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Uma avó que representa o melhor de uma mãe – você, meu amor, minha vovó! Tenho a sorte de ter na melhor das avós, a melhor mãe do mundo. Sempre senti seu carinho, sua educação, seus ensinamentos.

Sempre soube o que é o amor, porque você me fez descobrir todos os dias. Mil agradecimentos! Sua missão, seu dever está cumprido e nunca vai ser esquecido. Te amo, vovó!

No fim de todo relacionamento, onde você se entrega por inteiro sem se arrepender de nada do que você fez, não deixa a pessoa do seu lado se sentir só em momento nenhum, pelo seu erro e mesmo que você o admita e fale a pessoa admitindo seu erro e peça perdão você vai se sentir mal por não ter sido compreendido como compreendeu e que não vale se entregar 100% mesmo que você sinta que você e essa pessoa ao estar juntos estão em outro planeta e que vai ser para sempre, que vocês já fazem planos para a vida de vocês de viagens, casamento, filhos você vai aprender a dizer não também e nunca se entregar de cabeça não só no amor, mais em tudo em sua vida, não só olhar para quem esta ao seu lado, mais olha para si mesmo também, não fazer tudo em relação à outra pessoa, isso faz ela se sentir acomodada em relação a você e superior a você e quando termina ainda achar justo não ter dado o verdadeiro perdão e ficado ao seu lado como você sempre ficou ao lado dela quando ela precisou, não dar fácil o que não pode se receber fácil e que no fim de tudo você vai ver que só se ferrou, você vai ficar depressivo, para baixo, se sentir a pior das pessoas quando na verdade você simplesmente não é...

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.
Em vez de sofrer pelas modificações que ainda não consegue, sinta-se grato pelas mudanças que já realizou.

Se eu pudesse agarrar um arco-íris

Eu o pegaria só para você

E compartilharia com você a sua beleza.

Nos dias em que você se sentisse triste.

Se eu pudesse construir uma montanha

Você poderia chamá-la de só sua,

Um lugar para encontrar serenidade,

Um lugar para estar sozinho.

Se eu pudesse pegar seus problemas

Eu os jogaria no mar.

Mas todas estas coisas em que eu estou pensando

São impossíveis para mim.

Eu não posso construir uma montanha

Ou pegar um belo arco-íris.

Mas deixe-me ser o que eu sei de melhor,

Um amigo que está sempre por perto.

Para te fazer feliz eu pensei em ser o Sol, fonte de vida, mas temi sua grandeza, poderia te assustar...
Pensei em ser a Lua, dona inseparável da noite, mas não era constante, poderia te confundir...
Pensei em ser o Mar. Seus mistérios inquietaram-me... Temerias tanto enigma!
Pensei em ser a chuva, mas ela poderia te entristecer...
Pensei em ser uma rosa, temi que os espinhos te magoassem...
Achei melhor ser uma pequena estrela, pois na quietude da noite, sem medo, tu poderias, tranquilamente, descansar teus olhos numa luzinha, distante e branda e sentir que ela te sorri ternamente.