A imensidão do mar, muito tem a nos ensinar. Ora, a vida não é mais do que navegar! Muitas vezes ficamos à deriva, sem saber que direção seguir e deixando o vento nos levar. Outras vezes, lutamos contra as ondas mesmo correndo o risco de o barco afundar.
Nos momentos em que o mar está mais calmo, tranquilo, silencioso, e quase estático como uma imagem, é quando melhor podemos contemplar o fundo do mar, ver as pedras, os peixes e as algas a moverem-se com clareza e nitidez.
Quando há muita turbulência em nossa vida, é como se estivéssemos passando por um maremoto. Um velho marujo pode até tirar de letra os perigos da tempestade e a agitação do mar. Mas um jovem marinheiro pode simplesmente se assustar, e ficar perdido sem nem mesmo saber se orientar.
As decisões tomadas em alto mar, em meio a tempestades e redemoinhos, nem sempre são as melhores, muitas vezes são apenas as possíveis. E se for preciso vidas sacrificar em nome da maioria da tripulação, assim será. Por isso, quando precisar tomar decisões importantes em sua vida, navegue por águas calmas, onde possa ver o que há de mais profundo com clareza e tranquilidade.
Quando seus pensamentos, palavras e ações tiverem mais de sua verdade, sua consciência começará a clarear.
Haverá menos sentimentos de culpa.
Será fácil perdoar e ser perdoado.
Relacionamentos melhoram.
E a comunicação também.
Quando você é honesto, você nunca precisa se preocupar sobre como dizer o que você quer dizer.
Você não precisa pensar se os outros vão aceitar ou não.
Você simplesmente diz o que está em sua mente e eles o entenderão facilmente.
Você se dará bem com todos.
A viúva Dona Adélia Fora linda e muito rica, ajaezada de joias na fazenda de Benfica. Mas tudo via em mudanças, desde a morte do marido: Fazenda, granjas e terras, tudo ela havia perdido. Tinha dois filhos adultos, Liberato e Constantino. O primeiro – jogador. o segundo – libertino.
Gastavam dinheiro a rodos, sob avais e mais avais. Quando a viúva acordou, tinha assinado demais. Perdera fazenda e terras, as joias que possuía, todo o crédito bancário e a casa de moradia...
Os dois filhos lhe arranjaram duas estreitas salinhas onde moravam com ela um gato e duas galinhas. Comiam do que lhes dessem, por simpatia e bondade, as pessoas de visita, em nome da caridade.
Os filhos, porém, notaram que ela guardava, com gosto, um cofre, sob disfarce, num travesseiro bem posto. Certo dia, com malícia, perguntou-lhe o Liberato: -"Mãezinha, o que há no cofre, que recebe tanto trato?"
Ela apenas respondeu, mostrando certo cuidado: -"Neste cofre, tenho o resto do meu dinheiro guardado." Desde esse dia, a viúva teve os filhos ao redor. Ela, as galinhas e o gato comeram muito melhor.
Vários anos se passaram, com melhoria e regalo: os filhos olhando o cofre e ela, sempre a resguardá-lo. Em luminosa manhã, os moços, abrindo a porta, estremeceram de susto: Dona Adélia estava morta!
Guardaram o cofre, às pressas, trouxeram médico e gente... e, ao fim do dia, lhe deram funeral sóbrio e decente. Ambos, sozinhos, à noite, abriram o cofre, enfim... O cofre só tinha conchas e um bilhete escrito assim:
"Filhos do meu coração, meus filhos que tanto amei: Perdoem se nada tenho! Tudo o que eu tinha, eu lhes dei... Mas agora, se desejam ouro e mais ouro a rolar, aceitem o meu conselho: Cada um vá trabalhar!"
Mais uma semana que começa,
Com mais sete dias de possibilidades.
Possibilidades de recomeço,
Ou de permanecer no mesmo.
Possibilidades de novos trabalhos,
Ou da continuação dos velhos mesmo.
Mas uma coisa é certa,
Independentemente de vir
Algo novo ou velho,
Que seja recebido com todo afeto.
Uma boa semana!
Felicidade é uma caixinha pequena, que insistimos em guardar escondida, para um dia podermos usá-la. Todos os dias acordamos pertinho dessa caixa, mas com nossos sonhos mais loucos, vamos guardando a caixinha nos lugares mais altos, cada vez mais longe de nossas mãos.
Algumas pessoas andam com essa caixinha nas mãos diariamente e quando encontram o primeiro obstáculo amassam a caixinha com reclamações e choro de quem nem ao menos tentou lutar. Outras pessoas carregam a caixinha da felicidade na bolsa, e usam como arma. Na empresa, na escola e na rua com os amigos, descarregam a caixinha mostrando seu melhor sorriso, mas quando chegam em casa, na hora do convívio com a família, guardam a caixinha e fecham a cara, o mau-humor é a sua marca registrada em casa.
Existem pessoas que carregam a caixinha de felicidade e nem sabem que a possuem, são os verdadeiros amigos, a pessoa amada, filhos, ou o emprego que elas não se cansam de reclamar. Só percebem que possuíam a caixinha da felicidade quando a perdem, quando conseguem afastar todos de sua vida
porque passaram o tempo todo correndo atrás do "ouro dos tolos".
E tem aqueles que buscam encher a sua caixinha com um monte de tranqueiras numa corrida desesperada para encontrar em algum bem material, a sua paz. Essas pessoas colocam na caixinha carros de luxo, apartamentos que nunca vão utilizar por completo, casas e mais casas que nunca vão morar, bebidas caríssimas, roupas que valem 500 cestas básicas, anéis e colares que nem cabem na caixinha. Acabam indo para o "caixão" sem poder levar nada de bom, nada de eterno.
E você? Onde você guarda a sua caixinha da felicidade? Ela anda sempre com você, ou você a coloca sempre nos lugares mais distantes? A Felicidade, amados, está dentro da nossa alma, portando aprenda que a felicidade é uma caixinha de educação. Escute mais, fale menos e tenha certeza que esta felicidade é real e ela está ao seu alcance, porque estamos no colo da felicidade que é Jesus. Por isso eu espalho para todo mundo e quanto mais eu espalho, mais eu recebo.