Procurei um amor, tanto Gritei seu nome ao vento
Procurei em tudo Virei do avesso o mundo
Quando cansada de procurar Sentei pra descansar
Num instante adormeci Em sonhos te vi
Quando acordei Com um anjo em minha frente, deparei
Ele me estendeu a mão Me abrigou em seu coração
Cuidou de mim E me mostrou o amor sem fim
O tempo se passou E a única coisa que mudou
É que o anjo que um dia eu vi Hoje é o homem da minha vida
Sinto que, de repente e sem aviso prévio, num dia aparentemente comum, esta minha solidão vai acabar. Sei que o amor baterá à minha porta, saltará à minha frente a surgir de uma esquina qualquer, na porta da escola ou do cinema, ou a despontar ao longe, na praia, a caminhar decidido na minha direção.
Sei que vais invadir o meu coração para nunca mais me abandonar, vais afastar esta tristeza que torna a minha vida tão cinzenta, vais iluminar o meu coração e fazer-me feliz como jamais me senti.
Um dia o destino vai brindar-me com a alegria do Amor, vai-me mostrar o bom de viver, vai fazer com que eu encare o mundo com os olhos cheios de felicidade, vai-me permitir ver mais beleza em cada paisagem, em cada rosto, em cada pingo de chuva, em cada pétala de flor.
Este amor vai-me chegar puro e cristalino como a água das fontes, vai lavar a minha alma de todas as mágoas e tristezas, vai ter o efeito purificador de um batismo, a força de um milagre, o mistério do sagrado.
Este amor que chegará, eu sei, vai-me fazer mais bela... Vai-me fazer melhor, vai transbordar àqueles que me rodeiam e permitir que todos percebam melhor o azul do céu, a espuma das águas, o som misterioso e romântico do mar...
Um dia este amor vai chegar, vai encontrar o meu peito aberto, vai-me transformar em alguém muito feliz e fazer o sol brilhar mais forte!
Contar-te longamente as perigosas coisas do mar. Contar-te o amor ardente e as ilhas que só há no verbo amar. Contar-te longamente.
Amor ardente. Amor ardente. E mar. Contar-te longamente as misteriosas maravilhas do verbo navegar. E mar. Amar: as coisas perigosas.
Contar-te longamente que já foi num tempo doce coisa amar. E mar. Contar-te longamente como dói
Desembarcar nas ilhas misteriosas. Contar-te o mar ardente e o verbo amar. E longamente as coisas perigosas.
Ficar com você me mostrou algo que passei a minha vida inteira buscando. Quanto mais nós ficamos juntos, mais imagino que isso será algo duradouro no futuro. Isso nunca me aconteceu antes, e não tenho certeza de que acontecerá novamente. Nunca me apaixonei por ninguém até você chegar – pelo menos não um amor verdadeiro, de qualquer forma. Não dessa forma, e eu seria um imbecil se deixasse você se afastar sem lutar.
Mãe. Palavra que define o indefinível. Você me conhece de verdade, percebe todos os meus sentimentos, mesmo que eu negue todos eles.
Você sabe - e eu nem sei bem como - o que é melhor para mim, mesmo quando eu mesmo não acredito. Ninguém mais cuida e se preocupa comigo assim. Ninguém.
E por isso, todos os dias são seus. Não só o Dia das Mães. Esse só não chega.
Hoje e sempre, te amo. PARABÉNS!