Hoje pensei o que seria minha vida se você não me tivesse acolhido. Acabei concluindo que se nossos caminhos não se cruzassem, a esta hora estaria perdida e sem qualquer alegria no meu dia a dia.
Não é difícil perceber que a você eu devo tudo. Seu carinho e sua generosidade salvaram o meu rumo que estava destinado ao fracasso. Você será eternamente um exemplo para mim e o amor que nos une jamais desaparecerá.
É tempo de paz, amor e alegria, pois Jesus ressuscitou. Mas também é o momento perfeito para sentir e expressar gratidão. E eu agradeço em especial à minha família, pois através do bom e do mau, sempre se mantiveram ao meu lado, sempre me apoiaram e amaram como eu sou.
Feliz Páscoa, família! Amo todos vocês e poder celebrar esta época tão especial ao lado das melhores pessoas do mundo é uma felicidade, uma dádiva de infinita alegria.
Mãe, mamãe, mãezinha, ou mainha... O importante é pronunciar Palavra esta entre todas singular Como é maravilhoso chamar!
Mãe um presente Divino Nobre valor e tão sublime Que por todos se redime De modo particular. Em cada filho um mistério Ela tem a desvendar Para que saiba sempre
que muito amor receberá.
Pressa tem em afagar Aquele que procurar O seu colo aconchegante, Uma mãe sempre terá.
Mãe do filho desajeitado, Formalizado, apressado Arredio, aconchegado... Sereno, impaciente Equilibrado, inteligente Precavido, delinquente...
O amor que a mãe sente Por toda essa gente De tal modo pertinente Sempre igual será.
Clara Barton, que fundou a Cruz Vermelha americana quando tinha 51 anos, era considerada "tímida como um rato, mas brava como um leão". Comprometida com sua missão, continuou a exercê-la mesmo na velhice. Não deixou que a idade a atrapalhasse.
Ela ia aonde quer que houvesse alguém precisando de conforto, em áreas de guerra, locais onde havia enchentes, terremotos ou febre amarela. Aos 77 anos, estava nos campos de batalha de Cuba, na guerra hispano-americana. Clara continuou seu trabalho até morrer, aos 91 anos.
Um dia, já bem velhinha, alguém a lembrou de uma ofensa que lhe fora dirigida, anos antes. Mas ela agiu como se jamais tivesse ouvido falar daquilo.
- Não se recorda? – a amiga perguntou.
- Não – Clara respondeu. – Lembro-me nitidamente de ter esquecido isso.
Dois viajantes, exaustos, depois caminharem sob o escaldante sol do meio dia, decidiram descansar à sombra de uma frondosa árvore.
Após deitarem-se debaixo daquela refrescante e oportuna sombra, um dos viajantes, ao reconhecer que tipo de árvore era aquela, disse para o outro:
"Como é inútil esse Plátano! Não produz nenhum fruto, e apenas serve para sujar o chão com suas folhas."
"Criaturas ingratas!", disse uma voz vindo da árvore. "Vocês estão aqui sob minha refrescante e acolhedora sombra, e ainda dizem que sou inútil e improdutiva?"
Espécie de árvore ornamental de grande porte.
Moral da História: Alguns homens desprezam suas melhores graças apenas porque nada lhes custam.