Bonitas são as coisas vindas do interior, as palavras simples, sinceras e significativas. Bonito é o sorriso que vem de dentro, e o brilho dos olhos.
Bonito é o dia de sol depois da noite chuvosa ou as noites enluaradas de verão em que todos saem de casa. Bonito é procurar estrelas no céu e dar de presente ao amigo, amiga ou namorado(a)
Bonito é achar a poesia do vento, das flores e das crianças. Bonito é chorar quando se sentir com vontade e deixar que as lagrimas rolem sem vergonha ou medo de critica.
Bonito é gostar da vida e viver do sonho.
Bonito é ser realista sem ser cruel, é acreditar na beleza de todas as coisas. Bonito é a gente continuar ser gente em quaisquer situações, mesmo nos momentos de dificuldade.
Bonito é a gente ser a gente mesmo com erros e acertos, mas sentindo no coração e na alma, uma vontade incontrolável de ser sempre, sempre um caçador á procura da esperada felicidade.
Ser Professor é: Olhar de longe, chamar pra perto, cumprimentar ou criticar, sem destratar ou envergonhar.
Ser Professor é: Olhar o espelho, voltar no tempo e entender o aprendiz.
Ser professor é: repaginar o seu reflexo com alegria e contratempos, perdidos no tempo.
Ser professor é: sentir... amar... ser amigo...
Ser professor é saber ensinar!
Feliz dia dos professores!
Nada me provoca tantas perguntas como o nascimento de Cristo. O dono da hospedaria, por demais ocupado para receber Jesus, terá tomado conhecimento de quem ele mandou embora? Os pastores, alguma vez teriam cantado a canção dos anjos? Os sábios homens que seguiram a estrela gostavam de adorar um bebê? E José, especialmente José. Eu tenho perguntas para José.
O que ele pensava enquanto Jesus nascia? Ele tinha feito tudo o que ele podia fazer – tinha feito Maria tão confortável quanto ela poderia estar num celeiro e então saiu. Ela tinha pedido para estar só. Nessa eternidade entre a despedida de sua esposa e a chegada de Jesus, em que ele pensava? Andou pela noite olhando as estrelas? Orou?
Pergunto-me o que ele disse...
Esta não é a forma como eu planejei, Deus. Isto não parece direito. Que tipo de marido sou eu? Eu não forneci nenhuma parteira para ajudar minha esposa. Nenhuma cama para ela descansar suas costas. Seu travesseiro é apenas a manta de meu burro. A casa que arrumei para ela é uma barraca de feno e palha... Errei em alguma coisa? Errei, Deus?
Você ficaria na posição em que José ficou. Preso entre o que Deus diz e o que faz sentido.
Se lhe pedirem o que foi pedido a José, deixe-me lhe aconselhar a fazer o que fez José. Obedeça. Isso é o que ele fez. Obedeceu quando o anjo chamou. Obedeceu quando Maria explicou. Obedeceu quando Deus mandou.
Exatamente como José, você não pode ver o quadro inteiro. Exatamente como José sua tarefa é trazer Jesus como parte de seu mundo. E exatamente como José você tem uma escolha: obedecer ou desobedecer. Porque José obedeceu, Deus o usou para mudar o mundo.
Deus pode fazer o mesmo com você!
Volte para mim! Não vou fugir mais. Vou fazer tudo que for preciso para chamar você à razão. Somos parte de uma história que está longe de terminar! E eu não sou mais feliz sabendo que você é meu ex-namorado.
Isso nem existe na minha cabeça; meu coração não deixa. Ele chora! Por favor, meu bem, volte para meus braços. Preciso seu aconchego novamente e para sempre. Não resista. Seja feliz comigo, por favor! Eu te amo!
Lembra de mim, Dos beijos que escrevi nos muros a giz, Os mais bonitos, continuam por lá, Documentando que alguém foi feliz.
Lembra de mim, Nós dois na rua provocando os casais, Amando mais do que o amor é capaz, Perto daqui, há tempos atrás.
Lembra de mim, A gente sempre se casava ao luar, Depois jogava nossos corpos no mar, Tão naufragados e exaustos de amar.
Lembra de mim, Se existe um pouco de prazer em sofrer, Querer te ver talvez eu fosse capaz, Perto daqui, ou tarde demais. Lembra de mim...
Lembra de mim, A gente sempre se casava ao luar, Depois jogava nossos corpos no mar, Tão naufragados e exaustos de amar.
Lembra de mim, Se existe um pouco de prazer em sofrer, Querer te ver talvez eu fosse capaz, Perto daqui, ou tarde demais. Lembra de mim...