Você está recebendo uma mensagem secreta.
Uma pessoa oculta manda lhe dizer que está muito feliz por ter tirado você nesta brincadeira.
Passamos o ano inteiro batalhando, às vezes, até sem nos divertir e quando chega essa época é muito bom termos a chance de brincar e é muito melhor brincar com uma pessoa como você, legal, que sabe levar a vida numa boa.
Agora tente descobrir quem sou eu. Vou lhe dar algumas dicas:
Sou loiro, pele morena, alto, magro e estatura baixa, cabelos encaracolados e lisos, meio crespos, olhos metade claros, metade escuros.
Não posso falar mais, senão você vai descobrir.
Ah! O seu presente fica por conta da imaginação.
Meu irmão, quando você chegou ao mundo eu já aqui estava, esperando você, mas longe de imaginar quão importante esse pequeno ser viria a se tornar na minha vida.
Não fomos nós que escolhemos ser irmãos, não tivemos essa opção, mas nos escolhemos como amigos. A amizade entre nós nasceu cedo e foi crescendo forte até ao ponto de hoje eu poder dizer que meu irmão é o meu melhor amigo!
Apesar de considerar que sentimentos como a amizade não se devem agradecer, sinto enorme vontade de lhe agradecer por tudo, meu irmão, ou simplesmente lhe agradecer por existir. Pois sinto uma grande alegria por contar, em minha vida, com o conforto da sua amizade.
Eu te amo, meu irmão! Eu vou amar você até ao final dos meus dias, e essa é uma das poucas certezas que eu tenho na vida, e que me provoca grande felicidade.
Um velho trapezista de circo dedicava-se a formar jovens acrobatas. Um grupo de alunos, após vários meses de treinamento intenso, tinha agora que enfrentar o teste principal: seu primeiro salto no trapézio a 15 metros de altura. Um a um, os jovens foram superando aquela prova, até que o último aluno se posicionou na plataforma, aguardando o momento certo para o salto, em busca do trapézio que balançava suavemente na sua frente. E o tempo ia passando e o jovem continuava lá, olhando para um ponto qualquer à sua frente, imóvel como que congelado.
O velho professor, observando a hesitação do aluno, procurou ajudá-lo:
- Vamos lá rapaz... Pule!
Sem qualquer reação o jovem gaguejou:
- Eu não posso... Não posso pular... Eu me vejo morto lá embaixo estendido no chão.
Naquele instante o silêncio se fez sentir no picadeiro. Todos os presentes acompanhavam tensos aqueles momentos.
O velho trapezista subiu até então onde estava o jovem e calmamente disse-lhe:
- Se não tivesse certeza que você seria capaz de pular não pediria para fazê-lo. Você tem conhecimentos técnicos e competência para executar este movimento. Vou lhe dar um conselho... Preste atenção: primeiro atire seu coração e a mente naquela barra... o corpo irá atrás... Acredite!
Passados alguns segundos o jovem aluno se lança no espaço resoluto e agarra o trapézio, ouvindo então as palmas dos que o observavam naquele instante.
Assim como o aluno, quantas vezes nos sentimos "congelados" quando pensamos no pior. O velho professor quando pedia ao jovem para jogar o coração e a mente, estava na realidade dizendo:
- Atire na mente sua confiança, sua fé, sua determinação que a parte material vem na sequência.
Criar uma imagem mental positiva ajuda a "descongelar" o raciocínio.
Meu amor, Jamais pensei que um dia fosse obrigado a escrever uma carta deste gênero, implorando desculpas à pessoa que eu amo e que eu sei que também me ama.
Mas, infelizmente, tive que tomar esta atitude, pois sei que não tenho te tratado com o carinho que você merece, pois tenho deixado que os problemas e a tensão do dia a dia se coloquem acima do amor que eu tenho por você.
Sei que tenho sido rude e pouco gentil, mas peço-lhe que esqueça os últimos momentos ruins, pois eu prometo que vou me esforçar para que voltemos aos nossos melhores dias, quando eu tratava você com carinho e lhe dava amor e felicidade.
Quero de novo me dedicar de coração, corpo e alma a você, e peço-lhe novamente que me desculpe por algumas das minhas últimas atitudes.
Um beijo.
Ainda sou o mesmo de antes, aquele que te enviava flores acompanhadas a um lindo cartão.
Ainda sou aquele que te abraçava e na despedida te beijava sussurrando: Amor! Vou, mas deixo em ti meu coração.
Ainda sou aquele que contigo sorriu e muitas vezes também chorou. Ainda sou aquele que colhia flores orvalhadas e nas aconchegantes madrugadas, tanto te amou.
Ainda sou aquele que em teu coração fecundou o amor e que te fez alegre e sorridente, diante dos olhares deslumbrados de tanta gente.
Ainda sou aquele que te mostrava a estrela guia, despetalando o bem-me-quer e que em tantas noites, abriu-te o coração ao amor, te fazendo mulher.
Ainda sou... Sim amor! Ainda sou aquele que sempre te amou.