Olhar para dentro de si mesmo, e dizer: Eu quero alguém para ser feliz...
É viver intensamente um grande amor. É sonhar com uma gota de realidade, e realizar uma gota desse sonho. É estar presente até na ausência.
Amar é ter em quem pensar. É razão que ninguém teria razão para nos tirar. É ser só de alguém e nunca deixar esse alguém só. É pensar em você tão alto a ponto de você escutar.
Amar é ir até a morte. É acordar para a realidade do sonho. É vencer através do silêncio. É ser feliz até com um pouco quando, muito não é bastante.
Amar é dar anistia ao seu coração. É sonhar o sonho de quem sonha com você. É sentir saudades.
É chegar perto na distância. Amar é a força da razão. É quando os momentos são eternos.
Amar é ser adulto e se sentir criança. É viver a vida em versos e ao inverso. É a maior experiência na vida de um homem.
Mas acima de tudo, Amar é crer em Deus porque Deus é amor. E você é tudo que um dia eu pedi pra mim!
O orgulho no amor é como uma competição, em que ambos saem perdendo...
Conta-se que, em algum lugar da China, havia um sábio ancião que decidia questões conjugais. Era ele quem abençoava os casais que queriam se unir e orientava os que estavam se desentendendo, dizendo-lhes se deveriam ou não se separar.
Certa vez, o ancião foi procurado por dois jovens a quem havia abençoado havia alguns anos e que agora falavam em separação.
O sábio, percebendo que os dois se amavam, não viu motivo para que desfizessem a união, mas não conseguia convencê-los disso. Então, presenteou-os com uma planta e disse:
Esta é uma planta muito sensível. Vocês devem deixá-la na sala e, quando ela morrer, poderão se separar.
Assim foi feito: o casal colocou a planta no centro da sala e ficou aguardando ansiosamente a sua morte.
Certa madrugada, ambos se flagraram com regadores em punho, cuidando da planta. Naquele dia, amaram-se como nunca.
A planta sensível era, na verdade, a relação dos dois. O amor era forte o suficiente a ponto de acordá-los em plena madrugada. Mas então o que estaria ameaçando aquela união? O orgulho.
O orgulho nos impede de pedir perdão. O orgulho não nos deixa perdoar. O orgulho não nos deixa dizer que ainda amamos
Avalie você mesmo, meu jovem. Você tem tudo o que os grandes homens tinham: dois braços, duas pernas, dois olhos e um cérebro para usar se for esperto.
Todos começaram com esse equipamento. Então, comece do alto e diga 'Eu posso".
Olhe para eles, os sábios e grandes. Eles comem de um prato comum, com facas e garfos semelhantes, e com laços semelhantes amarram os sapatos. No entanto, o mundo os acha bravos e talentosos.
Mas você também tem o que todos tinham ao começar. Você pode triunfar e chegar ao sucesso, você pode ser grande, bastando querer. Está equipado para a luta que escolher, tem pernas, braços e um cérebro para usar.
Você é o obstáculo que deve enfrentar, você é quem escolhe seu lugar, você deve dizer para onde quer ir, o quanto quer estudar, qual verdade oculta quer conhecer.
Deus o equipou para a vida, mas Ele deixa-o decidir aquilo que quer ser. A coragem deve vir da alma interior. O homem deve enfrentar barreiras com vontade de vencê-las.
Então, avalie você mesmo. Você nasceu com tudo o que os grandes tinham. Com seu equipamento, todos eles começaram.
Apoie-se em si mesmo e diga: "Eu posso".
Quando penso em você
Saio da realidade e vou
Para um lugar maravilhoso
Onde só existe carinho, amor
Onde o amor é validado
Onde não temos que ficar
Longe de quem gostamos
Mas quando volto à realidade
E vejo que você não está aqui
Me sinto só, fico triste, inquieta
Fico imaginado quando
Verei você novamente
Quando me tomará em seus
Braços de novo
Quando poderei ser feliz
Novamente!
Gostei de você desde o
Primeiro momento
Sem mesmo saber quem era,
Como seria, aprendi a admirar você,
A ter respeito, entre outras coisas mais.
Você me ensinou muito
Então quando finalmente nos
Conhecemos, foi maravilhoso,
Foram tão poucos os momentos
Mas marcantes!
Quando me vi estava finalmente
Com quem eu queria, com quem
Eu desejava estar.
E logo nos veremos de novo.
Serão os melhores dias da minha vida!
Te adoro!
Conta-se a história de um monge que tinha o hábito de explodir em acessos de fúria e culpar seus companheiros quando as coisas davam errado. Decidiu afastar-se da causa de seus problemas e foi para um mosteiro do deserto, onde praticamente não tinha contato com outros seres humanos.
Certa manhã, após instalar-se em sua nova morada, esbarrou acidentalmente no cântaro de água e lhe derramou o conteúdo. Ficou enfurecido, mas não havia ninguém por perto a quem culpar. Encheu novamente o cântaro.
Pouco tempo depois, o mesmo fato se repetiu. Num ímpeto de ira, arremessou o cântaro ao chão, fazendo-o em pedacinhos.
Depois de acalmar-se, começou a refletir e chegou à conclusão de que seu mau humor era problema dele mesmo, e não dos outros.