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Só Deus pode me julgar...
E impressionante, a capacidade do homem querer julgar.
O homem querer ser Deus. Normal. Mas ser mais do que ele é brincadeira.
Adivinhar o futuro. Saber o que os outros pensam; ou o que estão pensando isto é loucura. Se tu queres ser parecido com Deus. Pare e pense: Eu Sou um, eu não sou Dois.
Viver é uma arte. Aprenda a viver primeiro a sua vida. Evolua-se; aprenda para depois.
Depois sim querer ser a palmatória do mundo. Querer ser o dono da razão. Tolinho. Quando eu nasci a maconha, as drogas já existiam aqui. Eu não fiz nada...
Não cai uma folha de uma árvore sem que o pai celestial queira. Sabe porque? Ele é Deus. E tudo já estava escrito. Ele é onipotente, onisciente, onipresente. O Ômega, O Alfa e o Delta. Ele é o criador. Nós criaturas. Ele não precisa provar nada para ninguém. Nós sim, que estamos vivos... Ele é eterno, nós queremos estar contidos nele, mas é ele que nós contém... Eu sei que eu vou morrer, Deus não... Então: Somente a Deus pertence toda honra, glória e poder...

Em uma sala de aula, uma das crianças perguntou á professora:
– Professora, o que é o amor?
Já sabendo como explicar, a professora aproveitou o intervalo para o recreio e pediu que cada criança trouxesse, quando voltassem, alguma coisa que demonstrasse nele o sentimento de amor.
Quando voltaram, a professora pediu para que os alunos viessem a frente e mostrassem o que e porque trouxeram:
– Eu encontrei esta flor professora, não é linda? – disse a primeira criança.
– Eu encontrei essa borboleta. Vou deixá-la junto com as outras na minha coleção. – disse a segunda criança.
– Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele tinha caído do ninho junto com outro filhotinho. Não é uma gracinha? – disse a terceira.
E assim, cada uma ia mostrando o que encontrou para demonstrar amor, cada uma mais feliz que a outra. Mas a professora percebeu no fundo da sala, uma garotinha que não falava nada desde o termino do recreio, só estava vermelha de vergonha, pois chegou de mãos limpas.
A professora então foi até ela e perguntou:
– Querida, por que você não trouxe nada?
E a criança com os olhos cheios d'água respondeu:
– Desculpa professora. Encontrei a flor, senti seu doce perfume e fiquei com pena de arrancá-la e matá-la. Depois eu procurei e encontrei a borboleta, linda e toda colorida. Estava tão livre e feliz voando que não achei certo prende-la. Vi o passarinho também, mas quando olhei para o ninho me deparei com a mãe dele, tão tristinha que resolvi devolve-lo para ela. Por isso eu trouxe o que não é concreto: o perfume da flor, a liberdade da borboleta e a gratidão no olhar da mãe do passarinho. Por isso vim de mãos vazias, professora.
A professora ficou emocionada e deu a criança a nota máxima.
Moral da história: O amor verdadeiro é aquele que trazemos no coração.

De dentro de uma semente rasgou, certo dia, uma planta. Ainda era muito cedo para brotar, mas era melhor o frio externo do que suportar a casca que lhe sufocava. O vento lhe queimava a pele, e a sol forte quase não a deixava respirar. A terra onde nasceu era seca, e as pedras impediam que criasse raízes. Mas as raízes insistiam em crescer, e apodreciam porque no solo não conseguia se fixar.

Suas folhas pequeninas não sobreviviam muito além de alguns dias, logo secavam e caiam por terra. E a planta se deixou levar ao vento, na esperança de encontrar solo fértil. Areias quentes, alagados, solo infestado de raízes velhas. Em algum lugar precisava encontrar terra, onde pudesse florescer, mas na terra não houve um só canto onde pudesse fixar suas raízes, e numa estranha mutação a planta aprendeu a se nutrir do vento. E se acostumou a ver suas folhas caírem por terra, e frutos nunca ter.

Por muito tempo viajou por mundos ignotos e conheceu seus costumes. Por muitos mundos ela passou sem ser notada. Por outros deixou suas folhas secas nutrindo a terra. Seu sonho era ser como as outras plantas, criar raízes, florescer, frutificar. Um dia um jardineiro a recolheu num vaso, e ali regou suas raízes, e ela cresceu e floresceu, sentia-se viva e feliz. E por uma vez sentiu o calor da terra. Sentiu suas raízes crescerem, sentiu pela primeira vez sua natureza de planta

Todo o seu ser lhe foi grato, como se na vida toda estivesse esperando por este momento. O jardineiro lhe deu o precioso momento de ser e a planta nunca esquecerá do jardineiro. Porque mesmo por pouco tempo, a lembrança de ser planta, de ser cuidada e de ter raízes na terra ficará para sempre. E agora ameaça o vento a lhe arrancar do vaso numa noite dessas. E de novo lhe levar pelo ar para estranhas terras. E novamente ela terá que aprender a se nutrir do ar. Mas por onde for ela levará a lembrança de que um dia foi planta e teve terra e a imagem do jardineiro a regar seu vaso.

A gente ouve falar desse tal amor desde criança: contos de fada, príncipes, sapos, novelas, desilusões, felizes para sempre... Aí a gente cresce um pouquinho, cai na adolescência e acha que ralar os joelhos é o mesmo que ter o coração irremediavelmente partido. Sim, porque na adolescência 99% de nós gosta de quem não gosta da gente. O tempo passa mais um pouquinho e aí você entende (ou pelo menos deveria entender) que o amor não tem nada a ver com sapo, cavalo branco ou perfeição. Porque o amor é grande demais para caber numa história com ponto final.

Que estranha dor é essa, que não tem pressa de acabar?
Vem o dia, vai a noite... Tal como um açoite, na me machucar.
Enorme fardo em peso. Que me traz preso, a rastejar.
Quão é o vazio de alma! Que só se acalma se você voltar.