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Se o homem é a montanha

A mulher, o sol que se revela por detrás

É como se fosse o vidro

Que somente a areia faz

E quando soprada pelo vento,

Vai ao longe encontrar as tendas

E das tendas, a mulher é o oásis

E os homens, as pedras que fazem a água se sentir viva

Que o beduíno sedento bebe sem pensar

Para aplacar sua dor e seu suor

E se o homem é a voz que clama da garganta do viajante,

A mulher e é a mesma voz que embala seu sono na noite

E se a mulher é a noite, os homens são as estrelas que a contemplam

E se o beduíno conta as estrelas, é porque na noite ele se sente feliz.

No ventre de uma mulher havia dois bebes. Um perguntou pro outro: "Você acredita na vida após o parto?" O outro respondeu, "Sim, claro! Tem que haver algo após o parto. Talvez estejamos aqui para nos prepararmos para o que seremos mais tarde." "Tolice," disse o primeiro, "não existe vida após o parto. Que tipo de vida seria essa?" O segundo disse, "Eu não sei, mas haverá mais luz que aqui. Talvez nós andaremos com nossas pernas e comeremos com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não entendemos agora." O primeiro respondeu, "Isso é um absurdo. Andar é impossível... E comer com nossas bocas? Ridículo! O cordão umbilical nos supre a nutrição e tudo que precisamos. Mas o cordão umbilical é tão curto, a vida após o parto é uma exclusão lógica." O segundo insistiu, "Bem, eu acho que há algo e talvez é diferente daqui. Talvez nós não precisaremos desse cordão físico mais." O primeiro respondeu, "Tolice, e além do mais, se há vida, porque ninguém nunca voltou de lá? O parto é o fim da vida e após o parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. O parto nos leva à lugar nenhum." "Bem, eu não sei," disse o segundo, "mas certamente nós conheceremos a Mãe e Ela cuidará de nós." O primeiro respondeu "Mãe? Você realmente acredita em Mãe? Isso é risível. Se a Mãe existe então onde Ela está agora?" O segundo respondeu "Ela está em todo nosso redor. Nós somos cercados por Ela, nós somos Dela, é Nela que vivemos, sem Ela esse mundo não existiria." O primeiro disse, "Bem, eu não vejo Ela, então é lógico que Ela não existe." O segundo respondeu, "Às vezes, quando você estiver em silêncio e focar e realmente escutar, você poderá perceber a presença Dela e você poderá ouvir a amável voz Dela, chamando lá de cima."

Amor da minha vida...
Adeus...
Amor que me deu vida...

A Deus,
Obrigada pelos dias de sol...
Obrigada pelos risos e sorrisos...
Obrigada pela luz brilhante naquele olhar...
Obrigada por deixa-lo cruzar meu caminho...
Obrigada por ter tido a sorte de saber o que é amar !

Benvindo Amigo...
Benvinda tua mão que me estende ajuda...
Bem vindas tuas palavras de apoio, fôrça e coragem,
Benvindo amigo...

Benvindo Sol nascente no horizonte,
dando VIDA NOVA ao amanhecer de cada NOVO dia...

Abençoados aqueles que te deram vida...
Abençoado sejas tu, que me ensinastes a vive-la...
Abençoada vida que com cada anoitecer, ao amanhecer,
nos faz reconhecer que sempre haverá um NOVO DIA.

Quando o nosso filho Julinho tinha seis anos, estávamos atravessando um período de má situação financeira e só podíamos comprar o indispensável para viver. Alguns dias antes do Natal, dissemos a ele que não poderíamos comprar presentes nas lojas, para nenhum de nós.
Mas com imaginação e amor poderíamos brincar de presentear uns aos outros.
Assim, nós combinamos que cada um desenharia o presente que gostaríamos de dar aos outros da família. A ideia agradou e a partir desse dia começamos a trabalhar em segredo com muita alegria e sorrisos misteriosos.
Um carro verde para o papai. Uma pulseira e uns brincos para mim. Para o Julinho os presentes eram aqueles que recortávamos de algumas revistas. Os melhores presentes para ele foram um tenda de brincar de índio e uma piscina de plástico, desenhadas pelo papai.
O presente melhor do papai para mim foi a nossa casa dos sonhos, pintada à aquarela, branca, com janelas verdes e touceiras de flores no jardim. E o papai recebeu um punhado de versos meus, inspirados nas coisas tristes e acontecimentos alegres das nossas vidas.
Naturalmente não esperávamos nenhum "melhor presente" do Julinho. Mas, com gritinhos de alegria, ele entregou um desenho grande, feito por ele, com lápis de cor, dentro da mais pura "técnica surrealista". Era sem dúvida um grupo de três pessoas rindo: um homem, uma mulher e um menininho. Tinham seus braços entrelaçados uns nos outros de tal forma que pareciam uma só pessoa. Embaixo do desenho, ele escreveu apenas uma palavra: "Nós".
Foi, sem dúvida, um Natal de Amor.

Se você vê estrela demais
Lembre que um sonho não volta atrás
chega perto e diz
Anjo

Se você sente o corpo colar
Solte o seu medo bem devagar
Chega perto e diz
Anjo
Bem mais perto e diz
Anjo

Se uma coisa louca
Sai do seu olhar
Fique em silêncio
Deixe o amor entrar
Pra que tanta pressa de chegar
Se eu sei o jeito e o lugar.