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Dizem que amores imperfeitos, são as flores da estação... Mas não me atraem, não são o meu forte, os amores de verão! Eu quero muito mais, eu quero a perfeição... Quero aquele que estremeça, que me tire todo o chão. Amor cigano, passional, incomum, original! Que me carregue nas asas, me sufoque na emoção! Quero um amor por inteiro, que não seja só tesão. Que comece pelos olhos, mas que chegue ao coração!

Eu gosto quando você chega cheio de amor pra me dar Gosto quando você vai, cheio de saudades. Gosto quando você me acarinha sem nenhuma intenção E gosto quando você me seduz com todas as intenções Eu gosto do seu jeito de gostar de mim
Gosto das suas mentiras e amo as suas verdades Gosto dos seus caminhos e das suas estradas Gosto do seu passado e do seu presente também Gosto quando você não me diz não e adoro quando você me diz sim Gosto da sua procura, porque foi através dela que você me encontrou Gosto da sua insistência e também da sua paciência
Gosto da sua raiva e da sua doçura, da sua solidão e da sua amargura, da sua alegria que sempre me contagia Gosto do seu humor, do seu amor e da sua tristeza Gosto dos nossos encontros dos desencontros, das brigas das despedidas Gosto das nossas esperas e das nossas partidas Gosto do nosso começo e do nosso fim
Eu gosto do seu ciúme infantil e do seu amor maduro Gosto desse nosso paraíso e desse nosso inferno também Gosto das suas lembranças e dos seus esquecimentos
Eu gosto quando você me trai com medo de me perder Eu gosto quando você vai embora, porque sei que vai voltar... e gosto quando você volta, porque sei que vai ficar!

A busca da felicidade é a luta mais importante das nossas vidas. Não há recompensa maior do que sermos plenamente felizes e por isso muitos tentam diferentes formas de a conseguirem. Ainda assim, não é fácil alcançarmos esse valioso tesouro. O nosso dia a dia por vezes nos traz muitas amarguras e facilmente caímos em desânimo. As coisas nem sempre correm como planeamos e há momentos em que tudo começa a parecer uma simples miragem.

O segredo para a felicidade continuar no nosso horizonte é não desistirmos dela aconteça o que acontecer. Abaixarmos os braços seria renunciarmos ao sentido da nossa existência e perdemos o rumo onde deveríamos andar. Pensarmos que essa tão desejada meta é impossível acabaria por nos condenar a ficarmos perdidos.

Agora não é hora de permitirmos que a tristeza nos desencaminhe ou de deixarmos que a luz da nossa esperança se desvaneça. A felicidade pode estar na próxima porta ou no dia seguinte e nós temos o dever de sermos os primeiros a acreditar nisso.

A amizade surge do mero companheirismo quando dois ou mais dos companheiros descobrem que têm em comum alguma percepção, interesse ou mesmo gostos que os demais não partilham e que, até aquele momento, cada um acreditava ser o seu tesouro ou fardo especial. A expressão típica de um começo de amizade seria algo como: "O quê? Você também? Pensei que eu fosse o único."
A pessoa que concorda conosco que alguma questão, pouco considerada por outros, tem grande valor, pode ser nosso amigo.
Ela não precisa concordar conosco quanto à resposta.
Esse é o motivo pelo qual aquelas criaturas patéticas que simplesmente "querem amigos" jamais descobrem algum. A própria condição de ter amigos é que deveríamos desejar algo além de amigos. Onde a resposta sincera à pergunta: "Você vê a mesma verdade?" fosse: "Não vejo nada e não me importo com a verdade; só quero um amigo", não pode surgir amizade - embora possa haver afeição. Não haveria um terreno comum para a amizade, e este precisa existir neste caso, mesmo que seja um entusiasmo por jogar dominó ou por ratinhos brancos. Os que nada têm, nada podem partilhar; os que não vão a lugar algum não podem ter companheiros de viagem.
Quando as duas pessoas que descobrem estar palmilhando a mesma estrada secreta são de sexos diferentes, a amizade que surge entre elas irá facilmente transformar-se - talvez depois da primeira meia hora - em amor eros.

C. S. Lewis

O guarda que estava revistando o alquimista encontrou um pequeno frasco de cristal cheio de líquido e um ovo de vidro amarelado, pouco maior que o ovo de uma galinha.
- Que são estas coisas? Perguntou o guarda.
- É a Pedra Filosofal e o Elixir da Longa Vida. É a Grande Obra dos alquimistas. Quem tomar este elixir jamais ficará doente, e uma lasca desta pedra transforma qualquer metal em ouro.
Os guardas riram pra valer, e o Alquimista riu com eles. Tinham achado a resposta muito engraçada, e os deixaram partir sem maiores contratempos, com todos os seus pertences.
- Você está louco? – perguntou o rapaz ao alquimista, quando já haviam se distanciado bastante.
– Para que você fez isto? - Pra mostrar a você uma simples lei do mundo - respondeu o alquimista.
- Quando temos os grandes tesouros diante de nós, nunca percebemos. E sabe por quê?
Porque os homens e mulheres não acreditam em tesouros.
Bem pertinho de você pode estar um tesouro maravilhoso prontinho... esperando de você um olhar de descoberta...
E você nem percebe? Preste mais atenção aos que estão ao teu redor. Os olhos nunca se enganam... Jamais!