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Conheci um explorador do monte Kanchenjunga quando, juntos, dávamos uma entrevista para um programa da TV francesa. Ele comentou depois: Eu subi uma das montanhas mais altas da minha terra, e pude ver o mundo que a cercava.
Enquanto eu estive ali, eu enxerguei mais do que consigo dizer, e compreendi mais do que sou capaz de exprimir.
Se, entretanto, eu tivesse que definir melhor o que foram aqueles momentos no Kanchenjunga, eu diria: visto lá do alto, todas as coisas. rios, arvores, neve, erva. pareciam uma coisa só, e meu coração se encheu de alegria, porque eu era parte de tudo aquilo.
Quando entendi isso, mesmo sozinho no alto de uma montanha, entendi que estava junto de todas as coisas desta Terra.

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida...
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo'
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros

Hoje o dia não pode terminar sem eu lhe pedir sinceras desculpas. Você foi em todos os momentos uma mãe preocupada, carinhosa e disposta a dar o seu melhor pela minha felicidade. Eu nem sempre entendi isso, por vezes retribuí com muita ingratidão e agora sinto um arrependimento que me está consumindo o coração.

Se eu pudesse voltar atrás faria tudo diferente. Honraria seu nome e demonstraria verdadeiramente o que você significa para mim. Perdoe tudo que fiz de errado, minha mãe, quero muito ser uma pessoa melhor!

Meu querido filho, saiba que estou morrendo de saudades de você, e eu sei que esses meses irão passar voando.
Obrigada por me fazer sentir a mãe mais querida do mundo. Obrigada pelo carinho, e pelos melhores conselhos.
Eu sei que tudo vai dar certo. Estou te esperando de braços abertos filho. Eu te amo muito, estou morrendo de saudades.

Meu amor,
Você me faz feliz todos os dias. Testemunho de perto o amor sem limites, a loucura de uma paixão eterna, o fogo da existência. A alegria vive dentro de nós, porque você é o homem da minha vida! Na verdade, você é tudo para mim!

É meu companheiro, meu marido, meu namorado, meu amigo. Prometo que juntos vamos continuar construindo uma das histórias de amor mais lindas de sempre. Eu sou apaixonada por você! Beijo, meu bem!