Todas as noites antes de pegar no sono faço uma retrospectiva da minha vida, trago o passado para o presente tudo de bom que vivi no ontem, só assim mato toda a saudade que sinto de você, penso em como foi bom tê-lo conhecido, como foi bom ter passado momentos inesquecíveis junto de você, momentos esses que só tive oportunidade de passar com você e com mais ninguém, por essas e outras razões que sinto tanta saudade de você.
Nunca deixarei de te amar, nunca deixarei de sentir desejos dos beijos seus, nunca deixarei de sentir vontade de ser abraçada por você e sentir seu corpo quente junto ao meu, como sinto falta dos momentos maravilhosos que passamos juntos... Mas tenho muitas esperanças de ter momentos tão bons como aqueles que passamos juntos.
Até porque cada momento é único, cada momento junto de você é melhor que o outro.
Quero muito ter você perto de mim de novo.
Que saudades eu tenho de você, te amo hoje e sempre.
Quando os nossos sonhos se acabam, fica um vazio imenso...
Uma vontade de parar, de desistir de tudo...
É um período difícil, em que os dias, as horas, e até os segundos são longos... Não conseguimos progredir... Falta vontade... Falta motivação...
Nos fechamos para tudo e para todos como se nada importasse... nada tivesse algum valor... vamos nos destruindo pouco a pouco... Porque será que muitas coisas em que acreditamos chega ao fim?
Acreditamos na felicidade eterna e, muitas vezes, ela não passa de um pequeno tempo... Tempo suficiente para deixar uma saudade infinita... Até que um dia... Um novo sonho começa a dar o ar da sua graça... Vem chegando de mansinho... Tentando abrir os cadeados do coração... Estamos trancados, com um enorme medo de sofrer de novo, mas mesmo assim, o novo sonho vem chegando... trazendo na mala, tudo de novo... E como todo novo sonho, é regado de novidades que fascinam, mexendo com emoções adormecidas... Trazendo de volta, a emoção de viver, amar, recomeçar!
Nessa hora, quando tudo ressurge, podemos avaliar melhor a vida... Temos que transformar cada pequeno instante, em grandes momentos... Eliminar tudo que maltrata o nosso corpo, o nosso espírito, e dar lugar somente ao que nos engrandece como verdadeiro ser humano filho de Deus!
E se os seus sonhos estiverem nas nuvens, não se preocupe... eles estão no lugar certo. Construa os alicerces, e SUBA! Nunca desista de ser feliz!
Numa granja, uma galinha se destacava entre todas as outras por seu espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria. O dono, porém, estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que já a estavam copiando.
Um dia o dono fincou um bambu no meio do campo, e amarrou a galinha a ele, com um barbante de dois metros. O mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a exatamente onde o fio lhe permitia chegar. Ali, ciscando, comendo, dormindo, estabeleceu sua vida. De tanto andar nesse círculo, a grama dali foi desaparecendo.
Era interessante ver delineado um círculo perfeito em volta dela. Do lado de fora, onde a galinha não podia chegar, a grama verde, do lado de dentro, só terra.
Depois de um tempo, o dono se compadeceu da ave, pois ela, tão inquieta e audaciosa, era agora uma apática figura. Então a soltou.
Agora estava livre! Mas, estranhamente, a galinha não ultrapassava o círculo que ela própria havia feito. Só ciscava dentro do seu limite imaginário. Olhava para o lado de fora mas não tinha coragem suficiente para se aventurar a ir até lá. E assim foi até o seu fim.
Nascemos tendo nossos horizontes como limite, mas as pressões do dia-a-dia fazem com que aos poucos nossos pés fiquem presos a um chão chamado rotina. Há pessoas que enfrentam crises violentas em suas vidas, sem a coragem de tentar algo novo que seja capaz de tirá-las daquela situação.
Admiram os que têm a ousadia de recomeçar, porém, elas próprias buscam algum culpado e vão ficando dentro do seu "círculo".
O mercado sempre coroa com reconhecimento aqueles que inovam, criam chamam a atenção. O segredo do sucesso está na criatividade.
Criar é pôr em prática algo que não existe. É correr o risco. Isto é fato, mas como se poderá saber o final da história se não se caminha até o fim?
Receba esta mensagem com muito carinho, pois minha preocupação é sincera. Soube que você está doente e quero manifestar todo meu apoio e solidariedade para tudo que precisar.
Desejo-lhe rápidas melhoras! Você é forte o suficiente para ultrapassar esse momento menos bom e tenho certeza que em breve voltará a estar em perfeita saúde.
Duas coisas enchem a alma de admiração e de respeito sempre renovados e que aumentam à medida que o pensamento mais vezes se concentra nelas: acima de nós, o céu estrelado; no nosso íntimo, a lei moral. Não é necessário buscá-las e adivinhá-las como se estivessem ofuscadas por nuvens ou situadas em região inacessível, para além do meu horizonte; vejo-as ante mim e relaciono-as imediatamente com a consciência da minha existência. A primeira, a partir do lugar que ocupo no mundo exterior, estende a relação do meu ser com as coisas sensíveis a todo esse imenso espaço onde os mundos se sucedem aos mundos e os sistemas aos sistemas e a toda a duração ilimitada dos seus movimentos periódicos. A segunda parte do meu invisível eu, da minha personalidade e do meu posto num mundo que possui a verdadeira infinitude, mas no qual o entendimento mal pode penetrar e ao qual reconheço estar vinculado por uma relação não apenas contingente, mas universal e necessária (relação que também alargo a todos esses mundos visíveis).
Numa, a visão de uma infinidade de mundos quase aniquila a minha importância, na medida em que me considero uma criatura animal que, depois de ter (não se sabe como) gozado a vida durante um breve lapso de tempo, deve devolver a matéria de que é formada ao planeta em que vive e que não é mais do que um ponto no universo. Pelo contrário, a outra ergue infinitamente o meu valor como inteligência, mediante a minha personalidade, na qual a lei moral me revela uma vida independente da animalidade e até de todo o mundo sensível, pelo menos na medida em que podemos julgá-lo pelo destino que esta lei consigna à minha existência, e que, em vez de ser limitada às condições e aos limites desta vida, se alarga até ao infinito.
Immanuel Kant