Se for para esquentar que seja o sol;
Se for para enganar que seja o estômago;
Se for para chorar que seja de felicidade;
Se for para roubar que seja um beijo;
Se for para mentir que seja a idade;
Se for para perder que seja o medo;
Se for para cair que seja na gargalhada;
Se for para ter guerra que seja de travesseiros;
Se for para ter fome que seja de amor;
Se for para ser feliz que seja para sempre!
Não apenas 25 de dezembro, mas todos os 365 dias do ano.
Nos menores gestos de amor, de confraternizar, de apoiar na vontade de sorrir, de amparar, de entender, de perdoar, de receber e repartir.
Na capacidade de sofrer, de calar, de vencer, de estimular, de perder e de novo buscar. Sem fugir, nem evitar, sem influir, nem invejar, sem omitir, nem negar, sem punir nem matar.
E se fosse sempre natal?
Sem dor, só amor.
São nossos sinceros votos.
É verdade que mãe só temos uma, mas quem tenta cuidar de nós com todo o carinho e atenção também merece esse título. Na verdade, você tem sido como uma segunda mãe e é difícil encontrar palavras para agradecer tudo o que tem feito por mim.
Quero corresponder à sua bondade, dando o meu melhor para nunca a decepcionar. Que nossas vidas continuem sendo abençoadas com bons momentos desfrutados em família!
Porque ser professor é aprender para ensinar; porque ser professor é ser dedicação, paciência e persistência; porque ser professor é ser mestre, é saber cativar e inspirar; porque ser professor é educar. A todos os que dedicam sua vida a tão nobre e distinta profissão, um feliz dia do Professor!
A todos vocês que moldam as mentes do futuro, que educam, cuidam e acompanham os nossos filhos, o nosso agradecimento e esta sentida homenagem!
Cidadãos bem vestidos, procuram impressionar as criaturas frágeis, dizendo-se cristãos e tementes a Deus, quando não passam de larápios e dilapidadores dos bens alheios, semeando o desespero, a doença e a nudez de muitos aflitos!
Ah! Que pensar destas mãos ágeis que assinam decretos e assassinam planos e sonhos de tantos?
Que pensar dessas mentes brilhantes que maquinam o mal para corromper e perder a muitos caracteres frágeis demais para opor-lhes a devida resistência moral? – Oremos, irmãos nessa hora gravíssima! Nuvens negras se agrupam sob a pesada atmosfera da Terra! Muitos ais!
Infelizes aqueles que, indiferentes, semeiam a morte e o crime, o assassínio de seus irmãos pela fome de poder e de ouro, porque hão de recolher o justo acerto com as perfeitas leis de nosso Pai que tudo vê!