Nunca se julgue velho demais para comemorar aniversários nem para fazer coisas que você sempre fez. Nunca desista dos seus sonhos só porque imagina que eles nunca se tornarão realidade.
Nunca esqueça o som de uma boa gargalhada ou do amor visto nos olhos de alguém. Nunca troque prazeres por más lembranças de coisas que já se perderam no tempo.
Nunca jogue fora o seu entusiasmo pela Vida, crendo que está velho demais para isso, pois não é o que você sente, mas sim o que lhe disseram. Há um profundo vale dentro de nós onde a primavera é eterna, onde não há sons de tristeza e onde os pássaros sempre cantam.
Mesmo que os seus passos já não sejam tão largos quanto os passos de um adolescente, mesmo que lhe pareçam muito diferentes as coisas que antes você enxergava de outra forma, não deixe a soma das décadas transformá-lo num ser amargo e sem esperanças.
Com a idade cresce nossa sabedoria e ela é uma bênção para todos nós. Exiba os anos vividos como quem carrega um estandarte, girando-o brilhantemente em direção do sol. Se piadistas lhe disserem que sua Vida está acabando, diga-lhes sorrindo sabiamente:
Ela está apenas começando!
Ser mãe é ser capaz de mudar o mundo! O seu mundo; o mundo dos seus filhos! Ser mãe é fazer rir e é alegrar momentos cinzentos e repletos de vazio. Ser mãe é apoiar em todos os instantes, é falar verdade em qualquer ocasião.
E é fazer de toda ocasião uma ocasião inesquecível! Ser mãe é ser maior, é ser mais bela; é ser razão e é ser donzela. Ser mãe é ser mais forte. E é ser guerreira e batalhar por seus princípios e ideais e ser justa como mais ninguém.
Ser mãe é educar. É ensinar a linguagem do coração e fazer do amor a maior lição. Ser mãe é ser diferente; ser mãe é ser você!
Estive meditando sobre o Natal.
Interessante...
Não consegui me fixar na imagem
de uma doce criança adormecida,
repousando sobre um leito de palha.
Meditar sobre o Natal levou-me a Jesus
trazendo-nos a Boa Nova.
"Eu lhes dou um novo mandamento:
Amem uns aos outros, assim como eu os amei."
(Jo,13,34)
Passaram-se dois milênios...
A ciência e a tecnologia
descortinaram horizontes ilimitados.
A humanidade deveria estar em paz!
Mas não está.
Confusas, as pessoas não encontram uma forma
de como ser gente no mundo das máquinas.
Apesar do conforto e das comodidades,
vivemos uma grande solidão.
Esquecemos o Mandamento do Amor!
E, assim, vivemos a solidão do desamor.
O Amor é gratuito. Não se compra e nem se troca.
O Amor requer profundidade. Não sobrevive na superfície.
O Amor repousa na alma
de onde transborda para o corpo e para o universo.
O Amor tece laços com linhas de infinito.
O Amor é nosso traço de união com Deus,
através dos nossos companheiros de caminhada.
Natal.
O Amor pede permissão para nos entregar
a Paz e a Felicidade que nos foram destinadas.
Um Feliz Natal de Amor para todos nós!
Não há dias especiais se não tivermos também pessoas igualmente especiais na nossa vida. Eu tive o privilégio de me cruzar no seu caminho, de conhecer você verdadeiramente e presenciar suas lindas qualidades.
Só quero e espero continuar perto de você, partilhar todos os meus sonhos e viver muitos momentos de alegria do seu lado. Desejo um bom dia para você!
Nós humanos somos seres estranhos.
Nunca estamos felizes com nada.
Vivemos sempre buscando algo que não temos, e o que temos já não nos importa.
Algo como: a felicidade está em um patamar acima do nosso e estamos sempre a buscá-la.
Enfim, por mais que tenhamos bens, saúde, uma família, sempre falta algo.
Que seja algo distante, que seja impossível, pois será isso que iremos desejar, ainda que o que precisamos, de fato, esteja ao alcance de nossas mãos.
Carros, casas, bens, dinheiro, dinheiro. Seria essa a definição ideal de felicidade? Não sei, a resposta não é tão simples.
Talvez a felicidade não se resuma nessas coisas, em bens matérias, embora estas coisas ajudem muito.
Talvez, as coisas mais valiosas que temos, por mais démodé que seja, são amores.
Não amores carnais apenas, paixões, mas sim amores, amores pelo simples viver, do amanhecer de um dia, de uma vida envolta de prazeres simplórios, e que não são necessariamente relacionados a dinheiro.
Tá, reconheço que isso é filosófico demais, mas é realidade.
Afinal, a vida deve ser encarada como um simplicidade impressionante, porque a vida é mesmo complexa.
Mas é difícil ver simplicidade na vida, porque, aliás, a felicidade é, além de tudo, complexa.
Quando criança, eu queria ser adulto, mas por que cargas d'água hoje eu gostaria de ser criança? Por que sentimos falta daquilo que tivemos, e que sempre desejamos descartar?
Afinal, o que te faz feliz? O que nos faz feliz? O que é ser feliz? Talvez seja a esperança de saber que o amanhã poderá ser melhor, e é por isso que batalhamos hoje.
É, talvez ser feliz seja isso: viver o que temos pra viver da maneira que podemos.