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Dia das Mães, louvemos com alegria e emoção por comemorarmos e dedicarmos esse dia a quem amamos.
Mesmo sem importar, se esse alguém é a nossa mãe, pois quando se gosta verdadeiramente de alguém esse sentimento é puro, sincero e verdadeiro, e se dá sem medidas. Apenas existe dentro do coração e nos faz felizes.
E é a ti que quero homenagear hoje. Pois houve tempos que precisei chorar e você me consolou. Houve tempos que precisei sorrir e você sorriu comigo. Houve tempos que briguei, questionei e você me apoiou.
Houve tempos em que sonhei, lutei, acreditei, vivi intensamente muitas emoções, e você com seu carinho e atenção esteve ao meu lado, enfrentando todos os obstáculos, acreditando em mim e em meus ideais.
E quando me senti só, você surgiu em minha vida como um presente de Deus, e com o seu jeito especial e o seu amor incondicional, me mostrou que existe sempre uma porta, basta acreditar de verdade, que encontraremos a felicidade.
O meu muito obrigado de coração, e mais que tudo, te desejo felicidades neste Dia das Mães e um lindo dia para você.

Agradeço você...
Por ser uma pessoa especial.
Agradeço você...
Por estar sempre levantando o meu astral.
Agradeço você...
Pelo seu sorriso, por ser uma pessoa linda.
Agradeço você...
Pelo apoio nas horas difíceis.
Agradeço você...
Por me ouvir quando eu mais precisava
desabafar.
Agradeço você...
Que me fez acreditar que posso ser capaz,
quando eu já estava desistindo,
Agradeço o seu olhar que para mim é luz.
Simplesmente...

Muito Obrigado

Inspirado na obra de Schopenhauer (1788-1860)

A fábula se passa na Era Glacial, em um tempo remoto, quando diversas espécies animais foram extintas. Uma manada de porcos-espinhos, sentindo-se prestes a congelar, decide se unir para sobreviver.

Aquecendo-se uns aos outros e trocando energia, os porcos-espinhos ficavam cada vez mais fortes, mas a proximidade excessiva acabava expondo-os às feridas dos espinhos, e assim eles se machucavam e se magoavam. Juntos, estavam quentinhos, porém sangrando:

"Aqueles que mais amavam,
Aqueles que mais sofriam".

Não suportando os ferimentos, eles se afastaram. Cada um em seu canto, acabaram por morrer. Os sobreviventes voltaram e tiveram que aprender a respeitar os limites:

"Mantinham pouca distância,
Apenas suficiente,
Somente para tornar
O próprio corpo mais quente".

Assim venceram o inverno, aprendendo que estar juntos é fundamental, mas também que a individualidade deve ser preservada.

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!
É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe!

Para sermos uma equipe, "precisamos descobrir a alegria de conviver"
(Carlos Drummond de Andrade)

Coloridas ilustrações conduzem a história, ambientando o drama dos porcos-espinhos em cenários que remetem a jogos e brincadeiras diversos: pipa, dados, bola, quebra-cabeças, cartas, dominó, amarelinha, xadrez, roda. Afinal, a vida é também um jogo, e para saber jogar é preciso aprender as lições da convivência e dos limites.

Se a tristeza tomou conta de você no dia de hoje, silencie. Se pessoas falaram de ti e se te julgaram, silencie. Se a mágoa te faz chorar, silencie. Saiba que Deus tudo vê, nada escapa de seus olhos. Pois Ele conhece o coração dos maus e bons. Nada foge de seus olhos. Não queira revidar e nem discutir. Eu sei que dói, ainda mais quando são pessoas próximas de ti. Não julgue e que atire a primeira pedra quem nunca errou. Às vezes também falamos dos outros e também julgamos. Deus é misericordioso e nos perdoa. Então é hora de liberar o perdão. Logo o esquecimento chegará. Não pense que escrevo somente para você. Eu também preciso destas palavras para me confortar. Todos nós estamos sujeitos a julgamentos, pois também julgamos. Eu sei como dói, mas tudo tem o seu tempo. O meu eu sei que é calar e perdoar. O tempo se encarrega de colocar tudo no lugar. Às vezes nem é preciso uma fofoca. A gente sente no ar e no jeito que nos olham. E como sempre digo nada está oculto que não seja revelado. Na hora certa as coisas se esclarecem. Também sinto vontade de chorar e me isolar. Mas há um Deus que combate por nós. Ele é justo e tudo sabe de nós. Ele conhece nosso coração e somente Ele pode julgar. No mais perdoo aqueles que me feriram. Não é fácil, mas aprendi que primeiro vem à ação depois a reação. Primeiro o querer e depois Deus nos dá a graça do esquecimento. Tente, você vai se surpreender. Um abraço fraterno e fique em paz. Eu por aqui vou pedindo a Deus que abençoe aqueles que me magoaram. Logo essa dor vai passar e vou sorrir novamente.

Numa casa havia duas cachorras. Uma falsa e mentirosa, a outra, sincera e de muito bom coração. Um dia a falsa foi pedir ajuda à amiga e companheira de moradia.
- Comadre, meus filhos estão para nascer. Será que você me cederia um cantinho da sua casa para que eu possa tê-los em segurança?
Comovida, a cachorra generosa permitiu que a outra se instalasse.
- Como minha casa não é grande, você fica sozinha com ela e eu me ajeito por aí até que seus filhos nasçam.
- Obrigada, minha amiga - agradeceu falsamente comovida a falsa.
A dona da casa dormiu três dias na rua. No quarto dia, ela voltou.
- Agora que seus filhos nasceram, eu quero minha casa de volta.
- Oh, mas veja como eles são bichinhos tão fraquinhos. Deixe-me ficar mais uma semana.
- Está bem, mas só mais uma semana.
Decorrido o prazo, lá veio outra desculpa esfarrapada:
- Meus filhos ainda estão muito pequenos, dê-me mais um mês. E cada vez que a cachorra boa voltava, a malandra pedia mais tempo até que um dia, quando voltou a pedir que devolvesse sua casa, deu de cara com sete cães enormes que lhe arreganharam os dentes. Eram os filhotes da cachorra má que já haviam crescido.
- Você quer sua casa? Pois venha tomá-la.
E pularam no pescoço da cachorra boa, sangrando-lhe até a morte.

MORAL DA HISTÓRIA
Expulsa o mal da tua casa e da tua vida antes que ele se fortaleça.

Nicéas Romeo Zanchett