Se realmente fomos criados para o amor, para amarmos ao próximo e sermos igualmente amados, não há época mais propícia para demonstrações de afeto do que a época do Natal.
É agora que o sentido de humanidade, virtude e respeito voltam a ser lembrados com maior intensidade. É nesta época que devemos lembrar o quanto é importante amar ao próximo quanto a si mesmo, e do quanto é saudável nos livrarmos de alguns pecados capitais: como a ira, a vaidade ou a inveja.
É nesta época de Natal que os nossos corações ficam mais sensíveis para a expressão das virtudes que Deus nos concedeu. E, talvez, a maior das virtudes seja não ter orgulho para pedir ou, simplesmente, dizer: – eu amo-te! – sem medo, arrependimento ou vergonha.
O Natal chegou. Chegou para que reflitamos e nos façamos melhores. O Natal chegou para sermos mais felizes.
Feliz Natal e um grande beijo!
Uma pétala que cai no vento
e voa sob o chão e sobre as
nuvens e é regada com a
água do mar e com o frio
do olhar de quem deixou de
amar.
Uma flor de jardim que é
mais do que deixou de ser
como que esgotando o ar
e o saber sem que limites
se coloque à paixão de
querer.
Como eu te amo! As palavras não são capazes de descrever a magnitude do nosso amor. Cada segundo ao seu lado é único, e parece que só existimos eu e você. Viver sem você é impossível; eu posso parar de comer, de beber, de respirar, mas jamais de amar você!
Não somos perfeitos, mas o nosso amor é genuíno, por isso é que tantas pessoas não nos entendem. Mas desde que permaneçamos juntos, nada poderá nos derrotar!
E eu poderia passar horas falando sobre cada detalhe seu que eu amo. Poderia passar dias só te beijando e abraçando. Ou semanas te agarrando. Poderia passar meses com você. Só com você. Te mimando, te agradando, te querendo. Mas a verdade é que eu poderia passar vidas, só te amando.
Sentada em minha sala...
Perdida em meus pensamentos...
Para onde irão?
Para onde irei?
Solidão enorme me invade
Como sentir-se só quando a temos como nossa companheira?
Eterna companheira, vai mas sempre retorna,
E bate em nossas costas e nos diz:
- Pensou que te abandonaria?
Jamais...
Ela se mostra da maneira mais matreira,
Um icq vazio, uma tela em branco...
Um telefone que jamais toca...
Uma noite que não passa...
É essa minha amiga e companheira Solidão!
Um copo abandonado de cerveja,
sozinho num canto da mesa!
Solidão é abstêmia!
Tão sem gracinha ela...
Mas é companheira, isso é!
Está sempre disponível!
Ela abriu minha agenda em cima da escrivaninha:
Olha aí, vamos sair com esse povo?
Eu olho com carinho para ela e digo:
- Para quê, minha querida...
Só você vai se divertir,
Pois irá continuar lá, ao meu lado, firme!
Tanto faz lá, como aqui com você,
Minha amiga Solidão...
Melhor aqui...
Assim ao menos você, minha querida amiga,
Conversa comigo!
Tânia Lemke