Estou pensando nas horas felizes que passamos, nas esperanças valiosas e sonhos que compartilhamos, e em tudo que o nosso amor tem representado.
E estou desejando a maior felicidade, com todo o meu carinho para você, meu amor! Você que significa o mundo para mim!
Que tenhamos um feliz Natal hoje e sempre... E que no ano que se aproxima, nosso amor se perpetue para toda a eternidade...
Feliz Natal e um próspero Ano Novo!
Você podia ter tomado outras opções. Podia ter seguido outros caminhos, outras estradas na vida. Mas você escolheu ficar comigo! Só posso agradecer! Você é o amor da minha vida.
E não tem essa coisa de mãe adotiva entre nós. Você é minha mãe – adquiriu esse direito no primeiro instante que o amor se lembrou de nós. Sou feliz porque você existe, sabe? Sua presença na minha vida é o ar que respiro. Um agradecimento eterno, mãe!
Um rei muito justo e bondoso que fazia tudo pelos seus súditos. Certa vez ele prometeu que levaria todos os que merecessem para uma terra maravilhosa onde viveriam com abundância e segurança. Mas, para merecer tal lugar, cada habitante deveria carregar uma cruz até a terra prometida, e isto significava uma caminhada de alguns dias.
Todas as cruzes tinham o mesmo tamanho, o que causou um protesto por parte dos mais fraquinhos.
Um deles, revoltado, resolveu dar um "jeitinho": pegou a sua cruz e, no meio da caminhada, resolveu serrá-la e diminuir-lhe o tamanho para o peso que ele achava ser o mais justo para a sua capacidade.
Logo depois disto, todo o grupo se deparou com uma situação que os impedia de continuar a caminhada: havia um rio, com margens bem altas, íngremes e rochosas que impedia a passagem de todo o grupo. Foi quando um dos caminhantes teve a ideia de utilizar a sua cruz como ponte para atravessar o rio. Assim, todos descobriram que o tamanho da cruz era exatamente o da distância de uma margem a outra.
Todos atravessaram o rio e continuaram a sua caminhada com as respectivas cruzes até a terra prometida.
Todos, menos um, que perdeu a sua cruz levada pela correnteza do rio.
A melhor maneira de se levar uma vida bem sucedida é encarar as crises como oportunidades e os obstáculos do caminho como pontes para o sucesso.
Não vejo a hora de estar em seus braços, pegar em tuas mãos e beijar os teus lábios, dizer do meu amor por você, esse amor que desconhece barreiras, que nasceu em mim tão suave e hoje ele ocupa todo o meu coração... amor tão grande no qual pensei que nunca fosse sentir por alguém...
Quero lhe falar desse amor... hoje já não consigo disfarçar o que se passa dentro de mim... você simplesmente é tudo... tudo que sinto, você está em todos os lugares por onde passo... em todos os meus pensamentos...
Às vezes, me pergunto como posso suportar sua ausência? Mas pensando bem você não está ausente... você está em tudo de belo que vejo na vida...
Adoro estar com você... queria poder ocupar todas as suas horas... ter seu corpo, seus beijos, suas noites, seu silêncio, sua fome de viver, seu carinho, e seu amor...
Queria tudo isso que em você existe... porque jamais encontrei em outro alguém...
Aos poucos você foi se tornando fundamental em minha vida... pois vejo o pouco que eu era antes de encontrar você...
Nunca senti tão segura em outros braços, e a cada momento não penso só no prazer presente... penso principalmente em momentos agradáveis... onde haverá vida e lembranças para anos futuros...
eu vou lutar por você, não vou desistir nunca...
Nunca esqueça que...
Amo muito você...
Meu irmão e eu chegávamos sempre em casa com muita fome, ao regressar da escola.
Um dia, como eu pedisse de comer, minha mãe pôs-nos diante de meio bolo, na mesa da cozinha.
Colocando uma faca ao lado do bolo, disse: - Um de vocês vai cortar o bolo, mas o outro vai poder escolher, em primeiro lugar, o seu pedaço.
Meu irmão, querendo fazer-se de esperto, deitou logo mão da faca e ia, evidentemente, cortar o bolo em dois pedaços desiguais.
Mas, de repente, parou. Olhando primeiramente para nossa mãe e, depois, para mim, cortou o bolo exatamente no meio.
E esperou que eu me servisse. Qualquer pedaço que eu escolhesse daria no mesmo: nenhum de nós sairia prejudicado.
E comemos, alegremente, as porções idênticas.
Desde então, fosse o que fosse que houvesse a repartir – pão com manteiga, doces, pastéis, bolos ou balas – tudo era sempre dividido em partes iguais.
Isso nos ensinou um respeito, que nunca conheceu arrefecimento, para com os direitos daqueles com quem tínhamos que compartilhar alguma coisa.