Vivemos uma linda história, repleta de altos e baixos, semelhante a tantas outras, e ainda assim diferente e única. Foi a nossa história e por ser nossa, a guardarei para sempre no coração. Mas como tantas outras histórias, como tantos outros namoros também o nosso chegou ao fim.
Mas não quero que pense que com o final da nossa relação, acabou todo e qualquer sentimento que tinha por você. Não! O amor e a paixão podem ter desaparecido, mas pelo menos para mim, não ficou o vazio no lugar deles. No mesmo coração onde bateu forte amor e paixão por você, bate agora amizade e carinho.
Quero o seu bem, a sua felicidade, hoje e sempre, e quero que saiba que se precisar eu estou aqui ao seu dispor. Por favor, não tenha medo de pedir, não tenha receio de recorrer a mim. Não somos mais namorados, mais gostaria muito que fossemos amigos.
Esta é a época da reflexão, da opção de Jesus e da graça do Senhor perante o sacrifício do seu filho! É Páscoa, mamãe! É hora de celebrar o amor e a paz junto de toda família e dos amigos.
Sou feliz, porque você tem sido meu grande apoio, meu pilar, meu jardim de flores. Desejo que renovemos todos os sentimentos, minha mãe. Adoro você por tudo que eu sou! Beijo. Feliz Páscoa!
Recordando com ternura os teus momentos de meninice, desejas voltar a um tempo onde a pureza infanto-juvenil floria sonhos que aos poucos não se realizaram.
Retornas por intermédio da memória a antigas cenas familiares sendo capaz de sentires sabores e odores que te acompanharam no passado.
E nesse instante... Choras de saudades. A memória humana é coisa fabulosa que não devemos ter medo de visitar e mesmo quando recordamos fatos nem sempre agradáveis poderemos deles retirar bons aprendizados para nossa experiência milenar de seres individuais da Criação...
As lembranças são como ondas do mar que se apresentam em calmaria ou tormentas e por isso pedem de nós bom senso e maturidade nas ações que deflagram.
Assim sendo, recordemos calmamente aqueles entes amados que conosco dividiram sonhos e desejos, recordemos menos amargurados aquelas antipatias que poderemos reconquistar pela prece, mas jamais nos fixemos em campos de lembranças sejam elas boas ou más, pois o dia de hoje é o mais importante para nossa caminhada e não será ?vivendo do passado? que nos renovaremos para a Vida.
Lembremos do ontem, mas vivamos o hoje rumo ao amanhã, que nos reserva oportunidades que não deveremos desperdiçar, pois tudo em nossa vida é importante aprendizado, mas tudo também possui o seu lugar e o seu tempo.
Quando falar sobre a dor, deixe abertas as janelas da alma para compreender que o amor e a dor são tão parecidos que até os confundimos ao vê-los bem de pertinho. Quando falar sobre a paz, faça-o no rumor da guerra, e para ser ouvido na mais alta voz.
Quando falar sobre sonhos, acorde para vivê-los na melhor lucidez do seu dia. Quando falar de amizade, estenda a mão aos seus inimigos para que possa provar a si mesmo aquilo que gosta de dizer aos outros.
Quando falar de fome, faça um minuto de jejum para lembrar daqueles que jejuam todos os dias, mesmo sem querer. Quando falar de frio, abrace alguém. Quando falar de calor, estenda a mão.
Quando estender a mão, mantenha o braço erguido para que perdure. Quando falar de felicidade, acredite nela. Quando falar de fé, cerre os olhos para encontrar a razão daquilo em que crê. Quando falar de Deus, faça-o pelo silêncio do seu testemunho.
Quando falar de si mesmo, aprenda a calar, para entender o amor, a dor, a paz, os sonhos...
Conta-se que em Monomotapa viviam dois amigos, dois grandes amigos, tais como é muito raro de se encontrar por este mundo a fora.
Numa noite, já bem tarde, aproveitando a ausência do Sol e todos dormiam, um deles acordou sobressaltado e acorreu à casa do outro. Acordou aos criados e ao amigo, que já estavam entregues a Morfeu, que reinava em seu palácio.
O amigo levantou-se de um salto, agarrou a espada, segurou a bolsa de moedas, apresentou-se a ele e disse: - Raras vezes te vi correr quando todos dormem.
Conheço-te como homem que emprega melhor as horas destinadas ao sono; se perdeste no jogo, aqui te entrego a minha bolsa; se foste agredido, aqui está a minha espada para te auxiliar. Vamos, estou pronto para te acompanhar.
Mas, o que te aconteceu, afinal? -Em primeiro lugar te agradeço o que me ofereces.
Não aconteceu nem uma coisa nem outra do que julgas, mas tive um sonho, no qual te vi muito triste e, por isso corri para aqui imediatamente.
Foi um maldito sonho a causa de tudo. -Qual dos dois era mais amigo?
Vale a pena propor este problema. Como é sublime um amigo verdadeiro!
Como é raro haver um que, ao perceber em nosso rosto uma simples expressão de tristeza, preocupe-se por nós e, que até um sonho o faça correr para o nosso lado.
É que uma pequena coisa, o que julgamos um nada até, desperta-nos receio, quando se trata da pessoa que amamos.