Ontem: Uma alma alimentada por fantasias. Curtições, Pensamentos imaturos... Hoje: Saudades Daqueles tempos... Mas arrependimento Por não ter dado valor a quem eu mais amava. Me perdoe... Essa saudades e esse arrependimento Mudaram meu mundo Amadurecem meu coração E ensinaram a como preservar um verdadeiro amor. Sua ausência me sufoca Me tortura. Volta para mim ME PERDOE...
Pode ser que alguém
Não veja
Mas a face do dia vem
Misturada às dores
Do tempo
Confundida
A face é dupla
E mostra o que não é
Tanto que há
Essa confusão a me
Clamar no infinito
Sabor da sua voz
Mãos cheias de saudades De apertar em sua palma O corpo da sua amada. Numa cama perfumada
Mãos que aperta Escreve seu nome Num simples verso Extravasa a paixão.
Mão firme amiga Que acaricia seu corpo Toca-lhe o espírito.
Mãos que se entrelaçam Num longo abraço Enlouquecendo a alma.
Você é a grande testemunha do passo importante que dei na vida – meu matrimônio! Nunca tive dúvida que deveria ser você a madrinha do meu casamento, e felizmente você aceitou.
Acredite que isso representou muito para mim. Você é um exemplo de pessoa para mim, uma mulher completa. Na verdade, para tudo ser perfeito você teria de estar lá do nosso lado. Agradeço por tudo, amiga!
Ferido e caído, sem forças pra levantar. apenas tentando continuar. sem o menor resíduo de resistência. sem a menor possibilidade de suportar sobre si mais um grama. desfalecido, entregue ao momento desencadeador do concreto e do abstrato. entre o sólido e o abrir as asas para o desconhecido. entre o inspirar e o não liberar a expiração. entre o continuar e a terminação. completamente entregue ao minúsculo instante da extração do que se tritura para liberar o sumo. entre a filtração do insubstancial e a substância. no momento último do fim e o iniciar da devolução. no escapar do ajuntamento de uma fenda. bem aí, logo aí, a vida desvia o olhar e alheia-se à cruciação. Então, o que pode nos aliviar? Alguém responde: a esperança de que Ele nos volte Sua face e mais uma vez diga: num ímpeto de ira, por um momento eu escondi de você o meu rosto. agora, com amor eterno, volto a me compadecer de você (Is 54:8).