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Árvore: - Preciso que me ouças com paciência! Não nos analise como os outros nos fazem. Querem nos sentir apenas como objetos de consumo imediato. Permita-nos o tempo para amar! Dá-nos o tempo da oferenda!

Humano: - Entendo o que queres me dizer; não somente te criei, te vi crescer, como sempre te quis muito! Mesmo que não saibas, estive do teu lado quando sofrias agressões em teu tronco, para mais cedo produzires. Vi tuas lágrimas correndo; elas secaram, sei, mas ainda estás marcada, e sofro vendo os teus estigmas.

Árvore: - Sabemos! Nem todos são insensíveis. A dor física foi superável à dor do meu Ser naquela hora. As feridas cicatrizam, os tecidos se recompõem, as células se renovam, mas a dor do Ser, perdura. Todavia, compreendemos.

Humano: - Compreendem? Como compreendes?

Árvore: - Os Homens têm a pressa da colheita. Perderam muito do sentimento da doação, e a paciência na espera. Querem muito cobrar, na volta do pouco que dão, e podem um dia, pouco receber! Nós nos suprimos apenas com o que a Natureza pode nos oferecer, e doamos tudo que recebemos, no tempo certo. Os Homens, perderam o sentido do Existir; "Existem só para viver, para colher", por isso nos agridem, pelo muito desejarem se abastecer.

Nossos ciclos são simples e perfeitos. Somente o receber, o doar e novamente nos nutrir. A Vida quer com todos se harmonizar, mas os Homens estão apenas vivendo, esquecendo de Existir. A Natureza pode um dia, deles também esquecer, deixando de os prover.

Que a semana tenha muito amor... Amor pra entender, amor pra aceitar, amor pra criar, amor pra doar, amor pra ouvir, amor pra falar, amor pra distribuir para todos que nos cercam.

No ventre de uma mulher havia dois bebes. Um perguntou pro outro: "Você acredita na vida após o parto?" O outro respondeu, "Sim, claro! Tem que haver algo após o parto. Talvez estejamos aqui para nos prepararmos para o que seremos mais tarde." "Tolice," disse o primeiro, "não existe vida após o parto. Que tipo de vida seria essa?" O segundo disse, "Eu não sei, mas haverá mais luz que aqui. Talvez nós andaremos com nossas pernas e comeremos com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não entendemos agora." O primeiro respondeu, "Isso é um absurdo. Andar é impossível... E comer com nossas bocas? Ridículo! O cordão umbilical nos supre a nutrição e tudo que precisamos. Mas o cordão umbilical é tão curto, a vida após o parto é uma exclusão lógica." O segundo insistiu, "Bem, eu acho que há algo e talvez é diferente daqui. Talvez nós não precisaremos desse cordão físico mais." O primeiro respondeu, "Tolice, e além do mais, se há vida, porque ninguém nunca voltou de lá? O parto é o fim da vida e após o parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. O parto nos leva à lugar nenhum." "Bem, eu não sei," disse o segundo, "mas certamente nós conheceremos a Mãe e Ela cuidará de nós." O primeiro respondeu "Mãe? Você realmente acredita em Mãe? Isso é risível. Se a Mãe existe então onde Ela está agora?" O segundo respondeu "Ela está em todo nosso redor. Nós somos cercados por Ela, nós somos Dela, é Nela que vivemos, sem Ela esse mundo não existiria." O primeiro disse, "Bem, eu não vejo Ela, então é lógico que Ela não existe." O segundo respondeu, "Às vezes, quando você estiver em silêncio e focar e realmente escutar, você poderá perceber a presença Dela e você poderá ouvir a amável voz Dela, chamando lá de cima."

Um cara fica peladão para tomar banho, de repente uma conversinha surge do nada:

_ vida boa em meu amigo?! era o pinto que estava conversando com pé.

_vida boa um cassete, eu levo o meu dono para todos os lugares, sirvo de suporte para espelho quando ele quer ver a calsinha das meninas, estou sempre sustentando ele, e quando ele sai a primeira coisa que faz é me esconder, me mete num sapato fedido, e com meias rasgadas.
Já você, todas as mulheres te querem, te beijam, e ele divide todas com você, isso que é bom...

__ Bom?! Ele me amassa todinho, eu fico todo inchado, me enfia num buraco escuro que fede a peixe, e como se não bastasse fica tirando e colocando toda hora, como que se arrependesse até que eu fico tonto, vomito e desmaio.

O que aconteceria se fosse eliminada a frase "eu não posso" de seu vocabulário?
Se "eu não posso" não fosse mais uma opção, você seria forçado a substituí-lo com "eu vou" ou "eu não vou". Pense quanta clareza, confiança e poder traria.
Muito frequentemente "eu não posso" é usado como um meio de fugir da responsabilidade de suas próprias possibilidades. Cada vez que você diz "eu não posso", para si mesmo ou para outra pessoa, você está arguindo as próprias limitações. Quando você repudia sua responsabilidade você também nega a própria eficácia.
"Eu não posso" é raramente verdadeiro. Normalmente significa "estou muito desconfortável para" ou "não quero fazer o esforço necessário". Há poucos obstáculos que são insuperáveis. Ainda mais, continuamente repetir "eu não posso" faz você se tornar cada vez mais incapaz, em sua própria mente, de conseguir algo feito.
Na próxima vez que você estiver tentado a dizer "eu não posso", pare e se pergunte se é realmente verdadeiro. Seja claro, direto e honesto consigo mesmo e você se encontrará usando "eu não posso" muito menos.
Quando vem o desejo, a capacidade também vem. Você pode fazer o que você deseja. Se vai fazer ou não... isto é com você.