Deixem-me contar-lhes uma parábola.
Vocês conhecem aquelas casas de madeira, de tábuas largas, com fendas e gretas pelas quais costumam cair, debaixo do assoalho um espelhinho, um pente, uma moeda, um botão, uma miçanga, mil coisas assim, que ficam lá embaixo, na escuridão.
Os meninos antigos gostavam de deitar-se no chão e ficar olhando pelas gretas o velho porão escuro.
Quando um raio de sol penetra lá embaixo, brilham coisas esquecidas e perdidas, pequenas ninharias que se acumulam anos a fio.
Mas se um dia caísse uma joia, então dava-se a descida ao mundo maravilhoso do "debaixo do assoalho".
Os meninos entravam e era uma festa para os olhos e para o coração: centenas de coisinhas perdidas e reencontradas: – Aquela bolinha de vidro de cor. – Aquele alfinete dourado. – Oh!, aquela pedrinha que brilha!
Eram mil surpresas escondidas, acumuladas, perdidas anos a fio e que a casualidade de uma joia caída fizera redescobrir.
Pois bem amigos, a vida de família é como o fundo do assoalho, com mil pequenas alegrias e carinhos, com mil momentos de ternura, que vão caindo pelas gretas do tempo e do dia, e se vão esquecendo no fundo da vida.
A gente costuma perder esta beleza toda pelo cansaço, pelo hábito, onde as pequenas atenções, o dizer bom dia, boa noite, onde o carinho pelos pais, pelos irmãos, pelos filhos, tornam-se miçangas caídas nas gretas da vida...
Mas um dia como esse pode ser uma ocasião de choque, de lembranças mais vivas do que foram as coisas.
Talvez seja o dia de tirar as tábuas do assoalho, do redescobrir com alegria as pequenas coisas indispensáveis para o tempo de amor, da vida em família...
Vocês são os verdadeiros amores da minha vida! Eu sei que estamos longe, distantes, mas estaremos sempre muito unidos e eternamente ligados através do sangue e de algo ainda mais forte: o amor. Adoro vocês, meus filhos!
Confesso que às vezes fico recordando momentos de quando vocês eram pequenos – umas crianças lindas, maravilhosas.
E aí sinto orgulho por ter tido a bênção dos filhos mais exemplares que algum dia poderia imaginar! Continuem assim, lindos por dentro e por fora do coração! Beijos.
Difícil é transmitir com palavras o que sinto por ti
Isso não é nem o começo, muito menos o fim
O carinho que tenho por você é o mesmo que tem por mim
Obrigado por você existir!
Saiba que está sempre presente em meus pensamentos
Encontramos pessoas que sabem fazer de pequenos instantes grandes momentos.
Tudo é questão de tempo!
Nada pode apagar uma história
As coisas boas que passaram ficaram na memória
Continue sendo essa pessoa maravilhosa
E lembre se que aqui tem uma pessoa que muito te adora!
Pode sempre contar comigo,
Pois estarei sempre contigo
Em qualquer momento,
Em qualquer situação
Nem com o passar do tempo,
Você não sairá do meu coração.
Agradeço tudo que já fez por mim
Em me ouvir, em me fazer sorrir!
E outras coisas que contigo aprendi.
E mais uma vez...
Obrigado por existir!
Ser mãe é ser autêntica e responsável É superar imensos obstáculos É aconselhar e apaziguar É ter dentro de si o dom de amar
Ser mãe é ser comprometida É lutar com objetivo de vencer na vida É doar-se a favor da família É transbordar-se de alegria
Ser mãe é ser exemplo de pessoa É fazer inúmeros sacrifícios É proteger os filhos do perigo É assemelhar-se a Jesus Cristo
Ser mãe é ser humilde de espírito É combater as injustiças e preconceitos É propor regras e limites É tornar-se digna de honra e respeito
Ser mãe é ser agradável e amigável É conquistar o próprio espaço É educar de forma espiritual É moldar o caráter e a moral.
Nos momentos de reflexão, muito bom voltar meu pensamento para aquelas mulheres que comigo compartilharam esperança, carinho, amizade, alegria e tristeza. Cada uma delas deixou sua marca, algumas deixaram marcas profundas que o tempo não fará desaparecer. Outras, marcas suaves, leves como a carícia de um vento de outono.
Relembrá-las é uma forma de me conhecer melhor, é analisar meus erros e meus acerto, é descobrir que muitas a mim se dedicaram, se entregaram de corpo e alma e eu não soube compreendê-las e as decepcionei no meu modo de agir ou de ser.
Não há arrependimento de minha parte, mas sim uma autocrítica, pois eu poderia ter encontrado melhor caminho na minha vida, se tivesse correspondido aos anseios daquela que mais se identificava comigo, com quem, hoje eu vejo, mais me realizava em todos os sentidos, mas na época minha percepção era muito pequena para retribuir-lhe da mesma forma.
Essa mulher a reencontro novamente hoje, realizada, senhora de si e bem resolvida. Sei que ela não esqueceu nosso passado, mas sei também que ela é o suficientemente forte para não se deixar levar pela emoção, embora sinta essa emoção do reencontro
E a vida segue, cada um com seu destino, embora este resultado não seja de tal modo com aquilo que foi realmente o desejado, fica uma grande amizade e as lembranças dos bons momentos vividos.