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Hoje é a data mais perfeita do ano, pois neste dia unimos nossas vidas e oficializamos o nosso amor. Cinco anos depois recordo esse dia com carinho, pois foi lindo, perfeito, mas o que realmente importa aconteceu depois desse dia e até hoje. Pois o que conta é o que vivemos no dia a dia, todas as alegrias que compartilhamos, todas as tristezas que dividimos.

O que importa é tudo que já construímos e tudo que queremos construir ainda. Hoje eu amor ainda mais você, e sei que daqui a cinco anos vou amar ainda mais, e depois mais, e depois mais. Feliz aniversário de casamento, meu amor!

"Há pessoas que passam na nossa vida e levam um pouco de nós e há pessoas que passam em nossa vida e deixam um pouco de si. Mas há pessoas que não passam, ficam!"

"Nunca diga que esqueceu de um grande amor, apenas que consegue falar nele sem derramar uma lágrima de saudades."

"Há pessoas que entram em nossas vidas por acaso, mas não é por acaso que elas tem o privilegio de permanecer."

"Muitas pessoas dizem que amam, poucas pessoas sabem amar. Amar é uma palavra curta, mas um sentimento eterno. O amor está dentro do nosso coração não da nossa cabeça, por isso nunca diga que ama sem sentir amor."

"Se o meu silêncio não te diz nada, serão inúteis minhas palavras."

"Amar alguém é mais que um sentimento forte. É uma decisão, um julgamento, uma promessa. Amar significa entregar-se sem garantias na esperança de que nosso amor faça feliz a pessoa amada."

"O grande mistério da vida é tirar da cabeça quem não sai do coração."

"As estrelas são lágrimas de anjos que choram por não saberem e nem terem corpo para amar."

"Nem palavras duras nem olhares severos devem afugentar quem ama; as rosas tem espinhos e, no entanto, colhem-se." (Shakespeare)

"O amor é quando a gente mora um no outro." (Mário Quintana)

"Agora entendo que quando se ama, não se pode ter medo de tentar. Pois a dúvida nos faz perder coisas que, se não fosse a insegurança, poderíamos conseguir."

"Não existe amor à primeira vista, o que existe sim é a pessoa certa no momento certo."

"Entre as ruínas sempre poderá nascer uma flor. A felicidade cresce e frutifica quando se acredita no amor."

"O amor pequeno se mostra grandioso nas catástrofes, o amor grande se prova todos os dias, nas pequenas coisas."

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.

Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: Uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS.

Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

- Eu sei, respondeu o tolo. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.

Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.

A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?

A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é:

A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos. O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.

Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam... é problema deles.

Boa reflexão!

Numa cidade distante no interior da China, dois amigos foram presos e obrigados a viverem com uma corrente entre eles.
A corrente que ficava presa em seus pés mal os permitiam ficar muito longe, mas eram dois amigos muito unidos.
Presos, saiam juntos para ver o sol, iam juntos para o refeitório, ficavam horas no pátio conversando e sempre um concordando com o outro.
A liberdade chegou, foram soltos, mas obrigados a continuar com aquelas correntes em seus pés.
Estavam livres era tudo o que queriam, dois amigos livres para fazerem o que quisessem porém acorrentados.
Os dias passaram até que num certo dia um amigo quis ir a uma praça e outro amigo estava muito cansado queria ficar em casa. Naquela época muito remota poucas opções lhe restavam.
Tinham que cumprir severamente a ordem de não remover a corrente.
Ali existiu a primeira reflexão de pensamentos diferentes, mas naquele dia se acertaram e foram para a praça, no dia seguinte outra divergência um amigo queria ir caminhar um pouco e outro ir para a praça, segunda divergência.
Aquela situação já estava se tornando intolerante, pois não tinham mais a liberdade de serem e fazerem o que queriam.
Certo dia um amigo falou para o outro, por que brigamos se estamos livres, estamos apenas acorrentados, mas isso não é nada para grandes amigos como nós.
O outro amigo disse, ser amigo é entender, ajudar, construir e somar, mas viver a vida do outro não é amizade é obsessão.

A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa. Todos os convidados foram. Após o café, a Loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- Esconde-esconde? O que é isso? - perguntou a Curiosidade.
- Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês se escondem. Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
- 1, 2, 3,... - a Loucura começou a contar.

A Pressa escondeu-se primeiro, em um lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele de baixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove.
- Cem! - gritou a Loucura. - Vou começar a procurar.

A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não aguentava mais, querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez... Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor?

Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer. Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado o olho com um espinho!

A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas... Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre.