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Chovia. Mariana ficou com uma preguiça enorme de sair de casa!
– Acho que não vou visitar o asilo hoje – comentou com sua mãe. – Mas você combinou com seus amigos – lembrou-lhe a mãe. – É seu compromisso ir. Eles todos estarão lá, esperando! – Eu sei, mãe... Mas está chovendo! – E daí? Os velhinhos precisam de atenção, não importa se chove ou faz sol. Vá, minha filha, e verá que a preguiça vai embora!
Mariana sabia que isso era verdade. Adorava as visitas ao asilo. Ela também sabia que, às vezes, há dias em que a gente tem vontade de ficar em casa e assistir a um filme legal, ler um livro, andar de bicicleta... Mas lembrou-se de que, quando conversa com os vovôs, não vê o tempo passar... E sempre volta para casa mais feliz, com aquela sensação gostosa de quando a gente bate um papo com nossos melhores amigos!
Foi o que aconteceu! Quando Mariana pensou com amor em seus amigos "mais velhos" a preguiça foi embora. Mesmo com a chuva, foi ao asilo. Percebeu como os velhinhos ficaram felizes em ter alguém para conversar! E, principalmente, o quanto ela era a maior beneficiada naquela tarefa.
E você, já pensou de que maneira poderá contribuir, para fazer alguém mais feliz?

O professor lutava na escola com um grande problema. Os alunos começaram a ler muitas histórias de homens maus, de roubos e de crimes e passaram a viver em plena insubordinação.

Queriam imitar aventureiros e malfeitores e, em razão disso, na escola e em casa apresentavam péssimo comportamento. Alguns pronunciavam palavrões, julgando-se bem-educados, e outros se entregavam a brinquedos de mau gosto, acreditando que assim mostravam superioridade e inteligência.

Esqueciam-se dos bons livros. Zombavam dos bons conselhos.

O professor, em vista disso, certo dia reuniu todas as classes para a merenda costumeira, apresentando-se uma surpresa esquisita. Os pratos estavam cheios de coisas impróprias, tais como pães envolvidos em lama, doces com batatas podres, pedaços de maçãs com tomates deteriorados e geleias misturadas com fel e pimenta.

Os meninos revoltados gritavam contra o que viam, mas o velho educador pediu silêncio e, tomando a palavra, disse-lhes:

- Meus filhos, se não podemos dispensar o alimento puro a benefício do corpo, precisamos também de alimento sadio para a nossa alma. O pão garante a nossa energia física, mas a leitura é a fonte de nossa vida espiritual. Os maus livros, as reportagens infelizes, as difamações e as aventuras criminosas representam substâncias apodrecidas que nós absorvemos, envenenando a vida mental e prejudicando-nos a conduta. Se gostamos das refeições saborosas que auxiliam a conservação de nossa saúde, procuremos também as páginas que cooperam na defesa de nossa harmonia interior, a fim de nunca fugirmos ao correto procedimento.

Com essa preleção, a hora da merenda foi encerrada. Os alunos retiraram-se cabisbaixos. E, pouco a pouco, a vida dos meninos foi sendo retificada, modificando-se para melhor.

Desconhecidos, eram duas almas
Que agiam e pensavam iguais.
Destemidos, não havia como impedir o
Encontro entre esses tais.
Imaginativos, podiam ser os dois que viviam
Em lugares distantes.
Impulsivos, são para sempre um do outro
Como eternos amantes.

A história deles ainda será
Contada um belo dia,
De como havia sido encontrada
A grande alegria,
Através de uma tela de computador, acredite,
Aprenderam sobre como é o amor, não evite.

Todo o suspense em virtude de nossos atos.
Quando se encontrará,
A verdade que surgirá.
Tomo a primeira atitude, os primeiros passos.
Onde vamos nos encontrar,
O destino não pode tardar.

Alguém está andando?
Nosso tempo está passando.
O que estou falando?
Nosso tempo está passando.
Algo está faltando?

Nosso tempo está passando.
Tempo de amar,
Tempo de querer,
Tempo de alegrar,
Tempo de te ver.

Desconhecidos, não mais serão,
Tudo será lindo,
Amados, em todo o nosso bem,
A vida será linda.
Depois desse amor por computador
Nada mais será real e sim especial.

Parabéns, amigos! Celebrem esse aniversário de namoro com promessas de amor eterno e outras coisas igualmente importantes. Vocês são minha fonte de inspiração!

Sempre tão queridos, sem vergonha de mostrarem o que sentem um pelo outro verdadeiramente, e profundamente apaixonados. É assim que se constrói uma história de amor e união! Continuem assim, amigos!

Todos passeavam à procura de um pequeno e ingênuo menino chamado AMOR.
AMOR andava sempre pela cidade, sem se preocupar com os outros, com as pessoas que andavam ao seu lado ou a que horas voltaria para casa.
AMOR vivia escapando das responsabilidades, tirava muita gente do sério, porque queria sair e se divertir.
AMOR nunca andava sozinho, estava sempre bem acompanhado.
AMOR sempre foi muito simpático e encantador, falava com todos, mesmo não sabendo no que daria.
AMOR sempre reclamava que diziam que ele não prestava, ou que só fazia os outros sofrerem.
Existiam pessoas que nunca quiseram conhecer o coitadinho do AMOR.
AMOR sabia que nem sempre levava a alegria à todos, mas ela sabia que ele não era ruim.
AMOR se descrevia como aquele cara, mal interpretado que penetra e aniquila corações, um misto de anjo e monstro, de felicidade e sofrimento, que todos sabem que existe, mas que só alguns têm o privilégio de conhecê-lo.