Eu não posso acabar
com todos os seus problemas,
dúvidas ou medos...
Mas eu posso ouvir você
e juntos podemos procurar soluções.
Eu não posso apagar as mágoas
e as dores do seu passado,
nem posso decidir qual será o seu futuro...
Mas no presente eu posso estar com você
se precisar de mim.
Eu não posso impedir
que você leve tombos...
Mas posso oferecer minha mão
para você agarrar e levantar-se.
Suas alegrias, triunfos,
sucessos e felicidades não me pertencem...
Mas seus risos e sorrisos
fazem parte dos meus maiores bens.
Não é de minha alçada
tomar decisões por você,
nem posso julgar as decisões que você toma...
Mas eu posso apoiar,
encorajar e ajudar se me pedir.
Eu não posso traçar
ou impor-lhe limites...
Mas posso apontar-lhe
caminhos alternativos,
procurar com você medidas de crescimento,
formas de encontrar-se,
meios de ser você
mesmo com medo da rejeição.
Eu não posso salvar
o seu coração de ser partido pela dor,
pela mágoa, perda ou tristeza...
Mas posso chorar com você
e ajudá-lo a juntar os pedaços.
Eu não posso dizer quem você é
ou como deveria ser...
Eu só posso ser seu amigo
e amar você, do jeito que você é!
Era uma vez um anjinho, muito distraído, chamado Amorel ele recebeu uma incumbência de Deus:
- Amorel, acabo de inventar os humanos, eles estão classificados como homem e mulher.
Cada um tem seu par e já estão todos alinhados de par em par.
Pegue esta bandeja de humanos e leve para que eles habitem a Terra.
Amorel, ficou contente, pois há muito tempo o Senhor não o chamava para tão nobre trabalho.
O anjinho pegou a bandeja e ao virar uma esquina lá no céu, trombou com uma anjinha chamada Amanda.
A bandeja voou longe, e todos os casais de humanos se misturaram.
Amorel e Amanda ficaram desesperados e foram contar para Deus o ocorrido.
O Senhor falou:
- Vocês derrubaram, vocês juntarão!
Porém, parece que Deus se esqueceu que os anjinhos eram distraídos.
E é por isso que a cada dia os casais se juntam e se separam.
Os dois anjinhos, trabalham incessantemente para que os casais originais se encontrem.
O trabalho é muito difícil, tanto é que por muitas vezes eles juntam casais errados, pois os humanos espalhados ficam inquietos e cobram o serviço dos anjinhos o tempo todo.
Quando os humanos se mostram muito desesperados, os anjinhos unem dois desesperados, mas logo depois percebem o engano e os separaram.
E, por muitas vezes, está separação é brusca, pois não se tem tempo a perder.
Recebi um bilhete dos dois anjinhos e vou mandar pra você agora:
"Se você é um humano, queremos pedir desculpas pela nossa distração, pois errar não é só humano!
Estamos trabalhando com empenho, porém, sempre contando com a ajuda de vocês.
Não se desesperem mas também, não se isolem, tentem se mostrar realmente, quem é cada um de vocês, pois a medida que cada um mostrar o que é de verdade, vai tornar o nosso trabalho mais fácil.
Aproveitamos a oportunidade, para nos desculpar pelas separações abruptas, sabemos que elas geram muito transtorno, mas se nós o separamos de alguém, é por que em algum canto vimos alguém bem mais parecido e por isso precisamos isolá-los para facilitar o encontro.
Fiquem com Deus."
Grêmio! Que amor é esse que invade a minha alma sem medidas
Um amor que enche o meu coração, uma explosão de sentimentos.
Meus olhos brilham ao ver o manto sagrado voando ao vento em mastros, e em mãos de todas as idades e que carregam a bandeira como um troféu.
Um amor tão grande que parece não ter espaço suficiente no coração para guardá-lo, então nesse momento da garganta sai o grito de amor GRÊMIOOO.
De onde vem tanto amor? Como explicar em palavras? O melhor mesmo é sentir!
Eu sinto é digo a você GRÊMIO: Meu amor por você esta na alma, além do coração!
E vou te amar para sempre, não importa onde você vai estar lá estarei ao teu lado.
- Mamãe, nem todas as crianças que morrem vão para o Céu. Outro dia vi levar para o cemitério um menino que tinha morrido. o seu pai e as duas irmãzinhas acompanhavam o caixão, e choravam tanto que fazia pena. Iam a chorar porque aquele menino tinha sido mau, não é verdade?
- Não. naturalmente foi sempre bom, e a sua alma, enquanto choravam seus pais e suas irmãs, já estava vivendo feliz no céu.
- A alma? Mamãe, não sei o que é. não compreendo bem.
- Maria, acabas de me dizer que tiveste pena de ver chorar as duas pequerruchas.
- Tive, sim, mamãe, tive muita pena.
- Ora bem, o que é que no teu corpo estava desconsolado e triste? Eram os braços?
- Não, mamãe.
- Eram as orelhas?
- Oh! não, mamãe. Era cá dentro.
- Esse lá dentro, Maria, é a tua alma que se alegra ou se entristece, que te repreende quando fazes o mal, e que está satisfeita quando praticas o bem.
A vida é cheia de belezas. Note-as. Note-a na pequenina abelha, na criança e nos rostos felizes. Cheire a chuva e sinta o vento. Viva sua vida para o pleno potencial e lute pelos seus sonhos!