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Derrubei o meu império
Em busca de um amor perfeito
Em meio as feridas abertas
Banhadas em lagrimas
Cravei o punhal da separação
E tudo o que nos erguia, desabou
Destruiu meus sonhos
Em busca de amor perfeito
Invadi teus pensamentos
Marquei tua alma com a irá da traição
E brindei minha vitória com o cálice de tuas lagrimas
Deixei minha razão de lado
Em busca de um amor perfeito
E bani o teu amor controlador da minha vida
Cuspi a ultima gota de dó que sentia
E banhei me em um rio de esquecimento
Acordei, em busca de um amor perfeito
E tudo o que descobri foi que:
Amores perfeitos não existem.

Amor, vem logo, não demora
Meu corpo te quer... agora!
Apaga com teu corpo
Essa paixão que me devora!

Esse desejo é voraz
Me domina cada dia mais
Te quero! Só você me satisfaz
Viver sem teus carinhos... Jamais!

Sacia essa sede de teus beijos
Incita mais e mais o meu desejo!
Adoro o sabor dos lábios teus...

Me prende bem forte com um laço
Não quero sair nunca dos teus braços
Esse desejo é tão forte... O que faço?

Depois de tudo discernir a respeito de tudo, cheguei á conclusão que o propósito de minha existência é o mesmo que o de um grão de poeira cósmica, hoje eu existo para compor a matéria prima numa formação animal, amanhã voltarei ao pó para compor o substrato de qualquer dejeto em fase terminal.
Porém a cada ciclo nos é permitido, num breve sopro divino, a percepção das emoções, que sendo armazenada com qualidade, ao longo desta existência cósmica, nos elevará á mesma categoria Dele, outra atuação seria fugaz e efêmera, porém se esta for a razão de ser, estarei sempre sendo útil a algum propósito, além deste crescimento rumo ao infinito, e é isto que me fortalece, pois percebo assim um significado existencial que me aproxima do Criador, a consciência necessária para entender a mais importante lei que rege o universo, a HUMILDADE.

Acreditar na vida é ter esperança no amanhã.
Saber que após a noite vem o dia.
Viver intensamente as emoções!
Apreciar o nascer e o pôr-do-sol.
Aproveitar todos os momentos...
Vencer a depressão!
Fazer trabalho voluntário
Confiar na voz da intuição.
Perdoar...
Estimular a criatividade.
Não se prender a detalhes.
Chorar de felicidade...
Deixar para lá.
Ter pensamento positivo.
Respeitar os sentimentos dos outros.
Rir sozinho.
Ser sincero.
Encontrar a felicidade nas pequenas coisas.
Entender que somos pessoas únicas.
É dançar sem medo.
Não se apegar a bens materiais.
Respirar a brisa do mar.
Ouvir a melodia suave de uma fonte.
Observar a natureza.
Adorar um dia de chuva.
Ter motivação!
Enxergar além das aparências.
Descobrir que precisamos dos outros.
Esquecer o que já passou.
Buscar novos horizontes.
Perceber que somos humanos.
Vencer a nós mesmos.
Ver a beleza da alma.
Sair da passividade.
Saber que a vida é consequência de nossas atitudes...
Não adiar decisões.
Mimar a criança interior.
Deixar acontecer...
Praticar a humildade.
Curtir as pequenas vitórias.
Viver apaixonado pela vida!
Entender que há limites.
Ter autoestima.
Colocar sua energia positiva em tudo que realizar!
Ver a vida com outros olhos...
Só se arrepender do que não fez.
Fazer parcerias com os amigos.
Dormir feliz.
Amar...
Saber que estamos só de passagem.

Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.

Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.

Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.

Que o outro sinta quanto me doía ideia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.

Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''

Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.

Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.

Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.

Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.