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De tudo ficou um pouco.
Do seu beijo. Minha boca vazia.
De tuas palavras a minha surdez.
De teu medo. Ficou minha coragem.
Do seu corpo, meus olhos cegaram.
Mas aquelas tuas palavras,
daqueles dias de sol raiando,
daquelas noites estreladas,
destas não ha como ocultar
de minha memória.
Aquelas lembranças, onde nos nossos beijos, teus lábios pareciam favos de mel, onde seus olhos brilhavam mais
que Paris durante a guerra.
De tua pele ficou em mim cada pedacinho de ti, cada fio de cabelo, cada grãozinho de areia de teu corpo ficou no
meu.
De teus olhos azuis ficou, em mim tua memória, que jamais ousarei em perder.
De seu carinho, ficaram em mim os meus maiores prazeres que um homem já conseguiu em toda sua vida.
Mas de você fica sempre um pouquinho de tudo, pois, minha única razão de vida e você minha tão doce e delicada pequena.

Um pescador dirigia-se para seu barco, após uma noite mal dormida, os peixes estavam cada vez mais escassos e ele temia logo não ter como sustentar a numerosa família.
Ia assim matutando entre um passo e outro, até parar admirado: em seu barco dormia a sono solto uma criança. Como fora parar aí ele não sabia, pensou em sacudi-la mas sua mão ficou solta no ar, as palavras lhe faltaram diante daquele semblante do qual se desprendia tanta inocência.
Sentou-se ao lado do barco enquanto mergulhava em suas próprias lembranças: um dia também fora criança, alegre, sonhadora apesar de todas as adversidades da vida, seus risos infantis, as molecagens com os colegas, ainda ecoavam em sua memória.
Bons tempos aqueles, mas a criança crescera e os sorrisos murcharam, os dias alegres se esconderam, não tinha mais tempo nem alegria nem mesmo para partilhar com os filhos. A molecada fora chegando um após outro, o pão ficando cada vez mais difícil, tentara ensinar-lhes o ofício mas, esquecera da alegria do coração. Hoje se dava conta do quanto perdera.
Neste momento o barco sacolejou, a criança saltou assustada, já ia escapar quando ele a deteve, o menino desculpou-se por ocupar o barco sem permissão, ele apenas sorriu meio sem jeito e foi soltando as palavras há muito atadas no coração:
– Hoje garoto me lembrei do que é ser criança, do que é ter a alegria solta no fundo do coração, hoje reaprendi a ser pai e vou levando comigo esta lição, vou partilhar com meus filhos além do pão de cada dia, o pão que alimenta a alma, o pão da palavra amiga, consoladora, pão que sai fresquinho do fundo do coração, pois, um pai que não sabe amar seus filhos de verdade pode dar-lhes tudo, mas este tudo de nada vale porque junto não está o coração.
A criança olhou-o sem nada entender, depois foi se afastando de mansinho deixando o pescador rodeado pelos filhos, que o cercavam de todos os lados numa festa só...

Ao recebermos a notícia, não podemos conter a felicidade, a vontade é de explodir de alegria e poder dividir com todo o mundo a boa nova!

Com o passar dos dias, percebemos que a espera é longa.

E se torna mais longa ao sentirmos mal estar, vontade de dormir muito, de ir ao banheiro toda hora... Parece que essa fase não acaba! E quando acaba, vem a melhor parte: fazer o enxoval, escutar seu coraçãozinho bater, vê-lo(a) no ultrassom, e finalmente descobrir: se é um príncipe ou uma princesinha.

Ao passarmos por todas as fases, no final da espera, nem parece que é o final... final da ansiedade e dos pensamentos imaginando: como será?

Parece infinito e que demorará muito ainda para finalmente conhecê-lo.
Até que escutamos seu chorinho... desconsolado e assustado, quem sabe pensando: O que aconteceu?

