Se for pra esquentar, que seja no sol.
Se for para enganar, que seja o estômago.
Se for para chorar, que chore de alegria.
Se for para mentir, que seja a idade.
Se for para roubar, que se roube um beijo.
Se for para perder, que seja o medo.
Se for para cair, que seja na gandaia.
Se existe guerra, que seja de travesseiros.
Se existe fome, que seja de amor.
Se for pra ser feliz, que seja o tempo todo.
Toda a mulher possui o dom da excepcionalidade, da singularidade. Toda a mulher é única na sua essência, especial no seu conjunto e naturalmente bela.
E beleza de mulher é igual a aurora que todo o dia desperta o mundo em sussurro, e como o ocaso que o embala de paz.
Beleza de mulher é sublime e orvalhada de raridade, é recheio de amor, de carinho em um conjunto notável de formas, de curvas e contracurvas onde, com tinta vermelha de paixão, se escreve o conto da criação.
Beleza de mulher é arte, é poesia, são todas as notas da mais bela melodia, são encantos de mistério e loucura onde se guarda a origem da vida.
Beleza de mulher é igual à própria vida, inebriante de mistério, aventura, perigo e sedução.
Uma menina nova que passa a se envolver em um relacionamento, mas na verdade não era um relacionamento real, era com suas fantasias que ela mesmo criava, tudo nessa história acontecia do jeito que ela quiser, apesar isso era imaginação dela. Tudo em seu mundo interior era sereno e alegre, tudo girava em torno dela, porque por fora dele ela pouco fosse notada.
Mas na verdade ela usava essa sua imaginação, para fugir da realidade que trazia muita angústia, relacionamentos com traições e decepções, mas ela fugindo da realidade sempre a fazia piorar as coisas, porque ela deveria enfrentar os obstáculos da vida para ser feliz, do que fugir, porém o medo de fracassar ou ser rejeitada não a deixava enfrentar tais obstáculos, a fazia querer mais e mais o mundo dos sonhos, onde os amigos, os amores, a família... enfim, onde tudo que ela mais precisava estivesse sempre lá por ela.
O que era mundo diferente do real, onde a família só a colocava pra baixo, os amores sempre a decepcionavam e os amigos com ela pouco se importavam... na verdade essa é a parte que mais doía, nunca ter sentindo a força de uma verdadeira amizade, nunca ter experimentado do poder de uma palavra amiga, da confiança que aquele nosso irmão de alma nos traz.
Mas vai chegar um dia em que ela vai crescer, e deverá abandonar esse seu mundo da imaginação, e viver o mundo real! E agora nós nos perguntamos se ela vai conseguir dar a volta por cima e realizar tudo aquilo que ela sempre imaginava no seu mundo de fantasias ou ela fracassará?
...Quero que vocês meninas que estão lendo essa mensagem agora reflita, essa menina pode ser você, então tente escolher o caminho da felicidade com sabedoria e sem medo de errar para ser feliz.
Essa mensagem é dedicada a uma menina muito especial Karina Vale
Muito ou pouco não importa, mas sente sim. Quem deixou de amar já não se importa e deixa o outro totalmente à vontade, para que ele próprio possa estar também assim.
Quem ama, vez por outra, dá uma patrulhada no território e delimita as suas fronteiras. Quem deixou de amar já não fiscaliza, é frio, controlado e jamais perde as estribeiras. Quem ama sempre acha tempo e encontra um jeito para estar com seu amor.
Quem deixou de amar vai postergando sem pressa, deixando que o vento sopre a seu favor. Quem ama faz perguntas pessoais e usa muito o pronome "nós". Quem deixou de amar conversa banalidades.
E esquece o significado do advérbio "a sós ". Quem ama quer saber da vida do outro com detalhes e transparência. Quem deixou de amar se esquiva e não cobra do outro mais nada, nem ao menos coerência. Quem ama é pródigo em e-mails, telefonemas e com muito carinho dá um jeitinho de marcar presença.
Quem deixou de amar é pródigo em desculpas e pretextos com os quais passa um verniz para disfarçar a indiferença. Quem ama é naturalmente fiel e está sempre voltado às necessidades do outro ser. Quem deixou de amar só é fiel a si próprio e ao seu bem estar e já não percebe os danos que causa, querendo ou sem querer. Quem ama, mas não pode corresponder por imperativos das circunstâncias, abre o jogo e usa de sinceridade.
Quem deixou de amar não descarta o outro do baralho, para o caso de uma eventualidade. Será que neste momento tu Amas ou deixaste de Amar?
Se já não Amas, com certeza irás te calar ou talvez até dizer: - Face ao exposto, nada tenho a declarar!
Hoje, dia 26 de abril, comemora-se o dia da mais sofrida personalidade dos gramados.
É o dia do goleiro.
Sim, aquele mesmo. O papel que na infância e
ou na várzea costuma ser ocupado pelo último a ser escolhido. Aquele com menos habilidade. Afinal, usar apenas os pés é demais para ele, então o perna-de-pau joga na função onde pode igualmente fazer lambança com as mãos.
Mas no futebol profissional a coisa muda de figura. Ser goleiro é atuar numa função que exige muito treino, dedicação, reflexo, elasticidade e atenção. E ainda um pouco de habilidade, para não bater desespero na hora em que a coisa aperta e tem que sair jogando com os pés.
Não é para qualquer um!
E é uma função inglória: precisa ter uma participação impecável para aparecer com destaque, e precisa de muitos jogos para se tornar um herói. Mas basta uma falha para manchar tudo o que construiu, e tornar-se a segunda pessoa mais odiada do mundo do ludopédio, só perdendo para o juiz.
Não é todo mundo que sabe reconhecer a importância desses gigantes protetores das redes. Mas eu sei! E, dessa forma, deixo aqui belas cenas de participações marcantes de tão importante profissional da bola!
Parabéns, goleiros!