Uma mula, sempre folgada, por não trabalhar e ainda assim ganhar generosas quantidades de milho como ração, vivia orgulhosa dentro do curral. Era toda vaidosa, e comportava-se como se fosse o mais importante animal do grupo. E confiante, falava consigo mesma:
Meu pai com certeza foi um grande e Belo Raça Pura. Fico orgulhosa por ter herdado todo seu espírito, graciosidade, resistência e beleza.
Pouco tempo depois, ao ser levada a uma longa marcha, como um simples animal de carga, cansada de tanto caminhar, exclama desconsolada:
Talvez tenha cometido um erro de avaliação. Meu pai, pode Ter sido apenas um simples Burro de carga.
Moral da História: Ao desejar ser aquilo que não somos, estamos plantando dentro de nós a semente da frustração
Ouvi dois amigos conversando e um deles se queixava da incompreensão das pessoas, das agressões verbais, dos desentendimentos. Isto o revoltava e ele dizia invejar a serenidade e o equilíbrio do interlocutor.
– Qual é o segredo? perguntou.
– Não existe segredo, mas somente paixão pela vida e esforços contínuos para aprender, respondeu o outro.
– Aprender o que?
– A aceitar as pessoas, mesmo que ela nos desapontem, quando não aceitam os ideais que escolhemos. Quando nos agridem e nos ferem com palavras e atitudes impensadas.
– Mas é muito difícil aceitar pessoas assim.
– É verdade. É difícil aceitá-las como elas são e não como gostaríamos que elas fossem. Mas qual é o nosso direito de mudá-las?
– E como você consegue?
– Estou aprendendo a amar. Estou aprendendo a escutar, mas não apenas com os ouvidos, também com os olhos, com o coração, com a alma, com todos os sentidos. Muitas vezes as pessoas não falam com palavras, mas com a postura. Fique atento para os que falam com os ombros caídos, os olhos e as mãos irrequietas.
Assim como você pode ler as entrelinhas de um texto, pode ouvir coisas entre as frases de uma conversa corriqueira, banal, que somente o coração pode ouvir. Não raro, há angústia e desespero disfarçados, insegurança escondida em palavras ásperas, solidão fantasiada na tagarelice. Aos poucos estou aprendendo a amar, e amando estou aprendendo a perdoar. Perdoando, apago as mágoas e curo as feridas, sem deixar cicatrizes nos corações magoados e tristes. Aprendo com a vida o valor de cada vida e procuro entender os rejeitados, os incompreendidos. Nem sempre consigo, mas estou tentando.
Quanto a nós, vamos tentar construir a paz, sem desânimo, com muito amor, muito amor no coração.
Custa muito, depois de um grande fim de semana ter de recomeçar tudo de novo, mas o melhor é aproveitar a energia que ainda nos resta e iniciar este novo ciclo com uma atitude positiva.
O que ficou para trás foram bons momentos de lazer, contudo agora é o momento de nos focarmos em coisas ainda mais importante. Lutar pela felicidade também é alcançar nossas metas pessoais. Arregace as mangas e construa mais um pouco do seu caminho. Tenha uma ótima semana!
Se eu pedir um abraço, me beije.
Ando precisando de surpresas.
Não se canse... das surpresas.
Das revelações. Das decepções.
Não se esqueça dos sorrisos.
Das mágoas. Dos sons.
Não desista dos momentos.
Do amor. Da vida!
Abrace e beije...
Surpreenda, surpreenda-se e supere-se.
Viva...
Os invejosos vivem de pensamentos depreciativos sobre os outros e tentam denegrir as virtudes daqueles que os rodeiam, mas a única coisa que conseguem é provarem a sua incapacidade de fazer melhor.
É fácil apontar o dedo, mas difícil encontrar um caminho alternativo. Quem inveja nunca crescerá nem conquistará nada de especial, pois os verdadeiros vencedores não ficam olhando os outros. Os grandes conquistadores sabem qual é o rumo a seguir e se concentram unicamente nisso.