que até mesmo retiram as toxinas do ar, devolvendo-o puro e
fresco para todos.
E a vida continua... Elas são o que são. Fazem sua parte, sem querer nada em troca.
E o homem, injusto, só lhe dá uma coisa: toc, toc, toc...

Um Homem grosseiro é facilmente reconhecido:
Não raciocina, portanto não tem dúvida a respeito de nada,
Não nega, portanto não crê. Cultiva hábitos há muito nele arraigados e nada aceita, medroso, além daquilo que sejam as conveniências do que vai até a porta da frente da sua casa.
Não testemunha o seu tempo: Vive no tempo do que um dia conquistou; não deixa que ninguém o conheça, posto precisar defender-se com frequência e, dessa forma, fica livre para ofender os outros.
Um Homem rude é aquele que aprende com o que lê, mas prefere não aplicar o que a teoria lhe ensinou, medroso, nada aceita do mundo presente, porque julga que já traçara seu destino e o inesperado não lhe interessa mesmo que seja a sua própria felicidade.
Mas um homem infeliz é aquele que desconhecendo os caminhos da existência e as possibilidades que neles se escondem, julga que nada precisa mudar e que tudo está certo como está.
Feliz é o homem, certamente, que apesar de todas as adversidades, cruza sem medo a via do destino, toma na mão as rédias de sua própria vida, conduz o carro dos seus dias para onde seu coração e a sua inteligência lhe indicar.

Voltaire

Ele acompanha a gravidez desde os primeiros dias de gestação... Orienta as mamães de primeira viagem, as que já estão acostumadas, as que não queriam de jeito nenhum, as que aguardavam ansiosamente a graça recebida, enfim, o obstetra é responsável por um dos fatos mais importantes na vida de uma mulher: a maternidade!
Nova vida O nascimento de um filho é sem dúvida uma dádiva do criador à criatura... É a certeza de que Ele continua acreditando no ser humano!
E quem proporciona a excelência (ou não) do processo, dos nove meses de gestação é o médico obstetra ou pelo menos, culpam ele, quando algo dá errado...
É dele a responsabilidade pelo Pré-Natal, que envolve desde simples exames à orientação nutricional responsáveis pelo bom desenvolvimento do bebê e saúde da gestante.
O profissional é também responsável pelo diagnóstico e tratamento de doenças da mama e do aparelho genital feminino, além de orientar no planejamento familiar.
Atualmente, em meio a era da globalização, robotização e o avanço da ciência, esse profissional aperfeiçoa-se a cada dia para acompanhar as últimas técnicas de fertilização e claro, para debater assuntos polêmicos, mas necessários, como o uso de células troncos.
Parabéns aos obstetras!