E então, sem perceber pensamos: "Não chore, a mamãe está aqui!"
Segurá-lo, olhar pro seu rosto, sentir seus pequenos dedinhos, sua pele e seu cheirinho... é como se os minutos não passassem.

Descobrir a amamentação, suas vontades, o que querem dizer com seu "bebenês"...

Tudo isso é um exercício de paciência... e de muito amor!

Passar o tempo com ele(a), acompanhar suas descobertas e suas "travessuras", são coisas que passam e não voltam mais.. e que passam sem percebermos, muito rápido, por sinal.

Assim, podemos dizer que o significado de ser mãe resumi-se em uma palavra: Doação!

Através dela podemos descrever a mais completa forma de amor!
Um amor que coloca o outro em primeiro lugar, que enfrenta dificuldades, dores a apertos, que supera seus próprios medos e ultrapassa seus limites, ao ponto de esquecer de nós mesmas e de nossas necessidades.

Tudo pelo "simples" fato de ser Mãe, com M maiúsculo!

Milagre do Amor

Somos interiormente pura energia... E toda energia pode ser utilizada para o bem ou para o mal.
O uso de nossa energia interior depende de nós mesmos, de equilíbrio emocional, de nosso autodomínio.
Se estamos irados, nosso interior pode transformar-se numa potente usina de emissão e processamento dessa energia negativa.
Se nos vergarmos ao poder da ira, tendemos a um tipo de vivência improdutiva, extremamente nociva – a nós mesmos e aos que nos rodeiam.
Por que canalizar nossa energia interior para os descaminhos da improdutividade – que fatalmente levam ao abismo da existência?
Por que não aproveitá-la de maneira construtiva e saborear a prática do bem?
Vamos processar essa energia em prol do amor e da paz!
Vamos transformá-la em solidariedade e fazer um positivo uso dela, pois, como já dizia o líder pacifista Mahatma Gandhi, nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo.

No meio do barulho e da agitação, caminhe tranquilo, pensando na paz que você pode encontrar no silêncio.
Procure viver em harmonia com as pessoas que estão ao seu redor, sem abrir mão de sua dignidade.
Fale a sua verdade, clara e mansamente.
Escute a verdade dos outros, pois eles também têm a sua própria história.
Evite as pessoas agitadas e agressivas: elas afligem o nosso espírito.
Não se compare aos demais, olhando as pessoas como superiores ou inferiores a você: isso o tornaria superficial e amargo.
Viva intensamente os seus ideais e o que você já conseguiu realizar.
Mantenha o interesse no seu trabalho, por mais humilde que seja: ele é um verdadeiro tesouro na contínua mudança dos tempos.
Seja prudente em tudo que fizer, porque o mundo está cheio de armadilhas.
Mas não fique cego para o bem que sempre existe.
Há muita gente lutando por nobres causas.
Em toda parte, a vida está cheia de heroísmo.
Seja você mesmo. Sobretudo não simule afeição e não transforme o amor numa brincadeira, pois no meio de tanta aridez, ele é perene como a relva.
Aceite com carinho o conselho dos mais velhos e seja compreensivo com os impulsos inovadores da juventude.
Cultive a força do espírito e você estará preparado para enfrentar as surpresas da sorte adversa.
Não se desespere com perigos imaginários: muitos temores têm sua origem no cansaço e na solidão.
Ao lado de uma sadia disciplina, conserve, para consigo mesmo, uma imensa bondade.
Você é filho do Universo, irmão das estrelas e árvores, você merece estar aqui. E mesmo se você não puder perceber, a Terra e o universo vão cumprindo o seu destino.
Procure, pois, estar em paz com Deus, seja qual for o nome que você lhe der.
No meio de seus trabalhos e aspirações, na fatigante jornada pela vida, conserve, no mais profundo do ser, a harmonia e a paz.
Acima de toda mesquinhez, falsidade e desengano, o mundo ainda é bonito.
Caminhe com cuidado, faça tudo para ser feliz e partilhe com os outros a sua felicidade.