A mulher ideal... É aquela que é maravilhosa acima de tudo. Que pode com um sorriso provocar amor e felicidade.
A mulher ideal... É aquela que é simples por natureza. Que pode explanar com simples gestos toda a sua feminilidade e grandeza.
A mulher ideal... É aquela que sabe como ninguém entender os sinais do amado antevendo lhe os movimentos estando sempre ao seu lado.
A mulher ideal... É aquela que não seja perfeita, pois somente Deus o é, mas que busque a perfeição em todos os seus gestos.
A mulher ideal... É aquela que mostra a sua beleza todos os dias, como no primeiro encontro. Fazendo dos momentos com o seu amado um eterno reencontro.
A mulher ideal... É aquela que mesmo com o passar dos anos, tenha sempre o sorriso de menina, pois o enrugar da pele é ínfimo perante a alma feminina.
A mulher ideal... É aquela que se apresenta perante a sociedade como a mais formosa dama. Mas quando na intimidade partilhe todos os segredos.
Enfim, a mulher ideal... É aquela que mesmo não sendo Deusa, sabe como ninguém trazer um pedacinho do céu.
Sendo mãe de dois meninos muito ativos, de um e sete anos de idade, às vezes me preocupo que eles transformem minha casa cuidadosamente decorada em um canteiro de demolição. Em meio a sua inocência e às suas brincadeiras, de vez em quando derrubam meu abajur favorito ou desarrumam meus arranjos bem planejados. Nesses momentos, quando nada parece sagrado, lembro-me da lição que aprendi com minha sábia sogra, Ruby.
Ruby é mãe de seis e avó de treze. É a encarnação da gentileza, da paciência e do amor.
Num Natal, todos os filhos e netos estavam reunidos, como de costume, na casa de Ruby. Apenas um mês antes Ruby havia comprado um lindo carpete branco, depois de viver com o mesmo carpete durante vinte e cinco anos. Ficara felicíssima com o jeito novo que ela dava à casa.
Meu cunhado, Arnie, tinha acabado de distribuir seus presentes entre todas as sobrinhas e sobrinhos – mel natural premiado de seu apiário. Eles estavam super animados. Mas quis o destino que a pequena Sheena de oito anos de idade derramasse seu pote de mel no carpete novo da vovó fazendo uma trilha escada abaixo por toda a casa.
Chorando, Sheena correu para a cozinha e para os braços de Ruby. - Vovó, eu derramei todo o meu mel em cima do seu carpete novo.
Vovó Ruby ajoelhou-se, olhou carinhosamente nos olhos chorosos de Sheena e disse: - Não se preocupe, querida, podemos lhe arrumar mais mel.
Suponha o seguinte: você tem um problema na vista e decide ir ao oculista para resolvê-lo. Depois de ouvir rapidamente o seu problema, o médico tira os óculos que ele usa e os entrega a você dizendo: – Use estes óculos. Tenho eles há 10 anos e me ajudaram muito. tenho outro par em casa, por isso pode ficar com estes.
Você experimenta, mas os óculos só pioram seu problema. Você reclama que está horrível, que não consegue ver nada, e o médico responde: – Mas o que há de errado? Para mim estão ótimos. Tente de novo.
Você tenta outra vez, continua vendo tudo embaçado, reclama com o oculista que conclui: – Sabe qual é o seu problema? Pensar positivamente!
Ao que você responde: – Está bem. Positivamente, não enxergo nada!
E o médico retruca: – Você é ingrato! Depois de tudo que fiz por você...
Aí eu pergunto: diante de uma situação dessas, quais são as chances de voltar no mesmo oculista?... Nenhuma, imagino. afinal não dá pra ter confiança em alguém que receita sem um diagnóstico.
Mas, em termos de comunicação, quantas vezes diagnosticamos antes de prescrever? Quantas vezes agimos exatamente igual ao oculista do exemplo?
Todos nós temos uma tendência forte de atropelar os sentimentos das pessoas, de correr para resolver as coisas através de conselhos. Mas, com frequência deixamos de reservar algum tempo para o diagnóstico, para tentar compreender verdadeira e profundamente o problema, antes de mais nada. Ou seja, na tentativa de ajudar, oferecemos a primeira solução que nos vem à cabeça, sem nos importarmos se ela cabe ou não naquele problema.
Se eu fosse resumir em uma frase o princípio isolado mais importante que aprendi no campo das relações interpessoais, diria o seguinte: procure primeiro compreender, depois ser compreendido.
Pode ser que um dia tudo mude, tudo fique diferente! Pode até acontecer que a distância nos separe – não sabemos. Mas tenho certeza que apesar de todas as dúvidas no amanhã, vai existir sempre a certeza que nossa amizade vai sempre prevalecer. Vai estar sempre viva, porque é incondicional; porque é para toda vida. É por isso que nossa união é tão importante, tão singular. Amizade assim aceita qualquer "pode ser".
Quando acordo, reflito nas coisas importantes da minha vida. Então, seu nome surge repentinamente no meu pensamento e nasce em mim um grande desejo de correr para estar ao seu lado.
Sou muito abençoada por viver apaixonada e a culpa é sua. Você roubou meu coração, me prendeu ao seu olhar. Hoje sou apenas uma pessoa que luta até ao fim pela sua felicidade. Bom dia, amor!