Meu amor, eu tenho sido sua companheira em todos momentos e quero que saiba que continuarei a estar ao seu lado em qualquer circunstância. Sei que seu problema de saúde tem feito você desanimar, mas acredite que vamos juntos superá-lo.
Vou cuidar de você com todo meu carinho, com este amor genuíno que sinto. Esta fase negativa em breve será uma história do passado e você se orgulhará por continuar de pé.
Sinto tanto sua falta minha mãe! Desde a hora que você se foi que o mundo parece ter desabado aos meus pés. Parece que tudo que faço não tem o mesmo carinho de antes, nem a mesma força. Sinto até que a vida tem outro sabor, um sabor ruim!
Tenho pensado muito em nós duas e acredite que eu dava minha vida por você – sem hesitar! Adorava ter mais uns minutos do seu lado para trocar umas últimas palavras, uns últimos gestos de carinho e conforto. Um último beijo! Adorava olhar em seus olhos mais uma vez e agradecer tudo aquilo que você fez por mim!
Em breve, vou retomar meu caminho, vou honrar você para meus filhos e prometo manter vivo seu nome todos os dias, porque você merece, porque você é a razão de minha existência! Muito obrigada por fazer parte de minha vida, minha mãe! Até sempre! Beijo.
As raízes são um importante suporte, uma sustentação para a sanidade mental de uma pessoa." Overrated.
Todo mundo comemora alguma coisa.
Muitos comemoram as mesmas coisas mesmo pertencendo a diferentes culturas, nacionalidades, por exemplo, Natal, Páscoa, casamentos, aniversários, a chegada de um novo ano (não necessariamente no mesmo dia).
Na nossa casa estamos sempre buscando motivos pra festejar momentos que consideramos belos e simbólicos e que, no que nos dizem respeito, não coincidem necessariamente com os festejos religiosos ou datas comemorativas tipo dia dos nossos aniversários ou outras oficiais do país onde vivemos. Esta circunstância nos aproxima da idéia de valorizarmos as tradições sejam brasileiras (por causa da mamãe), sejam italianas (eles) e também por que não inventarmos nós novas celebrações em família?
-O motivo pra comemorar somos nós quem criamos.
Bem, é por isso que resolvi registrar no blog alguns desses momentos vívidos em família, não expondo em detalhes tudo o que sucede na rotina diária das crianças e nossa, mas apenas fatos, ou eventos que parecem significativos para o progresso pessoal delas e nosso também, utilizando ainda a blogosfera como instrumento facilitador do nosso contato com os parentes e amigos distantes.
A pedagogia montessoriana em alguns pontos e de modo mais completo aquela steineriana consideram as celebrações das tradições como parte integrante da vida familiar e escolar, enquanto momentos significativos de reconhecimento e relacionamento com as raízes da própria comunidade. Algumas destas recorrências têm origem muito antiga e ocorrem ao longo do ano em harmonia com os ciclos da natureza e mudanças de cada estação.
Assim, o simples fato de comemorar seja lá o que for e pelo motivo que for nos permite de aprender sempre e cada vez mais sobre as nossas heranças pessoais, espirituais e culturais na tentativa de construirmos juntos uma memória para a próxima geração. Afinal de contas cada comemoração nos faz lembrar de que não somos seres isolados e nem podemos pretender ser, pois todos pertencemos mesmo sem querer voluntariamente a uma comunidade grande ou pequena que seja.
Não há palavras para conseguir descrever o que sinto, meu querido filho, por ter você crescendo em minha barriga. É uma incrível felicidade sempre que sinto seus movimentos, um amor que ainda agora surgiu e que já é tão grande.
Não vejo a hora de ter você em meus braços e te dar todo o carinho que uma mãe sente por seu bebê. Você já é o maior presente que eu terei em toda a minha vida!
Era uma vez um lindo cavalo, puro sangue, que vivia a encantar os moradores de uma região.
Era doce e selvagem ao mesmo tempo. Um dia, galopando por uma fazenda, caiu num buraco profundo.
Os moradores da fazenda correram para socorrê-lo. Fizeram várias tentativas, todas inúteis. O buraco era estreito e não tinha jeito de tirar o cavalo dali. Depois de algum tempo, vendo que não conseguiam resultado acharam que o certo seria sacrificá-lo.
Ninguém teria coragem de dar um tiro nele. Então acharam que o melhor era aproveitar que ele já estava no buraco, e ir jogando terra até enterrá-lo vivo. Então, com uma pá, começaram a jogar terra no buraco. A terra ia caindo sobre o dorso do cavalo. Ele se sacudia fazendo com que a terra caísse entre as suas patas. Logo ele se ajeitava, pisando na terra nova, formando um novo piso. E assim foi. A medida que jogavam terra no
buraco o cavalo, aos poucos, ia subindo. E para surpresa geral, o puro sangue, há pouco condenado à morte, foi saindo do buraco, livrando-se da morte. Isso faz pensar: quantas vezes estamos perdidos dentro de buracos que podem ser financeiros, sentimentais, ou de saúde e não vemos saída. Nem mesmo os que nos cercam veem saídas.
A terra que salvou o cavalo, vinda do céu, representa a mão de Deus, sempre pronto a nos ajudar. É preciso acreditar!