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Pai,

meu querido e adorado pai,
estamos mais uma vez comemorando juntas o nascimento do mestre Jesus,

você é o homem da minha vida,
o companheiro, o amigo, enfim,
aquele que sempre acompanhou os meus passos,
pronto para auxiliar no que fosse preciso,
esse coração de pai,
me acolhe eternamente com carinho,
proteção e confiança para batalhar e realizar os meus objetivos,
pai que neste Natal,
Deus nosso Pai,
cubra ainda mais o seu caminho com luzes radiantes de muito amor.

Agradeço por tudo o que fez em minha vida.

Papai querido feliz Natal.

A beleza e a tristeza da vida podem estar em situações como esta:
Descobrir, tarde demais, que se ama uma pessoa.
Pode acontecer até com quem está ao nosso lado neste instante.
Parece que é um amor morno e sem graça, e que se acabar, tanto faz, e só daqui a muitos anos descobrir que nada era mais forte e raro do que este sentimento.
Tarde demais é uma expressão cruel.
Tarde demais é uma hora morta.
Tarde demais é longe à beça.
Não é lá que devemos deixar florescer nossas descobertas.

Minha querida amiga, com você aprendi que a experiência de uma amizade verdadeira ultrapassa em muito a imaginação. Nossa ligação é tão forte e sincera que eu me sinto capaz de tudo, pois tendo seu apoio incondicional, o medo não existe.

Amo muito você, minha amiga, de verdade, e apenas desejo que esta nossa amizade se mantenha pela vida toda, mesmo que não seja sempre igual, que seja sempre sentida da mesma forma. Nunca esqueça que sua amizade é tudo para mim!

Um grupo de rapazes e moças resolve fazer uma viagem turística rumo à cálida Flórida, deixando a região fumarenta de Nova Iorque. Meteram-se no ônibus, sempre muito alegres e extrovertidos.
Todavia, no ônibus viajava um cidadão sempre macambúzio e voltado para dentro de si próprio. Esquivo, não aceitava abrir conversa com ninguém. Não só calado, mas profundamente triste, contrastando com a alacridade juvenil do ambiente. Mordiscava os próprios lábios e parecia em cogitações estranhas.
Uma jovem do grupo, no entanto, conseguiu se aproximar dele e teve ensejo de formular lhe algumas perguntas que todos desejariam fazer, sem que tivessem coragem.
_ Qual é o seu nome?
_ Vingo.
_ Que nome interessante. Você é casado?
_ Não sei se sou casado.
_ E como pode ser isto?
_ Estou saindo de uma penitenciária. Da prisão, escrevi para a minha mulher dizendo que estaria ausente muito tempo e que, se ela não aguentasse, se os nossos filhos começassem a fazer perguntas e isto lhe fosse muito doloroso, me esquecesse. Eu compreenderia. "Arranje outro homem e não precisa escrever mais", disse à ela. E, de fato, ela nunca mais me escreveu.
_ E você está voltando para casa?
_ Isso mesmo. Quando, na semana passada, me concederam livramento condicional, escrevi à minha mulher de novo. Existe, na entrada da cidade onde morávamos, um grande carvalho. Se ela ainda me quisesse de volta, deveria amarrar um lenço verde à árvore. Se, pelo contrário, não me desejasse mais, não amarrasse lenço algum.
_ Meu Deus! – exclamou a jovem, comovida.
As moças e os rapazes ficaram todos sabendo da estória. O ônibus começou a se aproximar da cidade. Todos olhavam pela janela. Por fim, surgiu o frondoso carvalho. Vingo parecia petrificado. De repente, levantou-se e os seus olhos brilharam.
O carvalho parecia uma árvore de Natal. Havia nele 20 ou 30 lenços verdes. Era uma mensagem extraordinária de boas vindas. Moças e rapazes se puseram a gritar, chorar e dançar dentro do ônibus. E Vingo desceu e foi ao encontro do amor e da vida.

Entre estas palavras sinceras que faço chegar até você, meu genro, vai um sentimento de tristeza e arrependimento. Nossa relação não tem sido fácil, mas não pense que isso é da minha vontade.

Peço desculpa se nem sempre fui uma boa sogra. A minha intenção é apenas ver você feliz junto com a minha filha. Tentarei ser melhor no futuro, mudar algumas atitudes e sobretudo viver em paz com você.