Deus está em mim num momento de luz
Deus está em mim num momento de paz
Deus está em mim num momento de amor,
Fácil percebê-lo nestes momentos...
Mas, Deus também está em mim nas adversidades:
Deus está em mim no momento de angústia
Deus está em mim no momento de dor
Deus está em mim no momento de desespero,
Difícil percebê-lo nestes momentos...
Mas, não impossível, pois após cada diversidade
vem sempre uma vitória que precisa ser entendida:
No momento em que sento angústia, preciso ajudar a aliviar a vida de alguém.
Quando sento dor, preciso ofertar remédios para o próximo.
Quando me sento desesperada, preciso ofertar esperança...
Só assim, poderei perceber que por pior que seja o momento Deus sempre está ao meu lado, pois Ele vive em mim...
Sinto que hoje amo você mais que ontem e tenho certeza que amanhã meu amor vai ser ainda maior que o de hoje. E será sempre assim, dia após dia!
É que desde a hora que iniciamos nossa história e começamos a namorar, minha vida se transformou em um jardim de amor e paixão repleto de cores novas a cada instante! Prometo que seremos sempre imensamente felizes! Feliz Dia dos Namorados, meu amor!
Um pequeno garoto, num acampamento de verão, recebeu um grande embrulho de biscoitos enviados por sua mãe pelo Correio. Comeu alguns, então colocou a sobra sob sua cama.
No dia seguinte, depois de almoço, ele foi comer algum biscoito, mas a caixa tinha desaparecido.
Naquela tarde, um monitor do acampamento, que tinha sido comunicado sobre o roubo, viu outro garoto sentado sob uma árvore comendo os biscoitos roubados. Retornou ao grupo e procurou pelo garoto cujos biscoitos tinham sido roubados.
E disse-lhe,
– Billy, eu sei quem roubou seus biscoitos. Você me ajuda a lhe ensinar uma lição?
Confuso, o garoto respondeu,
– Bem, sim, mas vocês não o punirão?
O monitor explicou,
– Não, isso o deixaria ressentido e com raiva. Quero que você ligue para sua mãe e peça que ela lhe envie outra caixa de biscoitos.
Billy fez o que o monitor pediu e dois dias depois recebeu outra caixa de deliciosos biscoitos caseiros. O monitor disse,
– Agora, o garoto que roubou seus biscoitos está sentado à margem do lago. Vá até lá e divida seus biscoitos com ele.
Billy protestou,
– Isto não está certo. Ele já roubou meus biscoitos.
– Eu sei, mas tente e veja o que acontece. Respondeu o monitor.
Cerca de meia hora mais tarde, o monitor viu os dois surgirem na colina, um com o braço às costas do outro. O garoto que tinha roubado os biscoitos tentava fazer Billy aceitar seu canivete como pagamento pelos biscoitos roubados e a vítima estava sinceramente recusando o presente de seu novo amigo, dizendo que alguns biscoitos não eram tão importantes assim.
Uma criança estará precisando de seu perdão hoje?
Ou talvez, você esteja precisando procurar o perdão de seus pais. Ou talvez seja a esposa ou irmã ou irmão ou vizinho que precisa perdoar ou ser perdoado?
A Páscoa é algo mágico! Toda a família unida. Todos os amigos em harmonia com os verdadeiros valores e princípios do ser humano. Na verdade, não existe momento no ano mais clarificador e belo do que esse. A Páscoa tem esse poder, o de celebrar as relações, principalmente as de sangue. Sou feliz por ter uma família maravilhosa como a nossa.
Acredito até que a verdadeira razão da Páscoa é a reflexão e as vivências em família. É claro que a ressurreição de Jesus é a comemoração da fé sob todas as crenças associadas à palavra de Deus. Acontece que o mais importante é valorizar as relações familiares e de amizade.
Felizmente, nem só da Páscoa se alimenta a união; o Natal, os aniversários e outras ocasiões servem para lembrar que a família é o bem mais precioso que existe. Agradeço por ter uma família tão bela e por todos os momentos que aquecem meu coração.
Amar é andar de mãos dadas por esse labirinto estranho e mágico que é a vida. É não perder o outro de vista, mas deixá-lo respirar quando preciso for. É enfrentar o medo do abismo, da verdade, da dúvida, da certeza. É abraçar apertado para curar as dores, tristezas, insucessos. É dar um sorriso bobo e inocente no meio do dia, simplesmente por saber que o outro existe.