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Por você corro o mundo
Faço tudo e um pouco mais
Pra você chamo todos os anjos
Pra ser FELIZ
Por você deixo tudo...
Com você tudo é azul...
Da cor do mar
Os dias passam, os anos se vão...
Simples como a chuva
Com você ao meu lado jamais sentirei a dor da solidão.
Mas sem você...
Sigo sem direção
Saio a te procurar
Pra te dizer, como é bom te amar...
Já não sei viver sem você
Pois cada dia que passa
Torna-se mais claro pra mim que você é a razão do meu viver...

Eu quero amar você todos os dias, e todos os dias nos amamos perdidamente! Não interessa se você está longe. A distância está carregada de saudade, e ela machuca – sabemos o quanto ela fere o coração.

Mas temos de ser mais fortes, de continuar a lutar contra tristeza de não nos termos a cada instante. Na verdade, temos o mais importante. Temos o que jamais jogaria fora.

Temos um amor mais que os dois juntos, maior que o mundo, maior que o coração das pessoas. Você é o amor da minha vida e isso nunca vai mudar! Até breve, meu bem! Eu te amo incondicionalmente.

Mar alto! Ondas quebradas e vencidas Num soluçar aflito e murmurado... Ovo de gaivotas, leve, imaculado, Como neves nos píncaros nascidas!
Sol! Ave a tombar, asas já feridas, Batendo ainda num arfar pausado... Ó meu doce poente torturado Rezo-te em mim, chorando, mãos erguidas!
Meu verso de Samain cheio de graça, Inda não és clarão já és luar Como branco lilás que se desfaça!
Amor! teu coração trago-o no peito... Pulsa dentro de mim como este mar Num beijo eterno, assim, nunca desfeito!...

A noite é sempre a parte do dia mais vaidosa. É aí que sonhos surgem como estrelas cadentes. É aí que me lembro de nós dois! Temos sido bons amigos. Muita conversa, cumplicidade, abraço, carinho. Tem sido muito bom compartilhar meu tempo com uma amiga tão especial como você é!

Na verdade, tem sido tão positivo, tão bom que chega até a dar medo ao coração. É que ligações como a que temos sempre transformam amizade em algo ainda maior. Fique bem! Boa noite! Gosto muito, aliás, mais que muito, de você. Beijos por aí, princesa!

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.

Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha do EUA chegaram ao local. Teriam de agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como?

Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali tinha sangue para doar. Reuniram as crianças e entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era uma menino chamado Heng. Ele foi preparado as pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia.

Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico perguntou-lhe se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a perguntar-lhe novamente, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando coisas e o rostinho do menino foi se aliviando...

Minutos depois ele estava novamente tranquilo. A enfermeira então explicou aos americanos:

- Ele pensou que iria morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e achava que ia ter que dar todo seu sangue para a menina não morrer.

O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:

- Mas, se era assim porque você se ofereceu para doar sangue?

E o menino respondeu:

- Ela é minha amiga...