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Outras Mensagens

– Acabo de voltar de uma troca de presente. Ela disse.
– Alguém lhe deu algo que você não queria? Perguntei. – Não, de jeito nenhum. Ganhei mais do que pensei que ganharia. Ela respondeu.
– Então ganhou presentes demais? Perguntei. – Oh, não. Nunca se ganha "demais". Ela disse bem séria.
– Não estou entendendo. Você estava devolvendo um presente que você ganhou e não queria porque você tinha mais do que pode usar, mas nunca tem demais do seja lá o que for. Eu disse. Naturalmente eu não tinha nenhum ideia do que eu acabara de dizer, mas era o que eu tinha ouvido. – Não. Eu não devolvia nada. Eu distribuía. Ela disse.
Me senti como que assistindo a um episódio de "I love Lucy". – Vamos começar tudo de novo. Onde você estava? Perguntei. – Fui ao asilo. Fui visitar as pessoas que vivem lá. Ela disse.
– Você tinha dito que foi trocar presente.
– Oh, vejo seu problema. É assim que eu chamo minhas visitas ao asilo. "Troca de Presente". Eu vou ao asilo e passo meu tempo com algumas pessoas bem fascinantes. Sou a única com 40 anos. Aquelas pessoas estão pelos 70 ou 80 e até mais. Elas têm muito a oferecer. Suas histórias são presentes especiais para mim. Sua experiência de vida e lições são incrivelmente valiosas. Aprendo muito com elas. Ela disse.
– Então, isto é o trocar presente? Perguntei. – Sim, eu lhes dou o meu tempo e minha atenção, eles me ensinam sobre a vida.
Que ângulo incrível para se ver as coisas. Por todos estes anos que eu tenho escrito, todas as pessoas que eu encontrei ao longo do caminho fizeram parte da minha "Troca de Presente".
Por que você não se junta a nós. Dê um pouco de tempo para falar com alguém na rua hoje. Crie tempo para parar e dizer "olá" a alguém de sua vizinhança. Encontre novas pessoas. Visite um asilo. Telefone para alguém.
Você tem muito para dar e muito mais para receber.

Certa vez um cão estava quase morto de sede, parado junto à água. Toda vez que ele olhava o seu reflexo na água, ficava assustado e recuava, porque pensava ser outro cão.
Finalmente, era tamanha a sua sede, que abandonou o medo e se atirou para dentro da água. Com isto, o reflexo desapareceu.
O cão descobriu que o obstáculo – que era ele próprio – a barreira entre ele e o que buscava, havia desaparecido.
Nós estamos parados no meio do nosso próprio caminho. E, a menos que compreendamos isso, nada será possível em direção ao nosso crescimento.
Se a barreira fosse alguma outra pessoa, poderíamos nos desviar, mas nós somos a barreira. Nós não podemos nos desviar – quem vai desviar-se de quem? Nossa barreira somos nós e nos seguirá como uma sombra.
Esse é o ponto onde nós estamos – juntos da água, quase mortos de sede, mas alguma coisa nos impede, porque nós não estamos saltando para dentro. Alguma coisa nos segura. O que é?
É uma espécie de medo, porque a margem é conhecida, é familiar e pular no rio é ir em direção ao desconhecido. O medo sempre diz: "agarre-se àquilo que é familiar, ao que é conhecido".
E as nossas misérias, nossas tristezas, nossas depressões, nossas angústias, nossos complexos, nos são familiares, são habituais.
Nós vivemos com eles por tanto tempo e nos agarramos a eles como se fosse um tesouro. O que nós temos conseguido com isso? Será que não podemos renunciar às nossas misérias? Já não estivemos o bastante com elas? Será que já não nos mutilaram demais? O que nós estamos esperando?
Esse é o caso de todos nós. Ninguém nos está impedindo. Apenas o próprio reflexo entre nós e o nosso destino, entre nós como 1 semente e nós como 1 flor. Não há ninguém nos impedindo, criando qualquer obstáculo.
Portanto, não continuemos a jogar a responsabilidade nos outros. Essa é uma forma de nos consolar. Deixemos de nos consolar, deixemos de ter autopiedade. Fiquemos atentos. Abramos os olhos. Vejamos o que está acontecendo com nossa vida.
"Escolhamos certo e decidamos dar o salto."

Existem mães de todos os tipos...
Tipo chef: sua comida é mais gostosa do que qualquer restaurante.
Tipo radar: me encontra em qualquer lugar.
Tipo câmera fotográfica: registra tudo.
Tipo agenda: lembra de todas as datas e compromissos.
Tipo merthiolate: me ajuda a curar todas as feridas.
Tipo cartão de crédito: sempre salva na hora do aperto.
Tipo bússola: sempre mostra a direção certa.
Tipo abajur: só apaga quando a gente vai dormir.
Tipo google: sempre sabe de tudo.
Tipo furacão: quando passa deixa a maior bagunça.
Existem mães de todos os tipos, mas pra mim o seu é especial.
Feliz Dia das Mães!

Ainda sou o mesmo de antes, aquele que te enviava flores acompanhadas a um lindo cartão.
Ainda sou aquele que te abraçava e na despedida te beijava sussurrando: Amor! Vou, mas deixo em ti meu coração.
Ainda sou aquele que contigo sorriu e muitas vezes também chorou. Ainda sou aquele que colhia flores orvalhadas e nas aconchegantes madrugadas, tanto te amou.
Ainda sou aquele que em teu coração fecundou o amor e que te fez alegre e sorridente, diante dos olhares deslumbrados de tanta gente.
Ainda sou aquele que te mostrava a estrela guia, despetalando o bem-me-quer e que em tantas noites, abriu-te o coração ao amor, te fazendo mulher.
Ainda sou... Sim amor! Ainda sou aquele que sempre te amou.

Pode uma tarde ser tão boa assim, que acaba se tornando em um momento inesquecível? Pode sim, quando se tem um namorado como você. Do seu lado a vida se torna mais fácil, porque você é alguém preocupado e atencioso. Sou feliz em ter você em minha vida e vou querer cuidar sempre, da melhor maneira, do nosso amor. Uma ótima tarde para você, meu querido!