Um pequeno garoto, num acampamento de verão, recebeu um grande embrulho de biscoitos enviados por sua mãe pelo Correio. Comeu alguns, então colocou a sobra sob sua cama.
No dia seguinte, depois de almoço, ele foi comer algum biscoito, mas a caixa tinha desaparecido.
Naquela tarde, um monitor do acampamento, que tinha sido comunicado sobre o roubo, viu outro garoto sentado sob uma árvore comendo os biscoitos roubados. Retornou ao grupo e procurou pelo garoto cujos biscoitos tinham sido roubados.
E disse-lhe,
– Billy, eu sei quem roubou seus biscoitos. Você me ajuda a lhe ensinar uma lição?
Confuso, o garoto respondeu,
– Bem, sim, mas vocês não o punirão?
O monitor explicou,
– Não, isso o deixaria ressentido e com raiva. Quero que você ligue para sua mãe e peça que ela lhe envie outra caixa de biscoitos.
Billy fez o que o monitor pediu e dois dias depois recebeu outra caixa de deliciosos biscoitos caseiros. O monitor disse,
– Agora, o garoto que roubou seus biscoitos está sentado à margem do lago. Vá até lá e divida seus biscoitos com ele.
Billy protestou,
– Isto não está certo. Ele já roubou meus biscoitos.
– Eu sei, mas tente e veja o que acontece. Respondeu o monitor.
Cerca de meia hora mais tarde, o monitor viu os dois surgirem na colina, um com o braço às costas do outro. O garoto que tinha roubado os biscoitos tentava fazer Billy aceitar seu canivete como pagamento pelos biscoitos roubados e a vítima estava sinceramente recusando o presente de seu novo amigo, dizendo que alguns biscoitos não eram tão importantes assim.
Uma criança estará precisando de seu perdão hoje?
Ou talvez, você esteja precisando procurar o perdão de seus pais. Ou talvez seja a esposa ou irmã ou irmão ou vizinho que precisa perdoar ou ser perdoado?
Acredite no tempo, na sabedoria e principalmente no amor.
Aí com certeza, um dia a felicidade há de bater à sua porta!
Tenha tempo para os sonhos, eles conduzirão sua carruagem paras as estrelas.
A tristeza é uma dependência com saída. O que está acontecendo com sua vida é isso: você está triste, mas nada é definitivo; só precisa encontrar a porta para felicidade.
Você sabe que nossa amizade representa muito para mim, e que torço por seu sucesso e realização a todos os níveis. Mas tenho de ser verdadeira: você não está se ajudando! Olhe no espelho e sinta alegria, arranje forma de se amar e depois tudo vai acontecer, tudo de bom vai aparecer!
O tempo chegou trazendo marcas de lembranças. Revivi a vida, reencontrando em mim momentos de você. Sufoquei minha voz na dor de lembrar lembranças absorto. Senti o vento me aproximar da saudade. Meus passos voltaram para
desfilar por lugares vividos, e acariciar sorrisos delirantes que um dia
ornamentaram cenas de amor.
Desfilaram em minha mente e o sopro de saudade procurou meu corpo para se aconchegar. Me aproximei mais para ouvir o grito de saudade trazendo para mim momentos para reviver. Despertei dentro de mim cenas adormecidas. Da primavera, do quarto, com corpos em desalinho ocupando espaços com amor. Vozes felizes e sorrisos ocupando bocas acariciantes.
O vento me empurrou para a última saudade. Traguei meus últimos sussurros me agarrando ao silêncio, e meus pensamentos se perderam na última moldura de você.
Um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali.
Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira.
Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:
?Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa."
A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:
?Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."
O rato foi até o porco e disse a ele:
"Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira."
"Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranquilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."
O rato dirigiu-se então à vaca. Ela disse:
?O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!"
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa.
A cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e muitas Pessoas vieram visitá-la.
Muita gente veio vê-la o fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.