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Um menino vivia com sua avó quando sua casa incendiou-se. A avó, tentando alcançar o andar superior para salvar o menino, morreu nas chamas. Os gritos do menino por ajuda finalmente foram respondidos por um homem que subiu por um cano de esgoto de ferro e voltou para baixo com o menino pendurado ao seu pescoço.
Várias semanas mais tarde, uma audiência pública foi realizada para determinar quem receberia a custódia da criança. Um fazendeiro, um professor e um cidadão bem sucedido do povoado apresentaram suas razões pelas quais sentiam que deveriam ser escolhidos para dar um lar ao menino.
Enquanto conversavam, os olhos do menino permaneciam fixos no chão. Então, um estranho avançou e lentamente tirou as mãos dos bolsos, revelando terríveis cicatrizes nelas.
Enquanto a multidão assistia, o menino chorou em reconhecimento. Aquele era o homem que tinha salvado sua vida. Suas mãos tinham sido queimadas quando subiu o cano quente. Com um salto o menino jogou seus braços em torno do pescoço do homem.
Os outros homens silenciosamente saíram, deixando o menino com seu salvador. Aquelas mãos danificadas tinham encerrado o assunto.
Este relato é bom para nos fazer lembrar que há alguém cujo corpo teve as mãos terrivelmente feridas por pregos numa missão de salvamento. É este alguém que, acima de qualquer interesse, merece ter a nossa custódia e por nossa própria e espontânea vontade.

Namorar é algo que vai muito além de cobranças. É cuidar do outro, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar. Somos livres para optarmos, ser feliz não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento.

Eu odeio despedidas!
É sério. Eu lhe confesso que só de digitar esta palavra já me deixa com o coração pesado.
Porém, assim como com todas as coisas negativas, tem valor nela.
Eu sei que você já deve ter ouvido isto um milhão de vezes, mas compreendendo que a vida é imprevisível e a morte inevitável, devemos aprender a estimar cada momento que temos.
Mas o adeus final ainda vem como um choque, mesmo que todos aceitemos que nosso tempo aqui nesta vida na terra é temporário, é passageiro.
Ame à todos como se hoje fosse o último dia, de modo que você não tenha nenhum remorso por nunca ter tido a possibilidade de dizer... "Adeus".
Então meus amigos, saibam que eu amo à vocês todos!

Esta distância que nos separa, tem tirado de mim o bem mais precioso que tenho. A família deveria estar junta em todas as circunstâncias, pois ela é a base do amor, da segurança e da felicidade, mas infelizmente nem sempre isso nos é possível.

Tem sido duro pensar em vocês e perceber que não posso fazer nada para matar as saudades. Espero que a vida nos dê a oportunidade de brevemente termos um doce reencontro.

Você já ouviu alguém dizer "Estou tão estressado. Este trabalho tem me deixado muito cansado, exausto, estressado"? Quantas vezes ouvimos estas falas? Penso que o trabalho enobrece o homem realmente, porém pode levá-lo à exaustão, insatisfação, frustração se não souber se envolver saudavelmente.

Para estes sintomas damos o nome de Síndrome de Burnout, este termo tem origem na língua inglesa, nas palavras burn e out. A união dos termos é melhor traduzida como "ser consumido pelo fogo", enfim se caracteriza por uma tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes, ou simplesmente, "saco cheio".

Os principais sintomas que posso citar são: sensação de esgotamento físico e emocional, negativismo em relação ao trabalho e a vida, isolamento, mudanças de humor bruscas, baixa tolerância à frustração, dificuldades de concentração, atitude cínica, irritabilidade, impotência, ansiedade, depressão, lapsos de memória, pessimismo. Além de absenteísmo, baixo rendimento, sudorese, cansaço, enxaqueca, comportamento paranoide e agressivo, palpitação, pressão alta, insônia, distúrbios gastrointestinais e cardiovasculares.

Você se identifica com alguns desses sintomas? Então está na hora de procurar um médico; somente ele pode diagnosticá-lo levando em conta a história do paciente, seu envolvimento pessoal e realização pessoal no trabalho. Podendo tratá-lo com psicofármacos e psicoterapia.

Deve-se tomar muito cuidado, pois muitos profissionais costumam confundir a Síndrome de Burnout com Depressão devido à similaridade dos sintomas.

É recomendado a prática de exercícios físicos regularmente, técnicas de relaxamento e novos hábitos na vida cotidiana, desta forma, terá uma vida saudável novamente e poderá viver nobremente.

Milena Pimentel Fernandes