Uma forma eficaz de fazer com que nada de novo, construtivo ou verdadeiramente emocionante aconteça na sua vida é não fazer simplesmente nada. Apenas fique parado, assistindo a vida passar, como quem assiste a um filme. Continue a admirar o feito de seus amigos. Continue a achar interessante não sentir o gosto do fracasso, mas lembre-se também que isso se deve ao fato de você, na verdade, nunca ter ido à luta.
Ficar acomodado e não fazer nenhum tipo de planejamento para a vida é sonhar com o vazio, e esse sonho não vale! Sonhar, todo mundo sonha, não é um privilégio só seu. Realizar merece um pouco mais do que apenas querer...
Comece procurando dar verdadeiro sentido à sua vida. Neste processo é fundamental uma boa dose de ambição. Feche para balanço. Analise tudo que você fez até agora. Procure planejar sua vida para os próximos dias, meses e, por que não, anos...
Lance-se a desafios factíveis e procure vencê-los. Um bom curso, o término da faculdade, um carro novo, "aquele" curso de inglês, o nem tão distante MBA, uma casa de praia, um barco, uma piscina, conquistar um bom trabalho, crescer e ocupar posições de destaque na empresa em que você está...
Pense à vontade... Vale qualquer coisa. Agora pare de sonhar e comece a planejar a sua vida. Comece a elaborar o seu projeto pessoal. Você deve fixar metas a curto, médio e longo prazos e acompanhar o cumprimento de cada etapa. Isto ajuda a manter a motivação.
Os desafios dão verdadeiro sabor à vida.
Escuto o som das janelas trêmulas ao serem beijadas pelo vento junto com o choro da chuva, apertando meu peito que implora por teu sorriso mais uma noite...
mais uma noite de amor
mais uma noite de calor
mais uma noite que não esquecerei
mais uma noite que lhe terei
mais uma noite que te amarei
Eu tinha dez anos quando encontrei, entre minhas colegas, a primeira amiga de verdade.
Nossa camaradagem tornou-se a coisa mais importante para mim. Entretanto, eu era de natureza exclusivista e me sentia violentamente enciumada sempre que ela manifestava interesse por alguma coisa que nada tivesse a ver comigo.
Mamãe compreendeu o que estava ocorrendo. Um dia ela chamou-me para ver uma ninhada de pintinhos que havia acabado de sair do ovo. Fiquei encantada. Eram umas coisinhas lindas, feitas de suave veludo cor de ouro.
Em meu entusiasmo, colhi um deles na mão. Mas apertei-o com tanta força, que por um pouco, não o sufoquei. Ele, naturalmente lutou para escapar até que, desvencilhando-se, correu para longe de mim.
Mamãe notou o meu desapontamento e disse:
— Pegue um outro, mas procure segurá-lo suavemente. Se você o prender com muita força, por instinto, ele vai querer fugir. Fiz uma segunda tentativa e o pintinho aninhou-se quietinho na palma de minha mão. Senti-me muito feliz e sorri para mamãe. Foi quando ela me disse:
— Sabe, meu bem, as pessoas, neste mundo, são como esses pintinhos. Quando agarramos com muita força aqueles que amamos, tentando aprisioná-los em nossa mão, eles, naturalmente, não se sentem bem. E lutam por readquirir a liberdade, como fez o primeiro pintinho que você pegou. Mas se os colocamos na palma da mão, sem fechar os dedos, de modo que sintam apenas o nosso calor, percebem logo que não desejamos aprisioná-los, pelo contrário, apenas aquecê-los com um pouco de nós mesmos, sem a pretensão de exigir-lhes nada.
Foi o que sucedeu com o segundo pintinho.
Aquilo me impressionou muito e guardei a lição. Não quero dizer que deixei de sentir ciúmes, pois isso faz parte da natureza humana. Todavia quando o exclusivismo fala mais alto em meu espírito, controlo-me mentalizando a figura daquele pintinho na palma da minha mão.
Foi assim que aprendi a manter junto de mim aqueles que, pensando seriamente, desejo que permaneçam perto do meu coração...
Um dia uma pequena abertura apareceu em um casulo. Um homem sentou-se e observou a borboleta por várias horas e pensou: como ela se esforça para fazer com que seu corpo minúsculo passe através daquele pequeno buraco! De repente, o homem percebeu que a borboleta parou de fazer qualquer movimento. Não havia progresso na sua luta. Parecia que já tinha lutado demais e não conseguia vencer o obstáculo. Então, o homem resolveu ajudá-la. Pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta saiu facilmente, mas ele percebeu que seu corpo estava murcho e suas asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque esperava que a qualquer momento as asas se abrissem e, firmando-se, pudessem suportar o peso do corpo. Mas nada aconteceu! Ao contrário, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com o corpo murcho e as asas encolhidas. Nunca foi capaz de voar porque o homem, na sua gentileza e vontade de ajudá-la, não compreendeu que era o aperto do casulo que fazia com que a borboleta se esforçasse e assim se fortalecesse para passar por meio da pequenina abertura. Essa é a forma que Deus utiliza para fazer com que o fluido do corpo da borboleta chegue as suas asas, deixando-as fortes e resistentes o bastante para que possa livrar-se do casulo e voar. Algumas vezes, o empenho é justamente o que precisamos em nossa vida! Se Deus nos permitisse passar pela vida sem qualquer obstáculo, nos deixaria inacabados. Não iríamos ser tão fortes como somos para suportar os momentos difíceis. Nunca poderíamos voar!
Meu amor, meu noivo. Meu coração palpita de emoção e alegria na expectativa do compromisso de uma vida ao seu lado. E uma vida apenas será sempre pouco!
Eu amo você e imaginar o mundo sem tê-lo ao meu lado deixou de ser possível. Conceber a realidade sem o seu sorriso iluminando meus dias não faria qualquer sentido.
Tudo é melhor ao seu lado, tudo tem mais sabor, mais cor, mais som, mais nitidez. Você é a paz da minha tempestade, a ordem do meu caos, a maior e melhor certeza do meu mundo incerto.
Desde o mágico dia em que sua vida se entrelaçou na minha que meu principal objetivo é fazer você feliz. E assim é, e assim será até que o tempo gaste nossa juventude, até que nossa vida se esgote neste plano da existência.