Frases do Seu Madruga:
"Que que foi, que que foi, que que há? Digo..."
"Mas tinha que ser o Chaves mesmo!"
"As pessoas boas devem amar seus inimigos."
"Olha os churros! Churros!"
"Isto é uma caliúnia! Uma caliúnia! Você sabe o que é uma caliúnia?"
"Por 100 mangos eu posso até ser a madrinha do casamento!"
"Só não te dou outra porque..."
"Com ousa me acordar às 10 da madrugada, Chaves?!
"Puxa, repuxa, recontrapuxa!"
"Estou juntando para te dar tudo de uma vez, um montão no fim do ano."
"Vá ver que horas são na Catedral de Londres."
"Lembre-se que eu sou um velho lobo do mar..."
"Chaves, vai ver se a porca do vizinho botou um ovo!"
"Chaves, a diferença entre as duas Alemanhas é simples, é que de um lado se toma Vodka, e do outro cerveja."
"É como se fosse naquele programa, pé de mais um"
"Você sabe quanto custa trazer um artista do estrangeiro? Ainda mais sendo de outro país?"
"Chapéu, sapatos ou roupas usadas quem tem!"
"Essa caveira significa prerigo! PRE-RI-GO!"
Existe uma história que conta que determinado homem, decidido a encontrar a felicidade, saiu mundo a fora, à procura deste estado íntimo do Espírito. Fechou sua casa e partiu com disposição de percorrer todos os caminhos, todas as nações, todos os povos, sem descansar, até encontrar o lugar de ser feliz.
Onde chegasse, reunia ele um pequeno grupo ao qual explicava os planos que tinha para ser feliz. Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro...
Mas o povo lamentava e ninguém o seguia... No dia seguinte recomeçava a caminhada. Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio. Um dia percebeu que estava ficando velho, sem ter encontrado a Terra da Felicidade. Seus cabelos tingiam-se de branco, suas mãos enrijecidas, roupas esfarrapadas, calçados aos pedaços. Além disso, estava cansado de procurar a felicidade, tão inutilmente.
Então, parou frente a uma casa antiga, janelas de vidros já quebrados, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo sala e quartos. Dentro, os pardais haviam construído seus ninhos. E, desde logo pensou que naquela casa desprezada e sem dono, ele edificaria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria novas janelas e vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes, as portas... E cantaria a Canção da Felicidade. Tomou uma decisão: vou tratar de ser feliz aqui.
E o homem cansado de tantos caminhos foi andando até chegar ao portão do jardim. Atravessou-o. Empurrou a porta de entrada da casa e entrou. Mas, de repente, parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: aquela casa era a sua própria residência que ele abandonara, há tantos anos, à procura da felicidade.
Muitas vezes agimos como este homem – buscamos a felicidade no dinheiro, na competição, nas emoções fortes, na ociosidade, nas ilusões do mundo... E não a encontramos.
Então descobrimos que ela sempre esteve escondida no recesso de nosso ser, onde a encontraremos servindo, amparando, consolando, meditando e buscando nos autoconhecer.
Meu bem precioso, sua hora está quase chegando. Durante todas as semanas que já passaram, eu o acolhi no meu ventre e fui muito feliz em sentir cada movimento seu. Mas agora está prestes a acontecer o momento mais importante: o seu maravilhoso nascimento.
Guardarei eternamente cada lembrança desta linda gravidez, mas tudo que quero agora é segurar você nos meus braços. Vou ser finalmente mãe e concretizar um grande sonho. Prometo dar todo amor que tenho e lutar a cada dia pela sua felicidade.
Você se foi! E agora tudo o que resta
São as coisas sem valor.
Todos os motivos foram poucos
Para manter você.
Qualquer barreira que eu colocasse
Seria fraca para deter você.
Juro, eu tentei! Mas descobri que meus
Braços eram curtos para abraçar você,
Minhas mãos frouxas para segurar.
Queria que soubesse que me alimento
Das nossas lembranças. E que cada
Lágrima que cai dos meus olhos
Leva consigo a última
Das minhas esperanças.
Olho à minha volta e parece que tudo
Aqui morreu!
Sem você o ouro virou pó.
Sem você a luz do sol desapareceu.
Desde a sua partida
Toda a alegria virou dor.
Posso garantir, só seu corpo consegue
Me aquecer.
Como eu posso lhe provar que
Só ao seu lado consigo viver?!
Peço-lhe uma última coisa... volte!
Faço de tudo para você voltar.
E se você ainda duvida
Vou lhe fazer acreditar.
Por você eu furtaria o canto dos pássaros,
Derreteria toda a neve do mundo.
E se você ainda acha pouco, por fim,
Eu faria até o planeta parar de girar.
Não me deixe continuar a viver assim.
Pois de todas as coisas que existem,
Eu quero simplesmente
Ter você de volta para mim!
Nem ontem, nem amanhã. Hoje.
Hoje, porque celebrar o aniversário é ficar justamente nesse entreto do que foi e o que será. É ficar a espera, é véspera. Hoje, não amanhã. Hoje é dia de celebrar a véspera! Não será o dia 24 de dezembro melhor que o 25? A véspera antecipa o sentimento e a ação que em seguida acontece. A véspera, como espera, de um certo meio incerto que chegará amanhã, talvez.
Fazer aniversário é participar de um encontro: encontro com a história do vivido. Às vezes, as histórias a recordar são melhores que as ainda por viver. E as histórias ainda por viver, se tornam melhores depois de vividas.
Certamente há muito o que recordar; pessoas, momentos, aperitivos de felicidade! Felicidade que toma corpo no projeto de vida...do vir a ser.
O dia do aniversário é o dia de voltar, dia de se encontrar em cada mensagem recebida, telefonema, e-mail, palavra, abraço, beijo e presente. Cada manifestação que receberes no dia de teu aniversário será um pouco de ti. Um pouco do que deixaste em cada coração...sentidos que agora retornam como afeto para te lembrar de algo muito importante a celebrar: tua própria vida entrelaçada a tantas outras vidas.