Meu amigo, não te esqueças. Pelo Natal do Senhor, abre as portas da bondade ao chamamento do amor.
Reparte os bens que puderes às luzes da devoção. Veste os nus. Consola os tristes, na festa do coração. Mas, não te esqueças de ti, no banquete de Jesus: segue-lhe o exemplo divino de paz, de verdade e luz.
Toma um novo compromisso na alegria do Natal, pois o esforço de si mesmo é a senda de cada qual.
Sofres? Espera e confia. Não te furtes de lembrar que somente a dor do mundo nos pode regenerar.
Foste traído? Perdoa. Esquece o mal pelo bem. Deus é a Suprema Justiça. Não deves julgar ninguém.
Esperas bens neste mundo? Acalma o teu coração. Às vezes, ao fim da estrada, há fel e desilusão.
Não tiveste recompensas? Guarda este ensino de cor: ter dons de fazer o bem é a recompensa melhor.
Queres esmolas do Céu? Não te fartes de saber teus, que o Senhor guarda o quinhão que venhas a merecer.
Desesperaste? Recorda, nas sombras dos dias teus, que não puseste a esperança nas luzes do amor de Deus.
Natal! Lembrança divina sobre o terreno escarcéu. Conchega-te aos pobrezinhos que são eleitos do Céu. Mas, ouve, irmão! Vai mais longe na exaltação do Senhor: vê se já tens a humildade, a seiva eterna do amor.
Você deve ser o sogro mais querido que existe no mundo! Todas as suas palavras soam de uma forma engraçada, como se brincasse com qualquer assunto. Até seus gestos revelam a bondade do seu coração.
Acho que é seu jeito mesmo, sabe? Qualquer pessoa sente seu carinho, sua felicidade em viver. Gostaria que você soubesse o lugar onde vive em mim: é no coração, meu sogro! Seu lugar é no meu coração!
Me desculpe!
Por nos últimos tempos não estar fazendo jus à nossa amizade, me perdoa!
Por ter feito você acreditar que me esqueci do quanto você é importante para mim, me perdoa!
Por com minha ausência não estar honrando a amizade que nos une e que tanto significa para mim, me perdoa!
Me desculpe, por favor, e eu prometo mudar.
Certo dia, num mosteiro Zen Budista, o mestre convocou todos os discípulos. Era preciso escolher um substituto para o guardião, que havia morrido. O mestre, com muita tranquilidade, falou:
- Assumirá o posto o primeiro que resolver o problema que vou apresentar.
Então o mestre colocou uma mesinha no centro da sala e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza para enfeitá-lo.
- Aí está o problema, disse o monge.
Todos ficaram olhando a cena: um vaso belíssimo, uma flor maravilhosa... O que representaria? O que fazer? Qual o enigma? De repente, um dos discípulos sacou a espada, olhou o mestre e os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e zapt!
Destruiu tudo num só golpe! Tão logo o discípulo voltou ao seu lugar, o mestre falou:
- Você será o novo guardião do mosteiro.
Moral da história: não importa qual o problema, nem a maneira que ele se apresente. Se for um problema precisa ser eliminado. Mesmo que se trate de um homem ou uma mulher maravilhosa, um grande amor que acabou ou um sentimento doloroso.
Seria bom se eu conseguisse expressar em palavras tudo que sinto por você, querida irmã, mas imagino que saiba como eu a considero essencial na minha vida.
Você é amiga, confidente, uma pessoa em quem posso confiar plenamente. Sinto que nascemos para permanecermos unidas por um amor que é eterno. Irmãs ontem e hoje, irmãs para sempre!