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Quando temos uma sogra maravilhosa por perto, tudo parece dar certo na nossa vida. Ela é como uma segunda mãe sempre preocupada e pronta a ajudar e ninguém fica indiferente ao seu esforço.

Por isso, tenho todos os motivos para lhe estar grata. Você é uma verdadeira bênção que eu recebi e quero muito continuar conquistando sua amizade que é bem preciosa para mim.

Se eu morresse amanhã, seria bem grande minha dor
Findaria os meus sonhos... ilusões e amor.
Se eu morresse amanhã... importaria o hoje?
Faria mais falta o ontem e cada momento que passou.
Se eu morresse amanhã não veria seus sorrisos
Não ouviria sua voz... tão doce a me embalar.
Ah! Se eu morresse amanhã... perderia seus abraços
Suas mãos entre as minhas... sua presença enfim.
O que seria mais triste se eu morresse amanhã?
Não ter sentido seus lábios, num doce beijo roubado!
Se eu morresse amanhã... o que levaria comigo?
Projetos não realizados... erros... vícios... pecados!
Se eu morresse amanhã, o tempo voltaria atrás?
Para estarmos juntos outra vez, sem perdê-lo jamais?
Onde o filho desejado... se eu morresse amanhã?
Onde o olhar mais ousado... se eu morresse amanhã?
Por Deus! O que seria de mim?
Relembraria minha vida? Analisaria meus gestos?
Te escreveria estes versos?
Ah! Se eu morresse amanhã...
Voltaria no tempo... mesmo que em pensamento
Te cobriria de beijos... carinhos...
Te envolveria em meus braços.
Se eu morresse amanhã...
A única certeza a ficar
Seria você em meus dias
Como a mais bela poesia
A me acompanhar!

Não fique trancado, frio, distante, perante os outros.
Pior ainda é permanecer duro e impassível ante o sorriso recebido.
Sorrir é norma de sadia educação e cria as condições para o diálogo amigo.
O sorriso beneficia a sua paz interior.
Faz entrar em você a energia da alegria, que gera a paz.
Destranque-se.
Desperte o sorriso sincero.
O sorriso marca as pessoas que se querem bem.

Eu vou amar você para sempre! Eu juro que nunca me senti tão realizada em toda a minha vida. Sabe, todo o mundo fala que a paixão sempre termina com o avançar do tempo, mas você sempre conseguiu que nossa vontade de estar junto e que nossa paixão sentida um pelo outro estivessem sempre em alta. É por isso que tenho um casamento de sonho. É por sua culpa, meu bem.

O fogo continua. A chama não vai apagar nunca. Compartilhar meus dias com você é o maior presente que Deus deu para mim. Tudo parece fácil, aliás, o amor é isso. É simplicidade. Não é guerra, não. Quando a gente batalha nas coisas, elas permanecem mas nunca de forma saudável. Nossa união não dá luta, ela é trégua a toda a hora. Ela é água transparente. E é chuva. E é paz.
Vou amar você eternamente!
Não é promessa. É desejo.

Quando o nosso filho Julinho tinha seis anos, estávamos atravessando um período de má situação financeira e só podíamos comprar o indispensável para viver. Alguns dias antes do Natal, dissemos a ele que não poderíamos comprar presentes nas lojas, para nenhum de nós.
Mas com imaginação e amor poderíamos brincar de presentear uns aos outros.
Assim, nós combinamos que cada um desenharia o presente que gostaríamos de dar aos outros da família. A ideia agradou e a partir desse dia começamos a trabalhar em segredo com muita alegria e sorrisos misteriosos.
Um carro verde para o papai. Uma pulseira e uns brincos para mim. Para o Julinho os presentes eram aqueles que recortávamos de algumas revistas. Os melhores presentes para ele foram um tenda de brincar de índio e uma piscina de plástico, desenhadas pelo papai.
O presente melhor do papai para mim foi a nossa casa dos sonhos, pintada à aquarela, branca, com janelas verdes e touceiras de flores no jardim. E o papai recebeu um punhado de versos meus, inspirados nas coisas tristes e acontecimentos alegres das nossas vidas.
Naturalmente não esperávamos nenhum "melhor presente" do Julinho. Mas, com gritinhos de alegria, ele entregou um desenho grande, feito por ele, com lápis de cor, dentro da mais pura "técnica surrealista". Era sem dúvida um grupo de três pessoas rindo: um homem, uma mulher e um menininho. Tinham seus braços entrelaçados uns nos outros de tal forma que pareciam uma só pessoa. Embaixo do desenho, ele escreveu apenas uma palavra: "Nós".
Foi, sem dúvida, um Natal de Amor.