A vida muda em um minuto apenas.
Em um minuto apenas DEUS providencia o socorro.
Pode ser um coração atento, uma mão amiga, um pedaço de papel impresso caído na calçada.
Papel que o vento não o levou para longe.
Um minuto apenas e o amor volta e a esperança renasce Um minuto apenas e o sol rompe as nuvens clareando tudo.
Não se desespere, espere, o socorro chega.
Um minuto apenas...
O panorama se modifica.
A vida refloresce.
Tenha paciência, não se entregue à desesperança.
Aguarde.
Enquanto você sofre DEUS providencia o auxílio.
Aguarde, um minuto apenas, sessenta segundos.
Uma vida. Um minuto a mais.
Em um minuto apenas, a misericórdia divina se derrama cheia de bênçãos nas vielas escuras dos passos humanos, corrige, saneia, repara transformando-as em estradas luminosas no rumo da vida maior!
Meu amor,
Eu não consigo mensurar todo o amor que sinto por você. É difícil medir algo imensurável, eu só posso dizer que você é a coisa mais preciosa da minha vida.
Eu quero que você seja minha e fique para sempre comigo, pois você me completa. Sem o seu amor, eu me sentiria perdido e confuso. Hoje eu sei que ninguém mais pode significar tanto para mim quanto você.
Eu te amo do fundo do meu coração.
A paz invadiu o meu coração De repente me encheu de paz Como se o vento de um tufão Arrancasse os meus pés do chão Onde eu já não me enterro mais
A paz fez o mar da revolução Invadir meu destino, a paz Como aquela grande explosão Uma bomba sobre o Japão Fez nascer o Japão da paz
Eu pensei em mim Eu pensei em ti Eu chorei por nós Que contradição Só a guerra faz Nosso amor em paz
Eu vim, vim parar na beira do cais Onde a estrada chegou ao fim Onde o fim da tarde é lilás Onde o mar arrebente em mim O lamento de tanto ais
Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então a margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.
"Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!"
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
"Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha."
Lembra quando éramos jovens e parecíamos todos tão promissores? Tínhamos a vida toda pela frente e pensávamos que com dedicação e sorte podíamos ser o que quiséssemos. Podíamos até desistir daquilo que queríamos e mudar de direção porque nós tínhamos tempo.
Os anos passaram, olhamos para trás e vemos que muitos daqueles sonhos e daquele sentimento de poder que a juventude nos traz ficaram pelo caminho. O futuro chegou e já não somos tão promissores como antes. E o futuro também já não nos promete muito. O tempo passou e o que nós queríamos para nós se perdeu entre um e outro dia em que era preciso quebrar pedras.
A vida, afinal, não é fácil como imaginávamos. É bom lembrar do frescor daqueles tempos, mas mesmo que nem tudo tenha dado certo ou tenha sido como esperávamos, sinto-me feliz e satisfeito com o rumo que tomei.
A vida é muito curta e já que não podemos voltar atrás, também não vale a pena ter arrependimentos. O mais importante é tentar entender nossas escolhas e ser compreensivos e gentis com as nossas experiências. Se não foram as melhores, que ao menos tenham nos ajudado a nos tornarmos pessoas melhores.