Queria parar na sua frente, nua. Despida do orgulho que me impede de falar... Fazer você notar que eu já sou tão sua, assim mesmo sem ser. Mas eu sei que reciprocidade não se pede, e nem se conquista. Ela simplesmente acontece, 'porque sim'. E porque eu sei que você me pediria respostas que nem eu sei quais são. Porque você é menino demais pra entender a minha loucura, atender às minhas urgências e ter paciência com os meus excessos. Porque não faz sentido, mas eu sinto. E já enviei tantos sinais...
Tenho vontade de te ligar e dizer que você é idiota por não enxergar o óbvio, e que preciso te esquecer, mas tenho medo de ouvir que 'tanto faz'... Querer é pra tocar, paixão é pra abraçar, tesão é pra matar. Sentir é sobre viver e não sobre explicar. Mas eu queria tanto que você soubesse que é em você que eu penso quando escrevo sobre o amor...
Minha querida amiga, um final de namoro é sempre um momento difícil. Independentemente da forma como acaba, ou de como esse final é encarado pelos dois, é uma história, grande ou pequena, que termina, e isso traz sempre alguma tristeza.
Mas minha querida amiga, não se foque apenas nos aspectos negativos. Este é um momento que você deve aproveitar para, sozinha, refletir sobre a sua vida e investir em você mesma.
Descubra sua individualidade novamente. Explore as novas oportunidades que vão surgir, pois junto com um final sempre chega um início de algo novo, diferente e certamente muito melhor.
Muitas alegrias esperam você, muitas aventuras, muito amor! Basta para isso que você abra o seu coração para o mundo, que não tema as novidades que a vida tem para lhe oferecer. E nunca esqueça, independente da violência da tempestade, ela sempre acaba por passar!
No momento em que se estreia um novo calendário, no momento em que se renovam todas as nossas melhores esperanças, fico quieto e reflito um instante para perceber o quanto é grande, profundo e antigo este amor que nutro por ti.
Sim, embora renasça a cada dia, sinto que este amor é bem antigo, e tenho a impressão de que ele nasceu comigo e só esperava a tua aparição para se concretizar em algo belo e grandioso, como realmente aconteceu.
És a minha vida e o meu futuro. Não faria sentido, para mim, imaginar o amanhã sem ti ao meu lado. Não haveria felicidade no meu coração se eu não te pudesse incluir em todos os meus projetos futuros.
Preenches a minha vida com esperança e beleza. É tudo o que eu sempre sonhei, tudo o que sempre precisei para me tornar o homem mais feliz do mundo.
Eu continuo triste! Acabada! Sinto que o mundo ruiu, que o sol virou fogo que não me aquece. Ainda nem acredito que você me enganou de um modo tão frio, tão cruel. Dói – dói demais!
Mas eu não consigo dormir com ódio ou rancor no coração. É por isso que perdoo você! Basta de briga, chega de lutar! Você está desculpado; agora vou reaprender a confiar e a viver de novo, mas sem você. Até um dia! Seja feliz!
De todas as coisas que podemos conceber neste mundo ou mesmo, de uma maneira geral, fora dele, não há nenhuma que possa ser considerada como boa sem restrição, salvo uma boa vontade. O entendimento, o espírito, o juízo e os outros talentos do espírito, seja qual for o nome que lhes dermos, a coragem, a decisão, a perseverança nos propósitos, como qualidades do temperamento, são, indubitavelmente, sob muitos aspectos, coisas boas e desejáveis; contudo, também podem chegar a ser extraordinariamente más e daninhas se a vontade que há-de usar destes bens naturais, e cuja constituição se chama por isso caráter, não é uma boa vontade. O mesmo se pode dizer dos dons da fortuna. O poder, a riqueza, a consideração, a própria saúde e tudo o que constitui o bem-estar e contentamento com a própria sorte, numa palavra, tudo o que se denomina felicidade, geram uma confiança que muitas vezes se torna arrogância, se não existir uma boa vontade que modere a influência que a felicidade pode exercer sobre a sensibilidade e que corrija o princípio da nossa atividade, tornando-o útil ao bem geral; acrescentemos que num espectador imparcial e dotado de razão, testemunha da felicidade ininterrupta de uma pessoa que não ostente o menor traço de uma vontade pura e boa, nunca encontrará nesse espetáculo uma satisfação verdadeira, de tal modo a boa vontade parece ser a condição indispensável sem a qual não somos dignos de ser felizes.
Immanuel Kant