Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

Deus te escolheu para fazer a diferença em meio a multidão. Ser escolhido por Deus não é um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, relacionamentos sem decepções. Ser Dele é encontrar força no perdão, esperança em meio a luta, segurança em meio ao medo.
É reconhecer que vale a pena servi-lo, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise. É também atravessar um deserto e encontrar um manancial de bênçãos. É ter humildade e reconhecer seus erros, ter ousadia pra dizer "me perdoe? e capacidade pra dizer "eu te amo".
Ser escolhido de Deus é usar as pedras para erguer um altar de testemunhos e ainda dizer "conheço o Senhor! Ele é fiel e jamais me deixará". Ser escolhido por Deus é ter certeza de que já somos mais que vencedores!

Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. O último para dizer "obrigada". O último para dizer "me desculpa". O último para dizer "eu te amo". O último para abraçar cada pessoa amada com aquele abraço bom que faz um coração cantar para o outro. O último para apreciar a vida com o entusiasmo que não guarda nenhuma delícia nem ternura pra depois. O último para fazer as pazes. Para desfazer enganos. Para saborear com calma, como se me servissem um banquete, a preciosidade genuína que cada único respiro humano representa...

Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. Eu não perderia uma chance para me presentear com os agrados que me nutrem. Eu criaria mais oportunidades para dizer o meu amor. Para expressar a minha admiração. Para destacar para cada pessoa a beleza singular que ela tem. Para compartilhar. Eu não adiaria delicadezas. Não pouparia compreensão. Não desperdiçaria energia com perigos imaginários e com uma série de bobagens que só me afastam da vida.
Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último, porque pode ser.

Ana Jácomo

Quando eu proclamo que Deus me deu um Anjo eu não proclamo que tenho privilégios: Eu anuncio que não estou perdido e que estou seguro no caminho.
Quando eu proclamo que Deus me deu um Anjo eu não proclamo com arrogância: Eu confesso que às vezes caio e preciso desse Anjo para me ajudar a levantar.
Quando eu proclamo que Deus me deu um Anjo eu não estou exibindo força: Eu estou declarando que não sou todo poderoso e que preciso de uma força maior.
Quando eu proclamo que Deus me deu um Anjo eu não estou contando vantagem: Eu estou admitindo que sou frágil e que sem esse Anjo tudo pareceria mais difícil.
Quando eu proclamo que Deus me deu um Anjo eu não estou me julgando um favorito: Eu estou dizendo que tenho falhas, mas também um Anjo que acredita no meu valor.
Quando eu proclamo que Deus me deu um Anjo eu confesso que tenho minhas dores, que ainda não superei muitas mágoas e que preciso chamar esse Anjo para me fortalecer.
Quando eu proclamo que Deus me deu um Anjo eu não rebaixo aquele que me ouve nem tenho a pretensão de fazer isso: eu apenas declaro que Deus me deu minha Mãe, o Anjo que me dá a certeza de que sou amado!

Eu tinha dez anos e quando se aproximava o Natal, eu queria um trem elétrico. Os tempos eram de recessão econômica mas, ainda assim, minha mãe e meu pai deram-me um maravilhoso trem elétrico.
Na manhã do Natal fiquei radiante observando meu trem. As horas seguintes dediquei exclusivamente para brincar, observando a locomotiva puxando os vagões para a frente e para trás.
Minha mãe disse que comprara um trenzinho para Mark, o filho da senhora Hansen, uma pobre viúva que morava na rua de baixo. Quando olhei seu trem, percebi que era muito mais simples que o meu mas que tinha um vagão tanque que admirei bastante. Implorei e minha mãe sucumbiu ao meu pedido e me deu o vagão tanque. Eu o coloquei em meu treme fiquei muito satisfeito com o resultado.
Mais tarde, minha mãe e eu fomos levar os vagões restantes e a locomotiva para o Mark Hansen. O menino era um ou dois anos mais velho do que eu. Ele jamais esperava tal presente. Ficou muito satisfeito e alegre. Com as mãos, ele movimentou a locomotiva, que não era elétrica nem tão cara como a minha, e era pura alegria com a locomotiva e os dois vagões.
Tive uma terrível sensação de culpa quando voltei pra casa. O vagão tanque já não me encantava mais. De repente, peguei o vagão tanque e mais dois vagões de meu trem, corri até a casa de Mark e anunciei orgulhoso
- Nós esquecemos de trazer três vagões que pertencem ao seu trem. Eu não sei quando uma outra atitude me fará sentir melhor do que essa experiência de um menino de dez anos de idade.

Se a nossa existência fosse dividida em estações, a juventude seria o verão, a melhor estação da vida!

A adolescência seria a primavera... momento em que afloramos para novas experiências e a nossa curiosidade e sede de viver nos fazem ver tudo mais colorido e encantador. A beleza da adolescência está na ingenuidade e na certeza de acharmos que já sabemos muita coisa, só porque temos curiosidade por descobrir a vida, e desejamos viver novas aventuras, fora do nosso quintal. Mas a verdade, é que ainda estamos a brincar na casa da árvore!

No verão, tudo é diferente! A juventude é a estação quente, o verão tudo promete! Já não somos tão ingênuos, já até quebramos a cara algumas vezes, mas ainda somos destemidos, e a beleza está na imprudência com que encaramos certas coisas complicadas da vida. O verão permite-nos ser levemente irresponsáveis, relaxados, divertidos... Durante o verão, há sempre um lugar ao sol para todos. Ah se a vida fosse um eterno verão!

Depois, vem o outono e a juventude fica para traz. Tornamo-nos adultos, as cores ficam mais sóbrias, e já começamos a pensar em como nos proteger do frio que vem pela frente. E quando chega o inverno, só queremos estar seguros e aquecidos, e fugir de constipações. Ai que saudades dos verões!