Todo sentimento precisa de um passado pra existir, a amizade não.
Ela cria como por encanto um passado que nos cerca, ela nos dá a consciência de havermos vivido anos a fios com alguém que a pouco era quase um estranho, ela supre a falta de lembrança como uma espécie de mágica!
Parabéns futura querida vovó. O nome pode soar estranho, mas em breve irá se habituar. Você terá um lindo neto para cuidar e ensinar as coisas maravilhosas da vida e ele será feliz em ter uma avó como você.
Desejo que esta nova etapa traga muitas alegrias para sua vida e que toda a família seja muito abençoada com essa experiência que certamente será inesquecível.
Eu quero noivar, casar, ter filhos com você.
Quero fazer você se apaixonar por mim todos os dias.
Quero mostrar para todos que o nosso amor não foi uma coisa passageira, mas sim algo que vai durar até nossos corações parar de bater.
E eu vou estar aqui para você, até quando não quiser, até mesmo quando não merecer.
Porque querendo ou não, eu te amo, ou talvez seja até mais que amor.
Ao voltar de um exaustivo dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Imaginando que os filhotes estivessem nas imediações, pôs-se a procurá-los com diligência. Olhou e examinou cada canto, sem encontrá-los.
Preocupada com a demora que se tornava séria, desesperou-se e tomada de pânico esgoelou-se em urros que encheram de espanto toda a floresta. Uma anta decidiu indagar a respeito da ocorrência. Chegando junto da toca, viu a onça desatinada e então, jeitosamente, procurou saber dela sobre o que estava acontecendo.
– Devoraram-me os filhotes! – gemeu a onça. – Infames caçadores cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos...
A anta conciliadora, porém franca, não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, careciam ser ouvidas por ela naquele momento. Então falou-lhe:
– Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem. Perdoe-me a franqueza, nessa hora de desespero. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que fizeram uma vez aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora acabou de abater uma corçazinha...
Tomada de indignação, a onça arregalou os olhos como que espantada pela coragem e atrevimento da anta, falando com um ódio mortal: – Oh, estúpida criatura! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Com que direito você se atreve em comparar os meus filhos com os filhotes dos outros? E como pode comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? É preciso considerar primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois pesar a situação...
Foi nesse momento que um velho macaco, que bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou como quem está revestido de autoridade: – Amiga onça, é sempre assim: A dor alheia só atinge aos altruístas, mas jamais ao egoísta...
Nunca imaginei que amaria de forma tão intensa e incondicionalmente. Você me mostrou um amor que não conhecia, que independe completamente da opinião de qualquer outra pessoa, como se o mundo fosse habitado apenas por nós dois. É um amor que não ver defeitos e todas as características não passam de peculiaridades.
É tudo tão forte e vivo que às vezes sinto como se o ar que eu respiro dependesse da sua presença, tudo vindo de você me faz bem, é algo tão especial e incrível que às vezes me belisco para ter a certeza que realmente estou vivendo tudo isso.
Você me retirou de um poço profundo onde só entrava tristeza e mágoas. Com você conheci a verdadeira felicidade, entendi o sentido da vida e me despedi para sempre da dor e da ansiedade. Você é meu amor incondicional personificado, que me traz afeto, alegria e muita tranquilidade.