Hoje é dia de celebrar o nosso gênero. É hora de recordar toda a história que nos abraça desde que nascemos. Hoje é obrigatório sentir orgulho no que observamos quando olharmos ao espelho. Somos mulheres, queridas amigas! Nosso legado é divino e por isso, o mínimo que devemos fazer neste Dia da Mulher, é comemorar nossa existência nesta vida onde fazemos de cada dia, um dia melhor – todos os dias.
Obrigado, amigas, por serem tão boas para a vida!
Chega de briga. Basta de tantas discussões! Chegou a hora de brincar com nosso casamento, amor. Você é a mulher da minha vida! Nunca tive dúvida do que queria verdadeiramente para minha vida.
Acontece que nosso lar está sendo invadido por discussão atrás de discussão. Na verdade, todo casal tem seus problemas, suas diferenças. Mas existe um dia que alguém tem de colocar um ponto final no que vai mal. Quero continuar sendo feliz com você, com nossa família!
Olhe para trás, veja os obstáculos que você superou. Veja o quanto você já aprendeu nesta vida e quanto você cresceu... Olhe para frente, não fique parado, levante-se quando tropeçar e cair. Estabeleça metas, tenha planos e prossiga com firmeza.
Olhe para dentro, conheça seu coração e analise seus projetos, mantenha puros seus sentimentos, não deixe que o orgulho, a vaidade e a inveja dominem seus pensamentos e seu coração.
Olhe para o lado, socorra quem precisa de você. Ame o próximo e seja sensível para perceber as necessidades daqueles que o cercam.
Olhe para baixo, não pise em ninguém, perceba as pequenas coisas e aprenda a valorizá-las.
Olhe para cima. Há um Deus maior do que você que te ama muito e cuida para que você tenha tudo aquilo que necessitar.
Olhe para Deus. Perceba a profundidade, a riqueza e o poder da bondade divina. Sinta esse Deus que olha por você em todos os dias de sua vida.
O trenzinho piui
Apita aqui e ali
Levando gente
Levando carga
Levando graça
Pro meio da praça
O trenzinho piui
Apita aqui
E apita ali
Piui, piui,
Piuipiriripipi!
O gosto era de despedida. Fim de festa. No rádio a canção falava de algo parecido. Os olhos, vazios, grudados no espelho, mergulhando fundo no cinza, o cinza-vazio, o vazio da alma.
Era um vazio do tamanho da eternidade, do tamanho de Deus. Antes uma vida superficial, bem longe de todos aqueles planos, outrora tão nobres, hoje, chacota de oposição ferida. Lembra de outra canção: "era a oposição que nos atraía, eu tão socialista e você tão neoliberal".
Desencontro. Talvez o amor seja feito de desencontro em desencontro e a nossa tarefa seja sempre nos questionar, onde a busca termina e indo remendando os pedaços apanhados do chão. Na boca, o gosto rebatido da cerveja. Ressaca. Olhos de ressaca como diria Machado, ela tinha uns olhos de ressaca.
Quem sabe ela tivesse um nome. Agora é tarde. O agora sempre é tarde. O agora é o abismo entre o um e um. O desencontro. O perder-se de si e do outro, pra sempre. Pensa nas coisas que poderia ter dito.
Agora é tarde. Sempre. Sempre é tarde, ela sempre lhe escapa entre os dedos, quando sempre estava tão perto. O valor que damos as coisas negativas na relação é sempre maior do que o sentimento de amor, um dia ao desembarcarmos desta longa viagem que é viver no planeta terra, esse planeta escola, entenderemos melhor as coisas que vivenciamos, hoje nos resta agir e participar das aulas que a vida nos proporciona, em breve a felicidade nos alcançará, e nesta busca deixamos para trás todas as angustias e sofrimentos.
O amor é paciente, nada cobra tudo suporta o amor, é eterno!