Ele esperou ansiosamente por este momento, depois de seis dias e finalmente chegou – o dia de visita! O homem com as chaves chega e abrem-se as grandes e pesadas portas. O corredor frio enche-se de vida. Ele dificilmente conseguirá controlar seu emoções.
As famílias começam a chegar. Ele observa atento do canto do salão desejando o primeiro vislumbre de seus entes queridos. Ele vive para aqueles dias. Enquanto os carros chegam, ele assiste atentamente.
Então, finalmente, eles chegam, aqueles por quem ele faria qualquer coisa. Se abraçam, comem um leve lanche e relembram como as coisas costumavam ser. Em alguns momentos, eles começam a cantar, com risos e aplausos. Mas muito cedo e está terminado. Uma lágrima vem à seus olhos enquanto eles partem.
Então os homens com as chaves fecham as portas pesadas. Ele ouve a virada da chave na fechadura marcando o fim de um dia especial.
Lá ele permanece, só novamente. Ele sabe que a maior parte de seus visitantes não farão contato novamente até a semana que vem.
Quando o último carro sai do estacionamento, Jesus volta à sua solidão esperando até o próximo domingo – O dia de visita.
Tal como na vida, no seu longo e incerto caminhar, também os relacionamentos atravessam momentos menos bons, desafios mais ou menos difíceis. Mas tal como na vida também aí temos que saber enfrenta-los com coragem, e quando vale a pena, minha amiga, tudo se supera.
Agora que o seu casamento vive um desses momentos menos bons, não perca a esperança. Uma estrutura que é abalada não tem necessariamente que ruir. O mesmo princípio se aplica ao seu casamento, minha querida. Tenha fé, pois se existe amor e vontade de continuar, tudo é possível!
Lute por aquilo que você quer, pelo que vai fazer você feliz, para que no final, mesmo que tudo se desmorone, você possa dizer que usou todas as suas armas, que lutou até ao fim, que investiu e se esforçou.
Nunca desista, não perca a esperança, pois com persistência e amor você chegará à superação de mais este desafio.
Teu beijo é mais lindo que o mar e o céu
Teu beijo é mais doce que o mel
Te abraço e o tempo parece voar
Teu beijo tem gosto de amor
Me beije por favor
De chorar... Não chore!
Pode me chamar que eu choro por você.
Quando você sentir vontade
De sorrir... Me avise!
Que eu venho para nós sorrirmos juntos.
Quando você sentir vontade
De amar... Me chame!
Que eu venho amar você.
Quando você sentir que
Está tudo acabado... Me chame!
Que eu venho lhe ajudar a reconstruir.
Quando você achar que o mundo
É pequeno para suas tristezas...
Me chame! Que o faço pequeno
Para tanta felicidade.
Quando você precisar de uma mão...
Me chame! Que a minha é sempre sua.
Quando você precisar de companhia
Naqueles dias tristes e nublados,
Ou nos dias ensolarados... Me chame!
Eu venho sim!
Quando você estiver precisando ouvir
Alguém dizer: Eu te amo! Me chame!
Eu digo a toda hora, pois meu amor por
Você é imenso.
E quando você não precisar mais de mim...
Me avise!
Que simplesmente vou embora
Pensando em você!
Três homens, sendo um ingrato, um conformado e um generoso, foram visitados, no mesmo instante e local, por um Gênio saído da Lâmpada.
Diante do inusitado, um deles falou: – Gênio, que nos trazes?
– Rosas! – disse o Gênio.
E abrindo seu manto mágico, dele retirou três lindos buquês de rosas, que ofereceu aos visitados, entregando um para cada.
Antes de partir, olhou-os fixamente e, percebendo algum desapontamento por conta da simplicidade de sua oferta, justificou-se:
– Rosas... porque elas são joias de Deus: deixam a vida mais rica e bela!
Os homens se entreolharam surpresos e, após se despedirem, cada um seguiu seu destino, dando finalidade diferente ao presente recebido.
O ingrato, maldizendo sua falta de sorte por haver encontrado um Gênio e dele recebido apenas flores, jogou-as num rio próximo.
O conformado, embora entristecido pela singeleza do presente, levou-as para casa, depositando-as num jarro.
O generoso, feliz pela oportunidade que tinha em mãos, decidiu repartir seu presente com os outros. Foi visto pela cidade distribuindo rosas, de porta em porta, com um detalhe: quanto mais rosas ofertava, mais seu buquê crescia em tamanho, beleza e perfume. Ao final, retornou para casa com uma carruagem repleta de rosas.
No dia seguinte, no mesmo local e instante, os três homens se reencontraram e, de súbito, ressurgiu o Gênio da véspera. – Gênio, que desejas? – disse um deles.
– Que as vossas rosas se transformem em joias! – disse o Gênio.
Desta forma, o homem generoso encontrou em casa uma carruagem repleta de joias, extraordinariamente belas, tornando-se rico comerciante.
O homem conformado, retornando imediatamente para seu lar, encontrou, pendurado sobre o jarro onde depositara as rosas, um lindo e valioso colar de pérolas. Resignou-se em ofertá-lo para sua esposa.
O homem ingrato, dirigiu-se ao lugar onde jogara o buquê de rosas, viu, refletindo sobre as águas, um brilho intenso, próprio de joias valiosas, que sumiu de seus olhos quando se atirou ao rio no propósito de alcançá-las.