Você é um sonhador, você é um lutador! Se você não desistir, será a cada dia melhor. Quem sonha, quem acredita e quem luta sabe fazer acontecer, e faz acontecer! E mesmo com medo segue em frente, porque quando o medo bate, vai com medo mesmo assim.
A vida é cheia de caminhos tortuosos e dias difíceis, mas é preciso olhar sempre adiante, nunca podemos parar diante de um obstáculo. É preciso tentar ultrapassá-lo. É preciso abrir os olhos e o coração para lutar pelas vitórias e ter humildade, caso venha a derrota. Mas mesmo perdendo a gente sempre ganha, porque é tentando que se aprende, e podemos aprender muito com os erros.
É preciso sonhar, é preciso acreditar, é preciso lutar. E se a vitória não vier hoje, vem amanhã. O importante é continuar tentando!
Certo dia, num mosteiro Zen Budista, o mestre convocou todos os discípulos. Era preciso escolher um substituto para o guardião, que havia morrido. O mestre, com muita tranquilidade, falou:
- Assumirá o posto o primeiro que resolver o problema que vou apresentar.
Então o mestre colocou uma mesinha no centro da sala e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza para enfeitá-lo.
- Aí está o problema, disse o monge.
Todos ficaram olhando a cena: um vaso belíssimo, uma flor maravilhosa... O que representaria? O que fazer? Qual o enigma? De repente, um dos discípulos sacou a espada, olhou o mestre e os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e zapt!
Destruiu tudo num só golpe! Tão logo o discípulo voltou ao seu lugar, o mestre falou:
- Você será o novo guardião do mosteiro.
Moral da história: não importa qual o problema, nem a maneira que ele se apresente. Se for um problema precisa ser eliminado. Mesmo que se trate de um homem ou uma mulher maravilhosa, um grande amor que acabou ou um sentimento doloroso.
Você é a página mais importante do livro da minha vida. Uma página que todos os dias quero descobrir mais e mais. O relato de uma história que não quero que tenha fim.
Enquanto você estiver ao meu lado, eu sei que não tenho razões para temer. Tudo tem um propósito e eu acredito que o seu é fazer-me feliz. Bom dia, meu amor!
Olho para você, meu querido filho, e ainda que não entenda minhas palavras, digo que tenho muito orgulho em ser sua mãe. Você está na época de seus primeiros passos, mas tudo o que eu quero é continuar por perto, enquanto você construir o seu caminho.
Este amor que eu sinto é um vínculo que irá durar eternamente e você é a maior bênção da minha vida!
Me parece que podemos, com maior razão, distinguir o amor em função da estima que temos pelo que amamos, em comparação com nós mesmos. Porque quando estimamos o objecto do nosso amor menos que a nós mesmos, temos por ele apenas uma simples afeição; quando o estimamos tanto quanto a nós mesmos, a isso se chama amizade; e quando o estimamos mais, a paixão que temos pode ser denominada como devoção. Assim, podemos ter afeição por uma flor, por um pássaro, por um cavalo; porém, a menos que o nosso espírito seja muito desajustado, apenas por seres humanos podemos ter amizade. E de tal maneira eles são objeto dessa paixão que não há homem tão imperfeito que não possamos ter por ele uma amizade muito perfeita, quando pensamos que somos amados por ele e quando temos a alma verdadeiramente nobre e generosa.
Quanto à devoção, o seu principal objeto é sem dúvida a soberana divindade, da qual não poderíamos deixar de ser devotos quando a conhecemos como se deve conhecer. Mas também podemos ter devoção pelo nosso príncipe, pelo nosso país, pela nossa cidade, e mesmo por um homem particular quando o estimamos muito mais que a nós mesmos. Ora, a diferença que há entre esses três tipos de amor se manifesta principalmente pelos seus efeitos; pois, como em todos nos consideramos juntos e unidos à coisa amada, estamos sempre dispostos a abandonar a menor parte do todo que compomos com ela, para conservar a outra.
Isto nos leva, na simples afeição, a sempre nos preferirmos ao que amamos; e, na devoção, ao contrário, a preferirmos a coisa amada e não a nós mesmos, de tal forma que não hesitamos em morrer para a conservar. Frequentemente se viram exemplos disso, nos que se expuseram à morte certa para defender o seu príncipe ou a sua cidade, e mesmo às vezes pessoas particulares às quais se tinham devotado por inteiro.
René Descartes