Meu filho, ainda há pouco tempo você se escondia na minha barriga e já nessa altura me fazia tão feliz. Hoje você se aninha no meu colo, suspira de satisfação enquanto sonha (só você sabe com o quê) e eu queria poder congelar o tempo, e ficar segurando seu corpinho nos meus braços, deste jeito, para sempre.
Pois chegará o dia, meu amor, em que você será grande demais para este colo, mas jamais chegará o dia em que será grande demais para o amor que eu sinto por você. Cresça o que crescer, aconteça o que acontecer, meu coração é seu, sem limite ou condição!
Desconfiança é algo que maltrata muito o coração
Um sentimento de impotência algo se quebra
A desconfiança dói muito pra ambas as partes
Se ela vem de mentiras essa dor maltrata a alma
Você se sente perdida não entende o por que
Tudo perde o sentido, tudo passa a ser duvidoso
A mentira é plantada de forma cruel e traiçoeira
E mesmo que você não queira acreditar lá vem ela
A desconfiança sentimento que acaba com a gente
Só o tempo para mostrar que estávamos enganados
E que a inveja de alguns nos afasta de quem amamos
A inveja é coisa de pessoas frias sem amor no coração
Pessoas que sofrem com a felicidade dos outros
Por não saberem o que é amar e serem amados.
Alegria insopitável rega de amor à felicidade No inefável nascer do amanhecer desse dia Aureolando de doiradas luzes a tua alma Abençoando-te teus sonhos minha querida.
Refrigérios brandos de encantamento e louvor Caem em formas de orvalho agitando essa manhã Espalham-se nos vasos enfeitados com flores Perfumando com ternura teus olhos e o coração.
O vento calidamente toca e beija tua face Na fosforescência das velinhas perfiladas Consagrando nos abraços de feliz aniversário A grandeza da tua alma que hoje renasce.
Mil abraços dos amigos família e convidados Mil fulgurações irisadas de carinho e amor Volve teus olhos nas gotas suave da felicidade Nesse dia de festa ao teu espírito vencedor.
Jesus te ama também te amo E hoje, cantamos o teu aniversário, Desejando-te mui amor e mais mil anos De festa sucesso em tua eterna jornada.
O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola.
Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio.
Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
O que seria preferível? Que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente?
Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência?
O ódio é também uma maneira de se estar com alguém.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam.
Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma.
A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua... Não estamos nem aí.
A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta.
Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.
Beijar...
Esse verbo que tantas e tantas bocas expressam, sentem...
Que nos faz delirar!
Delírios esses, que estremece nossa anatomia, pensamentos, suspiros...
Suspiros esses, que nos desliga do mundo real, fazendo-nos flutuar, levando-nos aos céus da felicidade!
Beijar...
Verbo magnífico, que renova cada célula de nossa anatomia, fazendo-nos renascer.
Beijar...
Verbo que expressa desejos contidos de dois seres em busca do prazer.
Prazer esse, que ao toque de duas bocas, tornam-se único na busca do tão desejado Céus.
Fazendo o plural em um magnífico singular, desejo único, completo!
Beijar...
Verbo que nos leva ao ÊXTASE!