Nesse jogo eu perdi.
Mas na verdade nós dois perdemos.
Eu porque te amava, você porque perdeu quem mais te amava
Mas, na verdade você perdeu mais do que eu,
porque eu poderei amar outras pessoas como amei você
mas você nunca será amado
como eu te AMEI!
Suponha que alguém lhe deu uma caneta. Você não pode ver quanta tinta tem. Pode secar logo depois das primeiras palavras ou durar o suficiente para você criar uma esplêndida obra (ou diversas). ou que durasse para sempre. Você não sabe até que você comece.
São as regras do jogo, você realmente nunca sabe. Você tem que examinar cada possibilidade! A regra do jogo não obriga você a fazer qualquer coisa. Você pode, ao invés de usar a caneta, deixá-la em uma prateleira ou em uma gaveta onde secasse sem ser utilizada. Mas se você decidisse usar, o que você faria? Como você jogaria esse jogo?
Você iria planejar e planejar antes de escrever cada palavra? Seus planos seriam tão extensos que você nunca começaria? Ou você colocaria a caneta na mão e simplesmente escreveria, esforçando-se para prosseguir com um monte de palavras? Você escreveria cautelosamente e com cuidado, como se a caneta secasse no momento seguinte, ou você fingiria ou acreditaria (ou fingiria acreditar) que a caneta escreverá para sempre?
E sobre o que você escreveria: sobre amor? Ódio? Divertimento? Miséria? Vida? Morte? Nada? Tudo? Você escreveria sobre si mesmo? Ou sobre os outros? Ou sobre si mesmo sob a ótica dos outros? Suas letras seriam trêmulas e tímidas ou brilhante e realçada? Enfeitadas ou simples?
Você escreveria mesmo? Uma vez que você tem a caneta, nenhuma regra diz que você tem que escrever. Você rascunharia? Borrões ou desenhos? Você permaneceria nas linhas, ou não veria nenhuma linha, mesmo se estivessem lá?
Há muito o que pensar sobre isso, não é? Agora, suponha que alguém lhe deu uma vida...
Nos momentos de crise é que percebemos a sinceridade das relações e a verdadeira profundidade dos sentimentos que nutrimos em relação às pessoas.
Nos momentos de maior angústia ou alegria é que nos vem à cabeça a ideia de recorrer àqueles que mais confiamos, e é por isso que hoje eu estou a escrever-te, para falar-te da minha preocupação diante dos últimos acontecimentos mundiais e também para reafirmar a minha confiança no valor da nossa amizade.
Acredito que o mundo poderia ser muito melhor se as pessoas se tratassem com mais respeito, como acontece há tanto tempo entre nós. Acredito que os gestos simples de doação e solidariedade teriam os seus efeitos ampliados de forma geométrica se esta determinação fosse adotada não apenas pelas pessoas comuns mas, principalmente, por aquelas que detém o poder e controlam as instituições.
Sei que somos modestos mortais e que não detemos nenhum poder, mas sei também que a justa amizade é uma expressão de amor. Espero que este amor fraterno e sincero que sabemos cultivar seja capaz de se ampliar, seja capaz de contaminar todos os corações que orbitam em torno de nós. Tenho a ingênua esperança de que esta onda se amplie indefinidamente e que, no futuro, não tenhamos que conviver apenas com notícias de guerra e outras barbáries.
Eu não sei como dizer, só sei que você
É muito especial para mim, que chegou
Na minha vida de uma forma inexplicável,
Que você é tudo!
Desculpe se não amei você o quanto era
Necessário. Se falei o que não era preciso.
Desculpe se em vez de sim disse não
E feri seu coração.
Desculpe se achei que era muito para você
E feri você sem pensar.
Desculpe se pensei que tudo era mais
Importante que eu e você!
Desculpe se lembrei do mundo
E esqueci de você!
Ao Poder Judiciário, milhares de homenagens, Porque é o esteio do estado de Direito.
Sem ele, a democracia seria imperfeita.
Sem ele, a liberdade se extingue!
Ser magistrado é ser um sacerdote do Direito, Ingressar em universos desconhecidos do ser humano, Conviver com personagens até então estranhos E conhecer um pouco de cada um e vivendo no seu mundo, Que agora também é dele, Compartilhar e recriar um novo espaço, tempo, com novas criaturas a povoarem este cenário.
O verdadeiro direito é aquele que anda de mãos dadas com a justiça social e com a realidade.
Ser advogado é ser bom, quando necessário.
Ser justo, sempre.
Ser intransigente com a injustiça e a ilegalidade. Ser solidário com o inocente e ser duro com o infrator...