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Conta-se que um amigo levou um índio para passear no centro de São Paulo. Seus olhos não conseguiam acreditar na altura dos edifícios e ele mal conseguia acompanhar o ritmo frenético das pessoas indo e vindo. Espantava-se com o barulho ensurdecedor das sirenes, dos automóveis, das pessoas falando em voz alta.
De repente, o índio falou: "Ouço um grilo!"
O amigo espantado retrucou: "Impossível ouvir um inseto tão pequeno nessa confusão!"
O índio insistiu que ouvia o cantar de um grilo. Tomando o seu cicerone pela mão, levou-o até um canteiro de plantas. Afastando as folhas, apontou para o pequeno inseto.
"Como?" Perguntou o amigo, ainda sem crer.
O índio pediu-lhe algumas moedas, e então jogou-as na calçada. Quando elas caíram e se ouviu o tilintar do metal, muita gente se voltou.
"Escutei o grilo porque o meu ouvido está acostumado com este tipo de barulho. As pessoas aqui ouvem o dinheiro caindo no chão porque foram condicionados a reagirem a esse tipo de estímulo." Depois arrematou: "A gente ouve o que está acostumado ou treinado a ouvir."
Vivemos em um mundo materialista. A vida nos impõem que sejamos muitas vezes duros. Acabamos nos tornando céticos. A voz de Deus não é ouvida senão por aqueles que tem o ouvido sensível. Muitas vezes a correria da vida e as agitações da nossa alma inquieta não nos permitem perceber o Divino.
Treinamos os nossos sentidos para reagir apenas aos impulsos da sobrevivência, mas há realidades que só se percebem com o espírito. Aqueles que aquietam o coração e se deixam tocar pelo Eterno, escutam o sussurro de Deus.
Desejo que todos consigamos, apesar do tumulto que nos cerca, escutar o sussurro de Deus.

Dê um beijo. Um abraço. Um passo em sua direção. Aproxime-se sem cerimônia. Dê um pouco de calor, do seu sentimento. Sente-se perto e fique por algum tempo. Não conte o tempo de se doar. Liberte um imenso sorriso. Rasgue o preconceito Olhe nos olhos. Aponte um defeito, com jeito. Respeite uma lágrima. Ouça uma história ou muitas, com atenção. Escreva uma carta e mande. Irradie simplicidade, simpatia, energia. Num toque de três dedos, observe as coincidências. Não espere ser solicitado, preste um favor. Lembre-se de um caso. Converse sério ou fiado. Conte uma piada. Ache graça. Ajude a resolver um problema. Pergunte: Por quê? Como vai? Como tem passado? Que tem feito de bom? Que há de novo? E preste atenção. Sugira um passeio, um bom livro, um bom filme. Diga de vez em quando, desculpe, muito obrigado, Não tem importância, que há de se fazer, dá-se um jeito. Tente de alguma maneira...
E não se espante se a pessoa mais feliz for você!!!

Se você quer saber o quanto eu te amo não importa se você está perto ou longe, o que importa é que você existe, para que eu possa sentir sua falta.

Te amo além do amor...

...porque o meu amor por ti é sem limites, e eu quero que todo mundo saiba o quanto eu te amo!

Esteja perto ou longe, eu sempre te amarei!

Todos sabemos que aqueles a quem mais amamos, que aqueles que mais nos amam, são os que mais facilmente e com mais frequência feriremos, e os que com maior violência nos atingirão, mesmo não existindo intenção ou consciência disso.

Faz parte de amar e ser amado, faz parte de viver, assim como reconhecer o mal que se faz e se arrepender dele. É justamente isso que eu sinto, arrependimento pelo que fiz ao meu namorado, à pessoa que tanto amo, a você.

Me perdoe, por favor! A intenção nunca foi magoar você, e dói ainda mais pensar que o fiz. O castigo maior é a consciência do erro e o impacto dele na pessoa que amamos, é punição suficiente. Por isso me desculpe, pois já estou sofrendo por isso, e pelo muito que me arrependo de tudo!