Minha mamãe, minha mãe amada de meu coração, você é o presente mais precioso que ganhei de Deus quando eu nasci de você.
De todas as flores que eu procuro cultivar em meu jardim cheio de encanto, você é a rosa mais importante.
Minha mãe obrigado por nunca ter desistido de mim, mesmo passando por tantas batalhas em teu caminho. A vida te fez chorar muito, mas o brilho de teus olhos não desapareceu.
Minha mamãe, minha mãe, você é todo o exemplo que eu preciso carregar para toda minha vida.
Muito obrigado por tudo que sacrificaste por mim, para me fazer a pessoa que sou hoje e sempre serei, graças ao teu imenso amor eu fui e sou feliz.
Te amar, minha mãe, é meu doce prazer e uma forma de te agradecer por tudo que fizeste e continuas fazendo por mim e por nós.
Te amo minha rosa preciosa.
Beijos doces de amor em teu grande coração de flor.
Todos os dias quando acordo, mesmo antes de abrir os olhos, é seu rosto que eu vejo, é sua voz que eu escuto, pois você está presente mesmo quando está ausente.
Penso em você a toda a hora e quando meu mundo parece querer desabar, é na sua memória que eu vou buscar forças para continuar.
Meu amor por você é tão lindo e forte que só mesmo por amar você eu já sou uma pessoa melhor e mais capaz. E compartilhando a vida com você sou imparável. Eu te amo!
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida...
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo'
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha Medeiros
Muitas pessoas têm medo de envelhecer. A primeira coisa que penso é que a outra alternativa que temos não é nada melhor: ou envelhecemos ou morremos. Por isso, eu prefiro envelhecer.
E quer saber, acho ridícula a mania que algumas pessoas têm de mentir a idade. Mais vale ter 60 anos e estar bem, do que ter 60 anos, dizer que tem 50 e ter cara de 70. Nessa equação toda, o mais importante não é quantos anos você tem, mas sim como viveu cada um dos seus anos. É isso que conta!
O modo como você vive é que irá determinar como será a sua velhice. O corpo é uma máquina, e precisa de constante manutenção. Não adianta tentar fazer uma revisão geral, quando o motor já estiver prestes a fundir. Mas além de um corpo saudável, também é preciso manter a mente sã.
A velhice, ou a maturidade, pode ser a fase mais bonita e tranquila da vida. Viver nos faz aprender com as experiências e conviver com diferentes gerações. E se deixarmos a cabeça e o coração sempre abertos para as mudanças que acontecem no mundo, podemos nos tornar sempre mais sábios, sem ficar ultrapassados.
Só quando estamos maduros é que conseguimos entender o que realmente é importante na vida, e já sabemos tirar de letra problemas que para os jovens são muito complicados. Os nossos olhos veem a vida com suavidade, e o nosso corpo, apesar de parecer mais pesado, nos permite caminhar com a leveza de alma de quem já viveu muito do que já tinha para viver!
A velhice pode ser uma fase doce da vida. Podemos nos tornar mais sorridentes, brincalhões, ousados, podemos voltar a ser quase como crianças. Mas crianças com um longo caminho já percorrido. Crianças sábias, não crianças metidas a sabidas!
O mais importante para viver bem a velhice, é se preparar para ela. É ir plantando sementes ao longo do caminho da vida, para ter sombra para descansar e frutos para colher.
Mamãe querida do meu coração, quero lhe pedir sinceras desculpas pelo muito ausente que ultimamente eu tenho andado. Foram as circunstâncias da vida, o que não justifica mesmo assim que me tenha comportado como um filho ingrato.
Me perdoe, querida mãe, você não merecia este afastamento, mas não aconteceu porque meu amor por você tenha diminuído, de forma alguma. Eu amo muito você, e para sempre vou amar. Me perdoe, mamãe!