Não é por acaso que é costume dizer que uma mente sã depende também de um corpo são.
Por muito ágil e saudável que a mente seja, ela precisa de um corpo que a suporte e acompanhe, o que faz com que seu trabalho lecionando educação física seja tão importante.
Jamais permita que desvalorizem sua importância, pois ensinar hábitos e práticas saudáveis aos seus alunos é tão relevante como outra matéria qualquer.
Para todos os professores de educação física, os meus parabéns e permitam-se o orgulho pelo seu nobre trabalho!
Hoje quero agradecer a Deus por tudo, pois o que tenho, o que sou e o que virá no dia de amanhã devo apenas a Ele. Com a força divina resguardando meu coração, sinto que consigo lutar por todos os meus sonhos e isso é muito recompensador.
A melhor decisão que tomei na vida foi seguir as orientações de um Pai Celestial que sabe tudo que preciso. Sou muito abençoada por ter Deus na minha vida!
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida...
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo'
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha Medeiros
Você uma pessoa vencedora, merecedora de aplausos e elogios desse público ansioso que esperou tanto tempo na expectativa de te ver usando o pré nome de Doutor.
Entre essa torcida fiel, formada por parentes e amigos sempre estive eu, com os dedos cruzados torcendo por você e confiante de que você não só nos daria a alegria de te ver formado, como também de ter a certeza de que no seu futuro promissor fará bom uso do que aprendeu e será uma peça importante para a construção de um Brasil melhor e mais hostil.
Depositamos em você a nossa esperança do futuro tão sonhado. Você é uma pessoa muito especial...
Parabéns!
... longe onde o sol se põe
sei que existe alguém que
me ama, e quando vem o
anoitecer, vejo uma luz
a brilhar
triste, sozinha estou,
volta pra casa, mas
de que em algum
lugar o amor
está a me esperar...