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Saudade do nosso futuro que nem existiu. Saudade das mãos que nunca ficaram juntas. Saudade é coisa farta, não seca, não morre. Saudade no peito e um amor no pensamento.

Mas que amor de cachorrinha!
Mas que amor de cachorrinha!

Pode haver coisa no mundo
Mais branca, mais bonitinha
Do que a tua barriguinha
Crivada de mamiquinha?
Pode haver coisa no mundo
Mais travessa, mais tontinha
Que esse amor de cachorrinha
Quando vem fazer festinha
Remexendo a traseirinha?

Vinícius de Moraes

A geografia da cidade é plana – traçada a direito pelos roteiros que percorremos. Todos os rostos me sobressaltam com a tua imagem. Penso sempre que podes aparecer, de súbito, na dobra de uma rua, no trajeto para o trabalho, numa divisão da casa.
É uma espécie de ansiedade abafada, constante, que corresponde a um ponto exato do corpo – fica ali, entre o coração e o estômago a meio caminho de nada e entre tudo o que é vital. Dizem que o amor sem sofrimento não é amor. Talvez não seja só masoquismo. Talvez esta agonia toda amadureça algo dentro do peito: valoriza-se o momento porque se passou pela ausência. amacia-se a voz porque se conhece o desespero. aumenta-se a doçura porque se passou pela dor!
Foi assim que aprendemos a conhecer o fundo do coração – entre a presença e a ausência, entre a luz e as trevas, entre o amor a dor. Foi assim que resistimos a tudo e a todos mas principalmente a nós – a esta vontade de destruir a dor a qualquer preço.
Acabamos sempre rendidos por um amor maior que de tão amargo se fez doce e de tão fundo se fez permanente.
E de tão longe que estás não te digo que tenho saudades tuas.
Este disparate de ter saudades faz com que os grandes acontecimentos desapareçam, lembramo-nos dos outros acontecimentos, ínfimos, isolados, na amálgama dos dia, aquelas coisas que de tão integradas na pele são incapazes de provocar, por si, só uma alteração no rumo de uma manhã. De repente recordo-me do teu cabelo molhado nesse hábito que tens de odiares guarda-chuvas.
Afinal és todas as pequeninas coisas do quotidiano, as coisas simples – é delas que tenho saudades: tomar café contigo, rir, dizer palavras inócuas como bom dia, seres a última e a primeira imagem que vejo ao adormecer e ao acordar e então pergunto-te: não será isto maior que dizer que tenho saudades tuas?

Choras por amor ou por paixão?
Guardas alguém no coração?
Então tente se aproximar
Se quiser que ele goste de ti, vais ter que pisar, maltratar, mas também amar
Não chores amiga, pois não tens um ombro amigo?
Pois então conte sempre comigo
Para o que der e vier, sua amiga menina-mulher
Estarei sempre ao seu lado como consolado
És muito jovem, tens muito o que aprender
Mas antes de tudo, tens que saber o que é viver e mais que tudo SOFRER...

O OTIMISTA tem consciência de sua origem divina, aceita a vida com gratidão e se identifica com tudo o que é bom, belo, justo, nobre, harmonioso.
O otimista tem uma personalidade atraente. É ativo, afetuoso, cordial, alegre, produtivo. Tem espírito fraterno, coração generoso, é inabalável. Tem caráter nobre.
O entusiasmo é uma constante em sua vida. Ele está sempre desenvolvendo suas qualidades e aptidões: deixa rastros de luz e bons exemplos por onde passa.
É amigo da ordem e do progresso. Vê no trabalho uma demonstração de afeto e o melhor caminho para suas realizações.
O PESSIMISTA ignora sua filiação com o Criador e desconhece que, em seu íntimo, há um potencial ilimitado de força que podem ser usadas livremente em seu benefício e no de terceiros.
O pessimista inverte os valores que Deus lhe dá. Por isso, toma atitudes negativas, enxergando tudo como um mal.
Está sempre prevendo dores e pesares. É apático, indolente, indeciso, triste e improdutivo. Tem inveja de quem prospera e de quem contribui para o progresso.
Enquanto ele não desperta para a grande realidade, fica à margem da estrada, sem usufruir as alegrias da Vida.