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Todos estamos familiarizados com ela, mas a verdade é que só descobrimos o total impacto da morte quando ela nos rouba alguém que amamos.

Os meus mais sentidos pêsames pela sua perda. Saiba que em todo momento estarei disponível para você, e que profundamente lamento a sua dor.

Dói muito, mas perante tão definitivo desfecho, apenas nos resta a aceitação, entregar na mão de Deus e reservar no coração um lugar especial para guardar quem para sempre se foi.

Não posso prometer que não
vou gritar!

Não posso prometer que não
vou choramingar!

Mas como hoje é
Dia do Farmacêutico...

Vai...

Eu deixo você aplicar!

Parabéns pelo seu dia!

Com muito arrependimento no coração, quero pedir desculpas, meu amor. Sei que não agi da melhor forma com você e que está desiludido comigo, mas não era minha intenção o magoar dessa forma.

Somos imperfeitos e por vezes falamos e tomamos atitudes sem pensar, mas isso não faz com que não queira melhorar. Estou me esforçando verdadeiramente para mudar, porque o nosso relacionamento é muito importante para mim.

Páscoa é ressurreição...
E ressurreição é:
Passagem...
Mudança...
Renascer...
Passar é sair do lugar, da rotina...
Mudar é transformar...
Trocar uma vida gasta e empoeirada por um modo de ser e de viver...
Renascer é um recomeçar...
É "ser de novo"
De aniquilar a rotina e de recomeçar...
Por isso seja de novo...
Recomece!
Agora é o tempo e a hora...
Feliz recomeçar!
Feliz libertar-se!
Feliz Páscoa

Com a vida apressada, angustiada, tão absorta em pensamentos pequenos, sem entender a dor disfarçada em mal humor, pouso os olhos no menino, ali, dormindo. No meio da rua, entre carros, passantes, cachorros e passarinhos destoantes, com as mãozinhas sobre a cama de papelão, agarradinho, inocente, no corpo do irmão.
A mãe sofrida, sentada no sujo chão, tentando esconder a vergonha e a fome, tendo à frente o pai, derrotado enquanto homem. A dor oprimida no peito, sem conseguir engolir, ver assim alguém tão só, uma família – flores do pó. Ah, a cruz! Preguem-me na cruz.
Quero morrer por eles, morrer por mim, inerte, covarde, torpe! Nada a fazer, senão sofrer? Não tem remédio, senão chorar? Menino dormindo, como o meu, como os nossos, sonha sonhos de criança, com luzes e festa, com brinquedos e paz, sorvete, banho, banheiro. Alegria o ano inteiro.
Perdeu o endereço do céu, mas espera Papai Noel. Aquele pai e aquela mãe, sem teto ou dignidade, não sabem da missa a metade. Não choram, apenas pedem, que a sorte mude e os ventos tragam a esperança e o sorriso do menino, que dorme ali no chão, tranquilo, ao relento, desprotegido.
A leoa de dentes arrancados, o guerreiro sem escudo, sem lança, sem conseguir defender sua criança, olhar vazio, de alma apagada, sem ter mais nada. Nada a oferecer, senão seu corpo. Nada a pedir, senão o pão. E eu, e você, o que fazemos?
Vamos embora, com a consciência confortada de que nada podemos fazer, por não termos o poder. Qual nada! Eu posso. Você pode. Mas é difícil, é cômodo. Você tem lar. Eu tenho pão. Eles é que não.