Comemore a maravilha de ser você !
Dê uma festa.. é o seu aniversário...
Tire os seus sonhos de dentro do armário...
Repare como o tempo faz mágica...
Pense nos velhos tempos...
e vire uma página da vida...
Hoje é o seu dia, tome alegria...
Brinque à vontade, o que vale é felicidade...
E comemore a maravilha de ser alguém muito especial...
Comemore por ser uma pessoa única, maravilhosa, sem igual !
Tenha um Felicíssimo Aniversário !
Tudo de maravilhoso que há nessa vida !
É perante as grandes dificuldades que temos oportunidade de mostrar a força das nossas convicções. Sei que o momento que você está atravessando não está a ser fácil, mas eu tenho certeza que vai conseguir ser superior a ele.
Não duvide nem por um segundo das possibilidades de encontrar uma saída para seus problemas, mesmo que por vezes tudo pareça perdido. Eu acredito que você é uma grande guerreira e o tempo vai acabar por me dar razão.
Você começa a vida como uma pedra lisa,
ai começa a colocar suas marcas,
você se depara com decisões escolhas e continua em frente.
Mas cedo ou tarde chega uma hora em que você olha pra trás e percebe onde esteve
ai começa a refletir sobre quem você é realmente.
Quando você tem 14 anos as feridas cicatrizam rapidamente...
algumas delas de qualquer forma.
As vezes sentimos uma dor em não desaparece tão facilmente.
não por se só.
Mudar talvez não seja a melhor forma...
você luta pra continuar
você luta pra deixar seguir.
As vezes acho que precisamos crescer sozinho,
para podermos continuar a crescer juntos.
Nenhum amor pode ser chamado de impossível, pois tudo pode acontecer quando estamos dispostos a lutar por esse sentimento que transcende nossa alma.
Impossível é apenas quando abaixamos os braços ou desistimos de o querer na nossa vida. Até lá, ele pode quebrar barreiras e vencer qualquer obstáculo. Basta acreditarmos, por mais remotas que sejam as possibilidades.
O "pequeno" cresceu. A mãe o ensinara a crescer... e crescer significa ser responsável tomando decisões e assumindo consequências.
Aprendeu. Cresceu tanto, que decidiu ir. Decidiu por si mesmo, sem perguntar se a mãe ia sofrer. Nem para a própria mãe e nem para ele mesmo.
– "Vou experimentar. Se não gostar, volto." Nem aquele: "você não fica triste?", de quando era pequeno. E a mãe racionaliza que é um direito dele querer ir e pensou:
– "Vai ser bom pra ele. – Que bom!" O menino aprendera a se respeitar, a seguir os próprios impulsos medindo as consequências por si mesmo.
Sentindo-se vitoriosa, a mãe constatou que conseguira ensinar, com simples palavras e atitudes, o que aprendera por si mesma a duras penas.
Racionalmente, tudo bem! Mas mãe, aquela que vem das entranhas, que gerou, que pariu, não consegue ver a pessoa do filho, mas a sua cria. É animal. Não animal sem alma, mas com um instinto tão forte que sufoca a razão.
A vitória se manifesta em choro. Saudade. De manhã, o barulhinho do chuveiro, o rock baixinho no quarto. À tarde, o telefone, sempre ocupado. De madrugada, a televisão ligada. Copos pelo chão. Tênis pelos cantos. O sono pesado e inconsequente da adolescência e juventude.
No armário vazio, só os cabides atestam: ele não mora mais ali. Vai voltar?... a mãe só sabe que o quarto vazio, irritantemente arrumado, dói demais... e vai doer ainda, até que a mulher consiga refazer a mãe dentro de si e fique apenas feliz porque o menino cresceu.
Um mês depois, a mãe encara o menino crescido. Não dói mais. Está refeita, plenamente feliz e sente orgulho, pois: O "pequeno" cresceu e não se foi... apenas mudou de endereço.