Nesse Dia da Vovó, quero lembrar que você é minha figura materna; meu tudo; minha mãe! Há tanta coisa que quero conversar com você, tanta história que desejo compartilhar, sabe?
Passei minha vida inteira com a certeza que minha Avó – você, cuida de mim, procura meu conforto, investe em minha formação. Isso é impagável, é algo que nunca vou retribuir na mesma moeda. Tudo que posso fazer é continuar entregando meu coração para a melhor Avó do mundo. Beijo! Te adoro!
Como anda a sua motivação pelo trabalho e pelos outros compromissos da vida? Imagine a vida como um jogo onde você faz malabarismo com cinco bolas. O nome dessas bolas são trabalho, família, saúde, amigos e espírito. O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate ao chão e pula para cima.
As outras quatro bolas são de vidro, isto é, se caírem, se arrebentam no chão e ficam danificadas para sempre. Entender isso é buscar o equilíbrio na vida. Mas como? Não diminuindo o próprio valor e não comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial feito por Deus.
Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só você está em condição de escolher o que é melhor para sua vida. Dê mais valor as coisas mais queridas ao seu coração. Sua vida irá brilhar mais! A vida carece de sentido.
Não deixe que a vida escorra entre os dedos por viver no passado ou futuro. Não se esqueça que o presente é uma dádiva de Deus. Se viver um dia de cada vez, sua viagem será tão boa quanto o destino. Não desista quando ainda você é capaz de caminhar um quilômetro a mais. Nada termina até que se deixa de tentar. Não tenha medo de admitir que você não é perfeito.
É aprendendo a correr riscos que aprendemos a ser vitoriosos. Não exclua o amor de sua vida, dizendo que não pode ou não consegue encontrá-lo. Ele é o diferencial da sua vida. É a melhor forma de encontrar amor é dar amor. Se você der asas para o amor você atingirá as alturas e o melhor equilíbrio da vida que é ser feliz.
Pense nisso!
Entre tantos conselhos para investirmos em nosso futuro, transformamos o hoje apenas em um preparativo para o amanhã.
Obviamente, não devemos utilizar aquela filosofia de viver o hoje como se não houvesse amanhã, porque provavelmente ele chegará. Mas passar a vida inteira a imaginar o agora como uma iniciação para o futuro, nos deixa cada vez mais longe da felicidade, completamente dependente do tempo para aproveitá-la.
O hoje é para ser aproveitado, usufruído e muito bem vivido. Colocar o futuro sempre em primeiro lugar fará com que visualize sempre um período que ainda está para chegar, ao mesmo tempo em que aquele que deveria ser vivido ficar permanentemente a passar.
Não utilize inteiramente o seu dia para programar o seu futuro, faça isso após ter desfrutado ao máximo a maior parte possível do seu dia. Utilize todas as suas forças para ser feliz agora, hoje, neste instante. Pois do futuro ainda sabemos pouco e por mais que planejemos, ele pode ir contra todas as expectativas e se transformar em um presente completamente diferente.
À medida que o tempo passa, as transformações se dão cada vez mais rápido em nossas vidas. Tais mudanças não estão apenas associadas aos produtos ou à tecnologia, a rapidez com que este processo acontece também influencia na nossa percepção sobre a sociedade e como as relações interpessoais ocorrem no dia a dia.
A maneira como enxergamos a família também está se transformando. Não precisamos voltar muito no tempo para lembrarmos que o casamento entre duas pessoas de cores diferentes era algo abominável para uns e em certos lugares até proibido.
A relação da família sempre teve grande importância no desenvolvimento da sociedade. O núcleo familiar, pais e filhos, é responsável pela forma como veremos o mundo no futuro. A escola tem o objetivo de difundir conhecimento e não de educar, dar limites ou moralidade.
Não podemos permitir que a influência da família na sociedade seja desvalorizada, ela é quem define nossos princípios, o que entendemos por certo e errado e, principalmente, como nos relacionaremos com os integrantes de outras famílias. É a partir da nossa casa que aprendemos como administrar os nossos sentimentos e tudo isso contribui completamente como será o comportamento da sociedade futuramente.
Era uma vez um cego sentado na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer.
Era em Paris!
Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito:
"Por favor, ajude-me, sou cego".
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem re-escreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu:
"nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"É primavera em Paris, mas eu não posso vê-la".
E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam...
Moral da história:
Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas.
É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicarmos...
Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai tocar ao coração?