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Ainda que virtualmente, sua presença, suas palavras, seu existir neste mundo me fazem feliz de um jeito diferente, especial. Quando penso em você sinto coisas estranhas e sorrio instintivamente. Gosto de você, gosto das nossas conversas, das nossas brincadeiras, e sinto que preciso ter você ainda mais presente em minha vida.

Sei que podemos ser felizes juntos, e não imagino felicidade longe de você, então pergunto: Quer namorar comigo?

Você é alegre? Estou perguntando se você é feliz, se tem a felicidade verdadeira, aquela que gente sente mesmo em momentos de tristeza. A alegria é irmã gêmea da felicidade, e felicidade sem alegria não se torna convincente.

É muito bom dar boas gargalhadas, sorrir cordial e sinceramente. A alegria torna o nosso espírito mais leve, faz a vida ficar menos dura e seca. A alegria não significa rir o tempo todo, mas, ela não perde uma oportunidade de fazê-lo.

Cristo no coração da pessoa traz a alegria e o prazer de sorrir. Nas palavras de Provérbios 15.13: "O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate".

Olivar Alves Pereira

Namorar com você é gostoso demais! Não estou falando apenas de beijos e abraços, mas da cumplicidade de poder andar de mãos dadas contigo. Da sintonia que temos no olhar, de ficar até as altas horas da noite conversando, rindo de piada sem graça, assistindo filmes e planejando fazer tudo que vemos, além de momentos comentando as besteiras mais inúteis possíveis.
De estar junto, ter seu colo e seu ombro para me aconchegar. Ter pra quem ligar e fazer declarações na madrugada, ter você para viver e planejar uma vida comigo. Eu te amo muito! Feliz Dia dos Namorados! Beijos...

Acorde, olhe-se no espelho e deseje um bom dia.
Lave o rosto e peça coragem para enfrentar os desafios do dia.
Arrume a cama!
Acorde uns minutinhos mais cedo do que precisa para ter tempo de tomar um café da manhã caprichado e com calma.
Escute música enquanto se veste para sair.
Pense nos momentos bons que pode ter durante o dia.
Pense nas possíveis dificuldades que precisará enfrentar, isso lhe ajudará a se preparar psicologicamente, caso se depare com elas.
Pense numa maneira de se recompensar no fim do dia de trabalho. Isso lhe trará motivação!
Crie um mantra para os momentos de irritação... pode até mesmo ser uma sequência de palavras estúpidas.
Fique atento aos pequenos detalhes que fazem a vida mais bonita, como uma conversa dentro do ônibus ou metrô, uma combinação de roupa estranhamente charmosa, um gato vendo o mundo da janela...
Beba café!
Faça planos para os seus tempos livres, mesmo que sejam coisas simples, como ler uma revista.
Não reclame tanto, não responda a grosserias, mas fale um palavrão mentalmente se achar necessário.
Se o clima no trabalho estiver tenso, coloque fones de ouvido mesmo sem ouvir música, isso cria um bloqueio simbólico entre você e o caos.
Faça bem feito tudo aquilo que precisa fazer.
Seja exigente com você mesmo, mas não seja o seu carrasco.
Converse com o seu cão, gato, peixe, ou planta...
Ouça música enquanto prepara o seu jantar!
Não se incomode tanto porque a casa está desarrumada. Onde há bagunça, há gente! Mas não deixe as coisas fugirem do seu controle.
Acalente-se nos braços de quem você ama ou numa xícara de chá antes de dormir.
E lembre-se, um bom dia começa com uma boa noite de sono!

Eu sou o vento
Aquele que vem sem ser chamado
E canta nas janelas quebradas
Dos sanatórios

Nunca estou próximo
Nem distante
Seco as roupas nos varais
Desfaço as nuvens

Arranco as velas dos barcos
Brinco com aviões de papel
Levanto as pipas coloridas
E as saias das mocinhas

Lunáticas mãos
Faca na manteiga
Acredite em qualquer coisa
Espere por ninguém

Eu sou o vento
Com pouco não me contento
Venho e vou
Sem rota ou destino

Tantas viagens
tantos telhados
Tantas histórias
tantos moinhos
Tantas ondas
tantos cataventos
Tantas cartas
tantos caminhos

Faço dançar o abraço das flores
E o beijo das fadas
Rasgo cicatrizes nas serras
Deixo sorrisos nos campos

Carrego segredos
Sopro bandeiras desfiadas
Derrubo as árvores
Descolo cartazes

Eu sou o vento
Aquele que nem bem chega
E já parte de repente
Feito um suspiro

Carlos Assis