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Ser mãe é ter o prazer de gerar uma nova vida dentro de si...

Ser mãe é ter a oportunidade de sentir o seu pequeno rebento crescer a cada dia que passa...

Ser mãe é poder sentir que chegou o momento de trazer ao mundo o seu tão esperado filho...

Ser mãe é dar todo o carinho e amor ao seu filho, um amor sem peso nem medida...

Ser mãe é dedicar-se e proteger o filho com toda a força...

Ser mãe é saber dar uma educação que só ela sabe dar...

Ser mãe é dar a oportunidade ao filho de aprender por si mesmo, nem que para isso ele tenha de cair, porque assim logo depois ele aprenderá a se levantar...

Ser mãe é permitir ao filho errar, porque errar é humano...

Ser mãe é não discutir, mas sim conversar...

Ser mãe é compreender e não julgar...

Ser mãe é aconselhar o filho a seguir o melhor caminho, mas deixando que seja ele a tomar a decisão final...

Ser mãe é permitir que ele cresça e aceitar o facto de que algum dia irá partir...

Ser mãe é amar, acarinhar, aconselhar, escuta e compreender...

Ser mãe é ser mulher...

Conta-se que um velho circense, após ter sido despedido do circo ao qual dedicara toda a sua vida como malabarista, vagueou sem rumo, à procura de quem lhe desse emprego e abrigo.
Não era fácil, afinal não desenvolvera outras habilidades, não era mais jovem e tampouco sabia ler e escrever.
Após muitos meses perambulando e já doente, bateu à porta de um Mosteiro, encontrando a caridade dos monges que o recolheram e dele cuidaram até que sarasse.
Sua tarefa passou a ser cuidar do jardim, o que ele foi aprendendo com algum esforço. Todavia algo o incomodava. Ao observar a rotina dos religiosos, os cantos, as orações em Latim, sentia-se triste por não poder acompanhá-los.
Ele também queria orar e cantar hinos de louvor ao Deus da sua compreensão. Mas como? Não tinha as palavras certas, sentia-se rude e indigno de adentrar a Capela. Como poderia ele falar do seu amor por Jesus, cuja imagem se destacava majestosa ao fundo do Santuário?!
Certo dia, esperou que todos se recolhessem, tomou todos os seus aparatos circenses e acercou-se da linda imagem do Mestre na Capela.
Começou a fazer a única coisa na qual ele era exímio... à sua volta, arcos, bolas, pratos subiam e retornavam as suas mãos, em movimentos perfeitos.
Ele esperava o milagre de ver no semblante do Senhor, um leve sinal de que a sua prece – embora incomum – estava sendo recebida.
E foi persistindo nos seus malabarismos, como se executasse a mais linda canção de louvor, sem dar-se conta do tempo, nem do suor que já escorria abundante por todo o seu rosto.
Os monges, ao notarem os estranhos ruídos vindos da Capela, levantaram-se com cuidado, receando tratar-se de algum meliante.
Todavia, quando chegaram à porta, pararam estupefatos diante da cena que presenciaram.
É que neste exato momento O Senhor inclinava-se e, com o manto, enxugava o suor daquele homem simples que não sabia rezar, mas que não obstante, rezara com todas as forças do seu coração !

Se o ciúme nasce do intenso amor, quem não sente ciúmes pela amada não é amante, ou ama de coração ligeiro, de modo que se sabe de amantes os quais, temendo que o seu amor se atenue, o alimentam procurando a todo o custo razões de ciúme.
Portanto o ciumento (que porém quer ou queria a amada casta e fiel) não quer nem pode pensá-la senão como digna de ciúme, e portanto culpada de traição, atiçando assim no sofrimento presente o prazer do amor ausente. Até porque pensar em nós que possuímos a amada longe - bem sabendo que não é verdade - não nos pode tornar tão vico o pensamento dela, do seu calor, dos seus rubores, do seu perfume, como o pensar que desses mesmos dons esteja afinal a gozar um Outro: enquanto da nossa ausência estamos seguros, da presença daquele inimigo estamos, se não certos, pelo menos não necessariamente inseguros. O contato amoroso, que o ciumento imagina, é o único modo em que pode se representar com verosimilhança um conúbio de outrem que, se não indubitável, é pelo menos possível, enquanto o seu próprio é impossível.
Assim o ciumento não é capaz, nem tem vontade, de imaginar o oposto do que teme, aliás só pode obter o prazer ampliando a sua própria dor, e sofrer pelo ampliado prazer de que se sabe excluído. Os prazeres do amor são males que se fazem desejar, onde coincidem a doçura e o martírio, e o amor é involuntária insânia, paraíso infernal e inferno celeste - em resumo, concórdia de ambicionados contrários, riso doloroso e friável diamante.

Umberto Eco

O abraço é um gesto perfeito. É um simples carinho que traduz muitas coisas que poderíamos dizer. Quem nunca sentiu um abraço, não sabe o que é o calor reconfortante, pois se dois corpos se encostam, durante o tempo que o coração pede, o nosso mundo para e só a felicidade permanece nos embalando.

Não importa também se o dia foi mau, nem tampouco se a tristeza invadiu nossa vida. Quando os braços de alguém que gostamos nos seguram com toda a ternura, esquecemos os nossos problemas e desfrutamos apenas desse doce momento.

Seja abraço de amor, abraço de saudade ou até de despedida, quanto sentimento existe nesse instante que jamais deveria terminar! E por isso, hoje preciso receber o seu e não deixar você ir embora sem provar do meu. Este abraço que eu tenho guardado, quer agarrar sua alma e ouvir todos os segredos que ela tem para contar.

Você veio a este mundo repleto de valor.

Quando Deus nos criou, viu que isso era "muito bom". Você é a coisa mais interessante que Deus já criou. Você tem mais potencial do que qualquer outra criatura que Deus tenha feito.

Você pode não ter atingido ainda o seu potencial ou realizado as suas possibilidades, mas isso não diminui o seu valor. Durante toda sua vida, você terá um valor inerente como pessoa.

Na vida fazemos muitos julgamentos. Fazemos julgamentos sobre o que vestir, o que comer, aonde ir, que carreiras seguir e quem escolher para amigos, mas nenhum julgamento é tão importante como o que fazemos sobre nós mesmos.
Este único julgamento influencia tudo o que fazemos, afetando as nossas atitudes quanto à vida. Este julgamento se torna o catalisador que inicia e enriquece nossos relacionamentos. O relacionamento que temos com nós mesmos é o mais importante que teremos. As melhores coisas da vida vêm para aqueles que apreciam a si mesmos.

Algumas pessoas têm dificuldade em acreditar que sucesso, ou grandeza ou valor, podem acontecer nas suas vidas, ou nas vidas daquelas que estão ao seu redor.

Grandeza e sucesso emergem de pessoas que começam a aceitar a si mesmas e as habilidades que lhes foram dadas por Deus.

Você não pode fazer tudo, mas lembre que você pode fazer algo: "Eu sou apenas um, mas ainda sou um. Não posso fazer tudo, mas ainda posso fazer algo; e porque não posso fazer tudo, não recusarei fazer algo que posso fazer".
Você é alguém especial. Aceite isso. Celebre isso. Esse é o início de uma vida de sucesso.