Em razão das drogas, um bebezinho negro foi abandonado por sua mãe em uma caixa de papelão que estava em um lixão próximo a sua casa..
O bebezinho passou toda noite chorando de frio, fome e pelas picadas dos insetos. Na manhã seguinte, o caminhão do lixo chegou e enquanto um coletor carregava o lixo até o caminhão, o outro apertava o botão que prensava todo aquele lixo. Enquanto conversavam, o coletor de lixo pegou aquela caixa de papelão e colocou no caminhão...
De repente, um grito: - Pare! Desligue a prensa! Eu ouvi um choro de bebe... A partir deste instante, o bebe foi levado para o hospital e foi muito bem tratado... Havia neste hospital, uma Assistente Social branca, que se apaixonou por aquele bebezinho negro todo sofrido e desamparado...
Tempos depois, ela conseguiu adota-lo, embora ela já tivesse uma filha de 5 anos de idade. O Tempo passou... passou.. e aquele bebezinho completou 5 anos. Num certo dia, ele estava brincando com sua irmã que já completava 10 anos de idade, quando, num certo momento, ela pegou nas mãos dele... olhou... olhou... e depois, olhou para a sua mão... olhou... olhou... e depois, colocou a mão dele sobre a mão dela e perguntou para o menininho:
- Você tá vendo a sua mão em cima da minha? - To sim! Respondeu ele. - Qual a diferença entre elas? Perguntou ela... O menininho olhou pra ela, e deu um sorriso e disse: - Ah, essa pergunta é fácil responder: Minha mão é a mais pequena!
A Irmã sorriu e deu um beijo nele! Você, que imaginou a resposta antes de ler, compreendeu a MORAL DA HISTÓRIA?
Seja a semana, o mês, o ano... Sei que ele não passa, E tudo no mundo, também sei... Fica sem graça...
Deixa-me ser o seu sol... Deixa-me ser a sua lua... Ser a chuva que cai... E como encanto retira a agonia...
Ser o seu vento a soprar... A lhe inspirar todos os seus argumentos... Fazer do tempo uma morada... Seja leve como o voo, lépido e fagueiro...
Para quando chegar o fim de semana... Ser sol, brisa e mar... Encontrando essa presença solene... E estar com minha AMADA, apenas a sonhar!
Sonhar
Mais um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo
Cravar esse chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão
Chico Buarque
Você não está enxergando a realidade. Desculpe, irmã, mas você não está conseguindo distinguir a verdade da ilusão. É isso! Você é minha irmã caçula, minha irmã do coração, e eu só quero sua felicidade.
É por isso que estou implorando para que você não continue vivendo na ilusão de um amor impossível. É uma ilusão amorosa – nada mais! Você é linda, inteligente, tem tudo para ser feliz de verdade. Não perca tempo com bobagem, por favor!
Por maiores que fossem as expectativas com o nosso casamento, nunca pude imaginar que a união do nosso amor seria tão iluminada e abençoada. Cada abraço, cada beijo, cada demonstração de afeto sua me torna ainda mais apaixonada, aumentando diariamente a minha certeza de que o Espírito Santo está sempre presente em nossa casa.
Levanto minhas mãos aos céus todos os dias por ter o seu amor do meu lado. Você é o marido que o Senhor escolheu para mim, um presente divino que para sempre serei agradecida e espero retribuir com todo meu amor e dedicação até o fim da minha vida.
Amo você, meu amor, o mais maravilhoso dos maridos!