A vida barulhenta é trocada pela voz de seu coração. Quando as palavras se calam no seu interior, você experimenta a sensação do divino. As noites agitadas de quem não quer perder nada são substituídas por encontros mais tranquilos dentro de sua alma.
Viver o silêncio de seu ser consiste em esvaziar seu coração todos os desejos, pensamentos, fantasias, tudo o que você guardou dentro de si, e deixar um espaço para sua alma se expressar sutilmente.
Entender palavras é muito fácil, mas você experimentará o perfume da vida quando compreender os milagres que acontecem quando um olhar encontra silenciosamente o olhar de outra pessoa. Você conhece a verdadeira amizade quando as palavras não são necessárias e consegue perceber a beleza da lua encontrando o sol.
Seu interior tem muito mais a dizer do que todo o noticiário dos jornais. Seu ser tem mais força do que todas as imagens das novelas. Quando acontece o silencio, você não tem mais nada para provar.
Porque não há coisa melhor no mundo, do que ter você ao meu lado para qualquer momento, para qualquer desabafo. Você é uma pessoa única, rara, e que desejo ao meu lado para todos os momentos, todos os minutos e até mesmo os segundos.
Com você eu sei que estarei segura e bem protegida; tenho você como meu anjo da guarda. Eu lhe digo com toda certeza, que não sei o que seria da minha vida sem você por perto. Eu te amo, amigo!
Quem faz jus ao título de "grande homem"? Não sei...
O homem inteligente? Não basta ter inteligência para ser grande... O homem poderoso? Há também poderosos mesquinhos...
Não basta qualquer forma de religião. Podem todos esses homens possuir muita inteligência, muito poder, e certo espírito religioso – e nem por isso ser grandes homens. Pode ser que lhes falte certo vigor e largueza, certa profundidade e plenitude, indispensáveis à verdadeira grandeza.
Podem os inteligentes, os poderosos, os virtuosos não ter a necessária liberdade de espírito... Pode ser que as suas boas qualidades não corram com essa vasta e leve espontaneidade que caracteriza todas as coisas grandes.
Pode ser que a sua perfeição venha mesclada com um quê de acanhado e tímido, com algo de teatral e violento. O grande homem é silenciosamente bom... É genial, mas não exibe gênio... É poderoso, mas não ostenta poder... Socorre a todos, sem precipitação... É puro, mas não vocifera contra os impuros...
Adora o que é sagrado, mas sem fanatismo... Carrega fardos pesados, com leveza e sem gemido... Domina, mas sem insolência... É humilde, mas sem servilismo... Fala às grandes distâncias, mas sem gritar... Ama, sem se oferecer... Faz bem a todos, antes que se perceba...
O grande homem "Não quebra cana fendida, nem apaga a mecha fumegante, nem se ouve o seu clamor nas ruas..." Rasga caminhos novos sem esmagar ninguém... Abre largos espaços, sem arrombar portas... Entra no coração humano, sem se saber como...
Tudo isto faz o grande homem, porque é como o sol, esse astro assaz poderoso para sustentar um sistema planetário, e assaz delicado para beijar uma pétala de flor... Assim é, e assim age o homem verdadeiramente grande — porque é instrumento nas mãos de Deus...
Desse Deus de infinita potência e de supremo amor... Desse Deus, cuja força governa a imensidade do cosmos — e cuja paciência tolera as fraquezas do homem...
O grande homem é, mais do que ninguém, imagem e semelhança de Deus.
Eu me pergunto todos os dias, será que te perdi realmente?
Você ao me vê não sente as pernas tremulas, o coração disparado e a boca seca?
Você aos me vê não sente falta de meus beijos, de meus abraços de nossas "brincadeiras"?
Não sei se te perdi, por bancar o seguro, por não aceitar que era amor, por não saber externar o que sempre esteve no coração desde seu primeiro contato, naquela noite de setembro!
Eu não te perdi... apenas te deixei voar!
A tirania do egoísmo é o principal desafio que temos para construir uma civilização à altura da real humanidade que representamos.
Nesse sentido, o assunto consiste em encontrar o lugar certo para o egoísmo, pois há uma utilidade para esse no esquema universal, assim como também há o problema decorrente do seu abuso.
Somos entidades cósmicas criativas, emanamos faíscas de Vida e as projetamos consciente e inconscientemente na realidade para moldá-la ao nosso bel prazer.
Esta é a utilidade do egoísmo. A inutilidade do egoísmo consiste em nos apegarmos tanto a esse processo e o identificarmos como próprio que perdemos de vista o vínculo com o Universo.
Afinal, a Vida não começa nem termina com nossas presenças, ressuscita, se preserva e autodestrói através de todos e de cada um.
Arauto do Futuro