Perdoe-me a falta de romantismo
Mas, preciso dizer, minha preferência recai sobre amores reais.
Nada fantasiado me atrai.
Não preciso de lençóis de seda, cavalos brancos ou anéis de prata.
Embora ache belos muitos tipos de aliança
A única coisa que elas me lembram é que não preciso delas.
Perdoe-me a falta de jeito
(E que esta não se confunda com falta de amor)
Mas não sou dada a declarações fervorosas.
Demonstro afeto no cotidiano, nos pequenos gestos,
no estender a mão quando tu precisares.
Sou útil, mas nem sempre meiga. Assim me expresso.
Perdoe-me também a ausência de choramingos.
Se me fizeres chorar
Entenderei que é hora de nos afastarmos.
Não quero ninguém ao meu lado por insistência.
Amor de verdade, pra mim, é antes de tudo digno.
Perdoe, ainda, minha necessidade de ficar só.
Ela nasceu comigo, antes de tu existires como tal em minha vida,
e em nada ameaça o que sinto por ti.
É apenas eu sendo quem sou.
E mesmo na minha solidão, tu estás lá, sublime.
Não preciso de companhia urgente:
te recebo em minha vida porque gosto de ti. Simples assim.
E, por último, mas não menos importante
Perdoe-me por não te idealizar.
Apesar de meu silêncio, vejo teus defeitos com lupa, em detalhes,
e escolho ficar contigo pelo que és, não pelo que eu gostaria que tu fosses.
Não importa o que eu gostaria ou não:
embora eu não despreze os sonhos, o que sinto ecoa na realidade.
É dela que eu vivo.
Juliana Davi
Um anjo subia pela alameda dos sonhos. Levava uma estrela e uma caixinha de surpresas.
De repente ele viu um menino tristonho. Bateu asas e surgiu um acalento pro seu sono.
Dentro da noite estrelada, anjo e menino se abraçaram e a caixinha foi deixada.
Estava cheia de sonhos e de estrelas prateadas, cheia de surpresas coloridas e alegrias imaginadas.
Pela manhã o menino risonho abriu a janela de mansinho e jura ter visto através do sol seu anjo virar passarinho.
Feliz Dia das Crianças!
Fato ocorrido em 1892, verdadeiro e integrante de biografia.
Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.
Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos.
Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus.
Estou errado?
- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal.Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.
Somente pessoas sem cultura ainda creem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.
- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.
O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.
No cartão estava escrito: Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França. 'Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima.'
Ser professora é muito mais do que transmitir o conhecimento.
É aquela que ensina com dedicação e paciência, é aquela que quebra os nossos galhos, aquela que quando tudo está difícil abre um sorriso e diz: calma, você vai conseguir.
É agir com simplicidade, com companheirismo, está sempre disposta a te ajudar a qualquer hora, enfim todas essas características se resume em você, não é a toa que podemos afirmar que você não é nossa professora e sim uma grande amiga.
Parabéns pelo seu dia!
Uma conversa amiga, um abraço... Duas almas singulares descobrindo da amizade seus pares, formando assim um eterno laço. E de um abraço, um carinho, um elogio singelo e amoroso. Um apelido fofo e manhoso, e depois risadas e beijinho... Descobrindo assim de pouco. Um sentimento de imenso calor, descobrindo que está louco, descobrindo o amor. Um momento de espanto, a sensação de que algo está errado, de que eram apenas amigos no passado, e agora se amam tanto... E percebem que sempre foi assim, que este amor sempre existiu, que essa chama nunca se extinguiu, que se encontraram enfim. E logo notaram como é boa a vida, quando descobrem um sentimento, que já existia, esquecido por dentro, mas revivido em uma amizade colorida.