Vou dizer
Feliz Natal!
Amigo, amiga,
Filho, filha,
Irmã, irmão
Repetindo
O cumprimento tradicional.
Será mesmo Feliz Natal?
Ao som de batalhas,
Desastres, terror e mortes?
Insegurança, lá... ao longe...
E perto... inimizades,
Desentendimentos
Maus julgamentos.
Meu Natal é menos feliz
Quando vejo meu irmão chorar,
Incompreendido,
Insultado,
Com fome, doente,
Sem ânimo de luta
Pra suprir, uma vida decente!
Oh! Jesus querido!
Perdoa-me a pretensão
De que eu possa ser feliz
A custa do Teu Natal
Quando tudo me diz
Que há tanto mal?
Oh! Jesus amoroso!
Ajuda-me a aceitar
As diferenças entre os homens
Faze-me lembrar
Que assim será
Por um tempo.
Faze-me entender
Que trarás contigo a recompensa
De alegria ou choro
Conforme o meu proceder.
Rogo o Teu perdão,
Pois sou levada
Como tantos outros
A repetir tradição.
Sou consolada e feliz,
Pois Tua Palavra me diz,
O quanto entendes de dor!
Nascemos do Espírito
Em um Natal do Teu Amor!
A vida não para, meu amor! Apesar dessa difícil novidade, pode ter certeza que juntos vamos dar a volta por cima. Não será fácil, porque perder o emprego sempre deita a moral para baixo.
Acontece que você é um marido muito forte e batalhador, por isso tudo vai melhorar. Levante a cabeça! Coloque sorriso no rosto, porque a tristeza nada resolve e acredite, tenha esperança que o dia de amanhã vai ser bem melhor que o de hoje. Beijo!
O observador analisa, percebe, decifra e elabora o conhecimento referente a um determinado assunto.
O sábio é aquele que adquiriu um vasto conhecimento, transmitido pelos observadores e, às vezes, elaborado por ele próprio na condição de observador.
Entendo inteligência como sendo a capacidade de formular pensamentos e conhecimentos inéditos a respeito de um assunto.
Nelson Barh
Um pai pode até dar todos os presentes para um filho e ainda assim faltar o mais importante: sua atenção. Não há nada como pai e filho passarem tempo de qualidade juntos e nenhum dever profissional ou pessoal deve estar em primeiro lugar.
É necessário interiorizarmos e nos questionarmos sobre nossas prioridades. Quando uma criança cresce só e desamparada, o mais provável é que ela seja infeliz e um dia lamente a triste infância que viveu.
Eu o via todo o dia, todos os dias, a todo o momento. Mas em nenhum desses instantes eu o sentia perto. O coração não se agitava mais como antes e já não sentia o ardor que secava a garganta. Tudo era rotina. A rotina que escolhemos e que agora nos afastava. Palavras mecânicas, ditas por dizer, sem o mínimo de sentimento e por vezes sem sentido também.
Olho para trás e me questiono quando tudo começou. Em que momento caímos neste precipício que nos vai destroçando antes de embatermos no chão. Mas ele não reage a estas perguntas e tomara eu também poder responder. Nossa presença agora é mera sombra e hoje solitária vagueio pela casa.
Tão perto, mas também tão longe. Tão presente, e ao mesmo tempo tão ausente. Aprendi que o amor não se mede por distâncias, mas na profundidade que ele provoca em cada um.