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Se você tropeçar, levante e siga andando...
Se você se ferir com a queda tenha certeza que o tempo vai te curar...
Se você desmaiar, tenha certeza que alguém cuidará de você até que se recupere...
Se você encontrar um amigo caído, vai ao seu encontro e ajude-o a se levantar...
Se nada sofrer, sorria e agradeça a Deus...
A vida foi feita para ser vivida. Aproveite cada segundo de sua vida...
Tenha um coração belo e grande. Seja uma pessoa cativante...
Não seja egoísta e ganancioso por tesouros, pois a vida foi, é, e será sempre o seu maior tesouro...

Um ano de casamento pode ser pouco para alguns, mas eu digo que é muito, que é uma vida até, pois é nesse tempo que o casal cumpre a prova do dia a dia, e nós superamos essa prova com distinção. Parabéns pelas bodas de papel, meu amor!

Mas para a vontade que eu sinto de estar sempre ao seu lado, de compartilhar tudo com você, um ano é pouco mesmo. Quero a vida inteira, a eternidade se possível, para amar e viver ao seu lado.

Você foi o melhor que me aconteceu na vida, e eu amo você perdida e eternamente!

O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte. O vento disse:
- Provarei que sou o mais forte. Vê aquela mulher que vem lá embaixo com um lenço azul no pescoço? Aposto como posso fazer com que ela tire o lenço mais depressa do que você.
O sol aceitou a aposta e recolheu-se atrás de uma nuvem.
O vento começou a soprar até quase se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava, mais a mulher segurava o lenço junto a si.
Finalmente, o vento acalmou-se e desistiu de soprar.
Logo após, o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para a mulher.
Imediatamente ela esfregou o rosto e tirou o lenço do pescoço.
O sol disse, então, ao vento:
- Lembre-se disso:
"A gentileza e a amizade são sempre mais fortes que a fúria e a força."

O viajante caminhava pela estrada, quando observou o pequeno rio que começava tímido por entre as pedras.
Foi seguindo-o por muito tempo. Aos poucos ele foi tomando volume e se tornando um rio maior.
O viajante continuou a segui-lo. Bem mais adiante o que era um pequeno rio se dividiu em dezenas de cachoeiras, num espetáculo de águas cantantes.
A música das águas atraiu mais o viajante que se aproximou e foi descendo pelas pedras, ao lado de uma das cachoeiras. Descobriu, finalmente, uma gruta. A natureza criara com paciência caprichosa, formas na gruta. Ele a foi adentrando, admirando sempre mais as pedras gastas pelo tempo.
De repente, descobriu uma placa. Alguém estivera ali antes dele. Com a lanterna, iluminou os versos que nela estavam escritos.
Eram versos do grande escritor Tagore, prêmio Nobel de literatura de 1913: "Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água, com sua doçura, sua dança, e sua canção. Onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir."
Assim também acontece na vida. Existem pessoas que explodem por coisa nenhuma e que desejam tudo arrumar aos gritos e pancadas.
E existem as pessoas suaves, que sabem dosar a energia e tudo conseguem. São as criaturas que não falam muito, mas agem bastante. Enquanto muitos ainda se encontram à mesa das discussões para a tomada de decisões, elas já se encontram a postos, agindo.
E conseguem modificar muitas coisas. Um sábio exemplo foi de Madre Teresa de Calcutá.

Adoro mulheres irritadas
Bravas
Explodindo de raiva

Poucas coisas deixam uma mulher tão sexy,
Tão charmosa,
E tão convidativa ao prazer
Quanto aquele olhar possesso,
Aquele ar de que vai quebrar tudo
E mandar o mundo pelos ares
Pelo simples fato de que algo não saiu ao seu gosto
Ou a contento seu

Mulheres assim são mais donas de si
Mais donas do mundo
E dos homens também
Tanto mais quando se sabe que por trás de tanta raiva, de tanta fúria,
Há sempre um encanto de mulher
Que apenas espera receber exatamente o que ela quer
E merece:

Todo o carinho,
Toda a atenção,
E todo o amor que existe!

Augusto Branco