Meu avô querido, minha infinita fonte de amor, carinho, compreensão, apoio e sabedoria, hoje eu quero lhe agradecer por tudo, de coração!
Você sempre foi a minha referência de vida, meu exemplo a seguir. Você sempre foi presente e na necessidade você esteve lá, firme e seguro, pronto para tudo.
Eu amo muito você, meu avô, e admiro o homem generoso e forte que você é. Saiba que a gratidão que eu lhe devoto será eterna e apenas é superada pelo amor que eu lhe tenho.
Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando á pé pra casa, avariada.
Eu sei, não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos.
Talvez este seja o ponto. Talvez eu não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu pátio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória, sem sequelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara.
Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo.
Não era amor, era Melhor.
Uma amizade verdadeira não é aquela em que tudo corre na perfeição, mas sim a que suporta erros, imperfeições e se mantém forte apesar das inúmeras contrariedades.
Sei que nem sempre foi fácil nos entendermos, mas a verdade é que conseguimos que nada destruísse esta nossa união. Você é uma amiga especial que me orgulho muito em ter na minha vida.
Fico na dúvida, Para falar de você.
Por não saber Se és um anjo ou um demônio.
As vezes me sinto angustiada Sonho que em seus braços adormeço Quando desperto Te encontro sorrindo a me olhar.
Não sei se no tempo Se no espaço ou na agonia É você que quero como companhia.
Bem sabes que ao teu lado quero ficar Só que me perco perante o teu brilho intenso Que faz meus olhos cegar...
Minha boca secar...
Meu coração disparar...
Meus sentidos paralisar...
Uma vontade enorme de correr Em teus braços me alojar Tua linda boca beijar E para sempre ao teu lado ficar...
Sem perceber a ansiedade me consome Todas as vezes em que penso te encontrar...
Fico pensando o que realmente queres de mim Além da verdade Que te amo...
Que te chamo...
E que tenho um medo enorme De você não escutar o meu clamor E assim não te encontrar...
Quem nunca provocou um mal-entendido ou ou já cometeu um grande erro nesta vida? As duas situações certamente já acompanharam muita gente, e com elas muitas vezes aparece também uma intensa culpa.
É muito frequente que este arrependimento permaneça vivo por muito tempo, deixando a pessoa presa a um sentimento negativo que não atrai nem um pouco de otimismo. Permitir que esta culpa o domine é fazer com que supervalorize o seu erro, diminuindo cada vez mais as chances de se sentir livre.
Ao prolongar esta situação, afastamos cada vez mais a felicidade das nossas vidas, nos acostumamos a viver com um coração amargurado e eternamente culpado pelos erros do passado. Ao bloquearmos a chegada da felicidade tornamos cada vez mais difícil nossa libertação desta culpa infindável.
Empenhe-se ao máximo para conseguir o mais rápido possível a sua liberdade. Lembre-se que todo mundo erra e ainda não é possível mudar o passado, mas caso se sinta livre da culpa e mude de atitude, o seu futuro pode não ser menos amargurado.