Você é o amor da minha, desta e de todas as que eu viver. Pois meu amor por você é tão eterno quanto o próprio tempo. Tenho tanta certeza disso quanto de que preciso de ar para viver.
E aconteça o que acontecer até o final desta minha vida, há algo que sei nunca acabará, e é o amor que sinto por você. Você me faz feliz só porque existe, e apenas pensar em você me faz sorrir com o rosto e o coração. E a você eu faço apenas um pedido: que seja feliz!
Era ano de 1494, a cidade era MILÃO, na ITÁLIA, Leonardo da Vinci deu uns passos para trás, contemplou o mural da Ultima Ceia que estava pintando, e suspirou.
Estava completo, com exceção das figuras de Cristo e de Judas. Onde encontrarei um semblante tão inocente e sublime que verdadeira-mente represente a Jesus? E onde encontrarei um rosto tão endurecido pelo pecado e engano, que possa representar a Judas Iscariotes? – refletiu ele.
Certa manhã, no coral de uma capelinha, Leonardo viu um jovem com um rosto tão inocente e sublime, que concluiu ter encontrado seu modelo para Jesus.
Durante vários dias o rapaz posou para o grande artista. Quando a figura de Jesus ficou concluída, o jovem olhou para a pintura. – Impressionante, não é? – disse o rapaz. – Como eu gostaria de ser mesmo semelhante a Ele! – Você pode – respondeu Leonardo – Simplesmente siga o seu exemplo.
Mas a obra de arte não estava concluída. Faltava ainda a figura de Judas. Leonardo caminhou pelas ruas da cidade à procura de uma face marcada pelas linhas da amargura e do remorso. Nenhum rosto era suficientemente depravado para servir de modelo a Judas.
Anos se passaram, e o mural continuava inacabado. Então, certa noite, no ano de 1498, Leonardo voltava para casa quando foi abordado por um pedinte.
Ao olhar para o rosto do homem maltrapilho, viu olhos inteligentes mas anuviados pelo remorso, e uma fronte marcada por anos de iniquidade. Acompanhe-me – disse Leonardo, com agitação. Vou dar-lhe alimento e cama por esta noite. Preciso pintar uma figura tendo-o como modelo. Pago bem.
Na manhã seguinte, o rude e maltrapilho mendigo sentou-se, enquanto Leonardo lhe pintava a face na forma de Judas. Terminado o trabalho, o mendigo contemplou a pintura pronta. Uma lágrima lhe rolou pelo rosto. Não me reconhece? – Chorou ele. – Sou a mesma pessoa que serviu de modelo para seu Cristo, anos atrás. Quem dera que eu tivesse seguido o seu conselho...
Queridos amigos, é com muito orgulho que hoje felicito os dois pelas suas bodas de prata. Parabéns!
Seu relacionamento é um verdadeiro exemplo de amor e companheirismo, e vinte cinco anos depois é notável como se mantêm perdidamente apaixonados um pelo outro.
Que Deus lhes conceda muitos anos de vida em conjunto, que se a felicidade não aumentar se mantenha como está, e que continuem mostrando ao mundo que um amor verdadeiro é um amor imortal. Muitas felicidades e feliz aniversário de casamento, amigos!
Meu amor,
Eu não consigo mensurar todo o amor que sinto por você. É difícil medir algo imensurável, eu só posso dizer que você é a coisa mais preciosa da minha vida.
Eu quero que você seja minha e fique para sempre comigo, pois você me completa. Sem o seu amor, eu me sentiria perdido e confuso. Hoje eu sei que ninguém mais pode significar tanto para mim quanto você.
Eu te amo do fundo do meu coração.
Semana passada levei meus filhos a um restaurante. Meu filho de seis anos perguntou se ele podia dar graças. Quando concordamos ele disse, – Deus é bom. Deus é maravilhoso. Obrigado pela comida. E eu ficarei ainda mais agradecido se mamãe nos der sorvete como sobremesa. E liberdade e justiça para todos! Amém!
Junto com as risadas dos outros clientes por perto, eu escutei uma mulher comentar, – É isso que está errado com esse país. As crianças de hoje não sabem nem como rezar. Pedir sorvete a Deus! Eu nunca vi isso!
Escutando isto, meu filho rebentou em lágrimas e me perguntou, – Eu fiz uma coisa errada?
Deus está zangado comigo?
Enquanto eu o abraçava e lhe assegurava que ele havia feito uma oração maravilhosa e que Deus com toda certeza não estava zangado com ele, um cavalheiro mais idoso se aproximou da mesa. Deu uma piscada para meu filho e disse: – Eu fiquei sabendo que Deus achou que foi uma grande oração.
– Mesmo? meu filho perguntou.
– Dou a minha palavra, o homem respondeu.
Então num sussurro teatral ele acrescentou (indicando a mulher cujo comentário havia desencadeado a coisa toda), – Que pena que ela nunca tenha pedido sorvete a Deus.
Às vezes, um pouco de sorvete faz bem para a alma.
Naturalmente, eu comprei sorvete para meus filhos no fim da refeição. Meu filho olhou fixamente para o seu por um momento e, então, fez algo de que me lembrarei o resto de minha vida.
Ele pegou o seu sundae e sem uma palavra, caminhou na direção da mulher e o colocou em frente a ela. Com um grande sorriso lhe disse, – Aqui, este é para você. Sorvete às vezes é bom para a alma. e a minha alma já está bastante boa.