Quando penso em você
Saio da realidade e vou
Para um lugar maravilhoso
Onde só existe carinho, amor
Onde o amor é validado
Onde não temos que ficar
Longe de quem gostamos
Mas quando volto à realidade
E vejo que você não está aqui
Me sinto só, fico triste, inquieta
Fico imaginado quando
Verei você novamente
Quando me tomará em seus
Braços de novo
Quando poderei ser feliz
Novamente!
Gostei de você desde o
Primeiro momento
Sem mesmo saber quem era,
Como seria, aprendi a admirar você,
A ter respeito, entre outras coisas mais.
Você me ensinou muito
Então quando finalmente nos
Conhecemos, foi maravilhoso,
Foram tão poucos os momentos
Mas marcantes!
Quando me vi estava finalmente
Com quem eu queria, com quem
Eu desejava estar.
E logo nos veremos de novo.
Serão os melhores dias da minha vida!
Te adoro!
Um brinde ao acaso. Um brinde ao que deu certo, ao que não deu em nada. Um brinde ao caminho incerto, à pessoa errada. Um brinde à tudo que acontece, um brinde ao que nunca vai acontecer. Tudo que mudou, e a tudo que nunca vai mudar.
Procura-se criança desaparecida!!!
Criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos.
Ela pulava, ria e ficava feliz com brinquedos velhos.
Chupava chupeta, pulava amarelinha, jogava pião, brincava na chuva, corria nas calçadas, subia nas árvores. Vibrava quando ganhava brinquedos novos.
Dava vida a latinhas, tampinhas, soldadinhos de chumbo, bonecas.
Brincava de médico, era enfermeira ou paciente.
Jogava botão.
Colecionava pedrinhas, figurinhas, devorava ovos de páscoa. Ah, escrevia cartinhas pra Papai Noel.
Soltava balões e brincava de "passa anel".
Batia palmas no circo, adorava zoológico, brincava de roda, ficava feliz quando se empanturrava de sorvete.
Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava.
Fazia beicinho quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza sua inocência.
Onde ela está? Para onde foi?
Quem a vir, venha nos falar.
Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco a alegria da infância e deixando a alma dar gargalhadas.
Pois, afinal, "ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda".
Para não deixar morrer essa criança que todos temos dentro de nós, deixe-a sair, sonhar, empinar papagaios porque isso é uma das poucas coisas que não custam nada.
Quem ama, deve cuidar o suposto objeto desse amor, e trair fica exatamente no oposto dessa ideia. Um dos alicerces da nossa união, a promessa absoluta, era a lealdade. Você teve a coragem de a quebrar, você! O meu marido! Aquele que prometera me amar e ficar do meu lado para o bem e para o mal.
Você jogou no lixo imundo todo o nosso amor, toda a nossa história em conjunto. Você provou que não nutre por mim mais nenhum respeito ou amor. Para mim este é o final, um final sem volta, um final definitivo, pois quem não me ama, quem não me respeita não merece o meu tempo, não merece sequer um pedaço dos meus pensamentos. Na verdade, não merece nem a minha mágoa ou a minha raiva.
Este é um adeus, um adeus irrevogável, um adeus para sempre!
Nada deveria separar aqueles que cresceram debaixo do mesmo teto. Os irmãos compartilham momentos importantes da vida, estão unidos pelo sangue que têm em comum e muitas vezes também por uma amizade incondicional.
Esse é o nosso caso, mas infelizmente a distância não torna possível que eu o tenha por perto com mais frequência. Ainda assim, na verdade é como se você vivesse perto de mim, pois todos os dias eu o carrego no meu coração.
Meu querido irmão, aquilo que nos une, nada nem ninguém jamais destruirá!